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Assinale a opção em que esse termo foi colocado numa posição adequada na frase, de forma que não cause ambiguidade e mantenha clareza.
Era tanto o silêncio e tão leve o ar, que se alguém aguçasse o ouvido talvez pudesse até escutar o sereno na solidão.
Mudando o tempo verbal do passado para o presente, a forma adequada desse segmento será a seguinte:
I. A oração subordinada veicula ideia de condição.
II. É possível trocar a ordem das orações, subordinada e principal, sem que haja alteração de sentido.
III. A pontuação se justifica pela inversão da ordem da oração principal.
IV. O conectivo poderia ser substituído, sem alteração de sentido, por “desde que”.
Está correto o que se afirma em
Assinale a frase em que ocorre essa estratégia.
Considerando a possibilidade de unir as duas orações por meio de um pronome relativo, assinale a opção em que a construção resultante estaria correta, segundo a norma culta da língua portuguesa.
Com o tempo, ganhou uma reputação. Era de confiança. Um dia, foi procurado por um amigo com uma oferta de emprego. O salário era enorme.
– Por que eu? – quis saber.
– A posição é de muita responsabilidade – disse o amigo. – Recomendei você.
– Por quê?
– Pela sua descrição.
Subiu na vida. Dele se dizia que sabia tudo sobre todos, mas nunca abria a boca para falar de ninguém. Além de bem-informado, um gentleman.
Com base no trecho, assinale a afirmativa que apresenta uma análise adequada à gramática normativa.
Entre as suas frases assinale aquela em que ocorre uso indevido ou confusão entre as expressões “ao encontro de” e “de encontro a”.
Entre as frases a seguir, adaptadas do romance O Guarani, de José de Alencar, assinale a que apresenta o uso incorreto do acento indicativo de crase.
Assinale a frase em que o gerúndio tem valor modal.
Analise o uso do “se” em cada caso e assinale a opção em que ele atua como indeterminador do sujeito.
Assinale a frase em que o demonstrativo sublinhado está empregado de forma inadequada, segundo a norma culta da língua portuguesa.
Sr. Redator:
Desculpe os erros e a letra pois não sou costumeira nestas coisas de escrever e se hoje venho a vossa presença é para botar os pontos nos ii. Vi no jornal uma notícia sobre os furtos dos "Capitães da Areia" e logo depois veio a polícia e disse que ia perseguir eles e então o doutor dos menores veio com uma conversa dizendo que era uma pena que eles não se emendava no reformatório para onde ele mandava os pobres. É pra falar no tal do reformatório que eu escrevo estas mal traçadas linhas. Eu queria que seu jornal mandasse uma pessoa ver o tal do reformatório para ver como são tratados os filhos dos pobres que têm a desgraça de cair nas mãos daqueles guardas sem alma. Vá de repente e há de ver quem tem razão. É por essas e outras que existem os "Capitães da Areia". Também se quiser pode conversar com o Padre José Pedro, que foi capelão de lá e viu tudo isso. Ele também pode contar e com melhores palavras que eu não tenho.
Maria Ricardina, costureira. Adaptado de AMADO, Jorge. Capitães da Areia. Rio de Janeiro: Record, 2007. p. 10- 11.
O texto é uma carta escrita ao fictício “Jornal da Tarde”, denunciando os maus tratos impostos a menores delinquentes, no reformatório da cidade. Logo no início, a remetente anuncia sua pouca habilidade com a Língua Portuguesa e associa isso à sua condição social.
Um elemento textual de variação linguística que confirma essa condição social é