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Q4033095 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.

 

Ultraprocessados viram símbolo de infância feliz em comunidades urbanas do Brasil, enquanto rotulagem frontal é pouco compreendida, aponta estudo do UNICEF

 

Novo estudo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) revela que, em comunidades urbanas brasileiras, alimentos ultraprocessados são frequentemente associados à ideia de “infância feliz" e conquista social, mesmo diante da preocupação declarada das famílias com a saúde das crianças. A pesquisa ainda mostra que a rotulagem nutricional frontal — implementada no Brasil desde 2022 — é pouco compreendida e raramente considerada nas decisões de compra, evidenciando o longo caminho ainda a percorrer para que a medida influencie escolhas saudáveis.

O estudo “Ultraprocessados e Infância: Barreiras e Caminhos para Hábitos Saudáveis em Comunidades Urbanas”, realizado com apoio da Novo Nordisk, investigou os fatores culturais, sociais e estruturais que influenciam a alimentação e a pratica de atividade física na primeira infância em três comunidades urbanas de diferentes regiões do país: Pavuna (Rio de Janeiro/RJ), Ibura (Recife/PE) e Guamá (Belém/PA).

Os dados mostram que o consumo de ultraprocessados está amplamente presente no cotidiano de meninas e meninos, com os lanches se destacando como a refeição de maior exposição: 50% das crianças consumiram esses produtos no dia anterior a pesquisa, em comparação a 27% no café da manhã e 13% no almoço e no jantar. O estudo indica que 55% dos entrevistados nunca olham o rótulo, informando alta presença de açúcar, gordura ou calorias. E, muitas vezes, essa escolha é feita com a compreensão de que esses produtos são bons para saúde, o que a pesquisa denomina como “falsos saudáveis’. Entre os exemplos, 52% dos entrevistados consideraram saudável o iogurte com sabor e 49% os nuggets, se preparados na fritadeira elétrica (“air fryer”).

A maioria dos entrevistados (84%) considerou-se muito preocupada em manter uma alimentação saudável para sua família. Mas a pesquisa indica que o padrão de consumo é influenciado também por fatores como a percepção de preço dos alimentos e a sobrecarga materna, se inserindo em um cenário preocupante de saúde pública. A obesidade já é a forma mais prevalente de má nutrição entre crianças e adolescentes no Brasil e tem crescido de forma acelerada. Em 2023,13,5% das crianças de 0 a 5 anos apresentavam excesso de peso, percentual que chega a 31,2% entre adolescentes, segundo o Ministério da Saúde.

No Brasil, o UNICEF tem defendido políticas públicas e legislações promotoras da alimentado saudável, como leis municipais sobre escolas saudáveis, nas quais são restringidas a venda e publicidade de ultraprocessados e o tema da alimentado saudável é incluído no currículo escolar. O UNICEF também tem incidido pelo aumento da taxação seletiva de bebidas açucaradas e adoçadas, além de fornecer principalmente nas regiões Norte e Nordeste e nos centros urbanos onde atua para conscientização sobre a importância do desenvolvimento apoio técnico a estados e municípios infantil, do aleitamento materno, da atividade física, e da alimentação saudável de crianças e adolescentes.

"A prevenção das doenças crônicas graves, como a obesidade, deve começar ainda na infância. Este estudo evidencia que soluções para promover ambientes mais saudáveis precisam considerar os múltiplos fatores que influenciam o bem-estar de crianças e adolescentes. E para que essas iniciativas sejam efetivas e sustentáveis, é fundamental a colaboração entre diferentes atores da sociedade,” afirma Patricia Byington, Head de Sustentabilidade da Novo Nordisk no Brasil.

Desde 2023, a Novo Nordisk e o UNICEF ______ uma parceria global para ampliar e acelerar esforços para ______ criação de ambientes mais saudáveis para crianças por meio da implementação de políticas e inovações que as permitam se alimentar bem, brincar e ser fisicamente ativas. O sobrepeso e a obesidade infantil são uma crise de saúde pública que ______ milhões de meninos e meninas em todo o mundo. A parceria impactara positivamente pelo menos 10 milhões de crianças em quatro países: Brasil, Colômbia, México e Indonésia.

 

Fonte: https://www.unicef.org/brazil/comunicados-deimprensa/ultraprocessados-viram-simbolo-de-infancia-feliz-emcomunidades-urbanas-do-brasil (adaptado).

A respeito das informações apresentadas no texto, analise as assertivas e julgue V, para as Verdadeiras, e F, para as Falsas:
( ) A rotulagem nutricional frontal, implementada no Brasil desde 2022, é descrita como pouco compreendida e raramente considerada nas decisões de compra.
( ) O estudo foi realizado em três comunidades urbanas: Pavuna, Ibura e Guama, localizadas, respectivamente, nas regiões Sudeste, Nordeste e Norte.
( ) Segundo o texto, 55% dos entrevistados sempre observam o rótulo antes da compra de alimentos ultraprocessados.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses?
Alternativas
Q4033094 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.

 

Ultraprocessados viram símbolo de infância feliz em comunidades urbanas do Brasil, enquanto rotulagem frontal é pouco compreendida, aponta estudo do UNICEF

 

Novo estudo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) revela que, em comunidades urbanas brasileiras, alimentos ultraprocessados são frequentemente associados à ideia de “infância feliz" e conquista social, mesmo diante da preocupação declarada das famílias com a saúde das crianças. A pesquisa ainda mostra que a rotulagem nutricional frontal — implementada no Brasil desde 2022 — é pouco compreendida e raramente considerada nas decisões de compra, evidenciando o longo caminho ainda a percorrer para que a medida influencie escolhas saudáveis.

O estudo “Ultraprocessados e Infância: Barreiras e Caminhos para Hábitos Saudáveis em Comunidades Urbanas”, realizado com apoio da Novo Nordisk, investigou os fatores culturais, sociais e estruturais que influenciam a alimentação e a pratica de atividade física na primeira infância em três comunidades urbanas de diferentes regiões do país: Pavuna (Rio de Janeiro/RJ), Ibura (Recife/PE) e Guamá (Belém/PA).

Os dados mostram que o consumo de ultraprocessados está amplamente presente no cotidiano de meninas e meninos, com os lanches se destacando como a refeição de maior exposição: 50% das crianças consumiram esses produtos no dia anterior a pesquisa, em comparação a 27% no café da manhã e 13% no almoço e no jantar. O estudo indica que 55% dos entrevistados nunca olham o rótulo, informando alta presença de açúcar, gordura ou calorias. E, muitas vezes, essa escolha é feita com a compreensão de que esses produtos são bons para saúde, o que a pesquisa denomina como “falsos saudáveis’. Entre os exemplos, 52% dos entrevistados consideraram saudável o iogurte com sabor e 49% os nuggets, se preparados na fritadeira elétrica (“air fryer”).

A maioria dos entrevistados (84%) considerou-se muito preocupada em manter uma alimentação saudável para sua família. Mas a pesquisa indica que o padrão de consumo é influenciado também por fatores como a percepção de preço dos alimentos e a sobrecarga materna, se inserindo em um cenário preocupante de saúde pública. A obesidade já é a forma mais prevalente de má nutrição entre crianças e adolescentes no Brasil e tem crescido de forma acelerada. Em 2023,13,5% das crianças de 0 a 5 anos apresentavam excesso de peso, percentual que chega a 31,2% entre adolescentes, segundo o Ministério da Saúde.

No Brasil, o UNICEF tem defendido políticas públicas e legislações promotoras da alimentado saudável, como leis municipais sobre escolas saudáveis, nas quais são restringidas a venda e publicidade de ultraprocessados e o tema da alimentado saudável é incluído no currículo escolar. O UNICEF também tem incidido pelo aumento da taxação seletiva de bebidas açucaradas e adoçadas, além de fornecer principalmente nas regiões Norte e Nordeste e nos centros urbanos onde atua para conscientização sobre a importância do desenvolvimento apoio técnico a estados e municípios infantil, do aleitamento materno, da atividade física, e da alimentação saudável de crianças e adolescentes.

"A prevenção das doenças crônicas graves, como a obesidade, deve começar ainda na infância. Este estudo evidencia que soluções para promover ambientes mais saudáveis precisam considerar os múltiplos fatores que influenciam o bem-estar de crianças e adolescentes. E para que essas iniciativas sejam efetivas e sustentáveis, é fundamental a colaboração entre diferentes atores da sociedade,” afirma Patricia Byington, Head de Sustentabilidade da Novo Nordisk no Brasil.

Desde 2023, a Novo Nordisk e o UNICEF ______ uma parceria global para ampliar e acelerar esforços para ______ criação de ambientes mais saudáveis para crianças por meio da implementação de políticas e inovações que as permitam se alimentar bem, brincar e ser fisicamente ativas. O sobrepeso e a obesidade infantil são uma crise de saúde pública que ______ milhões de meninos e meninas em todo o mundo. A parceria impactara positivamente pelo menos 10 milhões de crianças em quatro países: Brasil, Colômbia, México e Indonésia.

 

Fonte: https://www.unicef.org/brazil/comunicados-deimprensa/ultraprocessados-viram-simbolo-de-infancia-feliz-emcomunidades-urbanas-do-brasil (adaptado).

O texto articula dados estatísticos e informações descritivas para mostrar que a preocupação declarada com a alimentação saudável não elimina, por si só, a presença de escolhas alimentares influenciadas por fatores culturais, econômicos e cotidianos. Nesse sentido, assinale a alternativa que está de acordo com uma informação expressamente apresentada no texto.
Alternativas
Q4033093 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.

 

Ultraprocessados viram símbolo de infância feliz em comunidades urbanas do Brasil, enquanto rotulagem frontal é pouco compreendida, aponta estudo do UNICEF

 

Novo estudo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) revela que, em comunidades urbanas brasileiras, alimentos ultraprocessados são frequentemente associados à ideia de “infância feliz" e conquista social, mesmo diante da preocupação declarada das famílias com a saúde das crianças. A pesquisa ainda mostra que a rotulagem nutricional frontal — implementada no Brasil desde 2022 — é pouco compreendida e raramente considerada nas decisões de compra, evidenciando o longo caminho ainda a percorrer para que a medida influencie escolhas saudáveis.

O estudo “Ultraprocessados e Infância: Barreiras e Caminhos para Hábitos Saudáveis em Comunidades Urbanas”, realizado com apoio da Novo Nordisk, investigou os fatores culturais, sociais e estruturais que influenciam a alimentação e a pratica de atividade física na primeira infância em três comunidades urbanas de diferentes regiões do país: Pavuna (Rio de Janeiro/RJ), Ibura (Recife/PE) e Guamá (Belém/PA).

Os dados mostram que o consumo de ultraprocessados está amplamente presente no cotidiano de meninas e meninos, com os lanches se destacando como a refeição de maior exposição: 50% das crianças consumiram esses produtos no dia anterior a pesquisa, em comparação a 27% no café da manhã e 13% no almoço e no jantar. O estudo indica que 55% dos entrevistados nunca olham o rótulo, informando alta presença de açúcar, gordura ou calorias. E, muitas vezes, essa escolha é feita com a compreensão de que esses produtos são bons para saúde, o que a pesquisa denomina como “falsos saudáveis’. Entre os exemplos, 52% dos entrevistados consideraram saudável o iogurte com sabor e 49% os nuggets, se preparados na fritadeira elétrica (“air fryer”).

A maioria dos entrevistados (84%) considerou-se muito preocupada em manter uma alimentação saudável para sua família. Mas a pesquisa indica que o padrão de consumo é influenciado também por fatores como a percepção de preço dos alimentos e a sobrecarga materna, se inserindo em um cenário preocupante de saúde pública. A obesidade já é a forma mais prevalente de má nutrição entre crianças e adolescentes no Brasil e tem crescido de forma acelerada. Em 2023,13,5% das crianças de 0 a 5 anos apresentavam excesso de peso, percentual que chega a 31,2% entre adolescentes, segundo o Ministério da Saúde.

No Brasil, o UNICEF tem defendido políticas públicas e legislações promotoras da alimentado saudável, como leis municipais sobre escolas saudáveis, nas quais são restringidas a venda e publicidade de ultraprocessados e o tema da alimentado saudável é incluído no currículo escolar. O UNICEF também tem incidido pelo aumento da taxação seletiva de bebidas açucaradas e adoçadas, além de fornecer principalmente nas regiões Norte e Nordeste e nos centros urbanos onde atua para conscientização sobre a importância do desenvolvimento apoio técnico a estados e municípios infantil, do aleitamento materno, da atividade física, e da alimentação saudável de crianças e adolescentes.

"A prevenção das doenças crônicas graves, como a obesidade, deve começar ainda na infância. Este estudo evidencia que soluções para promover ambientes mais saudáveis precisam considerar os múltiplos fatores que influenciam o bem-estar de crianças e adolescentes. E para que essas iniciativas sejam efetivas e sustentáveis, é fundamental a colaboração entre diferentes atores da sociedade,” afirma Patricia Byington, Head de Sustentabilidade da Novo Nordisk no Brasil.

Desde 2023, a Novo Nordisk e o UNICEF ______ uma parceria global para ampliar e acelerar esforços para ______ criação de ambientes mais saudáveis para crianças por meio da implementação de políticas e inovações que as permitam se alimentar bem, brincar e ser fisicamente ativas. O sobrepeso e a obesidade infantil são uma crise de saúde pública que ______ milhões de meninos e meninas em todo o mundo. A parceria impactara positivamente pelo menos 10 milhões de crianças em quatro países: Brasil, Colômbia, México e Indonésia.

 

Fonte: https://www.unicef.org/brazil/comunicados-deimprensa/ultraprocessados-viram-simbolo-de-infancia-feliz-emcomunidades-urbanas-do-brasil (adaptado).

Considerando as regras de ortografia e concordância da Língua Portuguesa, assinale a alternativa que preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas do último parágrafo do texto. 
Alternativas
Q4033092 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.

 

Ultraprocessados viram símbolo de infância feliz em comunidades urbanas do Brasil, enquanto rotulagem frontal é pouco compreendida, aponta estudo do UNICEF

 

Novo estudo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) revela que, em comunidades urbanas brasileiras, alimentos ultraprocessados são frequentemente associados à ideia de “infância feliz" e conquista social, mesmo diante da preocupação declarada das famílias com a saúde das crianças. A pesquisa ainda mostra que a rotulagem nutricional frontal — implementada no Brasil desde 2022 — é pouco compreendida e raramente considerada nas decisões de compra, evidenciando o longo caminho ainda a percorrer para que a medida influencie escolhas saudáveis.

O estudo “Ultraprocessados e Infância: Barreiras e Caminhos para Hábitos Saudáveis em Comunidades Urbanas”, realizado com apoio da Novo Nordisk, investigou os fatores culturais, sociais e estruturais que influenciam a alimentação e a pratica de atividade física na primeira infância em três comunidades urbanas de diferentes regiões do país: Pavuna (Rio de Janeiro/RJ), Ibura (Recife/PE) e Guamá (Belém/PA).

Os dados mostram que o consumo de ultraprocessados está amplamente presente no cotidiano de meninas e meninos, com os lanches se destacando como a refeição de maior exposição: 50% das crianças consumiram esses produtos no dia anterior a pesquisa, em comparação a 27% no café da manhã e 13% no almoço e no jantar. O estudo indica que 55% dos entrevistados nunca olham o rótulo, informando alta presença de açúcar, gordura ou calorias. E, muitas vezes, essa escolha é feita com a compreensão de que esses produtos são bons para saúde, o que a pesquisa denomina como “falsos saudáveis’. Entre os exemplos, 52% dos entrevistados consideraram saudável o iogurte com sabor e 49% os nuggets, se preparados na fritadeira elétrica (“air fryer”).

A maioria dos entrevistados (84%) considerou-se muito preocupada em manter uma alimentação saudável para sua família. Mas a pesquisa indica que o padrão de consumo é influenciado também por fatores como a percepção de preço dos alimentos e a sobrecarga materna, se inserindo em um cenário preocupante de saúde pública. A obesidade já é a forma mais prevalente de má nutrição entre crianças e adolescentes no Brasil e tem crescido de forma acelerada. Em 2023,13,5% das crianças de 0 a 5 anos apresentavam excesso de peso, percentual que chega a 31,2% entre adolescentes, segundo o Ministério da Saúde.

No Brasil, o UNICEF tem defendido políticas públicas e legislações promotoras da alimentado saudável, como leis municipais sobre escolas saudáveis, nas quais são restringidas a venda e publicidade de ultraprocessados e o tema da alimentado saudável é incluído no currículo escolar. O UNICEF também tem incidido pelo aumento da taxação seletiva de bebidas açucaradas e adoçadas, além de fornecer principalmente nas regiões Norte e Nordeste e nos centros urbanos onde atua para conscientização sobre a importância do desenvolvimento apoio técnico a estados e municípios infantil, do aleitamento materno, da atividade física, e da alimentação saudável de crianças e adolescentes.

"A prevenção das doenças crônicas graves, como a obesidade, deve começar ainda na infância. Este estudo evidencia que soluções para promover ambientes mais saudáveis precisam considerar os múltiplos fatores que influenciam o bem-estar de crianças e adolescentes. E para que essas iniciativas sejam efetivas e sustentáveis, é fundamental a colaboração entre diferentes atores da sociedade,” afirma Patricia Byington, Head de Sustentabilidade da Novo Nordisk no Brasil.

Desde 2023, a Novo Nordisk e o UNICEF ______ uma parceria global para ampliar e acelerar esforços para ______ criação de ambientes mais saudáveis para crianças por meio da implementação de políticas e inovações que as permitam se alimentar bem, brincar e ser fisicamente ativas. O sobrepeso e a obesidade infantil são uma crise de saúde pública que ______ milhões de meninos e meninas em todo o mundo. A parceria impactara positivamente pelo menos 10 milhões de crianças em quatro países: Brasil, Colômbia, México e Indonésia.

 

Fonte: https://www.unicef.org/brazil/comunicados-deimprensa/ultraprocessados-viram-simbolo-de-infancia-feliz-emcomunidades-urbanas-do-brasil (adaptado).

Ao apresentar dados sobre a presença de alimentos ultraprocessados na rotina alimentar de meninas e meninos em comunidades urbanas brasileiras, o texto compara diferentes momentos das refeições para demonstrar em qual deles esses produtos aparecem com maior frequência. Segundo as informações expressamente fornecidas pela pesquisa, a refeição de maior exposição aos ultraprocessados foi:
Alternativas
Q4032943 Português

Para responder a questão, leia a charge abaixo. 


  



Fonte: Nanquim.com.br

Com base nas palavras MUDANÇA, CLIMÁTICA e ECO-CHATO, analise as assertivas abaixo e julgueas em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
( ) A palavra MUDANÇA pertence à mesma família de palavras do verbo mudar, compartilhando com ele a exata mesma ideia central de alteração e transformação.
( ) O termo ECO-CHATO é uma expressão usada pelo personagem no balão de fala como um sincero elogio, sendo um sinônimo perfeito de uma pessoa amiga e agradável.
( ) A palavra CLIMÁTICA tem o seu sentido relacionado diretamente à palavra clima, referindo-se aos graves fenômenos de temperatura que acontecem no meio ambiente.
Qual alternativa preenche, CORRETAIVIENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4032942 Português

Para responder a questão, leia a charge abaixo. 


  



Fonte: Nanquim.com.br

A charge apresenta uma situação irônica em que um personagem nega um problema arnbierrtal grave enquanto sofre diretamente as suas terríveis consequências físicas. O personagem chama a outra pessoa de ECOCHATO, denronstrando na prática que ele ________. OS alertas dados sobre o meio ambiente. Mesmo com a água subindo ate cobri-lo por completo, ele grita que a mudança climática não existe, o que revela uma atitude de extrema diante dos fatos evidentes. A clara intenção da charge é fazer uma firme _______ ao comportamento de pessoas que ignoram a realidade da natureza ao seu redor.

Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
Alternativas
Q4032941 Português

Para responder a questão, leia a charge abaixo. 


  



Fonte: Nanquim.com.br

Com base nas palavras CHEGANDO, ISSO e EXISTE, que foram pronunciadas pelo personagem no interior dos balões da charge, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3985437 Português
No trecho as mesmas conquistas que empolgam a uns enfaram a outros (l.8-9), o verbo enfaram expressa determinada ideia. Assim, considerando o contexto, assinale a alternativa em que a palavra apresentada pode substituir enfaram sem prejuízo de sentido.
Alternativas
Q3985436 Português
No período falando mal da profissão que nunca amou (l.58-59), a oração iniciada pelo conectivo que classifica-se como: 
Alternativas
Q3985435 Português
Os verbos flexionam-se em diferentes tempos e modos, indicando a relação da ação com o momento da fala e a atitude do enunciador em relação ao fato expresso. Nessa direção, no trecho teremos um profissional medíocre (l.57-58), a forma verbal teremos encontra-se no: 
Alternativas
Q3985434 Português
Na oração se justifica a ansiedade de vê-los (l.31), observa-se o emprego de um tipo de colocação pronominal junto à flexão do verbo ver. Esta colocação é denominada:
Alternativas
Q3985433 Português
Considerando as palavras pretensamente (l.48) e injusto (l.37) e analisando-as quanto ao processo de formação, leia as assertivas a seguir:
I. A palavra pretensamente resulta de derivação sufixal, formada a partir do adjetivo pretenso com o acréscimo do sufixo -mente, que forma advérbios de modo
II. A palavra injusto resulta de derivação prefixal, formada pelo acréscimo do prefixo in- ao adjetivo justo, conferindo-lhe sentido de negação.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3985432 Português
Considerando o contexto de ocorrência do vocábulo quimérico (l.1), assinale a alternativa cuja palavra pode substituí-lo, sem prejuízo de sentido. 
Alternativas
Q3985431 Português
No trecho E então a certeza se esvai porquanto somos diferentes em sonhos, exigências e expectativas (l.6-7), o vocábulo porquanto classifica-se, gramaticalmente, como_______________, pois estabelece uma relação lógica de explicação entre as orações, introduzindo a causa do fato anteriormente expresso.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna?
Alternativas
Q3985430 Português
No desfecho do texto, ao caracterizar o profissional que permanece em uma profissão que nunca amou como "medíocre" e "sem propósito", o autor busca, predominantemente:
Alternativas
Q3985429 Português
No trecho em que o autor menciona que as mesmas conquistas que empolgam a uns enfaram a outros (l.8- 9), estabelece-se uma relação argumentativa que evidencia: 
Alternativas
Q3985428 Português
Ao afirmar que é quimérico imaginar (l.1) um modelo infalível de orientação profissional, o autor constrói uma crítica que se fundamenta, sobretudo, na ideia de que: 
Alternativas
Q3984755 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.

 

O combinado que nunca fizemos

 

No restaurante, da mesa ao lado, eu via o pai no celular, os dois filhos no celular e a mãe ali, presente, comendo sozinha no meio da própria família. Não consegui me desligar da cena. Ela já desistiu de competir com as telas? Está com raiva? Está acostumada? Nem percebe mais?

Eu não a conheço, mas reconheço o que vi. Você, provavelmente, também.

Aquela mesa é um retrato silencioso de algo que aconteceu sem que ninguém tenha decidido que deveria acontecer. O celular não está na vida das famílias brasileiras por decisão pedagógica, recomendação médica ou escolha consciente. Está por conveniência, por cansaço, porque a criança está entediada, porque a refeição fica mais tranquila, porque os pais precisavam de dez minutos de paz... E o celular entrega isso de graça, na hora, sem esforço.

Nunca combinamos nada. E quando não se combina nada, o padrão vence. O padrão, hoje, é tela.

E o Brasil já tem números para provar que essa não é uma impressão de quem almoça ao lado de uma família fora da regra. Segundo a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Cetic.br, 93% das crianças e adolescentes de nove a 17 anos usam a internet. São 24,5 milhões de pessoas. Dessas, 98% acessam pelo celular. Aos nove anos, 60% têm perfil em rede social. Aos 15, são 99%.

Mas o dado que mais me assusta não é esse.

É que 72% das crianças e adolescentes têm permissão dos pais para usar redes sociais quando estão sozinhos. E apenas um quarto dos responsáveis usa alguma ferramenta para limitar o tempo de uso.

A maioria das famílias brasileiras não tem um combinado claro. E, sem combinado, o padrão vence.

Para piorar: quando os próprios jovens tentam reagir, não conseguem. A mesma pesquisa mostra que 24% dos adolescentes de 11 a 17 anos tentaram passar menos tempo na internet e falharam. Cerca de um em cada cinco admite ter passado menos tempo com família, amigos ou lição de casa por causa do uso excessivo. Uma parcela semelhante relata ter deixado de comer ou dormir.

Esses não são adultos com anos de hábito acumulado. São crianças e adolescentes que já se percebem presos em um vício, que não conseguem sair sozinhos.

A situação começa antes do que a maioria imagina. Uma pesquisa da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal com o Datafolha, publicada em 2025, revelou que 78% das crianças de zero a três anos já estão expostas a telas todos os dias. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda, para essa faixa etária, zero. Não é uma hora, nem meia. É zero.

Estamos tão longe da recomendação que ela virou ficção.

E aqui preciso fazer uma pausa para falar de algo que os dados brasileiros deixam claro e que poucos comentam: a solidão das mães nessa luta. Em praticamente todas as perguntas da TIC Kids Online sobre quem orienta, quem conversa, quem supervisiona o uso de internet dos filhos, as mães aparecem em maioria. São elas que mais checam o celular dos filhos, que mais estabelecem regras, que mais tentam acompanhar o que acontece nas telas. A mãe daquele restaurante, comendo sozinha enquanto o marido e os filhos estão presos em seus aparelhos, não é uma exceção. É um padrão.

Em janeiro de 2025, a Lei 15.100 restringiu o uso de celulares por estudantes nas escolas brasileiras. Foi um passo importante: a escola fez o combinado que podia fazer. Mas a lei termina no portão da escola. Quando a criança chega em casa, quem decide?

Não estou aqui para culpar os pais. Eu consigo me colocar no lugar de um pai. Sei o que é o fim de um dia longo, o cansaço que transforma qualquer tela num salva-vidas. Sei que muitas vezes o celular é a única ferramenta disponível para entreter enquanto se cozinha, se trabalha, se sobrevive. Não é justo fingir que a realidade é simples.

Mas também não podemos fingir que não há consequências.

O combinado que falta não precisa seguir manual. Precisa existir. Uma conversa entre os adultos da casa sobre quanto tempo é razoável. Uma conversa com os filhos, adequada ____ idade, sobre o que é permitido e o que não é. Zonas da casa e momentos do dia em que o celular deve ficar guardado. Durante refeições, por exemplo. Na hora de dormir. No trajeto até ____ escola.

São coisas pequenas, mas são decisões fundamentais. E decisão é o oposto do que temos hoje, que é rendição.

 

Autor: Rafael Parente - GZH (adaptado).

No encerramento do texto, o autor contrapõe decisão e rendição ao afirmar que, na prática cotidiana, decisão é o oposto do que temos hoje, que é rendição. Considerando o contexto argumentativo e a crítica ao uso do celular por conveniência, assinale a alternativa que expressa CORRETAMENTE o sentido de rendição nesse trecho.
Alternativas
Q3984754 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.

 

O combinado que nunca fizemos

 

No restaurante, da mesa ao lado, eu via o pai no celular, os dois filhos no celular e a mãe ali, presente, comendo sozinha no meio da própria família. Não consegui me desligar da cena. Ela já desistiu de competir com as telas? Está com raiva? Está acostumada? Nem percebe mais?

Eu não a conheço, mas reconheço o que vi. Você, provavelmente, também.

Aquela mesa é um retrato silencioso de algo que aconteceu sem que ninguém tenha decidido que deveria acontecer. O celular não está na vida das famílias brasileiras por decisão pedagógica, recomendação médica ou escolha consciente. Está por conveniência, por cansaço, porque a criança está entediada, porque a refeição fica mais tranquila, porque os pais precisavam de dez minutos de paz... E o celular entrega isso de graça, na hora, sem esforço.

Nunca combinamos nada. E quando não se combina nada, o padrão vence. O padrão, hoje, é tela.

E o Brasil já tem números para provar que essa não é uma impressão de quem almoça ao lado de uma família fora da regra. Segundo a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Cetic.br, 93% das crianças e adolescentes de nove a 17 anos usam a internet. São 24,5 milhões de pessoas. Dessas, 98% acessam pelo celular. Aos nove anos, 60% têm perfil em rede social. Aos 15, são 99%.

Mas o dado que mais me assusta não é esse.

É que 72% das crianças e adolescentes têm permissão dos pais para usar redes sociais quando estão sozinhos. E apenas um quarto dos responsáveis usa alguma ferramenta para limitar o tempo de uso.

A maioria das famílias brasileiras não tem um combinado claro. E, sem combinado, o padrão vence.

Para piorar: quando os próprios jovens tentam reagir, não conseguem. A mesma pesquisa mostra que 24% dos adolescentes de 11 a 17 anos tentaram passar menos tempo na internet e falharam. Cerca de um em cada cinco admite ter passado menos tempo com família, amigos ou lição de casa por causa do uso excessivo. Uma parcela semelhante relata ter deixado de comer ou dormir.

Esses não são adultos com anos de hábito acumulado. São crianças e adolescentes que já se percebem presos em um vício, que não conseguem sair sozinhos.

A situação começa antes do que a maioria imagina. Uma pesquisa da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal com o Datafolha, publicada em 2025, revelou que 78% das crianças de zero a três anos já estão expostas a telas todos os dias. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda, para essa faixa etária, zero. Não é uma hora, nem meia. É zero.

Estamos tão longe da recomendação que ela virou ficção.

E aqui preciso fazer uma pausa para falar de algo que os dados brasileiros deixam claro e que poucos comentam: a solidão das mães nessa luta. Em praticamente todas as perguntas da TIC Kids Online sobre quem orienta, quem conversa, quem supervisiona o uso de internet dos filhos, as mães aparecem em maioria. São elas que mais checam o celular dos filhos, que mais estabelecem regras, que mais tentam acompanhar o que acontece nas telas. A mãe daquele restaurante, comendo sozinha enquanto o marido e os filhos estão presos em seus aparelhos, não é uma exceção. É um padrão.

Em janeiro de 2025, a Lei 15.100 restringiu o uso de celulares por estudantes nas escolas brasileiras. Foi um passo importante: a escola fez o combinado que podia fazer. Mas a lei termina no portão da escola. Quando a criança chega em casa, quem decide?

Não estou aqui para culpar os pais. Eu consigo me colocar no lugar de um pai. Sei o que é o fim de um dia longo, o cansaço que transforma qualquer tela num salva-vidas. Sei que muitas vezes o celular é a única ferramenta disponível para entreter enquanto se cozinha, se trabalha, se sobrevive. Não é justo fingir que a realidade é simples.

Mas também não podemos fingir que não há consequências.

O combinado que falta não precisa seguir manual. Precisa existir. Uma conversa entre os adultos da casa sobre quanto tempo é razoável. Uma conversa com os filhos, adequada ____ idade, sobre o que é permitido e o que não é. Zonas da casa e momentos do dia em que o celular deve ficar guardado. Durante refeições, por exemplo. Na hora de dormir. No trajeto até ____ escola.

São coisas pequenas, mas são decisões fundamentais. E decisão é o oposto do que temos hoje, que é rendição.

 

Autor: Rafael Parente - GZH (adaptado).

No texto, a palavra salva-vidas exemplifica a grafia com hífen em compostos da língua portuguesa. Considerando as regras ortográficas vigentes, assinale a alternativa que apresenta uma palavra CORRETAMENTE grafada com hífen.
Alternativas
Q3984753 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.

 

O combinado que nunca fizemos

 

No restaurante, da mesa ao lado, eu via o pai no celular, os dois filhos no celular e a mãe ali, presente, comendo sozinha no meio da própria família. Não consegui me desligar da cena. Ela já desistiu de competir com as telas? Está com raiva? Está acostumada? Nem percebe mais?

Eu não a conheço, mas reconheço o que vi. Você, provavelmente, também.

Aquela mesa é um retrato silencioso de algo que aconteceu sem que ninguém tenha decidido que deveria acontecer. O celular não está na vida das famílias brasileiras por decisão pedagógica, recomendação médica ou escolha consciente. Está por conveniência, por cansaço, porque a criança está entediada, porque a refeição fica mais tranquila, porque os pais precisavam de dez minutos de paz... E o celular entrega isso de graça, na hora, sem esforço.

Nunca combinamos nada. E quando não se combina nada, o padrão vence. O padrão, hoje, é tela.

E o Brasil já tem números para provar que essa não é uma impressão de quem almoça ao lado de uma família fora da regra. Segundo a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Cetic.br, 93% das crianças e adolescentes de nove a 17 anos usam a internet. São 24,5 milhões de pessoas. Dessas, 98% acessam pelo celular. Aos nove anos, 60% têm perfil em rede social. Aos 15, são 99%.

Mas o dado que mais me assusta não é esse.

É que 72% das crianças e adolescentes têm permissão dos pais para usar redes sociais quando estão sozinhos. E apenas um quarto dos responsáveis usa alguma ferramenta para limitar o tempo de uso.

A maioria das famílias brasileiras não tem um combinado claro. E, sem combinado, o padrão vence.

Para piorar: quando os próprios jovens tentam reagir, não conseguem. A mesma pesquisa mostra que 24% dos adolescentes de 11 a 17 anos tentaram passar menos tempo na internet e falharam. Cerca de um em cada cinco admite ter passado menos tempo com família, amigos ou lição de casa por causa do uso excessivo. Uma parcela semelhante relata ter deixado de comer ou dormir.

Esses não são adultos com anos de hábito acumulado. São crianças e adolescentes que já se percebem presos em um vício, que não conseguem sair sozinhos.

A situação começa antes do que a maioria imagina. Uma pesquisa da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal com o Datafolha, publicada em 2025, revelou que 78% das crianças de zero a três anos já estão expostas a telas todos os dias. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda, para essa faixa etária, zero. Não é uma hora, nem meia. É zero.

Estamos tão longe da recomendação que ela virou ficção.

E aqui preciso fazer uma pausa para falar de algo que os dados brasileiros deixam claro e que poucos comentam: a solidão das mães nessa luta. Em praticamente todas as perguntas da TIC Kids Online sobre quem orienta, quem conversa, quem supervisiona o uso de internet dos filhos, as mães aparecem em maioria. São elas que mais checam o celular dos filhos, que mais estabelecem regras, que mais tentam acompanhar o que acontece nas telas. A mãe daquele restaurante, comendo sozinha enquanto o marido e os filhos estão presos em seus aparelhos, não é uma exceção. É um padrão.

Em janeiro de 2025, a Lei 15.100 restringiu o uso de celulares por estudantes nas escolas brasileiras. Foi um passo importante: a escola fez o combinado que podia fazer. Mas a lei termina no portão da escola. Quando a criança chega em casa, quem decide?

Não estou aqui para culpar os pais. Eu consigo me colocar no lugar de um pai. Sei o que é o fim de um dia longo, o cansaço que transforma qualquer tela num salva-vidas. Sei que muitas vezes o celular é a única ferramenta disponível para entreter enquanto se cozinha, se trabalha, se sobrevive. Não é justo fingir que a realidade é simples.

Mas também não podemos fingir que não há consequências.

O combinado que falta não precisa seguir manual. Precisa existir. Uma conversa entre os adultos da casa sobre quanto tempo é razoável. Uma conversa com os filhos, adequada ____ idade, sobre o que é permitido e o que não é. Zonas da casa e momentos do dia em que o celular deve ficar guardado. Durante refeições, por exemplo. Na hora de dormir. No trajeto até ____ escola.

São coisas pequenas, mas são decisões fundamentais. E decisão é o oposto do que temos hoje, que é rendição.

 

Autor: Rafael Parente - GZH (adaptado).

Considerando a relação entre letras e sons na pronúncia-padrão do português brasileiro, analise as assertivas quanto ao número de fonemas e à presença de dígrafos consonantais e vocálicos em palavras do texto:



I. A palavra ferramenta apresenta 8 fonemas e 1 dígrafo.


II. A palavra semelhante apresenta 8 fonemas e 2 dígrafos.


III. A palavra sozinhos apresenta 7 fonemas e 1 dígrafo.



Está(ão) CORRETA(S):

Alternativas
Respostas
501: A
502: B
503: E
504: B
505: C
506: B
507: B
508: C
509: B
510: A
511: D
512: A
513: D
514: B
515: B
516: A
517: A
518: A
519: B
520: D