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Q3220546 Português

Visão do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses 

Autoridades de saúde começam o ano com a incumbência de manter no radar o enfrentamento à dengue, à chikungunya e à febre amarela

06/02/25 

        Sob a sombra da avalanche dos casos de dengue em 2024, autoridades de saúde começam este ano com a incumbência de manter no radar outras duas arboviroses: a febre amarela e a chikungunya. O aumento de ambas as infecções no Brasil começa a destoar da curva, evidenciando que o combate ao Aedes aegypti, que transmite as três doenças, e os avanços na imunização são estratégias vitais para um país que se vê sobressaltado por urgências sanitárias desde 2020, com a chegada da covid-19.

        O enfrentamento à febre amarela parece mais evidente. No último domingo, o Ministério da Saúde emitiu1 um alerta sobre o aumento da transmissão da doença em quatro unidades da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Tocantins. Em nota técnica às secretarias de Saúde dos estados, a pasta recomendou2 a intensificação de ações de vigilância e a imunização nas áreas de risco. Salientou3 ainda que o período de maior preocupação com a enfermidade vai de dezembro a maio, praticamente o mesmo da dengue. 

        Essa janela de vulnerabilidade engloba também o carnaval, que, pelo maior deslocamento de pessoas, favorece o avanço de doenças virais. No caso da disseminação da febre amarela, o risco sobrevoa cidades que fazem parte dos grandes circuitos momescos do país. São Paulo, por exemplo, concentra a maior parte dos casos da doença neste ano e calcula que 16 milhões de pessoas sairão às ruas até a quarta-feira de cinzas. Belo Horizonte espera 6 milhões.

        Há outro agravante: é pertinente imaginar que foliões podem não saber se estão, de fato, protegidos. Isso porque, em 2018, seguindo um protocolo de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil aplicou doses fracionadas do imunizante na Bahia, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Quem recebeu essa vacina precisa completar a imunização, e pode ter se esquecido ou não ter sido orientado sobre o reforço. Caso planeje viajar para locais em que há transmissão de febre amarela ou regiões rurais e de mata, deve fazê-lo com pelo menos 10 dias de antecedência.

        Considerando que faltam praticamente três semanas para o carnaval, são urgentes campanha de esclarecimento sobre a cobertura vacinal e disponibilidade de vacinas. Há de se ressaltar que o governo federal trabalha no envio de 800 mil doses extras para São Paulo até o início deste mês. Mas é preciso investir no escoamento da imunização o quanto antes, considerando, ainda, o obstáculo da resistência vacinal.

        Quanto à chikungunya, o foco de atenção é o Centro-Oeste. Ao Correio, o sanitarista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jonas Brant alertou que a região concentrou a maioria dos casos em 2024 e que, pelos números já registrados, o cenário deve se repetir neste ano. Ainda não há vacina no Brasil disponível para a doença, que, devido às dores incapacitantes, demanda uma rede de suporte mais complexa, com assistência do diagnóstico à reabilitação, o que pode durar meses.

        Fica claro que, ainda que compartilhem o mesmo vetor, febre amarela, chikungunya e dengue demandam respostas diferentes das autoridades. O início da gestão em saúde em prefeituras, em razão das eleições municipais de 2024, tende a deixar a situação ainda mais complexa. É certo, porém, que não se trata de um desafio sanitário a ser enfrentado apenas pelos gestores públicos. As arboviroses são, de fato, uma luta de todos.


VISÃO do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses. Correio Braziliense, 06 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7053596-visao-do-correio-alerta-para-o-avanco-das-arboviroses.html.

Acesso em: 07 fev. 2025. Adaptado

Quais são, respectivamente, as classificações dos sujeitos dos verbos em destaque no segundo parágrafo do texto? 
Alternativas
Q3220545 Português

Visão do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses 

Autoridades de saúde começam o ano com a incumbência de manter no radar o enfrentamento à dengue, à chikungunya e à febre amarela

06/02/25 

        Sob a sombra da avalanche dos casos de dengue em 2024, autoridades de saúde começam este ano com a incumbência de manter no radar outras duas arboviroses: a febre amarela e a chikungunya. O aumento de ambas as infecções no Brasil começa a destoar da curva, evidenciando que o combate ao Aedes aegypti, que transmite as três doenças, e os avanços na imunização são estratégias vitais para um país que se vê sobressaltado por urgências sanitárias desde 2020, com a chegada da covid-19.

        O enfrentamento à febre amarela parece mais evidente. No último domingo, o Ministério da Saúde emitiu1 um alerta sobre o aumento da transmissão da doença em quatro unidades da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Tocantins. Em nota técnica às secretarias de Saúde dos estados, a pasta recomendou2 a intensificação de ações de vigilância e a imunização nas áreas de risco. Salientou3 ainda que o período de maior preocupação com a enfermidade vai de dezembro a maio, praticamente o mesmo da dengue. 

        Essa janela de vulnerabilidade engloba também o carnaval, que, pelo maior deslocamento de pessoas, favorece o avanço de doenças virais. No caso da disseminação da febre amarela, o risco sobrevoa cidades que fazem parte dos grandes circuitos momescos do país. São Paulo, por exemplo, concentra a maior parte dos casos da doença neste ano e calcula que 16 milhões de pessoas sairão às ruas até a quarta-feira de cinzas. Belo Horizonte espera 6 milhões.

        Há outro agravante: é pertinente imaginar que foliões podem não saber se estão, de fato, protegidos. Isso porque, em 2018, seguindo um protocolo de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil aplicou doses fracionadas do imunizante na Bahia, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Quem recebeu essa vacina precisa completar a imunização, e pode ter se esquecido ou não ter sido orientado sobre o reforço. Caso planeje viajar para locais em que há transmissão de febre amarela ou regiões rurais e de mata, deve fazê-lo com pelo menos 10 dias de antecedência.

        Considerando que faltam praticamente três semanas para o carnaval, são urgentes campanha de esclarecimento sobre a cobertura vacinal e disponibilidade de vacinas. Há de se ressaltar que o governo federal trabalha no envio de 800 mil doses extras para São Paulo até o início deste mês. Mas é preciso investir no escoamento da imunização o quanto antes, considerando, ainda, o obstáculo da resistência vacinal.

        Quanto à chikungunya, o foco de atenção é o Centro-Oeste. Ao Correio, o sanitarista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jonas Brant alertou que a região concentrou a maioria dos casos em 2024 e que, pelos números já registrados, o cenário deve se repetir neste ano. Ainda não há vacina no Brasil disponível para a doença, que, devido às dores incapacitantes, demanda uma rede de suporte mais complexa, com assistência do diagnóstico à reabilitação, o que pode durar meses.

        Fica claro que, ainda que compartilhem o mesmo vetor, febre amarela, chikungunya e dengue demandam respostas diferentes das autoridades. O início da gestão em saúde em prefeituras, em razão das eleições municipais de 2024, tende a deixar a situação ainda mais complexa. É certo, porém, que não se trata de um desafio sanitário a ser enfrentado apenas pelos gestores públicos. As arboviroses são, de fato, uma luta de todos.


VISÃO do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses. Correio Braziliense, 06 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7053596-visao-do-correio-alerta-para-o-avanco-das-arboviroses.html.

Acesso em: 07 fev. 2025. Adaptado

O par de vírgulas que foi empregado para isolar a estrutura grifada no primeiro parágrafo do texto é obrigatório, pois tal estrutura é
Alternativas
Q3219854 Português
Texto VIII

Fonte: https://vejasp.abril.com.br/coluna/pop/raiz-burger-king-ironiza-parceria-entre-mcdonalds-e-nutella. Acesso em: 29 set 2024.
Sobre as referências que fazem estes anúncios publicitários, leia as assertivas.
I- As duas expressões, que são usadas em sentido aproximativo em memes conhecidos, tornam visível a colaboração entre as empresas.
II- Há uma expressão conhecida em cada e que nunca é usada em sentido de comparação.
III- Há duas expressões que são usadas em contextos de comparação e que indicam culminância de ideias de promoção positiva apenas de um produto.
IV- As duas expressões que são usadas em sentido comparativo em memes tornam visível o uso da intertextualidade para indicar a competitividade entre as empresas.
V- Há uma expressão em cada um dos anúncios e que são sempre usadas em sentido denotativo.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3219853 Português

Texto VII

Fonte:https://ibpad.com.br/comunicacao/pesquisa-campanhas-representativas-da-avon-e-dove-envolvem-os-consumidores-negros/. Acesso em: 20 set 2024

Observe o vocábulo em destaque: “Existe beleza fora da caixa”. Ele funciona como:
Alternativas
Q3219851 Português
Texto VI

Boa Sorte

É só isso
Não tem mais jeito
Acabou
Boa sorte
Não tenho o que dizer
São só palavras
E o que eu sinto
Não mudará
Tudo o que quer me dar
É demais
É pesado
Não há paz
Tudo o que quer de mim
Irreais
Expectativas
Desleais
[...]
Mesmo se segure
Quero que se cure
Dessa pessoa
Que o aconselha
Há um desencontro
Veja por esse ponto
Há tantas pessoas especiais
[...] MATTA,

Vanessa da. Boa sorte. Disponível em: https://www.letras.mus.br/vanessa-da-mata/978899/. Acesso em: 20 set. 2024 (Adaptado). 
Em “Quero que se cure / Dessa pessoa /Que o aconselha”, os três trechos em destaque “Quero”, “que se cure” e “Que”, classificam-se, respectivamente, como: 
Alternativas
Q3219850 Português
Texto VI

Boa Sorte

É só isso
Não tem mais jeito
Acabou
Boa sorte
Não tenho o que dizer
São só palavras
E o que eu sinto
Não mudará
Tudo o que quer me dar
É demais
É pesado
Não há paz
Tudo o que quer de mim
Irreais
Expectativas
Desleais
[...]
Mesmo se segure
Quero que se cure
Dessa pessoa
Que o aconselha
Há um desencontro
Veja por esse ponto
Há tantas pessoas especiais
[...] MATTA,

Vanessa da. Boa sorte. Disponível em: https://www.letras.mus.br/vanessa-da-mata/978899/. Acesso em: 20 set. 2024 (Adaptado). 
Observe o trecho: “É só isso/Não tem mais jeito/Acabou/Boa sorte”. Ele é marcado pela:
Alternativas
Q3219849 Português
Texto VI

Boa Sorte

É só isso
Não tem mais jeito
Acabou
Boa sorte
Não tenho o que dizer
São só palavras
E o que eu sinto
Não mudará
Tudo o que quer me dar
É demais
É pesado
Não há paz
Tudo o que quer de mim
Irreais
Expectativas
Desleais
[...]
Mesmo se segure
Quero que se cure
Dessa pessoa
Que o aconselha
Há um desencontro
Veja por esse ponto
Há tantas pessoas especiais
[...] MATTA,

Vanessa da. Boa sorte. Disponível em: https://www.letras.mus.br/vanessa-da-mata/978899/. Acesso em: 20 set. 2024 (Adaptado). 
Leia atentamente o seguinte trecho: “Tudo o que quer me dar/É demais/É pesado/Não há paz”. Uma possível leitura que se faz é que há um relacionamento em que as pessoas não conseguem se entender. Esta leitura é confirmada pelo trecho:
Alternativas
Q3219848 Português

Texto V


Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/3621/calvin-e-seus-amigos. Acesso em: 28 nov. 2024.

Em: “Eu tentei, mas a editora do livro não usou um bom fixador de impressão.”, a palavra em destaque funciona como:
Alternativas
Q3219847 Português

Texto V


Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/3621/calvin-e-seus-amigos. Acesso em: 28 nov. 2024.

De acordo com a leitura do Texto V, analise as assertivas.
I- O humor reside na narrativa elaborada pelo garoto para justificar o não cumprimento da atividade de leitura solicitado pela professora, o que demonstra um afastamento da realidade e, por isso, acaba indo à diretoria.
II- O humor se encontra apenas na ação do texto não-verbal, sem auxílio ao texto verbal.
III- Há uma ironia na justificativa bem elaborada, que foi prontamente aceita pela professora.
IV- Há humor na falta de consciência do garoto quanto ao que o levou à diretoria, já que suas desculpas eram verdadeiras.
V- Há ironia na linguagem usada pelo garoto, que não foi percebida nem pela professora nem pela diretora.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3219846 Português
Texto IV- A relação entre consumo de água e energia com a inteligência artificial

Fonte: LEME, Mariane A relação entre consumo de água e energia com a inteligência artificial. Disponível em: https://agua.org.br/blog/a-relacao-entre-consumode-agua-e-energia-com-a-inteligencia-artificial/.Acesso em: 24 set 2024.
Quanto à sua composição, estrutura e finalidade, o texto lido pode ser classificado como:
Alternativas
Q3219845 Português
Texto III - Arelação entre consumo de água e energia com a inteligência artificial

O avanço de novas tecnologias, como a inteligência artificial (IA), que está cada vez mais sendo utilizada no dia a dia das pessoas, levanta preocupações quanto ao seu impacto ambiental. Assistir séries em streaming, utilizar o e-mail, redes sociais, armazenar fotos na nuvem, dentre outros serviços online, só são possíveis devido a uma infraestrutura global composta por inúmeros data centers e uma vasta rede de cabos com mais de um milhão de quilômetros.

A complexidade crescente dessas plataformas online que usamos diariamente requer cada vez mais potência, ou seja, muitos computadores precisam funcionar a plena capacidade o tempo todo, consumindo uma quantidade significativa de energia. Esse alto consumo de energia já é considerado um novo desafio na tentativa de reduzir as emissões de carbono para combater as mudanças climáticas.

Um relatório da Agência Internacional de Energia (AIE) estimou que, em 2022, os centros de processamento de dados no mundo consumiram 460 terawatt-hora (TWh) de energia. Com o crescimento da IA, esse consumo pode aumentar para 1.050 TWh até 2026.

Esse valor é o dobro do consumo anual de energia elétrica do Brasil, que é de aproximadamente 500 TWh.

AIApode causar um aumento na emissão de gases que contribuem para o efeito estufa, dependendo das fontes de energia usadas para alimentar os sistemas. Sam Altman, CEO da OpenAI, criadora do ChatGPT, disse que é necessário um grande avanço na produção de energia limpa para atender à demanda criada pela IA.

O que pode ser feito?

Segundo especialistas, há diversas estratégias para mitigar os impactos do consumo de água e energia, como o reuso da água para refrigeração, evitando a perda por evaporação, e a preferência por sistemas de refrigeração a ar. Além disso, optar por fontes renováveis como energia solar e eólica para alimentar os centros de processamento é outra alternativa viável. A Microsoft, por exemplo, está fazendo parcerias para disponibilizar mais energia renovável, e implementando projetos para repor a água utilizada pela organização.

Fonte: LEME, Mariane A relação entre consumo de água e energia com a inteligência artificial. Disponível em: https://agua.org.br/blog/a-relacao-entre-consumode-agua-e-energia-com-a-inteligencia-artificial/ Acesso em 24 set. 2024.
Observe a frase: “Além disso, optar por fontes renováveis como energia solar e eólica para alimentar os centros de processamento é outra alternativa viável”. Sobre o termo em destaque, analise as assertivas.
I- Na análise do vocábulo alternativa, percebe-se que nele já existe um radical (alter) que, em sua origem etimológica, significa outro, sendo, pois, sempre necessário, independentemente da situação comunicacional, repetir o pronome que o acompanha (outra).
II- Com base na etimologia da palavra alternativa, pode-se afirmar que, independentemente da situação comunicacional, há um pleonasmo vicioso, uma redundância, que há de se evitar com a supressão do pronome.
III- Na prática, não se pode esquecer que, quando se trata do termo alternativa, não se tem obrigatoriamente apenas uma dualidade de posições, de modo que se pode estar referenciando-se a uma multiplicidade de posições. Isto é: quando se fala em alternativas, pode-se não estar em tela a apresentação de apenas duas delas, mas até mesmo várias para escolher, por isso a justificativa do acompanhamento do pronome “outra”.
IV- Apesar da aparente redundância demonstrada pela etimologia, está correto, nesse contexto, o emprego da expressão outra alternativa, pois há inúmeras hipóteses e estratégias para reduzir o impacto ambiental do uso da inteligência artificial.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3219844 Português
Texto III - Arelação entre consumo de água e energia com a inteligência artificial

O avanço de novas tecnologias, como a inteligência artificial (IA), que está cada vez mais sendo utilizada no dia a dia das pessoas, levanta preocupações quanto ao seu impacto ambiental. Assistir séries em streaming, utilizar o e-mail, redes sociais, armazenar fotos na nuvem, dentre outros serviços online, só são possíveis devido a uma infraestrutura global composta por inúmeros data centers e uma vasta rede de cabos com mais de um milhão de quilômetros.

A complexidade crescente dessas plataformas online que usamos diariamente requer cada vez mais potência, ou seja, muitos computadores precisam funcionar a plena capacidade o tempo todo, consumindo uma quantidade significativa de energia. Esse alto consumo de energia já é considerado um novo desafio na tentativa de reduzir as emissões de carbono para combater as mudanças climáticas.

Um relatório da Agência Internacional de Energia (AIE) estimou que, em 2022, os centros de processamento de dados no mundo consumiram 460 terawatt-hora (TWh) de energia. Com o crescimento da IA, esse consumo pode aumentar para 1.050 TWh até 2026.

Esse valor é o dobro do consumo anual de energia elétrica do Brasil, que é de aproximadamente 500 TWh.

AIApode causar um aumento na emissão de gases que contribuem para o efeito estufa, dependendo das fontes de energia usadas para alimentar os sistemas. Sam Altman, CEO da OpenAI, criadora do ChatGPT, disse que é necessário um grande avanço na produção de energia limpa para atender à demanda criada pela IA.

O que pode ser feito?

Segundo especialistas, há diversas estratégias para mitigar os impactos do consumo de água e energia, como o reuso da água para refrigeração, evitando a perda por evaporação, e a preferência por sistemas de refrigeração a ar. Além disso, optar por fontes renováveis como energia solar e eólica para alimentar os centros de processamento é outra alternativa viável. A Microsoft, por exemplo, está fazendo parcerias para disponibilizar mais energia renovável, e implementando projetos para repor a água utilizada pela organização.

Fonte: LEME, Mariane A relação entre consumo de água e energia com a inteligência artificial. Disponível em: https://agua.org.br/blog/a-relacao-entre-consumode-agua-e-energia-com-a-inteligencia-artificial/ Acesso em 24 set. 2024.
Observe o trecho “Segundo especialistas, há diversas estratégias para mitigar os impactos do consumo de água e energia, como o reuso da água para refrigeração, evitando a perda por evaporação, e a preferência por sistemas de refrigeração a ar”. Apalavra em destaque pode ser substituída, sem prejuízo de sentidos, por:
Alternativas
Q3219843 Português

Texto II

Disponível em: https://pt.memedroid.com/memes/tag/beatles Acesso em 14 set 2024.

Analise as assertivas a seguir sobre a compreensão do meme. Para compreendê-lo:
I- é necessário ativar os conhecimentos prévios sobre quais são os personagens do meme e o que representam sobre a história da música ocidental.
II- é imprescindível conhecer todas as músicas que tocam no Brasil e fora de nosso país, atualmente.
III- é relevante entender que o meme se utiliza de uma linguagem científica, objetiva e direta.
IV- é importante estabelecer uma relação entre o texto verbal e o texto não-verbal, já que é um texto multissemiótico.
V- é necessário ativar apenas os conhecimentos linguísticos, desconsiderando o texto não-verbal.

É CORRETO o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Q3219842 Português
Texto I

        O velho interrompeu subitamente a discussão e saiu sisudo, decepcionado antes com Emilie que com meus irmãos. Era inútil censurá-los ou repreendê-los. Emilie colocava-se sempre ao lado deles; eram pérolas que flutuavam entre o céu e a terra, sempre visíveis e reluzentes aos seus olhos, e ao alcance de suas mãos. Essa conivência de Emilie com os filhos me revoltava, e fazia com que às vezes me distanciasse dela, mesmo sabendo que eu também era idolatrado. Tornava-me um filho arredio, por não ser um estragaalbarda, por não ser vítima ou agressor, por rechaçar a estupidez, a brutalidade no trato com os outros. No meu íntimo, creio que deixei a família e a cidade também por não suportar a convivência estúpida com os serviçais. Lembro Dorner dizer que o privilégio aqui no norte não decorre apenas da posse de riquezas.

        — Aqui reina uma forma estranha de escravidão — opinava Dorner. — A humilhação e a ameaça são o açoite; a comida e a integração ilusória à família do senhor são as correntes e golilhas.
    
        Havia alguma verdade nesta sentença. Eu notava um esforço da parte de Emilie para manter acesa a chama de uma relação cordial com Anastácia Socorro. Às vezes bordavam e costuravam juntas, na sala; e ambas conversavam sobre um passado e lugar distantes, e essas conversas atraíam minha atenção. Permanecia horas ao lado das duas mulheres, magnetizado pelo desenho dourado gravado no corpo vítreo do narguilé, nas contas de cor carmesim que formavam volutas ou caracóis semi-imersos no líquido nacarado, e no bico de madeira que terminava num orifício delicado, como se fossem lábios preparados para um beijo. Mirando e admirando aquele objeto adormecido durante o dia, escutava as vozes, de variada entonação, a evocar temas tão distintos que as aproximavam. Anastácia impressionava-se com a parreira sobre o pátio pequeno, o telhado de folhas, suspenso, de onde brotavam cachos de uvas minúsculas, quase brancas e transparentes, e que nunca cresciam; ela fazia careta quando degustava as frutinhas azedas, sem entender a origem dos cachos enormes de graúdas moscatéis que entupiam a geladeira, o pomar das delícias, junto com as maçãs, peras e figos que meu pai trazia do sul, bem como as caixas de raha com amêndoas, os saquinhos de miski, as latas de tâmaras e de “tambac”, o tabaco persa para o narguilé. As frutas e guloseimas eram proibidas às empregadas, e, cada vez que na minha presença Emilie flagrava Anastácia engolindo às pressas uma tâmara com caroço, ou mastigando um bombom de goma, eu me interpunha entre ambas e mentia à minha mãe, dizendo-lhe: fui eu que lhe ofereci o que sobrou da caixa de tâmaras que comi; assim, evitava um escândalo, uma punição ou uma advertência, além de deixar Emilie reconfortada, radiante de alegria, pois para fazê-la feliz bastava que um filho devorasse quantidades imensas de alimentos, como se o conceito de felicidade estivesse muito próximo ao ato de mastigar e ingerir sem fim. A lavadeira me agradecia perfumando minhas roupas; depois de esfregá-las e enxaguá-las, ela salpicava seiva de alfazema nas camisas, lenços e meias, e, quando eu punha as mãos nos bolsos das calças, encontrava as ervas de cheiro: o benjoim e a canela.

HATOUM, Milton. Relatos de um certo Oriente. São Paulo: Companhia das Letras, 2008, p.46-47. 
Sobre o trecho: “Era inútil censurá-los ou repreendê-los” (linhas 1 e 2), analise as assertivas.
I- Os termos em destaque são recursos de coesão referencial e retomam “irmãos”.
II- Os termos em destaque são recursos anafóricos, que retomam o termo “irmãos”, dito posteriormente.
III- Os termos em destaque são recursos de coesão por recorrência e se classificam como pronomes pessoais do caso reto.
IV- Os termos em destaque são recursos de coesão referencial anafóricos e são classificados em pronomes pessoais do caso oblíquo.
É CORRETO o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Q3219841 Português
Texto I

        O velho interrompeu subitamente a discussão e saiu sisudo, decepcionado antes com Emilie que com meus irmãos. Era inútil censurá-los ou repreendê-los. Emilie colocava-se sempre ao lado deles; eram pérolas que flutuavam entre o céu e a terra, sempre visíveis e reluzentes aos seus olhos, e ao alcance de suas mãos. Essa conivência de Emilie com os filhos me revoltava, e fazia com que às vezes me distanciasse dela, mesmo sabendo que eu também era idolatrado. Tornava-me um filho arredio, por não ser um estragaalbarda, por não ser vítima ou agressor, por rechaçar a estupidez, a brutalidade no trato com os outros. No meu íntimo, creio que deixei a família e a cidade também por não suportar a convivência estúpida com os serviçais. Lembro Dorner dizer que o privilégio aqui no norte não decorre apenas da posse de riquezas.

        — Aqui reina uma forma estranha de escravidão — opinava Dorner. — A humilhação e a ameaça são o açoite; a comida e a integração ilusória à família do senhor são as correntes e golilhas.
    
        Havia alguma verdade nesta sentença. Eu notava um esforço da parte de Emilie para manter acesa a chama de uma relação cordial com Anastácia Socorro. Às vezes bordavam e costuravam juntas, na sala; e ambas conversavam sobre um passado e lugar distantes, e essas conversas atraíam minha atenção. Permanecia horas ao lado das duas mulheres, magnetizado pelo desenho dourado gravado no corpo vítreo do narguilé, nas contas de cor carmesim que formavam volutas ou caracóis semi-imersos no líquido nacarado, e no bico de madeira que terminava num orifício delicado, como se fossem lábios preparados para um beijo. Mirando e admirando aquele objeto adormecido durante o dia, escutava as vozes, de variada entonação, a evocar temas tão distintos que as aproximavam. Anastácia impressionava-se com a parreira sobre o pátio pequeno, o telhado de folhas, suspenso, de onde brotavam cachos de uvas minúsculas, quase brancas e transparentes, e que nunca cresciam; ela fazia careta quando degustava as frutinhas azedas, sem entender a origem dos cachos enormes de graúdas moscatéis que entupiam a geladeira, o pomar das delícias, junto com as maçãs, peras e figos que meu pai trazia do sul, bem como as caixas de raha com amêndoas, os saquinhos de miski, as latas de tâmaras e de “tambac”, o tabaco persa para o narguilé. As frutas e guloseimas eram proibidas às empregadas, e, cada vez que na minha presença Emilie flagrava Anastácia engolindo às pressas uma tâmara com caroço, ou mastigando um bombom de goma, eu me interpunha entre ambas e mentia à minha mãe, dizendo-lhe: fui eu que lhe ofereci o que sobrou da caixa de tâmaras que comi; assim, evitava um escândalo, uma punição ou uma advertência, além de deixar Emilie reconfortada, radiante de alegria, pois para fazê-la feliz bastava que um filho devorasse quantidades imensas de alimentos, como se o conceito de felicidade estivesse muito próximo ao ato de mastigar e ingerir sem fim. A lavadeira me agradecia perfumando minhas roupas; depois de esfregá-las e enxaguá-las, ela salpicava seiva de alfazema nas camisas, lenços e meias, e, quando eu punha as mãos nos bolsos das calças, encontrava as ervas de cheiro: o benjoim e a canela.

HATOUM, Milton. Relatos de um certo Oriente. São Paulo: Companhia das Letras, 2008, p.46-47. 
Nota-se a presença de uma metáfora em:
Alternativas
Q3219629 Português
Santa Catarina inclui mais de 160 mil alunos no Saúde na Escola no biênio 2023/2024

    Santa Catarina é um dos destaques do Programa Saúde na Escola (PSE) do Governo Federal no biênio 2023/2024. Em comparação com o biênio anterior (2021/2022), os números cresceram dois dígitos em duas esferas relativas ao programa: escolas pactuadas e educandos atendidos.
    Em 2023/2024, um total de 160.534 alunos de Santa Catarina passaram a ser beneficiados pelo programa, que tem como meta contribuir para o pleno desenvolvimento dos estudantes rede pública de ensino da educação básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio, Ensino de Jovens e Adultos), por meio de políticas de saúde e educação voltadas às crianças, adolescentes, jovens e adultos da educação pública brasileira que se unem para promover saúde e educação integral. Eles somavam 834.225 estudantes no estado em 2021/2022 e passaram para 994.759 em 2023/2024, uma variação positiva de 19,24%.
    Com um município a mais que aderiu ao programa em 2023/2024 em comparação com 2021/2022 (passou de 294 para 295), Santa Catarina expandiu em 471 o número de escolas pactuadas no programa, que saltaram de 3.604 para 4.075 entre os dois biênios, uma variação de 13,07%, o que foi determinante para o aumento de alunos atendidos.
    Criado pelo Decreto Presidencial nº 6.286, de 5 de dezembro de 2007, o PSE tem como meta contribuir para o pleno desenvolvimento dos estudantes rede pública de ensino da educação básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio, Ensino de Jovens e Adultos), por meio de políticas de saúde e educação voltadas às crianças, adolescentes, jovens e adultos da educação pública brasileira que se unem para promover saúde e educação integral.

Fonte: https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/noticiasregionalizadas/saude-na-escola/2024/santa-catarina-inclui-mais-de-160-milalunos-no-saude-na-escola-no-bienio-2023-2024 (adaptado).
Com relação ao número de fonemas e dígrafos, é correto afirmar que “integral” possui:
Alternativas
Q3219628 Português
Santa Catarina inclui mais de 160 mil alunos no Saúde na Escola no biênio 2023/2024

    Santa Catarina é um dos destaques do Programa Saúde na Escola (PSE) do Governo Federal no biênio 2023/2024. Em comparação com o biênio anterior (2021/2022), os números cresceram dois dígitos em duas esferas relativas ao programa: escolas pactuadas e educandos atendidos.
    Em 2023/2024, um total de 160.534 alunos de Santa Catarina passaram a ser beneficiados pelo programa, que tem como meta contribuir para o pleno desenvolvimento dos estudantes rede pública de ensino da educação básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio, Ensino de Jovens e Adultos), por meio de políticas de saúde e educação voltadas às crianças, adolescentes, jovens e adultos da educação pública brasileira que se unem para promover saúde e educação integral. Eles somavam 834.225 estudantes no estado em 2021/2022 e passaram para 994.759 em 2023/2024, uma variação positiva de 19,24%.
    Com um município a mais que aderiu ao programa em 2023/2024 em comparação com 2021/2022 (passou de 294 para 295), Santa Catarina expandiu em 471 o número de escolas pactuadas no programa, que saltaram de 3.604 para 4.075 entre os dois biênios, uma variação de 13,07%, o que foi determinante para o aumento de alunos atendidos.
    Criado pelo Decreto Presidencial nº 6.286, de 5 de dezembro de 2007, o PSE tem como meta contribuir para o pleno desenvolvimento dos estudantes rede pública de ensino da educação básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio, Ensino de Jovens e Adultos), por meio de políticas de saúde e educação voltadas às crianças, adolescentes, jovens e adultos da educação pública brasileira que se unem para promover saúde e educação integral.

Fonte: https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/noticiasregionalizadas/saude-na-escola/2024/santa-catarina-inclui-mais-de-160-milalunos-no-saude-na-escola-no-bienio-2023-2024 (adaptado).
No trecho "Eles somavam 834.225 estudantes no estado em 2021/2022 e passaram para 994.759 em 2023/2024", o pronome "Eles" refere-se às(aos):
Alternativas
Q3219627 Português
Santa Catarina inclui mais de 160 mil alunos no Saúde na Escola no biênio 2023/2024

    Santa Catarina é um dos destaques do Programa Saúde na Escola (PSE) do Governo Federal no biênio 2023/2024. Em comparação com o biênio anterior (2021/2022), os números cresceram dois dígitos em duas esferas relativas ao programa: escolas pactuadas e educandos atendidos.
    Em 2023/2024, um total de 160.534 alunos de Santa Catarina passaram a ser beneficiados pelo programa, que tem como meta contribuir para o pleno desenvolvimento dos estudantes rede pública de ensino da educação básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio, Ensino de Jovens e Adultos), por meio de políticas de saúde e educação voltadas às crianças, adolescentes, jovens e adultos da educação pública brasileira que se unem para promover saúde e educação integral. Eles somavam 834.225 estudantes no estado em 2021/2022 e passaram para 994.759 em 2023/2024, uma variação positiva de 19,24%.
    Com um município a mais que aderiu ao programa em 2023/2024 em comparação com 2021/2022 (passou de 294 para 295), Santa Catarina expandiu em 471 o número de escolas pactuadas no programa, que saltaram de 3.604 para 4.075 entre os dois biênios, uma variação de 13,07%, o que foi determinante para o aumento de alunos atendidos.
    Criado pelo Decreto Presidencial nº 6.286, de 5 de dezembro de 2007, o PSE tem como meta contribuir para o pleno desenvolvimento dos estudantes rede pública de ensino da educação básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio, Ensino de Jovens e Adultos), por meio de políticas de saúde e educação voltadas às crianças, adolescentes, jovens e adultos da educação pública brasileira que se unem para promover saúde e educação integral.

Fonte: https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/noticiasregionalizadas/saude-na-escola/2024/santa-catarina-inclui-mais-de-160-milalunos-no-saude-na-escola-no-bienio-2023-2024 (adaptado).
No trecho "Santa Catarina é um dos destaques do Programa Saúde na Escola (PSE)", a palavra "destaques" é classificada, gramaticalmente, como:
Alternativas
Q3219626 Português
Santa Catarina inclui mais de 160 mil alunos no Saúde na Escola no biênio 2023/2024

    Santa Catarina é um dos destaques do Programa Saúde na Escola (PSE) do Governo Federal no biênio 2023/2024. Em comparação com o biênio anterior (2021/2022), os números cresceram dois dígitos em duas esferas relativas ao programa: escolas pactuadas e educandos atendidos.
    Em 2023/2024, um total de 160.534 alunos de Santa Catarina passaram a ser beneficiados pelo programa, que tem como meta contribuir para o pleno desenvolvimento dos estudantes rede pública de ensino da educação básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio, Ensino de Jovens e Adultos), por meio de políticas de saúde e educação voltadas às crianças, adolescentes, jovens e adultos da educação pública brasileira que se unem para promover saúde e educação integral. Eles somavam 834.225 estudantes no estado em 2021/2022 e passaram para 994.759 em 2023/2024, uma variação positiva de 19,24%.
    Com um município a mais que aderiu ao programa em 2023/2024 em comparação com 2021/2022 (passou de 294 para 295), Santa Catarina expandiu em 471 o número de escolas pactuadas no programa, que saltaram de 3.604 para 4.075 entre os dois biênios, uma variação de 13,07%, o que foi determinante para o aumento de alunos atendidos.
    Criado pelo Decreto Presidencial nº 6.286, de 5 de dezembro de 2007, o PSE tem como meta contribuir para o pleno desenvolvimento dos estudantes rede pública de ensino da educação básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio, Ensino de Jovens e Adultos), por meio de políticas de saúde e educação voltadas às crianças, adolescentes, jovens e adultos da educação pública brasileira que se unem para promover saúde e educação integral.

Fonte: https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/noticiasregionalizadas/saude-na-escola/2024/santa-catarina-inclui-mais-de-160-milalunos-no-saude-na-escola-no-bienio-2023-2024 (adaptado).
O texto apresenta dados sobre a evolução do Programa Saúde na Escola (PSE) em Santa Catarina no biênio 2023/2024. Qual das alternativas melhor resume o crescimento do programa no estado?
Alternativas
Q3219625 Português
Santa Catarina inclui mais de 160 mil alunos no Saúde na Escola no biênio 2023/2024

    Santa Catarina é um dos destaques do Programa Saúde na Escola (PSE) do Governo Federal no biênio 2023/2024. Em comparação com o biênio anterior (2021/2022), os números cresceram dois dígitos em duas esferas relativas ao programa: escolas pactuadas e educandos atendidos.
    Em 2023/2024, um total de 160.534 alunos de Santa Catarina passaram a ser beneficiados pelo programa, que tem como meta contribuir para o pleno desenvolvimento dos estudantes rede pública de ensino da educação básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio, Ensino de Jovens e Adultos), por meio de políticas de saúde e educação voltadas às crianças, adolescentes, jovens e adultos da educação pública brasileira que se unem para promover saúde e educação integral. Eles somavam 834.225 estudantes no estado em 2021/2022 e passaram para 994.759 em 2023/2024, uma variação positiva de 19,24%.
    Com um município a mais que aderiu ao programa em 2023/2024 em comparação com 2021/2022 (passou de 294 para 295), Santa Catarina expandiu em 471 o número de escolas pactuadas no programa, que saltaram de 3.604 para 4.075 entre os dois biênios, uma variação de 13,07%, o que foi determinante para o aumento de alunos atendidos.
    Criado pelo Decreto Presidencial nº 6.286, de 5 de dezembro de 2007, o PSE tem como meta contribuir para o pleno desenvolvimento dos estudantes rede pública de ensino da educação básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio, Ensino de Jovens e Adultos), por meio de políticas de saúde e educação voltadas às crianças, adolescentes, jovens e adultos da educação pública brasileira que se unem para promover saúde e educação integral.

Fonte: https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/noticiasregionalizadas/saude-na-escola/2024/santa-catarina-inclui-mais-de-160-milalunos-no-saude-na-escola-no-bienio-2023-2024 (adaptado).

Sobre os dados apresentados no texto, analise as assertivas a seguir:


I. O número total de estudantes atendidos pelo PSE em Santa Catarina cresceu 19,24% entre os biênios 2021/2022 e 2023/2024.


II. O aumento de escolas pactuadas no programa foi de 13,07%, passando de 3.604 para 4.075.


III. A adesão de um novo município ao PSE foi o único fator determinante para o aumento no número de alunos atendidos.


IV. O programa foi criado pelo Decreto Presidencial nº 6.286, de 2007, com o objetivo de promover saúde e educação integral na rede pública.


Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Respostas
2421: D
2422: C
2423: E
2424: B
2425: C
2426: A
2427: D
2428: C
2429: E
2430: E
2431: B
2432: D
2433: A
2434: A
2435: C
2436: D
2437: B
2438: A
2439: A
2440: A