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Q2758302 Português

Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo.


Saúde e bem-estar dependem de relações íntimas de qualidade


Por Amanda Mont'Alvão Veloso


  1. asdTer dinheiro ou fama comumente é associado .... conquista de felicidade, e tais desejos já
  2. foram apontados como o objetivo de vida mais importante de norte-americanos nascidos nos
  3. anos 1980 e 1990. A dedicação e esforço no trabalho seriam o caminho para se _______ mais resultados.
  4. Mas uma pesquisa realizada durante 75 anos nos Estados Unidos mostrou que os ingredientes
  5. fundamentais para uma vida saudável e cheia de bem-estar são relações íntimas e de qualidade
  6. com a família, com os amigos e com a comunidade.
  7. asdAs conclusões do Estudo do Desenvolvimento Adulto, promovido pela Universidade de
  8. Harvard, foram abordadas por seu diretor, o psiquiatra e psicanalista americano Robert Waldinger,
  9. em uma conferência no TED 2015. “E se pudéssemos observar uma vida inteira à medida que ela
  10. decorre no tempo? E se pudéssemos estudar as pessoas desde a altura em que eram adolescentes
  11. até chegarem .... velhice para vermos o que mantém as pessoas felizes e saudáveis?”. Durante 75
  12. anos, a pesquisa acompanhou a vida de 724 homens, ano após ano, abordando o trabalho, a vida
  13. doméstica e a saúde, além de realizar exames médicos. Cerca de 60% dos pesquisados, a maioria
  14. já com 90 anos, ainda estão vivos e participam no estudo. Há cerca de 10 anos, o estudo passou a
  15. integrar também as esposas desses homens.
  16. asdO próximo passo, segundo Waldinger, é estudar os mais de 2000 filhos dos homens
  17. pesquisados. A população pesquisada foi dividida em dois grupos desde o começo, em 1938. No
  18. primeiro, homens que estudaram em Harvard e que, em sua maioria, lutaram na Segunda Guerra
  19. Mundial. Já o segundo era composto por adolescentes dos bairros mais pobres de Boston, vindos
  20. de algumas das famílias mais problemáticas e mais desfavorecidas da região. Os destinos desses
  21. homens foram variados: se tornaram operários fabris e advogados, assentadores de tijolos e
  22. médicos, e um deles foi presidente dos EUA.
  23. asdOs 75 anos de acompanhamento mostraram .... Waldinger três lições, e nenhuma delas diz
  24. respeito a riqueza, fama, ou a trabalhar cada vez mais. A primeira delas é que as relações sociais
  25. são boas para nós, e a solidão mata: “As pessoas que têm mais ligações sociais com a família, com
  26. amigos e com a comunidade são mais felizes, fisicamente mais saudáveis e vivem mais tempo do
  27. que as pessoas que têm menos relações. A experiência da solidão acaba por ser __________. As
  28. pessoas que são mais isoladas do que gostariam descobrem que são menos felizes, a sua saúde
  29. piora mais depressa na meia idade, o seu funcionamento cerebral diminui mais cedo e vivem menos
  30. tempo do que as pessoas que não se sentem sozinhas.”
  31. asdA segunda lição mostrou que o que importa é a qualidade de nossas relações íntimas: "Viver
  32. no meio de conflitos é muito prejudicial para a saúde. Os casamentos altamente conflituosos, por
  33. exemplo, sem grande _________, revelam-se muito maus para a saúde, pior talvez do que um
  34. divórcio. Viver no meio de relações boas, calorosas, é protetor.” O estudo mostrou que o grau de
  35. satisfação que os homens sentiam nas suas relações foi decisivo para um envelhecimento mais feliz
  36. e saudável. “As pessoas que se sentiam mais satisfeitas com as suas relações, aos 50 anos, foram
  37. as mais felizes aos 80 anos”. “Os nossos homens e mulheres mais felizes disseram, aos 80 anos,
  38. que nos dias em que tinham mais dores físicas a sua disposição continuava feliz. Mas .... pessoas
  39. que tinham relações infelizes, nos dias em que tinham mais dores físicas, elas eram reforçadas pelo
  40. sofrimento emocional”.
  41. asdA terceira e última lição é que as boas relações protegem não só o corpo, como também o
  42. cérebro: “Uma relação bem estabelecida com outra pessoa, aos 80 anos, é protetora. As pessoas
  43. que têm relações em que sentem que podem contar com outra pessoa em alturas de necessidade
  44. mantêm uma memória mais viva durante mais tempo. As pessoas com relações em que sentem
  45. que não podem contar com o outro são as que experimentam um declínio de memória mais precoce.
  46. As boas relações não têm que ser sempre fáceis. Alguns dos nossos octogenários podem discutir
  47. dia sim, dia não. Mas enquanto sentirem que podem contar um com o outro, quando as coisas
  48. aquecem, essas discussões não se fixam na memória.”
  49. asdPelas lições aprendidas, a tal felicidade parece fácil, não? Waldinger tem uma resposta para
  50. isso: somos seres humanos e lidar com a família e com os amigos é algo complicado, que dura a
  51. vida toda. “O que gostaríamos mesmo é de uma receita rápida, qualquer coisa que possamos
  52. arranjar que nos dê uma via boa e a mantenha dessa forma. As relações são conturbadas e
  53. complicadas.”
  54. asdPara se apoiar em boas relações, ele sugere atitudes cotidianas e acessíveis, como substituir
  55. a TV por tempo com as pessoas, fazer passeios, animar uma relação amorosa adormecida e falar
  56. com algum familiar com quem não se fala há anos. “Essas contendas familiares têm um efeito
  57. terrível na pessoa que guarda rancores”.


Texto adaptado para esta prova: http://super.abril.com.br/comportamento/saude-e-bem-estar-dependem-de-relacoes-

intimas-de-qualidade

Sobre as formas verbais do texto, analise as seguintes propostas de substituição, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) Na linha 04, se o verbo ‘mostrou’ fosse substituído por ‘simulou’, o sentido da frase permaneceria o mesmo.

( ) Na linha 12, ‘acompanhou a’ pode ser substituído pela expressão ‘observou a evolução da’, mantendo o contexto do texto.

( ) ‘revelam-se’ (l. 33), ao ser substituído por ‘divulgam-se’, não provoca nenhuma alteração semântica e estrutural na frase.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q2758301 Português

Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo.


Saúde e bem-estar dependem de relações íntimas de qualidade


Por Amanda Mont'Alvão Veloso


  1. asdTer dinheiro ou fama comumente é associado .... conquista de felicidade, e tais desejos já
  2. foram apontados como o objetivo de vida mais importante de norte-americanos nascidos nos
  3. anos 1980 e 1990. A dedicação e esforço no trabalho seriam o caminho para se _______ mais resultados.
  4. Mas uma pesquisa realizada durante 75 anos nos Estados Unidos mostrou que os ingredientes
  5. fundamentais para uma vida saudável e cheia de bem-estar são relações íntimas e de qualidade
  6. com a família, com os amigos e com a comunidade.
  7. asdAs conclusões do Estudo do Desenvolvimento Adulto, promovido pela Universidade de
  8. Harvard, foram abordadas por seu diretor, o psiquiatra e psicanalista americano Robert Waldinger,
  9. em uma conferência no TED 2015. “E se pudéssemos observar uma vida inteira à medida que ela
  10. decorre no tempo? E se pudéssemos estudar as pessoas desde a altura em que eram adolescentes
  11. até chegarem .... velhice para vermos o que mantém as pessoas felizes e saudáveis?”. Durante 75
  12. anos, a pesquisa acompanhou a vida de 724 homens, ano após ano, abordando o trabalho, a vida
  13. doméstica e a saúde, além de realizar exames médicos. Cerca de 60% dos pesquisados, a maioria
  14. já com 90 anos, ainda estão vivos e participam no estudo. Há cerca de 10 anos, o estudo passou a
  15. integrar também as esposas desses homens.
  16. asdO próximo passo, segundo Waldinger, é estudar os mais de 2000 filhos dos homens
  17. pesquisados. A população pesquisada foi dividida em dois grupos desde o começo, em 1938. No
  18. primeiro, homens que estudaram em Harvard e que, em sua maioria, lutaram na Segunda Guerra
  19. Mundial. Já o segundo era composto por adolescentes dos bairros mais pobres de Boston, vindos
  20. de algumas das famílias mais problemáticas e mais desfavorecidas da região. Os destinos desses
  21. homens foram variados: se tornaram operários fabris e advogados, assentadores de tijolos e
  22. médicos, e um deles foi presidente dos EUA.
  23. asdOs 75 anos de acompanhamento mostraram .... Waldinger três lições, e nenhuma delas diz
  24. respeito a riqueza, fama, ou a trabalhar cada vez mais. A primeira delas é que as relações sociais
  25. são boas para nós, e a solidão mata: “As pessoas que têm mais ligações sociais com a família, com
  26. amigos e com a comunidade são mais felizes, fisicamente mais saudáveis e vivem mais tempo do
  27. que as pessoas que têm menos relações. A experiência da solidão acaba por ser __________. As
  28. pessoas que são mais isoladas do que gostariam descobrem que são menos felizes, a sua saúde
  29. piora mais depressa na meia idade, o seu funcionamento cerebral diminui mais cedo e vivem menos
  30. tempo do que as pessoas que não se sentem sozinhas.”
  31. asdA segunda lição mostrou que o que importa é a qualidade de nossas relações íntimas: "Viver
  32. no meio de conflitos é muito prejudicial para a saúde. Os casamentos altamente conflituosos, por
  33. exemplo, sem grande _________, revelam-se muito maus para a saúde, pior talvez do que um
  34. divórcio. Viver no meio de relações boas, calorosas, é protetor.” O estudo mostrou que o grau de
  35. satisfação que os homens sentiam nas suas relações foi decisivo para um envelhecimento mais feliz
  36. e saudável. “As pessoas que se sentiam mais satisfeitas com as suas relações, aos 50 anos, foram
  37. as mais felizes aos 80 anos”. “Os nossos homens e mulheres mais felizes disseram, aos 80 anos,
  38. que nos dias em que tinham mais dores físicas a sua disposição continuava feliz. Mas .... pessoas
  39. que tinham relações infelizes, nos dias em que tinham mais dores físicas, elas eram reforçadas pelo
  40. sofrimento emocional”.
  41. asdA terceira e última lição é que as boas relações protegem não só o corpo, como também o
  42. cérebro: “Uma relação bem estabelecida com outra pessoa, aos 80 anos, é protetora. As pessoas
  43. que têm relações em que sentem que podem contar com outra pessoa em alturas de necessidade
  44. mantêm uma memória mais viva durante mais tempo. As pessoas com relações em que sentem
  45. que não podem contar com o outro são as que experimentam um declínio de memória mais precoce.
  46. As boas relações não têm que ser sempre fáceis. Alguns dos nossos octogenários podem discutir
  47. dia sim, dia não. Mas enquanto sentirem que podem contar um com o outro, quando as coisas
  48. aquecem, essas discussões não se fixam na memória.”
  49. asdPelas lições aprendidas, a tal felicidade parece fácil, não? Waldinger tem uma resposta para
  50. isso: somos seres humanos e lidar com a família e com os amigos é algo complicado, que dura a
  51. vida toda. “O que gostaríamos mesmo é de uma receita rápida, qualquer coisa que possamos
  52. arranjar que nos dê uma via boa e a mantenha dessa forma. As relações são conturbadas e
  53. complicadas.”
  54. asdPara se apoiar em boas relações, ele sugere atitudes cotidianas e acessíveis, como substituir
  55. a TV por tempo com as pessoas, fazer passeios, animar uma relação amorosa adormecida e falar
  56. com algum familiar com quem não se fala há anos. “Essas contendas familiares têm um efeito
  57. terrível na pessoa que guarda rancores”.


Texto adaptado para esta prova: http://super.abril.com.br/comportamento/saude-e-bem-estar-dependem-de-relacoes-

intimas-de-qualidade

Considerando o contexto de ocorrências do vocábulo ‘a’ no texto, as lacunas pontilhadas das linhas 01, 11, 23 e 38 devem ser preenchidas, correta e respectivamente, por:

Alternativas
Q2758300 Português

Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo.


Saúde e bem-estar dependem de relações íntimas de qualidade


Por Amanda Mont'Alvão Veloso


  1. asdTer dinheiro ou fama comumente é associado .... conquista de felicidade, e tais desejos já
  2. foram apontados como o objetivo de vida mais importante de norte-americanos nascidos nos
  3. anos 1980 e 1990. A dedicação e esforço no trabalho seriam o caminho para se _______ mais resultados.
  4. Mas uma pesquisa realizada durante 75 anos nos Estados Unidos mostrou que os ingredientes
  5. fundamentais para uma vida saudável e cheia de bem-estar são relações íntimas e de qualidade
  6. com a família, com os amigos e com a comunidade.
  7. asdAs conclusões do Estudo do Desenvolvimento Adulto, promovido pela Universidade de
  8. Harvard, foram abordadas por seu diretor, o psiquiatra e psicanalista americano Robert Waldinger,
  9. em uma conferência no TED 2015. “E se pudéssemos observar uma vida inteira à medida que ela
  10. decorre no tempo? E se pudéssemos estudar as pessoas desde a altura em que eram adolescentes
  11. até chegarem .... velhice para vermos o que mantém as pessoas felizes e saudáveis?”. Durante 75
  12. anos, a pesquisa acompanhou a vida de 724 homens, ano após ano, abordando o trabalho, a vida
  13. doméstica e a saúde, além de realizar exames médicos. Cerca de 60% dos pesquisados, a maioria
  14. já com 90 anos, ainda estão vivos e participam no estudo. Há cerca de 10 anos, o estudo passou a
  15. integrar também as esposas desses homens.
  16. asdO próximo passo, segundo Waldinger, é estudar os mais de 2000 filhos dos homens
  17. pesquisados. A população pesquisada foi dividida em dois grupos desde o começo, em 1938. No
  18. primeiro, homens que estudaram em Harvard e que, em sua maioria, lutaram na Segunda Guerra
  19. Mundial. Já o segundo era composto por adolescentes dos bairros mais pobres de Boston, vindos
  20. de algumas das famílias mais problemáticas e mais desfavorecidas da região. Os destinos desses
  21. homens foram variados: se tornaram operários fabris e advogados, assentadores de tijolos e
  22. médicos, e um deles foi presidente dos EUA.
  23. asdOs 75 anos de acompanhamento mostraram .... Waldinger três lições, e nenhuma delas diz
  24. respeito a riqueza, fama, ou a trabalhar cada vez mais. A primeira delas é que as relações sociais
  25. são boas para nós, e a solidão mata: “As pessoas que têm mais ligações sociais com a família, com
  26. amigos e com a comunidade são mais felizes, fisicamente mais saudáveis e vivem mais tempo do
  27. que as pessoas que têm menos relações. A experiência da solidão acaba por ser __________. As
  28. pessoas que são mais isoladas do que gostariam descobrem que são menos felizes, a sua saúde
  29. piora mais depressa na meia idade, o seu funcionamento cerebral diminui mais cedo e vivem menos
  30. tempo do que as pessoas que não se sentem sozinhas.”
  31. asdA segunda lição mostrou que o que importa é a qualidade de nossas relações íntimas: "Viver
  32. no meio de conflitos é muito prejudicial para a saúde. Os casamentos altamente conflituosos, por
  33. exemplo, sem grande _________, revelam-se muito maus para a saúde, pior talvez do que um
  34. divórcio. Viver no meio de relações boas, calorosas, é protetor.” O estudo mostrou que o grau de
  35. satisfação que os homens sentiam nas suas relações foi decisivo para um envelhecimento mais feliz
  36. e saudável. “As pessoas que se sentiam mais satisfeitas com as suas relações, aos 50 anos, foram
  37. as mais felizes aos 80 anos”. “Os nossos homens e mulheres mais felizes disseram, aos 80 anos,
  38. que nos dias em que tinham mais dores físicas a sua disposição continuava feliz. Mas .... pessoas
  39. que tinham relações infelizes, nos dias em que tinham mais dores físicas, elas eram reforçadas pelo
  40. sofrimento emocional”.
  41. asdA terceira e última lição é que as boas relações protegem não só o corpo, como também o
  42. cérebro: “Uma relação bem estabelecida com outra pessoa, aos 80 anos, é protetora. As pessoas
  43. que têm relações em que sentem que podem contar com outra pessoa em alturas de necessidade
  44. mantêm uma memória mais viva durante mais tempo. As pessoas com relações em que sentem
  45. que não podem contar com o outro são as que experimentam um declínio de memória mais precoce.
  46. As boas relações não têm que ser sempre fáceis. Alguns dos nossos octogenários podem discutir
  47. dia sim, dia não. Mas enquanto sentirem que podem contar um com o outro, quando as coisas
  48. aquecem, essas discussões não se fixam na memória.”
  49. asdPelas lições aprendidas, a tal felicidade parece fácil, não? Waldinger tem uma resposta para
  50. isso: somos seres humanos e lidar com a família e com os amigos é algo complicado, que dura a
  51. vida toda. “O que gostaríamos mesmo é de uma receita rápida, qualquer coisa que possamos
  52. arranjar que nos dê uma via boa e a mantenha dessa forma. As relações são conturbadas e
  53. complicadas.”
  54. asdPara se apoiar em boas relações, ele sugere atitudes cotidianas e acessíveis, como substituir
  55. a TV por tempo com as pessoas, fazer passeios, animar uma relação amorosa adormecida e falar
  56. com algum familiar com quem não se fala há anos. “Essas contendas familiares têm um efeito
  57. terrível na pessoa que guarda rancores”.


Texto adaptado para esta prova: http://super.abril.com.br/comportamento/saude-e-bem-estar-dependem-de-relacoes-

intimas-de-qualidade

Para compreender melhor o texto, preencha, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 03, 27 e 33.

Alternativas
Q2758299 Português

Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo.


Saúde e bem-estar dependem de relações íntimas de qualidade


Por Amanda Mont'Alvão Veloso


  1. asdTer dinheiro ou fama comumente é associado .... conquista de felicidade, e tais desejos já
  2. foram apontados como o objetivo de vida mais importante de norte-americanos nascidos nos
  3. anos 1980 e 1990. A dedicação e esforço no trabalho seriam o caminho para se _______ mais resultados.
  4. Mas uma pesquisa realizada durante 75 anos nos Estados Unidos mostrou que os ingredientes
  5. fundamentais para uma vida saudável e cheia de bem-estar são relações íntimas e de qualidade
  6. com a família, com os amigos e com a comunidade.
  7. asdAs conclusões do Estudo do Desenvolvimento Adulto, promovido pela Universidade de
  8. Harvard, foram abordadas por seu diretor, o psiquiatra e psicanalista americano Robert Waldinger,
  9. em uma conferência no TED 2015. “E se pudéssemos observar uma vida inteira à medida que ela
  10. decorre no tempo? E se pudéssemos estudar as pessoas desde a altura em que eram adolescentes
  11. até chegarem .... velhice para vermos o que mantém as pessoas felizes e saudáveis?”. Durante 75
  12. anos, a pesquisa acompanhou a vida de 724 homens, ano após ano, abordando o trabalho, a vida
  13. doméstica e a saúde, além de realizar exames médicos. Cerca de 60% dos pesquisados, a maioria
  14. já com 90 anos, ainda estão vivos e participam no estudo. Há cerca de 10 anos, o estudo passou a
  15. integrar também as esposas desses homens.
  16. asdO próximo passo, segundo Waldinger, é estudar os mais de 2000 filhos dos homens
  17. pesquisados. A população pesquisada foi dividida em dois grupos desde o começo, em 1938. No
  18. primeiro, homens que estudaram em Harvard e que, em sua maioria, lutaram na Segunda Guerra
  19. Mundial. Já o segundo era composto por adolescentes dos bairros mais pobres de Boston, vindos
  20. de algumas das famílias mais problemáticas e mais desfavorecidas da região. Os destinos desses
  21. homens foram variados: se tornaram operários fabris e advogados, assentadores de tijolos e
  22. médicos, e um deles foi presidente dos EUA.
  23. asdOs 75 anos de acompanhamento mostraram .... Waldinger três lições, e nenhuma delas diz
  24. respeito a riqueza, fama, ou a trabalhar cada vez mais. A primeira delas é que as relações sociais
  25. são boas para nós, e a solidão mata: “As pessoas que têm mais ligações sociais com a família, com
  26. amigos e com a comunidade são mais felizes, fisicamente mais saudáveis e vivem mais tempo do
  27. que as pessoas que têm menos relações. A experiência da solidão acaba por ser __________. As
  28. pessoas que são mais isoladas do que gostariam descobrem que são menos felizes, a sua saúde
  29. piora mais depressa na meia idade, o seu funcionamento cerebral diminui mais cedo e vivem menos
  30. tempo do que as pessoas que não se sentem sozinhas.”
  31. asdA segunda lição mostrou que o que importa é a qualidade de nossas relações íntimas: "Viver
  32. no meio de conflitos é muito prejudicial para a saúde. Os casamentos altamente conflituosos, por
  33. exemplo, sem grande _________, revelam-se muito maus para a saúde, pior talvez do que um
  34. divórcio. Viver no meio de relações boas, calorosas, é protetor.” O estudo mostrou que o grau de
  35. satisfação que os homens sentiam nas suas relações foi decisivo para um envelhecimento mais feliz
  36. e saudável. “As pessoas que se sentiam mais satisfeitas com as suas relações, aos 50 anos, foram
  37. as mais felizes aos 80 anos”. “Os nossos homens e mulheres mais felizes disseram, aos 80 anos,
  38. que nos dias em que tinham mais dores físicas a sua disposição continuava feliz. Mas .... pessoas
  39. que tinham relações infelizes, nos dias em que tinham mais dores físicas, elas eram reforçadas pelo
  40. sofrimento emocional”.
  41. asdA terceira e última lição é que as boas relações protegem não só o corpo, como também o
  42. cérebro: “Uma relação bem estabelecida com outra pessoa, aos 80 anos, é protetora. As pessoas
  43. que têm relações em que sentem que podem contar com outra pessoa em alturas de necessidade
  44. mantêm uma memória mais viva durante mais tempo. As pessoas com relações em que sentem
  45. que não podem contar com o outro são as que experimentam um declínio de memória mais precoce.
  46. As boas relações não têm que ser sempre fáceis. Alguns dos nossos octogenários podem discutir
  47. dia sim, dia não. Mas enquanto sentirem que podem contar um com o outro, quando as coisas
  48. aquecem, essas discussões não se fixam na memória.”
  49. asdPelas lições aprendidas, a tal felicidade parece fácil, não? Waldinger tem uma resposta para
  50. isso: somos seres humanos e lidar com a família e com os amigos é algo complicado, que dura a
  51. vida toda. “O que gostaríamos mesmo é de uma receita rápida, qualquer coisa que possamos
  52. arranjar que nos dê uma via boa e a mantenha dessa forma. As relações são conturbadas e
  53. complicadas.”
  54. asdPara se apoiar em boas relações, ele sugere atitudes cotidianas e acessíveis, como substituir
  55. a TV por tempo com as pessoas, fazer passeios, animar uma relação amorosa adormecida e falar
  56. com algum familiar com quem não se fala há anos. “Essas contendas familiares têm um efeito
  57. terrível na pessoa que guarda rancores”.


Texto adaptado para esta prova: http://super.abril.com.br/comportamento/saude-e-bem-estar-dependem-de-relacoes-

intimas-de-qualidade

Das perguntas abaixo, qual NÃO pode ser respondida após a leitura do texto?

Alternativas
Q2758298 Português

Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo.


Saúde e bem-estar dependem de relações íntimas de qualidade


Por Amanda Mont'Alvão Veloso


  1. asdTer dinheiro ou fama comumente é associado .... conquista de felicidade, e tais desejos já
  2. foram apontados como o objetivo de vida mais importante de norte-americanos nascidos nos
  3. anos 1980 e 1990. A dedicação e esforço no trabalho seriam o caminho para se _______ mais resultados.
  4. Mas uma pesquisa realizada durante 75 anos nos Estados Unidos mostrou que os ingredientes
  5. fundamentais para uma vida saudável e cheia de bem-estar são relações íntimas e de qualidade
  6. com a família, com os amigos e com a comunidade.
  7. asdAs conclusões do Estudo do Desenvolvimento Adulto, promovido pela Universidade de
  8. Harvard, foram abordadas por seu diretor, o psiquiatra e psicanalista americano Robert Waldinger,
  9. em uma conferência no TED 2015. “E se pudéssemos observar uma vida inteira à medida que ela
  10. decorre no tempo? E se pudéssemos estudar as pessoas desde a altura em que eram adolescentes
  11. até chegarem .... velhice para vermos o que mantém as pessoas felizes e saudáveis?”. Durante 75
  12. anos, a pesquisa acompanhou a vida de 724 homens, ano após ano, abordando o trabalho, a vida
  13. doméstica e a saúde, além de realizar exames médicos. Cerca de 60% dos pesquisados, a maioria
  14. já com 90 anos, ainda estão vivos e participam no estudo. Há cerca de 10 anos, o estudo passou a
  15. integrar também as esposas desses homens.
  16. asdO próximo passo, segundo Waldinger, é estudar os mais de 2000 filhos dos homens
  17. pesquisados. A população pesquisada foi dividida em dois grupos desde o começo, em 1938. No
  18. primeiro, homens que estudaram em Harvard e que, em sua maioria, lutaram na Segunda Guerra
  19. Mundial. Já o segundo era composto por adolescentes dos bairros mais pobres de Boston, vindos
  20. de algumas das famílias mais problemáticas e mais desfavorecidas da região. Os destinos desses
  21. homens foram variados: se tornaram operários fabris e advogados, assentadores de tijolos e
  22. médicos, e um deles foi presidente dos EUA.
  23. asdOs 75 anos de acompanhamento mostraram .... Waldinger três lições, e nenhuma delas diz
  24. respeito a riqueza, fama, ou a trabalhar cada vez mais. A primeira delas é que as relações sociais
  25. são boas para nós, e a solidão mata: “As pessoas que têm mais ligações sociais com a família, com
  26. amigos e com a comunidade são mais felizes, fisicamente mais saudáveis e vivem mais tempo do
  27. que as pessoas que têm menos relações. A experiência da solidão acaba por ser __________. As
  28. pessoas que são mais isoladas do que gostariam descobrem que são menos felizes, a sua saúde
  29. piora mais depressa na meia idade, o seu funcionamento cerebral diminui mais cedo e vivem menos
  30. tempo do que as pessoas que não se sentem sozinhas.”
  31. asdA segunda lição mostrou que o que importa é a qualidade de nossas relações íntimas: "Viver
  32. no meio de conflitos é muito prejudicial para a saúde. Os casamentos altamente conflituosos, por
  33. exemplo, sem grande _________, revelam-se muito maus para a saúde, pior talvez do que um
  34. divórcio. Viver no meio de relações boas, calorosas, é protetor.” O estudo mostrou que o grau de
  35. satisfação que os homens sentiam nas suas relações foi decisivo para um envelhecimento mais feliz
  36. e saudável. “As pessoas que se sentiam mais satisfeitas com as suas relações, aos 50 anos, foram
  37. as mais felizes aos 80 anos”. “Os nossos homens e mulheres mais felizes disseram, aos 80 anos,
  38. que nos dias em que tinham mais dores físicas a sua disposição continuava feliz. Mas .... pessoas
  39. que tinham relações infelizes, nos dias em que tinham mais dores físicas, elas eram reforçadas pelo
  40. sofrimento emocional”.
  41. asdA terceira e última lição é que as boas relações protegem não só o corpo, como também o
  42. cérebro: “Uma relação bem estabelecida com outra pessoa, aos 80 anos, é protetora. As pessoas
  43. que têm relações em que sentem que podem contar com outra pessoa em alturas de necessidade
  44. mantêm uma memória mais viva durante mais tempo. As pessoas com relações em que sentem
  45. que não podem contar com o outro são as que experimentam um declínio de memória mais precoce.
  46. As boas relações não têm que ser sempre fáceis. Alguns dos nossos octogenários podem discutir
  47. dia sim, dia não. Mas enquanto sentirem que podem contar um com o outro, quando as coisas
  48. aquecem, essas discussões não se fixam na memória.”
  49. asdPelas lições aprendidas, a tal felicidade parece fácil, não? Waldinger tem uma resposta para
  50. isso: somos seres humanos e lidar com a família e com os amigos é algo complicado, que dura a
  51. vida toda. “O que gostaríamos mesmo é de uma receita rápida, qualquer coisa que possamos
  52. arranjar que nos dê uma via boa e a mantenha dessa forma. As relações são conturbadas e
  53. complicadas.”
  54. asdPara se apoiar em boas relações, ele sugere atitudes cotidianas e acessíveis, como substituir
  55. a TV por tempo com as pessoas, fazer passeios, animar uma relação amorosa adormecida e falar
  56. com algum familiar com quem não se fala há anos. “Essas contendas familiares têm um efeito
  57. terrível na pessoa que guarda rancores”.


Texto adaptado para esta prova: http://super.abril.com.br/comportamento/saude-e-bem-estar-dependem-de-relacoes-

intimas-de-qualidade

Analise as assertivas abaixo sobre o texto:


I. A pesquisa foi realizada durante um longo período de tempo e faz revelações sobre o que traz bem-estar às pessoas.

II. Todos os participantes da pesquisa fazem parte da mesma classe social e tiveram, ao longo dos anos, carreiras semelhantes.

III. Inicialmente, a pesquisa foi realizada somente com homens, mas, posteriormente, incluiu mulheres.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q2758297 Português

Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo.


Saúde e bem-estar dependem de relações íntimas de qualidade


Por Amanda Mont'Alvão Veloso


  1. asdTer dinheiro ou fama comumente é associado .... conquista de felicidade, e tais desejos já
  2. foram apontados como o objetivo de vida mais importante de norte-americanos nascidos nos
  3. anos 1980 e 1990. A dedicação e esforço no trabalho seriam o caminho para se _______ mais resultados.
  4. Mas uma pesquisa realizada durante 75 anos nos Estados Unidos mostrou que os ingredientes
  5. fundamentais para uma vida saudável e cheia de bem-estar são relações íntimas e de qualidade
  6. com a família, com os amigos e com a comunidade.
  7. asdAs conclusões do Estudo do Desenvolvimento Adulto, promovido pela Universidade de
  8. Harvard, foram abordadas por seu diretor, o psiquiatra e psicanalista americano Robert Waldinger,
  9. em uma conferência no TED 2015. “E se pudéssemos observar uma vida inteira à medida que ela
  10. decorre no tempo? E se pudéssemos estudar as pessoas desde a altura em que eram adolescentes
  11. até chegarem .... velhice para vermos o que mantém as pessoas felizes e saudáveis?”. Durante 75
  12. anos, a pesquisa acompanhou a vida de 724 homens, ano após ano, abordando o trabalho, a vida
  13. doméstica e a saúde, além de realizar exames médicos. Cerca de 60% dos pesquisados, a maioria
  14. já com 90 anos, ainda estão vivos e participam no estudo. Há cerca de 10 anos, o estudo passou a
  15. integrar também as esposas desses homens.
  16. asdO próximo passo, segundo Waldinger, é estudar os mais de 2000 filhos dos homens
  17. pesquisados. A população pesquisada foi dividida em dois grupos desde o começo, em 1938. No
  18. primeiro, homens que estudaram em Harvard e que, em sua maioria, lutaram na Segunda Guerra
  19. Mundial. Já o segundo era composto por adolescentes dos bairros mais pobres de Boston, vindos
  20. de algumas das famílias mais problemáticas e mais desfavorecidas da região. Os destinos desses
  21. homens foram variados: se tornaram operários fabris e advogados, assentadores de tijolos e
  22. médicos, e um deles foi presidente dos EUA.
  23. asdOs 75 anos de acompanhamento mostraram .... Waldinger três lições, e nenhuma delas diz
  24. respeito a riqueza, fama, ou a trabalhar cada vez mais. A primeira delas é que as relações sociais
  25. são boas para nós, e a solidão mata: “As pessoas que têm mais ligações sociais com a família, com
  26. amigos e com a comunidade são mais felizes, fisicamente mais saudáveis e vivem mais tempo do
  27. que as pessoas que têm menos relações. A experiência da solidão acaba por ser __________. As
  28. pessoas que são mais isoladas do que gostariam descobrem que são menos felizes, a sua saúde
  29. piora mais depressa na meia idade, o seu funcionamento cerebral diminui mais cedo e vivem menos
  30. tempo do que as pessoas que não se sentem sozinhas.”
  31. asdA segunda lição mostrou que o que importa é a qualidade de nossas relações íntimas: "Viver
  32. no meio de conflitos é muito prejudicial para a saúde. Os casamentos altamente conflituosos, por
  33. exemplo, sem grande _________, revelam-se muito maus para a saúde, pior talvez do que um
  34. divórcio. Viver no meio de relações boas, calorosas, é protetor.” O estudo mostrou que o grau de
  35. satisfação que os homens sentiam nas suas relações foi decisivo para um envelhecimento mais feliz
  36. e saudável. “As pessoas que se sentiam mais satisfeitas com as suas relações, aos 50 anos, foram
  37. as mais felizes aos 80 anos”. “Os nossos homens e mulheres mais felizes disseram, aos 80 anos,
  38. que nos dias em que tinham mais dores físicas a sua disposição continuava feliz. Mas .... pessoas
  39. que tinham relações infelizes, nos dias em que tinham mais dores físicas, elas eram reforçadas pelo
  40. sofrimento emocional”.
  41. asdA terceira e última lição é que as boas relações protegem não só o corpo, como também o
  42. cérebro: “Uma relação bem estabelecida com outra pessoa, aos 80 anos, é protetora. As pessoas
  43. que têm relações em que sentem que podem contar com outra pessoa em alturas de necessidade
  44. mantêm uma memória mais viva durante mais tempo. As pessoas com relações em que sentem
  45. que não podem contar com o outro são as que experimentam um declínio de memória mais precoce.
  46. As boas relações não têm que ser sempre fáceis. Alguns dos nossos octogenários podem discutir
  47. dia sim, dia não. Mas enquanto sentirem que podem contar um com o outro, quando as coisas
  48. aquecem, essas discussões não se fixam na memória.”
  49. asdPelas lições aprendidas, a tal felicidade parece fácil, não? Waldinger tem uma resposta para
  50. isso: somos seres humanos e lidar com a família e com os amigos é algo complicado, que dura a
  51. vida toda. “O que gostaríamos mesmo é de uma receita rápida, qualquer coisa que possamos
  52. arranjar que nos dê uma via boa e a mantenha dessa forma. As relações são conturbadas e
  53. complicadas.”
  54. asdPara se apoiar em boas relações, ele sugere atitudes cotidianas e acessíveis, como substituir
  55. a TV por tempo com as pessoas, fazer passeios, animar uma relação amorosa adormecida e falar
  56. com algum familiar com quem não se fala há anos. “Essas contendas familiares têm um efeito
  57. terrível na pessoa que guarda rancores”.


Texto adaptado para esta prova: http://super.abril.com.br/comportamento/saude-e-bem-estar-dependem-de-relacoes-

intimas-de-qualidade

Após a leitura do texto, é correto dizer que:

Alternativas
Q2758158 Português

Segundo Kaspary (2007), as abreviaturas para as palavras que seguem estão corretas, EXCETO:

Alternativas
Q2758136 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

O cérebro e a idade


  1. A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
  2. questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
  3. esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
  4. que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
  5. marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
  6. trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
  7. que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
  8. australiana, casada com aquele outro ator...”.
  9. Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
  10. cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
  11. ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
  12. lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
  13. envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
  14. reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
  15. autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
  16. fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
  17. do que costuma ser.
  18. Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
  19. Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
  20. estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
  21. comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
  22. o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
  23. o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
  24. memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
  25. igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
  26. tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
  27. sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
  28. É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
  29. chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
  30. ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
  31. expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
  32. de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
  33. que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
  34. maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
  35. instrumento melhor.
  36. A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
  37. o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
  38. se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
  39. do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
  40. situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
  41. Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.


Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.htmltexto especialmente adaptado para esta prova.

Como fica a correta redação do trecho a seguir, retirado do texto, se for passado para a voz ativa?


Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo...

Alternativas
Q2758135 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

O cérebro e a idade


  1. A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
  2. questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
  3. esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
  4. que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
  5. marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
  6. trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
  7. que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
  8. australiana, casada com aquele outro ator...”.
  9. Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
  10. cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
  11. ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
  12. lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
  13. envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
  14. reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
  15. autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
  16. fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
  17. do que costuma ser.
  18. Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
  19. Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
  20. estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
  21. comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
  22. o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
  23. o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
  24. memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
  25. igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
  26. tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
  27. sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
  28. É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
  29. chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
  30. ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
  31. expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
  32. de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
  33. que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
  34. maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
  35. instrumento melhor.
  36. A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
  37. o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
  38. se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
  39. do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
  40. situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
  41. Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.


Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.htmltexto especialmente adaptado para esta prova.

A frase a seguir, retirada do texto, aparece reescrita de várias maneiras nas alternativas. Assinale a que mantém a correção e o sentido original do texto.


Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro.

Alternativas
Q2758134 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

O cérebro e a idade


  1. A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
  2. questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
  3. esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
  4. que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
  5. marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
  6. trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
  7. que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
  8. australiana, casada com aquele outro ator...”.
  9. Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
  10. cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
  11. ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
  12. lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
  13. envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
  14. reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
  15. autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
  16. fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
  17. do que costuma ser.
  18. Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
  19. Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
  20. estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
  21. comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
  22. o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
  23. o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
  24. memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
  25. igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
  26. tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
  27. sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
  28. É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
  29. chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
  30. ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
  31. expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
  32. de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
  33. que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
  34. maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
  35. instrumento melhor.
  36. A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
  37. o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
  38. se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
  39. do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
  40. situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
  41. Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.


Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.htmltexto especialmente adaptado para esta prova.

As alternativas a seguir apresentam palavras que se acentuam por causa das mesmas regras que determinam a grafia de cérebro e início, EXCETO:

Alternativas
Q2758133 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

O cérebro e a idade


  1. A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
  2. questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
  3. esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
  4. que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
  5. marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
  6. trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
  7. que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
  8. australiana, casada com aquele outro ator...”.
  9. Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
  10. cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
  11. ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
  12. lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
  13. envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
  14. reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
  15. autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
  16. fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
  17. do que costuma ser.
  18. Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
  19. Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
  20. estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
  21. comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
  22. o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
  23. o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
  24. memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
  25. igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
  26. tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
  27. sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
  28. É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
  29. chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
  30. ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
  31. expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
  32. de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
  33. que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
  34. maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
  35. instrumento melhor.
  36. A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
  37. o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
  38. se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
  39. do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
  40. situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
  41. Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.


Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.htmltexto especialmente adaptado para esta prova.

A respeito do seguinte trecho do texto, assinale a alternativa em que as mudanças mantêm o sentido original, mas sem gírias ou coloquialismos.


“é a parte chata de um cérebro que bateu na meia-idade” (l. 09 e 10).

Alternativas
Q2758132 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

O cérebro e a idade


  1. A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
  2. questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
  3. esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
  4. que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
  5. marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
  6. trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
  7. que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
  8. australiana, casada com aquele outro ator...”.
  9. Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
  10. cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
  11. ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
  12. lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
  13. envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
  14. reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
  15. autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
  16. fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
  17. do que costuma ser.
  18. Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
  19. Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
  20. estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
  21. comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
  22. o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
  23. o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
  24. memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
  25. igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
  26. tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
  27. sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
  28. É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
  29. chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
  30. ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
  31. expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
  32. de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
  33. que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
  34. maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
  35. instrumento melhor.
  36. A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
  37. o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
  38. se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
  39. do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
  40. situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
  41. Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.


Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.htmltexto especialmente adaptado para esta prova.

Assinale a alternativa INCORRETA sobre o que informa o texto.

Alternativas
Q2758130 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

O cérebro e a idade


  1. A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
  2. questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
  3. esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
  4. que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
  5. marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
  6. trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
  7. que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
  8. australiana, casada com aquele outro ator...”.
  9. Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
  10. cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
  11. ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
  12. lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
  13. envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
  14. reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
  15. autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
  16. fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
  17. do que costuma ser.
  18. Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
  19. Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
  20. estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
  21. comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
  22. o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
  23. o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
  24. memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
  25. igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
  26. tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
  27. sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
  28. É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
  29. chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
  30. ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
  31. expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
  32. de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
  33. que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
  34. maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
  35. instrumento melhor.
  36. A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
  37. o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
  38. se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
  39. do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
  40. situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
  41. Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.


Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.htmltexto especialmente adaptado para esta prova.

Analise as seguintes assertivas sobre o texto:


I. No primeiro parágrafo, o texto faz com que o leitor imagine uma situação hipotética.

II. Na linha 09, constata-se que o texto não se dirige somente a pessoas que já chegaram à meia-idade.

III. Com relação ao cérebro, o texto diz que a maturidade vem acompanhada somente de aspectos negativos.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q2758129 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

O cérebro e a idade


  1. A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
  2. questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
  3. esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
  4. que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
  5. marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
  6. trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
  7. que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
  8. australiana, casada com aquele outro ator...”.
  9. Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
  10. cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
  11. ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
  12. lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
  13. envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
  14. reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
  15. autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
  16. fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
  17. do que costuma ser.
  18. Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
  19. Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
  20. estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
  21. comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
  22. o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
  23. o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
  24. memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
  25. igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
  26. tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
  27. sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
  28. É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
  29. chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
  30. ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
  31. expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
  32. de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
  33. que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
  34. maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
  35. instrumento melhor.
  36. A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
  37. o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
  38. se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
  39. do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
  40. situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
  41. Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.


Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.htmltexto especialmente adaptado para esta prova.

Assinale a alternativa em que a lacuna deve ser preenchida com o mesmo termo destacado no fragmento abaixo, retirado do texto.


“Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber o que tinha ido buscar.” (l. 22 e 23).

Alternativas
Q2758128 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

O cérebro e a idade


  1. A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
  2. questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
  3. esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
  4. que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
  5. marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
  6. trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
  7. que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
  8. australiana, casada com aquele outro ator...”.
  9. Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
  10. cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
  11. ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
  12. lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
  13. envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
  14. reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
  15. autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
  16. fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
  17. do que costuma ser.
  18. Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
  19. Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
  20. estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
  21. comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
  22. o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
  23. o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
  24. memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
  25. igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
  26. tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
  27. sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
  28. É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
  29. chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
  30. ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
  31. expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
  32. de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
  33. que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
  34. maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
  35. instrumento melhor.
  36. A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
  37. o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
  38. se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
  39. do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
  40. situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
  41. Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.


Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.htmltexto especialmente adaptado para esta prova.

Assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas, nas seguintes afirmações sobre elementos do texto.


( ) “ela” (l. 04) refere-se à “atriz famosa” (l. 03).

( ) “Essa” (l. 09) e “Ela” (l. 10) referem-se à mesma coisa.

( ) “cidadão” (l. 22) refere-se a “conhecido” (l. 20).


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q2758127 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

O cérebro e a idade


  1. A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
  2. questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
  3. esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
  4. que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
  5. marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
  6. trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
  7. que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
  8. australiana, casada com aquele outro ator...”.
  9. Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
  10. cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
  11. ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
  12. lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
  13. envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
  14. reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
  15. autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
  16. fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
  17. do que costuma ser.
  18. Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
  19. Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
  20. estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
  21. comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
  22. o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
  23. o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
  24. memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
  25. igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
  26. tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
  27. sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
  28. É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
  29. chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
  30. ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
  31. expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
  32. de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
  33. que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
  34. maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
  35. instrumento melhor.
  36. A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
  37. o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
  38. se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
  39. do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
  40. situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
  41. Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.


Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.htmltexto especialmente adaptado para esta prova.

Assinale a alternativa que NÃO pode preencher corretamente as lacunas pontilhadas das linhas 30 e 32, respectivamente, pois desobedece à norma gramatical.

Alternativas
Q2758126 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

O cérebro e a idade


  1. A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
  2. questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
  3. esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
  4. que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
  5. marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
  6. trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
  7. que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
  8. australiana, casada com aquele outro ator...”.
  9. Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
  10. cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
  11. ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
  12. lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
  13. envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
  14. reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
  15. autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
  16. fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
  17. do que costuma ser.
  18. Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
  19. Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
  20. estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
  21. comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
  22. o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
  23. o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
  24. memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
  25. igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
  26. tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
  27. sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
  28. É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
  29. chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
  30. ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
  31. expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
  32. de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
  33. que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
  34. maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
  35. instrumento melhor.
  36. A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
  37. o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
  38. se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
  39. do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
  40. situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
  41. Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.


Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.htmltexto especialmente adaptado para esta prova.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 12 e 37.

Alternativas
Q2751003 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


A ação humana e as enchentes


  1. A interferência humana sobre os cursos d'água, provocando enchentes e inundações, ocorre
  2. das mais diversas formas. Em casos extremos, porém menos comuns, tais situações podem estar
  3. relacionadas com rompimentos de diques e barragens, o que pode causar sérios danos _____
  4. sociedade. Quase sempre, entretanto, essa questão está ligada ao ______ uso do espaço urbano.
  5. Um problema que parece não ter uma solução rápida é o elevado índice de poluição, causado
  6. tanto pela ausência de consciência por parte da população quanto por sistemas ineficientes de
  7. coleta de lixo ou de distribuição de lixeiras pela cidade. Além do mais, ______ problemas
  8. causados pela poluição gerada por empresas e outros órgãos. Com isso, ocorre o entupimento
  9. dos bueiros que seriam responsáveis por conter parte da água que eleva o nível dos rios. Além
  10. do mais, o lixo gerado é levado pelas enxurradas e contribui ainda mais para elevar o volume das
  11. águas.
  12. Outra questão é a ocupação irregular ou desordenada do espaço geográfico: algumas áreas
  13. correspondem ao leito maior de um rio que, esporadicamente, inunda. Com a ocupação irregular
  14. dessas áreas – muitas vezes causada pela ausência de planejamento adequado –, as pessoas
  15. estão sujeitas à ocorrência de inundações. Além disso, a remoção da vegetação que compõe o
  16. entorno do rio pode intensificar o processo, pois ela teria a função de reter parte dos sedimentos
  17. que vão para o leito e aumentam o nível das águas.
  18. Apesar de todos os problemas mencionados, a causa considerada principal para as enchentes
  19. é, sem dúvida, a impermeabilização do solo. Com a pavimentação das ruas e a cimentação de
  20. quintais e calçadas, a maior parte da água, que deveria infiltrar no solo, escorre na superfície,
  21. provocando o aumento das enxurradas e a elevação dos rios. Além disso, a impermeabilização
  22. contribui para a elevação da velocidade desse escoamento, provocando erosões e causando
  23. outros tipos de desastres ambientais urbanos.
  24. Hoje ............... inúmeras medidas de combate às enchentes. A cidade de Belo Horizonte,
  25. por exemplo, contratou em outubro de 2013 alguns “olheiros”, que são funcionários encarregados
  26. de detectar o início de inundações em áreas de risco. Eles teriam a função de minimizar os efeitos
  27. da “inundação relâmpago”, aquela que ocorre em um curtíssimo período de tempo. Outras ações
  28. envolvem a construção de barragens e o desassoreamento do leito dos rios, em que todos os
  29. sedimentos existentes no fundo dos cursos d'água são removidos, aumentando a sua
  30. profundidade.
  31. Todas essas medidas, no entanto, são paliativas, ou seja: são apenas para minimizar ou
  32. combater uma situação já existente. A melhor forma de lidar com esse problema, na verdade, é
  33. realizar uma devida prevenção, através da construção de sistemas eficientes de drenagem, da
  34. desocupação de áreas de risco, da criação de reservas florestais nas margens dos rios, da
  35. diminuição dos índices de poluição e de geração de lixo, além de um planejamento urbano mais
  36. consistente.


Fonte: http://brasilescola.uol.com.br/geografia/enchentes.htm – Texto adaptado especialmente para esta prova.

O sentido de consistente (l. 36) no texto assemelha-se a qual dos seguintes casos?

Alternativas
Q2751002 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


A ação humana e as enchentes


  1. A interferência humana sobre os cursos d'água, provocando enchentes e inundações, ocorre
  2. das mais diversas formas. Em casos extremos, porém menos comuns, tais situações podem estar
  3. relacionadas com rompimentos de diques e barragens, o que pode causar sérios danos _____
  4. sociedade. Quase sempre, entretanto, essa questão está ligada ao ______ uso do espaço urbano.
  5. Um problema que parece não ter uma solução rápida é o elevado índice de poluição, causado
  6. tanto pela ausência de consciência por parte da população quanto por sistemas ineficientes de
  7. coleta de lixo ou de distribuição de lixeiras pela cidade. Além do mais, ______ problemas
  8. causados pela poluição gerada por empresas e outros órgãos. Com isso, ocorre o entupimento
  9. dos bueiros que seriam responsáveis por conter parte da água que eleva o nível dos rios. Além
  10. do mais, o lixo gerado é levado pelas enxurradas e contribui ainda mais para elevar o volume das
  11. águas.
  12. Outra questão é a ocupação irregular ou desordenada do espaço geográfico: algumas áreas
  13. correspondem ao leito maior de um rio que, esporadicamente, inunda. Com a ocupação irregular
  14. dessas áreas – muitas vezes causada pela ausência de planejamento adequado –, as pessoas
  15. estão sujeitas à ocorrência de inundações. Além disso, a remoção da vegetação que compõe o
  16. entorno do rio pode intensificar o processo, pois ela teria a função de reter parte dos sedimentos
  17. que vão para o leito e aumentam o nível das águas.
  18. Apesar de todos os problemas mencionados, a causa considerada principal para as enchentes
  19. é, sem dúvida, a impermeabilização do solo. Com a pavimentação das ruas e a cimentação de
  20. quintais e calçadas, a maior parte da água, que deveria infiltrar no solo, escorre na superfície,
  21. provocando o aumento das enxurradas e a elevação dos rios. Além disso, a impermeabilização
  22. contribui para a elevação da velocidade desse escoamento, provocando erosões e causando
  23. outros tipos de desastres ambientais urbanos.
  24. Hoje ............... inúmeras medidas de combate às enchentes. A cidade de Belo Horizonte,
  25. por exemplo, contratou em outubro de 2013 alguns “olheiros”, que são funcionários encarregados
  26. de detectar o início de inundações em áreas de risco. Eles teriam a função de minimizar os efeitos
  27. da “inundação relâmpago”, aquela que ocorre em um curtíssimo período de tempo. Outras ações
  28. envolvem a construção de barragens e o desassoreamento do leito dos rios, em que todos os
  29. sedimentos existentes no fundo dos cursos d'água são removidos, aumentando a sua
  30. profundidade.
  31. Todas essas medidas, no entanto, são paliativas, ou seja: são apenas para minimizar ou
  32. combater uma situação já existente. A melhor forma de lidar com esse problema, na verdade, é
  33. realizar uma devida prevenção, através da construção de sistemas eficientes de drenagem, da
  34. desocupação de áreas de risco, da criação de reservas florestais nas margens dos rios, da
  35. diminuição dos índices de poluição e de geração de lixo, além de um planejamento urbano mais
  36. consistente.


Fonte: http://brasilescola.uol.com.br/geografia/enchentes.htm – Texto adaptado especialmente para esta prova.

Assinale a alternativa em que as palavras NÃO são acentuadas graficamente pela mesma razão que se acentua interferência e rápida, respectivamente.

Alternativas
Q2751000 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


A ação humana e as enchentes


  1. A interferência humana sobre os cursos d'água, provocando enchentes e inundações, ocorre
  2. das mais diversas formas. Em casos extremos, porém menos comuns, tais situações podem estar
  3. relacionadas com rompimentos de diques e barragens, o que pode causar sérios danos _____
  4. sociedade. Quase sempre, entretanto, essa questão está ligada ao ______ uso do espaço urbano.
  5. Um problema que parece não ter uma solução rápida é o elevado índice de poluição, causado
  6. tanto pela ausência de consciência por parte da população quanto por sistemas ineficientes de
  7. coleta de lixo ou de distribuição de lixeiras pela cidade. Além do mais, ______ problemas
  8. causados pela poluição gerada por empresas e outros órgãos. Com isso, ocorre o entupimento
  9. dos bueiros que seriam responsáveis por conter parte da água que eleva o nível dos rios. Além
  10. do mais, o lixo gerado é levado pelas enxurradas e contribui ainda mais para elevar o volume das
  11. águas.
  12. Outra questão é a ocupação irregular ou desordenada do espaço geográfico: algumas áreas
  13. correspondem ao leito maior de um rio que, esporadicamente, inunda. Com a ocupação irregular
  14. dessas áreas – muitas vezes causada pela ausência de planejamento adequado –, as pessoas
  15. estão sujeitas à ocorrência de inundações. Além disso, a remoção da vegetação que compõe o
  16. entorno do rio pode intensificar o processo, pois ela teria a função de reter parte dos sedimentos
  17. que vão para o leito e aumentam o nível das águas.
  18. Apesar de todos os problemas mencionados, a causa considerada principal para as enchentes
  19. é, sem dúvida, a impermeabilização do solo. Com a pavimentação das ruas e a cimentação de
  20. quintais e calçadas, a maior parte da água, que deveria infiltrar no solo, escorre na superfície,
  21. provocando o aumento das enxurradas e a elevação dos rios. Além disso, a impermeabilização
  22. contribui para a elevação da velocidade desse escoamento, provocando erosões e causando
  23. outros tipos de desastres ambientais urbanos.
  24. Hoje ............... inúmeras medidas de combate às enchentes. A cidade de Belo Horizonte,
  25. por exemplo, contratou em outubro de 2013 alguns “olheiros”, que são funcionários encarregados
  26. de detectar o início de inundações em áreas de risco. Eles teriam a função de minimizar os efeitos
  27. da “inundação relâmpago”, aquela que ocorre em um curtíssimo período de tempo. Outras ações
  28. envolvem a construção de barragens e o desassoreamento do leito dos rios, em que todos os
  29. sedimentos existentes no fundo dos cursos d'água são removidos, aumentando a sua
  30. profundidade.
  31. Todas essas medidas, no entanto, são paliativas, ou seja: são apenas para minimizar ou
  32. combater uma situação já existente. A melhor forma de lidar com esse problema, na verdade, é
  33. realizar uma devida prevenção, através da construção de sistemas eficientes de drenagem, da
  34. desocupação de áreas de risco, da criação de reservas florestais nas margens dos rios, da
  35. diminuição dos índices de poluição e de geração de lixo, além de um planejamento urbano mais
  36. consistente.


Fonte: http://brasilescola.uol.com.br/geografia/enchentes.htm – Texto adaptado especialmente para esta prova.

Considere as seguintes afirmativas sobre a pontuação e a estrutura do texto:


I. O emprego das vírgulas que separam “Em casos extremos” (l. 02), “Com isso” (l. 08) e “esporadicamente” (l. 13) justifica-se pela mesma regra.

II. Na linha 12, os dois-pontos poderiam ser substituídos por vírgula seguida de “pois”, mantendo a correção e o sentido do texto.

III. Se o segmento “Apesar de todos os problemas mencionados” (l. 18) fosse deslocado para após “enchentes” (mesma linha), ficaria entre vírgulas (com inicial minúscula) e manteria o sentido e a correção do texto.


Quais estão corretas?

Alternativas
Respostas
12861: C
12862: B
12863: A
12864: C
12865: D
12866: C
12867: C
12868: E
12869: B
12870: D
12871: B
12872: C
12873: C
12874: C
12875: A
12876: E
12877: A
12878: D
12879: D
12880: E