Questões de Concurso Sobre português para cesgranrio

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Q437018 Português
Em ambas as ocorrências, a palavra destacada em “É convicto de sua superioridade racial, por não ser negro, e de sua superioridade cultural, por não ser nordestino.” (l 33-35) introduz uma oração com valor semântico de
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Q437017 Português
A palavra Assim articula os dois primeiros períodos do terceiro parágrafo do Texto I.

No contexto, esse conector estabelece uma relação de causa e efeito entre um(a)
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Q437016 Português
No primeiro parágrafo do Texto I, o enunciador estabelece um diálogo com a fala de outrem, que é “Não tenho nada contra o negro ou nordestino, desde que saibam seu lugar” (l 9-11), constituindo uma relação de
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Q437015 Português
No Texto I, o uso do travessão em “Como dizia um conhecido — para meu horror e indiferença dos demais participantes da conversa:” (l 7-9) constitui recurso argumentativo, uma vez que
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Q437014 Português
Em “Um garoto negro termina um serviço que lhe havia sido solicitado e, orgulhosamente, garante ter feito ‘serviço de branco’” (l 1-3, Texto I), o uso do advérbio destacado
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Q437013 Português
No Texto I, nas expressões “serviço de branco” (. 3) e “mesmo sendo negras” (. 5), o uso das aspas visa a
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Q437012 Português
De acordo com o ponto de vista do enunciador do Texto I, o preconceito sustenta-se, dentre outros aspectos, na(o)
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Q437011 Português
Segundo o contexto do Texto I, por “Serviço de negro” entende-se um trabalho socialmente considerado
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Q424895 Português
Texto 2

                                                Em SC, garoto-herói salva bebê em incêndio

Acredite: super-heróis realmente existem. E o garoto Riquelme Wesley dos Santos, de apenas cinco anos, é um deles. Fantasiado de Homem-Aranha, ele entrou em uma casa no meio de um incêndio para salvar um bebê, de um ano e 10 meses. Da residência, nada sobrou. Ficou a lição de alguém que arriscou a sua jovem vida para preservar a de outro, e a felicidade de uma família que, apesar de não ter mais a própria casa, continua unida. O fato ocorreu na localidade de São Sebastião, no pequeno município de Palmeira, na serra catarinense. Era fim de tarde de quinta-feira, quando Riquelme brincava de carrinho na casa da vizinha, Lucilene Córdova dos Santos, 36 anos. Enquanto ela lavava roupas nos fundos da casa, a filha mais nova, Andrieli dos Santos, de um ano e 10 meses, dormia no berço, no quarto da frente. Riquelme brincava no pátio com o irmão de Andrieli, de dez anos, quando percebeu o início do incêndio no quarto da menina. Ele chamou Lucilene, que correu para tentar socorrer a filha. Ao abrir a porta do quarto, ela deparou-se com grandes labaredas. O berço do bebê já era consumido pelo fogo. A mãe entrou em pânico e saiu da casa. Quando começou a gritar e já pensava na morte de Andrieli, aconteceu o inesperado. - Não chora, tia, fica tranquila que eu salvo a sua filha, disse Riquelme. Lucilene tentou impedir o garoto, pois sabia que ele também poderia morrer. Mas ele não deu ouvidos, abaixou-se, tapou o nariz com os dedos e entrou na casa. Foi até o quarto onde Andrieli dormia, pegou-a pela perna, retirou-a do berço e, em poucos segundos, entregou-a nos braços da mãe. Logo em seguida, os bombeiros chegaram. Tudo o que havia dentro da casa foi perdido, mas Andrieli e Riquelme
estavam salvos, sem sequer um arranhão ou queimadura. No dia seguinte, o garoto não falava em outra coisa. Questionado se não teve medo, foi enfático. - Claro que não. O Homem-Aranha não é fraco e não tem medo de nada. Disponível em: . Acesso em: 15 set. 2013. Adaptado.
Mantendo o mesmo tempo verbal, como ficará a frase: “Riquelme brincava no pátio com o irmão de Andrieli" ( l. 21-22; Texto II) se a palavra Riquelme for substituída por Nós?
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Q424891 Português
Texto 2

                                                Em SC, garoto-herói salva bebê em incêndio

Acredite: super-heróis realmente existem. E o garoto Riquelme Wesley dos Santos, de apenas cinco anos, é um deles. Fantasiado de Homem-Aranha, ele entrou em uma casa no meio de um incêndio para salvar um bebê, de um ano e 10 meses. Da residência, nada sobrou. Ficou a lição de alguém que arriscou a sua jovem vida para preservar a de outro, e a felicidade de uma família que, apesar de não ter mais a própria casa, continua unida. O fato ocorreu na localidade de São Sebastião, no pequeno município de Palmeira, na serra catarinense. Era fim de tarde de quinta-feira, quando Riquelme brincava de carrinho na casa da vizinha, Lucilene Córdova dos Santos, 36 anos. Enquanto ela lavava roupas nos fundos da casa, a filha mais nova, Andrieli dos Santos, de um ano e 10 meses, dormia no berço, no quarto da frente. Riquelme brincava no pátio com o irmão de Andrieli, de dez anos, quando percebeu o início do incêndio no quarto da menina. Ele chamou Lucilene, que correu para tentar socorrer a filha. Ao abrir a porta do quarto, ela deparou-se com grandes labaredas. O berço do bebê já era consumido pelo fogo. A mãe entrou em pânico e saiu da casa. Quando começou a gritar e já pensava na morte de Andrieli, aconteceu o inesperado. - Não chora, tia, fica tranquila que eu salvo a sua filha, disse Riquelme. Lucilene tentou impedir o garoto, pois sabia que ele também poderia morrer. Mas ele não deu ouvidos, abaixou-se, tapou o nariz com os dedos e entrou na casa. Foi até o quarto onde Andrieli dormia, pegou-a pela perna, retirou-a do berço e, em poucos segundos, entregou-a nos braços da mãe. Logo em seguida, os bombeiros chegaram. Tudo o que havia dentro da casa foi perdido, mas Andrieli e Riquelme
estavam salvos, sem sequer um arranhão ou queimadura. No dia seguinte, o garoto não falava em outra coisa. Questionado se não teve medo, foi enfático. - Claro que não. O Homem-Aranha não é fraco e não tem medo de nada. Disponível em: . Acesso em: 15 set. 2013. Adaptado.
A frase em que a palavra em negrito está acentuada de acordo com a norma-padrão é:
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Q424886 Português
Texto 2

                                                Em SC, garoto-herói salva bebê em incêndio

Acredite: super-heróis realmente existem. E o garoto Riquelme Wesley dos Santos, de apenas cinco anos, é um deles. Fantasiado de Homem-Aranha, ele entrou em uma casa no meio de um incêndio para salvar um bebê, de um ano e 10 meses. Da residência, nada sobrou. Ficou a lição de alguém que arriscou a sua jovem vida para preservar a de outro, e a felicidade de uma família que, apesar de não ter mais a própria casa, continua unida. O fato ocorreu na localidade de São Sebastião, no pequeno município de Palmeira, na serra catarinense. Era fim de tarde de quinta-feira, quando Riquelme brincava de carrinho na casa da vizinha, Lucilene Córdova dos Santos, 36 anos. Enquanto ela lavava roupas nos fundos da casa, a filha mais nova, Andrieli dos Santos, de um ano e 10 meses, dormia no berço, no quarto da frente. Riquelme brincava no pátio com o irmão de Andrieli, de dez anos, quando percebeu o início do incêndio no quarto da menina. Ele chamou Lucilene, que correu para tentar socorrer a filha. Ao abrir a porta do quarto, ela deparou-se com grandes labaredas. O berço do bebê já era consumido pelo fogo. A mãe entrou em pânico e saiu da casa. Quando começou a gritar e já pensava na morte de Andrieli, aconteceu o inesperado. - Não chora, tia, fica tranquila que eu salvo a sua filha, disse Riquelme. Lucilene tentou impedir o garoto, pois sabia que ele também poderia morrer. Mas ele não deu ouvidos, abaixou-se, tapou o nariz com os dedos e entrou na casa. Foi até o quarto onde Andrieli dormia, pegou-a pela perna, retirou-a do berço e, em poucos segundos, entregou-a nos braços da mãe. Logo em seguida, os bombeiros chegaram. Tudo o que havia dentro da casa foi perdido, mas Andrieli e Riquelme
estavam salvos, sem sequer um arranhão ou queimadura. No dia seguinte, o garoto não falava em outra coisa. Questionado se não teve medo, foi enfático. - Claro que não. O Homem-Aranha não é fraco e não tem medo de nada. Disponível em: . Acesso em: 15 set. 2013. Adaptado.
A frase que está pontuada de acordo com a norma-padrão é:
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Q424881 Português
Texto 2

                                                Em SC, garoto-herói salva bebê em incêndio

Acredite: super-heróis realmente existem. E o garoto Riquelme Wesley dos Santos, de apenas cinco anos, é um deles. Fantasiado de Homem-Aranha, ele entrou em uma casa no meio de um incêndio para salvar um bebê, de um ano e 10 meses. Da residência, nada sobrou. Ficou a lição de alguém que arriscou a sua jovem vida para preservar a de outro, e a felicidade de uma família que, apesar de não ter mais a própria casa, continua unida. O fato ocorreu na localidade de São Sebastião, no pequeno município de Palmeira, na serra catarinense. Era fim de tarde de quinta-feira, quando Riquelme brincava de carrinho na casa da vizinha, Lucilene Córdova dos Santos, 36 anos. Enquanto ela lavava roupas nos fundos da casa, a filha mais nova, Andrieli dos Santos, de um ano e 10 meses, dormia no berço, no quarto da frente. Riquelme brincava no pátio com o irmão de Andrieli, de dez anos, quando percebeu o início do incêndio no quarto da menina. Ele chamou Lucilene, que correu para tentar socorrer a filha. Ao abrir a porta do quarto, ela deparou-se com grandes labaredas. O berço do bebê já era consumido pelo fogo. A mãe entrou em pânico e saiu da casa. Quando começou a gritar e já pensava na morte de Andrieli, aconteceu o inesperado. - Não chora, tia, fica tranquila que eu salvo a sua filha, disse Riquelme. Lucilene tentou impedir o garoto, pois sabia que ele também poderia morrer. Mas ele não deu ouvidos, abaixou-se, tapou o nariz com os dedos e entrou na casa. Foi até o quarto onde Andrieli dormia, pegou-a pela perna, retirou-a do berço e, em poucos segundos, entregou-a nos braços da mãe. Logo em seguida, os bombeiros chegaram. Tudo o que havia dentro da casa foi perdido, mas Andrieli e Riquelme
estavam salvos, sem sequer um arranhão ou queimadura. No dia seguinte, o garoto não falava em outra coisa. Questionado se não teve medo, foi enfático. - Claro que não. O Homem-Aranha não é fraco e não tem medo de nada. Disponível em: . Acesso em: 15 set. 2013. Adaptado.
A frase em que as palavras destacadas estão grafadas corretamente é:
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Q424877 Português
Texto 2

                                                Em SC, garoto-herói salva bebê em incêndio

Acredite: super-heróis realmente existem. E o garoto Riquelme Wesley dos Santos, de apenas cinco anos, é um deles. Fantasiado de Homem-Aranha, ele entrou em uma casa no meio de um incêndio para salvar um bebê, de um ano e 10 meses. Da residência, nada sobrou. Ficou a lição de alguém que arriscou a sua jovem vida para preservar a de outro, e a felicidade de uma família que, apesar de não ter mais a própria casa, continua unida. O fato ocorreu na localidade de São Sebastião, no pequeno município de Palmeira, na serra catarinense. Era fim de tarde de quinta-feira, quando Riquelme brincava de carrinho na casa da vizinha, Lucilene Córdova dos Santos, 36 anos. Enquanto ela lavava roupas nos fundos da casa, a filha mais nova, Andrieli dos Santos, de um ano e 10 meses, dormia no berço, no quarto da frente. Riquelme brincava no pátio com o irmão de Andrieli, de dez anos, quando percebeu o início do incêndio no quarto da menina. Ele chamou Lucilene, que correu para tentar socorrer a filha. Ao abrir a porta do quarto, ela deparou-se com grandes labaredas. O berço do bebê já era consumido pelo fogo. A mãe entrou em pânico e saiu da casa. Quando começou a gritar e já pensava na morte de Andrieli, aconteceu o inesperado. - Não chora, tia, fica tranquila que eu salvo a sua filha, disse Riquelme. Lucilene tentou impedir o garoto, pois sabia que ele também poderia morrer. Mas ele não deu ouvidos, abaixou-se, tapou o nariz com os dedos e entrou na casa. Foi até o quarto onde Andrieli dormia, pegou-a pela perna, retirou-a do berço e, em poucos segundos, entregou-a nos braços da mãe. Logo em seguida, os bombeiros chegaram. Tudo o que havia dentro da casa foi perdido, mas Andrieli e Riquelme
estavam salvos, sem sequer um arranhão ou queimadura. No dia seguinte, o garoto não falava em outra coisa. Questionado se não teve medo, foi enfático. - Claro que não. O Homem-Aranha não é fraco e não tem medo de nada. Disponível em: . Acesso em: 15 set. 2013. Adaptado.
No trecho do Texto II “Lucilene tentou impedir o garoto, pois sabia que ele também poderia morrer" ( l. 35-36), a palavra em negrito pode ser substituída, sem alterar o sentido da frase, por
Alternativas
Q424873 Português
Texto 2

                                                Em SC, garoto-herói salva bebê em incêndio

Acredite: super-heróis realmente existem. E o garoto Riquelme Wesley dos Santos, de apenas cinco anos, é um deles. Fantasiado de Homem-Aranha, ele entrou em uma casa no meio de um incêndio para salvar um bebê, de um ano e 10 meses. Da residência, nada sobrou. Ficou a lição de alguém que arriscou a sua jovem vida para preservar a de outro, e a felicidade de uma família que, apesar de não ter mais a própria casa, continua unida. O fato ocorreu na localidade de São Sebastião, no pequeno município de Palmeira, na serra catarinense. Era fim de tarde de quinta-feira, quando Riquelme brincava de carrinho na casa da vizinha, Lucilene Córdova dos Santos, 36 anos. Enquanto ela lavava roupas nos fundos da casa, a filha mais nova, Andrieli dos Santos, de um ano e 10 meses, dormia no berço, no quarto da frente. Riquelme brincava no pátio com o irmão de Andrieli, de dez anos, quando percebeu o início do incêndio no quarto da menina. Ele chamou Lucilene, que correu para tentar socorrer a filha. Ao abrir a porta do quarto, ela deparou-se com grandes labaredas. O berço do bebê já era consumido pelo fogo. A mãe entrou em pânico e saiu da casa. Quando começou a gritar e já pensava na morte de Andrieli, aconteceu o inesperado. - Não chora, tia, fica tranquila que eu salvo a sua filha, disse Riquelme. Lucilene tentou impedir o garoto, pois sabia que ele também poderia morrer. Mas ele não deu ouvidos, abaixou-se, tapou o nariz com os dedos e entrou na casa. Foi até o quarto onde Andrieli dormia, pegou-a pela perna, retirou-a do berço e, em poucos segundos, entregou-a nos braços da mãe. Logo em seguida, os bombeiros chegaram. Tudo o que havia dentro da casa foi perdido, mas Andrieli e Riquelme
estavam salvos, sem sequer um arranhão ou queimadura. No dia seguinte, o garoto não falava em outra coisa. Questionado se não teve medo, foi enfático. - Claro que não. O Homem-Aranha não é fraco e não tem medo de nada. Disponível em: . Acesso em: 15 set. 2013. Adaptado.
“Quando começou a gritar e já pensava na morte de Andrieli, aconteceu o inesperado" ( l. 31-32) A palavra inesperado foi usada para apresentar o seguinte fato:
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Q424867 Português
Texto 2

                                                Em SC, garoto-herói salva bebê em incêndio

Acredite: super-heróis realmente existem. E o garoto Riquelme Wesley dos Santos, de apenas cinco anos, é um deles. Fantasiado de Homem-Aranha, ele entrou em uma casa no meio de um incêndio para salvar um bebê, de um ano e 10 meses. Da residência, nada sobrou. Ficou a lição de alguém que arriscou a sua jovem vida para preservar a de outro, e a felicidade de uma família que, apesar de não ter mais a própria casa, continua unida. O fato ocorreu na localidade de São Sebastião, no pequeno município de Palmeira, na serra catarinense. Era fim de tarde de quinta-feira, quando Riquelme brincava de carrinho na casa da vizinha, Lucilene Córdova dos Santos, 36 anos. Enquanto ela lavava roupas nos fundos da casa, a filha mais nova, Andrieli dos Santos, de um ano e 10 meses, dormia no berço, no quarto da frente. Riquelme brincava no pátio com o irmão de Andrieli, de dez anos, quando percebeu o início do incêndio no quarto da menina. Ele chamou Lucilene, que correu para tentar socorrer a filha. Ao abrir a porta do quarto, ela deparou-se com grandes labaredas. O berço do bebê já era consumido pelo fogo. A mãe entrou em pânico e saiu da casa. Quando começou a gritar e já pensava na morte de Andrieli, aconteceu o inesperado. - Não chora, tia, fica tranquila que eu salvo a sua filha, disse Riquelme. Lucilene tentou impedir o garoto, pois sabia que ele também poderia morrer. Mas ele não deu ouvidos, abaixou-se, tapou o nariz com os dedos e entrou na casa. Foi até o quarto onde Andrieli dormia, pegou-a pela perna, retirou-a do berço e, em poucos segundos, entregou-a nos braços da mãe. Logo em seguida, os bombeiros chegaram. Tudo o que havia dentro da casa foi perdido, mas Andrieli e Riquelme
estavam salvos, sem sequer um arranhão ou queimadura. No dia seguinte, o garoto não falava em outra coisa. Questionado se não teve medo, foi enfático. - Claro que não. O Homem-Aranha não é fraco e não tem medo de nada. Disponível em: . Acesso em: 15 set. 2013. Adaptado.
No trecho do Texto II: “ela deparou-se com grandes labaredas" ( l. 27-28), o sentido de deparou-se é
Alternativas
Q424863 Português
Texto 2

                                                Em SC, garoto-herói salva bebê em incêndio

Acredite: super-heróis realmente existem. E o garoto Riquelme Wesley dos Santos, de apenas cinco anos, é um deles. Fantasiado de Homem-Aranha, ele entrou em uma casa no meio de um incêndio para salvar um bebê, de um ano e 10 meses. Da residência, nada sobrou. Ficou a lição de alguém que arriscou a sua jovem vida para preservar a de outro, e a felicidade de uma família que, apesar de não ter mais a própria casa, continua unida. O fato ocorreu na localidade de São Sebastião, no pequeno município de Palmeira, na serra catarinense. Era fim de tarde de quinta-feira, quando Riquelme brincava de carrinho na casa da vizinha, Lucilene Córdova dos Santos, 36 anos. Enquanto ela lavava roupas nos fundos da casa, a filha mais nova, Andrieli dos Santos, de um ano e 10 meses, dormia no berço, no quarto da frente. Riquelme brincava no pátio com o irmão de Andrieli, de dez anos, quando percebeu o início do incêndio no quarto da menina. Ele chamou Lucilene, que correu para tentar socorrer a filha. Ao abrir a porta do quarto, ela deparou-se com grandes labaredas. O berço do bebê já era consumido pelo fogo. A mãe entrou em pânico e saiu da casa. Quando começou a gritar e já pensava na morte de Andrieli, aconteceu o inesperado. - Não chora, tia, fica tranquila que eu salvo a sua filha, disse Riquelme. Lucilene tentou impedir o garoto, pois sabia que ele também poderia morrer. Mas ele não deu ouvidos, abaixou-se, tapou o nariz com os dedos e entrou na casa. Foi até o quarto onde Andrieli dormia, pegou-a pela perna, retirou-a do berço e, em poucos segundos, entregou-a nos braços da mãe. Logo em seguida, os bombeiros chegaram. Tudo o que havia dentro da casa foi perdido, mas Andrieli e Riquelme
estavam salvos, sem sequer um arranhão ou queimadura. No dia seguinte, o garoto não falava em outra coisa. Questionado se não teve medo, foi enfático. - Claro que não. O Homem-Aranha não é fraco e não tem medo de nada. Disponível em: . Acesso em: 15 set. 2013. Adaptado.

                                                     Mamãe Catita
O mundo cão jamais será o mesmo. Para o bem. Mora na rua Operário Campista, na cidade fluminense de Campos, uma cadela vira-lata que todo mundo chama de Catita – que aliás nem é nome porque catita é gíria que quer dizer cadeia. E mora também nessa rua um empertigado pit bull que atende por Wolf (lobo em inglês). Eis que Catita pôs Wolf para correr e fez dele um pit-lata. Ele atacava na quarta-feira 24 o garoto de quatro anos Lucas Martins (duas cirurgias no rosto) quando Catita, que amamenta cinco filhotes, entrou para a história. Teve o dorso mordido, teve parte da orelha arrancada. Mas salvou Lucas, que continua assustado e repete sem parar: “Catita matou o cachorrão." Matar não matou, mas fez o lobo chispar. A dona de Catita, Elizabeth Tavares, é tia do garoto. Pôs à venda os filhotes, R$ 100 cada um: “São vira-latas. Mas filhos de uma heroína". IstoÉ independente. Rio de Janeiro: Três, n. 1535, 03 mar. 1999. Disponível em: . Acesso em: 20 out. 2013. Adaptado.

Os Textos I e II apresentam a ideia da seguinte frase:
Alternativas
Q424862 Português
Texto 2

                                                Em SC, garoto-herói salva bebê em incêndio

Acredite: super-heróis realmente existem. E o garoto Riquelme Wesley dos Santos, de apenas cinco anos, é um deles. Fantasiado de Homem-Aranha, ele entrou em uma casa no meio de um incêndio para salvar um bebê, de um ano e 10 meses. Da residência, nada sobrou. Ficou a lição de alguém que arriscou a sua jovem vida para preservar a de outro, e a felicidade de uma família que, apesar de não ter mais a própria casa, continua unida. O fato ocorreu na localidade de São Sebastião, no pequeno município de Palmeira, na serra catarinense. Era fim de tarde de quinta-feira, quando Riquelme brincava de carrinho na casa da vizinha, Lucilene Córdova dos Santos, 36 anos. Enquanto ela lavava roupas nos fundos da casa, a filha mais nova, Andrieli dos Santos, de um ano e 10 meses, dormia no berço, no quarto da frente. Riquelme brincava no pátio com o irmão de Andrieli, de dez anos, quando percebeu o início do incêndio no quarto da menina. Ele chamou Lucilene, que correu para tentar socorrer a filha. Ao abrir a porta do quarto, ela deparou-se com grandes labaredas. O berço do bebê já era consumido pelo fogo. A mãe entrou em pânico e saiu da casa. Quando começou a gritar e já pensava na morte de Andrieli, aconteceu o inesperado. - Não chora, tia, fica tranquila que eu salvo a sua filha, disse Riquelme. Lucilene tentou impedir o garoto, pois sabia que ele também poderia morrer. Mas ele não deu ouvidos, abaixou-se, tapou o nariz com os dedos e entrou na casa. Foi até o quarto onde Andrieli dormia, pegou-a pela perna, retirou-a do berço e, em poucos segundos, entregou-a nos braços da mãe. Logo em seguida, os bombeiros chegaram. Tudo o que havia dentro da casa foi perdido, mas Andrieli e Riquelme
estavam salvos, sem sequer um arranhão ou queimadura. No dia seguinte, o garoto não falava em outra coisa. Questionado se não teve medo, foi enfático. - Claro que não. O Homem-Aranha não é fraco e não tem medo de nada. Disponível em: . Acesso em: 15 set. 2013. Adaptado.
No Texto II, os fatos são narrados na seguinte sequência:
Alternativas
Q424861 Português
Texto 2

                                                Em SC, garoto-herói salva bebê em incêndio

Acredite: super-heróis realmente existem. E o garoto Riquelme Wesley dos Santos, de apenas cinco anos, é um deles. Fantasiado de Homem-Aranha, ele entrou em uma casa no meio de um incêndio para salvar um bebê, de um ano e 10 meses. Da residência, nada sobrou. Ficou a lição de alguém que arriscou a sua jovem vida para preservar a de outro, e a felicidade de uma família que, apesar de não ter mais a própria casa, continua unida. O fato ocorreu na localidade de São Sebastião, no pequeno município de Palmeira, na serra catarinense. Era fim de tarde de quinta-feira, quando Riquelme brincava de carrinho na casa da vizinha, Lucilene Córdova dos Santos, 36 anos. Enquanto ela lavava roupas nos fundos da casa, a filha mais nova, Andrieli dos Santos, de um ano e 10 meses, dormia no berço, no quarto da frente. Riquelme brincava no pátio com o irmão de Andrieli, de dez anos, quando percebeu o início do incêndio no quarto da menina. Ele chamou Lucilene, que correu para tentar socorrer a filha. Ao abrir a porta do quarto, ela deparou-se com grandes labaredas. O berço do bebê já era consumido pelo fogo. A mãe entrou em pânico e saiu da casa. Quando começou a gritar e já pensava na morte de Andrieli, aconteceu o inesperado. - Não chora, tia, fica tranquila que eu salvo a sua filha, disse Riquelme. Lucilene tentou impedir o garoto, pois sabia que ele também poderia morrer. Mas ele não deu ouvidos, abaixou-se, tapou o nariz com os dedos e entrou na casa. Foi até o quarto onde Andrieli dormia, pegou-a pela perna, retirou-a do berço e, em poucos segundos, entregou-a nos braços da mãe. Logo em seguida, os bombeiros chegaram. Tudo o que havia dentro da casa foi perdido, mas Andrieli e Riquelme
estavam salvos, sem sequer um arranhão ou queimadura. No dia seguinte, o garoto não falava em outra coisa. Questionado se não teve medo, foi enfático. - Claro que não. O Homem-Aranha não é fraco e não tem medo de nada. Disponível em: . Acesso em: 15 set. 2013. Adaptado.
Comparando-se o Texto II ao Texto I verifica-se que os dois narram histórias de
Alternativas
Q424860 Português
                                                                     Mamãe Catita
O mundo cão jamais será o mesmo. Para o bem. Mora na rua Operário Campista, na cidade fluminense de Campos, uma cadela vira-lata que todo mundo chama de Catita – que aliás nem é nome porque catita é gíria que quer dizer cadeia. E mora também nessa rua um empertigado pit bull que atende por Wolf (lobo em inglês). Eis que Catita pôs Wolf para correr e fez dele um pit-lata. Ele atacava na quarta-feira 24 o garoto de quatro anos Lucas Martins (duas cirurgias no rosto) quando Catita, que amamenta cinco filhotes, entrou para a história. Teve o dorso mordido, teve parte da orelha arrancada. Mas salvou Lucas, que continua assustado e repete sem parar: “Catita matou o cachorrão.” Matar não matou, mas fez o lobo chispar. A dona de Catita, Elizabeth Tavares, é tia do garoto. Pôs à venda os filhotes, R$ 100 cada um: “São vira-latas. Mas filhos de uma heroína”. IstoÉ independente. Rio de Janeiro: Três, n. 1535, 03 mar. 1999. Disponível em: . Acesso em: 20 out. 2013. Adaptado.
A frase em que a palavra em negrito está grafada corretamente é:
Alternativas
Q424859 Português
                                                                     Mamãe Catita
O mundo cão jamais será o mesmo. Para o bem. Mora na rua Operário Campista, na cidade fluminense de Campos, uma cadela vira-lata que todo mundo chama de Catita – que aliás nem é nome porque catita é gíria que quer dizer cadeia. E mora também nessa rua um empertigado pit bull que atende por Wolf (lobo em inglês). Eis que Catita pôs Wolf para correr e fez dele um pit-lata. Ele atacava na quarta-feira 24 o garoto de quatro anos Lucas Martins (duas cirurgias no rosto) quando Catita, que amamenta cinco filhotes, entrou para a história. Teve o dorso mordido, teve parte da orelha arrancada. Mas salvou Lucas, que continua assustado e repete sem parar: “Catita matou o cachorrão.” Matar não matou, mas fez o lobo chispar. A dona de Catita, Elizabeth Tavares, é tia do garoto. Pôs à venda os filhotes, R$ 100 cada um: “São vira-latas. Mas filhos de uma heroína”. IstoÉ independente. Rio de Janeiro: Três, n. 1535, 03 mar. 1999. Disponível em: . Acesso em: 20 out. 2013. Adaptado.
A frase em que a vírgula está empregada corretamente é:
Alternativas
Respostas
1121: D
1122: A
1123: C
1124: B
1125: D
1126: E
1127: A
1128: E
1129: C
1130: D
1131: D
1132: A
1133: D
1134: A
1135: B
1136: A
1137: C
1138: C
1139: B
1140: E