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Analise as afirmações que são feitas sobre as estratégias argumentativas empregadas no texto.
I. O autor apresenta a tese defendida por neurocientistas na primeira frase, explicando-a no próximo período.
II. No início do último parágrafo, o autor antecipa um possível contra-argumento à tese da não existência do livre-arbítrio.
III. No decorrer de todo o texto, o autor se utiliza de exemplos concretos, específicos da realidade brasileira, sobre violência, para demonstrar que o livre-arbítrio existe na realidade.
Quais estão corretas?
Observe as afirmações que são feitas sobre sinais de pontuação.
I. A vírgula da linha 16 e a vírgula da linha 24 são utilizadas em virtude da mesma regra.
II. Os parênteses da linha 29 separam uma opinião do autor do texto, assim como o fazem os da linha 33.
III. Caso a expressão ‘que se mantinham estáticas’ (l.34) fosse colocada entre vírgulas, não haveria alteração no sentido expresso no período.
Quais estão INCORRETAS?
Considere as propostas de reescrita da seguinte frase, retirada do texto: “A proposta inovadora é que sejam tratados para não ficarem realimentando a cadeia da violência.” (l.29-30)
I. Propõe-se um novo método inovador, em que o tratamento dos criminosos fará com que esses não realimentem o ciclo da violência.
II. Para que o ciclo da violência não continue a ser realimentado pelos criminosos, a proposta é inovar a forma de tratamento deles.
III. Inova-se ao propor que os criminosos precisam de tratamento para não ficarem buscando refeições na cadeia.
Quais alteram o significado da frase original?
Observe as propostas de alteração de palavras do texto, assinalando M para as que mantêm a correção gramatical, apresentando outra possibilidade de escrita, e A para as que a alteram, pois a frase fica gramaticamente incorreta.
( ) ‘buscavam eles’ (l.16) por ‘eles buscavam’.
( ) ‘Estabeleceu-se’ (l.19) por ‘Se estabeleceu’.
( ) ‘ele dispensa’ (l.37) por ‘dispensa ele’.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Analise a classificação dada sobre diferentes ocorrências da palavra ‘se’.
I. Linha 19 – partícula apassivadora.
II. Linha 24 – pronome reflexivo.
III. Linha 34 – conjunção integrante.
Considerando o contexto de ocorrências, quais
classificações estão corretas?
Analise as afirmações sobre a seguinte frase retirada do texto: “Ou a medicina cuida do bandido ou o bandido vai acabar matando o médico” (l.01).
I. As duas ocorrências de ‘ou’ poderiam ser alteradas por ‘ora’, mantendo-se o mesmo sentido da frase.
II. A partir da leitura da frase, pode-se inferir que há uma dúvida sobre uma realidade passada.
III. Percebe-se que, caso o bandido não mate o médico, a medicina irá tirar a vida dos criminosos impiedosamente.
Quais estão INCORRETAS?
Considere a seguinte frase, retirada do texto:
“A essas obras soma-se a declaração de um dos principais professores da Universidade de Chicago” (l.14-15).
Analise as assertivas a seguir:
I. A expressão ‘soma-se a declaração’ poderia ser alterada por ‘é somada a declaração’, sem alterar o sentido da frase.
II. O sujeito da oração é “A essas obras”.
III. O termo “de um dos principais professores da Universidade de Chicago” é classificado como um objeto indireto.
Quais estão INCORRETAS?
Observe as propostas de alteração de expressões no texto, considerando as regras de concordância verbal, a fim de manter a correção gramatical.
I. A alteração de ‘três’ (l.12) por ‘um’ acarreta necessidade de mudanças.
II. Ao colocar a expressão ‘atividade elétrica’ (l.20) no plural, não há necessidade de alterações.
III. Se colocássemos ‘o criminoso’ (l.24) no plural, o verbo assumiria a forma ‘têm’ para fins de concordância.
Quais estão corretas?
Analise as assertivas em relação à expressão ‘outros modelos de coibir a violência estão esgarçados’ (l.32).
I. Entende-se que os modelos de coibição de violência estão se desfazendo.
II. A palavra ‘esgarçados’, nesse contexto, poderia ser substituída por ‘divididos’.
III. Poder-se-ia substituir o verbo ‘coibir’ por ‘absorver’.
Quais estão corretas?
Analise as assertivas que seguem sobre as ideias contidas no texto, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Os problemas da alta criminalidade fora das prisões e das questões penitenciárias não podem ser compreendidos como problemas da área da saúde, mas estritamente da área da justiça.
( ) Diferentes cientistas que estudam o funcionamento do cérebro humano apostam na não existência de livre-arbítrio, ou seja, de que não temos a capacidade de fazer escolhas conscientes e livres.
( ) Somente as pessoas que praticam crimes não possuem livre-arbítrio, todas as outras possuem.
( ) No momento de julgamento de crimes, parece ser preciso mudar a mentalidade sobre a existência do livre-arbítrio, porém a mudança não é em relação à necessidade de punição ou não dos criminosos, mas ao tipo de punição que se é imposta.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses,
de cima para baixo, é:
( ) O Fisco acredita que a administração dos tributos envolve apenas processos eficazes, ou seja, achar meios de assegurar o pagamento dos tributos, pois os eficientes, ou seja, o recebimento dos impostos, ficam garantidos.
( ) Para o autor, é preciso garantir que os contribuintes compreendam a legislação tributária, visto que, por vezes, as leis são passíveis de interpretação variada.
( ) É preciso que o contribuinte compreenda que o Fisco trabalha sob o preceito de que todos são iguais e de que há justiça na cobrança dos tributos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. Os primeiros três parágrafos do texto são independentes, pois cada um apresenta uma ideia completamente desenvolvida, que não apresenta continuidade.
II. Cada um dos parágrafos iniciados por travessão desenvolve um dos fatores apresentados pelo texto de como assegurar o cumprimento das obrigações dos contribuintes.
III. O texto não apresenta uma progressão temática articulada, visto que não há quaisquer articuladores de coesão.
Quais estão incorretas?
I. A expressão ‘dito popular’ (l.33) é um pleonasmo, visto que confere mais clareza para a expressão através de uma redundância.
II. “Não se deve matar as ‘galinhas dos ovos de ouro’” (l.31), no contexto de ocorrência, significa que uma das fontes de ganhos da receita não pode ser destruída.
III. A expressão “fechar o cerco” (l.42) poderia ser alterada por “fechar o circo”, sem causar mudanças no sentido.
Quais estão incorretas?
· são (l.13). · cumprimento (l.14).
· influencia (l.27). · intenção (l.39).
Analise as afirmações abaixo:
I. Apenas uma palavra possui outra homônima.
II. Duas palavras possuem parônimos.
III. Em apenas uma palavra é possível inserir um acento circunflexo e obter outra palavra da língua portuguesa.
Quais estão corretas?
· “quando se fala em maneiras de obrigar” (l.17).
· “Não se deve matar as ‘galinhas dos ovos de ouro’” (l.31).
· “deve se esmerar em limitar as oportunidades” (l.33- 34).
Analise as assertivas a seguir:
I. Em apenas uma frase, a palavra ‘se’ é um pronome reflexivo.
II. Em duas ocorrências, o verbo sublinhado é classificado como pronominal.
III. Apenas um dos verbos sublinhados está na voz passiva.
IV. Há mais de uma locução verbal nas frases acima.
Quais estão corretas?
( ) A retirada de ‘ou agências tributárias’ (l.01) não alteraria a conjugação do verbo ‘têm’ (l.01), visto que o verbo concorda em número e pessoa com o sujeito, quando esse é simples.
( ) O verbo ‘constitui’ (l.17) deveria ser conjugado na terceira pessoa do plural, visto o sujeito possuir mais de um núcleo.
( ) Caso ‘multas elevadas’ (l.20) fosse colocada no singular, haveria necessidade de outras alterações para manter a concordância do período
( ) Caso o sujeito do verbo ‘existem’ (l.37) fosse colocado no singular, haveria necessidade de alterar a conjugação verbo, visto ele não ser impessoal.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. Poder-se-ia alterar ‘A ideia de mudar, ou pelo menos, influenciar significativamente o comportamento do contribuinte’ (l.05) por ‘Essa’, sem causar qualquer alteração semântica, visto que o processo de coesão do texto ficaria mais adequado.
II. A alteração de ‘do contribuinte’ (l.45 – 1a ocorrência) por ‘dele’ não causaria alterações sintáticas ou semânticas, visto que o referente está implícito no início do parágrafo.
III. A expressão ‘sua’ (l.47) possui um referente não definido, visto que ele pode se referir tanto a contribuinte como a Fisco.
Quais estão incorretas?
I. As duas lacunas da linha 24 devem ser preenchidas por à, pois indicam a contração da preposição a, exigida pelo verbo ‘atingem’ (l.24), com o artigo a.
II. Tanto a lacuna da linha 20 como a da linha 26 devem ser preenchidas por de que, completando o sentido de um substantivo.
III. A lacuna da linha 21 poderia ser preenchida por ao, iniciando o complemento indireto do verbo ‘encorajar’ (l.20).
IV. Na linha 25, dever-se-ia preencher a lacuna com o pronome relativo que.
Quais estão corretas?
