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Q3073524 Português
Marque a alternativa que identifica corretamente a função de linguagem predominante no trecho: "A propaganda é a alma do negócio. Compre já o seu produto e garanta o melhor preço! 
Alternativas
Q3073523 Português
Assinale a alternativa em que a variação linguística é utilizada de maneira estilística para marcar a identidade de uma personagem em um texto literário: 
Alternativas
Q3073521 Português
Destaque a alternativa que melhor caracteriza a polifonia em um texto:
Alternativas
Q3073520 Português
Assinale a alternativa que contém um exemplo de intertextualidade implícita: 
Alternativas
Q3073519 Português
Marque a alternativa que melhor define a diferença entre o discurso indireto livre e o discurso indireto:
Alternativas
Q3073518 Português
"Cidade de Deus", dirigido por Fernando Meirelles e codirigido por Kátia Lund, é uma obra cinematográfica que marcou profundamente o cenário do cinema brasileiro e mundial. Baseado no romance homônimo de Paulo Lins, o filme narra a brutalidade e a desesperança que permeiam a vida na favela carioca de Cidade de Deus. Apesar do seu inegável sucesso crítico e popular, há aspectos dessa obra que merecem uma análise crítica mais aprofundada, especialmente em relação à forma como a violência e a realidade social são retratadas. 

Em primeiro lugar, "Cidade de Deus" é frequentemente aclamado por sua estética inovadora e narrativa envolvente, mas essa mesma estética pode ser criticada por, em certo grau, glamorizar a violência. A câmera ágil, a montagem frenética e a trilha sonora pulsante conferem um dinamismo que, em alguns momentos, parece quase exaltar a brutalidade da vida nas favelas. Embora a intenção dos realizadores seja, sem dúvida, denunciar as condições desumanas vividas pelos moradores da favela, a estilização excessiva pode levar a uma interpretação equivocada, onde a violência é percebida mais como um espetáculo visual do que como uma crítica social profunda. 

Além disso, o filme pode ser questionado por sua representação limitada e, em alguns casos, estereotipada dos personagens. A maioria das figuras centrais são jovens negros envolvidos em atividades criminosas, o que, embora reflita uma realidade específica, pode reforçar estereótipos raciais e sociais. A complexidade das motivações e a diversidade de experiências dos moradores da favela são, em grande parte, suprimidas em favor de uma narrativa que foca quase exclusivamente na violência e na criminalidade. Esse enfoque pode sugerir que a vida nas favelas é definida apenas por essas características, ignorando as histórias de resistência, solidariedade e criatividade que também fazem parte do cotidiano dessas comunidades. 

Outro ponto de crítica reside na forma como o filme foi recebido e consumido internacionalmente. "Cidade de Deus" foi amplamente elogiado por críticos ao redor do mundo e se tornou uma referência do cinema brasileiro, mas essa recepção global também levanta questões sobre o exotismo e a fetichização da pobreza e da violência. Há um risco de que o filme seja visto, especialmente por audiências estrangeiras, mais como um retrato exótico de uma realidade distante do que como uma denúncia incisiva das profundas desigualdades sociais que caracterizam o Brasil. Esse tipo de recepção pode despolitizar o filme, transformando-o em uma mera representação de "violência autêntica" em um contexto.

culturalmente distante, ao invés de promover uma reflexão crítica sobre as condições que perpetuam essas realidades. 

Em suma, "Cidade de Deus" é uma obra de impacto indiscutível, tanto em termos de sua qualidade cinematográfica quanto de sua capacidade de trazer à tona discussões importantes sobre a desigualdade e a violência urbana no Brasil. No entanto, é crucial que se aborde o filme com um olhar crítico, reconhecendo os possíveis perigos de uma estilização excessiva da violência e a simplificação das complexas realidades das favelas. Somente assim podemos apreciar "Cidade de Deus" não apenas como um marco do cinema, mas também como um ponto de partida para debates mais profundos sobre a representação da marginalização e das desigualdades sociais no cinema. 
Segundo o autor, qual é o risco associado à recepção internacional do filme "Cidade de Deus"?  
Alternativas
Q3073517 Português
"Cidade de Deus", dirigido por Fernando Meirelles e codirigido por Kátia Lund, é uma obra cinematográfica que marcou profundamente o cenário do cinema brasileiro e mundial. Baseado no romance homônimo de Paulo Lins, o filme narra a brutalidade e a desesperança que permeiam a vida na favela carioca de Cidade de Deus. Apesar do seu inegável sucesso crítico e popular, há aspectos dessa obra que merecem uma análise crítica mais aprofundada, especialmente em relação à forma como a violência e a realidade social são retratadas. 

Em primeiro lugar, "Cidade de Deus" é frequentemente aclamado por sua estética inovadora e narrativa envolvente, mas essa mesma estética pode ser criticada por, em certo grau, glamorizar a violência. A câmera ágil, a montagem frenética e a trilha sonora pulsante conferem um dinamismo que, em alguns momentos, parece quase exaltar a brutalidade da vida nas favelas. Embora a intenção dos realizadores seja, sem dúvida, denunciar as condições desumanas vividas pelos moradores da favela, a estilização excessiva pode levar a uma interpretação equivocada, onde a violência é percebida mais como um espetáculo visual do que como uma crítica social profunda. 

Além disso, o filme pode ser questionado por sua representação limitada e, em alguns casos, estereotipada dos personagens. A maioria das figuras centrais são jovens negros envolvidos em atividades criminosas, o que, embora reflita uma realidade específica, pode reforçar estereótipos raciais e sociais. A complexidade das motivações e a diversidade de experiências dos moradores da favela são, em grande parte, suprimidas em favor de uma narrativa que foca quase exclusivamente na violência e na criminalidade. Esse enfoque pode sugerir que a vida nas favelas é definida apenas por essas características, ignorando as histórias de resistência, solidariedade e criatividade que também fazem parte do cotidiano dessas comunidades. 

Outro ponto de crítica reside na forma como o filme foi recebido e consumido internacionalmente. "Cidade de Deus" foi amplamente elogiado por críticos ao redor do mundo e se tornou uma referência do cinema brasileiro, mas essa recepção global também levanta questões sobre o exotismo e a fetichização da pobreza e da violência. Há um risco de que o filme seja visto, especialmente por audiências estrangeiras, mais como um retrato exótico de uma realidade distante do que como uma denúncia incisiva das profundas desigualdades sociais que caracterizam o Brasil. Esse tipo de recepção pode despolitizar o filme, transformando-o em uma mera representação de "violência autêntica" em um contexto.

culturalmente distante, ao invés de promover uma reflexão crítica sobre as condições que perpetuam essas realidades. 

Em suma, "Cidade de Deus" é uma obra de impacto indiscutível, tanto em termos de sua qualidade cinematográfica quanto de sua capacidade de trazer à tona discussões importantes sobre a desigualdade e a violência urbana no Brasil. No entanto, é crucial que se aborde o filme com um olhar crítico, reconhecendo os possíveis perigos de uma estilização excessiva da violência e a simplificação das complexas realidades das favelas. Somente assim podemos apreciar "Cidade de Deus" não apenas como um marco do cinema, mas também como um ponto de partida para debates mais profundos sobre a representação da marginalização e das desigualdades sociais no cinema. 
Em relação à representação dos personagens em "Cidade de Deus", o autor critica o filme por:  
Alternativas
Q3073516 Português
"Cidade de Deus", dirigido por Fernando Meirelles e codirigido por Kátia Lund, é uma obra cinematográfica que marcou profundamente o cenário do cinema brasileiro e mundial. Baseado no romance homônimo de Paulo Lins, o filme narra a brutalidade e a desesperança que permeiam a vida na favela carioca de Cidade de Deus. Apesar do seu inegável sucesso crítico e popular, há aspectos dessa obra que merecem uma análise crítica mais aprofundada, especialmente em relação à forma como a violência e a realidade social são retratadas. 

Em primeiro lugar, "Cidade de Deus" é frequentemente aclamado por sua estética inovadora e narrativa envolvente, mas essa mesma estética pode ser criticada por, em certo grau, glamorizar a violência. A câmera ágil, a montagem frenética e a trilha sonora pulsante conferem um dinamismo que, em alguns momentos, parece quase exaltar a brutalidade da vida nas favelas. Embora a intenção dos realizadores seja, sem dúvida, denunciar as condições desumanas vividas pelos moradores da favela, a estilização excessiva pode levar a uma interpretação equivocada, onde a violência é percebida mais como um espetáculo visual do que como uma crítica social profunda. 

Além disso, o filme pode ser questionado por sua representação limitada e, em alguns casos, estereotipada dos personagens. A maioria das figuras centrais são jovens negros envolvidos em atividades criminosas, o que, embora reflita uma realidade específica, pode reforçar estereótipos raciais e sociais. A complexidade das motivações e a diversidade de experiências dos moradores da favela são, em grande parte, suprimidas em favor de uma narrativa que foca quase exclusivamente na violência e na criminalidade. Esse enfoque pode sugerir que a vida nas favelas é definida apenas por essas características, ignorando as histórias de resistência, solidariedade e criatividade que também fazem parte do cotidiano dessas comunidades. 

Outro ponto de crítica reside na forma como o filme foi recebido e consumido internacionalmente. "Cidade de Deus" foi amplamente elogiado por críticos ao redor do mundo e se tornou uma referência do cinema brasileiro, mas essa recepção global também levanta questões sobre o exotismo e a fetichização da pobreza e da violência. Há um risco de que o filme seja visto, especialmente por audiências estrangeiras, mais como um retrato exótico de uma realidade distante do que como uma denúncia incisiva das profundas desigualdades sociais que caracterizam o Brasil. Esse tipo de recepção pode despolitizar o filme, transformando-o em uma mera representação de "violência autêntica" em um contexto.

culturalmente distante, ao invés de promover uma reflexão crítica sobre as condições que perpetuam essas realidades. 

Em suma, "Cidade de Deus" é uma obra de impacto indiscutível, tanto em termos de sua qualidade cinematográfica quanto de sua capacidade de trazer à tona discussões importantes sobre a desigualdade e a violência urbana no Brasil. No entanto, é crucial que se aborde o filme com um olhar crítico, reconhecendo os possíveis perigos de uma estilização excessiva da violência e a simplificação das complexas realidades das favelas. Somente assim podemos apreciar "Cidade de Deus" não apenas como um marco do cinema, mas também como um ponto de partida para debates mais profundos sobre a representação da marginalização e das desigualdades sociais no cinema. 
Qual é o principal argumento do autor em relação à estilização da violência no filme "Cidade de Deus"?
Alternativas
Q3073515 Português

OS PERIGOS DA LIBERAÇÃO DE JOGOS DE AZAR ONLINE

A liberação dos jogos de azar online no Brasil constitui uma ameaça insidiosa que não pode, sob nenhuma circunstância, ser desconsiderada. Ainda que alguns advoguem em favor da regulamentação como uma fonte potencial de arrecadação fiscal e um suposto estímulo à economia, considero que os riscos intrínsecos a essa medida superam, de forma inequívoca, quaisquer benefícios que possam ser cogitados. Os impactos sociais e econômicos decorrentes de tal liberalização são, no mínimo, perturbadores e merecem uma reflexão profunda e criteriosa.

Primordialmente, é inegável que a liberação dos jogos de azar online exacerbaria de maneira alarmante os casos de dependência. A acessibilidade desenfreada e ininterrupta dessas plataformas cria um cenário extremamente perigoso, especialmente para os indivíduos mais suscetíveis. A compulsão pelo jogo não deve, sob hipótese alguma, ser subestimada. Essa prática perniciosa pode conduzir à ruína financeira, à dissolução de laços familiares e à degradação da saúde mental. Ignorar os efeitos deletérios dessa possível legalização seria abrir as portas para a destruição silenciosa e implacável de vidas. 

Ademais, no âmbito econômico, há questões de gravidade que não podem ser negligenciadas. Ainda que se argumente a favor da arrecadação tributária oriunda da legalização, a que custo tal benefício seria alcançado? A ludomania engendra um ciclo vicioso de dificuldades financeiras que afetam não apenas o indivíduo, mas também seu núcleo familiar. O endividamento crônico e a falência são desfechos tristemente comuns, o que, por sua vez, acarreta uma pressão adicional sobre os serviços de assistência social. Ironia das ironias, o fardo imposto ao Estado para socorrer as vítimas dessa dependência pode, em última instância, ultrapassar a receita gerada pelos impostos. 

Por fim, cumpre destacar o desvio de recursos que tal prática implicaria. O capital despendido em jogos de azar online não contribui para o desenvolvimento econômico em sentido produtivo. Em vez de ser direcionado para iniciativas que promovam o bem-estar da sociedade, como educação, saúde e infraestrutura, esses recursos são drenados por um sistema que favorece uma ínfima minoria, enquanto as massas são prejudicadas. Além disso, não se pode ignorar o perigo latente de que tal mercado se torne um terreno fértil para a lavagem de dinheiro e outras práticas ilícitas.

Diante dessas considerações, sou peremptoriamente contrário à liberação dos jogos de azar online no Brasil. Os efeitos nefastos, tanto sociais quanto econômicos, que adviriam dessa medida são imensos e potencialmente irreversíveis. Não podemos, em nome de uma receita temporária e ilusória, comprometer o bem-estar e a integridade da nossa sociedade. É imperativo que se pondere sobre as consequências a longo prazo, e que se tomem decisões que salvaguardem nossa população, especialmente os mais vulneráveis, dos perigos inerentes a essa liberação.

A crítica do autor à possível legalização dos jogos de azar online no Brasil baseia-se, principalmente, em qual dos seguintes aspectos? 
Alternativas
Q3073514 Português

OS PERIGOS DA LIBERAÇÃO DE JOGOS DE AZAR ONLINE

A liberação dos jogos de azar online no Brasil constitui uma ameaça insidiosa que não pode, sob nenhuma circunstância, ser desconsiderada. Ainda que alguns advoguem em favor da regulamentação como uma fonte potencial de arrecadação fiscal e um suposto estímulo à economia, considero que os riscos intrínsecos a essa medida superam, de forma inequívoca, quaisquer benefícios que possam ser cogitados. Os impactos sociais e econômicos decorrentes de tal liberalização são, no mínimo, perturbadores e merecem uma reflexão profunda e criteriosa.

Primordialmente, é inegável que a liberação dos jogos de azar online exacerbaria de maneira alarmante os casos de dependência. A acessibilidade desenfreada e ininterrupta dessas plataformas cria um cenário extremamente perigoso, especialmente para os indivíduos mais suscetíveis. A compulsão pelo jogo não deve, sob hipótese alguma, ser subestimada. Essa prática perniciosa pode conduzir à ruína financeira, à dissolução de laços familiares e à degradação da saúde mental. Ignorar os efeitos deletérios dessa possível legalização seria abrir as portas para a destruição silenciosa e implacável de vidas. 

Ademais, no âmbito econômico, há questões de gravidade que não podem ser negligenciadas. Ainda que se argumente a favor da arrecadação tributária oriunda da legalização, a que custo tal benefício seria alcançado? A ludomania engendra um ciclo vicioso de dificuldades financeiras que afetam não apenas o indivíduo, mas também seu núcleo familiar. O endividamento crônico e a falência são desfechos tristemente comuns, o que, por sua vez, acarreta uma pressão adicional sobre os serviços de assistência social. Ironia das ironias, o fardo imposto ao Estado para socorrer as vítimas dessa dependência pode, em última instância, ultrapassar a receita gerada pelos impostos. 

Por fim, cumpre destacar o desvio de recursos que tal prática implicaria. O capital despendido em jogos de azar online não contribui para o desenvolvimento econômico em sentido produtivo. Em vez de ser direcionado para iniciativas que promovam o bem-estar da sociedade, como educação, saúde e infraestrutura, esses recursos são drenados por um sistema que favorece uma ínfima minoria, enquanto as massas são prejudicadas. Além disso, não se pode ignorar o perigo latente de que tal mercado se torne um terreno fértil para a lavagem de dinheiro e outras práticas ilícitas.

Diante dessas considerações, sou peremptoriamente contrário à liberação dos jogos de azar online no Brasil. Os efeitos nefastos, tanto sociais quanto econômicos, que adviriam dessa medida são imensos e potencialmente irreversíveis. Não podemos, em nome de uma receita temporária e ilusória, comprometer o bem-estar e a integridade da nossa sociedade. É imperativo que se pondere sobre as consequências a longo prazo, e que se tomem decisões que salvaguardem nossa população, especialmente os mais vulneráveis, dos perigos inerentes a essa liberação.

Qual das seguintes afirmativas sintetiza corretamente a visão do autor sobre o impacto social dos jogos de azar online? 
Alternativas
Q3073513 Português

OS PERIGOS DA LIBERAÇÃO DE JOGOS DE AZAR ONLINE

A liberação dos jogos de azar online no Brasil constitui uma ameaça insidiosa que não pode, sob nenhuma circunstância, ser desconsiderada. Ainda que alguns advoguem em favor da regulamentação como uma fonte potencial de arrecadação fiscal e um suposto estímulo à economia, considero que os riscos intrínsecos a essa medida superam, de forma inequívoca, quaisquer benefícios que possam ser cogitados. Os impactos sociais e econômicos decorrentes de tal liberalização são, no mínimo, perturbadores e merecem uma reflexão profunda e criteriosa.

Primordialmente, é inegável que a liberação dos jogos de azar online exacerbaria de maneira alarmante os casos de dependência. A acessibilidade desenfreada e ininterrupta dessas plataformas cria um cenário extremamente perigoso, especialmente para os indivíduos mais suscetíveis. A compulsão pelo jogo não deve, sob hipótese alguma, ser subestimada. Essa prática perniciosa pode conduzir à ruína financeira, à dissolução de laços familiares e à degradação da saúde mental. Ignorar os efeitos deletérios dessa possível legalização seria abrir as portas para a destruição silenciosa e implacável de vidas. 

Ademais, no âmbito econômico, há questões de gravidade que não podem ser negligenciadas. Ainda que se argumente a favor da arrecadação tributária oriunda da legalização, a que custo tal benefício seria alcançado? A ludomania engendra um ciclo vicioso de dificuldades financeiras que afetam não apenas o indivíduo, mas também seu núcleo familiar. O endividamento crônico e a falência são desfechos tristemente comuns, o que, por sua vez, acarreta uma pressão adicional sobre os serviços de assistência social. Ironia das ironias, o fardo imposto ao Estado para socorrer as vítimas dessa dependência pode, em última instância, ultrapassar a receita gerada pelos impostos. 

Por fim, cumpre destacar o desvio de recursos que tal prática implicaria. O capital despendido em jogos de azar online não contribui para o desenvolvimento econômico em sentido produtivo. Em vez de ser direcionado para iniciativas que promovam o bem-estar da sociedade, como educação, saúde e infraestrutura, esses recursos são drenados por um sistema que favorece uma ínfima minoria, enquanto as massas são prejudicadas. Além disso, não se pode ignorar o perigo latente de que tal mercado se torne um terreno fértil para a lavagem de dinheiro e outras práticas ilícitas.

Diante dessas considerações, sou peremptoriamente contrário à liberação dos jogos de azar online no Brasil. Os efeitos nefastos, tanto sociais quanto econômicos, que adviriam dessa medida são imensos e potencialmente irreversíveis. Não podemos, em nome de uma receita temporária e ilusória, comprometer o bem-estar e a integridade da nossa sociedade. É imperativo que se pondere sobre as consequências a longo prazo, e que se tomem decisões que salvaguardem nossa população, especialmente os mais vulneráveis, dos perigos inerentes a essa liberação.

No que se refere aos argumentos econômicos apresentados no texto, é correto afirmar que:  
Alternativas
Q3071059 Português
Prédios abandonados e pessoas em busca de moradia: as contradições no Centro de SP


O Centro de São Paulo é uma das regiões com a maior concentração de serviços na cidade. Além disso, também possui muitos prédios abandonados e procura por moradia - são cerca de 30 mil imóveis vazios. E 42 deles foram ocupados por movimentos de moradia popular.

As repórteres Clara Velasco e Mayara Teixeira mostram as contradições dessa região, em que ao mesmo tempo prédios seguem vazios, centenas de famílias moram em ocupações e cortiços da região, muitas vezes em condições insalubres. As famílias contam que sonham com a casa própria e com o momento em que mais iniciativas de moradia social vão tomar o Centro da cidade.

As repórteres conheceram um imóvel ocupado com 14 andares e banheiro coletivo. Jomarina Alves, líder da ocupação, conta que o prédio de salas comerciais estava vazio e foi ocupado por 102 famílias. Vitor Paiva tinha 5 anos quando se mudou para o prédio com a mãe e o irmão. Hoje ele tem 14. “Me mudei no meu aniversário. Eu gostei de mudar. Morava na Zona Leste e era complicado para minha mãe. A gente teve que vir para cá”, lembra.

Claudilene Santos, professora e comerciante, conta que a vida dela e da filha mudou para melhor quando foram para o Centro. “A gente morava na Zona Leste de São Paulo e ela estuda numa escola no Ipiranga, escola para deficiente visual. Era bem difícil. A gente tinha que sair de casa às 4h30 da manhã para embarcar no ônibus e ela chegar às 7h na escola”, conta. Perguntada sobre o que acha dos prédios vazios, Claudilene diz que é um desperdício.

Francineide da Silva, diarista desempregada, vive em um cortiço com os dois filhos há quatro anos. O espaço tem um quarto e uma cozinha. “Aqui a gente não tem conforto nenhum, mesmo sendo em três pessoas”, mostra. Ela conta que antes pagava R$ 250, mas hoje não paga mais nada.

Ano passado, ela e outras moradoras do cortiço ocuparam o terreno em frente, antes de virar um estacionamento. “Ele estava abandonado e ninguém ficava lá. Como o pessoal não tinha como pagar aqui, nós fomos para lá”. Depois de um tempo, ela e outras famílias voltaram para o cortiço.


EM: https://g1.globo.com/profissaoreporter/noticia/2021/06/09/predios-abandonados-e-pessoasem-busca-de-moradia-as-contradicoes-no-centro-de-sp.ghtml
A preposição presente no trecho “vão tomar o Centro da cidade”, tem valor de:
Alternativas
Q3071058 Português
Prédios abandonados e pessoas em busca de moradia: as contradições no Centro de SP


O Centro de São Paulo é uma das regiões com a maior concentração de serviços na cidade. Além disso, também possui muitos prédios abandonados e procura por moradia - são cerca de 30 mil imóveis vazios. E 42 deles foram ocupados por movimentos de moradia popular.

As repórteres Clara Velasco e Mayara Teixeira mostram as contradições dessa região, em que ao mesmo tempo prédios seguem vazios, centenas de famílias moram em ocupações e cortiços da região, muitas vezes em condições insalubres. As famílias contam que sonham com a casa própria e com o momento em que mais iniciativas de moradia social vão tomar o Centro da cidade.

As repórteres conheceram um imóvel ocupado com 14 andares e banheiro coletivo. Jomarina Alves, líder da ocupação, conta que o prédio de salas comerciais estava vazio e foi ocupado por 102 famílias. Vitor Paiva tinha 5 anos quando se mudou para o prédio com a mãe e o irmão. Hoje ele tem 14. “Me mudei no meu aniversário. Eu gostei de mudar. Morava na Zona Leste e era complicado para minha mãe. A gente teve que vir para cá”, lembra.

Claudilene Santos, professora e comerciante, conta que a vida dela e da filha mudou para melhor quando foram para o Centro. “A gente morava na Zona Leste de São Paulo e ela estuda numa escola no Ipiranga, escola para deficiente visual. Era bem difícil. A gente tinha que sair de casa às 4h30 da manhã para embarcar no ônibus e ela chegar às 7h na escola”, conta. Perguntada sobre o que acha dos prédios vazios, Claudilene diz que é um desperdício.

Francineide da Silva, diarista desempregada, vive em um cortiço com os dois filhos há quatro anos. O espaço tem um quarto e uma cozinha. “Aqui a gente não tem conforto nenhum, mesmo sendo em três pessoas”, mostra. Ela conta que antes pagava R$ 250, mas hoje não paga mais nada.

Ano passado, ela e outras moradoras do cortiço ocuparam o terreno em frente, antes de virar um estacionamento. “Ele estava abandonado e ninguém ficava lá. Como o pessoal não tinha como pagar aqui, nós fomos para lá”. Depois de um tempo, ela e outras famílias voltaram para o cortiço.


EM: https://g1.globo.com/profissaoreporter/noticia/2021/06/09/predios-abandonados-e-pessoasem-busca-de-moradia-as-contradicoes-no-centro-de-sp.ghtml
O vício de linguagem observado em “Me mudei no meu aniversário”, é chamado de:
Alternativas
Q3071057 Português
Prédios abandonados e pessoas em busca de moradia: as contradições no Centro de SP


O Centro de São Paulo é uma das regiões com a maior concentração de serviços na cidade. Além disso, também possui muitos prédios abandonados e procura por moradia - são cerca de 30 mil imóveis vazios. E 42 deles foram ocupados por movimentos de moradia popular.

As repórteres Clara Velasco e Mayara Teixeira mostram as contradições dessa região, em que ao mesmo tempo prédios seguem vazios, centenas de famílias moram em ocupações e cortiços da região, muitas vezes em condições insalubres. As famílias contam que sonham com a casa própria e com o momento em que mais iniciativas de moradia social vão tomar o Centro da cidade.

As repórteres conheceram um imóvel ocupado com 14 andares e banheiro coletivo. Jomarina Alves, líder da ocupação, conta que o prédio de salas comerciais estava vazio e foi ocupado por 102 famílias. Vitor Paiva tinha 5 anos quando se mudou para o prédio com a mãe e o irmão. Hoje ele tem 14. “Me mudei no meu aniversário. Eu gostei de mudar. Morava na Zona Leste e era complicado para minha mãe. A gente teve que vir para cá”, lembra.

Claudilene Santos, professora e comerciante, conta que a vida dela e da filha mudou para melhor quando foram para o Centro. “A gente morava na Zona Leste de São Paulo e ela estuda numa escola no Ipiranga, escola para deficiente visual. Era bem difícil. A gente tinha que sair de casa às 4h30 da manhã para embarcar no ônibus e ela chegar às 7h na escola”, conta. Perguntada sobre o que acha dos prédios vazios, Claudilene diz que é um desperdício.

Francineide da Silva, diarista desempregada, vive em um cortiço com os dois filhos há quatro anos. O espaço tem um quarto e uma cozinha. “Aqui a gente não tem conforto nenhum, mesmo sendo em três pessoas”, mostra. Ela conta que antes pagava R$ 250, mas hoje não paga mais nada.

Ano passado, ela e outras moradoras do cortiço ocuparam o terreno em frente, antes de virar um estacionamento. “Ele estava abandonado e ninguém ficava lá. Como o pessoal não tinha como pagar aqui, nós fomos para lá”. Depois de um tempo, ela e outras famílias voltaram para o cortiço.


EM: https://g1.globo.com/profissaoreporter/noticia/2021/06/09/predios-abandonados-e-pessoasem-busca-de-moradia-as-contradicoes-no-centro-de-sp.ghtml
A figura de linguagem que podemos observar em “A gente tinha que sair de casa às 4h30 da manhã para embarcar no ônibus e ela chegar às 7h na escola”, é:
Alternativas
Q3071056 Português
Prédios abandonados e pessoas em busca de moradia: as contradições no Centro de SP


O Centro de São Paulo é uma das regiões com a maior concentração de serviços na cidade. Além disso, também possui muitos prédios abandonados e procura por moradia - são cerca de 30 mil imóveis vazios. E 42 deles foram ocupados por movimentos de moradia popular.

As repórteres Clara Velasco e Mayara Teixeira mostram as contradições dessa região, em que ao mesmo tempo prédios seguem vazios, centenas de famílias moram em ocupações e cortiços da região, muitas vezes em condições insalubres. As famílias contam que sonham com a casa própria e com o momento em que mais iniciativas de moradia social vão tomar o Centro da cidade.

As repórteres conheceram um imóvel ocupado com 14 andares e banheiro coletivo. Jomarina Alves, líder da ocupação, conta que o prédio de salas comerciais estava vazio e foi ocupado por 102 famílias. Vitor Paiva tinha 5 anos quando se mudou para o prédio com a mãe e o irmão. Hoje ele tem 14. “Me mudei no meu aniversário. Eu gostei de mudar. Morava na Zona Leste e era complicado para minha mãe. A gente teve que vir para cá”, lembra.

Claudilene Santos, professora e comerciante, conta que a vida dela e da filha mudou para melhor quando foram para o Centro. “A gente morava na Zona Leste de São Paulo e ela estuda numa escola no Ipiranga, escola para deficiente visual. Era bem difícil. A gente tinha que sair de casa às 4h30 da manhã para embarcar no ônibus e ela chegar às 7h na escola”, conta. Perguntada sobre o que acha dos prédios vazios, Claudilene diz que é um desperdício.

Francineide da Silva, diarista desempregada, vive em um cortiço com os dois filhos há quatro anos. O espaço tem um quarto e uma cozinha. “Aqui a gente não tem conforto nenhum, mesmo sendo em três pessoas”, mostra. Ela conta que antes pagava R$ 250, mas hoje não paga mais nada.

Ano passado, ela e outras moradoras do cortiço ocuparam o terreno em frente, antes de virar um estacionamento. “Ele estava abandonado e ninguém ficava lá. Como o pessoal não tinha como pagar aqui, nós fomos para lá”. Depois de um tempo, ela e outras famílias voltaram para o cortiço.


EM: https://g1.globo.com/profissaoreporter/noticia/2021/06/09/predios-abandonados-e-pessoasem-busca-de-moradia-as-contradicoes-no-centro-de-sp.ghtml
No período “Ele estava abandonado e ninguém ficava lá”, as orações estão, respectivamente, nas vozes: 
Alternativas
Q3071055 Português
Prédios abandonados e pessoas em busca de moradia: as contradições no Centro de SP


O Centro de São Paulo é uma das regiões com a maior concentração de serviços na cidade. Além disso, também possui muitos prédios abandonados e procura por moradia - são cerca de 30 mil imóveis vazios. E 42 deles foram ocupados por movimentos de moradia popular.

As repórteres Clara Velasco e Mayara Teixeira mostram as contradições dessa região, em que ao mesmo tempo prédios seguem vazios, centenas de famílias moram em ocupações e cortiços da região, muitas vezes em condições insalubres. As famílias contam que sonham com a casa própria e com o momento em que mais iniciativas de moradia social vão tomar o Centro da cidade.

As repórteres conheceram um imóvel ocupado com 14 andares e banheiro coletivo. Jomarina Alves, líder da ocupação, conta que o prédio de salas comerciais estava vazio e foi ocupado por 102 famílias. Vitor Paiva tinha 5 anos quando se mudou para o prédio com a mãe e o irmão. Hoje ele tem 14. “Me mudei no meu aniversário. Eu gostei de mudar. Morava na Zona Leste e era complicado para minha mãe. A gente teve que vir para cá”, lembra.

Claudilene Santos, professora e comerciante, conta que a vida dela e da filha mudou para melhor quando foram para o Centro. “A gente morava na Zona Leste de São Paulo e ela estuda numa escola no Ipiranga, escola para deficiente visual. Era bem difícil. A gente tinha que sair de casa às 4h30 da manhã para embarcar no ônibus e ela chegar às 7h na escola”, conta. Perguntada sobre o que acha dos prédios vazios, Claudilene diz que é um desperdício.

Francineide da Silva, diarista desempregada, vive em um cortiço com os dois filhos há quatro anos. O espaço tem um quarto e uma cozinha. “Aqui a gente não tem conforto nenhum, mesmo sendo em três pessoas”, mostra. Ela conta que antes pagava R$ 250, mas hoje não paga mais nada.

Ano passado, ela e outras moradoras do cortiço ocuparam o terreno em frente, antes de virar um estacionamento. “Ele estava abandonado e ninguém ficava lá. Como o pessoal não tinha como pagar aqui, nós fomos para lá”. Depois de um tempo, ela e outras famílias voltaram para o cortiço.


EM: https://g1.globo.com/profissaoreporter/noticia/2021/06/09/predios-abandonados-e-pessoasem-busca-de-moradia-as-contradicoes-no-centro-de-sp.ghtml
Em “E 42 deles foram ocupados por movimentos de moradia popular”, os termos destacados exercem função de:
Alternativas
Q3071054 Português
Prédios abandonados e pessoas em busca de moradia: as contradições no Centro de SP


O Centro de São Paulo é uma das regiões com a maior concentração de serviços na cidade. Além disso, também possui muitos prédios abandonados e procura por moradia - são cerca de 30 mil imóveis vazios. E 42 deles foram ocupados por movimentos de moradia popular.

As repórteres Clara Velasco e Mayara Teixeira mostram as contradições dessa região, em que ao mesmo tempo prédios seguem vazios, centenas de famílias moram em ocupações e cortiços da região, muitas vezes em condições insalubres. As famílias contam que sonham com a casa própria e com o momento em que mais iniciativas de moradia social vão tomar o Centro da cidade.

As repórteres conheceram um imóvel ocupado com 14 andares e banheiro coletivo. Jomarina Alves, líder da ocupação, conta que o prédio de salas comerciais estava vazio e foi ocupado por 102 famílias. Vitor Paiva tinha 5 anos quando se mudou para o prédio com a mãe e o irmão. Hoje ele tem 14. “Me mudei no meu aniversário. Eu gostei de mudar. Morava na Zona Leste e era complicado para minha mãe. A gente teve que vir para cá”, lembra.

Claudilene Santos, professora e comerciante, conta que a vida dela e da filha mudou para melhor quando foram para o Centro. “A gente morava na Zona Leste de São Paulo e ela estuda numa escola no Ipiranga, escola para deficiente visual. Era bem difícil. A gente tinha que sair de casa às 4h30 da manhã para embarcar no ônibus e ela chegar às 7h na escola”, conta. Perguntada sobre o que acha dos prédios vazios, Claudilene diz que é um desperdício.

Francineide da Silva, diarista desempregada, vive em um cortiço com os dois filhos há quatro anos. O espaço tem um quarto e uma cozinha. “Aqui a gente não tem conforto nenhum, mesmo sendo em três pessoas”, mostra. Ela conta que antes pagava R$ 250, mas hoje não paga mais nada.

Ano passado, ela e outras moradoras do cortiço ocuparam o terreno em frente, antes de virar um estacionamento. “Ele estava abandonado e ninguém ficava lá. Como o pessoal não tinha como pagar aqui, nós fomos para lá”. Depois de um tempo, ela e outras famílias voltaram para o cortiço.


EM: https://g1.globo.com/profissaoreporter/noticia/2021/06/09/predios-abandonados-e-pessoasem-busca-de-moradia-as-contradicoes-no-centro-de-sp.ghtml
A oração destacada em “Como o pessoal não tinha como pagar aqui, nós fomos para lá”, é classificada como:
Alternativas
Q3071053 Português
Prédios abandonados e pessoas em busca de moradia: as contradições no Centro de SP


O Centro de São Paulo é uma das regiões com a maior concentração de serviços na cidade. Além disso, também possui muitos prédios abandonados e procura por moradia - são cerca de 30 mil imóveis vazios. E 42 deles foram ocupados por movimentos de moradia popular.

As repórteres Clara Velasco e Mayara Teixeira mostram as contradições dessa região, em que ao mesmo tempo prédios seguem vazios, centenas de famílias moram em ocupações e cortiços da região, muitas vezes em condições insalubres. As famílias contam que sonham com a casa própria e com o momento em que mais iniciativas de moradia social vão tomar o Centro da cidade.

As repórteres conheceram um imóvel ocupado com 14 andares e banheiro coletivo. Jomarina Alves, líder da ocupação, conta que o prédio de salas comerciais estava vazio e foi ocupado por 102 famílias. Vitor Paiva tinha 5 anos quando se mudou para o prédio com a mãe e o irmão. Hoje ele tem 14. “Me mudei no meu aniversário. Eu gostei de mudar. Morava na Zona Leste e era complicado para minha mãe. A gente teve que vir para cá”, lembra.

Claudilene Santos, professora e comerciante, conta que a vida dela e da filha mudou para melhor quando foram para o Centro. “A gente morava na Zona Leste de São Paulo e ela estuda numa escola no Ipiranga, escola para deficiente visual. Era bem difícil. A gente tinha que sair de casa às 4h30 da manhã para embarcar no ônibus e ela chegar às 7h na escola”, conta. Perguntada sobre o que acha dos prédios vazios, Claudilene diz que é um desperdício.

Francineide da Silva, diarista desempregada, vive em um cortiço com os dois filhos há quatro anos. O espaço tem um quarto e uma cozinha. “Aqui a gente não tem conforto nenhum, mesmo sendo em três pessoas”, mostra. Ela conta que antes pagava R$ 250, mas hoje não paga mais nada.

Ano passado, ela e outras moradoras do cortiço ocuparam o terreno em frente, antes de virar um estacionamento. “Ele estava abandonado e ninguém ficava lá. Como o pessoal não tinha como pagar aqui, nós fomos para lá”. Depois de um tempo, ela e outras famílias voltaram para o cortiço.


EM: https://g1.globo.com/profissaoreporter/noticia/2021/06/09/predios-abandonados-e-pessoasem-busca-de-moradia-as-contradicoes-no-centro-de-sp.ghtml
A palavra desempregada é formada pelo processo de derivação:
Alternativas
Q3071052 Português
Prédios abandonados e pessoas em busca de moradia: as contradições no Centro de SP


O Centro de São Paulo é uma das regiões com a maior concentração de serviços na cidade. Além disso, também possui muitos prédios abandonados e procura por moradia - são cerca de 30 mil imóveis vazios. E 42 deles foram ocupados por movimentos de moradia popular.

As repórteres Clara Velasco e Mayara Teixeira mostram as contradições dessa região, em que ao mesmo tempo prédios seguem vazios, centenas de famílias moram em ocupações e cortiços da região, muitas vezes em condições insalubres. As famílias contam que sonham com a casa própria e com o momento em que mais iniciativas de moradia social vão tomar o Centro da cidade.

As repórteres conheceram um imóvel ocupado com 14 andares e banheiro coletivo. Jomarina Alves, líder da ocupação, conta que o prédio de salas comerciais estava vazio e foi ocupado por 102 famílias. Vitor Paiva tinha 5 anos quando se mudou para o prédio com a mãe e o irmão. Hoje ele tem 14. “Me mudei no meu aniversário. Eu gostei de mudar. Morava na Zona Leste e era complicado para minha mãe. A gente teve que vir para cá”, lembra.

Claudilene Santos, professora e comerciante, conta que a vida dela e da filha mudou para melhor quando foram para o Centro. “A gente morava na Zona Leste de São Paulo e ela estuda numa escola no Ipiranga, escola para deficiente visual. Era bem difícil. A gente tinha que sair de casa às 4h30 da manhã para embarcar no ônibus e ela chegar às 7h na escola”, conta. Perguntada sobre o que acha dos prédios vazios, Claudilene diz que é um desperdício.

Francineide da Silva, diarista desempregada, vive em um cortiço com os dois filhos há quatro anos. O espaço tem um quarto e uma cozinha. “Aqui a gente não tem conforto nenhum, mesmo sendo em três pessoas”, mostra. Ela conta que antes pagava R$ 250, mas hoje não paga mais nada.

Ano passado, ela e outras moradoras do cortiço ocuparam o terreno em frente, antes de virar um estacionamento. “Ele estava abandonado e ninguém ficava lá. Como o pessoal não tinha como pagar aqui, nós fomos para lá”. Depois de um tempo, ela e outras famílias voltaram para o cortiço.


EM: https://g1.globo.com/profissaoreporter/noticia/2021/06/09/predios-abandonados-e-pessoasem-busca-de-moradia-as-contradicoes-no-centro-de-sp.ghtml
O prefixo da palavra insalubre possui valor semântico de:
Alternativas
Respostas
3501: C
3502: B
3503: D
3504: A
3505: D
3506: C
3507: A
3508: C
3509: D
3510: A
3511: C
3512: B
3513: B
3514: D
3515: B
3516: C
3517: C
3518: B
3519: B
3520: D