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Q3682526 Português
Ansiedade Digital: O Impacto da Conexão Constante na Saúde Mental


Por Ana Beatriz Barbosa

Q1_15.png (690×528)

(Disponível em: https://draanabeatriz.com.br/ansiedade-digital-o-impacto-da-conexao-constante-na-saudemental/ - texto adaptado especialmente para esta prova).

Qual das palavras abaixo, assim como "sobrecarga", é corretamente grafada sem hífen? 

Alternativas
Q3682525 Português
Ansiedade Digital: O Impacto da Conexão Constante na Saúde Mental


Por Ana Beatriz Barbosa

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(Disponível em: https://draanabeatriz.com.br/ansiedade-digital-o-impacto-da-conexao-constante-na-saudemental/ - texto adaptado especialmente para esta prova).
Na linha 02, a expressão "No entanto" estabelece sentido de _____________ ideias expostas no trecho em que ocorre.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
Alternativas
Q3682524 Português
Ansiedade Digital: O Impacto da Conexão Constante na Saúde Mental


Por Ana Beatriz Barbosa

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(Disponível em: https://draanabeatriz.com.br/ansiedade-digital-o-impacto-da-conexao-constante-na-saudemental/ - texto adaptado especialmente para esta prova).
Quantos fonemas tem o vocábulo "fluxо"?
Alternativas
Q3682523 Português
Ansiedade Digital: O Impacto da Conexão Constante na Saúde Mental


Por Ana Beatriz Barbosa

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(Disponível em: https://draanabeatriz.com.br/ansiedade-digital-o-impacto-da-conexao-constante-na-saudemental/ - texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta palavra acentuada pela mesma regra que "fenômeno". 
Alternativas
Q3682522 Português
Ansiedade Digital: O Impacto da Conexão Constante na Saúde Mental


Por Ana Beatriz Barbosa

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(Disponível em: https://draanabeatriz.com.br/ansiedade-digital-o-impacto-da-conexao-constante-na-saudemental/ - texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho extraído do texto "A tecnologia digital transformou profundamente a forma como vivemos", as palavras sublinhadas são classificadas, respectivamente, como:
Alternativas
Q3682521 Português
Ansiedade Digital: O Impacto da Conexão Constante na Saúde Mental


Por Ana Beatriz Barbosa

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(Disponível em: https://draanabeatriz.com.br/ansiedade-digital-o-impacto-da-conexao-constante-na-saudemental/ - texto adaptado especialmente para esta prova).
Todas as alternativas a seguir apresentam palavras com dígrafo, EXCETO:
Alternativas
Q3682520 Português
Ansiedade Digital: O Impacto da Conexão Constante na Saúde Mental


Por Ana Beatriz Barbosa

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(Disponível em: https://draanabeatriz.com.br/ansiedade-digital-o-impacto-da-conexao-constante-na-saudemental/ - texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho "A tecnologia digital transformou profundamente a forma como vivemos", retirado do texto, o sujeito é classificado como _____________ e tem como núcleo ___________.

Assinale a alternativa preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Alternativas
Q3682519 Português
Ansiedade Digital: O Impacto da Conexão Constante na Saúde Mental


Por Ana Beatriz Barbosa

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(Disponível em: https://draanabeatriz.com.br/ansiedade-digital-o-impacto-da-conexao-constante-na-saudemental/ - texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando a palavra sublinhada no trecho "Lidar com a ansiedade digital requer disciplina e con_iência no uso dos dispositivos", retirado do texto, analise as assertivas a seguir:

I. Trata-se de um verbo no modo infinitivo.
II. Poderia ser corretamente substituída, sem prejuízo de sentido, por "exige".
III. Trata-se de um verbo transitivo indireto, cujo objeto é "uso dos dispositivos".

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3682518 Português
Ansiedade Digital: O Impacto da Conexão Constante na Saúde Mental


Por Ana Beatriz Barbosa

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(Disponível em: https://draanabeatriz.com.br/ansiedade-digital-o-impacto-da-conexao-constante-na-saudemental/ - texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que, assim como a palavra "desconfortável” (I. 26), apresenta prefixo de negação em sua composição.
Alternativas
Q3682517 Português
Ansiedade Digital: O Impacto da Conexão Constante na Saúde Mental


Por Ana Beatriz Barbosa

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No trecho "desativar notificações e fazer pausas regulares ao longo do dia", retirado do texto, qual é a relação de sentido estabelecida pela conjunção "e"?
Alternativas
Q3682516 Português
Ansiedade Digital: O Impacto da Conexão Constante na Saúde Mental


Por Ana Beatriz Barbosa

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(Disponível em: https://draanabeatriz.com.br/ansiedade-digital-o-impacto-da-conexao-constante-na-saudemental/ - texto adaptado especialmente para esta prova).
pronome "ela" em "Ela se manifesta por meio de sensações de angústia" (I. 06-07) tem como referente:
Alternativas
Q3682515 Português
Ansiedade Digital: O Impacto da Conexão Constante na Saúde Mental


Por Ana Beatriz Barbosa

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(Disponível em: https://draanabeatriz.com.br/ansiedade-digital-o-impacto-da-conexao-constante-na-saudemental/ - texto adaptado especialmente para esta prova).
No que diz respeito às características do gênero, o texto apresenta uma linguagem
Alternativas
Q3682514 Português
Ansiedade Digital: O Impacto da Conexão Constante na Saúde Mental


Por Ana Beatriz Barbosa

Q1_15.png (690×528)

(Disponível em: https://draanabeatriz.com.br/ansiedade-digital-o-impacto-da-conexao-constante-na-saudemental/ - texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 03, 15 e 27.
Alternativas
Q3682513 Português
Ansiedade Digital: O Impacto da Conexão Constante na Saúde Mental


Por Ana Beatriz Barbosa

Q1_15.png (690×528)

(Disponível em: https://draanabeatriz.com.br/ansiedade-digital-o-impacto-da-conexao-constante-na-saudemental/ - texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o exposto pelo texto, assinale a alternativa que apresenta um fator que contribui para a ansiedade digital. 
Alternativas
Q3682512 Português
Ansiedade Digital: O Impacto da Conexão Constante na Saúde Mental


Por Ana Beatriz Barbosa

Q1_15.png (690×528)

(Disponível em: https://draanabeatriz.com.br/ansiedade-digital-o-impacto-da-conexao-constante-na-saudemental/ - texto adaptado especialmente para esta prova).
Qual é a ideia central do texto?
Alternativas
Q3624318 Português

Leia e interprete a tirinha a seguir, para responder à questão: 



Imagem associada para resolução da questão



A qual classe gramatical pertence a palavra “Ufa”? 

Alternativas
Q3593396 Português

A arte de ser feliz


    Houve um tempo em que a minha janela se abria para um chalé. Na ponta do chalé brilhava um grande ovo de louça azul. Nesse ovo costumava pousar um pombo branco. Ora, nos dias límpidos, quando o céu ficava da mesma cor do ovo de louça, o pombo parecia pousado no ar. Eu era criança, achava essa ilusão maravilhosa e sentia-me completamente feliz.

    Houve um tempo em que a minha janela dava para um canal. No canal oscilava um barco. Um barco carregado de flores. Para onde iam aquelas flores? Quem as comprava? Em que jarra, em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? E que mãos as tinham criado? E que pessoas iam sorrir de alegria ao recebê-las? Eu não era mais criança, porém a minha alma ficava completamente feliz.

    Houve um tempo em que minha janela se abria para um terreiro, onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda. À sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo o dia sentada uma mulher, cercada de crianças. E contava histórias. Eu não podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que a ouvisse, não a entenderia, porque isso foi muito longe, num idioma difícil. Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, e às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu participava do auditório, imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz.

    Houve um tempo em que a minha janela se abria sobre uma cidade que parecia feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.

    Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.

(MEIRELES, Cecília. Escolha o seu sonho. 4. ed., Rio de Janeiro: Global Editora, 2016.)


As palavras destacadas têm a função de caracterizar um nome nas seguintes frases, EXCETO: 


Alternativas
Q3593395 Português

A arte de ser feliz


    Houve um tempo em que a minha janela se abria para um chalé. Na ponta do chalé brilhava um grande ovo de louça azul. Nesse ovo costumava pousar um pombo branco. Ora, nos dias límpidos, quando o céu ficava da mesma cor do ovo de louça, o pombo parecia pousado no ar. Eu era criança, achava essa ilusão maravilhosa e sentia-me completamente feliz.

    Houve um tempo em que a minha janela dava para um canal. No canal oscilava um barco. Um barco carregado de flores. Para onde iam aquelas flores? Quem as comprava? Em que jarra, em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? E que mãos as tinham criado? E que pessoas iam sorrir de alegria ao recebê-las? Eu não era mais criança, porém a minha alma ficava completamente feliz.

    Houve um tempo em que minha janela se abria para um terreiro, onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda. À sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo o dia sentada uma mulher, cercada de crianças. E contava histórias. Eu não podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que a ouvisse, não a entenderia, porque isso foi muito longe, num idioma difícil. Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, e às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu participava do auditório, imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz.

    Houve um tempo em que a minha janela se abria sobre uma cidade que parecia feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.

    Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.

(MEIRELES, Cecília. Escolha o seu sonho. 4. ed., Rio de Janeiro: Global Editora, 2016.)


De acordo com as regras de acentuação gráfica, assinale a afirmativa INCORRETA.


Alternativas
Q3593394 Português

A arte de ser feliz


    Houve um tempo em que a minha janela se abria para um chalé. Na ponta do chalé brilhava um grande ovo de louça azul. Nesse ovo costumava pousar um pombo branco. Ora, nos dias límpidos, quando o céu ficava da mesma cor do ovo de louça, o pombo parecia pousado no ar. Eu era criança, achava essa ilusão maravilhosa e sentia-me completamente feliz.

    Houve um tempo em que a minha janela dava para um canal. No canal oscilava um barco. Um barco carregado de flores. Para onde iam aquelas flores? Quem as comprava? Em que jarra, em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? E que mãos as tinham criado? E que pessoas iam sorrir de alegria ao recebê-las? Eu não era mais criança, porém a minha alma ficava completamente feliz.

    Houve um tempo em que minha janela se abria para um terreiro, onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda. À sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo o dia sentada uma mulher, cercada de crianças. E contava histórias. Eu não podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que a ouvisse, não a entenderia, porque isso foi muito longe, num idioma difícil. Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, e às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu participava do auditório, imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz.

    Houve um tempo em que a minha janela se abria sobre uma cidade que parecia feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.

    Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.

(MEIRELES, Cecília. Escolha o seu sonho. 4. ed., Rio de Janeiro: Global Editora, 2016.)


No segmento “Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, e às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu participava do auditório, imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz.” (3º§), as expressões destacadas significam, respectivamente:
Alternativas
Q3593393 Português

A arte de ser feliz


    Houve um tempo em que a minha janela se abria para um chalé. Na ponta do chalé brilhava um grande ovo de louça azul. Nesse ovo costumava pousar um pombo branco. Ora, nos dias límpidos, quando o céu ficava da mesma cor do ovo de louça, o pombo parecia pousado no ar. Eu era criança, achava essa ilusão maravilhosa e sentia-me completamente feliz.

    Houve um tempo em que a minha janela dava para um canal. No canal oscilava um barco. Um barco carregado de flores. Para onde iam aquelas flores? Quem as comprava? Em que jarra, em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? E que mãos as tinham criado? E que pessoas iam sorrir de alegria ao recebê-las? Eu não era mais criança, porém a minha alma ficava completamente feliz.

    Houve um tempo em que minha janela se abria para um terreiro, onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda. À sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo o dia sentada uma mulher, cercada de crianças. E contava histórias. Eu não podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que a ouvisse, não a entenderia, porque isso foi muito longe, num idioma difícil. Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, e às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu participava do auditório, imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz.

    Houve um tempo em que a minha janela se abria sobre uma cidade que parecia feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.

    Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.

(MEIRELES, Cecília. Escolha o seu sonho. 4. ed., Rio de Janeiro: Global Editora, 2016.)


A transcrição textual que NÃO contém nenhum tipo de intensificação é: 


Alternativas
Respostas
181: A
182: D
183: C
184: E
185: D
186: A
187: C
188: B
189: D
190: B
191: A
192: B
193: E
194: E
195: C
196: C
197: A
198: A
199: B
200: B