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Q4289437 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


A governança nacional é importante para o crescimento econômico dos países?


    O papel das instituições no crescimento econômico dos países tem sido uma das áreas mais dinâmicas de pesquisa em economia. Nesse contexto, as instituições são conceituadas como um conjunto de regras, procedimentos de conformidade e normas de comportamento moral e ético com o propósito de orientar as ações individuais para a maximização da riqueza ou utilidade dos princípios. Nessa perspectiva, a mudança institucional desempenha um papel fundamental na formação da trajetória das sociedades ao longo do tempo e, consequentemente, influencia a direção do desempenho econômico.

     O institucionalismo abrange diversas disciplinas, como economia, ciência política e sociologia, com ênfase em governança, regimes, isomorfismo e legitimidade. A institucionalização é o regime pelo qual processos sociais, obrigações ou eventos adquirem o status de regra no pensamento e na ação social.

     A Teoria Institucional sustenta que instituições de alta qualidade estabelecem as diretrizes de governança, o que, por sua vez, exerce uma influência direta sobre o crescimento econômico, na promoção de processos sustentáveis e desenvolvimento. Portanto, o progresso econômico das sociedades está intrinsecamente relacionado à estrutura institucional de governança. Os governos desempenham um papel crucial ao abraçar a ideia de boa governança na formulação e execução de políticas apropriadas, pois países com bons sistemas de governança tendem a ser mais prósperos, felizes e enfrentar menos problemas socioambientais.

     Estudos reforçam que instituições políticas e econômicas moldam os incentivos sociais, determinando se os países prosperam ou fracassam. Nesse marco, a governança nacional é entendida como o conjunto de mecanismos institucionais, políticos e administrativos que asseguram o exercício da autoridade estatal e a capacidade do governo de formular e implementar políticas públicas efetivas. Essa definição distingue-se de conceitos correlatos como "qualidade institucional" - mais ampla e difusa - e de "instituições políticas" ou "instituições econômicas", ao enfatizar o papel sistêmico da governança na coordenação entre Estado, sociedade e economia.

    A governança nacional engloba sistemas e processos projetados para assegurar responsabilidade, transparência, capacidade de resposta, Estado de direito, estabilidade, justiça, inclusão, empoderamento e ampla participação - sendo, assim, um dos principais fatores que explicam as disparidades de desempenho entre os países.

    Nesse sentido, conjectura-se que a qualidade da governança nacional demonstra sua eficácia em diversas áreas, incluindo a atração de investimento direto estrangeiro; o fomento do empreendedorismo; a promoção da responsabilidade social corporativa; e o estímulo ao crescimento econômico. Além disso, instituições solidas podem contribuir para atender às necessidades sociais dos cidadãos e impulsionar o progresso social.



Fonte: SANTOS, T. M.; VASCONCELOS, A. C; GUIMARÃES, D. B. A governança nacional e importante para o crescimento econômico dos países? Revista de Administração Pública, Rio de Janeiro, v.60, e2025- 0024, 2026 (com adaptações).
Analise o seguinte trecho extraído do terceiro parágrafo: Os governos desempenham um papel crucial ao abraçar a ideia de boa governança... No segmento sublinhado, o emprego do verbo abraçar estabelece uma relação figurada caracterizada como prosopopeia porque:
Alternativas
Q4289436 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


A governança nacional é importante para o crescimento econômico dos países?


    O papel das instituições no crescimento econômico dos países tem sido uma das áreas mais dinâmicas de pesquisa em economia. Nesse contexto, as instituições são conceituadas como um conjunto de regras, procedimentos de conformidade e normas de comportamento moral e ético com o propósito de orientar as ações individuais para a maximização da riqueza ou utilidade dos princípios. Nessa perspectiva, a mudança institucional desempenha um papel fundamental na formação da trajetória das sociedades ao longo do tempo e, consequentemente, influencia a direção do desempenho econômico.

     O institucionalismo abrange diversas disciplinas, como economia, ciência política e sociologia, com ênfase em governança, regimes, isomorfismo e legitimidade. A institucionalização é o regime pelo qual processos sociais, obrigações ou eventos adquirem o status de regra no pensamento e na ação social.

     A Teoria Institucional sustenta que instituições de alta qualidade estabelecem as diretrizes de governança, o que, por sua vez, exerce uma influência direta sobre o crescimento econômico, na promoção de processos sustentáveis e desenvolvimento. Portanto, o progresso econômico das sociedades está intrinsecamente relacionado à estrutura institucional de governança. Os governos desempenham um papel crucial ao abraçar a ideia de boa governança na formulação e execução de políticas apropriadas, pois países com bons sistemas de governança tendem a ser mais prósperos, felizes e enfrentar menos problemas socioambientais.

     Estudos reforçam que instituições políticas e econômicas moldam os incentivos sociais, determinando se os países prosperam ou fracassam. Nesse marco, a governança nacional é entendida como o conjunto de mecanismos institucionais, políticos e administrativos que asseguram o exercício da autoridade estatal e a capacidade do governo de formular e implementar políticas públicas efetivas. Essa definição distingue-se de conceitos correlatos como "qualidade institucional" - mais ampla e difusa - e de "instituições políticas" ou "instituições econômicas", ao enfatizar o papel sistêmico da governança na coordenação entre Estado, sociedade e economia.

    A governança nacional engloba sistemas e processos projetados para assegurar responsabilidade, transparência, capacidade de resposta, Estado de direito, estabilidade, justiça, inclusão, empoderamento e ampla participação - sendo, assim, um dos principais fatores que explicam as disparidades de desempenho entre os países.

    Nesse sentido, conjectura-se que a qualidade da governança nacional demonstra sua eficácia em diversas áreas, incluindo a atração de investimento direto estrangeiro; o fomento do empreendedorismo; a promoção da responsabilidade social corporativa; e o estímulo ao crescimento econômico. Além disso, instituições solidas podem contribuir para atender às necessidades sociais dos cidadãos e impulsionar o progresso social.



Fonte: SANTOS, T. M.; VASCONCELOS, A. C; GUIMARÃES, D. B. A governança nacional e importante para o crescimento econômico dos países? Revista de Administração Pública, Rio de Janeiro, v.60, e2025- 0024, 2026 (com adaptações).
No texto, os autores delimitam o conceito de governança nacional para diferenciá-lo de termos afins, como qualidade institucional ou instituições econômicas. Com base no texto, o elemento central que marca essa distinção é o fato de a governança nacional:
Alternativas
Q4289435 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


A governança nacional é importante para o crescimento econômico dos países?


    O papel das instituições no crescimento econômico dos países tem sido uma das áreas mais dinâmicas de pesquisa em economia. Nesse contexto, as instituições são conceituadas como um conjunto de regras, procedimentos de conformidade e normas de comportamento moral e ético com o propósito de orientar as ações individuais para a maximização da riqueza ou utilidade dos princípios. Nessa perspectiva, a mudança institucional desempenha um papel fundamental na formação da trajetória das sociedades ao longo do tempo e, consequentemente, influencia a direção do desempenho econômico.

     O institucionalismo abrange diversas disciplinas, como economia, ciência política e sociologia, com ênfase em governança, regimes, isomorfismo e legitimidade. A institucionalização é o regime pelo qual processos sociais, obrigações ou eventos adquirem o status de regra no pensamento e na ação social.

     A Teoria Institucional sustenta que instituições de alta qualidade estabelecem as diretrizes de governança, o que, por sua vez, exerce uma influência direta sobre o crescimento econômico, na promoção de processos sustentáveis e desenvolvimento. Portanto, o progresso econômico das sociedades está intrinsecamente relacionado à estrutura institucional de governança. Os governos desempenham um papel crucial ao abraçar a ideia de boa governança na formulação e execução de políticas apropriadas, pois países com bons sistemas de governança tendem a ser mais prósperos, felizes e enfrentar menos problemas socioambientais.

     Estudos reforçam que instituições políticas e econômicas moldam os incentivos sociais, determinando se os países prosperam ou fracassam. Nesse marco, a governança nacional é entendida como o conjunto de mecanismos institucionais, políticos e administrativos que asseguram o exercício da autoridade estatal e a capacidade do governo de formular e implementar políticas públicas efetivas. Essa definição distingue-se de conceitos correlatos como "qualidade institucional" - mais ampla e difusa - e de "instituições políticas" ou "instituições econômicas", ao enfatizar o papel sistêmico da governança na coordenação entre Estado, sociedade e economia.

    A governança nacional engloba sistemas e processos projetados para assegurar responsabilidade, transparência, capacidade de resposta, Estado de direito, estabilidade, justiça, inclusão, empoderamento e ampla participação - sendo, assim, um dos principais fatores que explicam as disparidades de desempenho entre os países.

    Nesse sentido, conjectura-se que a qualidade da governança nacional demonstra sua eficácia em diversas áreas, incluindo a atração de investimento direto estrangeiro; o fomento do empreendedorismo; a promoção da responsabilidade social corporativa; e o estímulo ao crescimento econômico. Além disso, instituições solidas podem contribuir para atender às necessidades sociais dos cidadãos e impulsionar o progresso social.



Fonte: SANTOS, T. M.; VASCONCELOS, A. C; GUIMARÃES, D. B. A governança nacional e importante para o crescimento econômico dos países? Revista de Administração Pública, Rio de Janeiro, v.60, e2025- 0024, 2026 (com adaptações).
Com base no texto, a relação de causalidade entre a qualidade institucional, a governança e o desempenho econômico das nações fundamenta-se no fato de que:
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Q4222457 Português
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.


Soroterapia não tem benefícios comprovados para pessoas saudáveis e pode trazer riscos, alerta a Anvisa


    Promessas de mais energia, fortalecimento da imunidade, rejuvenescimento e ate um suposto efeito "detox" têm impulsionado a popularização da soroterapia nas redes sociais. lrzlas a Anvisa alerta que esses benefícios não são comprovados por evidências científicas. Segundo a agência, a administração intravenosa de vitaminas, nutrientes, medicamentos e outras substâncias deve ser indicada apenas em situações clínicas específicas, para tratar deficiências diagnosticadas e sempre sob orientação do profissional de saúde competente.

    A soroterapia consiste na administração de vitaminas, nutrientes, medicamentos e outras substâncias diretamente na corrente sanguínea, por via intravenosa. Embora o procedimento faça parte da prática médica em situações específicas, ele passou a ser divulgado para pessoas saudáveis como uma forma de aumentar a disposição, fortalecer a imunidade, rejuvenescer e promover um suposto efeito "detox". A Anvisa afirma, porém, que não há evidências científicas que comprovem esses benefícios.

    Segundo a agência, a administração intravenosa de nutrientes e medicamentos é um recurso terapêutico utilizado em situações específicas. O procedimento pode ser necessário, por exemplo, para pessoas: desidratadas; internadas; que não conseguem receber nutrientes pela alimentação; e com deficiências nutricionais clinicamente diagnosticadas. Fora desses casos, a agência informa que não há comprovação científica de que a soroterapia seja segura e eficaz para melhorar a saúde, prevenir doenças ou aumentar o bem-estar de pessoas saudáveis.

    A Anvisa destaca que a oferta da soroterapia para pessoas sem indicação clínica costuma ser acompanhada de promessas de benefícios que não são sustentadas por evidências científicas. Entre as alegações mais frequentes estão: aumento da energia; fortalecimento da imunidade; rejuvenescimento; e efeito "detox".

    Além da falta de comprovação dos benefícios divulgados, a Anvisa alerta que a aplicação de substâncias diretamente na veia pode provocar complicações. Entre os riscos estão: infecções; reações alérgicas; e outros problemas relacionados ao procedimento intravenoso. Por isso, a agência orienta que esse tipo de tratamento seja realizado apenas quando houver necessidade clínica e indicação do profissional habilitado.

    Outro ponto destacado pela agência é que produtos aplicados por injeção não podem ser classificados como cosméticos. Cosméticos são produtos destinados exclusivamente ao uso externo, aplicados na pele, cabelos, unhas, lábios, dentes ou na parte externa da boca. Quando um produto é administrado por injeção, ele deve ser enquadrado como medicamento ou dispositivo médico, categorias que precisam estar aprovadas pela Anvisa para utilização.

    Diante da crescente divulgação da soroterapia para pessoas saudáveis, a Anvisa recomenda cautela diante de promessas de melhora da saúde, da imunidade, do bemestar ou de rejuvenescimento que não tenham respaldo científico. Segundo a agência, a administração intravenosa de vitaminas e outras substâncias deve permanecer restrita às situações em que exista necessidade clínica comprovada, com indicação e acompanhamento do profissional de saúde competente.


Fonte: https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/07/14/soroterapianao-tem-beneficios-comprovados-para-pessoas-saudaveis-e-pode-trazer-riscos-alerta-ministerio-da-saude.ghtml (adaptado)
No último parágrafo, a Anvisa recomenda cautela diante de promessas sem respaldo científico. No contexto do alerta sanitário, um sinônimo e um antônimo adequados para o termo em destaque são, CORRETA e respectivamente:
Alternativas
Q4222456 Português
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.


Soroterapia não tem benefícios comprovados para pessoas saudáveis e pode trazer riscos, alerta a Anvisa


    Promessas de mais energia, fortalecimento da imunidade, rejuvenescimento e ate um suposto efeito "detox" têm impulsionado a popularização da soroterapia nas redes sociais. lrzlas a Anvisa alerta que esses benefícios não são comprovados por evidências científicas. Segundo a agência, a administração intravenosa de vitaminas, nutrientes, medicamentos e outras substâncias deve ser indicada apenas em situações clínicas específicas, para tratar deficiências diagnosticadas e sempre sob orientação do profissional de saúde competente.

    A soroterapia consiste na administração de vitaminas, nutrientes, medicamentos e outras substâncias diretamente na corrente sanguínea, por via intravenosa. Embora o procedimento faça parte da prática médica em situações específicas, ele passou a ser divulgado para pessoas saudáveis como uma forma de aumentar a disposição, fortalecer a imunidade, rejuvenescer e promover um suposto efeito "detox". A Anvisa afirma, porém, que não há evidências científicas que comprovem esses benefícios.

    Segundo a agência, a administração intravenosa de nutrientes e medicamentos é um recurso terapêutico utilizado em situações específicas. O procedimento pode ser necessário, por exemplo, para pessoas: desidratadas; internadas; que não conseguem receber nutrientes pela alimentação; e com deficiências nutricionais clinicamente diagnosticadas. Fora desses casos, a agência informa que não há comprovação científica de que a soroterapia seja segura e eficaz para melhorar a saúde, prevenir doenças ou aumentar o bem-estar de pessoas saudáveis.

    A Anvisa destaca que a oferta da soroterapia para pessoas sem indicação clínica costuma ser acompanhada de promessas de benefícios que não são sustentadas por evidências científicas. Entre as alegações mais frequentes estão: aumento da energia; fortalecimento da imunidade; rejuvenescimento; e efeito "detox".

    Além da falta de comprovação dos benefícios divulgados, a Anvisa alerta que a aplicação de substâncias diretamente na veia pode provocar complicações. Entre os riscos estão: infecções; reações alérgicas; e outros problemas relacionados ao procedimento intravenoso. Por isso, a agência orienta que esse tipo de tratamento seja realizado apenas quando houver necessidade clínica e indicação do profissional habilitado.

    Outro ponto destacado pela agência é que produtos aplicados por injeção não podem ser classificados como cosméticos. Cosméticos são produtos destinados exclusivamente ao uso externo, aplicados na pele, cabelos, unhas, lábios, dentes ou na parte externa da boca. Quando um produto é administrado por injeção, ele deve ser enquadrado como medicamento ou dispositivo médico, categorias que precisam estar aprovadas pela Anvisa para utilização.

    Diante da crescente divulgação da soroterapia para pessoas saudáveis, a Anvisa recomenda cautela diante de promessas de melhora da saúde, da imunidade, do bemestar ou de rejuvenescimento que não tenham respaldo científico. Segundo a agência, a administração intravenosa de vitaminas e outras substâncias deve permanecer restrita às situações em que exista necessidade clínica comprovada, com indicação e acompanhamento do profissional de saúde competente.


Fonte: https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/07/14/soroterapianao-tem-beneficios-comprovados-para-pessoas-saudaveis-e-pode-trazer-riscos-alerta-ministerio-da-saude.ghtml (adaptado)
Para conferir credibilidade e autoridade científica ao seu alerta contra o uso estético da soroterapia, o texto utiliza como principal recurso de argumentação:
Alternativas
Q4222455 Português
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.


Soroterapia não tem benefícios comprovados para pessoas saudáveis e pode trazer riscos, alerta a Anvisa


    Promessas de mais energia, fortalecimento da imunidade, rejuvenescimento e ate um suposto efeito "detox" têm impulsionado a popularização da soroterapia nas redes sociais. lrzlas a Anvisa alerta que esses benefícios não são comprovados por evidências científicas. Segundo a agência, a administração intravenosa de vitaminas, nutrientes, medicamentos e outras substâncias deve ser indicada apenas em situações clínicas específicas, para tratar deficiências diagnosticadas e sempre sob orientação do profissional de saúde competente.

    A soroterapia consiste na administração de vitaminas, nutrientes, medicamentos e outras substâncias diretamente na corrente sanguínea, por via intravenosa. Embora o procedimento faça parte da prática médica em situações específicas, ele passou a ser divulgado para pessoas saudáveis como uma forma de aumentar a disposição, fortalecer a imunidade, rejuvenescer e promover um suposto efeito "detox". A Anvisa afirma, porém, que não há evidências científicas que comprovem esses benefícios.

    Segundo a agência, a administração intravenosa de nutrientes e medicamentos é um recurso terapêutico utilizado em situações específicas. O procedimento pode ser necessário, por exemplo, para pessoas: desidratadas; internadas; que não conseguem receber nutrientes pela alimentação; e com deficiências nutricionais clinicamente diagnosticadas. Fora desses casos, a agência informa que não há comprovação científica de que a soroterapia seja segura e eficaz para melhorar a saúde, prevenir doenças ou aumentar o bem-estar de pessoas saudáveis.

    A Anvisa destaca que a oferta da soroterapia para pessoas sem indicação clínica costuma ser acompanhada de promessas de benefícios que não são sustentadas por evidências científicas. Entre as alegações mais frequentes estão: aumento da energia; fortalecimento da imunidade; rejuvenescimento; e efeito "detox".

    Além da falta de comprovação dos benefícios divulgados, a Anvisa alerta que a aplicação de substâncias diretamente na veia pode provocar complicações. Entre os riscos estão: infecções; reações alérgicas; e outros problemas relacionados ao procedimento intravenoso. Por isso, a agência orienta que esse tipo de tratamento seja realizado apenas quando houver necessidade clínica e indicação do profissional habilitado.

    Outro ponto destacado pela agência é que produtos aplicados por injeção não podem ser classificados como cosméticos. Cosméticos são produtos destinados exclusivamente ao uso externo, aplicados na pele, cabelos, unhas, lábios, dentes ou na parte externa da boca. Quando um produto é administrado por injeção, ele deve ser enquadrado como medicamento ou dispositivo médico, categorias que precisam estar aprovadas pela Anvisa para utilização.

    Diante da crescente divulgação da soroterapia para pessoas saudáveis, a Anvisa recomenda cautela diante de promessas de melhora da saúde, da imunidade, do bemestar ou de rejuvenescimento que não tenham respaldo científico. Segundo a agência, a administração intravenosa de vitaminas e outras substâncias deve permanecer restrita às situações em que exista necessidade clínica comprovada, com indicação e acompanhamento do profissional de saúde competente.


Fonte: https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/07/14/soroterapianao-tem-beneficios-comprovados-para-pessoas-saudaveis-e-pode-trazer-riscos-alerta-ministerio-da-saude.ghtml (adaptado)
O texto emprega o termo detox entre aspas em suas ocorrências. Considerando os efeitos de sentido pretendidos pelo texto e as orientações da Anvisa, as aspas são utilizadas para:
Alternativas
Q4222454 Português
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.


Soroterapia não tem benefícios comprovados para pessoas saudáveis e pode trazer riscos, alerta a Anvisa


    Promessas de mais energia, fortalecimento da imunidade, rejuvenescimento e ate um suposto efeito "detox" têm impulsionado a popularização da soroterapia nas redes sociais. lrzlas a Anvisa alerta que esses benefícios não são comprovados por evidências científicas. Segundo a agência, a administração intravenosa de vitaminas, nutrientes, medicamentos e outras substâncias deve ser indicada apenas em situações clínicas específicas, para tratar deficiências diagnosticadas e sempre sob orientação do profissional de saúde competente.

    A soroterapia consiste na administração de vitaminas, nutrientes, medicamentos e outras substâncias diretamente na corrente sanguínea, por via intravenosa. Embora o procedimento faça parte da prática médica em situações específicas, ele passou a ser divulgado para pessoas saudáveis como uma forma de aumentar a disposição, fortalecer a imunidade, rejuvenescer e promover um suposto efeito "detox". A Anvisa afirma, porém, que não há evidências científicas que comprovem esses benefícios.

    Segundo a agência, a administração intravenosa de nutrientes e medicamentos é um recurso terapêutico utilizado em situações específicas. O procedimento pode ser necessário, por exemplo, para pessoas: desidratadas; internadas; que não conseguem receber nutrientes pela alimentação; e com deficiências nutricionais clinicamente diagnosticadas. Fora desses casos, a agência informa que não há comprovação científica de que a soroterapia seja segura e eficaz para melhorar a saúde, prevenir doenças ou aumentar o bem-estar de pessoas saudáveis.

    A Anvisa destaca que a oferta da soroterapia para pessoas sem indicação clínica costuma ser acompanhada de promessas de benefícios que não são sustentadas por evidências científicas. Entre as alegações mais frequentes estão: aumento da energia; fortalecimento da imunidade; rejuvenescimento; e efeito "detox".

    Além da falta de comprovação dos benefícios divulgados, a Anvisa alerta que a aplicação de substâncias diretamente na veia pode provocar complicações. Entre os riscos estão: infecções; reações alérgicas; e outros problemas relacionados ao procedimento intravenoso. Por isso, a agência orienta que esse tipo de tratamento seja realizado apenas quando houver necessidade clínica e indicação do profissional habilitado.

    Outro ponto destacado pela agência é que produtos aplicados por injeção não podem ser classificados como cosméticos. Cosméticos são produtos destinados exclusivamente ao uso externo, aplicados na pele, cabelos, unhas, lábios, dentes ou na parte externa da boca. Quando um produto é administrado por injeção, ele deve ser enquadrado como medicamento ou dispositivo médico, categorias que precisam estar aprovadas pela Anvisa para utilização.

    Diante da crescente divulgação da soroterapia para pessoas saudáveis, a Anvisa recomenda cautela diante de promessas de melhora da saúde, da imunidade, do bemestar ou de rejuvenescimento que não tenham respaldo científico. Segundo a agência, a administração intravenosa de vitaminas e outras substâncias deve permanecer restrita às situações em que exista necessidade clínica comprovada, com indicação e acompanhamento do profissional de saúde competente.


Fonte: https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/07/14/soroterapianao-tem-beneficios-comprovados-para-pessoas-saudaveis-e-pode-trazer-riscos-alerta-ministerio-da-saude.ghtml (adaptado)
O termo soroterapia é formado por um processo de estruturação morfológica presente na Língua Portuguesa. Diante disso, assinale a alternativa que identifica de forma CORRETA o processo de formação desse vocábulo.
Alternativas
Q4222453 Português
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.


Soroterapia não tem benefícios comprovados para pessoas saudáveis e pode trazer riscos, alerta a Anvisa


    Promessas de mais energia, fortalecimento da imunidade, rejuvenescimento e ate um suposto efeito "detox" têm impulsionado a popularização da soroterapia nas redes sociais. lrzlas a Anvisa alerta que esses benefícios não são comprovados por evidências científicas. Segundo a agência, a administração intravenosa de vitaminas, nutrientes, medicamentos e outras substâncias deve ser indicada apenas em situações clínicas específicas, para tratar deficiências diagnosticadas e sempre sob orientação do profissional de saúde competente.

    A soroterapia consiste na administração de vitaminas, nutrientes, medicamentos e outras substâncias diretamente na corrente sanguínea, por via intravenosa. Embora o procedimento faça parte da prática médica em situações específicas, ele passou a ser divulgado para pessoas saudáveis como uma forma de aumentar a disposição, fortalecer a imunidade, rejuvenescer e promover um suposto efeito "detox". A Anvisa afirma, porém, que não há evidências científicas que comprovem esses benefícios.

    Segundo a agência, a administração intravenosa de nutrientes e medicamentos é um recurso terapêutico utilizado em situações específicas. O procedimento pode ser necessário, por exemplo, para pessoas: desidratadas; internadas; que não conseguem receber nutrientes pela alimentação; e com deficiências nutricionais clinicamente diagnosticadas. Fora desses casos, a agência informa que não há comprovação científica de que a soroterapia seja segura e eficaz para melhorar a saúde, prevenir doenças ou aumentar o bem-estar de pessoas saudáveis.

    A Anvisa destaca que a oferta da soroterapia para pessoas sem indicação clínica costuma ser acompanhada de promessas de benefícios que não são sustentadas por evidências científicas. Entre as alegações mais frequentes estão: aumento da energia; fortalecimento da imunidade; rejuvenescimento; e efeito "detox".

    Além da falta de comprovação dos benefícios divulgados, a Anvisa alerta que a aplicação de substâncias diretamente na veia pode provocar complicações. Entre os riscos estão: infecções; reações alérgicas; e outros problemas relacionados ao procedimento intravenoso. Por isso, a agência orienta que esse tipo de tratamento seja realizado apenas quando houver necessidade clínica e indicação do profissional habilitado.

    Outro ponto destacado pela agência é que produtos aplicados por injeção não podem ser classificados como cosméticos. Cosméticos são produtos destinados exclusivamente ao uso externo, aplicados na pele, cabelos, unhas, lábios, dentes ou na parte externa da boca. Quando um produto é administrado por injeção, ele deve ser enquadrado como medicamento ou dispositivo médico, categorias que precisam estar aprovadas pela Anvisa para utilização.

    Diante da crescente divulgação da soroterapia para pessoas saudáveis, a Anvisa recomenda cautela diante de promessas de melhora da saúde, da imunidade, do bemestar ou de rejuvenescimento que não tenham respaldo científico. Segundo a agência, a administração intravenosa de vitaminas e outras substâncias deve permanecer restrita às situações em que exista necessidade clínica comprovada, com indicação e acompanhamento do profissional de saúde competente.


Fonte: https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/07/14/soroterapianao-tem-beneficios-comprovados-para-pessoas-saudaveis-e-pode-trazer-riscos-alerta-ministerio-da-saude.ghtml (adaptado)
Considere as propostas de concordância nominal adaptadas a partir do texto e assinale a alternativa que atende totalmente às regras da norma-padrão.
Alternativas
Q4222452 Português
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.


Soroterapia não tem benefícios comprovados para pessoas saudáveis e pode trazer riscos, alerta a Anvisa


    Promessas de mais energia, fortalecimento da imunidade, rejuvenescimento e ate um suposto efeito "detox" têm impulsionado a popularização da soroterapia nas redes sociais. lrzlas a Anvisa alerta que esses benefícios não são comprovados por evidências científicas. Segundo a agência, a administração intravenosa de vitaminas, nutrientes, medicamentos e outras substâncias deve ser indicada apenas em situações clínicas específicas, para tratar deficiências diagnosticadas e sempre sob orientação do profissional de saúde competente.

    A soroterapia consiste na administração de vitaminas, nutrientes, medicamentos e outras substâncias diretamente na corrente sanguínea, por via intravenosa. Embora o procedimento faça parte da prática médica em situações específicas, ele passou a ser divulgado para pessoas saudáveis como uma forma de aumentar a disposição, fortalecer a imunidade, rejuvenescer e promover um suposto efeito "detox". A Anvisa afirma, porém, que não há evidências científicas que comprovem esses benefícios.

    Segundo a agência, a administração intravenosa de nutrientes e medicamentos é um recurso terapêutico utilizado em situações específicas. O procedimento pode ser necessário, por exemplo, para pessoas: desidratadas; internadas; que não conseguem receber nutrientes pela alimentação; e com deficiências nutricionais clinicamente diagnosticadas. Fora desses casos, a agência informa que não há comprovação científica de que a soroterapia seja segura e eficaz para melhorar a saúde, prevenir doenças ou aumentar o bem-estar de pessoas saudáveis.

    A Anvisa destaca que a oferta da soroterapia para pessoas sem indicação clínica costuma ser acompanhada de promessas de benefícios que não são sustentadas por evidências científicas. Entre as alegações mais frequentes estão: aumento da energia; fortalecimento da imunidade; rejuvenescimento; e efeito "detox".

    Além da falta de comprovação dos benefícios divulgados, a Anvisa alerta que a aplicação de substâncias diretamente na veia pode provocar complicações. Entre os riscos estão: infecções; reações alérgicas; e outros problemas relacionados ao procedimento intravenoso. Por isso, a agência orienta que esse tipo de tratamento seja realizado apenas quando houver necessidade clínica e indicação do profissional habilitado.

    Outro ponto destacado pela agência é que produtos aplicados por injeção não podem ser classificados como cosméticos. Cosméticos são produtos destinados exclusivamente ao uso externo, aplicados na pele, cabelos, unhas, lábios, dentes ou na parte externa da boca. Quando um produto é administrado por injeção, ele deve ser enquadrado como medicamento ou dispositivo médico, categorias que precisam estar aprovadas pela Anvisa para utilização.

    Diante da crescente divulgação da soroterapia para pessoas saudáveis, a Anvisa recomenda cautela diante de promessas de melhora da saúde, da imunidade, do bemestar ou de rejuvenescimento que não tenham respaldo científico. Segundo a agência, a administração intravenosa de vitaminas e outras substâncias deve permanecer restrita às situações em que exista necessidade clínica comprovada, com indicação e acompanhamento do profissional de saúde competente.


Fonte: https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/07/14/soroterapianao-tem-beneficios-comprovados-para-pessoas-saudaveis-e-pode-trazer-riscos-alerta-ministerio-da-saude.ghtml (adaptado)
No trecho ...não há comprovação científica de que a soroterapia seja segura e eficaz..., o adjetivo sublinhado pode ser substituído, sem qualquer alteração de sentido no contexto e preservando a correção sintática, por:
Alternativas
Q4222451 Português
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.


Soroterapia não tem benefícios comprovados para pessoas saudáveis e pode trazer riscos, alerta a Anvisa


    Promessas de mais energia, fortalecimento da imunidade, rejuvenescimento e ate um suposto efeito "detox" têm impulsionado a popularização da soroterapia nas redes sociais. lrzlas a Anvisa alerta que esses benefícios não são comprovados por evidências científicas. Segundo a agência, a administração intravenosa de vitaminas, nutrientes, medicamentos e outras substâncias deve ser indicada apenas em situações clínicas específicas, para tratar deficiências diagnosticadas e sempre sob orientação do profissional de saúde competente.

    A soroterapia consiste na administração de vitaminas, nutrientes, medicamentos e outras substâncias diretamente na corrente sanguínea, por via intravenosa. Embora o procedimento faça parte da prática médica em situações específicas, ele passou a ser divulgado para pessoas saudáveis como uma forma de aumentar a disposição, fortalecer a imunidade, rejuvenescer e promover um suposto efeito "detox". A Anvisa afirma, porém, que não há evidências científicas que comprovem esses benefícios.

    Segundo a agência, a administração intravenosa de nutrientes e medicamentos é um recurso terapêutico utilizado em situações específicas. O procedimento pode ser necessário, por exemplo, para pessoas: desidratadas; internadas; que não conseguem receber nutrientes pela alimentação; e com deficiências nutricionais clinicamente diagnosticadas. Fora desses casos, a agência informa que não há comprovação científica de que a soroterapia seja segura e eficaz para melhorar a saúde, prevenir doenças ou aumentar o bem-estar de pessoas saudáveis.

    A Anvisa destaca que a oferta da soroterapia para pessoas sem indicação clínica costuma ser acompanhada de promessas de benefícios que não são sustentadas por evidências científicas. Entre as alegações mais frequentes estão: aumento da energia; fortalecimento da imunidade; rejuvenescimento; e efeito "detox".

    Além da falta de comprovação dos benefícios divulgados, a Anvisa alerta que a aplicação de substâncias diretamente na veia pode provocar complicações. Entre os riscos estão: infecções; reações alérgicas; e outros problemas relacionados ao procedimento intravenoso. Por isso, a agência orienta que esse tipo de tratamento seja realizado apenas quando houver necessidade clínica e indicação do profissional habilitado.

    Outro ponto destacado pela agência é que produtos aplicados por injeção não podem ser classificados como cosméticos. Cosméticos são produtos destinados exclusivamente ao uso externo, aplicados na pele, cabelos, unhas, lábios, dentes ou na parte externa da boca. Quando um produto é administrado por injeção, ele deve ser enquadrado como medicamento ou dispositivo médico, categorias que precisam estar aprovadas pela Anvisa para utilização.

    Diante da crescente divulgação da soroterapia para pessoas saudáveis, a Anvisa recomenda cautela diante de promessas de melhora da saúde, da imunidade, do bemestar ou de rejuvenescimento que não tenham respaldo científico. Segundo a agência, a administração intravenosa de vitaminas e outras substâncias deve permanecer restrita às situações em que exista necessidade clínica comprovada, com indicação e acompanhamento do profissional de saúde competente.


Fonte: https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/07/14/soroterapianao-tem-beneficios-comprovados-para-pessoas-saudaveis-e-pode-trazer-riscos-alerta-ministerio-da-saude.ghtml (adaptado)
Ao constatar que o procedimento da soroterapia faz parte da prática médica em circunstâncias específicas, mas que passou a ser divulgado nas redes sociais para pessoas saudáveis com promessas de rejuvenescimento e "detox", pressupõe-se que:
Alternativas
Q4222450 Português
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.


Soroterapia não tem benefícios comprovados para pessoas saudáveis e pode trazer riscos, alerta a Anvisa


    Promessas de mais energia, fortalecimento da imunidade, rejuvenescimento e ate um suposto efeito "detox" têm impulsionado a popularização da soroterapia nas redes sociais. lrzlas a Anvisa alerta que esses benefícios não são comprovados por evidências científicas. Segundo a agência, a administração intravenosa de vitaminas, nutrientes, medicamentos e outras substâncias deve ser indicada apenas em situações clínicas específicas, para tratar deficiências diagnosticadas e sempre sob orientação do profissional de saúde competente.

    A soroterapia consiste na administração de vitaminas, nutrientes, medicamentos e outras substâncias diretamente na corrente sanguínea, por via intravenosa. Embora o procedimento faça parte da prática médica em situações específicas, ele passou a ser divulgado para pessoas saudáveis como uma forma de aumentar a disposição, fortalecer a imunidade, rejuvenescer e promover um suposto efeito "detox". A Anvisa afirma, porém, que não há evidências científicas que comprovem esses benefícios.

    Segundo a agência, a administração intravenosa de nutrientes e medicamentos é um recurso terapêutico utilizado em situações específicas. O procedimento pode ser necessário, por exemplo, para pessoas: desidratadas; internadas; que não conseguem receber nutrientes pela alimentação; e com deficiências nutricionais clinicamente diagnosticadas. Fora desses casos, a agência informa que não há comprovação científica de que a soroterapia seja segura e eficaz para melhorar a saúde, prevenir doenças ou aumentar o bem-estar de pessoas saudáveis.

    A Anvisa destaca que a oferta da soroterapia para pessoas sem indicação clínica costuma ser acompanhada de promessas de benefícios que não são sustentadas por evidências científicas. Entre as alegações mais frequentes estão: aumento da energia; fortalecimento da imunidade; rejuvenescimento; e efeito "detox".

    Além da falta de comprovação dos benefícios divulgados, a Anvisa alerta que a aplicação de substâncias diretamente na veia pode provocar complicações. Entre os riscos estão: infecções; reações alérgicas; e outros problemas relacionados ao procedimento intravenoso. Por isso, a agência orienta que esse tipo de tratamento seja realizado apenas quando houver necessidade clínica e indicação do profissional habilitado.

    Outro ponto destacado pela agência é que produtos aplicados por injeção não podem ser classificados como cosméticos. Cosméticos são produtos destinados exclusivamente ao uso externo, aplicados na pele, cabelos, unhas, lábios, dentes ou na parte externa da boca. Quando um produto é administrado por injeção, ele deve ser enquadrado como medicamento ou dispositivo médico, categorias que precisam estar aprovadas pela Anvisa para utilização.

    Diante da crescente divulgação da soroterapia para pessoas saudáveis, a Anvisa recomenda cautela diante de promessas de melhora da saúde, da imunidade, do bemestar ou de rejuvenescimento que não tenham respaldo científico. Segundo a agência, a administração intravenosa de vitaminas e outras substâncias deve permanecer restrita às situações em que exista necessidade clínica comprovada, com indicação e acompanhamento do profissional de saúde competente.


Fonte: https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/07/14/soroterapianao-tem-beneficios-comprovados-para-pessoas-saudaveis-e-pode-trazer-riscos-alerta-ministerio-da-saude.ghtml (adaptado)
No primeiro parágrafo, afirma-se que a Anvisa alerta para o fato de que os benefícios divulgados da soroterapia não são comprovados por evidências científicas. A partir dessa advertência da agência reguladora, depreende-se o seguinte pressuposto:
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Q4221150 Português

Para responder à questão, leia a charge abaixo.


1-4.jpg (336×287)

Na fala do personagem da charge, o termo quando indica uma ideia de:
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Q4221149 Português

Para responder à questão, leia a charge abaixo.


1-4.jpg (336×287)

Um ditongo ocorre quando duas vogais são pronunciadas juntas na mesma sílaba de uma palavra. Diante disso, assinale a alternativa que apresenta uma palavra retirada dos diálogos da charge que contém um ditongo. 
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Q4221148 Português

Para responder à questão, leia a charge abaixo.


1-4.jpg (336×287)

Na palavra dirigindo, falada pelo personagem, a união das letras in (nas duas últimas sílabas) forma um som de vogal nasal. Na Língua Portuguesa, esse fenômeno de duas letras que se unem para representar um único fonema (som) é chamado de:
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Q4221147 Português

Para responder à questão, leia a charge abaixo.


1-4.jpg (336×287)

No segundo balão de fala da charge, o personagem diz: ...e quando dei por mim estava aqui!. No contexto da conversa, a expressão sublinhada significa que o personagem:
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Q4217040 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Educação para o trabalho ou para a autonomia social?

    As formas de lidar com as metodologias de ensino e o objetivo central da educação contemporânea têm se transformado rápida e quase imperceptivelmente. Fato que, apesar de atual, não e inédito. Bertrand Russelljá discorria em 1932 sobre as teorias e os caminhos da educação, momento em que argumentava que há três teorias divergentes sobre o que constitui uma boa educação. A primeira sustenta que a educação deve proteger a criança contra influências prejudiciais. A segunda vê a educação como um processo de desenvolvimento da cultura e das capacidades do educando. A terceira perspectiva sustenta que a educação deve ser pensada em função da comunidade, e não do indivíduo, tendo como objetivo a formação de cidadãos socialmente úteis.
    Essas três teorias não são mutuamente excludentes; todas têm valor. Cada uma delas é enfatizada em diferentes graus por diferentes sistemas educacionais. Na prática, diferentes sociedades ou sistemas educacionais tendem a privilegiar uma delas, conforme suas orientações políticas, econômicas e culturais predominantes. Para o autor, o mais desejável seria alcançar um equilíbrio dinâmico entre o desenvolvimento individual e a responsabilidade social, de modo que a educação possa formar sujeitos plenos e, ao mesmo tempo, cidadãos comprometidos com o bem coletivo.
    A análise de Russell sobre as três concepções de educação - proteção moral, desenvolvimento individual e preparação social - revela tensões importantes quando aplicada de forma desequilibrada. A terceira concepção, que entende a educação como meio de formar "cidadãos úteis" à sociedade, pode ser distorcida por sistemas que priorizam a utilidade econômica em detrimento do sentido humano do trabalho.
    É justamente nesse ponto que a crítica de Mario Sergio Cortella se torna especialmente contundente: segundo ele, o que transforma o esforço em sacrifício é a ausência de sentido. O trabalho, quando reduzido à mera sobrevivência, perde seu valor existencial e se converte em opressão. Assim, uma educação que forme apenas para o mercado, sem cultivar o pensamento crítico, a autonomia e a consciência ética, contribui para a alienação do sujeito.
    Para Paulo Freire, a formação do sujeito não se materializa de forma verticalizada nem unidirecional, mas ocorre de modo dialogico e recíproco, em um processo de construção coletiva do conhecimento, no qual o educador instiga o educando a partir de informações préconcebidas, enquanto o educando contribui com suas proprias vivências. Essa perspectiva desafia as práticas bancárias de ensino, nas quais o aluno é visto como recipiente passivo, e propõe uma educação na qual ambos os agentes exercem papel ativo no processo formativo. Essa ideia se aproxima da segunda teoria de Russell, que valoriza a educação como processo de desenvolvimento das capacidades do educando, em oposição à mera formação de indivíduos úteis ao sistema. Ambos rejeitam a educação como imposição de conteúdos imutáveis e defendem o papel ativo do sujeito no aprendizado. Essa visão também dialoga com a crítica de Cortella à alienação do trabalho. Se a educação não promove consciência, criticidade e proposito, ela esvazia o sujeito e o submete à repetição sem reflexão. Assim, para os três autores, ensinar e aprender são processos criadores e dialogicos, capazes de formar cidadãos autônomos.

Adaptado de: UMA, A. M. A. Educação: ato emancipatório ou adestramento? Educ. Soc., Campinas, v.47, e299663,2026.
No que concerne às regras de acentuação gráfica vigentes na norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa em que todos os vocábulos do texto são acentuados com base em uma mesma diretriz ortográfica.
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Q4217039 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Educação para o trabalho ou para a autonomia social?

    As formas de lidar com as metodologias de ensino e o objetivo central da educação contemporânea têm se transformado rápida e quase imperceptivelmente. Fato que, apesar de atual, não e inédito. Bertrand Russelljá discorria em 1932 sobre as teorias e os caminhos da educação, momento em que argumentava que há três teorias divergentes sobre o que constitui uma boa educação. A primeira sustenta que a educação deve proteger a criança contra influências prejudiciais. A segunda vê a educação como um processo de desenvolvimento da cultura e das capacidades do educando. A terceira perspectiva sustenta que a educação deve ser pensada em função da comunidade, e não do indivíduo, tendo como objetivo a formação de cidadãos socialmente úteis.
    Essas três teorias não são mutuamente excludentes; todas têm valor. Cada uma delas é enfatizada em diferentes graus por diferentes sistemas educacionais. Na prática, diferentes sociedades ou sistemas educacionais tendem a privilegiar uma delas, conforme suas orientações políticas, econômicas e culturais predominantes. Para o autor, o mais desejável seria alcançar um equilíbrio dinâmico entre o desenvolvimento individual e a responsabilidade social, de modo que a educação possa formar sujeitos plenos e, ao mesmo tempo, cidadãos comprometidos com o bem coletivo.
    A análise de Russell sobre as três concepções de educação - proteção moral, desenvolvimento individual e preparação social - revela tensões importantes quando aplicada de forma desequilibrada. A terceira concepção, que entende a educação como meio de formar "cidadãos úteis" à sociedade, pode ser distorcida por sistemas que priorizam a utilidade econômica em detrimento do sentido humano do trabalho.
    É justamente nesse ponto que a crítica de Mario Sergio Cortella se torna especialmente contundente: segundo ele, o que transforma o esforço em sacrifício é a ausência de sentido. O trabalho, quando reduzido à mera sobrevivência, perde seu valor existencial e se converte em opressão. Assim, uma educação que forme apenas para o mercado, sem cultivar o pensamento crítico, a autonomia e a consciência ética, contribui para a alienação do sujeito.
    Para Paulo Freire, a formação do sujeito não se materializa de forma verticalizada nem unidirecional, mas ocorre de modo dialogico e recíproco, em um processo de construção coletiva do conhecimento, no qual o educador instiga o educando a partir de informações préconcebidas, enquanto o educando contribui com suas proprias vivências. Essa perspectiva desafia as práticas bancárias de ensino, nas quais o aluno é visto como recipiente passivo, e propõe uma educação na qual ambos os agentes exercem papel ativo no processo formativo. Essa ideia se aproxima da segunda teoria de Russell, que valoriza a educação como processo de desenvolvimento das capacidades do educando, em oposição à mera formação de indivíduos úteis ao sistema. Ambos rejeitam a educação como imposição de conteúdos imutáveis e defendem o papel ativo do sujeito no aprendizado. Essa visão também dialoga com a crítica de Cortella à alienação do trabalho. Se a educação não promove consciência, criticidade e proposito, ela esvazia o sujeito e o submete à repetição sem reflexão. Assim, para os três autores, ensinar e aprender são processos criadores e dialogicos, capazes de formar cidadãos autônomos.

Adaptado de: UMA, A. M. A. Educação: ato emancipatório ou adestramento? Educ. Soc., Campinas, v.47, e299663,2026.
Analise o seguinte fragmento do último paragraf o'. Assim, para os três autores, ensinar e aprender são processos criadores e dialógicos... Do ponto de vista da coesão e da coerência textuais, o articulador discursivo Assim foi empregado com o objetivo de: 
Alternativas
Q4217038 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Educação para o trabalho ou para a autonomia social?

    As formas de lidar com as metodologias de ensino e o objetivo central da educação contemporânea têm se transformado rápida e quase imperceptivelmente. Fato que, apesar de atual, não e inédito. Bertrand Russelljá discorria em 1932 sobre as teorias e os caminhos da educação, momento em que argumentava que há três teorias divergentes sobre o que constitui uma boa educação. A primeira sustenta que a educação deve proteger a criança contra influências prejudiciais. A segunda vê a educação como um processo de desenvolvimento da cultura e das capacidades do educando. A terceira perspectiva sustenta que a educação deve ser pensada em função da comunidade, e não do indivíduo, tendo como objetivo a formação de cidadãos socialmente úteis.
    Essas três teorias não são mutuamente excludentes; todas têm valor. Cada uma delas é enfatizada em diferentes graus por diferentes sistemas educacionais. Na prática, diferentes sociedades ou sistemas educacionais tendem a privilegiar uma delas, conforme suas orientações políticas, econômicas e culturais predominantes. Para o autor, o mais desejável seria alcançar um equilíbrio dinâmico entre o desenvolvimento individual e a responsabilidade social, de modo que a educação possa formar sujeitos plenos e, ao mesmo tempo, cidadãos comprometidos com o bem coletivo.
    A análise de Russell sobre as três concepções de educação - proteção moral, desenvolvimento individual e preparação social - revela tensões importantes quando aplicada de forma desequilibrada. A terceira concepção, que entende a educação como meio de formar "cidadãos úteis" à sociedade, pode ser distorcida por sistemas que priorizam a utilidade econômica em detrimento do sentido humano do trabalho.
    É justamente nesse ponto que a crítica de Mario Sergio Cortella se torna especialmente contundente: segundo ele, o que transforma o esforço em sacrifício é a ausência de sentido. O trabalho, quando reduzido à mera sobrevivência, perde seu valor existencial e se converte em opressão. Assim, uma educação que forme apenas para o mercado, sem cultivar o pensamento crítico, a autonomia e a consciência ética, contribui para a alienação do sujeito.
    Para Paulo Freire, a formação do sujeito não se materializa de forma verticalizada nem unidirecional, mas ocorre de modo dialogico e recíproco, em um processo de construção coletiva do conhecimento, no qual o educador instiga o educando a partir de informações préconcebidas, enquanto o educando contribui com suas proprias vivências. Essa perspectiva desafia as práticas bancárias de ensino, nas quais o aluno é visto como recipiente passivo, e propõe uma educação na qual ambos os agentes exercem papel ativo no processo formativo. Essa ideia se aproxima da segunda teoria de Russell, que valoriza a educação como processo de desenvolvimento das capacidades do educando, em oposição à mera formação de indivíduos úteis ao sistema. Ambos rejeitam a educação como imposição de conteúdos imutáveis e defendem o papel ativo do sujeito no aprendizado. Essa visão também dialoga com a crítica de Cortella à alienação do trabalho. Se a educação não promove consciência, criticidade e proposito, ela esvazia o sujeito e o submete à repetição sem reflexão. Assim, para os três autores, ensinar e aprender são processos criadores e dialogicos, capazes de formar cidadãos autônomos.

Adaptado de: UMA, A. M. A. Educação: ato emancipatório ou adestramento? Educ. Soc., Campinas, v.47, e299663,2026.
Considere a estrutura sintática da seguinte oração extraída do segundo parágrafo: Cada uma delas é enfatizada em diferentes graus por diferentes sistemas educacionais. A respeito dos termos que compõem essa estrutura oracional, assinale a alternativa CORRETA. 
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Q4217037 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Educação para o trabalho ou para a autonomia social?

    As formas de lidar com as metodologias de ensino e o objetivo central da educação contemporânea têm se transformado rápida e quase imperceptivelmente. Fato que, apesar de atual, não e inédito. Bertrand Russelljá discorria em 1932 sobre as teorias e os caminhos da educação, momento em que argumentava que há três teorias divergentes sobre o que constitui uma boa educação. A primeira sustenta que a educação deve proteger a criança contra influências prejudiciais. A segunda vê a educação como um processo de desenvolvimento da cultura e das capacidades do educando. A terceira perspectiva sustenta que a educação deve ser pensada em função da comunidade, e não do indivíduo, tendo como objetivo a formação de cidadãos socialmente úteis.
    Essas três teorias não são mutuamente excludentes; todas têm valor. Cada uma delas é enfatizada em diferentes graus por diferentes sistemas educacionais. Na prática, diferentes sociedades ou sistemas educacionais tendem a privilegiar uma delas, conforme suas orientações políticas, econômicas e culturais predominantes. Para o autor, o mais desejável seria alcançar um equilíbrio dinâmico entre o desenvolvimento individual e a responsabilidade social, de modo que a educação possa formar sujeitos plenos e, ao mesmo tempo, cidadãos comprometidos com o bem coletivo.
    A análise de Russell sobre as três concepções de educação - proteção moral, desenvolvimento individual e preparação social - revela tensões importantes quando aplicada de forma desequilibrada. A terceira concepção, que entende a educação como meio de formar "cidadãos úteis" à sociedade, pode ser distorcida por sistemas que priorizam a utilidade econômica em detrimento do sentido humano do trabalho.
    É justamente nesse ponto que a crítica de Mario Sergio Cortella se torna especialmente contundente: segundo ele, o que transforma o esforço em sacrifício é a ausência de sentido. O trabalho, quando reduzido à mera sobrevivência, perde seu valor existencial e se converte em opressão. Assim, uma educação que forme apenas para o mercado, sem cultivar o pensamento crítico, a autonomia e a consciência ética, contribui para a alienação do sujeito.
    Para Paulo Freire, a formação do sujeito não se materializa de forma verticalizada nem unidirecional, mas ocorre de modo dialogico e recíproco, em um processo de construção coletiva do conhecimento, no qual o educador instiga o educando a partir de informações préconcebidas, enquanto o educando contribui com suas proprias vivências. Essa perspectiva desafia as práticas bancárias de ensino, nas quais o aluno é visto como recipiente passivo, e propõe uma educação na qual ambos os agentes exercem papel ativo no processo formativo. Essa ideia se aproxima da segunda teoria de Russell, que valoriza a educação como processo de desenvolvimento das capacidades do educando, em oposição à mera formação de indivíduos úteis ao sistema. Ambos rejeitam a educação como imposição de conteúdos imutáveis e defendem o papel ativo do sujeito no aprendizado. Essa visão também dialoga com a crítica de Cortella à alienação do trabalho. Se a educação não promove consciência, criticidade e proposito, ela esvazia o sujeito e o submete à repetição sem reflexão. Assim, para os três autores, ensinar e aprender são processos criadores e dialogicos, capazes de formar cidadãos autônomos.

Adaptado de: UMA, A. M. A. Educação: ato emancipatório ou adestramento? Educ. Soc., Campinas, v.47, e299663,2026.
No que diz respeito aos aspectos fonéticos, morfológicos e aos processos de formação de palavras associados ao vocábulo imperceptivelmente, presente no primeiro parágraÍo, analise as seguintes afirmativas:
I. O elemento im atua como um morfema prefixal, portador de valor nocional de negação ou oposição.
II. A sequência en, presente na sílaba tônica (-men-), consiste foneticamente em um dígrafo vocálico, cuja função e representar uma única vogal nasalizada.
III. O vocábulo classifica-se como um advérbio de intensidade, constituído a partir de um processo de derivação que toma como base um adjetivo.
Está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q4217035 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Educação para o trabalho ou para a autonomia social?

    As formas de lidar com as metodologias de ensino e o objetivo central da educação contemporânea têm se transformado rápida e quase imperceptivelmente. Fato que, apesar de atual, não e inédito. Bertrand Russelljá discorria em 1932 sobre as teorias e os caminhos da educação, momento em que argumentava que há três teorias divergentes sobre o que constitui uma boa educação. A primeira sustenta que a educação deve proteger a criança contra influências prejudiciais. A segunda vê a educação como um processo de desenvolvimento da cultura e das capacidades do educando. A terceira perspectiva sustenta que a educação deve ser pensada em função da comunidade, e não do indivíduo, tendo como objetivo a formação de cidadãos socialmente úteis.
    Essas três teorias não são mutuamente excludentes; todas têm valor. Cada uma delas é enfatizada em diferentes graus por diferentes sistemas educacionais. Na prática, diferentes sociedades ou sistemas educacionais tendem a privilegiar uma delas, conforme suas orientações políticas, econômicas e culturais predominantes. Para o autor, o mais desejável seria alcançar um equilíbrio dinâmico entre o desenvolvimento individual e a responsabilidade social, de modo que a educação possa formar sujeitos plenos e, ao mesmo tempo, cidadãos comprometidos com o bem coletivo.
    A análise de Russell sobre as três concepções de educação - proteção moral, desenvolvimento individual e preparação social - revela tensões importantes quando aplicada de forma desequilibrada. A terceira concepção, que entende a educação como meio de formar "cidadãos úteis" à sociedade, pode ser distorcida por sistemas que priorizam a utilidade econômica em detrimento do sentido humano do trabalho.
    É justamente nesse ponto que a crítica de Mario Sergio Cortella se torna especialmente contundente: segundo ele, o que transforma o esforço em sacrifício é a ausência de sentido. O trabalho, quando reduzido à mera sobrevivência, perde seu valor existencial e se converte em opressão. Assim, uma educação que forme apenas para o mercado, sem cultivar o pensamento crítico, a autonomia e a consciência ética, contribui para a alienação do sujeito.
    Para Paulo Freire, a formação do sujeito não se materializa de forma verticalizada nem unidirecional, mas ocorre de modo dialogico e recíproco, em um processo de construção coletiva do conhecimento, no qual o educador instiga o educando a partir de informações préconcebidas, enquanto o educando contribui com suas proprias vivências. Essa perspectiva desafia as práticas bancárias de ensino, nas quais o aluno é visto como recipiente passivo, e propõe uma educação na qual ambos os agentes exercem papel ativo no processo formativo. Essa ideia se aproxima da segunda teoria de Russell, que valoriza a educação como processo de desenvolvimento das capacidades do educando, em oposição à mera formação de indivíduos úteis ao sistema. Ambos rejeitam a educação como imposição de conteúdos imutáveis e defendem o papel ativo do sujeito no aprendizado. Essa visão também dialoga com a crítica de Cortella à alienação do trabalho. Se a educação não promove consciência, criticidade e proposito, ela esvazia o sujeito e o submete à repetição sem reflexão. Assim, para os três autores, ensinar e aprender são processos criadores e dialogicos, capazes de formar cidadãos autônomos.

Adaptado de: UMA, A. M. A. Educação: ato emancipatório ou adestramento? Educ. Soc., Campinas, v.47, e299663,2026.
A respeito da organização discursiva do texto, bem como das estratégias de articulação e dos efeitos de sentido mobilizados pelo autor, analise as assertivas que seguem:
I. O texto utiliza a estratégia de argumentação por autoridade ao citar explicitamente os pensamentos de Bertrand Russell, Mario Sergio Cortella e Paulo Freire para conferir credibilidade cientíÍica à tese defendida.
II. Em Essa perspectiva desafia as práticas bancárias, no quinto parágrafo, o pronome demonstrativo Essa realiza uma coesão referencial, antecipando uma ideia que só será explicada no parágrafo seguinte.
III. A ideia principal do texto é demonstrar a superioridade historica das propostas pedagogicas de '1932 sobre as metodologias do século XXI.
Está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Respostas
121: D
122: D
123: B
124: A
125: C
126: D
127: C
128: B
129: A
130: A
131: B
132: B
133: C
134: B
135: B
136: C
137: D
138: B
139: B
140: A