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Texto 2
“Mais importante, esta semana, foi conhecer o aviso da China aos Estados Unidos da América do Norte, desencorajando ambos de qualquer ação militar. Caso Pyongyang opte por atacar primeiro, alertou o jornal do Partido Comunista Chinês, Pequim se manterá neutra. O recado para Washington também foi claro: se Trump contemplar a derrubada do regime de Kim, a China se moverá para impedir que isso ocorra. No fundo já está entendido que seria insensatez histórica cogitar em opção militar para desencruar um confronto no qual todos os países envolvidos estão fornidos de mísseis e ogivas nucleares”.
O GLOBO, julho de 2017
“Mais importante, esta semana, foi conhecer o aviso da China aos Estados Unidos da América do Norte, desencorajando ambos de qualquer ação militar. Caso Pyongyang opte por atacar primeiro, alertou o jornal do Partido Comunista Chinês, Pequim se manterá neutra. O recado para Washington também foi claro: se Trump contemplar a derrubada do regime de Kim, a China se moverá para impedir que isso ocorra. No fundo já está entendido que seria insensatez histórica cogitar em opção militar para desencruar um confronto no qual todos os países envolvidos estão fornidos de mísseis e ogivas nucleares”.
O valor semântico do conectivo destacado que está corretamente indicado é
Texto 2
“Mais importante, esta semana, foi conhecer o aviso da China aos Estados Unidos da América do Norte, desencorajando ambos de qualquer ação militar. Caso Pyongyang opte por atacar primeiro, alertou o jornal do Partido Comunista Chinês, Pequim se manterá neutra. O recado para Washington também foi claro: se Trump contemplar a derrubada do regime de Kim, a China se moverá para impedir que isso ocorra. No fundo já está entendido que seria insensatez histórica cogitar em opção militar para desencruar um confronto no qual todos os países envolvidos estão fornidos de mísseis e ogivas nucleares”.
O GLOBO, julho de 2017
“Mais importante, esta semana, foi conhecer o aviso da China aos Estados Unidos da América do Norte, desencorajando ambos de qualquer ação militar. Caso Pyongyang opte por atacar primeiro, alertou o jornal do Partido Comunista Chinês, Pequim se manterá neutra. O recado para Washington também foi claro: se Trump contemplar a derrubada do regime de Kim, a China se moverá para impedir que isso ocorra. No fundo já está entendido que seria insensatez histórica cogitar em opção militar para desencruar um confronto no qual todos os países envolvidos estão fornidos de mísseis e ogivas nucleares”.
Assinale a opção em que o emprego da preposição de é fruto da regência de um termo anterior.
Texto 2
“Mais importante, esta semana, foi conhecer o aviso da China aos Estados Unidos da América do Norte, desencorajando ambos de qualquer ação militar. Caso Pyongyang opte por atacar primeiro, alertou o jornal do Partido Comunista Chinês, Pequim se manterá neutra. O recado para Washington também foi claro: se Trump contemplar a derrubada do regime de Kim, a China se moverá para impedir que isso ocorra. No fundo já está entendido que seria insensatez histórica cogitar em opção militar para desencruar um confronto no qual todos os países envolvidos estão fornidos de mísseis e ogivas nucleares”.
O GLOBO, julho de 2017
Texto 2
“Mais importante, esta semana, foi conhecer o aviso da China aos Estados Unidos da América do Norte, desencorajando ambos de qualquer ação militar. Caso Pyongyang opte por atacar primeiro, alertou o jornal do Partido Comunista Chinês, Pequim se manterá neutra. O recado para Washington também foi claro: se Trump contemplar a derrubada do regime de Kim, a China se moverá para impedir que isso ocorra. No fundo já está entendido que seria insensatez histórica cogitar em opção militar para desencruar um confronto no qual todos os países envolvidos estão fornidos de mísseis e ogivas nucleares”.
O GLOBO, julho de 2017

O humor da charge se apoia
Analise a charge a seguir, sobre o mesmo tema.

Sobre a charge, assinale a afirmativa correta.
Texto 1
“Enquanto Kim Jong-um e Donald Trump travarem suas desavenças por Twitter, nada há a temer. A terceira rodada em 140 toques, na qual @realDonaldTrump proclamou na manhã de sexta-feira que ‘soluções militares estão totalmente posicionadas, travadas e carregadas caso a Coreia do Norte aja imprudentemente...´, foi rebatida pela DPRK, a agência noticiosa do regime de Pyongyang, com um florido ‘as últimas idiotices vomitadas da mente de Donald Trump são descartadas como delírios de um bufão impotente´”.
O GLOBO, julho de 2017.
Texto 1
“Enquanto Kim Jong-um e Donald Trump travarem suas desavenças por Twitter, nada há a temer. A terceira rodada em 140 toques, na qual @realDonaldTrump proclamou na manhã de sexta-feira que ‘soluções militares estão totalmente posicionadas, travadas e carregadas caso a Coreia do Norte aja imprudentemente...´, foi rebatida pela DPRK, a agência noticiosa do regime de Pyongyang, com um florido ‘as últimas idiotices vomitadas da mente de Donald Trump são descartadas como delírios de um bufão impotente´”.
O GLOBO, julho de 2017.
Texto 1
“Enquanto Kim Jong-um e Donald Trump travarem suas desavenças por Twitter, nada há a temer. A terceira rodada em 140 toques, na qual @realDonaldTrump proclamou na manhã de sexta-feira que ‘soluções militares estão totalmente posicionadas, travadas e carregadas caso a Coreia do Norte aja imprudentemente...´, foi rebatida pela DPRK, a agência noticiosa do regime de Pyongyang, com um florido ‘as últimas idiotices vomitadas da mente de Donald Trump são descartadas como delírios de um bufão impotente´”.
O GLOBO, julho de 2017.
Texto 1
“Enquanto Kim Jong-um e Donald Trump travarem suas desavenças por Twitter, nada há a temer. A terceira rodada em 140 toques, na qual @realDonaldTrump proclamou na manhã de sexta-feira que ‘soluções militares estão totalmente posicionadas, travadas e carregadas caso a Coreia do Norte aja imprudentemente...´, foi rebatida pela DPRK, a agência noticiosa do regime de Pyongyang, com um florido ‘as últimas idiotices vomitadas da mente de Donald Trump são descartadas como delírios de um bufão impotente´”.
O GLOBO, julho de 2017.
O Texto 1 faz críticas implícitas por meio do vocabulário que emprega.
Assinale o exemplo a seguir que não foi corretamente analisado.
Texto 1
“Enquanto Kim Jong-um e Donald Trump travarem suas desavenças por Twitter, nada há a temer. A terceira rodada em 140 toques, na qual @realDonaldTrump proclamou na manhã de sexta-feira que ‘soluções militares estão totalmente posicionadas, travadas e carregadas caso a Coreia do Norte aja imprudentemente...´, foi rebatida pela DPRK, a agência noticiosa do regime de Pyongyang, com um florido ‘as últimas idiotices vomitadas da mente de Donald Trump são descartadas como delírios de um bufão impotente´”.
O GLOBO, julho de 2017.
A primeira frase do Texto 1 – “Enquanto Kim Jong-um e Donald Trump travarem suas desavenças por Twitter, nada há a temer” – pode ser reescrita de vários modos.
Assinale a opção em que o sentido original da frase acima está modificado.
Texto 1
“Enquanto Kim Jong-um e Donald Trump travarem suas desavenças por Twitter, nada há a temer. A terceira rodada em 140 toques, na qual @realDonaldTrump proclamou na manhã de sexta-feira que ‘soluções militares estão totalmente posicionadas, travadas e carregadas caso a Coreia do Norte aja imprudentemente...´, foi rebatida pela DPRK, a agência noticiosa do regime de Pyongyang, com um florido ‘as últimas idiotices vomitadas da mente de Donald Trump são descartadas como delírios de um bufão impotente´”.
O GLOBO, julho de 2017.
Observe a charge abaixo, alusiva à atual guerra de palavras entre EUA e Coreia do Norte:

Assinale a afirmativa que está em desacordo com a imagem da
charge.
TEXTO 1.
Por que sentimos calafrios e desconforto ao ouvir certos sons
agudos – como unhas arranhando um quadro-negro?
Esta é uma reação instintiva para protegermos nossa audição. A cóclea (parte interna do ouvido) tem uma membrana que vibra de acordo com as frequências sonoras que ali chegam. A parte mais próxima ao exterior está ligada à audição de sons agudos; a região mediana é responsável pela audição de sons de frequência média; e a porção mais final, por sons graves. As células da parte inicial, mais delicadas e frágeis, são facilmente destruídas – razão por que, ao envelhecermos, perdemos a capacidade de ouvir sons agudos. Quando frequências muito agudas chegam a essa parte da membrana, as células podem ser danificadas, pois, quanto mais alta a frequência, mais energia tem seu movimento ondulatório. Isso, em parte, explica nossa aversão a determinados sons agudos, mas não a todos. Afinal, geralmente não sentimos calafrios ou uma sensação ruim ao ouvirmos uma música com notas agudas.
Aí podemos acrescentar outro fator. Uma nota de violão tem um número limitado e pequeno de frequências – formando um som mais “limpo”. Já no espectro de som proveniente de unhas arranhando um quadro-negro (ou de atrito entre isopores ou entre duas bexigas de ar) há um número infinito delas. Assim, as células vibram de acordo com muitas frequências e aquelas presentes na parte inicial da cóclea, por serem mais frágeis, são lesadas com mais facilidade. Daí a sensação de aversão a esse sons agudos e “crus”.
Ronald Ranvaud, Ciência Hoje, nº 282.
TEXTO 1.
Por que sentimos calafrios e desconforto ao ouvir certos sons
agudos – como unhas arranhando um quadro-negro?
Esta é uma reação instintiva para protegermos nossa audição. A cóclea (parte interna do ouvido) tem uma membrana que vibra de acordo com as frequências sonoras que ali chegam. A parte mais próxima ao exterior está ligada à audição de sons agudos; a região mediana é responsável pela audição de sons de frequência média; e a porção mais final, por sons graves. As células da parte inicial, mais delicadas e frágeis, são facilmente destruídas – razão por que, ao envelhecermos, perdemos a capacidade de ouvir sons agudos. Quando frequências muito agudas chegam a essa parte da membrana, as células podem ser danificadas, pois, quanto mais alta a frequência, mais energia tem seu movimento ondulatório. Isso, em parte, explica nossa aversão a determinados sons agudos, mas não a todos. Afinal, geralmente não sentimos calafrios ou uma sensação ruim ao ouvirmos uma música com notas agudas.
Aí podemos acrescentar outro fator. Uma nota de violão tem um número limitado e pequeno de frequências – formando um som mais “limpo”. Já no espectro de som proveniente de unhas arranhando um quadro-negro (ou de atrito entre isopores ou entre duas bexigas de ar) há um número infinito delas. Assim, as células vibram de acordo com muitas frequências e aquelas presentes na parte inicial da cóclea, por serem mais frágeis, são lesadas com mais facilidade. Daí a sensação de aversão a esse sons agudos e “crus”.
Ronald Ranvaud, Ciência Hoje, nº 282.
As palavras próxima-mediana-final mostram uma evolução das partes da membrana em relação ao lugar.
Assinale a opção em que a evolução não é feita do vocábulo mais intenso para o menos intenso.
TEXTO 1.
Por que sentimos calafrios e desconforto ao ouvir certos sons
agudos – como unhas arranhando um quadro-negro?
Esta é uma reação instintiva para protegermos nossa audição. A cóclea (parte interna do ouvido) tem uma membrana que vibra de acordo com as frequências sonoras que ali chegam. A parte mais próxima ao exterior está ligada à audição de sons agudos; a região mediana é responsável pela audição de sons de frequência média; e a porção mais final, por sons graves. As células da parte inicial, mais delicadas e frágeis, são facilmente destruídas – razão por que, ao envelhecermos, perdemos a capacidade de ouvir sons agudos. Quando frequências muito agudas chegam a essa parte da membrana, as células podem ser danificadas, pois, quanto mais alta a frequência, mais energia tem seu movimento ondulatório. Isso, em parte, explica nossa aversão a determinados sons agudos, mas não a todos. Afinal, geralmente não sentimos calafrios ou uma sensação ruim ao ouvirmos uma música com notas agudas.
Aí podemos acrescentar outro fator. Uma nota de violão tem um número limitado e pequeno de frequências – formando um som mais “limpo”. Já no espectro de som proveniente de unhas arranhando um quadro-negro (ou de atrito entre isopores ou entre duas bexigas de ar) há um número infinito delas. Assim, as células vibram de acordo com muitas frequências e aquelas presentes na parte inicial da cóclea, por serem mais frágeis, são lesadas com mais facilidade. Daí a sensação de aversão a esse sons agudos e “crus”.
Ronald Ranvaud, Ciência Hoje, nº 282.
TEXTO 1.
Por que sentimos calafrios e desconforto ao ouvir certos sons
agudos – como unhas arranhando um quadro-negro?
Esta é uma reação instintiva para protegermos nossa audição. A cóclea (parte interna do ouvido) tem uma membrana que vibra de acordo com as frequências sonoras que ali chegam. A parte mais próxima ao exterior está ligada à audição de sons agudos; a região mediana é responsável pela audição de sons de frequência média; e a porção mais final, por sons graves. As células da parte inicial, mais delicadas e frágeis, são facilmente destruídas – razão por que, ao envelhecermos, perdemos a capacidade de ouvir sons agudos. Quando frequências muito agudas chegam a essa parte da membrana, as células podem ser danificadas, pois, quanto mais alta a frequência, mais energia tem seu movimento ondulatório. Isso, em parte, explica nossa aversão a determinados sons agudos, mas não a todos. Afinal, geralmente não sentimos calafrios ou uma sensação ruim ao ouvirmos uma música com notas agudas.
Aí podemos acrescentar outro fator. Uma nota de violão tem um número limitado e pequeno de frequências – formando um som mais “limpo”. Já no espectro de som proveniente de unhas arranhando um quadro-negro (ou de atrito entre isopores ou entre duas bexigas de ar) há um número infinito delas. Assim, as células vibram de acordo com muitas frequências e aquelas presentes na parte inicial da cóclea, por serem mais frágeis, são lesadas com mais facilidade. Daí a sensação de aversão a esse sons agudos e “crus”.
Ronald Ranvaud, Ciência Hoje, nº 282.
Em São Paulo diz-se “bexigas”, enquanto no Rio de Janeiro diz-se “balões”.
Essa diferença é um exemplo de
TEXTO 1.
Por que sentimos calafrios e desconforto ao ouvir certos sons
agudos – como unhas arranhando um quadro-negro?
Esta é uma reação instintiva para protegermos nossa audição. A cóclea (parte interna do ouvido) tem uma membrana que vibra de acordo com as frequências sonoras que ali chegam. A parte mais próxima ao exterior está ligada à audição de sons agudos; a região mediana é responsável pela audição de sons de frequência média; e a porção mais final, por sons graves. As células da parte inicial, mais delicadas e frágeis, são facilmente destruídas – razão por que, ao envelhecermos, perdemos a capacidade de ouvir sons agudos. Quando frequências muito agudas chegam a essa parte da membrana, as células podem ser danificadas, pois, quanto mais alta a frequência, mais energia tem seu movimento ondulatório. Isso, em parte, explica nossa aversão a determinados sons agudos, mas não a todos. Afinal, geralmente não sentimos calafrios ou uma sensação ruim ao ouvirmos uma música com notas agudas.
Aí podemos acrescentar outro fator. Uma nota de violão tem um número limitado e pequeno de frequências – formando um som mais “limpo”. Já no espectro de som proveniente de unhas arranhando um quadro-negro (ou de atrito entre isopores ou entre duas bexigas de ar) há um número infinito delas. Assim, as células vibram de acordo com muitas frequências e aquelas presentes na parte inicial da cóclea, por serem mais frágeis, são lesadas com mais facilidade. Daí a sensação de aversão a esse sons agudos e “crus”.
Ronald Ranvaud, Ciência Hoje, nº 282.
“Quanto mais alta a frequência, mais energia tem seu movimento ondulatório.”
A relação lógica entre essas duas frases é a
TEXTO 1.
Por que sentimos calafrios e desconforto ao ouvir certos sons
agudos – como unhas arranhando um quadro-negro?
Esta é uma reação instintiva para protegermos nossa audição. A cóclea (parte interna do ouvido) tem uma membrana que vibra de acordo com as frequências sonoras que ali chegam. A parte mais próxima ao exterior está ligada à audição de sons agudos; a região mediana é responsável pela audição de sons de frequência média; e a porção mais final, por sons graves. As células da parte inicial, mais delicadas e frágeis, são facilmente destruídas – razão por que, ao envelhecermos, perdemos a capacidade de ouvir sons agudos. Quando frequências muito agudas chegam a essa parte da membrana, as células podem ser danificadas, pois, quanto mais alta a frequência, mais energia tem seu movimento ondulatório. Isso, em parte, explica nossa aversão a determinados sons agudos, mas não a todos. Afinal, geralmente não sentimos calafrios ou uma sensação ruim ao ouvirmos uma música com notas agudas.
Aí podemos acrescentar outro fator. Uma nota de violão tem um número limitado e pequeno de frequências – formando um som mais “limpo”. Já no espectro de som proveniente de unhas arranhando um quadro-negro (ou de atrito entre isopores ou entre duas bexigas de ar) há um número infinito delas. Assim, as células vibram de acordo com muitas frequências e aquelas presentes na parte inicial da cóclea, por serem mais frágeis, são lesadas com mais facilidade. Daí a sensação de aversão a esse sons agudos e “crus”.
Ronald Ranvaud, Ciência Hoje, nº 282.
TEXTO 1.
Por que sentimos calafrios e desconforto ao ouvir certos sons
agudos – como unhas arranhando um quadro-negro?
Esta é uma reação instintiva para protegermos nossa audição. A cóclea (parte interna do ouvido) tem uma membrana que vibra de acordo com as frequências sonoras que ali chegam. A parte mais próxima ao exterior está ligada à audição de sons agudos; a região mediana é responsável pela audição de sons de frequência média; e a porção mais final, por sons graves. As células da parte inicial, mais delicadas e frágeis, são facilmente destruídas – razão por que, ao envelhecermos, perdemos a capacidade de ouvir sons agudos. Quando frequências muito agudas chegam a essa parte da membrana, as células podem ser danificadas, pois, quanto mais alta a frequência, mais energia tem seu movimento ondulatório. Isso, em parte, explica nossa aversão a determinados sons agudos, mas não a todos. Afinal, geralmente não sentimos calafrios ou uma sensação ruim ao ouvirmos uma música com notas agudas.
Aí podemos acrescentar outro fator. Uma nota de violão tem um número limitado e pequeno de frequências – formando um som mais “limpo”. Já no espectro de som proveniente de unhas arranhando um quadro-negro (ou de atrito entre isopores ou entre duas bexigas de ar) há um número infinito delas. Assim, as células vibram de acordo com muitas frequências e aquelas presentes na parte inicial da cóclea, por serem mais frágeis, são lesadas com mais facilidade. Daí a sensação de aversão a esse sons agudos e “crus”.
Ronald Ranvaud, Ciência Hoje, nº 282.