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Esse desvio da norma-padrão ocorre também em:
“Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço.” (L. 48-49)
“Se acostuma para evitar feridas, sangramentos.” (L. 55-56)
Nos trechos acima, as palavras em destaque classificam-se, respectivamente, como
Uma quarta frase que poderia estar nessa sequência, grafada de acordo com a norma-padrão, seria a seguinte:
Está também grafado corretamente o que se destaca em:
Nós nos acostumamos a morar em apartamentos de fundos.
A troca de pronomes também respeita as regras de concordância estabelecidas na norma-padrão em:
As crianças de rua são um grave problema a ser enfrentado pelo Brasil,
A oração que pode completar esse trecho, de acordo com a norma-padrão, é a seguinte:
“É por isso, talvez, que, se vemos uma criança bem-vestida chorando sozinha num shopping center ou num supermercado” (L. 21-23)
Os sentidos expressos por se e ou são, respectivamente,
Sendo de base sintática na língua portuguesa, a pontuação NÃO está empregada de acordo com a norma-padrão em:
Uma palavra acentuada com esse objetivo é a seguinte:
Que forma verbal destacada abaixo está conjugada de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa?
“Fui logo dizendo que não tinha, certa de que ele estava pedindo dinheiro. Não estava.” (L. 2-4)
A relação construída entre essas duas frases pode ser expressa, sem alteração de sentido, pelo seguinte conectivo:
“Talvez não fosse um Menino De Família, mas também não era um Menino De Rua.” (L. 5-6)
A passagem do texto que justifica esse ponto de vista é:
O marciano encontrou-me na rua e teve medo de minha impossibilidade humana. Como pode existir, pensou consigo, um ser que no existir põe tamanha anulação de existência?
Afastou-se o marciano, e persegui-o. Precisava dele como de um testemunho. Mas, recusando o colóquio, desintegrou-se no ar constelado de problemas.
E fiquei só em mim, de mim ausente.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Science fiction. Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988, p. 330-331.
Ele só NÃO se enganou em:


