Questões de Concurso Sobre português para cesgranrio

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Q2100847 Português

A moça tecelã







COLASANTI, Marina. Doze Reis e a Moça no Labirinto do Vento. Rio de Janeiro: Global Editora, 2000. p. 18. Adaptado.

No trecho “a claridade da manhã desenhava o horizonte.” (l. 6-7), nota-se a correta grafia das palavras da nossa língua. Nas frases relacionadas a seguir, também ocorre esse respeito à norma ortográfica, EXCETO em:
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Q2100846 Português

A moça tecelã







COLASANTI, Marina. Doze Reis e a Moça no Labirinto do Vento. Rio de Janeiro: Global Editora, 2000. p. 18. Adaptado.

A frase que resume a mensagem da história é: 
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Q2100845 Português

A moça tecelã







COLASANTI, Marina. Doze Reis e a Moça no Labirinto do Vento. Rio de Janeiro: Global Editora, 2000. p. 18. Adaptado.

No desfecho da narrativa, “a moça escolheu uma linha clara” (l. 67).

O que a escolha da linha de cor clara simboliza no conto?  

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Q2100844 Português

A moça tecelã







COLASANTI, Marina. Doze Reis e a Moça no Labirinto do Vento. Rio de Janeiro: Global Editora, 2000. p. 18. Adaptado.

Como se pode compreender durante a narrativa, tudo o que a moça tecia ganhava vida.

O trecho que exemplifica essa afirmação é:

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Q2100843 Português

A moça tecelã







COLASANTI, Marina. Doze Reis e a Moça no Labirinto do Vento. Rio de Janeiro: Global Editora, 2000. p. 18. Adaptado.

O trecho que apresenta um elemento responsável pela continuidade dos fatos da narrativa é:
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Q2100842 Português

A moça tecelã







COLASANTI, Marina. Doze Reis e a Moça no Labirinto do Vento. Rio de Janeiro: Global Editora, 2000. p. 18. Adaptado.

O fragmento “bastava a moça tecer com seus belos fios dourados, para que o sol voltasse a acalmar a natureza.” (l. 12-14) explicita, no conto, uma relação de 
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Q2100841 Português

A moça tecelã







COLASANTI, Marina. Doze Reis e a Moça no Labirinto do Vento. Rio de Janeiro: Global Editora, 2000. p. 18. Adaptado.

A começar pelo título “A moça tecelã”, a personagem principal do conto era chamada de “moça”. A partir de um dado momento, ela passa a ser tratada também como “mulher”.
O fato que motivou essa mudança foi o(a)
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Q2100840 Português

A moça tecelã







COLASANTI, Marina. Doze Reis e a Moça no Labirinto do Vento. Rio de Janeiro: Global Editora, 2000. p. 18. Adaptado.

Como se sabe, em um texto narrativo as personagens geralmente têm nome.
Considerando a história de “A moça tecelã”, o fato de as personagens não apresentarem nome confere à história um sentido
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Q1272272 Português

No que se refere ao fenômeno da concordância nominal, no subtítulo do texto, o termo textuais também admite a forma singular.

O período em que, conforme a norma-padrão, o termo destacado pode assumir tanto a forma singular quanto a plural é:

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Q1272271 Português
O elemento coesivo Isso (ℓ. 44) tem como referente a ideia de que
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Q1272270 Português

Observa-se o uso adequado do acento grave no trecho “estamos nos referindo à não ativação de elementos” (ℓ. 18-19).

Verifica-se um DESRESPEITO à norma-padrão quanto ao emprego desse acento em:

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Q1272269 Português

No terceiro parágrafo do texto, por meio da metáfora “que atire o primeiro dicionário quem nunca foi interpretado de maneira diferente daquilo que quis veicular” (ℓ. 7-9), o autor mostra que problemas relativos à coerência são comuns nas atividades comunicativas.

Para fundamentar sua tese, ele apresenta três razões, que são, respectivamente,

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Ano: 2012 Banca: CESGRANRIO Órgão: Banco do Brasil
Q1220912 Português
SORTE: TODO MUNDO MERECE
Afinal, existe sorte e azar?   No fundo, a diferença entre sorte e azar está no jeito como olhamos para o acaso. Um bom exemplo é o número 13. Nos EUA, a expedição da Apollo 13 foi uma das mais desastrosas de todos os tempos, e o número levou a culpa. Pelo mundo, existem construtores que fazem prédios que nem têm o 13o andar, só para fugir do azar. Por outro lado, muita gente acha que o 13 é, na verdade, o número da sorte. Um exemplo famoso disso foi o então auxiliar técnico do Brasil, Zagallo, que foi para a Copa do Mundo de (19)94 (a soma dá 13) dizendo que o Mundial ia terminar com o Brasil campeão devido a uma série de coincidências envolvendo o número. No final, o Brasil foi campeão mesmo, e a Apollo 13 retornou a salvo para o planeta Terra, apesar de problemas gravíssimos.
  Até hoje não se sabe quem foi o primeiro sortudo que quis homenagear a sorte com uma palavra só para ela. Os romanos criaram o verbo sors, do qual deriva a “sorte” de todos nós que falamos português. Sors designava vários processos do que chamamos hoje de tirar a sorte e originou, entre outras palavras, a inglesa sorcerer, feiticeiro. O azar veio de um pouco mais longe. A palavra vem do idioma árabe e deriva do nome de um jogo de dados (no qual o criador provavelmente não era muito bom). Na verdade, ele poderia até ser bom, já que azar e sorte são sinônimos da mesma palavra: acaso. Matematicamente, o acaso – a sorte e o azar – é a aleatoriedade. E, pelas leis da probabilidade, no longo prazo, todos teremos as mesmas chances de nos depararmos com a sorte. Segundo essas leis, se você quer aumentar as suas chances, só existe uma saída: aposte mais no que você quer de verdade.

No trecho “Os romanos criaram o verbo sors, do qual deriva a ‘sorte’ de todos nós que falamos português” (. 19-20), sorte designa
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Ano: 2012 Banca: CESGRANRIO Órgão: Banco do Brasil
Q1220780 Português
SORTE: TODO MUNDO MERECE
Afinal, existe sorte e azar?     No fundo, a diferença entre sorte e azar está no jeito como olhamos para o acaso. Um bom exemplo é o número 13. Nos EUA, a expedição da Apollo 13 foi uma das mais desastrosas de todos os tempos, e o número levou a culpa. Pelo mundo, existem construtores que fazem prédios que nem têm o 13o andar, só para fugir do azar. Por outro lado, muita gente acha que o 13 é, na verdade, o número da sorte. Um exemplo famoso disso foi o então auxiliar técnico do Brasil, Zagallo, que foi para a Copa do Mundo de (19)94 (a soma dá 13) dizendo que o Mundial ia terminar com o Brasil campeão devido a uma série de coincidências envolvendo o número. No final, o Brasil foi campeão mesmo, e a Apollo 13 retornou a salvo para o planeta Terra, apesar de problemas gravíssimos.
  Até hoje não se sabe quem foi o primeiro sortudo que quis homenagear a sorte com uma palavra só para ela. Os romanos criaram o verbo sors, do qual deriva a “sorte” de todos nós que falamos português. Sors designava vários processos do que chamamos hoje de tirar a sorte e originou, entre outras palavras, a inglesa sorcerer, feiticeiro. O azar veio de um pouco mais longe. A palavra vem do idioma árabe e deriva do nome de um jogo de dados (no qual o criador provavelmente não era muito bom). Na verdade, ele poderia até ser bom, já que azar e sorte são sinônimos da mesma palavra: acaso. Matematicamente, o acaso – a sorte e o azar – é a aleatoriedade. E, pelas leis da probabilidade, no longo prazo, todos teremos as mesmas chances de nos depararmos com a sorte. Segundo essas leis, se você quer aumentar as suas chances, só existe uma saída: aposte mais no que você quer de verdade.
O período em que a expressão no fundo está usada com o mesmo sentido com que é empregada na primeira linha do texto é:
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Q486070 Português
No trecho “A princípio, como justa penalidade. Depois, por prazer. Finalmente, e já havia muito tempo, por hábito” (l. 16-18), verifica-se que as palavras em destaque
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Q486069 Português
O narrador, referindo-se ao menino, diz: “Fazia tudo naturalmente" (l. 47-48).

O uso do advérbio em destaque expressa, por parte do menino, uma atitude
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Q486068 Português
No trecho “E que pequenininha!” (l. 41), o uso do diminutivo demonstra não apenas o tamanho do corpo da doida, mas também um compadecimento do menino por ela.

O período do texto que melhor justifica este último sentido é o seguinte:
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Q486067 Português
Os verbos destacados a seguir estão no presente do indicativo: “O menino foi abrindo caminho entre as pernas e braços de móveis, contorna aqui, esbarra mais adiante.” (l. 34-36)

Nos verbos destacados, o uso do presente do indicativo
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Q486066 Português
Ao referir-se à doida, o narrador afirma: “[...] parecia não ter percebido a agressão, a casa não reagia.” (l. 28-29)

Que conjunção poderia ser utilizada após a vírgula, sem prejuízo ao sentido original do período?
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Q486065 Português
Na frase “O garoto empurrou o portão: abriu-se.” (l. 32), os dois-pontos estabelecem o sentido de
Alternativas
Respostas
1601: A
1602: C
1603: C
1604: B
1605: E
1606: E
1607: D
1608: D
1609: D
1610: E
1611: C
1612: C
1613: B
1614: D
1615: E
1616: C
1617: B
1618: D
1619: A
1620: B