Questões de Concurso Sobre português para fgv

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Q3758059 Português
Política e politicalha

A política afina o espírito humano, educa os povos no conhecimento de si mesmos, desenvolve nos indivíduos a atividade, a coragem, a nobreza, a previsão, a energia, cria, apura, eleva o merecimento.

Não é esse jogo da intriga, da inveja e da incapacidade, a que entre nós se deu a alcunha de politicagem. Esta palavra não traduz ainda todo o desprezo do objeto significado. Não há dúvida que rima bem com criadagem e parolagem, afilhadagem e ladroagem. Mas não tem o mesmo vigor de expressão que os seus consoantes.

Quem lhe dará com o batismo adequado? Politiquice? Politiquismo? Politicaria? Politicalha? Neste último, sim, o sufixo pejorativo queima como um ferrete, e desperta ao ouvido uma consonância elucidativa.

Política e politicalha não se confundem, não se parecem, não se relacionam uma com a outra. Antes se negam, se excluem, se repulsam mutuamente.

A política é a arte de gerir o Estado, segundo princípios definidos, regras morais, leis escritas, ou tradições respeitáveis. A politicalha é a indústria de explorar o benefício de interesses pessoais. Constitui a política uma função, ou o conjunto das funções do organismo nacional: é o exercício normal das forças de uma nação consciente e senhora de si mesma. A politicalha, pelo contrário, é o envenenamento crônico dos povos negligentes e viciosos pela contaminação de parasitas inexoráveis. A política é a higiene dos países moralmente sadios. A politicalha, a malária dos povos de moralidade estragada.

(BARBOSA, R., Obras completas de Rui Barbosa). 
A ortografia e a acentuação são aspectos cruciais para garantir a clareza e a precisão na comunicação escrita.
Assinale o grupo de palavras em que todas estão grafadas corretamente, de acordo com as regras de ortografia e acentuação. 
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Q3758058 Português
Política e politicalha

A política afina o espírito humano, educa os povos no conhecimento de si mesmos, desenvolve nos indivíduos a atividade, a coragem, a nobreza, a previsão, a energia, cria, apura, eleva o merecimento.

Não é esse jogo da intriga, da inveja e da incapacidade, a que entre nós se deu a alcunha de politicagem. Esta palavra não traduz ainda todo o desprezo do objeto significado. Não há dúvida que rima bem com criadagem e parolagem, afilhadagem e ladroagem. Mas não tem o mesmo vigor de expressão que os seus consoantes.

Quem lhe dará com o batismo adequado? Politiquice? Politiquismo? Politicaria? Politicalha? Neste último, sim, o sufixo pejorativo queima como um ferrete, e desperta ao ouvido uma consonância elucidativa.

Política e politicalha não se confundem, não se parecem, não se relacionam uma com a outra. Antes se negam, se excluem, se repulsam mutuamente.

A política é a arte de gerir o Estado, segundo princípios definidos, regras morais, leis escritas, ou tradições respeitáveis. A politicalha é a indústria de explorar o benefício de interesses pessoais. Constitui a política uma função, ou o conjunto das funções do organismo nacional: é o exercício normal das forças de uma nação consciente e senhora de si mesma. A politicalha, pelo contrário, é o envenenamento crônico dos povos negligentes e viciosos pela contaminação de parasitas inexoráveis. A política é a higiene dos países moralmente sadios. A politicalha, a malária dos povos de moralidade estragada.

(BARBOSA, R., Obras completas de Rui Barbosa). 
Assinale a opção na qual o vocábulo sublinhado exerça função de adjetivo. 
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Q3758057 Português
Política e politicalha

A política afina o espírito humano, educa os povos no conhecimento de si mesmos, desenvolve nos indivíduos a atividade, a coragem, a nobreza, a previsão, a energia, cria, apura, eleva o merecimento.

Não é esse jogo da intriga, da inveja e da incapacidade, a que entre nós se deu a alcunha de politicagem. Esta palavra não traduz ainda todo o desprezo do objeto significado. Não há dúvida que rima bem com criadagem e parolagem, afilhadagem e ladroagem. Mas não tem o mesmo vigor de expressão que os seus consoantes.

Quem lhe dará com o batismo adequado? Politiquice? Politiquismo? Politicaria? Politicalha? Neste último, sim, o sufixo pejorativo queima como um ferrete, e desperta ao ouvido uma consonância elucidativa.

Política e politicalha não se confundem, não se parecem, não se relacionam uma com a outra. Antes se negam, se excluem, se repulsam mutuamente.

A política é a arte de gerir o Estado, segundo princípios definidos, regras morais, leis escritas, ou tradições respeitáveis. A politicalha é a indústria de explorar o benefício de interesses pessoais. Constitui a política uma função, ou o conjunto das funções do organismo nacional: é o exercício normal das forças de uma nação consciente e senhora de si mesma. A politicalha, pelo contrário, é o envenenamento crônico dos povos negligentes e viciosos pela contaminação de parasitas inexoráveis. A política é a higiene dos países moralmente sadios. A politicalha, a malária dos povos de moralidade estragada.

(BARBOSA, R., Obras completas de Rui Barbosa). 
Assinale a opção em que a palavra destacada possua a mesma classificação do que a sublinhada na frase: “[...] a que entre nós se deu a alcunha de politicagem”.
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Q3758056 Português
Política e politicalha

A política afina o espírito humano, educa os povos no conhecimento de si mesmos, desenvolve nos indivíduos a atividade, a coragem, a nobreza, a previsão, a energia, cria, apura, eleva o merecimento.

Não é esse jogo da intriga, da inveja e da incapacidade, a que entre nós se deu a alcunha de politicagem. Esta palavra não traduz ainda todo o desprezo do objeto significado. Não há dúvida que rima bem com criadagem e parolagem, afilhadagem e ladroagem. Mas não tem o mesmo vigor de expressão que os seus consoantes.

Quem lhe dará com o batismo adequado? Politiquice? Politiquismo? Politicaria? Politicalha? Neste último, sim, o sufixo pejorativo queima como um ferrete, e desperta ao ouvido uma consonância elucidativa.

Política e politicalha não se confundem, não se parecem, não se relacionam uma com a outra. Antes se negam, se excluem, se repulsam mutuamente.

A política é a arte de gerir o Estado, segundo princípios definidos, regras morais, leis escritas, ou tradições respeitáveis. A politicalha é a indústria de explorar o benefício de interesses pessoais. Constitui a política uma função, ou o conjunto das funções do organismo nacional: é o exercício normal das forças de uma nação consciente e senhora de si mesma. A politicalha, pelo contrário, é o envenenamento crônico dos povos negligentes e viciosos pela contaminação de parasitas inexoráveis. A política é a higiene dos países moralmente sadios. A politicalha, a malária dos povos de moralidade estragada.

(BARBOSA, R., Obras completas de Rui Barbosa). 
Assinale a opção correta sobre o emprego da crase.
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Q3758055 Português
Política e politicalha

A política afina o espírito humano, educa os povos no conhecimento de si mesmos, desenvolve nos indivíduos a atividade, a coragem, a nobreza, a previsão, a energia, cria, apura, eleva o merecimento.

Não é esse jogo da intriga, da inveja e da incapacidade, a que entre nós se deu a alcunha de politicagem. Esta palavra não traduz ainda todo o desprezo do objeto significado. Não há dúvida que rima bem com criadagem e parolagem, afilhadagem e ladroagem. Mas não tem o mesmo vigor de expressão que os seus consoantes.

Quem lhe dará com o batismo adequado? Politiquice? Politiquismo? Politicaria? Politicalha? Neste último, sim, o sufixo pejorativo queima como um ferrete, e desperta ao ouvido uma consonância elucidativa.

Política e politicalha não se confundem, não se parecem, não se relacionam uma com a outra. Antes se negam, se excluem, se repulsam mutuamente.

A política é a arte de gerir o Estado, segundo princípios definidos, regras morais, leis escritas, ou tradições respeitáveis. A politicalha é a indústria de explorar o benefício de interesses pessoais. Constitui a política uma função, ou o conjunto das funções do organismo nacional: é o exercício normal das forças de uma nação consciente e senhora de si mesma. A politicalha, pelo contrário, é o envenenamento crônico dos povos negligentes e viciosos pela contaminação de parasitas inexoráveis. A política é a higiene dos países moralmente sadios. A politicalha, a malária dos povos de moralidade estragada.

(BARBOSA, R., Obras completas de Rui Barbosa). 
Assinale a opção correta sobre a interpretação do texto.
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Q3758054 Português
Política e politicalha

A política afina o espírito humano, educa os povos no conhecimento de si mesmos, desenvolve nos indivíduos a atividade, a coragem, a nobreza, a previsão, a energia, cria, apura, eleva o merecimento.

Não é esse jogo da intriga, da inveja e da incapacidade, a que entre nós se deu a alcunha de politicagem. Esta palavra não traduz ainda todo o desprezo do objeto significado. Não há dúvida que rima bem com criadagem e parolagem, afilhadagem e ladroagem. Mas não tem o mesmo vigor de expressão que os seus consoantes.

Quem lhe dará com o batismo adequado? Politiquice? Politiquismo? Politicaria? Politicalha? Neste último, sim, o sufixo pejorativo queima como um ferrete, e desperta ao ouvido uma consonância elucidativa.

Política e politicalha não se confundem, não se parecem, não se relacionam uma com a outra. Antes se negam, se excluem, se repulsam mutuamente.

A política é a arte de gerir o Estado, segundo princípios definidos, regras morais, leis escritas, ou tradições respeitáveis. A politicalha é a indústria de explorar o benefício de interesses pessoais. Constitui a política uma função, ou o conjunto das funções do organismo nacional: é o exercício normal das forças de uma nação consciente e senhora de si mesma. A politicalha, pelo contrário, é o envenenamento crônico dos povos negligentes e viciosos pela contaminação de parasitas inexoráveis. A política é a higiene dos países moralmente sadios. A politicalha, a malária dos povos de moralidade estragada.

(BARBOSA, R., Obras completas de Rui Barbosa). 
Assinale a opção em que o uso da vírgula seja justificado pelo mesmo motivo verificado na frase: “A política é a higiene dos países moralmente sadios. A politicalha, a malária dos povos de moralidade estragada.”.
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Q3757742 Português
Leia o trecho de uma crônica escrita por Carlos Drummond de Andrade sobre a exposição do carro de Rui Barbosa no saguão do edifício da Caixa Econômica, em 1973.
Rui Barbosa e seu exemplário cívico andavam entregues as baratas? Seu automóvel, exposto no saguão da Caixa Econômica, está provocando a revivescência de sua glória. Quem ali vai para a exposição comemorativa do cinquentenário do falecimento do Conselheiro, ou apenas para tratar da vida, e dá de cara com o veículo, fica fascinado. O automóvel está vazio? Carece um pouco de imaginação para descobri-lo. Mas tudo está ali dentro. Aparentemente, os curiosos admiram um fóssil automobilístico, na inevitável comparação mental com os modelos de hoje. Não percebem que da contemplação passam a meditação interrogativa. Que espécie de homem seria este, que usara tal carro? Seria um monarca, um potentado do petróleo, um guerreiro prussiano, um sumo-sacerdote? Os objetos da exposição postos astuciosamente ao redor, encarregam-se de responder “não, senhor. Trata-se de um advogado militante”. O envolvimento do observador pela figura mítica opera-se através de dados desconcertantes. Fotos ampliadas mostram que era cercado de multidões, carta manuscrita do presidente Afonso Pena comunica a Rainha da Holanda seu apreço por ele, painéis mostram seus triunfos morais. O fato é que o basbaque, sem perceber, passa da contemplação do monstro de rodas para o conhecimento visual do fenômeno Rui, numa exposição que reúne o doméstico ao mundial e documenta a estranha mistura de grandeza e fragilidade de um destino humano.
Adaptado de: ANDRADE, Carlos Drummond de. “Rui e o carro n.833”. Jornal do Brasil, 15 de novembro de 1973, p. 5.
Com base na interpretação de Drummond sobre a exposição, assinale a opção que apresenta corretamente uma estratégia utilizada para atrair visitantes.
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Q3757717 Português
A questão refere-se ao TEXTO a seguir:

Aquecimento global: um vilão nada fictício

Se você é leitor de quadrinhos ou conhece bem as histórias dos super-heróis, deve saber citar o nome de pelo menos um planeta que foi completamente devastado, deixando poucos sobreviventes.
Krypton, o planeta natal do Super-homem, foi destruído por uma explosão provocada por uma instabilidade do seu núcleo. A causa dessa instabilidade tem explicações variadas nos quadrinhos, mas o fato é que poucos sobreviveram para contar a história. Já o pacífico planeta de Czarnia foi devastado depois que Lobo, o ser mais destoante e inexplicavelmente mau do planeta, resolveu criar um enxame de escorpiões voadores microscópicos que dizimaram toda a população. Por fim, podemos citar também Zen-Whoberi, planeta cuja população foi completamente aniquilada pelos Badoon (uma raça reptiliana). Apenas Gamora sobreviveu, ao ser resgatada do planeta pelo vilão Thanos.
Mas e na Terra, será que corremos o risco de acontecer algo parecido? Existem alguns potenciais vilões capazes de acabar com a vida humana e de muitos animais, como uma guerra nuclear, a colisão de um asteroide, o enfraquecimento do campo magnético que protege o planeta, um supervírus. Mas um perigo mais iminente que muito temos discutido na atualidade são as mudanças climáticas globais (ou aquecimento global).
A atmosfera do planeta Terra é constituída por diversos gases que retêm o calor trazido pelos raios solares. Quanto maior a concentração desses gases na atmosfera, mais calor ficará acumulado no planeta. Esse processo, chamado de efeito estufa, ocorre naturalmente e é fundamental para a vida na Terra. Afinal, se não fosse ele, não haveria calor acumulado no planeta e, portanto, a temperatura aqui seria tão baixa que nem existiria água no estado líquido, só gelo!
Nas últimas décadas, no entanto, o ser humano tem produzido uma quantidade tão alta de gases poluentes (por meio das indústrias, dos automóveis, do desmatamento etc.) que estamos criando uma barreira cada vez maior na atmosfera. Com isso, acumula-se cada vez mais calor no planeta, ou seja, intensifica-se o efeito estufa drasticamente.
O agravamento do efeito estufa vem sendo reconhecido pelos cientistas como o principal causador do aquecimento global. O aumento das temperaturas médias do planeta tem consequências graves para a agricultura, a pecuária e a geração de energia; pode provocar alterações nos ciclos de chuvas, intensificação de fenômenos meteorológicos (como tempestades mais intensas, secas prolongadas, furacões) e até mudanças irreversíveis em ecossistemas e extinção de várias espécies. Por isso, fala-se em ‘mudanças climáticas globais’.

www.cienciahoje.org.br/artigo/aquecimento-global-um-vilao-nada-ficticio/ - acesso em 06/08/2025
No trecho “Apenas Gamora sobreviveu, ao ser resgatada do planeta pelo vilão Thanos”, o valor semântico da oração subordinada é de
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Q3757716 Português
A questão refere-se ao TEXTO a seguir:

Aquecimento global: um vilão nada fictício

Se você é leitor de quadrinhos ou conhece bem as histórias dos super-heróis, deve saber citar o nome de pelo menos um planeta que foi completamente devastado, deixando poucos sobreviventes.
Krypton, o planeta natal do Super-homem, foi destruído por uma explosão provocada por uma instabilidade do seu núcleo. A causa dessa instabilidade tem explicações variadas nos quadrinhos, mas o fato é que poucos sobreviveram para contar a história. Já o pacífico planeta de Czarnia foi devastado depois que Lobo, o ser mais destoante e inexplicavelmente mau do planeta, resolveu criar um enxame de escorpiões voadores microscópicos que dizimaram toda a população. Por fim, podemos citar também Zen-Whoberi, planeta cuja população foi completamente aniquilada pelos Badoon (uma raça reptiliana). Apenas Gamora sobreviveu, ao ser resgatada do planeta pelo vilão Thanos.
Mas e na Terra, será que corremos o risco de acontecer algo parecido? Existem alguns potenciais vilões capazes de acabar com a vida humana e de muitos animais, como uma guerra nuclear, a colisão de um asteroide, o enfraquecimento do campo magnético que protege o planeta, um supervírus. Mas um perigo mais iminente que muito temos discutido na atualidade são as mudanças climáticas globais (ou aquecimento global).
A atmosfera do planeta Terra é constituída por diversos gases que retêm o calor trazido pelos raios solares. Quanto maior a concentração desses gases na atmosfera, mais calor ficará acumulado no planeta. Esse processo, chamado de efeito estufa, ocorre naturalmente e é fundamental para a vida na Terra. Afinal, se não fosse ele, não haveria calor acumulado no planeta e, portanto, a temperatura aqui seria tão baixa que nem existiria água no estado líquido, só gelo!
Nas últimas décadas, no entanto, o ser humano tem produzido uma quantidade tão alta de gases poluentes (por meio das indústrias, dos automóveis, do desmatamento etc.) que estamos criando uma barreira cada vez maior na atmosfera. Com isso, acumula-se cada vez mais calor no planeta, ou seja, intensifica-se o efeito estufa drasticamente.
O agravamento do efeito estufa vem sendo reconhecido pelos cientistas como o principal causador do aquecimento global. O aumento das temperaturas médias do planeta tem consequências graves para a agricultura, a pecuária e a geração de energia; pode provocar alterações nos ciclos de chuvas, intensificação de fenômenos meteorológicos (como tempestades mais intensas, secas prolongadas, furacões) e até mudanças irreversíveis em ecossistemas e extinção de várias espécies. Por isso, fala-se em ‘mudanças climáticas globais’.

www.cienciahoje.org.br/artigo/aquecimento-global-um-vilao-nada-ficticio/ - acesso em 06/08/2025
Sobre a colocação pronominal no trecho: “Com isso, acumula-se cada vez mais calor no planeta, ou seja, intensifica-se o efeito estufa drasticamente”, é possível afirmar que
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Q3757715 Português
A questão refere-se ao TEXTO a seguir:

Aquecimento global: um vilão nada fictício

Se você é leitor de quadrinhos ou conhece bem as histórias dos super-heróis, deve saber citar o nome de pelo menos um planeta que foi completamente devastado, deixando poucos sobreviventes.
Krypton, o planeta natal do Super-homem, foi destruído por uma explosão provocada por uma instabilidade do seu núcleo. A causa dessa instabilidade tem explicações variadas nos quadrinhos, mas o fato é que poucos sobreviveram para contar a história. Já o pacífico planeta de Czarnia foi devastado depois que Lobo, o ser mais destoante e inexplicavelmente mau do planeta, resolveu criar um enxame de escorpiões voadores microscópicos que dizimaram toda a população. Por fim, podemos citar também Zen-Whoberi, planeta cuja população foi completamente aniquilada pelos Badoon (uma raça reptiliana). Apenas Gamora sobreviveu, ao ser resgatada do planeta pelo vilão Thanos.
Mas e na Terra, será que corremos o risco de acontecer algo parecido? Existem alguns potenciais vilões capazes de acabar com a vida humana e de muitos animais, como uma guerra nuclear, a colisão de um asteroide, o enfraquecimento do campo magnético que protege o planeta, um supervírus. Mas um perigo mais iminente que muito temos discutido na atualidade são as mudanças climáticas globais (ou aquecimento global).
A atmosfera do planeta Terra é constituída por diversos gases que retêm o calor trazido pelos raios solares. Quanto maior a concentração desses gases na atmosfera, mais calor ficará acumulado no planeta. Esse processo, chamado de efeito estufa, ocorre naturalmente e é fundamental para a vida na Terra. Afinal, se não fosse ele, não haveria calor acumulado no planeta e, portanto, a temperatura aqui seria tão baixa que nem existiria água no estado líquido, só gelo!
Nas últimas décadas, no entanto, o ser humano tem produzido uma quantidade tão alta de gases poluentes (por meio das indústrias, dos automóveis, do desmatamento etc.) que estamos criando uma barreira cada vez maior na atmosfera. Com isso, acumula-se cada vez mais calor no planeta, ou seja, intensifica-se o efeito estufa drasticamente.
O agravamento do efeito estufa vem sendo reconhecido pelos cientistas como o principal causador do aquecimento global. O aumento das temperaturas médias do planeta tem consequências graves para a agricultura, a pecuária e a geração de energia; pode provocar alterações nos ciclos de chuvas, intensificação de fenômenos meteorológicos (como tempestades mais intensas, secas prolongadas, furacões) e até mudanças irreversíveis em ecossistemas e extinção de várias espécies. Por isso, fala-se em ‘mudanças climáticas globais’.

www.cienciahoje.org.br/artigo/aquecimento-global-um-vilao-nada-ficticio/ - acesso em 06/08/2025
O uso das vírgulas no trecho “Esse processo, chamado de efeito estufa, ocorre naturalmente e é fundamental para a vida na Terra”, se justifica porque
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Q3757714 Português
A questão refere-se ao TEXTO a seguir:

GARIMPO NA AMAZÔNIA: UM PROBLEMA DE TODOS NÓS

Danicley de Aguiar, ativista sênior do Greenpeace

A atividade garimpeira está longe de ser um problema que atinge exclusivamente os povos indígenas e, com a omissão do Estado, ela se firma como uma questão de saúde pública.

A bacia do rio Tapajós se transformou no epicentro do garimpo na Amazônia, que hoje se espalha como uma epidemia e configura mais uma grave ameaça ao equilíbrio ecológico do bioma. Nesta região, para além dos garimpos localizados nas terras indígenas Munduruku e Sai Cinza, encontramos nada menos que outros 418 garimpos no interior das Unidades de Conservação de Uso Sustentável e mais 124 nas Unidades de Proteção Integral.
Entre as áreas protegidas, o avanço do garimpo nas terras indígenas ganha ares de tragédia e é impulsionado não só pelo crime organizado, que financia a extração e a compra do ouro explorado desses territórios, mas também pela desorganização proposital do Estado para enfrentar esta atividade criminosa dentro destes territórios. [...] Provocado pela resistência dos Munduruku à destruição do seu território e consequentemente do seu modo de vida, no dia 15 de setembro, o Ministério Público Federal (MPF) recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) para que o mesmo obrigue o governo brasileiro a retomar, em regime de urgência, todas as operações de combate aos garimpos localizados no interior das terras indígenas Munduruku e Sai Cinza, no sudoeste do Pará; haja vista que as operações foram interrompidas após reunião do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles [...].
Para além dos impactos ambientais que ameaçam a integridade ecológica das áreas invadidas, o garimpo está longe de ser uma questão que prejudica exclusivamente os indígenas, pois promove uma série de outros impactos que não se restringem ao ambiente em que a atividade se desenvolve, a exemplo da contaminação por mercúrio que afeta, por exemplo, as milhares de pessoas que compõem a população ribeirinha da Amazônia e que se alimentam periodicamente de peixe, uma vez que os peixes, especialmente os chamados predadores, atuam como concentradores naturais de mercúrio, que uma vez acumulado no corpo humano, causa toda uma ordem de problemas nos rins, fígado, aparelho digestivo e no sistema nervoso central.
Por tudo isso, não restam dúvidas de que a atividade garimpeira há muito se estabeleceu como um problema ambiental e de polícia, mas ainda precisa ser reconhecida sobretudo como um problema de saúde pública, que impõe mudanças radicais no modo de vida das populações amazônicas, sejam elas indígenas ou não. Assim, ações de denúncia e combate ao garimpo empreendidas pelo povo Munduruku e outros povos não podem ser ignoradas pelo restante da sociedade brasileira, especialmente porque tais ações são muito mais que pedidos de socorro, elas constituem-se num chamado ao debate civilizatório requerido pelo século em que vivemos. A sociedade brasileira não pode mais aceitar conviver com uma prática tão nefasta ao meio ambiente e a todos os brasileiros.

Fonte: https://www.greenpeace.org/brasil/blog/garimpo-na-amazonia-umproblema-de-todos-nos/. – acesso em 06/08/2025
Assinale a alternativa que indica corretamente a passagem do trecho “Ações de denúncia e combate ao garimpo empreendidas pelo povo Munduruku e outros povos não podem ser ignoradas pelo restante da sociedade brasileira” para a voz ativa.
Alternativas
Q3757713 Português
A questão refere-se ao TEXTO a seguir:

GARIMPO NA AMAZÔNIA: UM PROBLEMA DE TODOS NÓS

Danicley de Aguiar, ativista sênior do Greenpeace

A atividade garimpeira está longe de ser um problema que atinge exclusivamente os povos indígenas e, com a omissão do Estado, ela se firma como uma questão de saúde pública.

A bacia do rio Tapajós se transformou no epicentro do garimpo na Amazônia, que hoje se espalha como uma epidemia e configura mais uma grave ameaça ao equilíbrio ecológico do bioma. Nesta região, para além dos garimpos localizados nas terras indígenas Munduruku e Sai Cinza, encontramos nada menos que outros 418 garimpos no interior das Unidades de Conservação de Uso Sustentável e mais 124 nas Unidades de Proteção Integral.
Entre as áreas protegidas, o avanço do garimpo nas terras indígenas ganha ares de tragédia e é impulsionado não só pelo crime organizado, que financia a extração e a compra do ouro explorado desses territórios, mas também pela desorganização proposital do Estado para enfrentar esta atividade criminosa dentro destes territórios. [...] Provocado pela resistência dos Munduruku à destruição do seu território e consequentemente do seu modo de vida, no dia 15 de setembro, o Ministério Público Federal (MPF) recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) para que o mesmo obrigue o governo brasileiro a retomar, em regime de urgência, todas as operações de combate aos garimpos localizados no interior das terras indígenas Munduruku e Sai Cinza, no sudoeste do Pará; haja vista que as operações foram interrompidas após reunião do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles [...].
Para além dos impactos ambientais que ameaçam a integridade ecológica das áreas invadidas, o garimpo está longe de ser uma questão que prejudica exclusivamente os indígenas, pois promove uma série de outros impactos que não se restringem ao ambiente em que a atividade se desenvolve, a exemplo da contaminação por mercúrio que afeta, por exemplo, as milhares de pessoas que compõem a população ribeirinha da Amazônia e que se alimentam periodicamente de peixe, uma vez que os peixes, especialmente os chamados predadores, atuam como concentradores naturais de mercúrio, que uma vez acumulado no corpo humano, causa toda uma ordem de problemas nos rins, fígado, aparelho digestivo e no sistema nervoso central.
Por tudo isso, não restam dúvidas de que a atividade garimpeira há muito se estabeleceu como um problema ambiental e de polícia, mas ainda precisa ser reconhecida sobretudo como um problema de saúde pública, que impõe mudanças radicais no modo de vida das populações amazônicas, sejam elas indígenas ou não. Assim, ações de denúncia e combate ao garimpo empreendidas pelo povo Munduruku e outros povos não podem ser ignoradas pelo restante da sociedade brasileira, especialmente porque tais ações são muito mais que pedidos de socorro, elas constituem-se num chamado ao debate civilizatório requerido pelo século em que vivemos. A sociedade brasileira não pode mais aceitar conviver com uma prática tão nefasta ao meio ambiente e a todos os brasileiros.

Fonte: https://www.greenpeace.org/brasil/blog/garimpo-na-amazonia-umproblema-de-todos-nos/. – acesso em 06/08/2025
Assinale a opção em que o elemento destacado possui função sintática diferente das demais.
Alternativas
Q3757712 Português
A questão refere-se ao TEXTO a seguir:

GARIMPO NA AMAZÔNIA: UM PROBLEMA DE TODOS NÓS

Danicley de Aguiar, ativista sênior do Greenpeace

A atividade garimpeira está longe de ser um problema que atinge exclusivamente os povos indígenas e, com a omissão do Estado, ela se firma como uma questão de saúde pública.

A bacia do rio Tapajós se transformou no epicentro do garimpo na Amazônia, que hoje se espalha como uma epidemia e configura mais uma grave ameaça ao equilíbrio ecológico do bioma. Nesta região, para além dos garimpos localizados nas terras indígenas Munduruku e Sai Cinza, encontramos nada menos que outros 418 garimpos no interior das Unidades de Conservação de Uso Sustentável e mais 124 nas Unidades de Proteção Integral.
Entre as áreas protegidas, o avanço do garimpo nas terras indígenas ganha ares de tragédia e é impulsionado não só pelo crime organizado, que financia a extração e a compra do ouro explorado desses territórios, mas também pela desorganização proposital do Estado para enfrentar esta atividade criminosa dentro destes territórios. [...] Provocado pela resistência dos Munduruku à destruição do seu território e consequentemente do seu modo de vida, no dia 15 de setembro, o Ministério Público Federal (MPF) recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) para que o mesmo obrigue o governo brasileiro a retomar, em regime de urgência, todas as operações de combate aos garimpos localizados no interior das terras indígenas Munduruku e Sai Cinza, no sudoeste do Pará; haja vista que as operações foram interrompidas após reunião do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles [...].
Para além dos impactos ambientais que ameaçam a integridade ecológica das áreas invadidas, o garimpo está longe de ser uma questão que prejudica exclusivamente os indígenas, pois promove uma série de outros impactos que não se restringem ao ambiente em que a atividade se desenvolve, a exemplo da contaminação por mercúrio que afeta, por exemplo, as milhares de pessoas que compõem a população ribeirinha da Amazônia e que se alimentam periodicamente de peixe, uma vez que os peixes, especialmente os chamados predadores, atuam como concentradores naturais de mercúrio, que uma vez acumulado no corpo humano, causa toda uma ordem de problemas nos rins, fígado, aparelho digestivo e no sistema nervoso central.
Por tudo isso, não restam dúvidas de que a atividade garimpeira há muito se estabeleceu como um problema ambiental e de polícia, mas ainda precisa ser reconhecida sobretudo como um problema de saúde pública, que impõe mudanças radicais no modo de vida das populações amazônicas, sejam elas indígenas ou não. Assim, ações de denúncia e combate ao garimpo empreendidas pelo povo Munduruku e outros povos não podem ser ignoradas pelo restante da sociedade brasileira, especialmente porque tais ações são muito mais que pedidos de socorro, elas constituem-se num chamado ao debate civilizatório requerido pelo século em que vivemos. A sociedade brasileira não pode mais aceitar conviver com uma prática tão nefasta ao meio ambiente e a todos os brasileiros.

Fonte: https://www.greenpeace.org/brasil/blog/garimpo-na-amazonia-umproblema-de-todos-nos/. – acesso em 06/08/2025
Sobre os verbos e seu efeito no texto, é possível afirmar que
Alternativas
Q3757711 Português
A questão refere-se ao TEXTO a seguir:

GARIMPO NA AMAZÔNIA: UM PROBLEMA DE TODOS NÓS

Danicley de Aguiar, ativista sênior do Greenpeace

A atividade garimpeira está longe de ser um problema que atinge exclusivamente os povos indígenas e, com a omissão do Estado, ela se firma como uma questão de saúde pública.

A bacia do rio Tapajós se transformou no epicentro do garimpo na Amazônia, que hoje se espalha como uma epidemia e configura mais uma grave ameaça ao equilíbrio ecológico do bioma. Nesta região, para além dos garimpos localizados nas terras indígenas Munduruku e Sai Cinza, encontramos nada menos que outros 418 garimpos no interior das Unidades de Conservação de Uso Sustentável e mais 124 nas Unidades de Proteção Integral.
Entre as áreas protegidas, o avanço do garimpo nas terras indígenas ganha ares de tragédia e é impulsionado não só pelo crime organizado, que financia a extração e a compra do ouro explorado desses territórios, mas também pela desorganização proposital do Estado para enfrentar esta atividade criminosa dentro destes territórios. [...] Provocado pela resistência dos Munduruku à destruição do seu território e consequentemente do seu modo de vida, no dia 15 de setembro, o Ministério Público Federal (MPF) recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) para que o mesmo obrigue o governo brasileiro a retomar, em regime de urgência, todas as operações de combate aos garimpos localizados no interior das terras indígenas Munduruku e Sai Cinza, no sudoeste do Pará; haja vista que as operações foram interrompidas após reunião do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles [...].
Para além dos impactos ambientais que ameaçam a integridade ecológica das áreas invadidas, o garimpo está longe de ser uma questão que prejudica exclusivamente os indígenas, pois promove uma série de outros impactos que não se restringem ao ambiente em que a atividade se desenvolve, a exemplo da contaminação por mercúrio que afeta, por exemplo, as milhares de pessoas que compõem a população ribeirinha da Amazônia e que se alimentam periodicamente de peixe, uma vez que os peixes, especialmente os chamados predadores, atuam como concentradores naturais de mercúrio, que uma vez acumulado no corpo humano, causa toda uma ordem de problemas nos rins, fígado, aparelho digestivo e no sistema nervoso central.
Por tudo isso, não restam dúvidas de que a atividade garimpeira há muito se estabeleceu como um problema ambiental e de polícia, mas ainda precisa ser reconhecida sobretudo como um problema de saúde pública, que impõe mudanças radicais no modo de vida das populações amazônicas, sejam elas indígenas ou não. Assim, ações de denúncia e combate ao garimpo empreendidas pelo povo Munduruku e outros povos não podem ser ignoradas pelo restante da sociedade brasileira, especialmente porque tais ações são muito mais que pedidos de socorro, elas constituem-se num chamado ao debate civilizatório requerido pelo século em que vivemos. A sociedade brasileira não pode mais aceitar conviver com uma prática tão nefasta ao meio ambiente e a todos os brasileiros.

Fonte: https://www.greenpeace.org/brasil/blog/garimpo-na-amazonia-umproblema-de-todos-nos/. – acesso em 06/08/2025
“Não restam dúvidas de que a atividade garimpeira há muito se estabeleceu como um problema ambiental e de polícia.”
Sobre os mecanismos de concordância verbal do trecho em destaque, avalie as sentenças a seguir:
I. “Restar” é um verbo que concorda em número e pessoa com o sujeito “dúvidas”, que aparece em posição posposta.
II. O verbo “haver” permanece no singular por formar locução verbal com verbo impessoal.
III. A forma “se estabeleceu” indica uma atividade reflexiva do verbo, levando o verbo para sua forma no singular.
Estão corretas as sentenças:
Alternativas
Q3757710 Português
A questão refere-se ao TEXTO a seguir:

GARIMPO NA AMAZÔNIA: UM PROBLEMA DE TODOS NÓS

Danicley de Aguiar, ativista sênior do Greenpeace

A atividade garimpeira está longe de ser um problema que atinge exclusivamente os povos indígenas e, com a omissão do Estado, ela se firma como uma questão de saúde pública.

A bacia do rio Tapajós se transformou no epicentro do garimpo na Amazônia, que hoje se espalha como uma epidemia e configura mais uma grave ameaça ao equilíbrio ecológico do bioma. Nesta região, para além dos garimpos localizados nas terras indígenas Munduruku e Sai Cinza, encontramos nada menos que outros 418 garimpos no interior das Unidades de Conservação de Uso Sustentável e mais 124 nas Unidades de Proteção Integral.
Entre as áreas protegidas, o avanço do garimpo nas terras indígenas ganha ares de tragédia e é impulsionado não só pelo crime organizado, que financia a extração e a compra do ouro explorado desses territórios, mas também pela desorganização proposital do Estado para enfrentar esta atividade criminosa dentro destes territórios. [...] Provocado pela resistência dos Munduruku à destruição do seu território e consequentemente do seu modo de vida, no dia 15 de setembro, o Ministério Público Federal (MPF) recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) para que o mesmo obrigue o governo brasileiro a retomar, em regime de urgência, todas as operações de combate aos garimpos localizados no interior das terras indígenas Munduruku e Sai Cinza, no sudoeste do Pará; haja vista que as operações foram interrompidas após reunião do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles [...].
Para além dos impactos ambientais que ameaçam a integridade ecológica das áreas invadidas, o garimpo está longe de ser uma questão que prejudica exclusivamente os indígenas, pois promove uma série de outros impactos que não se restringem ao ambiente em que a atividade se desenvolve, a exemplo da contaminação por mercúrio que afeta, por exemplo, as milhares de pessoas que compõem a população ribeirinha da Amazônia e que se alimentam periodicamente de peixe, uma vez que os peixes, especialmente os chamados predadores, atuam como concentradores naturais de mercúrio, que uma vez acumulado no corpo humano, causa toda uma ordem de problemas nos rins, fígado, aparelho digestivo e no sistema nervoso central.
Por tudo isso, não restam dúvidas de que a atividade garimpeira há muito se estabeleceu como um problema ambiental e de polícia, mas ainda precisa ser reconhecida sobretudo como um problema de saúde pública, que impõe mudanças radicais no modo de vida das populações amazônicas, sejam elas indígenas ou não. Assim, ações de denúncia e combate ao garimpo empreendidas pelo povo Munduruku e outros povos não podem ser ignoradas pelo restante da sociedade brasileira, especialmente porque tais ações são muito mais que pedidos de socorro, elas constituem-se num chamado ao debate civilizatório requerido pelo século em que vivemos. A sociedade brasileira não pode mais aceitar conviver com uma prática tão nefasta ao meio ambiente e a todos os brasileiros.

Fonte: https://www.greenpeace.org/brasil/blog/garimpo-na-amazonia-umproblema-de-todos-nos/. – acesso em 06/08/2025
Leia o trecho a seguir:
O Ministério Público Federal (MPF) recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) para que o mesmo obrigue o governo brasileiro a retomar, em regime de urgência, todas as operações de combate aos garimpos.
Sobre o elemento em destaque, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3757709 Português
A questão refere-se ao TEXTO a seguir:

GARIMPO NA AMAZÔNIA: UM PROBLEMA DE TODOS NÓS

Danicley de Aguiar, ativista sênior do Greenpeace

A atividade garimpeira está longe de ser um problema que atinge exclusivamente os povos indígenas e, com a omissão do Estado, ela se firma como uma questão de saúde pública.

A bacia do rio Tapajós se transformou no epicentro do garimpo na Amazônia, que hoje se espalha como uma epidemia e configura mais uma grave ameaça ao equilíbrio ecológico do bioma. Nesta região, para além dos garimpos localizados nas terras indígenas Munduruku e Sai Cinza, encontramos nada menos que outros 418 garimpos no interior das Unidades de Conservação de Uso Sustentável e mais 124 nas Unidades de Proteção Integral.
Entre as áreas protegidas, o avanço do garimpo nas terras indígenas ganha ares de tragédia e é impulsionado não só pelo crime organizado, que financia a extração e a compra do ouro explorado desses territórios, mas também pela desorganização proposital do Estado para enfrentar esta atividade criminosa dentro destes territórios. [...] Provocado pela resistência dos Munduruku à destruição do seu território e consequentemente do seu modo de vida, no dia 15 de setembro, o Ministério Público Federal (MPF) recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) para que o mesmo obrigue o governo brasileiro a retomar, em regime de urgência, todas as operações de combate aos garimpos localizados no interior das terras indígenas Munduruku e Sai Cinza, no sudoeste do Pará; haja vista que as operações foram interrompidas após reunião do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles [...].
Para além dos impactos ambientais que ameaçam a integridade ecológica das áreas invadidas, o garimpo está longe de ser uma questão que prejudica exclusivamente os indígenas, pois promove uma série de outros impactos que não se restringem ao ambiente em que a atividade se desenvolve, a exemplo da contaminação por mercúrio que afeta, por exemplo, as milhares de pessoas que compõem a população ribeirinha da Amazônia e que se alimentam periodicamente de peixe, uma vez que os peixes, especialmente os chamados predadores, atuam como concentradores naturais de mercúrio, que uma vez acumulado no corpo humano, causa toda uma ordem de problemas nos rins, fígado, aparelho digestivo e no sistema nervoso central.
Por tudo isso, não restam dúvidas de que a atividade garimpeira há muito se estabeleceu como um problema ambiental e de polícia, mas ainda precisa ser reconhecida sobretudo como um problema de saúde pública, que impõe mudanças radicais no modo de vida das populações amazônicas, sejam elas indígenas ou não. Assim, ações de denúncia e combate ao garimpo empreendidas pelo povo Munduruku e outros povos não podem ser ignoradas pelo restante da sociedade brasileira, especialmente porque tais ações são muito mais que pedidos de socorro, elas constituem-se num chamado ao debate civilizatório requerido pelo século em que vivemos. A sociedade brasileira não pode mais aceitar conviver com uma prática tão nefasta ao meio ambiente e a todos os brasileiros.

Fonte: https://www.greenpeace.org/brasil/blog/garimpo-na-amazonia-umproblema-de-todos-nos/. – acesso em 06/08/2025
Sobre a estrutura do primeiro parágrafo do texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q3757708 Português
A questão refere-se ao TEXTO a seguir:

GARIMPO NA AMAZÔNIA: UM PROBLEMA DE TODOS NÓS

Danicley de Aguiar, ativista sênior do Greenpeace

A atividade garimpeira está longe de ser um problema que atinge exclusivamente os povos indígenas e, com a omissão do Estado, ela se firma como uma questão de saúde pública.

A bacia do rio Tapajós se transformou no epicentro do garimpo na Amazônia, que hoje se espalha como uma epidemia e configura mais uma grave ameaça ao equilíbrio ecológico do bioma. Nesta região, para além dos garimpos localizados nas terras indígenas Munduruku e Sai Cinza, encontramos nada menos que outros 418 garimpos no interior das Unidades de Conservação de Uso Sustentável e mais 124 nas Unidades de Proteção Integral.
Entre as áreas protegidas, o avanço do garimpo nas terras indígenas ganha ares de tragédia e é impulsionado não só pelo crime organizado, que financia a extração e a compra do ouro explorado desses territórios, mas também pela desorganização proposital do Estado para enfrentar esta atividade criminosa dentro destes territórios. [...] Provocado pela resistência dos Munduruku à destruição do seu território e consequentemente do seu modo de vida, no dia 15 de setembro, o Ministério Público Federal (MPF) recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) para que o mesmo obrigue o governo brasileiro a retomar, em regime de urgência, todas as operações de combate aos garimpos localizados no interior das terras indígenas Munduruku e Sai Cinza, no sudoeste do Pará; haja vista que as operações foram interrompidas após reunião do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles [...].
Para além dos impactos ambientais que ameaçam a integridade ecológica das áreas invadidas, o garimpo está longe de ser uma questão que prejudica exclusivamente os indígenas, pois promove uma série de outros impactos que não se restringem ao ambiente em que a atividade se desenvolve, a exemplo da contaminação por mercúrio que afeta, por exemplo, as milhares de pessoas que compõem a população ribeirinha da Amazônia e que se alimentam periodicamente de peixe, uma vez que os peixes, especialmente os chamados predadores, atuam como concentradores naturais de mercúrio, que uma vez acumulado no corpo humano, causa toda uma ordem de problemas nos rins, fígado, aparelho digestivo e no sistema nervoso central.
Por tudo isso, não restam dúvidas de que a atividade garimpeira há muito se estabeleceu como um problema ambiental e de polícia, mas ainda precisa ser reconhecida sobretudo como um problema de saúde pública, que impõe mudanças radicais no modo de vida das populações amazônicas, sejam elas indígenas ou não. Assim, ações de denúncia e combate ao garimpo empreendidas pelo povo Munduruku e outros povos não podem ser ignoradas pelo restante da sociedade brasileira, especialmente porque tais ações são muito mais que pedidos de socorro, elas constituem-se num chamado ao debate civilizatório requerido pelo século em que vivemos. A sociedade brasileira não pode mais aceitar conviver com uma prática tão nefasta ao meio ambiente e a todos os brasileiros.

Fonte: https://www.greenpeace.org/brasil/blog/garimpo-na-amazonia-umproblema-de-todos-nos/. – acesso em 06/08/2025
O texto, por ser um artigo de opinião, emprega uma determinada variante linguística na sua construção, cujo objetivo é
Alternativas
Q3757707 Português
A questão refere-se ao TEXTO a seguir:

GARIMPO NA AMAZÔNIA: UM PROBLEMA DE TODOS NÓS

Danicley de Aguiar, ativista sênior do Greenpeace

A atividade garimpeira está longe de ser um problema que atinge exclusivamente os povos indígenas e, com a omissão do Estado, ela se firma como uma questão de saúde pública.

A bacia do rio Tapajós se transformou no epicentro do garimpo na Amazônia, que hoje se espalha como uma epidemia e configura mais uma grave ameaça ao equilíbrio ecológico do bioma. Nesta região, para além dos garimpos localizados nas terras indígenas Munduruku e Sai Cinza, encontramos nada menos que outros 418 garimpos no interior das Unidades de Conservação de Uso Sustentável e mais 124 nas Unidades de Proteção Integral.
Entre as áreas protegidas, o avanço do garimpo nas terras indígenas ganha ares de tragédia e é impulsionado não só pelo crime organizado, que financia a extração e a compra do ouro explorado desses territórios, mas também pela desorganização proposital do Estado para enfrentar esta atividade criminosa dentro destes territórios. [...] Provocado pela resistência dos Munduruku à destruição do seu território e consequentemente do seu modo de vida, no dia 15 de setembro, o Ministério Público Federal (MPF) recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) para que o mesmo obrigue o governo brasileiro a retomar, em regime de urgência, todas as operações de combate aos garimpos localizados no interior das terras indígenas Munduruku e Sai Cinza, no sudoeste do Pará; haja vista que as operações foram interrompidas após reunião do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles [...].
Para além dos impactos ambientais que ameaçam a integridade ecológica das áreas invadidas, o garimpo está longe de ser uma questão que prejudica exclusivamente os indígenas, pois promove uma série de outros impactos que não se restringem ao ambiente em que a atividade se desenvolve, a exemplo da contaminação por mercúrio que afeta, por exemplo, as milhares de pessoas que compõem a população ribeirinha da Amazônia e que se alimentam periodicamente de peixe, uma vez que os peixes, especialmente os chamados predadores, atuam como concentradores naturais de mercúrio, que uma vez acumulado no corpo humano, causa toda uma ordem de problemas nos rins, fígado, aparelho digestivo e no sistema nervoso central.
Por tudo isso, não restam dúvidas de que a atividade garimpeira há muito se estabeleceu como um problema ambiental e de polícia, mas ainda precisa ser reconhecida sobretudo como um problema de saúde pública, que impõe mudanças radicais no modo de vida das populações amazônicas, sejam elas indígenas ou não. Assim, ações de denúncia e combate ao garimpo empreendidas pelo povo Munduruku e outros povos não podem ser ignoradas pelo restante da sociedade brasileira, especialmente porque tais ações são muito mais que pedidos de socorro, elas constituem-se num chamado ao debate civilizatório requerido pelo século em que vivemos. A sociedade brasileira não pode mais aceitar conviver com uma prática tão nefasta ao meio ambiente e a todos os brasileiros.

Fonte: https://www.greenpeace.org/brasil/blog/garimpo-na-amazonia-umproblema-de-todos-nos/. – acesso em 06/08/2025
Considerando o excerto “avanço do garimpo nas terras indígenas ganha ares de tragédia e é impulsionado não só pelo crime organizado, que financia a extração e a compra do ouro explorado desses territórios, mas também pela desorganização proposital do Estado para enfrentar esta atividade criminosa”, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3757706 Português
A questão refere-se ao TEXTO a seguir:

GARIMPO NA AMAZÔNIA: UM PROBLEMA DE TODOS NÓS

Danicley de Aguiar, ativista sênior do Greenpeace

A atividade garimpeira está longe de ser um problema que atinge exclusivamente os povos indígenas e, com a omissão do Estado, ela se firma como uma questão de saúde pública.

A bacia do rio Tapajós se transformou no epicentro do garimpo na Amazônia, que hoje se espalha como uma epidemia e configura mais uma grave ameaça ao equilíbrio ecológico do bioma. Nesta região, para além dos garimpos localizados nas terras indígenas Munduruku e Sai Cinza, encontramos nada menos que outros 418 garimpos no interior das Unidades de Conservação de Uso Sustentável e mais 124 nas Unidades de Proteção Integral.
Entre as áreas protegidas, o avanço do garimpo nas terras indígenas ganha ares de tragédia e é impulsionado não só pelo crime organizado, que financia a extração e a compra do ouro explorado desses territórios, mas também pela desorganização proposital do Estado para enfrentar esta atividade criminosa dentro destes territórios. [...] Provocado pela resistência dos Munduruku à destruição do seu território e consequentemente do seu modo de vida, no dia 15 de setembro, o Ministério Público Federal (MPF) recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) para que o mesmo obrigue o governo brasileiro a retomar, em regime de urgência, todas as operações de combate aos garimpos localizados no interior das terras indígenas Munduruku e Sai Cinza, no sudoeste do Pará; haja vista que as operações foram interrompidas após reunião do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles [...].
Para além dos impactos ambientais que ameaçam a integridade ecológica das áreas invadidas, o garimpo está longe de ser uma questão que prejudica exclusivamente os indígenas, pois promove uma série de outros impactos que não se restringem ao ambiente em que a atividade se desenvolve, a exemplo da contaminação por mercúrio que afeta, por exemplo, as milhares de pessoas que compõem a população ribeirinha da Amazônia e que se alimentam periodicamente de peixe, uma vez que os peixes, especialmente os chamados predadores, atuam como concentradores naturais de mercúrio, que uma vez acumulado no corpo humano, causa toda uma ordem de problemas nos rins, fígado, aparelho digestivo e no sistema nervoso central.
Por tudo isso, não restam dúvidas de que a atividade garimpeira há muito se estabeleceu como um problema ambiental e de polícia, mas ainda precisa ser reconhecida sobretudo como um problema de saúde pública, que impõe mudanças radicais no modo de vida das populações amazônicas, sejam elas indígenas ou não. Assim, ações de denúncia e combate ao garimpo empreendidas pelo povo Munduruku e outros povos não podem ser ignoradas pelo restante da sociedade brasileira, especialmente porque tais ações são muito mais que pedidos de socorro, elas constituem-se num chamado ao debate civilizatório requerido pelo século em que vivemos. A sociedade brasileira não pode mais aceitar conviver com uma prática tão nefasta ao meio ambiente e a todos os brasileiros.

Fonte: https://www.greenpeace.org/brasil/blog/garimpo-na-amazonia-umproblema-de-todos-nos/. – acesso em 06/08/2025
Assinale alternativa em que se faz incorretamente a análise sintática dos termos sublinhados.
Alternativas
Q3757705 Português
A questão refere-se ao TEXTO a seguir:

GARIMPO NA AMAZÔNIA: UM PROBLEMA DE TODOS NÓS

Danicley de Aguiar, ativista sênior do Greenpeace

A atividade garimpeira está longe de ser um problema que atinge exclusivamente os povos indígenas e, com a omissão do Estado, ela se firma como uma questão de saúde pública.

A bacia do rio Tapajós se transformou no epicentro do garimpo na Amazônia, que hoje se espalha como uma epidemia e configura mais uma grave ameaça ao equilíbrio ecológico do bioma. Nesta região, para além dos garimpos localizados nas terras indígenas Munduruku e Sai Cinza, encontramos nada menos que outros 418 garimpos no interior das Unidades de Conservação de Uso Sustentável e mais 124 nas Unidades de Proteção Integral.
Entre as áreas protegidas, o avanço do garimpo nas terras indígenas ganha ares de tragédia e é impulsionado não só pelo crime organizado, que financia a extração e a compra do ouro explorado desses territórios, mas também pela desorganização proposital do Estado para enfrentar esta atividade criminosa dentro destes territórios. [...] Provocado pela resistência dos Munduruku à destruição do seu território e consequentemente do seu modo de vida, no dia 15 de setembro, o Ministério Público Federal (MPF) recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) para que o mesmo obrigue o governo brasileiro a retomar, em regime de urgência, todas as operações de combate aos garimpos localizados no interior das terras indígenas Munduruku e Sai Cinza, no sudoeste do Pará; haja vista que as operações foram interrompidas após reunião do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles [...].
Para além dos impactos ambientais que ameaçam a integridade ecológica das áreas invadidas, o garimpo está longe de ser uma questão que prejudica exclusivamente os indígenas, pois promove uma série de outros impactos que não se restringem ao ambiente em que a atividade se desenvolve, a exemplo da contaminação por mercúrio que afeta, por exemplo, as milhares de pessoas que compõem a população ribeirinha da Amazônia e que se alimentam periodicamente de peixe, uma vez que os peixes, especialmente os chamados predadores, atuam como concentradores naturais de mercúrio, que uma vez acumulado no corpo humano, causa toda uma ordem de problemas nos rins, fígado, aparelho digestivo e no sistema nervoso central.
Por tudo isso, não restam dúvidas de que a atividade garimpeira há muito se estabeleceu como um problema ambiental e de polícia, mas ainda precisa ser reconhecida sobretudo como um problema de saúde pública, que impõe mudanças radicais no modo de vida das populações amazônicas, sejam elas indígenas ou não. Assim, ações de denúncia e combate ao garimpo empreendidas pelo povo Munduruku e outros povos não podem ser ignoradas pelo restante da sociedade brasileira, especialmente porque tais ações são muito mais que pedidos de socorro, elas constituem-se num chamado ao debate civilizatório requerido pelo século em que vivemos. A sociedade brasileira não pode mais aceitar conviver com uma prática tão nefasta ao meio ambiente e a todos os brasileiros.

Fonte: https://www.greenpeace.org/brasil/blog/garimpo-na-amazonia-umproblema-de-todos-nos/. – acesso em 06/08/2025
Considerando o trecho “(...) é impulsionado não só pelo crime organizado, que financia a extração e a compra do ouro explorado desses territórios, mas também pela desorganização proposital do Estado para enfrentar esta atividade criminosa”, assinale a alternativa que melhor explique a relação lógico-semântica estabelecida pelos elementos coesivos presentes no trecho.
Alternativas
Respostas
581: E
582: A
583: A
584: E
585: D
586: C
587: C
588: A
589: A
590: B
591: D
592: B
593: A
594: C
595: C
596: E
597: D
598: E
599: A
600: D