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Ano: 2013 Banca: FGV Órgão: SEGEP-MA Prova: FGV - 2013 - SEGEP-MA - Agente Penitenciário |
Q471696 Português
Leia o texto a seguir:

                       Tendências para as cadeias no futuro?

     Na Malásia, uma equipe de designers e arquitetos elaborou um conceito de centro de detenção    bastante diferente. O projeto  consiste em um complexo prisional suspenso no ar, o que em  teoria dificultaria as tentativas de fuga, devido à altura  potencialmente fatal de uma queda e à visibilidade que o fugitivo  teria aos olhos dos pedestres na parte de baixo.
     A cadeia ainda teria espaços para manter um campo de  agricultura, onde os detentos poderiam trabalhar para se  autossustentar e até distribuir o excesso de alimento produzido  para a sociedade. Fábricas e centros de reciclagem também  serviriam a esse propósito. 
     Visando reduzir os custos necessários para manter dezenas  de agentes carcerários, o teórico social Jeremy Betham projetou  uma instituição que manteria todas as celas em um local circular,  de forma que fiquem expostas simultaneamente. Dessa forma,  apenas alguns poucos guardas posicionados na torre no centro  do prédio já conseguiriam manter a vigilância sobre todos os detentos. Embora um presídio nesse estilo tenha sido construído  em Cuba, ele nunca chegou a entrar em funcionamento.
     Outra solução criativa foi pensada e realizada na Austrália,  onde um centro de detenção foi    elaborado a partir de containers  de transporte de mercadorias em navios modificados para servir
como celas temporárias. Outra prisão na Nova Zelândia também  passou a usar a mesma solução para resolver problemas de superlotação.
     Entretanto, o conceito tem causado muita polêmica, pois as  condições das celas em containers   seriam desumanas — o que  temos que levar em consideração em se tratando de um país tão   quente. "Morar" em uma caixa de metal sob um sol de escaldar  não deve ser nada agradável.

                                                                                       (Fernando Daquino, 04/ 11/2012 - Arquitetura)

O texto aborda um conjunto de problemas das prisões; a alternativa em que o problema apontado não mostra correspondência adequada com a medida adotada é
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FGV Órgão: SEGEP-MA Prova: FGV - 2013 - SEGEP-MA - Agente Penitenciário |
Q471695 Português
Leia o texto a seguir:

                       Tendências para as cadeias no futuro?

     Na Malásia, uma equipe de designers e arquitetos elaborou um conceito de centro de detenção    bastante diferente. O projeto  consiste em um complexo prisional suspenso no ar, o que em  teoria dificultaria as tentativas de fuga, devido à altura  potencialmente fatal de uma queda e à visibilidade que o fugitivo  teria aos olhos dos pedestres na parte de baixo.
     A cadeia ainda teria espaços para manter um campo de  agricultura, onde os detentos poderiam trabalhar para se  autossustentar e até distribuir o excesso de alimento produzido  para a sociedade. Fábricas e centros de reciclagem também  serviriam a esse propósito. 
     Visando reduzir os custos necessários para manter dezenas  de agentes carcerários, o teórico social Jeremy Betham projetou  uma instituição que manteria todas as celas em um local circular,  de forma que fiquem expostas simultaneamente. Dessa forma,  apenas alguns poucos guardas posicionados na torre no centro  do prédio já conseguiriam manter a vigilância sobre todos os detentos. Embora um presídio nesse estilo tenha sido construído  em Cuba, ele nunca chegou a entrar em funcionamento.
     Outra solução criativa foi pensada e realizada na Austrália,  onde um centro de detenção foi    elaborado a partir de containers  de transporte de mercadorias em navios modificados para servir
como celas temporárias. Outra prisão na Nova Zelândia também  passou a usar a mesma solução para resolver problemas de superlotação.
     Entretanto, o conceito tem causado muita polêmica, pois as  condições das celas em containers   seriam desumanas — o que  temos que levar em consideração em se tratando de um país tão   quente. "Morar" em uma caixa de metal sob um sol de escaldar  não deve ser nada agradável.

                                                                                       (Fernando Daquino, 04/ 11/2012 - Arquitetura)

"Embora um presídio nesse estilo tenha sido construído em Cuba, ele nunca chegou a entrar em funcionamento".
As alternativas a seguir apresentam formas de reescrever esse período do texto mantendo seu significado original, à exceção de uma.
Assinale-a.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FGV Órgão: SEGEP-MA Prova: FGV - 2013 - SEGEP-MA - Agente Penitenciário |
Q471694 Português
Leia o texto a seguir:

                       Tendências para as cadeias no futuro?

     Na Malásia, uma equipe de designers e arquitetos elaborou um conceito de centro de detenção    bastante diferente. O projeto  consiste em um complexo prisional suspenso no ar, o que em  teoria dificultaria as tentativas de fuga, devido à altura  potencialmente fatal de uma queda e à visibilidade que o fugitivo  teria aos olhos dos pedestres na parte de baixo.
     A cadeia ainda teria espaços para manter um campo de  agricultura, onde os detentos poderiam trabalhar para se  autossustentar e até distribuir o excesso de alimento produzido  para a sociedade. Fábricas e centros de reciclagem também  serviriam a esse propósito. 
     Visando reduzir os custos necessários para manter dezenas  de agentes carcerários, o teórico social Jeremy Betham projetou  uma instituição que manteria todas as celas em um local circular,  de forma que fiquem expostas simultaneamente. Dessa forma,  apenas alguns poucos guardas posicionados na torre no centro  do prédio já conseguiriam manter a vigilância sobre todos os detentos. Embora um presídio nesse estilo tenha sido construído  em Cuba, ele nunca chegou a entrar em funcionamento.
     Outra solução criativa foi pensada e realizada na Austrália,  onde um centro de detenção foi    elaborado a partir de containers  de transporte de mercadorias em navios modificados para servir
como celas temporárias. Outra prisão na Nova Zelândia também  passou a usar a mesma solução para resolver problemas de superlotação.
     Entretanto, o conceito tem causado muita polêmica, pois as  condições das celas em containers   seriam desumanas — o que  temos que levar em consideração em se tratando de um país tão   quente. "Morar" em uma caixa de metal sob um sol de escaldar  não deve ser nada agradável.

                                                                                       (Fernando Daquino, 04/ 11/2012 - Arquitetura)

A alternativa em que o significado do elemento sublinhado está indicado corretamente é:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FGV Órgão: SEGEP-MA Prova: FGV - 2013 - SEGEP-MA - Agente Penitenciário |
Q471693 Português
Leia o texto a seguir:

                       Tendências para as cadeias no futuro?

     Na Malásia, uma equipe de designers e arquitetos elaborou um conceito de centro de detenção    bastante diferente. O projeto  consiste em um complexo prisional suspenso no ar, o que em  teoria dificultaria as tentativas de fuga, devido à altura  potencialmente fatal de uma queda e à visibilidade que o fugitivo  teria aos olhos dos pedestres na parte de baixo.
     A cadeia ainda teria espaços para manter um campo de  agricultura, onde os detentos poderiam trabalhar para se  autossustentar e até distribuir o excesso de alimento produzido  para a sociedade. Fábricas e centros de reciclagem também  serviriam a esse propósito. 
     Visando reduzir os custos necessários para manter dezenas  de agentes carcerários, o teórico social Jeremy Betham projetou  uma instituição que manteria todas as celas em um local circular,  de forma que fiquem expostas simultaneamente. Dessa forma,  apenas alguns poucos guardas posicionados na torre no centro  do prédio já conseguiriam manter a vigilância sobre todos os detentos. Embora um presídio nesse estilo tenha sido construído  em Cuba, ele nunca chegou a entrar em funcionamento.
     Outra solução criativa foi pensada e realizada na Austrália,  onde um centro de detenção foi    elaborado a partir de containers  de transporte de mercadorias em navios modificados para servir
como celas temporárias. Outra prisão na Nova Zelândia também  passou a usar a mesma solução para resolver problemas de superlotação.
     Entretanto, o conceito tem causado muita polêmica, pois as  condições das celas em containers   seriam desumanas — o que  temos que levar em consideração em se tratando de um país tão   quente. "Morar" em uma caixa de metal sob um sol de escaldar  não deve ser nada agradável.

                                                                                       (Fernando Daquino, 04/ 11/2012 - Arquitetura)

"A cadeia ainda teria espaços para manter um campo de agricultura, onde os detentos poderiam trabalhar para se autossustentar e até distribuir o excesso de alimento produzido para a sociedade. Fábricas e centros de reciclagem também serviriam a esse propósito"
Considerando-se a estruturação geral do texto, o "propósito" referido no final do segmento destacado seria o de
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FGV Órgão: SEGEP-MA Prova: FGV - 2013 - SEGEP-MA - Agente Penitenciário |
Q471692 Português
Leia o texto a seguir:

                       Tendências para as cadeias no futuro?

     Na Malásia, uma equipe de designers e arquitetos elaborou um conceito de centro de detenção    bastante diferente. O projeto  consiste em um complexo prisional suspenso no ar, o que em  teoria dificultaria as tentativas de fuga, devido à altura  potencialmente fatal de uma queda e à visibilidade que o fugitivo  teria aos olhos dos pedestres na parte de baixo.
     A cadeia ainda teria espaços para manter um campo de  agricultura, onde os detentos poderiam trabalhar para se  autossustentar e até distribuir o excesso de alimento produzido  para a sociedade. Fábricas e centros de reciclagem também  serviriam a esse propósito. 
     Visando reduzir os custos necessários para manter dezenas  de agentes carcerários, o teórico social Jeremy Betham projetou  uma instituição que manteria todas as celas em um local circular,  de forma que fiquem expostas simultaneamente. Dessa forma,  apenas alguns poucos guardas posicionados na torre no centro  do prédio já conseguiriam manter a vigilância sobre todos os detentos. Embora um presídio nesse estilo tenha sido construído  em Cuba, ele nunca chegou a entrar em funcionamento.
     Outra solução criativa foi pensada e realizada na Austrália,  onde um centro de detenção foi    elaborado a partir de containers  de transporte de mercadorias em navios modificados para servir
como celas temporárias. Outra prisão na Nova Zelândia também  passou a usar a mesma solução para resolver problemas de superlotação.
     Entretanto, o conceito tem causado muita polêmica, pois as  condições das celas em containers   seriam desumanas — o que  temos que levar em consideração em se tratando de um país tão   quente. "Morar" em uma caixa de metal sob um sol de escaldar  não deve ser nada agradável.

                                                                                       (Fernando Daquino, 04/ 11/2012 - Arquitetura)

"O projeto consiste em um complexo prisional suspenso no ar, o que em teoria dificultaria as tentativas de fuga, devido à altura potencialmente fatal de uma queda e à visibilidade que o fugitivo teria aos olhos dos pedestres na parte de baixo".

Assinale a alternativa inadequada em relação a esse segmento do texto.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FGV Órgão: SEGEP-MA Prova: FGV - 2013 - SEGEP-MA - Agente Penitenciário |
Q471691 Português
Leia o texto a seguir:

                       Tendências para as cadeias no futuro?

     Na Malásia, uma equipe de designers e arquitetos elaborou um conceito de centro de detenção    bastante diferente. O projeto  consiste em um complexo prisional suspenso no ar, o que em  teoria dificultaria as tentativas de fuga, devido à altura  potencialmente fatal de uma queda e à visibilidade que o fugitivo  teria aos olhos dos pedestres na parte de baixo.
     A cadeia ainda teria espaços para manter um campo de  agricultura, onde os detentos poderiam trabalhar para se  autossustentar e até distribuir o excesso de alimento produzido  para a sociedade. Fábricas e centros de reciclagem também  serviriam a esse propósito. 
     Visando reduzir os custos necessários para manter dezenas  de agentes carcerários, o teórico social Jeremy Betham projetou  uma instituição que manteria todas as celas em um local circular,  de forma que fiquem expostas simultaneamente. Dessa forma,  apenas alguns poucos guardas posicionados na torre no centro  do prédio já conseguiriam manter a vigilância sobre todos os detentos. Embora um presídio nesse estilo tenha sido construído  em Cuba, ele nunca chegou a entrar em funcionamento.
     Outra solução criativa foi pensada e realizada na Austrália,  onde um centro de detenção foi    elaborado a partir de containers  de transporte de mercadorias em navios modificados para servir
como celas temporárias. Outra prisão na Nova Zelândia também  passou a usar a mesma solução para resolver problemas de superlotação.
     Entretanto, o conceito tem causado muita polêmica, pois as  condições das celas em containers   seriam desumanas — o que  temos que levar em consideração em se tratando de um país tão   quente. "Morar" em uma caixa de metal sob um sol de escaldar  não deve ser nada agradável.

                                                                                       (Fernando Daquino, 04/ 11/2012 - Arquitetura)

Na estruturação do texto, o segundo período do primeiro parágrafo tem a função de
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FGV Órgão: SEGEP-MA Prova: FGV - 2013 - SEGEP-MA - Agente Penitenciário |
Q471690 Português
Leia o texto a seguir:

                       Tendências para as cadeias no futuro?

     Na Malásia, uma equipe de designers e arquitetos elaborou um conceito de centro de detenção    bastante diferente. O projeto  consiste em um complexo prisional suspenso no ar, o que em  teoria dificultaria as tentativas de fuga, devido à altura  potencialmente fatal de uma queda e à visibilidade que o fugitivo  teria aos olhos dos pedestres na parte de baixo.
     A cadeia ainda teria espaços para manter um campo de  agricultura, onde os detentos poderiam trabalhar para se  autossustentar e até distribuir o excesso de alimento produzido  para a sociedade. Fábricas e centros de reciclagem também  serviriam a esse propósito. 
     Visando reduzir os custos necessários para manter dezenas  de agentes carcerários, o teórico social Jeremy Betham projetou  uma instituição que manteria todas as celas em um local circular,  de forma que fiquem expostas simultaneamente. Dessa forma,  apenas alguns poucos guardas posicionados na torre no centro  do prédio já conseguiriam manter a vigilância sobre todos os detentos. Embora um presídio nesse estilo tenha sido construído  em Cuba, ele nunca chegou a entrar em funcionamento.
     Outra solução criativa foi pensada e realizada na Austrália,  onde um centro de detenção foi    elaborado a partir de containers  de transporte de mercadorias em navios modificados para servir
como celas temporárias. Outra prisão na Nova Zelândia também  passou a usar a mesma solução para resolver problemas de superlotação.
     Entretanto, o conceito tem causado muita polêmica, pois as  condições das celas em containers   seriam desumanas — o que  temos que levar em consideração em se tratando de um país tão   quente. "Morar" em uma caixa de metal sob um sol de escaldar  não deve ser nada agradável.

                                                                                       (Fernando Daquino, 04/ 11/2012 - Arquitetura)

O último parágrafo do texto, em relação a algo expresso anteriormente, introduz uma ideia de
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Ano: 2013 Banca: FGV Órgão: SEGEP-MA Prova: FGV - 2013 - SEGEP-MA - Agente Penitenciário |
Q471689 Português
Leia o texto a seguir:

                       Tendências para as cadeias no futuro?

     Na Malásia, uma equipe de designers e arquitetos elaborou um conceito de centro de detenção    bastante diferente. O projeto  consiste em um complexo prisional suspenso no ar, o que em  teoria dificultaria as tentativas de fuga, devido à altura  potencialmente fatal de uma queda e à visibilidade que o fugitivo  teria aos olhos dos pedestres na parte de baixo.
     A cadeia ainda teria espaços para manter um campo de  agricultura, onde os detentos poderiam trabalhar para se  autossustentar e até distribuir o excesso de alimento produzido  para a sociedade. Fábricas e centros de reciclagem também  serviriam a esse propósito. 
     Visando reduzir os custos necessários para manter dezenas  de agentes carcerários, o teórico social Jeremy Betham projetou  uma instituição que manteria todas as celas em um local circular,  de forma que fiquem expostas simultaneamente. Dessa forma,  apenas alguns poucos guardas posicionados na torre no centro  do prédio já conseguiriam manter a vigilância sobre todos os detentos. Embora um presídio nesse estilo tenha sido construído  em Cuba, ele nunca chegou a entrar em funcionamento.
     Outra solução criativa foi pensada e realizada na Austrália,  onde um centro de detenção foi    elaborado a partir de containers  de transporte de mercadorias em navios modificados para servir
como celas temporárias. Outra prisão na Nova Zelândia também  passou a usar a mesma solução para resolver problemas de superlotação.
     Entretanto, o conceito tem causado muita polêmica, pois as  condições das celas em containers   seriam desumanas — o que  temos que levar em consideração em se tratando de um país tão   quente. "Morar" em uma caixa de metal sob um sol de escaldar  não deve ser nada agradável.

                                                                                       (Fernando Daquino, 04/ 11/2012 - Arquitetura)

"O projeto consiste em um complexo prisional suspenso no ar, o que em teoria dificultaria as tentativas de fuga...".
A expressão sublinhada no fragmento do texto mostra que
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FGV Órgão: SEGEP-MA Prova: FGV - 2013 - SEGEP-MA - Agente Penitenciário |
Q471688 Português
Leia o texto a seguir:

                       Tendências para as cadeias no futuro?

     Na Malásia, uma equipe de designers e arquitetos elaborou um conceito de centro de detenção    bastante diferente. O projeto  consiste em um complexo prisional suspenso no ar, o que em  teoria dificultaria as tentativas de fuga, devido à altura  potencialmente fatal de uma queda e à visibilidade que o fugitivo  teria aos olhos dos pedestres na parte de baixo.
     A cadeia ainda teria espaços para manter um campo de  agricultura, onde os detentos poderiam trabalhar para se  autossustentar e até distribuir o excesso de alimento produzido  para a sociedade. Fábricas e centros de reciclagem também  serviriam a esse propósito. 
     Visando reduzir os custos necessários para manter dezenas  de agentes carcerários, o teórico social Jeremy Betham projetou  uma instituição que manteria todas as celas em um local circular,  de forma que fiquem expostas simultaneamente. Dessa forma,  apenas alguns poucos guardas posicionados na torre no centro  do prédio já conseguiriam manter a vigilância sobre todos os detentos. Embora um presídio nesse estilo tenha sido construído  em Cuba, ele nunca chegou a entrar em funcionamento.
     Outra solução criativa foi pensada e realizada na Austrália,  onde um centro de detenção foi    elaborado a partir de containers  de transporte de mercadorias em navios modificados para servir
como celas temporárias. Outra prisão na Nova Zelândia também  passou a usar a mesma solução para resolver problemas de superlotação.
     Entretanto, o conceito tem causado muita polêmica, pois as  condições das celas em containers   seriam desumanas — o que  temos que levar em consideração em se tratando de um país tão   quente. "Morar" em uma caixa de metal sob um sol de escaldar  não deve ser nada agradável.

                                                                                       (Fernando Daquino, 04/ 11/2012 - Arquitetura)

O tema central do texto é
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FGV Órgão: AL-MT Prova: FGV - 2013 - AL-MT - Técnico Legislativo |
Q466864 Português
Observe a imagem abaixo:

imagem-010.jpg
A frase do texto que tem relação temática com a charge acima é:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FGV Órgão: AL-MT Prova: FGV - 2013 - AL-MT - Técnico Legislativo |
Q466863 Português
                                                                                                                              O real poder da ciência 

      Desde que se conhece por gente, a espécie humana busca explicações para o mundo ao seu redor. Durante boa parte dessa história,  elas  foram  simplistas  –  bastava  atribuir  ao incompreendido a mão  invisível de um  criador  supremo, e  tudo estava resolvido. 
      O  advento  da  ciência  mudou  esse  cenário.  Os  fenômenos naturais  passaram  a  ser  tratados  como  tais,  e  os  mistérios  do cosmo  começaram  a  ser  revelados  por  meio  da  razão  e  da linguagem universal da matemática. 
      Como  seria  de  se  esperar,  as  respostas  que  a  ciência  traz sobre  a  vida,  o Universo  e  tudo mais  são  bem mais  intrincadas que  as  dadas  outrora  pelos  caminhos  da  fé.  Para  serem compreendidas, elas dependem da alfabetização científica, e por essa razão até hoje há muitos que preferem repudiá-las, em favor 
de uma visão puramente mística do mundo. 
      Convenhamos:  não  é mais  possível  hoje  a  qualquer  pessoa educada repudiar a evolução das espécies pela seleção natural ou as  transformações do Universo desde um estado muito quente, denso  e  compactado,  quase  14  bilhões  de  anos  atrás.  Para alguns, até hoje, aceitar esses  fatos equivale a uma agressão ao pensamento religioso. Nada poderia estar mais longe da verdade. 
      A ciência é,  indisputavelmente, o melhor  instrumento para a compreensão do Universo. É a única forma de conhecimento que fornece  o  poder  da  previsibilidade  e  da  intervenção  sobre  as forças da natureza. Apesar disso, ela não é onipotente. Ao usar a ciência para estudar a natureza, o ser humano acaba chegando a mistérios  de  outra  ordem,  cuja  explicação  com  toda probabilidade está fora do alcance do método científico. 
      Ou  seja:  ao  explorar  cientificamente  o  mundo,  nós aprofundamos  nossa  relação  com  o  desconhecido,  em  vez  de destruí-la. 

(SUPERINTERESSANTE, edição 324-A) 



O texto que serve e de base para esta prova deve ser classificado como
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FGV Órgão: AL-MT Prova: FGV - 2013 - AL-MT - Técnico Legislativo |
Q466861 Português
                                                                                                                              O real poder da ciência 

      Desde que se conhece por gente, a espécie humana busca explicações para o mundo ao seu redor. Durante boa parte dessa história,  elas  foram  simplistas  –  bastava  atribuir  ao incompreendido a mão  invisível de um  criador  supremo, e  tudo estava resolvido. 
      O  advento  da  ciência  mudou  esse  cenário.  Os  fenômenos naturais  passaram  a  ser  tratados  como  tais,  e  os  mistérios  do cosmo  começaram  a  ser  revelados  por  meio  da  razão  e  da linguagem universal da matemática. 
      Como  seria  de  se  esperar,  as  respostas  que  a  ciência  traz sobre  a  vida,  o Universo  e  tudo mais  são  bem mais  intrincadas que  as  dadas  outrora  pelos  caminhos  da  fé.  Para  serem compreendidas, elas dependem da alfabetização científica, e por essa razão até hoje há muitos que preferem repudiá-las, em favor 
de uma visão puramente mística do mundo. 
      Convenhamos:  não  é mais  possível  hoje  a  qualquer  pessoa educada repudiar a evolução das espécies pela seleção natural ou as  transformações do Universo desde um estado muito quente, denso  e  compactado,  quase  14  bilhões  de  anos  atrás.  Para alguns, até hoje, aceitar esses  fatos equivale a uma agressão ao pensamento religioso. Nada poderia estar mais longe da verdade. 
      A ciência é,  indisputavelmente, o melhor  instrumento para a compreensão do Universo. É a única forma de conhecimento que fornece  o  poder  da  previsibilidade  e  da  intervenção  sobre  as forças da natureza. Apesar disso, ela não é onipotente. Ao usar a ciência para estudar a natureza, o ser humano acaba chegando a mistérios  de  outra  ordem,  cuja  explicação  com  toda probabilidade está fora do alcance do método científico. 
      Ou  seja:  ao  explorar  cientificamente  o  mundo,  nós aprofundamos  nossa  relação  com  o  desconhecido,  em  vez  de destruí-la. 

(SUPERINTERESSANTE, edição 324-A) 



A palavra abaixo que é escrita obrigatoriamente com acento por não o existir uma palavra correspondente sem acento é:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FGV Órgão: AL-MT Prova: FGV - 2013 - AL-MT - Técnico Legislativo |
Q466860 Português
                                                                                                                              O real poder da ciência 

      Desde que se conhece por gente, a espécie humana busca explicações para o mundo ao seu redor. Durante boa parte dessa história,  elas  foram  simplistas  –  bastava  atribuir  ao incompreendido a mão  invisível de um  criador  supremo, e  tudo estava resolvido. 
      O  advento  da  ciência  mudou  esse  cenário.  Os  fenômenos naturais  passaram  a  ser  tratados  como  tais,  e  os  mistérios  do cosmo  começaram  a  ser  revelados  por  meio  da  razão  e  da linguagem universal da matemática. 
      Como  seria  de  se  esperar,  as  respostas  que  a  ciência  traz sobre  a  vida,  o Universo  e  tudo mais  são  bem mais  intrincadas que  as  dadas  outrora  pelos  caminhos  da  fé.  Para  serem compreendidas, elas dependem da alfabetização científica, e por essa razão até hoje há muitos que preferem repudiá-las, em favor 
de uma visão puramente mística do mundo. 
      Convenhamos:  não  é mais  possível  hoje  a  qualquer  pessoa educada repudiar a evolução das espécies pela seleção natural ou as  transformações do Universo desde um estado muito quente, denso  e  compactado,  quase  14  bilhões  de  anos  atrás.  Para alguns, até hoje, aceitar esses  fatos equivale a uma agressão ao pensamento religioso. Nada poderia estar mais longe da verdade. 
      A ciência é,  indisputavelmente, o melhor  instrumento para a compreensão do Universo. É a única forma de conhecimento que fornece  o  poder  da  previsibilidade  e  da  intervenção  sobre  as forças da natureza. Apesar disso, ela não é onipotente. Ao usar a ciência para estudar a natureza, o ser humano acaba chegando a mistérios  de  outra  ordem,  cuja  explicação  com  toda probabilidade está fora do alcance do método científico. 
      Ou  seja:  ao  explorar  cientificamente  o  mundo,  nós aprofundamos  nossa  relação  com  o  desconhecido,  em  vez  de destruí-la. 

(SUPERINTERESSANTE, edição 324-A) 



Assinale a frase que apresenta forma verbal na voz passiva.
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Ano: 2013 Banca: FGV Órgão: AL-MT Prova: FGV - 2013 - AL-MT - Técnico Legislativo |
Q466859 Português
                                                                                                                              O real poder da ciência 

      Desde que se conhece por gente, a espécie humana busca explicações para o mundo ao seu redor. Durante boa parte dessa história,  elas  foram  simplistas  –  bastava  atribuir  ao incompreendido a mão  invisível de um  criador  supremo, e  tudo estava resolvido. 
      O  advento  da  ciência  mudou  esse  cenário.  Os  fenômenos naturais  passaram  a  ser  tratados  como  tais,  e  os  mistérios  do cosmo  começaram  a  ser  revelados  por  meio  da  razão  e  da linguagem universal da matemática. 
      Como  seria  de  se  esperar,  as  respostas  que  a  ciência  traz sobre  a  vida,  o Universo  e  tudo mais  são  bem mais  intrincadas que  as  dadas  outrora  pelos  caminhos  da  fé.  Para  serem compreendidas, elas dependem da alfabetização científica, e por essa razão até hoje há muitos que preferem repudiá-las, em favor 
de uma visão puramente mística do mundo. 
      Convenhamos:  não  é mais  possível  hoje  a  qualquer  pessoa educada repudiar a evolução das espécies pela seleção natural ou as  transformações do Universo desde um estado muito quente, denso  e  compactado,  quase  14  bilhões  de  anos  atrás.  Para alguns, até hoje, aceitar esses  fatos equivale a uma agressão ao pensamento religioso. Nada poderia estar mais longe da verdade. 
      A ciência é,  indisputavelmente, o melhor  instrumento para a compreensão do Universo. É a única forma de conhecimento que fornece  o  poder  da  previsibilidade  e  da  intervenção  sobre  as forças da natureza. Apesar disso, ela não é onipotente. Ao usar a ciência para estudar a natureza, o ser humano acaba chegando a mistérios  de  outra  ordem,  cuja  explicação  com  toda probabilidade está fora do alcance do método científico. 
      Ou  seja:  ao  explorar  cientificamente  o  mundo,  nós aprofundamos  nossa  relação  com  o  desconhecido,  em  vez  de destruí-la. 

(SUPERINTERESSANTE, edição 324-A) 



Ao usar a ciência para estudar a natureza,...”. Assinale a alternativa que indica a forma correta de substituir as formas verbais sublinhada por formas desenvolvidas.
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Ano: 2013 Banca: FGV Órgão: AL-MT Prova: FGV - 2013 - AL-MT - Técnico Legislativo |
Q466854 Português
                                                                                                                              O real poder da ciência 

      Desde que se conhece por gente, a espécie humana busca explicações para o mundo ao seu redor. Durante boa parte dessa história,  elas  foram  simplistas  –  bastava  atribuir  ao incompreendido a mão  invisível de um  criador  supremo, e  tudo estava resolvido. 
      O  advento  da  ciência  mudou  esse  cenário.  Os  fenômenos naturais  passaram  a  ser  tratados  como  tais,  e  os  mistérios  do cosmo  começaram  a  ser  revelados  por  meio  da  razão  e  da linguagem universal da matemática. 
      Como  seria  de  se  esperar,  as  respostas  que  a  ciência  traz sobre  a  vida,  o Universo  e  tudo mais  são  bem mais  intrincadas que  as  dadas  outrora  pelos  caminhos  da  fé.  Para  serem compreendidas, elas dependem da alfabetização científica, e por essa razão até hoje há muitos que preferem repudiá-las, em favor 
de uma visão puramente mística do mundo. 
      Convenhamos:  não  é mais  possível  hoje  a  qualquer  pessoa educada repudiar a evolução das espécies pela seleção natural ou as  transformações do Universo desde um estado muito quente, denso  e  compactado,  quase  14  bilhões  de  anos  atrás.  Para alguns, até hoje, aceitar esses  fatos equivale a uma agressão ao pensamento religioso. Nada poderia estar mais longe da verdade. 
      A ciência é,  indisputavelmente, o melhor  instrumento para a compreensão do Universo. É a única forma de conhecimento que fornece  o  poder  da  previsibilidade  e  da  intervenção  sobre  as forças da natureza. Apesar disso, ela não é onipotente. Ao usar a ciência para estudar a natureza, o ser humano acaba chegando a mistérios  de  outra  ordem,  cuja  explicação  com  toda probabilidade está fora do alcance do método científico. 
      Ou  seja:  ao  explorar  cientificamente  o  mundo,  nós aprofundamos  nossa  relação  com  o  desconhecido,  em  vez  de destruí-la. 

(SUPERINTERESSANTE, edição 324-A) 



O terceiro parágrafo do texto diz que as explicações místicas do mundo são originárias
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Ano: 2013 Banca: FGV Órgão: AL-MT Prova: FGV - 2013 - AL-MT - Técnico Legislativo |
Q466853 Português
                                                                                                                              O real poder da ciência 

      Desde que se conhece por gente, a espécie humana busca explicações para o mundo ao seu redor. Durante boa parte dessa história,  elas  foram  simplistas  –  bastava  atribuir  ao incompreendido a mão  invisível de um  criador  supremo, e  tudo estava resolvido. 
      O  advento  da  ciência  mudou  esse  cenário.  Os  fenômenos naturais  passaram  a  ser  tratados  como  tais,  e  os  mistérios  do cosmo  começaram  a  ser  revelados  por  meio  da  razão  e  da linguagem universal da matemática. 
      Como  seria  de  se  esperar,  as  respostas  que  a  ciência  traz sobre  a  vida,  o Universo  e  tudo mais  são  bem mais  intrincadas que  as  dadas  outrora  pelos  caminhos  da  fé.  Para  serem compreendidas, elas dependem da alfabetização científica, e por essa razão até hoje há muitos que preferem repudiá-las, em favor 
de uma visão puramente mística do mundo. 
      Convenhamos:  não  é mais  possível  hoje  a  qualquer  pessoa educada repudiar a evolução das espécies pela seleção natural ou as  transformações do Universo desde um estado muito quente, denso  e  compactado,  quase  14  bilhões  de  anos  atrás.  Para alguns, até hoje, aceitar esses  fatos equivale a uma agressão ao pensamento religioso. Nada poderia estar mais longe da verdade. 
      A ciência é,  indisputavelmente, o melhor  instrumento para a compreensão do Universo. É a única forma de conhecimento que fornece  o  poder  da  previsibilidade  e  da  intervenção  sobre  as forças da natureza. Apesar disso, ela não é onipotente. Ao usar a ciência para estudar a natureza, o ser humano acaba chegando a mistérios  de  outra  ordem,  cuja  explicação  com  toda probabilidade está fora do alcance do método científico. 
      Ou  seja:  ao  explorar  cientificamente  o  mundo,  nós aprofundamos  nossa  relação  com  o  desconhecido,  em  vez  de destruí-la. 

(SUPERINTERESSANTE, edição 324-A) 



O segundo parágrafo, em relação ao primeiro, constrói uma ideia de
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Ano: 2013 Banca: FGV Órgão: AL-MT Prova: FGV - 2013 - AL-MT - Técnico Legislativo |
Q466852 Português
                                                                                                                              O real poder da ciência 

      Desde que se conhece por gente, a espécie humana busca explicações para o mundo ao seu redor. Durante boa parte dessa história,  elas  foram  simplistas  –  bastava  atribuir  ao incompreendido a mão  invisível de um  criador  supremo, e  tudo estava resolvido. 
      O  advento  da  ciência  mudou  esse  cenário.  Os  fenômenos naturais  passaram  a  ser  tratados  como  tais,  e  os  mistérios  do cosmo  começaram  a  ser  revelados  por  meio  da  razão  e  da linguagem universal da matemática. 
      Como  seria  de  se  esperar,  as  respostas  que  a  ciência  traz sobre  a  vida,  o Universo  e  tudo mais  são  bem mais  intrincadas que  as  dadas  outrora  pelos  caminhos  da  fé.  Para  serem compreendidas, elas dependem da alfabetização científica, e por essa razão até hoje há muitos que preferem repudiá-las, em favor 
de uma visão puramente mística do mundo. 
      Convenhamos:  não  é mais  possível  hoje  a  qualquer  pessoa educada repudiar a evolução das espécies pela seleção natural ou as  transformações do Universo desde um estado muito quente, denso  e  compactado,  quase  14  bilhões  de  anos  atrás.  Para alguns, até hoje, aceitar esses  fatos equivale a uma agressão ao pensamento religioso. Nada poderia estar mais longe da verdade. 
      A ciência é,  indisputavelmente, o melhor  instrumento para a compreensão do Universo. É a única forma de conhecimento que fornece  o  poder  da  previsibilidade  e  da  intervenção  sobre  as forças da natureza. Apesar disso, ela não é onipotente. Ao usar a ciência para estudar a natureza, o ser humano acaba chegando a mistérios  de  outra  ordem,  cuja  explicação  com  toda probabilidade está fora do alcance do método científico. 
      Ou  seja:  ao  explorar  cientificamente  o  mundo,  nós aprofundamos  nossa  relação  com  o  desconhecido,  em  vez  de destruí-la. 

(SUPERINTERESSANTE, edição 324-A) 



Durante boa parte dessa história, elas foram simplistas – bastava atribuir ao incompreendido a mão invisível de um criador supremo, e tudo estava resolvido”.

Nesse segmento, vê-se que a religião só não pode ser vista como
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Ano: 2013 Banca: FGV Órgão: AL-MT Prova: FGV - 2013 - AL-MT - Técnico Legislativo |
Q466851 Português
                                                                                                                              O real poder da ciência 

      Desde que se conhece por gente, a espécie humana busca explicações para o mundo ao seu redor. Durante boa parte dessa história,  elas  foram  simplistas  –  bastava  atribuir  ao incompreendido a mão  invisível de um  criador  supremo, e  tudo estava resolvido. 
      O  advento  da  ciência  mudou  esse  cenário.  Os  fenômenos naturais  passaram  a  ser  tratados  como  tais,  e  os  mistérios  do cosmo  começaram  a  ser  revelados  por  meio  da  razão  e  da linguagem universal da matemática. 
      Como  seria  de  se  esperar,  as  respostas  que  a  ciência  traz sobre  a  vida,  o Universo  e  tudo mais  são  bem mais  intrincadas que  as  dadas  outrora  pelos  caminhos  da  fé.  Para  serem compreendidas, elas dependem da alfabetização científica, e por essa razão até hoje há muitos que preferem repudiá-las, em favor 
de uma visão puramente mística do mundo. 
      Convenhamos:  não  é mais  possível  hoje  a  qualquer  pessoa educada repudiar a evolução das espécies pela seleção natural ou as  transformações do Universo desde um estado muito quente, denso  e  compactado,  quase  14  bilhões  de  anos  atrás.  Para alguns, até hoje, aceitar esses  fatos equivale a uma agressão ao pensamento religioso. Nada poderia estar mais longe da verdade. 
      A ciência é,  indisputavelmente, o melhor  instrumento para a compreensão do Universo. É a única forma de conhecimento que fornece  o  poder  da  previsibilidade  e  da  intervenção  sobre  as forças da natureza. Apesar disso, ela não é onipotente. Ao usar a ciência para estudar a natureza, o ser humano acaba chegando a mistérios  de  outra  ordem,  cuja  explicação  com  toda probabilidade está fora do alcance do método científico. 
      Ou  seja:  ao  explorar  cientificamente  o  mundo,  nós aprofundamos  nossa  relação  com  o  desconhecido,  em  vez  de destruí-la. 

(SUPERINTERESSANTE, edição 324-A) 



Durante boa parte dessa história, elas foram simplistas – bastava atribuir ao incompreendido a mão invisível de um criador supremo, e tudo estava resolvido”. Nesse segmento do texto, os primeiros dois elementos que fazem coesão referencial com os anteriores são
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Ano: 2013 Banca: FGV Órgão: AL-MT Prova: FGV - 2013 - AL-MT - Técnico Legislativo |
Q466850 Português
                                                                                                                              O real poder da ciência 

      Desde que se conhece por gente, a espécie humana busca explicações para o mundo ao seu redor. Durante boa parte dessa história,  elas  foram  simplistas  –  bastava  atribuir  ao incompreendido a mão  invisível de um  criador  supremo, e  tudo estava resolvido. 
      O  advento  da  ciência  mudou  esse  cenário.  Os  fenômenos naturais  passaram  a  ser  tratados  como  tais,  e  os  mistérios  do cosmo  começaram  a  ser  revelados  por  meio  da  razão  e  da linguagem universal da matemática. 
      Como  seria  de  se  esperar,  as  respostas  que  a  ciência  traz sobre  a  vida,  o Universo  e  tudo mais  são  bem mais  intrincadas que  as  dadas  outrora  pelos  caminhos  da  fé.  Para  serem compreendidas, elas dependem da alfabetização científica, e por essa razão até hoje há muitos que preferem repudiá-las, em favor 
de uma visão puramente mística do mundo. 
      Convenhamos:  não  é mais  possível  hoje  a  qualquer  pessoa educada repudiar a evolução das espécies pela seleção natural ou as  transformações do Universo desde um estado muito quente, denso  e  compactado,  quase  14  bilhões  de  anos  atrás.  Para alguns, até hoje, aceitar esses  fatos equivale a uma agressão ao pensamento religioso. Nada poderia estar mais longe da verdade. 
      A ciência é,  indisputavelmente, o melhor  instrumento para a compreensão do Universo. É a única forma de conhecimento que fornece  o  poder  da  previsibilidade  e  da  intervenção  sobre  as forças da natureza. Apesar disso, ela não é onipotente. Ao usar a ciência para estudar a natureza, o ser humano acaba chegando a mistérios  de  outra  ordem,  cuja  explicação  com  toda probabilidade está fora do alcance do método científico. 
      Ou  seja:  ao  explorar  cientificamente  o  mundo,  nós aprofundamos  nossa  relação  com  o  desconhecido,  em  vez  de destruí-la. 

(SUPERINTERESSANTE, edição 324-A) 



No último parágrafo, o emprego da expressão “ou seja” indica que vai estar presente na progressão do texto,
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FGV Órgão: DETRAN-MA Prova: FGV - 2013 - DETRAN-MA - Analista de Trânsito |
Q458872 Português
"É verdade que os moradores estão sofrendo além da conta".

Assinale a alternativa que mostra uma forma de reescrever-se essa frase do texto que altera o seu significado original.
Alternativas
Respostas
9421: A
9422: B
9423: D
9424: C
9425: D
9426: A
9427: E
9428: A
9429: B
9430: B
9431: D
9432: E
9433: D
9434: B
9435: A
9436: B
9437: A
9438: A
9439: C
9440: A