Foram encontradas 427 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
A correção gramatical e as informações originais do texto são mantidas com a substituição do termo “Existiam" (l.10) por Haviam.
Rubem Alves. Sobre o tempo e a eternidade.
Campinas: Papirus, 1996 (com adaptações).
A oração subordinada reduzida de gerúndio “sendo o programa mais importante a linguagem" (L.14-15) poderia ser corretamente reescrita na seguinte forma de oração com conector: onde o programa mais importante é a linguagem.
Rubem Alves. Sobre o tempo e a eternidade.
Campinas: Papirus, 1996 (com adaptações).
Respeitando-se os princípios de coesão textual e as regras semântico-sintáticas, o trecho “uma receita que garantirá àqueles que a seguirem à risca saúde mental até o fim dos seus dias" (L.30-31) poderia ser expresso da seguinte forma: uma receita que, até o fim dos seus dias, irá garantir saúde mental aos que a seguirem à risca.
Rubem Alves. Sobre o tempo e a eternidade.
Campinas: Papirus, 1996 (com adaptações).
O trecho “que virão, com suas poções químicas e bisturis, consertar o que se estragou" (L.19-20) especifica o instrumental utilizado no tratamento e, portanto, restringe as categorias de profissionais que devem prestar assistência às pessoas cujo hardware ficou louco.
Rubem Alves. Sobre o tempo e a eternidade.
Campinas: Papirus, 1996 (com adaptações).
No primeiro parágrafo, coerentemente com o emprego da oração “como todo mundo sabe" (L2), que expressa uma generalização, poderia ter sido empregado, em vez do ponto final, o sinal de dois-pontos após a expressão “de duas partes", seguido da seguinte estrutura: o hardware, literalmente “equipamento duro", e o software, “equipamento macio".
Correio Braziliense, 26/7/2013 (com adaptações).
Com correção gramatical e com mais precisão, a oração “que tiveram suas condenações penais anuladas graças ao exame de DNA" (L.11-12) poderia ser estruturada da seguinte forma: cujas condenações penais foram anuladas em virtude de contraprova fornecida pelo exame de DNA.
Correio Braziliense, 26/7/2013 (com adaptações).
Infere-se da fala do neurocientista citado no texto que jurados e magistrados não sabem que o cérebro humano é capaz de gerar falsas memórias, o que, em outras palavras, significa afirmar que, na análise dos fatos, eles se restringem ao parâmetro de distinção entre lembrança verdadeira e mentira voluntária das testemunhas.
Correio Braziliense, 26/7/2013 (com adaptações).
O trecho “a memória não pode ser considerada um papel carbono" (L.6-7) poderia ser corretamente reescrita da seguinte forma: não pode-se considerá-la papel carbono.
Correio Braziliense, 26/7/2013 (com adaptações).
Sem prejuízo para a correção gramatical, a oração “mas somente o ato de acessar as lembranças já modifica e distorce a realidade" (L.5) poderia ser assim reestruturada: embora o próprio acesso à lembranças as modifiquem e, assim, distorçam a realidade.
Correio Braziliense, 26/7/2013 (com adaptações).
Sem prejuízo para a correção gramatical e a informação original do texto, a oração “quando a pessoa se recorda de uma sequência de eventos" (L.4) poderia ser reescrita das seguintes formas: sempre que lembramos uma sucessão de fatos; ao nos lembrarmos de eventos consecutivos.
Correio Braziliense, 26/7/2013 (com adaptações).
Mantendo-se a correção gramatical e o sentido original do texto, o último período do texto poderia ser reescrito da seguinte forma: Segundo um psicólogo entrevistado, a forma como é conduzido uma acareação pode confundir os interrogados.
Correio Braziliense, 26/7/2013 (com adaptações).
Segundo o neurocientista entrevistado, o ideal seria que o cérebro humano dispusesse de memória computacional, ideia que se alinha à apologia da memória do computador, em detrimento da memória humana, apresentada no texto.

Com base no texto acima, julgue os próximos itens.

Com base no texto acima, julgue os próximos itens.

Com base no texto acima, julgue os próximos itens.

