Questões de Concurso
Sobre português para fiscal sanitário
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Tendo em vista o contexto em que foi empregada, a palavra “procrastina” significa












Se não nos deixarem sonhar, não os deixaremos dormir. (Movimento português Geração Rasca)
Sobre aspectos linguísticos do texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Os pronomes nos e os estão empregados em posição proclítica em razão da presença de palavra de sentido negativo. ( ) O texto é composto por um período subordinado em que a primeira oração expressa sentido de condição em relação à segunda. ( ) O texto poderia ser reescrito, sem prejuízo da correção gramatical, da seguinte maneira: Caso não nos deixam sonhar, não os deixaremos dormir. ( ) Em outras situações de comunicação, os verbos sonhar e dormir precedidos de artigo podem desempenhar as funções dos nomes, a exemplo de O olhar não se despregou da garota.
Assinale a sequência correta
Sobre as relações estabelecidas na construção do sentido desse trecho, é correto afirmar que
I- O trecho esse aspecto (linha 3) retoma o sentido de simplificar e trazer prazer e bem-estar ao trabalhador na realização de suas funções. II- No trecho Ressalta também, a presença de elipse do sujeito, Rodrigues, estabelece a coesão referencial. III- Em o autor menciona técnicas, o termo grifado recupera o sentido de Rodrigues pela substituição lexical. IV- O pronome relativo que, nas linhas 4 e 9, retoma o sentido de palavras citadas na oração anterior, técnicas e princípios, respectivamente.
Estão corretas as afirmativas

( ) Os termos laptop, smartphone, pen-drive e i-pod pertencem à língua inglesa e não devem ser incorporados na língua portuguesa. ( ) A palavra aqui, no quinto quadrinho, funciona como elemento coesivo em referência à cabeça do personagem masculino. ( ) Os termos mequetrefes e E olhe lá, no último quadrinho, são empregados principalmente na linguagem oral no registro informal. ( ) A fala do personagem, no quarto quadrinho, pode ser reescrita, sem prejuízo do sentido, da seguinte maneira: Quero gravar 10 mil músicas no meu i-pod.
Assinale a sequência correta.

I- A sequência dos quadrinhos mostra que os seres humanos podem tornar-se dependentes em relação aos produtos tecnológicos. II- A capacidade de pensar, de criar pode ser embaçada pelo uso impensado e acrítico da tecnologia. III- Os trabalhadores têm mente fechada, prendem-se exclusivamente ao que apresentam os produtos tecnológicos. IV- Atualmente, o mercado de trabalho busca o trabalhador especializado, sem integração com a tecnologia.
Estão corretas as afirmativas
Em ____________ de soluções rápidas, ele parece ser o melhor. Além disso, quem _________ é profissional na área.
Catadores de verduras, frutas e legumes descartados voltam ao mercadão
RIO - Com olhar atento, Rosana Barbosa da Silva, de 32 anos, percorreu ontem (29/05/18) as caçambas de lixo da Central de Abastecimento do Estado do Rio (Ceasa), em Irajá, em busca de comida. Moradora da Favela Bandeira Dois, em Del Castilho, ela costuma ir ao local duas vezes por semana para garimpar algo que possa aproveitar para alimentar os três filhos. Mas, por causa da greve dos caminhoneiros, que provocou o desabastecimento do mercadão, Rosana estava há seis dias sem coletar restos de frutas, verduras ou legumes.
A movimentação de caminhões atraiu não apenas compradores e intermediários de feiras livres, mas também dezenas de pessoas que vivem abaixo da linha da pobreza e recorrem às sobras para sobreviver.
— Acabou tudo lá em casa, só tenho água. Quando ouvi no rádio que a Ceasa estava funcionando, vim correndo — disse Rosana, que conta apenas com os R$ 257 do Bolsa Família para sustentar os filhos de 10, 11 e 15 anos: — Não acho vergonhoso estar aqui catando sobras. Sempre digo aos meus filhos que a vida é difícil, mas isso é melhor do que roubar.
Há 14 anos trabalhando na Ceasa, o vigilante André da Silva, de 52, afirma que nunca se acostumou a ver “os catadores da xepa”. A cena se repete todas as manhãs: grupos de pessoas, incluindo idosos e crianças, formam-se em torno de caçambas para esperar o momento do descarte. É preciso paciência, pois o que chega ali é a sobra da sobra.
Isso porque os produtos rejeitados pelos vendedores vão inicialmente para o banco de alimentos da central — que seleciona legumes, verduras e frutas em bom estado para instituições de caridade. O restante vai para o lixo.
— É triste, mas é o último recurso dessa gente, que sobrevive assim —lamentou o vigilante.
Há mais de duas décadas, essa é a rotina de Rosimere Alves da Silva, 53 anos. Moradora de Anchieta, ela vai à Ceasa a cada dois dias em busca de sobras. Monta uma banca em frente de casa para vender verduras e hortaliças e sacolés, feitos com suco de frutas, que saem a R$ 1,50. Ontem, ficou decepcionada com o que encontrou.
— Estou há uma semana sem conseguir nada de bom. Ainda falta muito para a situação se normalizar. Tenho quatro filhos, e dois ainda moram comigo. Preciso complementar a renda, por isso não deixo de vir —disse Rosimere.
Disponível em:<https://oglobo.globo.com/rio/apos-greve-voltade-quem-depende-de-sobras-da-ceasa-para-viver-22730754.> Acesso em 1 jun. 2018.
Assinale a opção correta em relação ao texto.