Questões de Concurso Sobre português para fundatec

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Q4166516 Português
Instrução: A questão refere - se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

Fumantes podem sofrer efeitos mais graves da Covid-19?

Câmara Municipal de São Paulo 

(Disponível em: https://www.saopaulo.sp.leg.br/coronavirus/duvidas/fumantes-podem-sofrer-efeitos-mais-
graves-da-covid-19/ – Texto especialmente adaptado para esta prova). 
Analise as assertivas abaixo sobre o texto:
I. O desafio de parar de fumar tornou-se fácil após o início da pandemia da Covid-19.
II. No estudo, pacientes fumantes diagnosticados com pneumonia associada ao coronavírus têm menos chances de desenvolver sintomas graves da doença.
III. Os pulmões do fumante têm menor capacidade, por isso as chances de agravamento da doença são maiores.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q4166515 Português
Instrução: A questão refere - se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

Fumantes podem sofrer efeitos mais graves da Covid-19?

Câmara Municipal de São Paulo 

(Disponível em: https://www.saopaulo.sp.leg.br/coronavirus/duvidas/fumantes-podem-sofrer-efeitos-mais-
graves-da-covid-19/ – Texto especialmente adaptado para esta prova). 
É correto afirmar, de acordo com o texto, que: 
Alternativas
Q4166397 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.  



O médico cantor que toca músicas escolhidas pelos pacientes em UTI de hospital de Porto Alegre




(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/porto-alegre/noticia/2021/10/ – Texto adaptado especialmente para esta prova). 

Assinale a alternativa cujo segmento do texto está em sentido denotativo, ou seja, NÃO tem figura de linguagem. 
Alternativas
Q4166396 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.  



O médico cantor que toca músicas escolhidas pelos pacientes em UTI de hospital de Porto Alegre




(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/porto-alegre/noticia/2021/10/ – Texto adaptado especialmente para esta prova). 

Assinale a alternativa cujo termo NÃO faz referência a Capaverde (l. 16).
Alternativas
Q4166395 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.  



O médico cantor que toca músicas escolhidas pelos pacientes em UTI de hospital de Porto Alegre




(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/porto-alegre/noticia/2021/10/ – Texto adaptado especialmente para esta prova). 

As lacunas tracejadas das linhas 04, 09 e 13 podem ser preenchidas, correta e respectivamente, com os termos das seguintes alternativas, EXCETO: 
Alternativas
Q4166224 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.



 O médico cantor que toca músicas escolhidas pelos pacientes em UTI de hospital de Porto Alegre 



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/porto-alegre/noticia/2021/10/ – Texto adaptado

especialmente para esta prova). 

Analise as possíveis substituições das formas verbais do seguinte fragmento do texto: “Em casa, onde mantém mais de uma dezena de equipamentos, viu essa paixão ser acompanhada (l. 16-17).”
I. Em casa, onde manteve mais de uma dezena de equipamentos, viu essa paixão ser acompanhada...
II. Em casa, onde mantinha mais de uma dezena de equipamentos, via essa paixão ser acompanhada...
III. Em casa, quando manter mais de uma dezena de equipamentos, verá essa paixão ser acompanhada...
Quais estão corretas? 
Alternativas
Q4166223 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.



 O médico cantor que toca músicas escolhidas pelos pacientes em UTI de hospital de Porto Alegre 



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/porto-alegre/noticia/2021/10/ – Texto adaptado

especialmente para esta prova). 

Assinale a alternativa correta acerca do que se diz sobre a grafia e os fonemas de palavras do texto. 
Alternativas
Q2676826 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


Como a alfabetização sofreu na pandemia: 'criança que já deveria saber ler ainda não domina o abc'


Por Paula A. Idoeta


  1. Na turma da professora Ana Carolina Guimarães, há, hoje, desde crianças que já
  2. conseguem ler textos com facilidade até os alunos que, aos 8 ou 9 anos de idade, ainda ______
  3. criaram familiaridade com todas as letras do alfabeto. O cenário da volta às aulas preocupou a
  4. professora do 3° ano do ensino fundamental I na Escola Estadual São Bento, em Belo Horizonte
  5. (MG) – que por enquanto está funcionando em modelo híbrido, em que as crianças alternam
  6. entre uma semana na escola e uma semana no ensino remoto.
  7. A preocupação da professora se deve ao fato de que, em condições normais, na 3ª série,
  8. as crianças já costumam estar na fase final do aprendizado básico de leitura e escrita.
  9. Crianças vulneráveis de 5 a 10 anos de idade – as que cursam o final da educação infantil
  10. e todo o ensino fundamental I – foram um grupo particularmente sensível às dificuldades dos
  11. mais de 18 meses de ensino a distância na pandemia. É porque elas estão em uma fase ______
  12. de seu desenvolvimento escolar: a da alfabetização e da consolidação da leitura, da escrita e dos
  13. fundamentos matemáticos. Nessa idade, elas ..... pouca autonomia no ensino remoto, e,
  14. portanto o contato próximo delas com os professores fez muita falta.
  15. Em abril, uma pesquisa divulgada pela Unicef e a organização Cenpec Educação apontou
  16. que a faixa etária correspondente ao ensino fundamental I foi a mais afetada pela ________
  17. escolar durante a pandemia. "Isso engloba desde crianças que não estavam matriculadas nas
  18. escolas ou que, no último mês (antes da pesquisa), não tinham tido nenhum tipo de contato com
  19. sua escola, nem por ou por acesso às aulas online. E o vínculo com a escola é importantíssimo",
  20. explica Anna Helena Altenfelder, presidente do Cenpec.
  21. Além disso, o ensino fundamental I público vinha melhorando constantemente seus
  22. indicadores de ensino – e embora estivesse aquém do ideal, repetidamente superava as metas
  23. oficiais de desempenho na grande maioria dos estados brasileiros.
  24. Agora, a pandemia reverteu, pelo menos temporariamente, essa universalização, e corre
  25. o risco de trazer retrocessos conquistados ao longo de décadas, aponta o economista Marcelo
  26. Neri – diretor do FGV Social e especialista em mensuração de desigualdades – o qual identificou
  27. que a taxa de evasão escolar nas idades de 5 a 9 anos era de apenas 1,39% em 2019, mas
  28. subiu para 5,5% no final de 2020 – o maior aumento percentual entre todas as faixas etárias.
  29. "Era a faixa etária onde a gente havia tido grandes avanços não apenas na universalização, a
  30. partir dos anos 1990, mas também na aprendizagem", diz Neri à BBC News Brasil.
  31. O economista explica que, para além do fato de muitas crianças dessa idade estarem na
  32. delicada fase de alfabetização, elas também são desproporcionalmente mais afetadas pela
  33. desconectividade e pela pobreza no Brasil.
  34. Não à toa a evasão observada por Neri foi mais aguda nas regiões mais remotas e carentes
  35. do país (principalmente na região Norte), e entre a população negra, também
  36. desproporcionalmente afetada pela desigualdade social e de renda.
  37. Agora, uma preocupação de especialistas e educadores é que as lacunas na alfabetização
  38. durante a pandemia, caso não sejam enfrentadas, virem uma bola de neve que prejudique o
  39. desempenho das crianças nas etapas seguintes de ensino.
  40. "E para aprender a ler e escrever elas precisam de experiências pedagógicas intencionais
  41. e de interações (com adultos e entre si) que não aconteceram na quantidade necessária durante
  42. a pandemia".
  43. Mas isso não significa que essas crianças estejam "fadadas a arrastar esse fracasso" ao
  44. longo de sua vida, prossegue a educadora, sobretudo porque elas ainda ..... bastante tempo de
  45. anos escolares pela frente.
  46. "Um trabalho consistente certamente é capaz de resgatar essas competências de leitura
  47. e escrita. (...). É algo possível e que sabemos fazer no Brasil. Mas as escolas não farão isso
  48. sozinhas, os professores vão precisar de apoio".


(Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/19/10/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que melhor representa o objetivo do texto.

Alternativas
Q2676825 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


Como a alfabetização sofreu na pandemia: 'criança que já deveria saber ler ainda não domina o abc'


Por Paula A. Idoeta


  1. Na turma da professora Ana Carolina Guimarães, há, hoje, desde crianças que já
  2. conseguem ler textos com facilidade até os alunos que, aos 8 ou 9 anos de idade, ainda ______
  3. criaram familiaridade com todas as letras do alfabeto. O cenário da volta às aulas preocupou a
  4. professora do 3° ano do ensino fundamental I na Escola Estadual São Bento, em Belo Horizonte
  5. (MG) – que por enquanto está funcionando em modelo híbrido, em que as crianças alternam
  6. entre uma semana na escola e uma semana no ensino remoto.
  7. A preocupação da professora se deve ao fato de que, em condições normais, na 3ª série,
  8. as crianças já costumam estar na fase final do aprendizado básico de leitura e escrita.
  9. Crianças vulneráveis de 5 a 10 anos de idade – as que cursam o final da educação infantil
  10. e todo o ensino fundamental I – foram um grupo particularmente sensível às dificuldades dos
  11. mais de 18 meses de ensino a distância na pandemia. É porque elas estão em uma fase ______
  12. de seu desenvolvimento escolar: a da alfabetização e da consolidação da leitura, da escrita e dos
  13. fundamentos matemáticos. Nessa idade, elas ..... pouca autonomia no ensino remoto, e,
  14. portanto o contato próximo delas com os professores fez muita falta.
  15. Em abril, uma pesquisa divulgada pela Unicef e a organização Cenpec Educação apontou
  16. que a faixa etária correspondente ao ensino fundamental I foi a mais afetada pela ________
  17. escolar durante a pandemia. "Isso engloba desde crianças que não estavam matriculadas nas
  18. escolas ou que, no último mês (antes da pesquisa), não tinham tido nenhum tipo de contato com
  19. sua escola, nem por ou por acesso às aulas online. E o vínculo com a escola é importantíssimo",
  20. explica Anna Helena Altenfelder, presidente do Cenpec.
  21. Além disso, o ensino fundamental I público vinha melhorando constantemente seus
  22. indicadores de ensino – e embora estivesse aquém do ideal, repetidamente superava as metas
  23. oficiais de desempenho na grande maioria dos estados brasileiros.
  24. Agora, a pandemia reverteu, pelo menos temporariamente, essa universalização, e corre
  25. o risco de trazer retrocessos conquistados ao longo de décadas, aponta o economista Marcelo
  26. Neri – diretor do FGV Social e especialista em mensuração de desigualdades – o qual identificou
  27. que a taxa de evasão escolar nas idades de 5 a 9 anos era de apenas 1,39% em 2019, mas
  28. subiu para 5,5% no final de 2020 – o maior aumento percentual entre todas as faixas etárias.
  29. "Era a faixa etária onde a gente havia tido grandes avanços não apenas na universalização, a
  30. partir dos anos 1990, mas também na aprendizagem", diz Neri à BBC News Brasil.
  31. O economista explica que, para além do fato de muitas crianças dessa idade estarem na
  32. delicada fase de alfabetização, elas também são desproporcionalmente mais afetadas pela
  33. desconectividade e pela pobreza no Brasil.
  34. Não à toa a evasão observada por Neri foi mais aguda nas regiões mais remotas e carentes
  35. do país (principalmente na região Norte), e entre a população negra, também
  36. desproporcionalmente afetada pela desigualdade social e de renda.
  37. Agora, uma preocupação de especialistas e educadores é que as lacunas na alfabetização
  38. durante a pandemia, caso não sejam enfrentadas, virem uma bola de neve que prejudique o
  39. desempenho das crianças nas etapas seguintes de ensino.
  40. "E para aprender a ler e escrever elas precisam de experiências pedagógicas intencionais
  41. e de interações (com adultos e entre si) que não aconteceram na quantidade necessária durante
  42. a pandemia".
  43. Mas isso não significa que essas crianças estejam "fadadas a arrastar esse fracasso" ao
  44. longo de sua vida, prossegue a educadora, sobretudo porque elas ainda ..... bastante tempo de
  45. anos escolares pela frente.
  46. "Um trabalho consistente certamente é capaz de resgatar essas competências de leitura
  47. e escrita. (...). É algo possível e que sabemos fazer no Brasil. Mas as escolas não farão isso
  48. sozinhas, os professores vão precisar de apoio".


(Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/19/10/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Sobre o uso dos travessões nas linhas 09 e 10, pode-se dizer que:

Alternativas
Q2676824 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


Como a alfabetização sofreu na pandemia: 'criança que já deveria saber ler ainda não domina o abc'


Por Paula A. Idoeta


  1. Na turma da professora Ana Carolina Guimarães, há, hoje, desde crianças que já
  2. conseguem ler textos com facilidade até os alunos que, aos 8 ou 9 anos de idade, ainda ______
  3. criaram familiaridade com todas as letras do alfabeto. O cenário da volta às aulas preocupou a
  4. professora do 3° ano do ensino fundamental I na Escola Estadual São Bento, em Belo Horizonte
  5. (MG) – que por enquanto está funcionando em modelo híbrido, em que as crianças alternam
  6. entre uma semana na escola e uma semana no ensino remoto.
  7. A preocupação da professora se deve ao fato de que, em condições normais, na 3ª série,
  8. as crianças já costumam estar na fase final do aprendizado básico de leitura e escrita.
  9. Crianças vulneráveis de 5 a 10 anos de idade – as que cursam o final da educação infantil
  10. e todo o ensino fundamental I – foram um grupo particularmente sensível às dificuldades dos
  11. mais de 18 meses de ensino a distância na pandemia. É porque elas estão em uma fase ______
  12. de seu desenvolvimento escolar: a da alfabetização e da consolidação da leitura, da escrita e dos
  13. fundamentos matemáticos. Nessa idade, elas ..... pouca autonomia no ensino remoto, e,
  14. portanto o contato próximo delas com os professores fez muita falta.
  15. Em abril, uma pesquisa divulgada pela Unicef e a organização Cenpec Educação apontou
  16. que a faixa etária correspondente ao ensino fundamental I foi a mais afetada pela ________
  17. escolar durante a pandemia. "Isso engloba desde crianças que não estavam matriculadas nas
  18. escolas ou que, no último mês (antes da pesquisa), não tinham tido nenhum tipo de contato com
  19. sua escola, nem por ou por acesso às aulas online. E o vínculo com a escola é importantíssimo",
  20. explica Anna Helena Altenfelder, presidente do Cenpec.
  21. Além disso, o ensino fundamental I público vinha melhorando constantemente seus
  22. indicadores de ensino – e embora estivesse aquém do ideal, repetidamente superava as metas
  23. oficiais de desempenho na grande maioria dos estados brasileiros.
  24. Agora, a pandemia reverteu, pelo menos temporariamente, essa universalização, e corre
  25. o risco de trazer retrocessos conquistados ao longo de décadas, aponta o economista Marcelo
  26. Neri – diretor do FGV Social e especialista em mensuração de desigualdades – o qual identificou
  27. que a taxa de evasão escolar nas idades de 5 a 9 anos era de apenas 1,39% em 2019, mas
  28. subiu para 5,5% no final de 2020 – o maior aumento percentual entre todas as faixas etárias.
  29. "Era a faixa etária onde a gente havia tido grandes avanços não apenas na universalização, a
  30. partir dos anos 1990, mas também na aprendizagem", diz Neri à BBC News Brasil.
  31. O economista explica que, para além do fato de muitas crianças dessa idade estarem na
  32. delicada fase de alfabetização, elas também são desproporcionalmente mais afetadas pela
  33. desconectividade e pela pobreza no Brasil.
  34. Não à toa a evasão observada por Neri foi mais aguda nas regiões mais remotas e carentes
  35. do país (principalmente na região Norte), e entre a população negra, também
  36. desproporcionalmente afetada pela desigualdade social e de renda.
  37. Agora, uma preocupação de especialistas e educadores é que as lacunas na alfabetização
  38. durante a pandemia, caso não sejam enfrentadas, virem uma bola de neve que prejudique o
  39. desempenho das crianças nas etapas seguintes de ensino.
  40. "E para aprender a ler e escrever elas precisam de experiências pedagógicas intencionais
  41. e de interações (com adultos e entre si) que não aconteceram na quantidade necessária durante
  42. a pandemia".
  43. Mas isso não significa que essas crianças estejam "fadadas a arrastar esse fracasso" ao
  44. longo de sua vida, prossegue a educadora, sobretudo porque elas ainda ..... bastante tempo de
  45. anos escolares pela frente.
  46. "Um trabalho consistente certamente é capaz de resgatar essas competências de leitura
  47. e escrita. (...). É algo possível e que sabemos fazer no Brasil. Mas as escolas não farão isso
  48. sozinhas, os professores vão precisar de apoio".


(Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/19/10/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Na linha 38, caso se substituísse ‘virem’ por ‘transformar-se’, visando à correção e do período e à manutenção do tempo verbal, a alteração correta seria:

Alternativas
Q2676823 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


Como a alfabetização sofreu na pandemia: 'criança que já deveria saber ler ainda não domina o abc'


Por Paula A. Idoeta


  1. Na turma da professora Ana Carolina Guimarães, há, hoje, desde crianças que já
  2. conseguem ler textos com facilidade até os alunos que, aos 8 ou 9 anos de idade, ainda ______
  3. criaram familiaridade com todas as letras do alfabeto. O cenário da volta às aulas preocupou a
  4. professora do 3° ano do ensino fundamental I na Escola Estadual São Bento, em Belo Horizonte
  5. (MG) – que por enquanto está funcionando em modelo híbrido, em que as crianças alternam
  6. entre uma semana na escola e uma semana no ensino remoto.
  7. A preocupação da professora se deve ao fato de que, em condições normais, na 3ª série,
  8. as crianças já costumam estar na fase final do aprendizado básico de leitura e escrita.
  9. Crianças vulneráveis de 5 a 10 anos de idade – as que cursam o final da educação infantil
  10. e todo o ensino fundamental I – foram um grupo particularmente sensível às dificuldades dos
  11. mais de 18 meses de ensino a distância na pandemia. É porque elas estão em uma fase ______
  12. de seu desenvolvimento escolar: a da alfabetização e da consolidação da leitura, da escrita e dos
  13. fundamentos matemáticos. Nessa idade, elas ..... pouca autonomia no ensino remoto, e,
  14. portanto o contato próximo delas com os professores fez muita falta.
  15. Em abril, uma pesquisa divulgada pela Unicef e a organização Cenpec Educação apontou
  16. que a faixa etária correspondente ao ensino fundamental I foi a mais afetada pela ________
  17. escolar durante a pandemia. "Isso engloba desde crianças que não estavam matriculadas nas
  18. escolas ou que, no último mês (antes da pesquisa), não tinham tido nenhum tipo de contato com
  19. sua escola, nem por ou por acesso às aulas online. E o vínculo com a escola é importantíssimo",
  20. explica Anna Helena Altenfelder, presidente do Cenpec.
  21. Além disso, o ensino fundamental I público vinha melhorando constantemente seus
  22. indicadores de ensino – e embora estivesse aquém do ideal, repetidamente superava as metas
  23. oficiais de desempenho na grande maioria dos estados brasileiros.
  24. Agora, a pandemia reverteu, pelo menos temporariamente, essa universalização, e corre
  25. o risco de trazer retrocessos conquistados ao longo de décadas, aponta o economista Marcelo
  26. Neri – diretor do FGV Social e especialista em mensuração de desigualdades – o qual identificou
  27. que a taxa de evasão escolar nas idades de 5 a 9 anos era de apenas 1,39% em 2019, mas
  28. subiu para 5,5% no final de 2020 – o maior aumento percentual entre todas as faixas etárias.
  29. "Era a faixa etária onde a gente havia tido grandes avanços não apenas na universalização, a
  30. partir dos anos 1990, mas também na aprendizagem", diz Neri à BBC News Brasil.
  31. O economista explica que, para além do fato de muitas crianças dessa idade estarem na
  32. delicada fase de alfabetização, elas também são desproporcionalmente mais afetadas pela
  33. desconectividade e pela pobreza no Brasil.
  34. Não à toa a evasão observada por Neri foi mais aguda nas regiões mais remotas e carentes
  35. do país (principalmente na região Norte), e entre a população negra, também
  36. desproporcionalmente afetada pela desigualdade social e de renda.
  37. Agora, uma preocupação de especialistas e educadores é que as lacunas na alfabetização
  38. durante a pandemia, caso não sejam enfrentadas, virem uma bola de neve que prejudique o
  39. desempenho das crianças nas etapas seguintes de ensino.
  40. "E para aprender a ler e escrever elas precisam de experiências pedagógicas intencionais
  41. e de interações (com adultos e entre si) que não aconteceram na quantidade necessária durante
  42. a pandemia".
  43. Mas isso não significa que essas crianças estejam "fadadas a arrastar esse fracasso" ao
  44. longo de sua vida, prossegue a educadora, sobretudo porque elas ainda ..... bastante tempo de
  45. anos escolares pela frente.
  46. "Um trabalho consistente certamente é capaz de resgatar essas competências de leitura
  47. e escrita. (...). É algo possível e que sabemos fazer no Brasil. Mas as escolas não farão isso
  48. sozinhas, os professores vão precisar de apoio".


(Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/19/10/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).

O vocábulo aquém, utilizado no período da linha 22, informa que o ensino fundamental I público vinha melhorando constantemente seus indicadores de ensino:

Alternativas
Q2676822 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


Como a alfabetização sofreu na pandemia: 'criança que já deveria saber ler ainda não domina o abc'


Por Paula A. Idoeta


  1. Na turma da professora Ana Carolina Guimarães, há, hoje, desde crianças que já
  2. conseguem ler textos com facilidade até os alunos que, aos 8 ou 9 anos de idade, ainda ______
  3. criaram familiaridade com todas as letras do alfabeto. O cenário da volta às aulas preocupou a
  4. professora do 3° ano do ensino fundamental I na Escola Estadual São Bento, em Belo Horizonte
  5. (MG) – que por enquanto está funcionando em modelo híbrido, em que as crianças alternam
  6. entre uma semana na escola e uma semana no ensino remoto.
  7. A preocupação da professora se deve ao fato de que, em condições normais, na 3ª série,
  8. as crianças já costumam estar na fase final do aprendizado básico de leitura e escrita.
  9. Crianças vulneráveis de 5 a 10 anos de idade – as que cursam o final da educação infantil
  10. e todo o ensino fundamental I – foram um grupo particularmente sensível às dificuldades dos
  11. mais de 18 meses de ensino a distância na pandemia. É porque elas estão em uma fase ______
  12. de seu desenvolvimento escolar: a da alfabetização e da consolidação da leitura, da escrita e dos
  13. fundamentos matemáticos. Nessa idade, elas ..... pouca autonomia no ensino remoto, e,
  14. portanto o contato próximo delas com os professores fez muita falta.
  15. Em abril, uma pesquisa divulgada pela Unicef e a organização Cenpec Educação apontou
  16. que a faixa etária correspondente ao ensino fundamental I foi a mais afetada pela ________
  17. escolar durante a pandemia. "Isso engloba desde crianças que não estavam matriculadas nas
  18. escolas ou que, no último mês (antes da pesquisa), não tinham tido nenhum tipo de contato com
  19. sua escola, nem por ou por acesso às aulas online. E o vínculo com a escola é importantíssimo",
  20. explica Anna Helena Altenfelder, presidente do Cenpec.
  21. Além disso, o ensino fundamental I público vinha melhorando constantemente seus
  22. indicadores de ensino – e embora estivesse aquém do ideal, repetidamente superava as metas
  23. oficiais de desempenho na grande maioria dos estados brasileiros.
  24. Agora, a pandemia reverteu, pelo menos temporariamente, essa universalização, e corre
  25. o risco de trazer retrocessos conquistados ao longo de décadas, aponta o economista Marcelo
  26. Neri – diretor do FGV Social e especialista em mensuração de desigualdades – o qual identificou
  27. que a taxa de evasão escolar nas idades de 5 a 9 anos era de apenas 1,39% em 2019, mas
  28. subiu para 5,5% no final de 2020 – o maior aumento percentual entre todas as faixas etárias.
  29. "Era a faixa etária onde a gente havia tido grandes avanços não apenas na universalização, a
  30. partir dos anos 1990, mas também na aprendizagem", diz Neri à BBC News Brasil.
  31. O economista explica que, para além do fato de muitas crianças dessa idade estarem na
  32. delicada fase de alfabetização, elas também são desproporcionalmente mais afetadas pela
  33. desconectividade e pela pobreza no Brasil.
  34. Não à toa a evasão observada por Neri foi mais aguda nas regiões mais remotas e carentes
  35. do país (principalmente na região Norte), e entre a população negra, também
  36. desproporcionalmente afetada pela desigualdade social e de renda.
  37. Agora, uma preocupação de especialistas e educadores é que as lacunas na alfabetização
  38. durante a pandemia, caso não sejam enfrentadas, virem uma bola de neve que prejudique o
  39. desempenho das crianças nas etapas seguintes de ensino.
  40. "E para aprender a ler e escrever elas precisam de experiências pedagógicas intencionais
  41. e de interações (com adultos e entre si) que não aconteceram na quantidade necessária durante
  42. a pandemia".
  43. Mas isso não significa que essas crianças estejam "fadadas a arrastar esse fracasso" ao
  44. longo de sua vida, prossegue a educadora, sobretudo porque elas ainda ..... bastante tempo de
  45. anos escolares pela frente.
  46. "Um trabalho consistente certamente é capaz de resgatar essas competências de leitura
  47. e escrita. (...). É algo possível e que sabemos fazer no Brasil. Mas as escolas não farão isso
  48. sozinhas, os professores vão precisar de apoio".


(Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/19/10/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considere o seguinte parágrafo, retirado do texto, para responder à questão 06.


Crianças vulneráveis de 5 a 10 anos de idade – as que cursam o final da educação infantil e todo o ensino fundamental I – foram um grupo particularmente sensível às dificuldades dos mais de 18 meses de ensino a distância na pandemia. É porque elas estão em uma fase crucial de seu desenvolvimento escolar: a da alfabetização e da consolidação da leitura, da escrita e dos fundamentos matemáticos. Nessa idade, elas .... pouca autonomia no ensino remoto, e, portanto o contato próximo delas com os professores fez muita falta.


No trecho acima, destacado do texto, a expressão ‘Crianças vulneráveis de 5 a 10 anos de idade’ é retomada por diversos termos (salientados no trecho acima), EXCETO por:

Alternativas
Q2676821 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


Como a alfabetização sofreu na pandemia: 'criança que já deveria saber ler ainda não domina o abc'


Por Paula A. Idoeta


  1. Na turma da professora Ana Carolina Guimarães, há, hoje, desde crianças que já
  2. conseguem ler textos com facilidade até os alunos que, aos 8 ou 9 anos de idade, ainda ______
  3. criaram familiaridade com todas as letras do alfabeto. O cenário da volta às aulas preocupou a
  4. professora do 3° ano do ensino fundamental I na Escola Estadual São Bento, em Belo Horizonte
  5. (MG) – que por enquanto está funcionando em modelo híbrido, em que as crianças alternam
  6. entre uma semana na escola e uma semana no ensino remoto.
  7. A preocupação da professora se deve ao fato de que, em condições normais, na 3ª série,
  8. as crianças já costumam estar na fase final do aprendizado básico de leitura e escrita.
  9. Crianças vulneráveis de 5 a 10 anos de idade – as que cursam o final da educação infantil
  10. e todo o ensino fundamental I – foram um grupo particularmente sensível às dificuldades dos
  11. mais de 18 meses de ensino a distância na pandemia. É porque elas estão em uma fase ______
  12. de seu desenvolvimento escolar: a da alfabetização e da consolidação da leitura, da escrita e dos
  13. fundamentos matemáticos. Nessa idade, elas ..... pouca autonomia no ensino remoto, e,
  14. portanto o contato próximo delas com os professores fez muita falta.
  15. Em abril, uma pesquisa divulgada pela Unicef e a organização Cenpec Educação apontou
  16. que a faixa etária correspondente ao ensino fundamental I foi a mais afetada pela ________
  17. escolar durante a pandemia. "Isso engloba desde crianças que não estavam matriculadas nas
  18. escolas ou que, no último mês (antes da pesquisa), não tinham tido nenhum tipo de contato com
  19. sua escola, nem por ou por acesso às aulas online. E o vínculo com a escola é importantíssimo",
  20. explica Anna Helena Altenfelder, presidente do Cenpec.
  21. Além disso, o ensino fundamental I público vinha melhorando constantemente seus
  22. indicadores de ensino – e embora estivesse aquém do ideal, repetidamente superava as metas
  23. oficiais de desempenho na grande maioria dos estados brasileiros.
  24. Agora, a pandemia reverteu, pelo menos temporariamente, essa universalização, e corre
  25. o risco de trazer retrocessos conquistados ao longo de décadas, aponta o economista Marcelo
  26. Neri – diretor do FGV Social e especialista em mensuração de desigualdades – o qual identificou
  27. que a taxa de evasão escolar nas idades de 5 a 9 anos era de apenas 1,39% em 2019, mas
  28. subiu para 5,5% no final de 2020 – o maior aumento percentual entre todas as faixas etárias.
  29. "Era a faixa etária onde a gente havia tido grandes avanços não apenas na universalização, a
  30. partir dos anos 1990, mas também na aprendizagem", diz Neri à BBC News Brasil.
  31. O economista explica que, para além do fato de muitas crianças dessa idade estarem na
  32. delicada fase de alfabetização, elas também são desproporcionalmente mais afetadas pela
  33. desconectividade e pela pobreza no Brasil.
  34. Não à toa a evasão observada por Neri foi mais aguda nas regiões mais remotas e carentes
  35. do país (principalmente na região Norte), e entre a população negra, também
  36. desproporcionalmente afetada pela desigualdade social e de renda.
  37. Agora, uma preocupação de especialistas e educadores é que as lacunas na alfabetização
  38. durante a pandemia, caso não sejam enfrentadas, virem uma bola de neve que prejudique o
  39. desempenho das crianças nas etapas seguintes de ensino.
  40. "E para aprender a ler e escrever elas precisam de experiências pedagógicas intencionais
  41. e de interações (com adultos e entre si) que não aconteceram na quantidade necessária durante
  42. a pandemia".
  43. Mas isso não significa que essas crianças estejam "fadadas a arrastar esse fracasso" ao
  44. longo de sua vida, prossegue a educadora, sobretudo porque elas ainda ..... bastante tempo de
  45. anos escolares pela frente.
  46. "Um trabalho consistente certamente é capaz de resgatar essas competências de leitura
  47. e escrita. (...). É algo possível e que sabemos fazer no Brasil. Mas as escolas não farão isso
  48. sozinhas, os professores vão precisar de apoio".


(Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/19/10/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em relação ao fragmento e o contexto em que aparece: virem uma bola de neve que prejudique o desempenho das crianças nas etapas seguintes de ensino (l.38 e 39), é correto dizer que a oração adjetiva ‘que prejudique o desempenho das crianças nas etapas seguintes de ensino’ instaura o pressuposto de que ‘a bola de neve’ prejudicará:

Alternativas
Q2676820 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


Como a alfabetização sofreu na pandemia: 'criança que já deveria saber ler ainda não domina o abc'


Por Paula A. Idoeta


  1. Na turma da professora Ana Carolina Guimarães, há, hoje, desde crianças que já
  2. conseguem ler textos com facilidade até os alunos que, aos 8 ou 9 anos de idade, ainda ______
  3. criaram familiaridade com todas as letras do alfabeto. O cenário da volta às aulas preocupou a
  4. professora do 3° ano do ensino fundamental I na Escola Estadual São Bento, em Belo Horizonte
  5. (MG) – que por enquanto está funcionando em modelo híbrido, em que as crianças alternam
  6. entre uma semana na escola e uma semana no ensino remoto.
  7. A preocupação da professora se deve ao fato de que, em condições normais, na 3ª série,
  8. as crianças já costumam estar na fase final do aprendizado básico de leitura e escrita.
  9. Crianças vulneráveis de 5 a 10 anos de idade – as que cursam o final da educação infantil
  10. e todo o ensino fundamental I – foram um grupo particularmente sensível às dificuldades dos
  11. mais de 18 meses de ensino a distância na pandemia. É porque elas estão em uma fase ______
  12. de seu desenvolvimento escolar: a da alfabetização e da consolidação da leitura, da escrita e dos
  13. fundamentos matemáticos. Nessa idade, elas ..... pouca autonomia no ensino remoto, e,
  14. portanto o contato próximo delas com os professores fez muita falta.
  15. Em abril, uma pesquisa divulgada pela Unicef e a organização Cenpec Educação apontou
  16. que a faixa etária correspondente ao ensino fundamental I foi a mais afetada pela ________
  17. escolar durante a pandemia. "Isso engloba desde crianças que não estavam matriculadas nas
  18. escolas ou que, no último mês (antes da pesquisa), não tinham tido nenhum tipo de contato com
  19. sua escola, nem por ou por acesso às aulas online. E o vínculo com a escola é importantíssimo",
  20. explica Anna Helena Altenfelder, presidente do Cenpec.
  21. Além disso, o ensino fundamental I público vinha melhorando constantemente seus
  22. indicadores de ensino – e embora estivesse aquém do ideal, repetidamente superava as metas
  23. oficiais de desempenho na grande maioria dos estados brasileiros.
  24. Agora, a pandemia reverteu, pelo menos temporariamente, essa universalização, e corre
  25. o risco de trazer retrocessos conquistados ao longo de décadas, aponta o economista Marcelo
  26. Neri – diretor do FGV Social e especialista em mensuração de desigualdades – o qual identificou
  27. que a taxa de evasão escolar nas idades de 5 a 9 anos era de apenas 1,39% em 2019, mas
  28. subiu para 5,5% no final de 2020 – o maior aumento percentual entre todas as faixas etárias.
  29. "Era a faixa etária onde a gente havia tido grandes avanços não apenas na universalização, a
  30. partir dos anos 1990, mas também na aprendizagem", diz Neri à BBC News Brasil.
  31. O economista explica que, para além do fato de muitas crianças dessa idade estarem na
  32. delicada fase de alfabetização, elas também são desproporcionalmente mais afetadas pela
  33. desconectividade e pela pobreza no Brasil.
  34. Não à toa a evasão observada por Neri foi mais aguda nas regiões mais remotas e carentes
  35. do país (principalmente na região Norte), e entre a população negra, também
  36. desproporcionalmente afetada pela desigualdade social e de renda.
  37. Agora, uma preocupação de especialistas e educadores é que as lacunas na alfabetização
  38. durante a pandemia, caso não sejam enfrentadas, virem uma bola de neve que prejudique o
  39. desempenho das crianças nas etapas seguintes de ensino.
  40. "E para aprender a ler e escrever elas precisam de experiências pedagógicas intencionais
  41. e de interações (com adultos e entre si) que não aconteceram na quantidade necessária durante
  42. a pandemia".
  43. Mas isso não significa que essas crianças estejam "fadadas a arrastar esse fracasso" ao
  44. longo de sua vida, prossegue a educadora, sobretudo porque elas ainda ..... bastante tempo de
  45. anos escolares pela frente.
  46. "Um trabalho consistente certamente é capaz de resgatar essas competências de leitura
  47. e escrita. (...). É algo possível e que sabemos fazer no Brasil. Mas as escolas não farão isso
  48. sozinhas, os professores vão precisar de apoio".


(Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/19/10/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).

No fragmento: ... a partir dos anos 1990, mas também na aprendizagem,", diz Neri à BBC News Brasil, retirado do texto, o elemento coesivo ‘mas também’ introduz ideia de:

Alternativas
Q2676808 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


Como a alfabetização sofreu na pandemia: 'criança que já deveria saber ler ainda não domina o abc'


Por Paula A. Idoeta


  1. Na turma da professora Ana Carolina Guimarães, há, hoje, desde crianças que já
  2. conseguem ler textos com facilidade até os alunos que, aos 8 ou 9 anos de idade, ainda ______
  3. criaram familiaridade com todas as letras do alfabeto. O cenário da volta às aulas preocupou a
  4. professora do 3° ano do ensino fundamental I na Escola Estadual São Bento, em Belo Horizonte
  5. (MG) – que por enquanto está funcionando em modelo híbrido, em que as crianças alternam
  6. entre uma semana na escola e uma semana no ensino remoto.
  7. A preocupação da professora se deve ao fato de que, em condições normais, na 3ª série,
  8. as crianças já costumam estar na fase final do aprendizado básico de leitura e escrita.
  9. Crianças vulneráveis de 5 a 10 anos de idade – as que cursam o final da educação infantil
  10. e todo o ensino fundamental I – foram um grupo particularmente sensível às dificuldades dos
  11. mais de 18 meses de ensino a distância na pandemia. É porque elas estão em uma fase ______
  12. de seu desenvolvimento escolar: a da alfabetização e da consolidação da leitura, da escrita e dos
  13. fundamentos matemáticos. Nessa idade, elas ..... pouca autonomia no ensino remoto, e,
  14. portanto o contato próximo delas com os professores fez muita falta.
  15. Em abril, uma pesquisa divulgada pela Unicef e a organização Cenpec Educação apontou
  16. que a faixa etária correspondente ao ensino fundamental I foi a mais afetada pela ________
  17. escolar durante a pandemia. "Isso engloba desde crianças que não estavam matriculadas nas
  18. escolas ou que, no último mês (antes da pesquisa), não tinham tido nenhum tipo de contato com
  19. sua escola, nem por ou por acesso às aulas online. E o vínculo com a escola é importantíssimo",
  20. explica Anna Helena Altenfelder, presidente do Cenpec.
  21. Além disso, o ensino fundamental I público vinha melhorando constantemente seus
  22. indicadores de ensino – e embora estivesse aquém do ideal, repetidamente superava as metas
  23. oficiais de desempenho na grande maioria dos estados brasileiros.
  24. Agora, a pandemia reverteu, pelo menos temporariamente, essa universalização, e corre
  25. o risco de trazer retrocessos conquistados ao longo de décadas, aponta o economista Marcelo
  26. Neri – diretor do FGV Social e especialista em mensuração de desigualdades – o qual identificou
  27. que a taxa de evasão escolar nas idades de 5 a 9 anos era de apenas 1,39% em 2019, mas
  28. subiu para 5,5% no final de 2020 – o maior aumento percentual entre todas as faixas etárias.
  29. "Era a faixa etária onde a gente havia tido grandes avanços não apenas na universalização, a
  30. partir dos anos 1990, mas também na aprendizagem", diz Neri à BBC News Brasil.
  31. O economista explica que, para além do fato de muitas crianças dessa idade estarem na
  32. delicada fase de alfabetização, elas também são desproporcionalmente mais afetadas pela
  33. desconectividade e pela pobreza no Brasil.
  34. Não à toa a evasão observada por Neri foi mais aguda nas regiões mais remotas e carentes
  35. do país (principalmente na região Norte), e entre a população negra, também
  36. desproporcionalmente afetada pela desigualdade social e de renda.
  37. Agora, uma preocupação de especialistas e educadores é que as lacunas na alfabetização
  38. durante a pandemia, caso não sejam enfrentadas, virem uma bola de neve que prejudique o
  39. desempenho das crianças nas etapas seguintes de ensino.
  40. "E para aprender a ler e escrever elas precisam de experiências pedagógicas intencionais
  41. e de interações (com adultos e entre si) que não aconteceram na quantidade necessária durante
  42. a pandemia".
  43. Mas isso não significa que essas crianças estejam "fadadas a arrastar esse fracasso" ao
  44. longo de sua vida, prossegue a educadora, sobretudo porque elas ainda ..... bastante tempo de
  45. anos escolares pela frente.
  46. "Um trabalho consistente certamente é capaz de resgatar essas competências de leitura
  47. e escrita. (...). É algo possível e que sabemos fazer no Brasil. Mas as escolas não farão isso
  48. sozinhas, os professores vão precisar de apoio".


(Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/19/10/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Na frase: Mas isso não significa que essas crianças estejam "fadadas a arrastar esse fracasso" ao longo de sua vida..., retirada do texto, a expressão ‘fadadas’, sem que ocorra alteração de sentido ou necessidade de ajustes no contexto, poderia ser substituída por:

Alternativas
Q2676803 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


Como a alfabetização sofreu na pandemia: 'criança que já deveria saber ler ainda não domina o abc'


Por Paula A. Idoeta


  1. Na turma da professora Ana Carolina Guimarães, há, hoje, desde crianças que já
  2. conseguem ler textos com facilidade até os alunos que, aos 8 ou 9 anos de idade, ainda ______
  3. criaram familiaridade com todas as letras do alfabeto. O cenário da volta às aulas preocupou a
  4. professora do 3° ano do ensino fundamental I na Escola Estadual São Bento, em Belo Horizonte
  5. (MG) – que por enquanto está funcionando em modelo híbrido, em que as crianças alternam
  6. entre uma semana na escola e uma semana no ensino remoto.
  7. A preocupação da professora se deve ao fato de que, em condições normais, na 3ª série,
  8. as crianças já costumam estar na fase final do aprendizado básico de leitura e escrita.
  9. Crianças vulneráveis de 5 a 10 anos de idade – as que cursam o final da educação infantil
  10. e todo o ensino fundamental I – foram um grupo particularmente sensível às dificuldades dos
  11. mais de 18 meses de ensino a distância na pandemia. É porque elas estão em uma fase ______
  12. de seu desenvolvimento escolar: a da alfabetização e da consolidação da leitura, da escrita e dos
  13. fundamentos matemáticos. Nessa idade, elas ..... pouca autonomia no ensino remoto, e,
  14. portanto o contato próximo delas com os professores fez muita falta.
  15. Em abril, uma pesquisa divulgada pela Unicef e a organização Cenpec Educação apontou
  16. que a faixa etária correspondente ao ensino fundamental I foi a mais afetada pela ________
  17. escolar durante a pandemia. "Isso engloba desde crianças que não estavam matriculadas nas
  18. escolas ou que, no último mês (antes da pesquisa), não tinham tido nenhum tipo de contato com
  19. sua escola, nem por ou por acesso às aulas online. E o vínculo com a escola é importantíssimo",
  20. explica Anna Helena Altenfelder, presidente do Cenpec.
  21. Além disso, o ensino fundamental I público vinha melhorando constantemente seus
  22. indicadores de ensino – e embora estivesse aquém do ideal, repetidamente superava as metas
  23. oficiais de desempenho na grande maioria dos estados brasileiros.
  24. Agora, a pandemia reverteu, pelo menos temporariamente, essa universalização, e corre
  25. o risco de trazer retrocessos conquistados ao longo de décadas, aponta o economista Marcelo
  26. Neri – diretor do FGV Social e especialista em mensuração de desigualdades – o qual identificou
  27. que a taxa de evasão escolar nas idades de 5 a 9 anos era de apenas 1,39% em 2019, mas
  28. subiu para 5,5% no final de 2020 – o maior aumento percentual entre todas as faixas etárias.
  29. "Era a faixa etária onde a gente havia tido grandes avanços não apenas na universalização, a
  30. partir dos anos 1990, mas também na aprendizagem", diz Neri à BBC News Brasil.
  31. O economista explica que, para além do fato de muitas crianças dessa idade estarem na
  32. delicada fase de alfabetização, elas também são desproporcionalmente mais afetadas pela
  33. desconectividade e pela pobreza no Brasil.
  34. Não à toa a evasão observada por Neri foi mais aguda nas regiões mais remotas e carentes
  35. do país (principalmente na região Norte), e entre a população negra, também
  36. desproporcionalmente afetada pela desigualdade social e de renda.
  37. Agora, uma preocupação de especialistas e educadores é que as lacunas na alfabetização
  38. durante a pandemia, caso não sejam enfrentadas, virem uma bola de neve que prejudique o
  39. desempenho das crianças nas etapas seguintes de ensino.
  40. "E para aprender a ler e escrever elas precisam de experiências pedagógicas intencionais
  41. e de interações (com adultos e entre si) que não aconteceram na quantidade necessária durante
  42. a pandemia".
  43. Mas isso não significa que essas crianças estejam "fadadas a arrastar esse fracasso" ao
  44. longo de sua vida, prossegue a educadora, sobretudo porque elas ainda ..... bastante tempo de
  45. anos escolares pela frente.
  46. "Um trabalho consistente certamente é capaz de resgatar essas competências de leitura
  47. e escrita. (...). É algo possível e que sabemos fazer no Brasil. Mas as escolas não farão isso
  48. sozinhas, os professores vão precisar de apoio".


(Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/19/10/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Observando a flexão e o emprego do verbo ‘ter’ no Presente do Indicativo, para que o preenchimento das lacunas pontilhadas das linhas 13 e 44 esteja correto e adequado, analise as assertivas a seguir:


I. Em ambas as ocorrências, a forma verbal deverá ser flexionada na terceira pessoa do plural.

II. A forma verbal deverá ser acentuada, recebendo, para tanto, o acento circunflexo.

III. Nas respectivas situações de ocorrência, a presença exclusiva de um único pronome pessoal reto como sujeito garante que a forma verbal deva ser flexionada no singular.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q2676797 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


Como a alfabetização sofreu na pandemia: 'criança que já deveria saber ler ainda não domina o abc'


Por Paula A. Idoeta


  1. Na turma da professora Ana Carolina Guimarães, há, hoje, desde crianças que já
  2. conseguem ler textos com facilidade até os alunos que, aos 8 ou 9 anos de idade, ainda ______
  3. criaram familiaridade com todas as letras do alfabeto. O cenário da volta às aulas preocupou a
  4. professora do 3° ano do ensino fundamental I na Escola Estadual São Bento, em Belo Horizonte
  5. (MG) – que por enquanto está funcionando em modelo híbrido, em que as crianças alternam
  6. entre uma semana na escola e uma semana no ensino remoto.
  7. A preocupação da professora se deve ao fato de que, em condições normais, na 3ª série,
  8. as crianças já costumam estar na fase final do aprendizado básico de leitura e escrita.
  9. Crianças vulneráveis de 5 a 10 anos de idade – as que cursam o final da educação infantil
  10. e todo o ensino fundamental I – foram um grupo particularmente sensível às dificuldades dos
  11. mais de 18 meses de ensino a distância na pandemia. É porque elas estão em uma fase ______
  12. de seu desenvolvimento escolar: a da alfabetização e da consolidação da leitura, da escrita e dos
  13. fundamentos matemáticos. Nessa idade, elas ..... pouca autonomia no ensino remoto, e,
  14. portanto o contato próximo delas com os professores fez muita falta.
  15. Em abril, uma pesquisa divulgada pela Unicef e a organização Cenpec Educação apontou
  16. que a faixa etária correspondente ao ensino fundamental I foi a mais afetada pela ________
  17. escolar durante a pandemia. "Isso engloba desde crianças que não estavam matriculadas nas
  18. escolas ou que, no último mês (antes da pesquisa), não tinham tido nenhum tipo de contato com
  19. sua escola, nem por ou por acesso às aulas online. E o vínculo com a escola é importantíssimo",
  20. explica Anna Helena Altenfelder, presidente do Cenpec.
  21. Além disso, o ensino fundamental I público vinha melhorando constantemente seus
  22. indicadores de ensino – e embora estivesse aquém do ideal, repetidamente superava as metas
  23. oficiais de desempenho na grande maioria dos estados brasileiros.
  24. Agora, a pandemia reverteu, pelo menos temporariamente, essa universalização, e corre
  25. o risco de trazer retrocessos conquistados ao longo de décadas, aponta o economista Marcelo
  26. Neri – diretor do FGV Social e especialista em mensuração de desigualdades – o qual identificou
  27. que a taxa de evasão escolar nas idades de 5 a 9 anos era de apenas 1,39% em 2019, mas
  28. subiu para 5,5% no final de 2020 – o maior aumento percentual entre todas as faixas etárias.
  29. "Era a faixa etária onde a gente havia tido grandes avanços não apenas na universalização, a
  30. partir dos anos 1990, mas também na aprendizagem", diz Neri à BBC News Brasil.
  31. O economista explica que, para além do fato de muitas crianças dessa idade estarem na
  32. delicada fase de alfabetização, elas também são desproporcionalmente mais afetadas pela
  33. desconectividade e pela pobreza no Brasil.
  34. Não à toa a evasão observada por Neri foi mais aguda nas regiões mais remotas e carentes
  35. do país (principalmente na região Norte), e entre a população negra, também
  36. desproporcionalmente afetada pela desigualdade social e de renda.
  37. Agora, uma preocupação de especialistas e educadores é que as lacunas na alfabetização
  38. durante a pandemia, caso não sejam enfrentadas, virem uma bola de neve que prejudique o
  39. desempenho das crianças nas etapas seguintes de ensino.
  40. "E para aprender a ler e escrever elas precisam de experiências pedagógicas intencionais
  41. e de interações (com adultos e entre si) que não aconteceram na quantidade necessária durante
  42. a pandemia".
  43. Mas isso não significa que essas crianças estejam "fadadas a arrastar esse fracasso" ao
  44. longo de sua vida, prossegue a educadora, sobretudo porque elas ainda ..... bastante tempo de
  45. anos escolares pela frente.
  46. "Um trabalho consistente certamente é capaz de resgatar essas competências de leitura
  47. e escrita. (...). É algo possível e que sabemos fazer no Brasil. Mas as escolas não farão isso
  48. sozinhas, os professores vão precisar de apoio".


(Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/19/10/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando a correta grafia das palavras, as lacunas tracejadas das linhas 02, 11 e 16 devem ser preenchidas, respectivamente, por:

Alternativas
Q2675577 Português

Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


A força da liderança feminina no mercado de tecnologia


Por Sandya Coelho


  1. Quando iniciei minha carreira no segmento de tecnologia e internet, lá em 2010, ainda
  2. via poucas mulheres ____ frente de áreas estratégicas das grandes empresas com as quais
  3. trabalhei. Onze anos depois, vemos um incentivo forte para que mais mulheres tenham
  4. oportunidades em posições de liderança, e esse movimento vem sendo puxado justamente pelas
  5. empresas do setor de tecnologia e servido de modelo para os demais setores. E esse movimento
  6. pró-liderança feminina não fica restrito apenas aos cargos diretivos.
  7. Historicamente, muitas mulheres foram brilhantes ao conquistarem, com muita luta, seus
  8. espaços na sociedade, e são importantes inspirações para as atuais gerações, ainda mais para
  9. quem busca oportunidades em posições de liderança. Mas, ainda hoje, ser mulher num cargo de
  10. liderança não é tarefa fácil, sobretudo no mercado mais tradicional, é muito desafiador ser
  11. mulher no comando das negociações. Em minhas experiências profissionais, já precisei
  12. demonstrar firmeza para fazer outra pessoa entender que não era necessário buscar um homem
  13. posicionado hierarquicamente acima de mim, que era possível falar diretamente comigo. Por
  14. outro lado, também tive a oportunidade de descobrir no mundo da tecnologia, onde passei a
  15. atuar nos últimos 11 anos, um ambiente menos desigual.
  16. Atualmente, faço parte de uma empresa que acaba de estrear no Novo Mercado da B3,
  17. em um momento crucial para as empresas de tecnologia. Como mulher na liderança, tenho a
  18. oportunidade de inspirar outras mulheres a buscarem e alcançarem esses lugares que sempre
  19. foram ocupados majoritariamente por homens, além de abrir caminho para que ações efetivas
  20. sejam realizadas e tornem o mercado cada vez mais inclusivo.
  21. Apesar de ter uma percepção sobre a evidente evolução da presença feminina no mercado
  22. de tecnologia, em especial em cargos de liderança, ainda há um longo caminho a ser percorrido
  23. em relação ____ representatividade das mulheres em cargos mais estratégicos. Os desafios
  24. ainda são muitos e complexos, com raízes históricas que permeiam ___ sociedade, mas ao olhar
  25. para o futuro e, graças ao crescimento gradual da força feminina, não só no mercado tech, mas
  26. nos mais diversos segmentos, tenho a convicção de que juntas podemos propiciar um cenário
  27. cada vez mais igualitário.


(Disponível em: https://exame.com/blog/sandya-coelho – texto adaptado especialmente para esta prova).

Na linha 03, a expressão “para que” indica ___________ e poderia ser substituída por ___________ desde que ____________ alterações no período.


Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

Alternativas
Q2675574 Português

Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


A força da liderança feminina no mercado de tecnologia


Por Sandya Coelho


  1. Quando iniciei minha carreira no segmento de tecnologia e internet, lá em 2010, ainda
  2. via poucas mulheres ____ frente de áreas estratégicas das grandes empresas com as quais
  3. trabalhei. Onze anos depois, vemos um incentivo forte para que mais mulheres tenham
  4. oportunidades em posições de liderança, e esse movimento vem sendo puxado justamente pelas
  5. empresas do setor de tecnologia e servido de modelo para os demais setores. E esse movimento
  6. pró-liderança feminina não fica restrito apenas aos cargos diretivos.
  7. Historicamente, muitas mulheres foram brilhantes ao conquistarem, com muita luta, seus
  8. espaços na sociedade, e são importantes inspirações para as atuais gerações, ainda mais para
  9. quem busca oportunidades em posições de liderança. Mas, ainda hoje, ser mulher num cargo de
  10. liderança não é tarefa fácil, sobretudo no mercado mais tradicional, é muito desafiador ser
  11. mulher no comando das negociações. Em minhas experiências profissionais, já precisei
  12. demonstrar firmeza para fazer outra pessoa entender que não era necessário buscar um homem
  13. posicionado hierarquicamente acima de mim, que era possível falar diretamente comigo. Por
  14. outro lado, também tive a oportunidade de descobrir no mundo da tecnologia, onde passei a
  15. atuar nos últimos 11 anos, um ambiente menos desigual.
  16. Atualmente, faço parte de uma empresa que acaba de estrear no Novo Mercado da B3,
  17. em um momento crucial para as empresas de tecnologia. Como mulher na liderança, tenho a
  18. oportunidade de inspirar outras mulheres a buscarem e alcançarem esses lugares que sempre
  19. foram ocupados majoritariamente por homens, além de abrir caminho para que ações efetivas
  20. sejam realizadas e tornem o mercado cada vez mais inclusivo.
  21. Apesar de ter uma percepção sobre a evidente evolução da presença feminina no mercado
  22. de tecnologia, em especial em cargos de liderança, ainda há um longo caminho a ser percorrido
  23. em relação ____ representatividade das mulheres em cargos mais estratégicos. Os desafios
  24. ainda são muitos e complexos, com raízes históricas que permeiam ___ sociedade, mas ao olhar
  25. para o futuro e, graças ao crescimento gradual da força feminina, não só no mercado tech, mas
  26. nos mais diversos segmentos, tenho a convicção de que juntas podemos propiciar um cenário
  27. cada vez mais igualitário.


(Disponível em: https://exame.com/blog/sandya-coelho – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta adjetivo que NÃO apresenta flexão de gênero para o masculino.

Alternativas
Q2675573 Português

Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


A força da liderança feminina no mercado de tecnologia


Por Sandya Coelho


  1. Quando iniciei minha carreira no segmento de tecnologia e internet, lá em 2010, ainda
  2. via poucas mulheres ____ frente de áreas estratégicas das grandes empresas com as quais
  3. trabalhei. Onze anos depois, vemos um incentivo forte para que mais mulheres tenham
  4. oportunidades em posições de liderança, e esse movimento vem sendo puxado justamente pelas
  5. empresas do setor de tecnologia e servido de modelo para os demais setores. E esse movimento
  6. pró-liderança feminina não fica restrito apenas aos cargos diretivos.
  7. Historicamente, muitas mulheres foram brilhantes ao conquistarem, com muita luta, seus
  8. espaços na sociedade, e são importantes inspirações para as atuais gerações, ainda mais para
  9. quem busca oportunidades em posições de liderança. Mas, ainda hoje, ser mulher num cargo de
  10. liderança não é tarefa fácil, sobretudo no mercado mais tradicional, é muito desafiador ser
  11. mulher no comando das negociações. Em minhas experiências profissionais, já precisei
  12. demonstrar firmeza para fazer outra pessoa entender que não era necessário buscar um homem
  13. posicionado hierarquicamente acima de mim, que era possível falar diretamente comigo. Por
  14. outro lado, também tive a oportunidade de descobrir no mundo da tecnologia, onde passei a
  15. atuar nos últimos 11 anos, um ambiente menos desigual.
  16. Atualmente, faço parte de uma empresa que acaba de estrear no Novo Mercado da B3,
  17. em um momento crucial para as empresas de tecnologia. Como mulher na liderança, tenho a
  18. oportunidade de inspirar outras mulheres a buscarem e alcançarem esses lugares que sempre
  19. foram ocupados majoritariamente por homens, além de abrir caminho para que ações efetivas
  20. sejam realizadas e tornem o mercado cada vez mais inclusivo.
  21. Apesar de ter uma percepção sobre a evidente evolução da presença feminina no mercado
  22. de tecnologia, em especial em cargos de liderança, ainda há um longo caminho a ser percorrido
  23. em relação ____ representatividade das mulheres em cargos mais estratégicos. Os desafios
  24. ainda são muitos e complexos, com raízes históricas que permeiam ___ sociedade, mas ao olhar
  25. para o futuro e, graças ao crescimento gradual da força feminina, não só no mercado tech, mas
  26. nos mais diversos segmentos, tenho a convicção de que juntas podemos propiciar um cenário
  27. cada vez mais igualitário.


(Disponível em: https://exame.com/blog/sandya-coelho – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o trecho “Historicamente, muitas mulheres foram brilhantes ao conquistarem, com muita luta, seus espaços na sociedade”, retirado do texto, analise as assertivas a seguir:


I. Há, no trecho, a presença de voz passiva.

II. A expressão “muitas mulheres” pode ser considerada o agente da passiva, pois indica quem executou a ação expressa no trecho.

III. A expressão “com muita luta” indica o modo como a ação de conquistar foi efetuada.


Quais estão corretas?

Alternativas
Respostas
9261: C
9262: B
9263: B
9264: A
9265: D
9266: B
9267: A
9268: C
9269: A
9270: C
9271: E
9272: C
9273: B
9274: B
9275: A
9276: C
9277: D
9278: B
9279: D
9280: C