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Sobre português para fundatec
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. O destaque ao longo do texto está citado na questão.

Analise as seguintes afirmações acerca das ocorrências da palavra que no texto, assinalando V, se verdadeiro, ou F, se falso.
( ) Na linha 06, a palavra que tem como referente a informação que ocorre na linha 05, podendo ser substituído corretamente por os quais.
( ) a qual poderia substituir adequada e corretamente a palavra que da linha 12.
( ) Na linha 19, o pronome relativo que tem como referente a expressão feições tropicais, sendo corretamente substituído por as quais.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. O destaque ao longo do texto está citado na questão.

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. O destaque ao longo do texto está citado na questão.

Avalie as afirmativas a seguir:
I. Na frase “Há muito o que fazer nessas áreas.” (l. 22-23), as palavras sublinhadas têm a mesma classificação quanto à classe gramatical.
II. Nas linhas 06 e 09, o vocábulo mais tem a mesma função.
III. Em segurança dos alimentos (l. 07), a expressão sublinhada representa um adjunto adverbial.
Quais estão corretas?
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. O destaque ao longo do texto está citado na questão.

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. O destaque ao longo do texto está citado na questão.

Avalie as afirmações que seguem sobre o seguinte fragmento do texto, assinalando V, se verdadeiro, ou F, se falso.
“O setor não esperou por “salvadores”; coletivamente arregaçou as mangas e foi buscar conhecimento, aproveitando inclusive a fase de boom das commodities.” (l. 23-25).
( ) Os “salvadores” poderiam salvar o setor, apesar de não estarem providos de conhecimento oriundo das commodities.
( ) A fase do boom das commodities foi um dos meios de que o setor se valeu para buscar conhecimento.
( ) O termo arregaçar as mangas poderia ser explicado como sendo a maneira utilizada pelo setor para agir coletivamente, a fim de atingir os “salvadores”.
( ) A supressão das aspas implica alteração no sentido que o vocábulo salvadores tem no contexto.
A ordem correta de preenchimento dos
parênteses, de cima para baixo, é:
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. O destaque ao longo do texto está citado na questão.

Relativamente ao uso da crase no texto, avalie as seguintes assertivas:
I. Na linha 01, o uso de à é obrigatório para preencher a lacuna pontilhada devido às exigências presentes no contexto.
II. Caso o vocábulo Garantiu (l. 05) fosse substituído por Deu garantia, o uso da crase imediatamente após o substantivo garantia seria obrigatório.
III. A supressão de para (l. 10) não implica alteração estrutural no contexto devido à ocorrência da preposição a.
Quais das propostas acima estão corretas, considerando a norma culta formal?
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. O destaque ao longo do texto está citado na questão.

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, conforme a ordem numérica, as lacunas das frases que seguem, todas retiradas do texto.
• o (1) _____________ tem ido bem (l. 01).
• da nossa população e (2) ___________ (3) __________ exportáveis (l. 05).
• sobre (4) _______ de agrotóxicos (l. 08-09).
• sem (5) ______ nos paradigmas (l. 26).
Analise as seguintes abreviaturas e assinale C, se corretas, ou I, se incorretas.
( ) Decreto – Dec.
( ) Resolução – Re.
( ) Maio – Mai.
( ) Pagamento – Pgto.
( ) Conselheiro – Con.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Instrução: As questões de números 01 a 08 referem-se ao texto abaixo.
O mito da felicidade
- A resposta de qualquer pai ou mãe, indagado sobre o que deseja para os filhos, está sempre
- na ponta da língua: “só quero que sejam felizes”. A frase não deixa dúvidas de que, numa
- sociedade moderna, livre de muitas das restrições morais e culturais do passado, a felicidade é
- vista como a maior realização de um indivíduo. Até governos nacionais __________ na obrigação
- de fazer algo a respeito. Neste ano, a China e o Reino Unido anunciaram a intenção de medir o
- grau de felicidade de seus habitantes. Os governantes, espera-se, querem o melhor para seu
- país, assim como os pais querem o melhor para seus filhos. Mas a ambição de sempre colocar
- um sorriso no rosto pode ter um efeito contrário. A pressão por ser feliz, condição nada fácil de
- ser definida, pode acabar reduzindo as chances de as pessoas viverem bem.
- O americano Martin Seligman, considerado o mestre da psicologia positiva, depois de estudar
- a busca da felicidade por mais de 20 anos, afirma ser tolice elegê-la como a única ambição na
- vida. Ex-presidente da Associação Americana de Psicologia, professor da Universidade da
- Pensilvânia, pai de sete filhos e avô pela quarta vez, Seligman reviu suas teorias e concluiu que
- é preciso relativizar a importância das emoções positivas. “Perseguir apenas a felicidade é
- enganoso”, diz Seligman. Segundo ele, a felicidade pode tornar a vida um pouco mais agradável.
- E só. Em seu lugar, o ser humano deveria buscar um objetivo mais simples e fácil de ser
- contemplado: o bem-estar.
- A ideia de que a vida é mais do que a busca de sensações positivas não é nova. Ao escrever
- que a felicidade é o motivo por trás de todas as razões humanas, Aristóteles (384 a.C.-322 a.C.)
- não defendia viver apenas em busca de emoções positivas e prazeres. Para o filósofo grego, ser
- feliz era praticar a virtude. Mesmo Thomas Jefferson, que __________ a felicidade a um direito
- na Declaração de Independência dos Estados Unidos, em 1776, não defendia ser feliz acima de
- qualquer coisa, como queremos hoje. No livro A democracia na América, Alexis de Tocqueville
- afirma que, para Jefferson, a felicidade envolvia conter desejos para obter objetivos de longo
- prazo, ou seja, o que muitos afobados de hoje resistem em fazer.
- A noção de que a felicidade é um objetivo tangível – e não um horizonte que norteia nossas
- ações – só se tornou dominante na sociedade moderna. Sua base vem do Iluminismo, que colocou
- o indivíduo – e suas necessidades – no centro das preocupações humanas. É dessa época a teoria
- utilitarista, que defendia a busca da maior quantidade de felicidade para o maior número de
- pessoas. Para o jurista e filósofo inglês Jeremy Bentham, a felicidade era a vitória do prazer sobre
- a dor. A partir do século XVIII, começou a ganhar força a ideia de que temos de evitar as
- sensações negativas. O principal problema dessa filosofia de vida é basear-se em princípios muito
- frágeis e efêmeros: as emoções. “Os sentimentos positivos e negativos não podem ser entendidos
- como fins em si mesmos”, afirma a pesquisadora norueguesa Ragnhild Bang Nes. “As emoções
- negativas, embora desagradáveis, podem servir de alerta para o indivíduo de que há um problema
- que precisa ser resolvido ou prepará-lo para experiências futuras”, diz ela.
- Uma pesquisa inédita encomendada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo
- (FIESP) revelou que 61% dos entrevistados acreditam que sua felicidade depende de si mesmos.
- A opinião é corroborada por estudos científicos, que mostram que a personalidade é o que mais
- influencia a felicidade. Já com relação ao dinheiro, seu efeito positivo parece estar ligado ao
- aumento do contato social. Para os estudiosos, “o dinheiro tem uma relação positiva com a
- felicidade, mas esta é pequena diante de fatores não monetários, como as relações sociais”.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,EMI236742-15228,00.html – Texto adaptado especialmente para esta prova.
Considere as seguintes assertivas:
I. Os segmentos intercalados “indagado sobre o que deseja para os filhos” (l. 01) e “depois de estudar a busca da felicidade por mais de 20 anos” (l. 10 e 11) equivalem-se em termos sintáticos, o que justifica a razão de ambos estarem entre vírgulas.
II. O ponto final da linha 18 poderia ser substituído por dois-pontos e inicial minúscula na sequência.
III. O segmento entre travessões (l. 26 e 27) poderia estar entre parênteses, pois a correção e o sentido seriam mantidos, mas seria obrigatório o uso de vírgula após o segundo parêntese.
IV. Na linha 38, seria correto colocar-se uma vírgula após (FIESP), já que isso facilitaria a leitura do texto.
Quais estão corretas?
Instrução: As questões de números 01 a 08 referem-se ao texto abaixo.
O mito da felicidade
- A resposta de qualquer pai ou mãe, indagado sobre o que deseja para os filhos, está sempre
- na ponta da língua: “só quero que sejam felizes”. A frase não deixa dúvidas de que, numa
- sociedade moderna, livre de muitas das restrições morais e culturais do passado, a felicidade é
- vista como a maior realização de um indivíduo. Até governos nacionais __________ na obrigação
- de fazer algo a respeito. Neste ano, a China e o Reino Unido anunciaram a intenção de medir o
- grau de felicidade de seus habitantes. Os governantes, espera-se, querem o melhor para seu
- país, assim como os pais querem o melhor para seus filhos. Mas a ambição de sempre colocar
- um sorriso no rosto pode ter um efeito contrário. A pressão por ser feliz, condição nada fácil de
- ser definida, pode acabar reduzindo as chances de as pessoas viverem bem.
- O americano Martin Seligman, considerado o mestre da psicologia positiva, depois de estudar
- a busca da felicidade por mais de 20 anos, afirma ser tolice elegê-la como a única ambição na
- vida. Ex-presidente da Associação Americana de Psicologia, professor da Universidade da
- Pensilvânia, pai de sete filhos e avô pela quarta vez, Seligman reviu suas teorias e concluiu que
- é preciso relativizar a importância das emoções positivas. “Perseguir apenas a felicidade é
- enganoso”, diz Seligman. Segundo ele, a felicidade pode tornar a vida um pouco mais agradável.
- E só. Em seu lugar, o ser humano deveria buscar um objetivo mais simples e fácil de ser
- contemplado: o bem-estar.
- A ideia de que a vida é mais do que a busca de sensações positivas não é nova. Ao escrever
- que a felicidade é o motivo por trás de todas as razões humanas, Aristóteles (384 a.C.-322 a.C.)
- não defendia viver apenas em busca de emoções positivas e prazeres. Para o filósofo grego, ser
- feliz era praticar a virtude. Mesmo Thomas Jefferson, que __________ a felicidade a um direito
- na Declaração de Independência dos Estados Unidos, em 1776, não defendia ser feliz acima de
- qualquer coisa, como queremos hoje. No livro A democracia na América, Alexis de Tocqueville
- afirma que, para Jefferson, a felicidade envolvia conter desejos para obter objetivos de longo
- prazo, ou seja, o que muitos afobados de hoje resistem em fazer.
- A noção de que a felicidade é um objetivo tangível – e não um horizonte que norteia nossas
- ações – só se tornou dominante na sociedade moderna. Sua base vem do Iluminismo, que colocou
- o indivíduo – e suas necessidades – no centro das preocupações humanas. É dessa época a teoria
- utilitarista, que defendia a busca da maior quantidade de felicidade para o maior número de
- pessoas. Para o jurista e filósofo inglês Jeremy Bentham, a felicidade era a vitória do prazer sobre
- a dor. A partir do século XVIII, começou a ganhar força a ideia de que temos de evitar as
- sensações negativas. O principal problema dessa filosofia de vida é basear-se em princípios muito
- frágeis e efêmeros: as emoções. “Os sentimentos positivos e negativos não podem ser entendidos
- como fins em si mesmos”, afirma a pesquisadora norueguesa Ragnhild Bang Nes. “As emoções
- negativas, embora desagradáveis, podem servir de alerta para o indivíduo de que há um problema
- que precisa ser resolvido ou prepará-lo para experiências futuras”, diz ela.
- Uma pesquisa inédita encomendada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo
- (FIESP) revelou que 61% dos entrevistados acreditam que sua felicidade depende de si mesmos.
- A opinião é corroborada por estudos científicos, que mostram que a personalidade é o que mais
- influencia a felicidade. Já com relação ao dinheiro, seu efeito positivo parece estar ligado ao
- aumento do contato social. Para os estudiosos, “o dinheiro tem uma relação positiva com a
- felicidade, mas esta é pequena diante de fatores não monetários, como as relações sociais”.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,EMI236742-15228,00.html – Texto adaptado especialmente para esta prova.
Assinale a alternativa em que a grafia das palavras obedece às mesmas regras de acentuação encontradas, respectivamente, em agradável, princípios, país e científicos.
Instrução: As questões de números 01 a 08 referem-se ao texto abaixo.
O mito da felicidade
- A resposta de qualquer pai ou mãe, indagado sobre o que deseja para os filhos, está sempre
- na ponta da língua: “só quero que sejam felizes”. A frase não deixa dúvidas de que, numa
- sociedade moderna, livre de muitas das restrições morais e culturais do passado, a felicidade é
- vista como a maior realização de um indivíduo. Até governos nacionais __________ na obrigação
- de fazer algo a respeito. Neste ano, a China e o Reino Unido anunciaram a intenção de medir o
- grau de felicidade de seus habitantes. Os governantes, espera-se, querem o melhor para seu
- país, assim como os pais querem o melhor para seus filhos. Mas a ambição de sempre colocar
- um sorriso no rosto pode ter um efeito contrário. A pressão por ser feliz, condição nada fácil de
- ser definida, pode acabar reduzindo as chances de as pessoas viverem bem.
- O americano Martin Seligman, considerado o mestre da psicologia positiva, depois de estudar
- a busca da felicidade por mais de 20 anos, afirma ser tolice elegê-la como a única ambição na
- vida. Ex-presidente da Associação Americana de Psicologia, professor da Universidade da
- Pensilvânia, pai de sete filhos e avô pela quarta vez, Seligman reviu suas teorias e concluiu que
- é preciso relativizar a importância das emoções positivas. “Perseguir apenas a felicidade é
- enganoso”, diz Seligman. Segundo ele, a felicidade pode tornar a vida um pouco mais agradável.
- E só. Em seu lugar, o ser humano deveria buscar um objetivo mais simples e fácil de ser
- contemplado: o bem-estar.
- A ideia de que a vida é mais do que a busca de sensações positivas não é nova. Ao escrever
- que a felicidade é o motivo por trás de todas as razões humanas, Aristóteles (384 a.C.-322 a.C.)
- não defendia viver apenas em busca de emoções positivas e prazeres. Para o filósofo grego, ser
- feliz era praticar a virtude. Mesmo Thomas Jefferson, que __________ a felicidade a um direito
- na Declaração de Independência dos Estados Unidos, em 1776, não defendia ser feliz acima de
- qualquer coisa, como queremos hoje. No livro A democracia na América, Alexis de Tocqueville
- afirma que, para Jefferson, a felicidade envolvia conter desejos para obter objetivos de longo
- prazo, ou seja, o que muitos afobados de hoje resistem em fazer.
- A noção de que a felicidade é um objetivo tangível – e não um horizonte que norteia nossas
- ações – só se tornou dominante na sociedade moderna. Sua base vem do Iluminismo, que colocou
- o indivíduo – e suas necessidades – no centro das preocupações humanas. É dessa época a teoria
- utilitarista, que defendia a busca da maior quantidade de felicidade para o maior número de
- pessoas. Para o jurista e filósofo inglês Jeremy Bentham, a felicidade era a vitória do prazer sobre
- a dor. A partir do século XVIII, começou a ganhar força a ideia de que temos de evitar as
- sensações negativas. O principal problema dessa filosofia de vida é basear-se em princípios muito
- frágeis e efêmeros: as emoções. “Os sentimentos positivos e negativos não podem ser entendidos
- como fins em si mesmos”, afirma a pesquisadora norueguesa Ragnhild Bang Nes. “As emoções
- negativas, embora desagradáveis, podem servir de alerta para o indivíduo de que há um problema
- que precisa ser resolvido ou prepará-lo para experiências futuras”, diz ela.
- Uma pesquisa inédita encomendada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo
- (FIESP) revelou que 61% dos entrevistados acreditam que sua felicidade depende de si mesmos.
- A opinião é corroborada por estudos científicos, que mostram que a personalidade é o que mais
- influencia a felicidade. Já com relação ao dinheiro, seu efeito positivo parece estar ligado ao
- aumento do contato social. Para os estudiosos, “o dinheiro tem uma relação positiva com a
- felicidade, mas esta é pequena diante de fatores não monetários, como as relações sociais”.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,EMI236742-15228,00.html – Texto adaptado especialmente para esta prova.
Assinale V, se verdadeiro, ou F, se falso, nas seguintes assertivas sobre elementos que se relacionam no texto.
( ) Na linha 26, “horizonte” é um predicativo de “felicidade” (l. 26).
( ) Na linha 27, “Sua base” reporta-se a “felicidade” (l. 26).
( ) Na linha 28, “dessa época” remete a “Iluminismo” (l. 27).
( ) Na linha 36, “lo” refere-se a “indivíduo” (l. 35).
( ) Na linha 42, “esta” refere-se a “relação positiva” (l. 41).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Instrução: As questões de números 01 a 08 referem-se ao texto abaixo.
O mito da felicidade
- A resposta de qualquer pai ou mãe, indagado sobre o que deseja para os filhos, está sempre
- na ponta da língua: “só quero que sejam felizes”. A frase não deixa dúvidas de que, numa
- sociedade moderna, livre de muitas das restrições morais e culturais do passado, a felicidade é
- vista como a maior realização de um indivíduo. Até governos nacionais __________ na obrigação
- de fazer algo a respeito. Neste ano, a China e o Reino Unido anunciaram a intenção de medir o
- grau de felicidade de seus habitantes. Os governantes, espera-se, querem o melhor para seu
- país, assim como os pais querem o melhor para seus filhos. Mas a ambição de sempre colocar
- um sorriso no rosto pode ter um efeito contrário. A pressão por ser feliz, condição nada fácil de
- ser definida, pode acabar reduzindo as chances de as pessoas viverem bem.
- O americano Martin Seligman, considerado o mestre da psicologia positiva, depois de estudar
- a busca da felicidade por mais de 20 anos, afirma ser tolice elegê-la como a única ambição na
- vida. Ex-presidente da Associação Americana de Psicologia, professor da Universidade da
- Pensilvânia, pai de sete filhos e avô pela quarta vez, Seligman reviu suas teorias e concluiu que
- é preciso relativizar a importância das emoções positivas. “Perseguir apenas a felicidade é
- enganoso”, diz Seligman. Segundo ele, a felicidade pode tornar a vida um pouco mais agradável.
- E só. Em seu lugar, o ser humano deveria buscar um objetivo mais simples e fácil de ser
- contemplado: o bem-estar.
- A ideia de que a vida é mais do que a busca de sensações positivas não é nova. Ao escrever
- que a felicidade é o motivo por trás de todas as razões humanas, Aristóteles (384 a.C.-322 a.C.)
- não defendia viver apenas em busca de emoções positivas e prazeres. Para o filósofo grego, ser
- feliz era praticar a virtude. Mesmo Thomas Jefferson, que __________ a felicidade a um direito
- na Declaração de Independência dos Estados Unidos, em 1776, não defendia ser feliz acima de
- qualquer coisa, como queremos hoje. No livro A democracia na América, Alexis de Tocqueville
- afirma que, para Jefferson, a felicidade envolvia conter desejos para obter objetivos de longo
- prazo, ou seja, o que muitos afobados de hoje resistem em fazer.
- A noção de que a felicidade é um objetivo tangível – e não um horizonte que norteia nossas
- ações – só se tornou dominante na sociedade moderna. Sua base vem do Iluminismo, que colocou
- o indivíduo – e suas necessidades – no centro das preocupações humanas. É dessa época a teoria
- utilitarista, que defendia a busca da maior quantidade de felicidade para o maior número de
- pessoas. Para o jurista e filósofo inglês Jeremy Bentham, a felicidade era a vitória do prazer sobre
- a dor. A partir do século XVIII, começou a ganhar força a ideia de que temos de evitar as
- sensações negativas. O principal problema dessa filosofia de vida é basear-se em princípios muito
- frágeis e efêmeros: as emoções. “Os sentimentos positivos e negativos não podem ser entendidos
- como fins em si mesmos”, afirma a pesquisadora norueguesa Ragnhild Bang Nes. “As emoções
- negativas, embora desagradáveis, podem servir de alerta para o indivíduo de que há um problema
- que precisa ser resolvido ou prepará-lo para experiências futuras”, diz ela.
- Uma pesquisa inédita encomendada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo
- (FIESP) revelou que 61% dos entrevistados acreditam que sua felicidade depende de si mesmos.
- A opinião é corroborada por estudos científicos, que mostram que a personalidade é o que mais
- influencia a felicidade. Já com relação ao dinheiro, seu efeito positivo parece estar ligado ao
- aumento do contato social. Para os estudiosos, “o dinheiro tem uma relação positiva com a
- felicidade, mas esta é pequena diante de fatores não monetários, como as relações sociais”.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,EMI236742-15228,00.html – Texto adaptado especialmente para esta prova.
Assinale a alternativa cuja proposta de alteração de vocabulário cause mudança de sentido no texto.
Instrução: As questões de números 01 a 08 referem-se ao texto abaixo.
O mito da felicidade
- A resposta de qualquer pai ou mãe, indagado sobre o que deseja para os filhos, está sempre
- na ponta da língua: “só quero que sejam felizes”. A frase não deixa dúvidas de que, numa
- sociedade moderna, livre de muitas das restrições morais e culturais do passado, a felicidade é
- vista como a maior realização de um indivíduo. Até governos nacionais __________ na obrigação
- de fazer algo a respeito. Neste ano, a China e o Reino Unido anunciaram a intenção de medir o
- grau de felicidade de seus habitantes. Os governantes, espera-se, querem o melhor para seu
- país, assim como os pais querem o melhor para seus filhos. Mas a ambição de sempre colocar
- um sorriso no rosto pode ter um efeito contrário. A pressão por ser feliz, condição nada fácil de
- ser definida, pode acabar reduzindo as chances de as pessoas viverem bem.
- O americano Martin Seligman, considerado o mestre da psicologia positiva, depois de estudar
- a busca da felicidade por mais de 20 anos, afirma ser tolice elegê-la como a única ambição na
- vida. Ex-presidente da Associação Americana de Psicologia, professor da Universidade da
- Pensilvânia, pai de sete filhos e avô pela quarta vez, Seligman reviu suas teorias e concluiu que
- é preciso relativizar a importância das emoções positivas. “Perseguir apenas a felicidade é
- enganoso”, diz Seligman. Segundo ele, a felicidade pode tornar a vida um pouco mais agradável.
- E só. Em seu lugar, o ser humano deveria buscar um objetivo mais simples e fácil de ser
- contemplado: o bem-estar.
- A ideia de que a vida é mais do que a busca de sensações positivas não é nova. Ao escrever
- que a felicidade é o motivo por trás de todas as razões humanas, Aristóteles (384 a.C.-322 a.C.)
- não defendia viver apenas em busca de emoções positivas e prazeres. Para o filósofo grego, ser
- feliz era praticar a virtude. Mesmo Thomas Jefferson, que __________ a felicidade a um direito
- na Declaração de Independência dos Estados Unidos, em 1776, não defendia ser feliz acima de
- qualquer coisa, como queremos hoje. No livro A democracia na América, Alexis de Tocqueville
- afirma que, para Jefferson, a felicidade envolvia conter desejos para obter objetivos de longo
- prazo, ou seja, o que muitos afobados de hoje resistem em fazer.
- A noção de que a felicidade é um objetivo tangível – e não um horizonte que norteia nossas
- ações – só se tornou dominante na sociedade moderna. Sua base vem do Iluminismo, que colocou
- o indivíduo – e suas necessidades – no centro das preocupações humanas. É dessa época a teoria
- utilitarista, que defendia a busca da maior quantidade de felicidade para o maior número de
- pessoas. Para o jurista e filósofo inglês Jeremy Bentham, a felicidade era a vitória do prazer sobre
- a dor. A partir do século XVIII, começou a ganhar força a ideia de que temos de evitar as
- sensações negativas. O principal problema dessa filosofia de vida é basear-se em princípios muito
- frágeis e efêmeros: as emoções. “Os sentimentos positivos e negativos não podem ser entendidos
- como fins em si mesmos”, afirma a pesquisadora norueguesa Ragnhild Bang Nes. “As emoções
- negativas, embora desagradáveis, podem servir de alerta para o indivíduo de que há um problema
- que precisa ser resolvido ou prepará-lo para experiências futuras”, diz ela.
- Uma pesquisa inédita encomendada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo
- (FIESP) revelou que 61% dos entrevistados acreditam que sua felicidade depende de si mesmos.
- A opinião é corroborada por estudos científicos, que mostram que a personalidade é o que mais
- influencia a felicidade. Já com relação ao dinheiro, seu efeito positivo parece estar ligado ao
- aumento do contato social. Para os estudiosos, “o dinheiro tem uma relação positiva com a
- felicidade, mas esta é pequena diante de fatores não monetários, como as relações sociais”.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,EMI236742-15228,00.html – Texto adaptado especialmente para esta prova.
Considere as seguintes ideias sobre o texto:
I. A resposta dos pais acerca do que desejam para seus filhos é, normalmente, a mesma.
II. A relação entre pais e filhos é comparada à relação entre governantes e seus países, ou seja, aos que vivem neles.
III. A busca da felicidade pode se tornar angustiante já que ninguém sabe o que significa, de fato, ser feliz.
IV. No Brasil, 61% da população acredita que a felicidade está no próprio indivíduo e não fora dele.
Quais delas NÃO encontram respaldo no texto?
Instrução: As questões de números 01 a 08 referem-se ao texto abaixo.
O mito da felicidade
- A resposta de qualquer pai ou mãe, indagado sobre o que deseja para os filhos, está sempre
- na ponta da língua: “só quero que sejam felizes”. A frase não deixa dúvidas de que, numa
- sociedade moderna, livre de muitas das restrições morais e culturais do passado, a felicidade é
- vista como a maior realização de um indivíduo. Até governos nacionais __________ na obrigação
- de fazer algo a respeito. Neste ano, a China e o Reino Unido anunciaram a intenção de medir o
- grau de felicidade de seus habitantes. Os governantes, espera-se, querem o melhor para seu
- país, assim como os pais querem o melhor para seus filhos. Mas a ambição de sempre colocar
- um sorriso no rosto pode ter um efeito contrário. A pressão por ser feliz, condição nada fácil de
- ser definida, pode acabar reduzindo as chances de as pessoas viverem bem.
- O americano Martin Seligman, considerado o mestre da psicologia positiva, depois de estudar
- a busca da felicidade por mais de 20 anos, afirma ser tolice elegê-la como a única ambição na
- vida. Ex-presidente da Associação Americana de Psicologia, professor da Universidade da
- Pensilvânia, pai de sete filhos e avô pela quarta vez, Seligman reviu suas teorias e concluiu que
- é preciso relativizar a importância das emoções positivas. “Perseguir apenas a felicidade é
- enganoso”, diz Seligman. Segundo ele, a felicidade pode tornar a vida um pouco mais agradável.
- E só. Em seu lugar, o ser humano deveria buscar um objetivo mais simples e fácil de ser
- contemplado: o bem-estar.
- A ideia de que a vida é mais do que a busca de sensações positivas não é nova. Ao escrever
- que a felicidade é o motivo por trás de todas as razões humanas, Aristóteles (384 a.C.-322 a.C.)
- não defendia viver apenas em busca de emoções positivas e prazeres. Para o filósofo grego, ser
- feliz era praticar a virtude. Mesmo Thomas Jefferson, que __________ a felicidade a um direito
- na Declaração de Independência dos Estados Unidos, em 1776, não defendia ser feliz acima de
- qualquer coisa, como queremos hoje. No livro A democracia na América, Alexis de Tocqueville
- afirma que, para Jefferson, a felicidade envolvia conter desejos para obter objetivos de longo
- prazo, ou seja, o que muitos afobados de hoje resistem em fazer.
- A noção de que a felicidade é um objetivo tangível – e não um horizonte que norteia nossas
- ações – só se tornou dominante na sociedade moderna. Sua base vem do Iluminismo, que colocou
- o indivíduo – e suas necessidades – no centro das preocupações humanas. É dessa época a teoria
- utilitarista, que defendia a busca da maior quantidade de felicidade para o maior número de
- pessoas. Para o jurista e filósofo inglês Jeremy Bentham, a felicidade era a vitória do prazer sobre
- a dor. A partir do século XVIII, começou a ganhar força a ideia de que temos de evitar as
- sensações negativas. O principal problema dessa filosofia de vida é basear-se em princípios muito
- frágeis e efêmeros: as emoções. “Os sentimentos positivos e negativos não podem ser entendidos
- como fins em si mesmos”, afirma a pesquisadora norueguesa Ragnhild Bang Nes. “As emoções
- negativas, embora desagradáveis, podem servir de alerta para o indivíduo de que há um problema
- que precisa ser resolvido ou prepará-lo para experiências futuras”, diz ela.
- Uma pesquisa inédita encomendada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo
- (FIESP) revelou que 61% dos entrevistados acreditam que sua felicidade depende de si mesmos.
- A opinião é corroborada por estudos científicos, que mostram que a personalidade é o que mais
- influencia a felicidade. Já com relação ao dinheiro, seu efeito positivo parece estar ligado ao
- aumento do contato social. Para os estudiosos, “o dinheiro tem uma relação positiva com a
- felicidade, mas esta é pequena diante de fatores não monetários, como as relações sociais”.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,EMI236742-15228,00.html – Texto adaptado especialmente para esta prova.
Assinale a alternativa correta segundo o texto.
Instrução: As questões de números 01 a 08 referem-se ao texto abaixo.
O mito da felicidade
- A resposta de qualquer pai ou mãe, indagado sobre o que deseja para os filhos, está sempre
- na ponta da língua: “só quero que sejam felizes”. A frase não deixa dúvidas de que, numa
- sociedade moderna, livre de muitas das restrições morais e culturais do passado, a felicidade é
- vista como a maior realização de um indivíduo. Até governos nacionais __________ na obrigação
- de fazer algo a respeito. Neste ano, a China e o Reino Unido anunciaram a intenção de medir o
- grau de felicidade de seus habitantes. Os governantes, espera-se, querem o melhor para seu
- país, assim como os pais querem o melhor para seus filhos. Mas a ambição de sempre colocar
- um sorriso no rosto pode ter um efeito contrário. A pressão por ser feliz, condição nada fácil de
- ser definida, pode acabar reduzindo as chances de as pessoas viverem bem.
- O americano Martin Seligman, considerado o mestre da psicologia positiva, depois de estudar
- a busca da felicidade por mais de 20 anos, afirma ser tolice elegê-la como a única ambição na
- vida. Ex-presidente da Associação Americana de Psicologia, professor da Universidade da
- Pensilvânia, pai de sete filhos e avô pela quarta vez, Seligman reviu suas teorias e concluiu que
- é preciso relativizar a importância das emoções positivas. “Perseguir apenas a felicidade é
- enganoso”, diz Seligman. Segundo ele, a felicidade pode tornar a vida um pouco mais agradável.
- E só. Em seu lugar, o ser humano deveria buscar um objetivo mais simples e fácil de ser
- contemplado: o bem-estar.
- A ideia de que a vida é mais do que a busca de sensações positivas não é nova. Ao escrever
- que a felicidade é o motivo por trás de todas as razões humanas, Aristóteles (384 a.C.-322 a.C.)
- não defendia viver apenas em busca de emoções positivas e prazeres. Para o filósofo grego, ser
- feliz era praticar a virtude. Mesmo Thomas Jefferson, que __________ a felicidade a um direito
- na Declaração de Independência dos Estados Unidos, em 1776, não defendia ser feliz acima de
- qualquer coisa, como queremos hoje. No livro A democracia na América, Alexis de Tocqueville
- afirma que, para Jefferson, a felicidade envolvia conter desejos para obter objetivos de longo
- prazo, ou seja, o que muitos afobados de hoje resistem em fazer.
- A noção de que a felicidade é um objetivo tangível – e não um horizonte que norteia nossas
- ações – só se tornou dominante na sociedade moderna. Sua base vem do Iluminismo, que colocou
- o indivíduo – e suas necessidades – no centro das preocupações humanas. É dessa época a teoria
- utilitarista, que defendia a busca da maior quantidade de felicidade para o maior número de
- pessoas. Para o jurista e filósofo inglês Jeremy Bentham, a felicidade era a vitória do prazer sobre
- a dor. A partir do século XVIII, começou a ganhar força a ideia de que temos de evitar as
- sensações negativas. O principal problema dessa filosofia de vida é basear-se em princípios muito
- frágeis e efêmeros: as emoções. “Os sentimentos positivos e negativos não podem ser entendidos
- como fins em si mesmos”, afirma a pesquisadora norueguesa Ragnhild Bang Nes. “As emoções
- negativas, embora desagradáveis, podem servir de alerta para o indivíduo de que há um problema
- que precisa ser resolvido ou prepará-lo para experiências futuras”, diz ela.
- Uma pesquisa inédita encomendada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo
- (FIESP) revelou que 61% dos entrevistados acreditam que sua felicidade depende de si mesmos.
- A opinião é corroborada por estudos científicos, que mostram que a personalidade é o que mais
- influencia a felicidade. Já com relação ao dinheiro, seu efeito positivo parece estar ligado ao
- aumento do contato social. Para os estudiosos, “o dinheiro tem uma relação positiva com a
- felicidade, mas esta é pequena diante de fatores não monetários, como as relações sociais”.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,EMI236742-15228,00.html – Texto adaptado especialmente para esta prova.
Considere as seguintes possibilidades de substituição de elementos do texto:
I. ‘sobre’ (l. 30) por ‘em oposição’.
II. ‘dinheiro’ (l. 40) por ‘riqueza’.
III. ‘aumento’ (l. 41) por ‘expansão’.
IV. ‘diante de’ (l. 42) por ‘se comparada’.
Quais delas criam condições para o emprego de à (sinal indicador de crase)?
Instrução: As questões de números 01 a 08 referem-se ao texto abaixo.
O mito da felicidade
- A resposta de qualquer pai ou mãe, indagado sobre o que deseja para os filhos, está sempre
- na ponta da língua: “só quero que sejam felizes”. A frase não deixa dúvidas de que, numa
- sociedade moderna, livre de muitas das restrições morais e culturais do passado, a felicidade é
- vista como a maior realização de um indivíduo. Até governos nacionais __________ na obrigação
- de fazer algo a respeito. Neste ano, a China e o Reino Unido anunciaram a intenção de medir o
- grau de felicidade de seus habitantes. Os governantes, espera-se, querem o melhor para seu
- país, assim como os pais querem o melhor para seus filhos. Mas a ambição de sempre colocar
- um sorriso no rosto pode ter um efeito contrário. A pressão por ser feliz, condição nada fácil de
- ser definida, pode acabar reduzindo as chances de as pessoas viverem bem.
- O americano Martin Seligman, considerado o mestre da psicologia positiva, depois de estudar
- a busca da felicidade por mais de 20 anos, afirma ser tolice elegê-la como a única ambição na
- vida. Ex-presidente da Associação Americana de Psicologia, professor da Universidade da
- Pensilvânia, pai de sete filhos e avô pela quarta vez, Seligman reviu suas teorias e concluiu que
- é preciso relativizar a importância das emoções positivas. “Perseguir apenas a felicidade é
- enganoso”, diz Seligman. Segundo ele, a felicidade pode tornar a vida um pouco mais agradável.
- E só. Em seu lugar, o ser humano deveria buscar um objetivo mais simples e fácil de ser
- contemplado: o bem-estar.
- A ideia de que a vida é mais do que a busca de sensações positivas não é nova. Ao escrever
- que a felicidade é o motivo por trás de todas as razões humanas, Aristóteles (384 a.C.-322 a.C.)
- não defendia viver apenas em busca de emoções positivas e prazeres. Para o filósofo grego, ser
- feliz era praticar a virtude. Mesmo Thomas Jefferson, que __________ a felicidade a um direito
- na Declaração de Independência dos Estados Unidos, em 1776, não defendia ser feliz acima de
- qualquer coisa, como queremos hoje. No livro A democracia na América, Alexis de Tocqueville
- afirma que, para Jefferson, a felicidade envolvia conter desejos para obter objetivos de longo
- prazo, ou seja, o que muitos afobados de hoje resistem em fazer.
- A noção de que a felicidade é um objetivo tangível – e não um horizonte que norteia nossas
- ações – só se tornou dominante na sociedade moderna. Sua base vem do Iluminismo, que colocou
- o indivíduo – e suas necessidades – no centro das preocupações humanas. É dessa época a teoria
- utilitarista, que defendia a busca da maior quantidade de felicidade para o maior número de
- pessoas. Para o jurista e filósofo inglês Jeremy Bentham, a felicidade era a vitória do prazer sobre
- a dor. A partir do século XVIII, começou a ganhar força a ideia de que temos de evitar as
- sensações negativas. O principal problema dessa filosofia de vida é basear-se em princípios muito
- frágeis e efêmeros: as emoções. “Os sentimentos positivos e negativos não podem ser entendidos
- como fins em si mesmos”, afirma a pesquisadora norueguesa Ragnhild Bang Nes. “As emoções
- negativas, embora desagradáveis, podem servir de alerta para o indivíduo de que há um problema
- que precisa ser resolvido ou prepará-lo para experiências futuras”, diz ela.
- Uma pesquisa inédita encomendada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo
- (FIESP) revelou que 61% dos entrevistados acreditam que sua felicidade depende de si mesmos.
- A opinião é corroborada por estudos científicos, que mostram que a personalidade é o que mais
- influencia a felicidade. Já com relação ao dinheiro, seu efeito positivo parece estar ligado ao
- aumento do contato social. Para os estudiosos, “o dinheiro tem uma relação positiva com a
- felicidade, mas esta é pequena diante de fatores não monetários, como as relações sociais”.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,EMI236742-15228,00.html – Texto adaptado especialmente para esta prova.
As lacunas das linhas 04 e 21 NÃO podem ser preenchidas respectivamente por:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Casas mais ricas têm mais tipos de insetos, diz estudo
Por Helô D'Angelo
01 __Se você sonha em morar numa mansão com um jardim gigante, naquele bairro nobre da
02 cidade, pense duas vezes. Segundo um estudo da Academia de Ciências da Califórnia, essas casas
03 chiquérrimas têm duas vezes mais espécies de insetos do que as mais simples.
04__Os cientistas investigaram a presença de insetos em 100 casas na Carolina do Norte – 50
05 mansões e 50 lares mais pobres –, em bairros ricos e pobres. Eles descobriram que, nos casarões,
06 havia 100 espécies diferentes – entre elas, aranhas, mosquitos, centopeias e baratas. Já nas
07 casas mais modestas, os caras encontraram menos da metade dessa diversidade.
08__Veja bem: não é que as casas mais ricas tenham mais insetos – a diversidade de espécies
09 só é maior nesses casos. No começo, os cientistas achavam que isso acontecia porque as mansões
10 tinham jardins, mas só essa explicação não dava conta do mistério, já que as residências pobres
11 muitas vezes tinham jardins e hortas do mesmo tamanho ou até maiores do que os das casas
12 ricas.
13__Então, os pesquisadores acreditam que a concentração maior de espécies nos lares chiques
14 aconteça por causa do "efeito de luxo": em bairros nobres, geralmente há mais vegetação,
15 parques e praças, além dos jardins das casas em si, o que torna mais fácil para os insetos – e
16 outras espécies, como pássaros, lagartos e morcegos – se reproduzirem.
17__Com esse estudo, os caras concluíram que a urbanização tem um impacto ainda maior do
18 que se imaginava na biodiversidade das cidades – mas que manter áreas verdes dentro e fora
19 das casas pode ajudar a preservá-la.
(http://super.abril.com.br/ciencia/casas-mais-ricas-tem-mais-tipos-de-insetos-diz-estudo – texto adaptado para essa
prova.)
Em relação aos sinais de pontuação que aparecem no texto, analise as afirmações que seguem:
I. A vírgula da linha 01 separa um aposto.
II. Na linha 06, as três vírgulas separam termos de mesmo valor sintático.
III. Os travessões da linha 15 e da linha 16poderiam ser substituídos por vírgulas, pois apresentam a mesma função.
Quais estão corretas?
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Casas mais ricas têm mais tipos de insetos, diz estudo
Por Helô D'Angelo
01 __Se você sonha em morar numa mansão com um jardim gigante, naquele bairro nobre da
02 cidade, pense duas vezes. Segundo um estudo da Academia de Ciências da Califórnia, essas casas
03 chiquérrimas têm duas vezes mais espécies de insetos do que as mais simples.
04__Os cientistas investigaram a presença de insetos em 100 casas na Carolina do Norte – 50
05 mansões e 50 lares mais pobres –, em bairros ricos e pobres. Eles descobriram que, nos casarões,
06 havia 100 espécies diferentes – entre elas, aranhas, mosquitos, centopeias e baratas. Já nas
07 casas mais modestas, os caras encontraram menos da metade dessa diversidade.
08__Veja bem: não é que as casas mais ricas tenham mais insetos – a diversidade de espécies
09 só é maior nesses casos. No começo, os cientistas achavam que isso acontecia porque as mansões
10 tinham jardins, mas só essa explicação não dava conta do mistério, já que as residências pobres
11 muitas vezes tinham jardins e hortas do mesmo tamanho ou até maiores do que os das casas
12 ricas.
13__Então, os pesquisadores acreditam que a concentração maior de espécies nos lares chiques
14 aconteça por causa do "efeito de luxo": em bairros nobres, geralmente há mais vegetação,
15 parques e praças, além dos jardins das casas em si, o que torna mais fácil para os insetos – e
16 outras espécies, como pássaros, lagartos e morcegos – se reproduzirem.
17__Com esse estudo, os caras concluíram que a urbanização tem um impacto ainda maior do
18 que se imaginava na biodiversidade das cidades – mas que manter áreas verdes dentro e fora
19 das casas pode ajudar a preservá-la.
(http://super.abril.com.br/ciencia/casas-mais-ricas-tem-mais-tipos-de-insetos-diz-estudo – texto adaptado para essa
prova.)
Em “mas só essa explicação não dava conta do mistério” (l. 10), a conjunçãosublinhada NÃO poderia ser substituída por:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Casas mais ricas têm mais tipos de insetos, diz estudo
Por Helô D'Angelo
01 __Se você sonha em morar numa mansão com um jardim gigante, naquele bairro nobre da
02 cidade, pense duas vezes. Segundo um estudo da Academia de Ciências da Califórnia, essas casas
03 chiquérrimas têm duas vezes mais espécies de insetos do que as mais simples.
04__Os cientistas investigaram a presença de insetos em 100 casas na Carolina do Norte – 50
05 mansões e 50 lares mais pobres –, em bairros ricos e pobres. Eles descobriram que, nos casarões,
06 havia 100 espécies diferentes – entre elas, aranhas, mosquitos, centopeias e baratas. Já nas
07 casas mais modestas, os caras encontraram menos da metade dessa diversidade.
08__Veja bem: não é que as casas mais ricas tenham mais insetos – a diversidade de espécies
09 só é maior nesses casos. No começo, os cientistas achavam que isso acontecia porque as mansões
10 tinham jardins, mas só essa explicação não dava conta do mistério, já que as residências pobres
11 muitas vezes tinham jardins e hortas do mesmo tamanho ou até maiores do que os das casas
12 ricas.
13__Então, os pesquisadores acreditam que a concentração maior de espécies nos lares chiques
14 aconteça por causa do "efeito de luxo": em bairros nobres, geralmente há mais vegetação,
15 parques e praças, além dos jardins das casas em si, o que torna mais fácil para os insetos – e
16 outras espécies, como pássaros, lagartos e morcegos – se reproduzirem.
17__Com esse estudo, os caras concluíram que a urbanização tem um impacto ainda maior do
18 que se imaginava na biodiversidade das cidades – mas que manter áreas verdes dentro e fora
19 das casas pode ajudar a preservá-la.
(http://super.abril.com.br/ciencia/casas-mais-ricas-tem-mais-tipos-de-insetos-diz-estudo – texto adaptado para essa
prova.)
Na frase “Os cientistas investigaram a presença de insetos” (l. 04), os termos sublinhados são classificados, correta erespectivamente, como:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Casas mais ricas têm mais tipos de insetos, diz estudo
Por Helô D'Angelo
01 __Se você sonha em morar numa mansão com um jardim gigante, naquele bairro nobre da
02 cidade, pense duas vezes. Segundo um estudo da Academia de Ciências da Califórnia, essas casas
03 chiquérrimas têm duas vezes mais espécies de insetos do que as mais simples.
04__Os cientistas investigaram a presença de insetos em 100 casas na Carolina do Norte – 50
05 mansões e 50 lares mais pobres –, em bairros ricos e pobres. Eles descobriram que, nos casarões,
06 havia 100 espécies diferentes – entre elas, aranhas, mosquitos, centopeias e baratas. Já nas
07 casas mais modestas, os caras encontraram menos da metade dessa diversidade.
08__Veja bem: não é que as casas mais ricas tenham mais insetos – a diversidade de espécies
09 só é maior nesses casos. No começo, os cientistas achavam que isso acontecia porque as mansões
10 tinham jardins, mas só essa explicação não dava conta do mistério, já que as residências pobres
11 muitas vezes tinham jardins e hortas do mesmo tamanho ou até maiores do que os das casas
12 ricas.
13__Então, os pesquisadores acreditam que a concentração maior de espécies nos lares chiques
14 aconteça por causa do "efeito de luxo": em bairros nobres, geralmente há mais vegetação,
15 parques e praças, além dos jardins das casas em si, o que torna mais fácil para os insetos – e
16 outras espécies, como pássaros, lagartos e morcegos – se reproduzirem.
17__Com esse estudo, os caras concluíram que a urbanização tem um impacto ainda maior do
18 que se imaginava na biodiversidade das cidades – mas que manter áreas verdes dentro e fora
19 das casas pode ajudar a preservá-la.
(http://super.abril.com.br/ciencia/casas-mais-ricas-tem-mais-tipos-de-insetos-diz-estudo – texto adaptado para essa
prova.)
Se no período “já que as residências pobres muitas vezes tinham jardins e hortas do mesmo tamanho” (l. 10-11) apalavra ‘residências’ fosse passada para osingular, quantas outras modificações deveriamocorrer para manter a correção da frase?