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Sobre português para fundatec
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I. O desafio de parar de fumar tornou-se fácil após o início da pandemia da Covid-19.
II. No estudo, pacientes fumantes diagnosticados com pneumonia associada ao coronavírus têm menos chances de desenvolver sintomas graves da doença.
III. Os pulmões do fumante têm menor capacidade, por isso as chances de agravamento da doença são maiores.
Quais estão corretas?

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
O médico cantor que toca músicas escolhidas pelos pacientes em UTI de hospital de Porto Alegre

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/porto-alegre/noticia/2021/10/ – Texto adaptado especialmente para esta prova).
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
O médico cantor que toca músicas escolhidas pelos pacientes em UTI de hospital de Porto Alegre

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/porto-alegre/noticia/2021/10/ – Texto adaptado especialmente para esta prova).
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
O médico cantor que toca músicas escolhidas pelos pacientes em UTI de hospital de Porto Alegre

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/porto-alegre/noticia/2021/10/ – Texto adaptado especialmente para esta prova).
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
O médico cantor que toca músicas escolhidas pelos pacientes em UTI de hospital de Porto Alegre

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/porto-alegre/noticia/2021/10/ – Texto adaptado
especialmente para esta prova).
I. Em casa, onde manteve mais de uma dezena de equipamentos, viu essa paixão ser acompanhada...
II. Em casa, onde mantinha mais de uma dezena de equipamentos, via essa paixão ser acompanhada...
III. Em casa, quando manter mais de uma dezena de equipamentos, verá essa paixão ser acompanhada...
Quais estão corretas?
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
O médico cantor que toca músicas escolhidas pelos pacientes em UTI de hospital de Porto Alegre

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/porto-alegre/noticia/2021/10/ – Texto adaptado
especialmente para esta prova).
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Como a alfabetização sofreu na pandemia: 'criança que já deveria saber ler ainda não domina o abc'
Por Paula A. Idoeta
- Na turma da professora Ana Carolina Guimarães, há, hoje, desde crianças que já
- conseguem ler textos com facilidade até os alunos que, aos 8 ou 9 anos de idade, ainda ______
- criaram familiaridade com todas as letras do alfabeto. O cenário da volta às aulas preocupou a
- professora do 3° ano do ensino fundamental I na Escola Estadual São Bento, em Belo Horizonte
- (MG) – que por enquanto está funcionando em modelo híbrido, em que as crianças alternam
- entre uma semana na escola e uma semana no ensino remoto.
- A preocupação da professora se deve ao fato de que, em condições normais, na 3ª série,
- as crianças já costumam estar na fase final do aprendizado básico de leitura e escrita.
- Crianças vulneráveis de 5 a 10 anos de idade – as que cursam o final da educação infantil
- e todo o ensino fundamental I – foram um grupo particularmente sensível às dificuldades dos
- mais de 18 meses de ensino a distância na pandemia. É porque elas estão em uma fase ______
- de seu desenvolvimento escolar: a da alfabetização e da consolidação da leitura, da escrita e dos
- fundamentos matemáticos. Nessa idade, elas ..... pouca autonomia no ensino remoto, e,
- portanto o contato próximo delas com os professores fez muita falta.
- Em abril, uma pesquisa divulgada pela Unicef e a organização Cenpec Educação apontou
- que a faixa etária correspondente ao ensino fundamental I foi a mais afetada pela ________
- escolar durante a pandemia. "Isso engloba desde crianças que não estavam matriculadas nas
- escolas ou que, no último mês (antes da pesquisa), não tinham tido nenhum tipo de contato com
- sua escola, nem por ou por acesso às aulas online. E o vínculo com a escola é importantíssimo",
- explica Anna Helena Altenfelder, presidente do Cenpec.
- Além disso, o ensino fundamental I público vinha melhorando constantemente seus
- indicadores de ensino – e embora estivesse aquém do ideal, repetidamente superava as metas
- oficiais de desempenho na grande maioria dos estados brasileiros.
- Agora, a pandemia reverteu, pelo menos temporariamente, essa universalização, e corre
- o risco de trazer retrocessos conquistados ao longo de décadas, aponta o economista Marcelo
- Neri – diretor do FGV Social e especialista em mensuração de desigualdades – o qual identificou
- que a taxa de evasão escolar nas idades de 5 a 9 anos era de apenas 1,39% em 2019, mas
- subiu para 5,5% no final de 2020 – o maior aumento percentual entre todas as faixas etárias.
- "Era a faixa etária onde a gente havia tido grandes avanços não apenas na universalização, a
- partir dos anos 1990, mas também na aprendizagem", diz Neri à BBC News Brasil.
- O economista explica que, para além do fato de muitas crianças dessa idade estarem na
- delicada fase de alfabetização, elas também são desproporcionalmente mais afetadas pela
- desconectividade e pela pobreza no Brasil.
- Não à toa a evasão observada por Neri foi mais aguda nas regiões mais remotas e carentes
- do país (principalmente na região Norte), e entre a população negra, também
- desproporcionalmente afetada pela desigualdade social e de renda.
- Agora, uma preocupação de especialistas e educadores é que as lacunas na alfabetização
- durante a pandemia, caso não sejam enfrentadas, virem uma bola de neve que prejudique o
- desempenho das crianças nas etapas seguintes de ensino.
- "E para aprender a ler e escrever elas precisam de experiências pedagógicas intencionais
- e de interações (com adultos e entre si) que não aconteceram na quantidade necessária durante
- a pandemia".
- Mas isso não significa que essas crianças estejam "fadadas a arrastar esse fracasso" ao
- longo de sua vida, prossegue a educadora, sobretudo porque elas ainda ..... bastante tempo de
- anos escolares pela frente.
- "Um trabalho consistente certamente é capaz de resgatar essas competências de leitura
- e escrita. (...). É algo possível e que sabemos fazer no Brasil. Mas as escolas não farão isso
- sozinhas, os professores vão precisar de apoio".
(Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/19/10/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que melhor representa o objetivo do texto.
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Como a alfabetização sofreu na pandemia: 'criança que já deveria saber ler ainda não domina o abc'
Por Paula A. Idoeta
- Na turma da professora Ana Carolina Guimarães, há, hoje, desde crianças que já
- conseguem ler textos com facilidade até os alunos que, aos 8 ou 9 anos de idade, ainda ______
- criaram familiaridade com todas as letras do alfabeto. O cenário da volta às aulas preocupou a
- professora do 3° ano do ensino fundamental I na Escola Estadual São Bento, em Belo Horizonte
- (MG) – que por enquanto está funcionando em modelo híbrido, em que as crianças alternam
- entre uma semana na escola e uma semana no ensino remoto.
- A preocupação da professora se deve ao fato de que, em condições normais, na 3ª série,
- as crianças já costumam estar na fase final do aprendizado básico de leitura e escrita.
- Crianças vulneráveis de 5 a 10 anos de idade – as que cursam o final da educação infantil
- e todo o ensino fundamental I – foram um grupo particularmente sensível às dificuldades dos
- mais de 18 meses de ensino a distância na pandemia. É porque elas estão em uma fase ______
- de seu desenvolvimento escolar: a da alfabetização e da consolidação da leitura, da escrita e dos
- fundamentos matemáticos. Nessa idade, elas ..... pouca autonomia no ensino remoto, e,
- portanto o contato próximo delas com os professores fez muita falta.
- Em abril, uma pesquisa divulgada pela Unicef e a organização Cenpec Educação apontou
- que a faixa etária correspondente ao ensino fundamental I foi a mais afetada pela ________
- escolar durante a pandemia. "Isso engloba desde crianças que não estavam matriculadas nas
- escolas ou que, no último mês (antes da pesquisa), não tinham tido nenhum tipo de contato com
- sua escola, nem por ou por acesso às aulas online. E o vínculo com a escola é importantíssimo",
- explica Anna Helena Altenfelder, presidente do Cenpec.
- Além disso, o ensino fundamental I público vinha melhorando constantemente seus
- indicadores de ensino – e embora estivesse aquém do ideal, repetidamente superava as metas
- oficiais de desempenho na grande maioria dos estados brasileiros.
- Agora, a pandemia reverteu, pelo menos temporariamente, essa universalização, e corre
- o risco de trazer retrocessos conquistados ao longo de décadas, aponta o economista Marcelo
- Neri – diretor do FGV Social e especialista em mensuração de desigualdades – o qual identificou
- que a taxa de evasão escolar nas idades de 5 a 9 anos era de apenas 1,39% em 2019, mas
- subiu para 5,5% no final de 2020 – o maior aumento percentual entre todas as faixas etárias.
- "Era a faixa etária onde a gente havia tido grandes avanços não apenas na universalização, a
- partir dos anos 1990, mas também na aprendizagem", diz Neri à BBC News Brasil.
- O economista explica que, para além do fato de muitas crianças dessa idade estarem na
- delicada fase de alfabetização, elas também são desproporcionalmente mais afetadas pela
- desconectividade e pela pobreza no Brasil.
- Não à toa a evasão observada por Neri foi mais aguda nas regiões mais remotas e carentes
- do país (principalmente na região Norte), e entre a população negra, também
- desproporcionalmente afetada pela desigualdade social e de renda.
- Agora, uma preocupação de especialistas e educadores é que as lacunas na alfabetização
- durante a pandemia, caso não sejam enfrentadas, virem uma bola de neve que prejudique o
- desempenho das crianças nas etapas seguintes de ensino.
- "E para aprender a ler e escrever elas precisam de experiências pedagógicas intencionais
- e de interações (com adultos e entre si) que não aconteceram na quantidade necessária durante
- a pandemia".
- Mas isso não significa que essas crianças estejam "fadadas a arrastar esse fracasso" ao
- longo de sua vida, prossegue a educadora, sobretudo porque elas ainda ..... bastante tempo de
- anos escolares pela frente.
- "Um trabalho consistente certamente é capaz de resgatar essas competências de leitura
- e escrita. (...). É algo possível e que sabemos fazer no Brasil. Mas as escolas não farão isso
- sozinhas, os professores vão precisar de apoio".
(Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/19/10/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).
Sobre o uso dos travessões nas linhas 09 e 10, pode-se dizer que:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Como a alfabetização sofreu na pandemia: 'criança que já deveria saber ler ainda não domina o abc'
Por Paula A. Idoeta
- Na turma da professora Ana Carolina Guimarães, há, hoje, desde crianças que já
- conseguem ler textos com facilidade até os alunos que, aos 8 ou 9 anos de idade, ainda ______
- criaram familiaridade com todas as letras do alfabeto. O cenário da volta às aulas preocupou a
- professora do 3° ano do ensino fundamental I na Escola Estadual São Bento, em Belo Horizonte
- (MG) – que por enquanto está funcionando em modelo híbrido, em que as crianças alternam
- entre uma semana na escola e uma semana no ensino remoto.
- A preocupação da professora se deve ao fato de que, em condições normais, na 3ª série,
- as crianças já costumam estar na fase final do aprendizado básico de leitura e escrita.
- Crianças vulneráveis de 5 a 10 anos de idade – as que cursam o final da educação infantil
- e todo o ensino fundamental I – foram um grupo particularmente sensível às dificuldades dos
- mais de 18 meses de ensino a distância na pandemia. É porque elas estão em uma fase ______
- de seu desenvolvimento escolar: a da alfabetização e da consolidação da leitura, da escrita e dos
- fundamentos matemáticos. Nessa idade, elas ..... pouca autonomia no ensino remoto, e,
- portanto o contato próximo delas com os professores fez muita falta.
- Em abril, uma pesquisa divulgada pela Unicef e a organização Cenpec Educação apontou
- que a faixa etária correspondente ao ensino fundamental I foi a mais afetada pela ________
- escolar durante a pandemia. "Isso engloba desde crianças que não estavam matriculadas nas
- escolas ou que, no último mês (antes da pesquisa), não tinham tido nenhum tipo de contato com
- sua escola, nem por ou por acesso às aulas online. E o vínculo com a escola é importantíssimo",
- explica Anna Helena Altenfelder, presidente do Cenpec.
- Além disso, o ensino fundamental I público vinha melhorando constantemente seus
- indicadores de ensino – e embora estivesse aquém do ideal, repetidamente superava as metas
- oficiais de desempenho na grande maioria dos estados brasileiros.
- Agora, a pandemia reverteu, pelo menos temporariamente, essa universalização, e corre
- o risco de trazer retrocessos conquistados ao longo de décadas, aponta o economista Marcelo
- Neri – diretor do FGV Social e especialista em mensuração de desigualdades – o qual identificou
- que a taxa de evasão escolar nas idades de 5 a 9 anos era de apenas 1,39% em 2019, mas
- subiu para 5,5% no final de 2020 – o maior aumento percentual entre todas as faixas etárias.
- "Era a faixa etária onde a gente havia tido grandes avanços não apenas na universalização, a
- partir dos anos 1990, mas também na aprendizagem", diz Neri à BBC News Brasil.
- O economista explica que, para além do fato de muitas crianças dessa idade estarem na
- delicada fase de alfabetização, elas também são desproporcionalmente mais afetadas pela
- desconectividade e pela pobreza no Brasil.
- Não à toa a evasão observada por Neri foi mais aguda nas regiões mais remotas e carentes
- do país (principalmente na região Norte), e entre a população negra, também
- desproporcionalmente afetada pela desigualdade social e de renda.
- Agora, uma preocupação de especialistas e educadores é que as lacunas na alfabetização
- durante a pandemia, caso não sejam enfrentadas, virem uma bola de neve que prejudique o
- desempenho das crianças nas etapas seguintes de ensino.
- "E para aprender a ler e escrever elas precisam de experiências pedagógicas intencionais
- e de interações (com adultos e entre si) que não aconteceram na quantidade necessária durante
- a pandemia".
- Mas isso não significa que essas crianças estejam "fadadas a arrastar esse fracasso" ao
- longo de sua vida, prossegue a educadora, sobretudo porque elas ainda ..... bastante tempo de
- anos escolares pela frente.
- "Um trabalho consistente certamente é capaz de resgatar essas competências de leitura
- e escrita. (...). É algo possível e que sabemos fazer no Brasil. Mas as escolas não farão isso
- sozinhas, os professores vão precisar de apoio".
(Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/19/10/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).
Na linha 38, caso se substituísse ‘virem’ por ‘transformar-se’, visando à correção e do período e à manutenção do tempo verbal, a alteração correta seria:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Como a alfabetização sofreu na pandemia: 'criança que já deveria saber ler ainda não domina o abc'
Por Paula A. Idoeta
- Na turma da professora Ana Carolina Guimarães, há, hoje, desde crianças que já
- conseguem ler textos com facilidade até os alunos que, aos 8 ou 9 anos de idade, ainda ______
- criaram familiaridade com todas as letras do alfabeto. O cenário da volta às aulas preocupou a
- professora do 3° ano do ensino fundamental I na Escola Estadual São Bento, em Belo Horizonte
- (MG) – que por enquanto está funcionando em modelo híbrido, em que as crianças alternam
- entre uma semana na escola e uma semana no ensino remoto.
- A preocupação da professora se deve ao fato de que, em condições normais, na 3ª série,
- as crianças já costumam estar na fase final do aprendizado básico de leitura e escrita.
- Crianças vulneráveis de 5 a 10 anos de idade – as que cursam o final da educação infantil
- e todo o ensino fundamental I – foram um grupo particularmente sensível às dificuldades dos
- mais de 18 meses de ensino a distância na pandemia. É porque elas estão em uma fase ______
- de seu desenvolvimento escolar: a da alfabetização e da consolidação da leitura, da escrita e dos
- fundamentos matemáticos. Nessa idade, elas ..... pouca autonomia no ensino remoto, e,
- portanto o contato próximo delas com os professores fez muita falta.
- Em abril, uma pesquisa divulgada pela Unicef e a organização Cenpec Educação apontou
- que a faixa etária correspondente ao ensino fundamental I foi a mais afetada pela ________
- escolar durante a pandemia. "Isso engloba desde crianças que não estavam matriculadas nas
- escolas ou que, no último mês (antes da pesquisa), não tinham tido nenhum tipo de contato com
- sua escola, nem por ou por acesso às aulas online. E o vínculo com a escola é importantíssimo",
- explica Anna Helena Altenfelder, presidente do Cenpec.
- Além disso, o ensino fundamental I público vinha melhorando constantemente seus
- indicadores de ensino – e embora estivesse aquém do ideal, repetidamente superava as metas
- oficiais de desempenho na grande maioria dos estados brasileiros.
- Agora, a pandemia reverteu, pelo menos temporariamente, essa universalização, e corre
- o risco de trazer retrocessos conquistados ao longo de décadas, aponta o economista Marcelo
- Neri – diretor do FGV Social e especialista em mensuração de desigualdades – o qual identificou
- que a taxa de evasão escolar nas idades de 5 a 9 anos era de apenas 1,39% em 2019, mas
- subiu para 5,5% no final de 2020 – o maior aumento percentual entre todas as faixas etárias.
- "Era a faixa etária onde a gente havia tido grandes avanços não apenas na universalização, a
- partir dos anos 1990, mas também na aprendizagem", diz Neri à BBC News Brasil.
- O economista explica que, para além do fato de muitas crianças dessa idade estarem na
- delicada fase de alfabetização, elas também são desproporcionalmente mais afetadas pela
- desconectividade e pela pobreza no Brasil.
- Não à toa a evasão observada por Neri foi mais aguda nas regiões mais remotas e carentes
- do país (principalmente na região Norte), e entre a população negra, também
- desproporcionalmente afetada pela desigualdade social e de renda.
- Agora, uma preocupação de especialistas e educadores é que as lacunas na alfabetização
- durante a pandemia, caso não sejam enfrentadas, virem uma bola de neve que prejudique o
- desempenho das crianças nas etapas seguintes de ensino.
- "E para aprender a ler e escrever elas precisam de experiências pedagógicas intencionais
- e de interações (com adultos e entre si) que não aconteceram na quantidade necessária durante
- a pandemia".
- Mas isso não significa que essas crianças estejam "fadadas a arrastar esse fracasso" ao
- longo de sua vida, prossegue a educadora, sobretudo porque elas ainda ..... bastante tempo de
- anos escolares pela frente.
- "Um trabalho consistente certamente é capaz de resgatar essas competências de leitura
- e escrita. (...). É algo possível e que sabemos fazer no Brasil. Mas as escolas não farão isso
- sozinhas, os professores vão precisar de apoio".
(Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/19/10/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).
O vocábulo aquém, utilizado no período da linha 22, informa que o ensino fundamental I público vinha melhorando constantemente seus indicadores de ensino:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Como a alfabetização sofreu na pandemia: 'criança que já deveria saber ler ainda não domina o abc'
Por Paula A. Idoeta
- Na turma da professora Ana Carolina Guimarães, há, hoje, desde crianças que já
- conseguem ler textos com facilidade até os alunos que, aos 8 ou 9 anos de idade, ainda ______
- criaram familiaridade com todas as letras do alfabeto. O cenário da volta às aulas preocupou a
- professora do 3° ano do ensino fundamental I na Escola Estadual São Bento, em Belo Horizonte
- (MG) – que por enquanto está funcionando em modelo híbrido, em que as crianças alternam
- entre uma semana na escola e uma semana no ensino remoto.
- A preocupação da professora se deve ao fato de que, em condições normais, na 3ª série,
- as crianças já costumam estar na fase final do aprendizado básico de leitura e escrita.
- Crianças vulneráveis de 5 a 10 anos de idade – as que cursam o final da educação infantil
- e todo o ensino fundamental I – foram um grupo particularmente sensível às dificuldades dos
- mais de 18 meses de ensino a distância na pandemia. É porque elas estão em uma fase ______
- de seu desenvolvimento escolar: a da alfabetização e da consolidação da leitura, da escrita e dos
- fundamentos matemáticos. Nessa idade, elas ..... pouca autonomia no ensino remoto, e,
- portanto o contato próximo delas com os professores fez muita falta.
- Em abril, uma pesquisa divulgada pela Unicef e a organização Cenpec Educação apontou
- que a faixa etária correspondente ao ensino fundamental I foi a mais afetada pela ________
- escolar durante a pandemia. "Isso engloba desde crianças que não estavam matriculadas nas
- escolas ou que, no último mês (antes da pesquisa), não tinham tido nenhum tipo de contato com
- sua escola, nem por ou por acesso às aulas online. E o vínculo com a escola é importantíssimo",
- explica Anna Helena Altenfelder, presidente do Cenpec.
- Além disso, o ensino fundamental I público vinha melhorando constantemente seus
- indicadores de ensino – e embora estivesse aquém do ideal, repetidamente superava as metas
- oficiais de desempenho na grande maioria dos estados brasileiros.
- Agora, a pandemia reverteu, pelo menos temporariamente, essa universalização, e corre
- o risco de trazer retrocessos conquistados ao longo de décadas, aponta o economista Marcelo
- Neri – diretor do FGV Social e especialista em mensuração de desigualdades – o qual identificou
- que a taxa de evasão escolar nas idades de 5 a 9 anos era de apenas 1,39% em 2019, mas
- subiu para 5,5% no final de 2020 – o maior aumento percentual entre todas as faixas etárias.
- "Era a faixa etária onde a gente havia tido grandes avanços não apenas na universalização, a
- partir dos anos 1990, mas também na aprendizagem", diz Neri à BBC News Brasil.
- O economista explica que, para além do fato de muitas crianças dessa idade estarem na
- delicada fase de alfabetização, elas também são desproporcionalmente mais afetadas pela
- desconectividade e pela pobreza no Brasil.
- Não à toa a evasão observada por Neri foi mais aguda nas regiões mais remotas e carentes
- do país (principalmente na região Norte), e entre a população negra, também
- desproporcionalmente afetada pela desigualdade social e de renda.
- Agora, uma preocupação de especialistas e educadores é que as lacunas na alfabetização
- durante a pandemia, caso não sejam enfrentadas, virem uma bola de neve que prejudique o
- desempenho das crianças nas etapas seguintes de ensino.
- "E para aprender a ler e escrever elas precisam de experiências pedagógicas intencionais
- e de interações (com adultos e entre si) que não aconteceram na quantidade necessária durante
- a pandemia".
- Mas isso não significa que essas crianças estejam "fadadas a arrastar esse fracasso" ao
- longo de sua vida, prossegue a educadora, sobretudo porque elas ainda ..... bastante tempo de
- anos escolares pela frente.
- "Um trabalho consistente certamente é capaz de resgatar essas competências de leitura
- e escrita. (...). É algo possível e que sabemos fazer no Brasil. Mas as escolas não farão isso
- sozinhas, os professores vão precisar de apoio".
(Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/19/10/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considere o seguinte parágrafo, retirado do texto, para responder à questão 06.
Crianças vulneráveis de 5 a 10 anos de idade – as que cursam o final da educação infantil e todo o ensino fundamental I – foram um grupo particularmente sensível às dificuldades dos mais de 18 meses de ensino a distância na pandemia. É porque elas estão em uma fase crucial de seu desenvolvimento escolar: a da alfabetização e da consolidação da leitura, da escrita e dos fundamentos matemáticos. Nessa idade, elas .... pouca autonomia no ensino remoto, e, portanto o contato próximo delas com os professores fez muita falta.
No trecho acima, destacado do texto, a expressão ‘Crianças vulneráveis de 5 a 10 anos de idade’ é retomada por diversos termos (salientados no trecho acima), EXCETO por:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Como a alfabetização sofreu na pandemia: 'criança que já deveria saber ler ainda não domina o abc'
Por Paula A. Idoeta
- Na turma da professora Ana Carolina Guimarães, há, hoje, desde crianças que já
- conseguem ler textos com facilidade até os alunos que, aos 8 ou 9 anos de idade, ainda ______
- criaram familiaridade com todas as letras do alfabeto. O cenário da volta às aulas preocupou a
- professora do 3° ano do ensino fundamental I na Escola Estadual São Bento, em Belo Horizonte
- (MG) – que por enquanto está funcionando em modelo híbrido, em que as crianças alternam
- entre uma semana na escola e uma semana no ensino remoto.
- A preocupação da professora se deve ao fato de que, em condições normais, na 3ª série,
- as crianças já costumam estar na fase final do aprendizado básico de leitura e escrita.
- Crianças vulneráveis de 5 a 10 anos de idade – as que cursam o final da educação infantil
- e todo o ensino fundamental I – foram um grupo particularmente sensível às dificuldades dos
- mais de 18 meses de ensino a distância na pandemia. É porque elas estão em uma fase ______
- de seu desenvolvimento escolar: a da alfabetização e da consolidação da leitura, da escrita e dos
- fundamentos matemáticos. Nessa idade, elas ..... pouca autonomia no ensino remoto, e,
- portanto o contato próximo delas com os professores fez muita falta.
- Em abril, uma pesquisa divulgada pela Unicef e a organização Cenpec Educação apontou
- que a faixa etária correspondente ao ensino fundamental I foi a mais afetada pela ________
- escolar durante a pandemia. "Isso engloba desde crianças que não estavam matriculadas nas
- escolas ou que, no último mês (antes da pesquisa), não tinham tido nenhum tipo de contato com
- sua escola, nem por ou por acesso às aulas online. E o vínculo com a escola é importantíssimo",
- explica Anna Helena Altenfelder, presidente do Cenpec.
- Além disso, o ensino fundamental I público vinha melhorando constantemente seus
- indicadores de ensino – e embora estivesse aquém do ideal, repetidamente superava as metas
- oficiais de desempenho na grande maioria dos estados brasileiros.
- Agora, a pandemia reverteu, pelo menos temporariamente, essa universalização, e corre
- o risco de trazer retrocessos conquistados ao longo de décadas, aponta o economista Marcelo
- Neri – diretor do FGV Social e especialista em mensuração de desigualdades – o qual identificou
- que a taxa de evasão escolar nas idades de 5 a 9 anos era de apenas 1,39% em 2019, mas
- subiu para 5,5% no final de 2020 – o maior aumento percentual entre todas as faixas etárias.
- "Era a faixa etária onde a gente havia tido grandes avanços não apenas na universalização, a
- partir dos anos 1990, mas também na aprendizagem", diz Neri à BBC News Brasil.
- O economista explica que, para além do fato de muitas crianças dessa idade estarem na
- delicada fase de alfabetização, elas também são desproporcionalmente mais afetadas pela
- desconectividade e pela pobreza no Brasil.
- Não à toa a evasão observada por Neri foi mais aguda nas regiões mais remotas e carentes
- do país (principalmente na região Norte), e entre a população negra, também
- desproporcionalmente afetada pela desigualdade social e de renda.
- Agora, uma preocupação de especialistas e educadores é que as lacunas na alfabetização
- durante a pandemia, caso não sejam enfrentadas, virem uma bola de neve que prejudique o
- desempenho das crianças nas etapas seguintes de ensino.
- "E para aprender a ler e escrever elas precisam de experiências pedagógicas intencionais
- e de interações (com adultos e entre si) que não aconteceram na quantidade necessária durante
- a pandemia".
- Mas isso não significa que essas crianças estejam "fadadas a arrastar esse fracasso" ao
- longo de sua vida, prossegue a educadora, sobretudo porque elas ainda ..... bastante tempo de
- anos escolares pela frente.
- "Um trabalho consistente certamente é capaz de resgatar essas competências de leitura
- e escrita. (...). É algo possível e que sabemos fazer no Brasil. Mas as escolas não farão isso
- sozinhas, os professores vão precisar de apoio".
(Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/19/10/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).
Em relação ao fragmento e o contexto em que aparece: virem uma bola de neve que prejudique o desempenho das crianças nas etapas seguintes de ensino (l.38 e 39), é correto dizer que a oração adjetiva ‘que prejudique o desempenho das crianças nas etapas seguintes de ensino’ instaura o pressuposto de que ‘a bola de neve’ prejudicará:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Como a alfabetização sofreu na pandemia: 'criança que já deveria saber ler ainda não domina o abc'
Por Paula A. Idoeta
- Na turma da professora Ana Carolina Guimarães, há, hoje, desde crianças que já
- conseguem ler textos com facilidade até os alunos que, aos 8 ou 9 anos de idade, ainda ______
- criaram familiaridade com todas as letras do alfabeto. O cenário da volta às aulas preocupou a
- professora do 3° ano do ensino fundamental I na Escola Estadual São Bento, em Belo Horizonte
- (MG) – que por enquanto está funcionando em modelo híbrido, em que as crianças alternam
- entre uma semana na escola e uma semana no ensino remoto.
- A preocupação da professora se deve ao fato de que, em condições normais, na 3ª série,
- as crianças já costumam estar na fase final do aprendizado básico de leitura e escrita.
- Crianças vulneráveis de 5 a 10 anos de idade – as que cursam o final da educação infantil
- e todo o ensino fundamental I – foram um grupo particularmente sensível às dificuldades dos
- mais de 18 meses de ensino a distância na pandemia. É porque elas estão em uma fase ______
- de seu desenvolvimento escolar: a da alfabetização e da consolidação da leitura, da escrita e dos
- fundamentos matemáticos. Nessa idade, elas ..... pouca autonomia no ensino remoto, e,
- portanto o contato próximo delas com os professores fez muita falta.
- Em abril, uma pesquisa divulgada pela Unicef e a organização Cenpec Educação apontou
- que a faixa etária correspondente ao ensino fundamental I foi a mais afetada pela ________
- escolar durante a pandemia. "Isso engloba desde crianças que não estavam matriculadas nas
- escolas ou que, no último mês (antes da pesquisa), não tinham tido nenhum tipo de contato com
- sua escola, nem por ou por acesso às aulas online. E o vínculo com a escola é importantíssimo",
- explica Anna Helena Altenfelder, presidente do Cenpec.
- Além disso, o ensino fundamental I público vinha melhorando constantemente seus
- indicadores de ensino – e embora estivesse aquém do ideal, repetidamente superava as metas
- oficiais de desempenho na grande maioria dos estados brasileiros.
- Agora, a pandemia reverteu, pelo menos temporariamente, essa universalização, e corre
- o risco de trazer retrocessos conquistados ao longo de décadas, aponta o economista Marcelo
- Neri – diretor do FGV Social e especialista em mensuração de desigualdades – o qual identificou
- que a taxa de evasão escolar nas idades de 5 a 9 anos era de apenas 1,39% em 2019, mas
- subiu para 5,5% no final de 2020 – o maior aumento percentual entre todas as faixas etárias.
- "Era a faixa etária onde a gente havia tido grandes avanços não apenas na universalização, a
- partir dos anos 1990, mas também na aprendizagem", diz Neri à BBC News Brasil.
- O economista explica que, para além do fato de muitas crianças dessa idade estarem na
- delicada fase de alfabetização, elas também são desproporcionalmente mais afetadas pela
- desconectividade e pela pobreza no Brasil.
- Não à toa a evasão observada por Neri foi mais aguda nas regiões mais remotas e carentes
- do país (principalmente na região Norte), e entre a população negra, também
- desproporcionalmente afetada pela desigualdade social e de renda.
- Agora, uma preocupação de especialistas e educadores é que as lacunas na alfabetização
- durante a pandemia, caso não sejam enfrentadas, virem uma bola de neve que prejudique o
- desempenho das crianças nas etapas seguintes de ensino.
- "E para aprender a ler e escrever elas precisam de experiências pedagógicas intencionais
- e de interações (com adultos e entre si) que não aconteceram na quantidade necessária durante
- a pandemia".
- Mas isso não significa que essas crianças estejam "fadadas a arrastar esse fracasso" ao
- longo de sua vida, prossegue a educadora, sobretudo porque elas ainda ..... bastante tempo de
- anos escolares pela frente.
- "Um trabalho consistente certamente é capaz de resgatar essas competências de leitura
- e escrita. (...). É algo possível e que sabemos fazer no Brasil. Mas as escolas não farão isso
- sozinhas, os professores vão precisar de apoio".
(Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/19/10/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).
No fragmento: ... a partir dos anos 1990, mas também na aprendizagem,", diz Neri à BBC News Brasil, retirado do texto, o elemento coesivo ‘mas também’ introduz ideia de:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Como a alfabetização sofreu na pandemia: 'criança que já deveria saber ler ainda não domina o abc'
Por Paula A. Idoeta
- Na turma da professora Ana Carolina Guimarães, há, hoje, desde crianças que já
- conseguem ler textos com facilidade até os alunos que, aos 8 ou 9 anos de idade, ainda ______
- criaram familiaridade com todas as letras do alfabeto. O cenário da volta às aulas preocupou a
- professora do 3° ano do ensino fundamental I na Escola Estadual São Bento, em Belo Horizonte
- (MG) – que por enquanto está funcionando em modelo híbrido, em que as crianças alternam
- entre uma semana na escola e uma semana no ensino remoto.
- A preocupação da professora se deve ao fato de que, em condições normais, na 3ª série,
- as crianças já costumam estar na fase final do aprendizado básico de leitura e escrita.
- Crianças vulneráveis de 5 a 10 anos de idade – as que cursam o final da educação infantil
- e todo o ensino fundamental I – foram um grupo particularmente sensível às dificuldades dos
- mais de 18 meses de ensino a distância na pandemia. É porque elas estão em uma fase ______
- de seu desenvolvimento escolar: a da alfabetização e da consolidação da leitura, da escrita e dos
- fundamentos matemáticos. Nessa idade, elas ..... pouca autonomia no ensino remoto, e,
- portanto o contato próximo delas com os professores fez muita falta.
- Em abril, uma pesquisa divulgada pela Unicef e a organização Cenpec Educação apontou
- que a faixa etária correspondente ao ensino fundamental I foi a mais afetada pela ________
- escolar durante a pandemia. "Isso engloba desde crianças que não estavam matriculadas nas
- escolas ou que, no último mês (antes da pesquisa), não tinham tido nenhum tipo de contato com
- sua escola, nem por ou por acesso às aulas online. E o vínculo com a escola é importantíssimo",
- explica Anna Helena Altenfelder, presidente do Cenpec.
- Além disso, o ensino fundamental I público vinha melhorando constantemente seus
- indicadores de ensino – e embora estivesse aquém do ideal, repetidamente superava as metas
- oficiais de desempenho na grande maioria dos estados brasileiros.
- Agora, a pandemia reverteu, pelo menos temporariamente, essa universalização, e corre
- o risco de trazer retrocessos conquistados ao longo de décadas, aponta o economista Marcelo
- Neri – diretor do FGV Social e especialista em mensuração de desigualdades – o qual identificou
- que a taxa de evasão escolar nas idades de 5 a 9 anos era de apenas 1,39% em 2019, mas
- subiu para 5,5% no final de 2020 – o maior aumento percentual entre todas as faixas etárias.
- "Era a faixa etária onde a gente havia tido grandes avanços não apenas na universalização, a
- partir dos anos 1990, mas também na aprendizagem", diz Neri à BBC News Brasil.
- O economista explica que, para além do fato de muitas crianças dessa idade estarem na
- delicada fase de alfabetização, elas também são desproporcionalmente mais afetadas pela
- desconectividade e pela pobreza no Brasil.
- Não à toa a evasão observada por Neri foi mais aguda nas regiões mais remotas e carentes
- do país (principalmente na região Norte), e entre a população negra, também
- desproporcionalmente afetada pela desigualdade social e de renda.
- Agora, uma preocupação de especialistas e educadores é que as lacunas na alfabetização
- durante a pandemia, caso não sejam enfrentadas, virem uma bola de neve que prejudique o
- desempenho das crianças nas etapas seguintes de ensino.
- "E para aprender a ler e escrever elas precisam de experiências pedagógicas intencionais
- e de interações (com adultos e entre si) que não aconteceram na quantidade necessária durante
- a pandemia".
- Mas isso não significa que essas crianças estejam "fadadas a arrastar esse fracasso" ao
- longo de sua vida, prossegue a educadora, sobretudo porque elas ainda ..... bastante tempo de
- anos escolares pela frente.
- "Um trabalho consistente certamente é capaz de resgatar essas competências de leitura
- e escrita. (...). É algo possível e que sabemos fazer no Brasil. Mas as escolas não farão isso
- sozinhas, os professores vão precisar de apoio".
(Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/19/10/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).
Na frase: Mas isso não significa que essas crianças estejam "fadadas a arrastar esse fracasso" ao longo de sua vida..., retirada do texto, a expressão ‘fadadas’, sem que ocorra alteração de sentido ou necessidade de ajustes no contexto, poderia ser substituída por:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Como a alfabetização sofreu na pandemia: 'criança que já deveria saber ler ainda não domina o abc'
Por Paula A. Idoeta
- Na turma da professora Ana Carolina Guimarães, há, hoje, desde crianças que já
- conseguem ler textos com facilidade até os alunos que, aos 8 ou 9 anos de idade, ainda ______
- criaram familiaridade com todas as letras do alfabeto. O cenário da volta às aulas preocupou a
- professora do 3° ano do ensino fundamental I na Escola Estadual São Bento, em Belo Horizonte
- (MG) – que por enquanto está funcionando em modelo híbrido, em que as crianças alternam
- entre uma semana na escola e uma semana no ensino remoto.
- A preocupação da professora se deve ao fato de que, em condições normais, na 3ª série,
- as crianças já costumam estar na fase final do aprendizado básico de leitura e escrita.
- Crianças vulneráveis de 5 a 10 anos de idade – as que cursam o final da educação infantil
- e todo o ensino fundamental I – foram um grupo particularmente sensível às dificuldades dos
- mais de 18 meses de ensino a distância na pandemia. É porque elas estão em uma fase ______
- de seu desenvolvimento escolar: a da alfabetização e da consolidação da leitura, da escrita e dos
- fundamentos matemáticos. Nessa idade, elas ..... pouca autonomia no ensino remoto, e,
- portanto o contato próximo delas com os professores fez muita falta.
- Em abril, uma pesquisa divulgada pela Unicef e a organização Cenpec Educação apontou
- que a faixa etária correspondente ao ensino fundamental I foi a mais afetada pela ________
- escolar durante a pandemia. "Isso engloba desde crianças que não estavam matriculadas nas
- escolas ou que, no último mês (antes da pesquisa), não tinham tido nenhum tipo de contato com
- sua escola, nem por ou por acesso às aulas online. E o vínculo com a escola é importantíssimo",
- explica Anna Helena Altenfelder, presidente do Cenpec.
- Além disso, o ensino fundamental I público vinha melhorando constantemente seus
- indicadores de ensino – e embora estivesse aquém do ideal, repetidamente superava as metas
- oficiais de desempenho na grande maioria dos estados brasileiros.
- Agora, a pandemia reverteu, pelo menos temporariamente, essa universalização, e corre
- o risco de trazer retrocessos conquistados ao longo de décadas, aponta o economista Marcelo
- Neri – diretor do FGV Social e especialista em mensuração de desigualdades – o qual identificou
- que a taxa de evasão escolar nas idades de 5 a 9 anos era de apenas 1,39% em 2019, mas
- subiu para 5,5% no final de 2020 – o maior aumento percentual entre todas as faixas etárias.
- "Era a faixa etária onde a gente havia tido grandes avanços não apenas na universalização, a
- partir dos anos 1990, mas também na aprendizagem", diz Neri à BBC News Brasil.
- O economista explica que, para além do fato de muitas crianças dessa idade estarem na
- delicada fase de alfabetização, elas também são desproporcionalmente mais afetadas pela
- desconectividade e pela pobreza no Brasil.
- Não à toa a evasão observada por Neri foi mais aguda nas regiões mais remotas e carentes
- do país (principalmente na região Norte), e entre a população negra, também
- desproporcionalmente afetada pela desigualdade social e de renda.
- Agora, uma preocupação de especialistas e educadores é que as lacunas na alfabetização
- durante a pandemia, caso não sejam enfrentadas, virem uma bola de neve que prejudique o
- desempenho das crianças nas etapas seguintes de ensino.
- "E para aprender a ler e escrever elas precisam de experiências pedagógicas intencionais
- e de interações (com adultos e entre si) que não aconteceram na quantidade necessária durante
- a pandemia".
- Mas isso não significa que essas crianças estejam "fadadas a arrastar esse fracasso" ao
- longo de sua vida, prossegue a educadora, sobretudo porque elas ainda ..... bastante tempo de
- anos escolares pela frente.
- "Um trabalho consistente certamente é capaz de resgatar essas competências de leitura
- e escrita. (...). É algo possível e que sabemos fazer no Brasil. Mas as escolas não farão isso
- sozinhas, os professores vão precisar de apoio".
(Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/19/10/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).
Observando a flexão e o emprego do verbo ‘ter’ no Presente do Indicativo, para que o preenchimento das lacunas pontilhadas das linhas 13 e 44 esteja correto e adequado, analise as assertivas a seguir:
I. Em ambas as ocorrências, a forma verbal deverá ser flexionada na terceira pessoa do plural.
II. A forma verbal deverá ser acentuada, recebendo, para tanto, o acento circunflexo.
III. Nas respectivas situações de ocorrência, a presença exclusiva de um único pronome pessoal reto como sujeito garante que a forma verbal deva ser flexionada no singular.
Quais estão corretas?
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Como a alfabetização sofreu na pandemia: 'criança que já deveria saber ler ainda não domina o abc'
Por Paula A. Idoeta
- Na turma da professora Ana Carolina Guimarães, há, hoje, desde crianças que já
- conseguem ler textos com facilidade até os alunos que, aos 8 ou 9 anos de idade, ainda ______
- criaram familiaridade com todas as letras do alfabeto. O cenário da volta às aulas preocupou a
- professora do 3° ano do ensino fundamental I na Escola Estadual São Bento, em Belo Horizonte
- (MG) – que por enquanto está funcionando em modelo híbrido, em que as crianças alternam
- entre uma semana na escola e uma semana no ensino remoto.
- A preocupação da professora se deve ao fato de que, em condições normais, na 3ª série,
- as crianças já costumam estar na fase final do aprendizado básico de leitura e escrita.
- Crianças vulneráveis de 5 a 10 anos de idade – as que cursam o final da educação infantil
- e todo o ensino fundamental I – foram um grupo particularmente sensível às dificuldades dos
- mais de 18 meses de ensino a distância na pandemia. É porque elas estão em uma fase ______
- de seu desenvolvimento escolar: a da alfabetização e da consolidação da leitura, da escrita e dos
- fundamentos matemáticos. Nessa idade, elas ..... pouca autonomia no ensino remoto, e,
- portanto o contato próximo delas com os professores fez muita falta.
- Em abril, uma pesquisa divulgada pela Unicef e a organização Cenpec Educação apontou
- que a faixa etária correspondente ao ensino fundamental I foi a mais afetada pela ________
- escolar durante a pandemia. "Isso engloba desde crianças que não estavam matriculadas nas
- escolas ou que, no último mês (antes da pesquisa), não tinham tido nenhum tipo de contato com
- sua escola, nem por ou por acesso às aulas online. E o vínculo com a escola é importantíssimo",
- explica Anna Helena Altenfelder, presidente do Cenpec.
- Além disso, o ensino fundamental I público vinha melhorando constantemente seus
- indicadores de ensino – e embora estivesse aquém do ideal, repetidamente superava as metas
- oficiais de desempenho na grande maioria dos estados brasileiros.
- Agora, a pandemia reverteu, pelo menos temporariamente, essa universalização, e corre
- o risco de trazer retrocessos conquistados ao longo de décadas, aponta o economista Marcelo
- Neri – diretor do FGV Social e especialista em mensuração de desigualdades – o qual identificou
- que a taxa de evasão escolar nas idades de 5 a 9 anos era de apenas 1,39% em 2019, mas
- subiu para 5,5% no final de 2020 – o maior aumento percentual entre todas as faixas etárias.
- "Era a faixa etária onde a gente havia tido grandes avanços não apenas na universalização, a
- partir dos anos 1990, mas também na aprendizagem", diz Neri à BBC News Brasil.
- O economista explica que, para além do fato de muitas crianças dessa idade estarem na
- delicada fase de alfabetização, elas também são desproporcionalmente mais afetadas pela
- desconectividade e pela pobreza no Brasil.
- Não à toa a evasão observada por Neri foi mais aguda nas regiões mais remotas e carentes
- do país (principalmente na região Norte), e entre a população negra, também
- desproporcionalmente afetada pela desigualdade social e de renda.
- Agora, uma preocupação de especialistas e educadores é que as lacunas na alfabetização
- durante a pandemia, caso não sejam enfrentadas, virem uma bola de neve que prejudique o
- desempenho das crianças nas etapas seguintes de ensino.
- "E para aprender a ler e escrever elas precisam de experiências pedagógicas intencionais
- e de interações (com adultos e entre si) que não aconteceram na quantidade necessária durante
- a pandemia".
- Mas isso não significa que essas crianças estejam "fadadas a arrastar esse fracasso" ao
- longo de sua vida, prossegue a educadora, sobretudo porque elas ainda ..... bastante tempo de
- anos escolares pela frente.
- "Um trabalho consistente certamente é capaz de resgatar essas competências de leitura
- e escrita. (...). É algo possível e que sabemos fazer no Brasil. Mas as escolas não farão isso
- sozinhas, os professores vão precisar de apoio".
(Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/19/10/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando a correta grafia das palavras, as lacunas tracejadas das linhas 02, 11 e 16 devem ser preenchidas, respectivamente, por:
Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
A força da liderança feminina no mercado de tecnologia
Por Sandya Coelho
- Quando iniciei minha carreira no segmento de tecnologia e internet, lá em 2010, ainda
- via poucas mulheres ____ frente de áreas estratégicas das grandes empresas com as quais
- trabalhei. Onze anos depois, vemos um incentivo forte para que mais mulheres tenham
- oportunidades em posições de liderança, e esse movimento vem sendo puxado justamente pelas
- empresas do setor de tecnologia e servido de modelo para os demais setores. E esse movimento
- pró-liderança feminina não fica restrito apenas aos cargos diretivos.
- Historicamente, muitas mulheres foram brilhantes ao conquistarem, com muita luta, seus
- espaços na sociedade, e são importantes inspirações para as atuais gerações, ainda mais para
- quem busca oportunidades em posições de liderança. Mas, ainda hoje, ser mulher num cargo de
- liderança não é tarefa fácil, sobretudo no mercado mais tradicional, é muito desafiador ser
- mulher no comando das negociações. Em minhas experiências profissionais, já precisei
- demonstrar firmeza para fazer outra pessoa entender que não era necessário buscar um homem
- posicionado hierarquicamente acima de mim, que era possível falar diretamente comigo. Por
- outro lado, também tive a oportunidade de descobrir no mundo da tecnologia, onde passei a
- atuar nos últimos 11 anos, um ambiente menos desigual.
- Atualmente, faço parte de uma empresa que acaba de estrear no Novo Mercado da B3,
- em um momento crucial para as empresas de tecnologia. Como mulher na liderança, tenho a
- oportunidade de inspirar outras mulheres a buscarem e alcançarem esses lugares que sempre
- foram ocupados majoritariamente por homens, além de abrir caminho para que ações efetivas
- sejam realizadas e tornem o mercado cada vez mais inclusivo.
- Apesar de ter uma percepção sobre a evidente evolução da presença feminina no mercado
- de tecnologia, em especial em cargos de liderança, ainda há um longo caminho a ser percorrido
- em relação ____ representatividade das mulheres em cargos mais estratégicos. Os desafios
- ainda são muitos e complexos, com raízes históricas que permeiam ___ sociedade, mas ao olhar
- para o futuro e, graças ao crescimento gradual da força feminina, não só no mercado tech, mas
- nos mais diversos segmentos, tenho a convicção de que juntas podemos propiciar um cenário
- cada vez mais igualitário.
(Disponível em: https://exame.com/blog/sandya-coelho – texto adaptado especialmente para esta prova).
Na linha 03, a expressão “para que” indica ___________ e poderia ser substituída por ___________ desde que ____________ alterações no período.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
A força da liderança feminina no mercado de tecnologia
Por Sandya Coelho
- Quando iniciei minha carreira no segmento de tecnologia e internet, lá em 2010, ainda
- via poucas mulheres ____ frente de áreas estratégicas das grandes empresas com as quais
- trabalhei. Onze anos depois, vemos um incentivo forte para que mais mulheres tenham
- oportunidades em posições de liderança, e esse movimento vem sendo puxado justamente pelas
- empresas do setor de tecnologia e servido de modelo para os demais setores. E esse movimento
- pró-liderança feminina não fica restrito apenas aos cargos diretivos.
- Historicamente, muitas mulheres foram brilhantes ao conquistarem, com muita luta, seus
- espaços na sociedade, e são importantes inspirações para as atuais gerações, ainda mais para
- quem busca oportunidades em posições de liderança. Mas, ainda hoje, ser mulher num cargo de
- liderança não é tarefa fácil, sobretudo no mercado mais tradicional, é muito desafiador ser
- mulher no comando das negociações. Em minhas experiências profissionais, já precisei
- demonstrar firmeza para fazer outra pessoa entender que não era necessário buscar um homem
- posicionado hierarquicamente acima de mim, que era possível falar diretamente comigo. Por
- outro lado, também tive a oportunidade de descobrir no mundo da tecnologia, onde passei a
- atuar nos últimos 11 anos, um ambiente menos desigual.
- Atualmente, faço parte de uma empresa que acaba de estrear no Novo Mercado da B3,
- em um momento crucial para as empresas de tecnologia. Como mulher na liderança, tenho a
- oportunidade de inspirar outras mulheres a buscarem e alcançarem esses lugares que sempre
- foram ocupados majoritariamente por homens, além de abrir caminho para que ações efetivas
- sejam realizadas e tornem o mercado cada vez mais inclusivo.
- Apesar de ter uma percepção sobre a evidente evolução da presença feminina no mercado
- de tecnologia, em especial em cargos de liderança, ainda há um longo caminho a ser percorrido
- em relação ____ representatividade das mulheres em cargos mais estratégicos. Os desafios
- ainda são muitos e complexos, com raízes históricas que permeiam ___ sociedade, mas ao olhar
- para o futuro e, graças ao crescimento gradual da força feminina, não só no mercado tech, mas
- nos mais diversos segmentos, tenho a convicção de que juntas podemos propiciar um cenário
- cada vez mais igualitário.
(Disponível em: https://exame.com/blog/sandya-coelho – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta adjetivo que NÃO apresenta flexão de gênero para o masculino.
Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
A força da liderança feminina no mercado de tecnologia
Por Sandya Coelho
- Quando iniciei minha carreira no segmento de tecnologia e internet, lá em 2010, ainda
- via poucas mulheres ____ frente de áreas estratégicas das grandes empresas com as quais
- trabalhei. Onze anos depois, vemos um incentivo forte para que mais mulheres tenham
- oportunidades em posições de liderança, e esse movimento vem sendo puxado justamente pelas
- empresas do setor de tecnologia e servido de modelo para os demais setores. E esse movimento
- pró-liderança feminina não fica restrito apenas aos cargos diretivos.
- Historicamente, muitas mulheres foram brilhantes ao conquistarem, com muita luta, seus
- espaços na sociedade, e são importantes inspirações para as atuais gerações, ainda mais para
- quem busca oportunidades em posições de liderança. Mas, ainda hoje, ser mulher num cargo de
- liderança não é tarefa fácil, sobretudo no mercado mais tradicional, é muito desafiador ser
- mulher no comando das negociações. Em minhas experiências profissionais, já precisei
- demonstrar firmeza para fazer outra pessoa entender que não era necessário buscar um homem
- posicionado hierarquicamente acima de mim, que era possível falar diretamente comigo. Por
- outro lado, também tive a oportunidade de descobrir no mundo da tecnologia, onde passei a
- atuar nos últimos 11 anos, um ambiente menos desigual.
- Atualmente, faço parte de uma empresa que acaba de estrear no Novo Mercado da B3,
- em um momento crucial para as empresas de tecnologia. Como mulher na liderança, tenho a
- oportunidade de inspirar outras mulheres a buscarem e alcançarem esses lugares que sempre
- foram ocupados majoritariamente por homens, além de abrir caminho para que ações efetivas
- sejam realizadas e tornem o mercado cada vez mais inclusivo.
- Apesar de ter uma percepção sobre a evidente evolução da presença feminina no mercado
- de tecnologia, em especial em cargos de liderança, ainda há um longo caminho a ser percorrido
- em relação ____ representatividade das mulheres em cargos mais estratégicos. Os desafios
- ainda são muitos e complexos, com raízes históricas que permeiam ___ sociedade, mas ao olhar
- para o futuro e, graças ao crescimento gradual da força feminina, não só no mercado tech, mas
- nos mais diversos segmentos, tenho a convicção de que juntas podemos propiciar um cenário
- cada vez mais igualitário.
(Disponível em: https://exame.com/blog/sandya-coelho – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o trecho “Historicamente, muitas mulheres foram brilhantes ao conquistarem, com muita luta, seus espaços na sociedade”, retirado do texto, analise as assertivas a seguir:
I. Há, no trecho, a presença de voz passiva.
II. A expressão “muitas mulheres” pode ser considerada o agente da passiva, pois indica quem executou a ação expressa no trecho.
III. A expressão “com muita luta” indica o modo como a ação de conquistar foi efetuada.
Quais estão corretas?