Questões de Concurso Sobre português para cesgranrio

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Q1829 Português

O QUE É... DECISÃO


No mundo corporativo, há algo vagamente conhecido
como "processo decisório", que são aqueles insondáveis
critérios adotados pela alta direção da empresa
para chegar a decisões que o funcionário não consegue
entender. Tudo começa com a própria origem da palavra
"decisão", que se formou a partir do verbo latino caedere
(cortar). Dependendo do prefixo que se utiliza, a palavra
assume um significado diferente: "incisão" é cortar para
dentro, "rescisão" é cortar de novo, "concisão" é o que já
foi cortado, e assim por diante. E dis caedere, de onde
veio "decisão", significa "cortar fora". Decidir é, portanto,
extirpar de uma situação tudo o que está atrapalhando e
ficar só com o que interessa.
E, por falar em cortar, todo mundo já deve ter
ouvido a célebre história do não menos célebre rei
Salomão, mas permitam-me recontá-la, transportando
os acontecimentos para uma empresa moderna. Então,
está um dia o rei Salomão em seu palácio, quando duas
mulheres são introduzidas na sala do trono. Aos berros
e puxões de cabelo, as duas disputam a maternidade
de uma criança recém-nascida. Ambas possuem
argumentos sólidos: testemunhos da gravidez recente,
depoimentos das parteiras, certidões de nascimento.
Mas, obviamente, uma das duas está mentindo: havia
perdido o seu bebê e, para compensar a dor, surrupiara
o filho da outra. Como os testes de DNA só seriam
inventados dali a milênios, nenhuma das autoridades
imperiais consultadas pelas litigantes havia conseguido
dar uma solução satisfatória ao impasse.
Então Salomão, em sua sabedoria, chama um
guarda, manda-o cortar a criança ao meio e dar metade
para cada uma das reclamantes. Diante da catástrofe
iminente, a verdadeira mãe suplica: "Não! Se for assim, ó
meu Senhor, dê a criança inteira e viva à outra!", enquanto
a falsa mãe faz aquela cara de "tudo bem, corta aí". Pronto.
Salomão manda entregar o bebê à mãe em pânico, e a
história se encerra com essa salomônica demonstração
de conhecimento da natureza humana.
Mas isso aconteceu antigamente. Se fosse hoje,
com certeza as duas mulheres optariam pela primeira
alternativa (porque ambas teriam feito um curso de Tomada
de Decisões). Aí é que entram os processos decisórios
dos salomões corporativos. Um gerente salomão
perguntaria à mãe putativa A: "Se eu lhe der esse menino,
ó mulher, o que dele esperas no futuro?" E ela diria:
"Quero que ele cresça com liberdade, que aprenda a cantar
com os pássaros e que possa viver 100 anos de felicidade".
E a mesma pergunta seria feita à mãe putativa B, que de
pronto responderia: "Que o menino cresça forte e obediente
e que possa um dia, por Vossa glória e pela glória
de Vosso reino, morrer no campo de batalha". Então, sem
piscar, o gerente salomão ordenaria que o bebê fosse
entregue à mãe putativa B.
Por quê? Porque na salomônica lógica das
empresas, a decisão dificilmente favorece o funcionário
que tem o argumento mais racional, mais sensato, mais
justo ou mais humano. A balança sempre pende para os
putativos que trazem mais benefício para o sistema.

GEHRINGER, Max. Revista Você S/A, jan. 2002.

A relação entre a palavra destacada e a expressão a que a mesma se refere está INCORRETA em:
Alternativas
Q1828 Português

O QUE É... DECISÃO


No mundo corporativo, há algo vagamente conhecido
como "processo decisório", que são aqueles insondáveis
critérios adotados pela alta direção da empresa
para chegar a decisões que o funcionário não consegue
entender. Tudo começa com a própria origem da palavra
"decisão", que se formou a partir do verbo latino caedere
(cortar). Dependendo do prefixo que se utiliza, a palavra
assume um significado diferente: "incisão" é cortar para
dentro, "rescisão" é cortar de novo, "concisão" é o que já
foi cortado, e assim por diante. E dis caedere, de onde
veio "decisão", significa "cortar fora". Decidir é, portanto,
extirpar de uma situação tudo o que está atrapalhando e
ficar só com o que interessa.
E, por falar em cortar, todo mundo já deve ter
ouvido a célebre história do não menos célebre rei
Salomão, mas permitam-me recontá-la, transportando
os acontecimentos para uma empresa moderna. Então,
está um dia o rei Salomão em seu palácio, quando duas
mulheres são introduzidas na sala do trono. Aos berros
e puxões de cabelo, as duas disputam a maternidade
de uma criança recém-nascida. Ambas possuem
argumentos sólidos: testemunhos da gravidez recente,
depoimentos das parteiras, certidões de nascimento.
Mas, obviamente, uma das duas está mentindo: havia
perdido o seu bebê e, para compensar a dor, surrupiara
o filho da outra. Como os testes de DNA só seriam
inventados dali a milênios, nenhuma das autoridades
imperiais consultadas pelas litigantes havia conseguido
dar uma solução satisfatória ao impasse.
Então Salomão, em sua sabedoria, chama um
guarda, manda-o cortar a criança ao meio e dar metade
para cada uma das reclamantes. Diante da catástrofe
iminente, a verdadeira mãe suplica: "Não! Se for assim, ó
meu Senhor, dê a criança inteira e viva à outra!", enquanto
a falsa mãe faz aquela cara de "tudo bem, corta aí". Pronto.
Salomão manda entregar o bebê à mãe em pânico, e a
história se encerra com essa salomônica demonstração
de conhecimento da natureza humana.
Mas isso aconteceu antigamente. Se fosse hoje,
com certeza as duas mulheres optariam pela primeira
alternativa (porque ambas teriam feito um curso de Tomada
de Decisões). Aí é que entram os processos decisórios
dos salomões corporativos. Um gerente salomão
perguntaria à mãe putativa A: "Se eu lhe der esse menino,
ó mulher, o que dele esperas no futuro?" E ela diria:
"Quero que ele cresça com liberdade, que aprenda a cantar
com os pássaros e que possa viver 100 anos de felicidade".
E a mesma pergunta seria feita à mãe putativa B, que de
pronto responderia: "Que o menino cresça forte e obediente
e que possa um dia, por Vossa glória e pela glória
de Vosso reino, morrer no campo de batalha". Então, sem
piscar, o gerente salomão ordenaria que o bebê fosse
entregue à mãe putativa B.
Por quê? Porque na salomônica lógica das
empresas, a decisão dificilmente favorece o funcionário
que tem o argumento mais racional, mais sensato, mais
justo ou mais humano. A balança sempre pende para os
putativos que trazem mais benefício para o sistema.

GEHRINGER, Max. Revista Você S/A, jan. 2002.

Por meio de uma carta, os funcionários _______________ aos superiores. Com respeito à regência, a forma verbal que preenche adequadamente a lacuna acima é:
Alternativas
Q1827 Português

O QUE É... DECISÃO


No mundo corporativo, há algo vagamente conhecido
como "processo decisório", que são aqueles insondáveis
critérios adotados pela alta direção da empresa
para chegar a decisões que o funcionário não consegue
entender. Tudo começa com a própria origem da palavra
"decisão", que se formou a partir do verbo latino caedere
(cortar). Dependendo do prefixo que se utiliza, a palavra
assume um significado diferente: "incisão" é cortar para
dentro, "rescisão" é cortar de novo, "concisão" é o que já
foi cortado, e assim por diante. E dis caedere, de onde
veio "decisão", significa "cortar fora". Decidir é, portanto,
extirpar de uma situação tudo o que está atrapalhando e
ficar só com o que interessa.
E, por falar em cortar, todo mundo já deve ter
ouvido a célebre história do não menos célebre rei
Salomão, mas permitam-me recontá-la, transportando
os acontecimentos para uma empresa moderna. Então,
está um dia o rei Salomão em seu palácio, quando duas
mulheres são introduzidas na sala do trono. Aos berros
e puxões de cabelo, as duas disputam a maternidade
de uma criança recém-nascida. Ambas possuem
argumentos sólidos: testemunhos da gravidez recente,
depoimentos das parteiras, certidões de nascimento.
Mas, obviamente, uma das duas está mentindo: havia
perdido o seu bebê e, para compensar a dor, surrupiara
o filho da outra. Como os testes de DNA só seriam
inventados dali a milênios, nenhuma das autoridades
imperiais consultadas pelas litigantes havia conseguido
dar uma solução satisfatória ao impasse.
Então Salomão, em sua sabedoria, chama um
guarda, manda-o cortar a criança ao meio e dar metade
para cada uma das reclamantes. Diante da catástrofe
iminente, a verdadeira mãe suplica: "Não! Se for assim, ó
meu Senhor, dê a criança inteira e viva à outra!", enquanto
a falsa mãe faz aquela cara de "tudo bem, corta aí". Pronto.
Salomão manda entregar o bebê à mãe em pânico, e a
história se encerra com essa salomônica demonstração
de conhecimento da natureza humana.
Mas isso aconteceu antigamente. Se fosse hoje,
com certeza as duas mulheres optariam pela primeira
alternativa (porque ambas teriam feito um curso de Tomada
de Decisões). Aí é que entram os processos decisórios
dos salomões corporativos. Um gerente salomão
perguntaria à mãe putativa A: "Se eu lhe der esse menino,
ó mulher, o que dele esperas no futuro?" E ela diria:
"Quero que ele cresça com liberdade, que aprenda a cantar
com os pássaros e que possa viver 100 anos de felicidade".
E a mesma pergunta seria feita à mãe putativa B, que de
pronto responderia: "Que o menino cresça forte e obediente
e que possa um dia, por Vossa glória e pela glória
de Vosso reino, morrer no campo de batalha". Então, sem
piscar, o gerente salomão ordenaria que o bebê fosse
entregue à mãe putativa B.
Por quê? Porque na salomônica lógica das
empresas, a decisão dificilmente favorece o funcionário
que tem o argumento mais racional, mais sensato, mais
justo ou mais humano. A balança sempre pende para os
putativos que trazem mais benefício para o sistema.

GEHRINGER, Max. Revista Você S/A, jan. 2002.

Assinale a opção em que a alteração, assinalada em negrito, feita em relação à forma original está correta.
Alternativas
Q1826 Português

O QUE É... DECISÃO


No mundo corporativo, há algo vagamente conhecido
como "processo decisório", que são aqueles insondáveis
critérios adotados pela alta direção da empresa
para chegar a decisões que o funcionário não consegue
entender. Tudo começa com a própria origem da palavra
"decisão", que se formou a partir do verbo latino caedere
(cortar). Dependendo do prefixo que se utiliza, a palavra
assume um significado diferente: "incisão" é cortar para
dentro, "rescisão" é cortar de novo, "concisão" é o que já
foi cortado, e assim por diante. E dis caedere, de onde
veio "decisão", significa "cortar fora". Decidir é, portanto,
extirpar de uma situação tudo o que está atrapalhando e
ficar só com o que interessa.
E, por falar em cortar, todo mundo já deve ter
ouvido a célebre história do não menos célebre rei
Salomão, mas permitam-me recontá-la, transportando
os acontecimentos para uma empresa moderna. Então,
está um dia o rei Salomão em seu palácio, quando duas
mulheres são introduzidas na sala do trono. Aos berros
e puxões de cabelo, as duas disputam a maternidade
de uma criança recém-nascida. Ambas possuem
argumentos sólidos: testemunhos da gravidez recente,
depoimentos das parteiras, certidões de nascimento.
Mas, obviamente, uma das duas está mentindo: havia
perdido o seu bebê e, para compensar a dor, surrupiara
o filho da outra. Como os testes de DNA só seriam
inventados dali a milênios, nenhuma das autoridades
imperiais consultadas pelas litigantes havia conseguido
dar uma solução satisfatória ao impasse.
Então Salomão, em sua sabedoria, chama um
guarda, manda-o cortar a criança ao meio e dar metade
para cada uma das reclamantes. Diante da catástrofe
iminente, a verdadeira mãe suplica: "Não! Se for assim, ó
meu Senhor, dê a criança inteira e viva à outra!", enquanto
a falsa mãe faz aquela cara de "tudo bem, corta aí". Pronto.
Salomão manda entregar o bebê à mãe em pânico, e a
história se encerra com essa salomônica demonstração
de conhecimento da natureza humana.
Mas isso aconteceu antigamente. Se fosse hoje,
com certeza as duas mulheres optariam pela primeira
alternativa (porque ambas teriam feito um curso de Tomada
de Decisões). Aí é que entram os processos decisórios
dos salomões corporativos. Um gerente salomão
perguntaria à mãe putativa A: "Se eu lhe der esse menino,
ó mulher, o que dele esperas no futuro?" E ela diria:
"Quero que ele cresça com liberdade, que aprenda a cantar
com os pássaros e que possa viver 100 anos de felicidade".
E a mesma pergunta seria feita à mãe putativa B, que de
pronto responderia: "Que o menino cresça forte e obediente
e que possa um dia, por Vossa glória e pela glória
de Vosso reino, morrer no campo de batalha". Então, sem
piscar, o gerente salomão ordenaria que o bebê fosse
entregue à mãe putativa B.
Por quê? Porque na salomônica lógica das
empresas, a decisão dificilmente favorece o funcionário
que tem o argumento mais racional, mais sensato, mais
justo ou mais humano. A balança sempre pende para os
putativos que trazem mais benefício para o sistema.

GEHRINGER, Max. Revista Você S/A, jan. 2002.

Com base no período "Como os testes de DNA só seriam inventados dali a milênios, nenhuma das autoridades imperiais consultadas pelas litigantes havia conseguido dar uma solução satisfatória ao impasse." (l. 26-29), pode-se inferir que:
Alternativas
Q1825 Português

O QUE É... DECISÃO


No mundo corporativo, há algo vagamente conhecido
como "processo decisório", que são aqueles insondáveis
critérios adotados pela alta direção da empresa
para chegar a decisões que o funcionário não consegue
entender. Tudo começa com a própria origem da palavra
"decisão", que se formou a partir do verbo latino caedere
(cortar). Dependendo do prefixo que se utiliza, a palavra
assume um significado diferente: "incisão" é cortar para
dentro, "rescisão" é cortar de novo, "concisão" é o que já
foi cortado, e assim por diante. E dis caedere, de onde
veio "decisão", significa "cortar fora". Decidir é, portanto,
extirpar de uma situação tudo o que está atrapalhando e
ficar só com o que interessa.
E, por falar em cortar, todo mundo já deve ter
ouvido a célebre história do não menos célebre rei
Salomão, mas permitam-me recontá-la, transportando
os acontecimentos para uma empresa moderna. Então,
está um dia o rei Salomão em seu palácio, quando duas
mulheres são introduzidas na sala do trono. Aos berros
e puxões de cabelo, as duas disputam a maternidade
de uma criança recém-nascida. Ambas possuem
argumentos sólidos: testemunhos da gravidez recente,
depoimentos das parteiras, certidões de nascimento.
Mas, obviamente, uma das duas está mentindo: havia
perdido o seu bebê e, para compensar a dor, surrupiara
o filho da outra. Como os testes de DNA só seriam
inventados dali a milênios, nenhuma das autoridades
imperiais consultadas pelas litigantes havia conseguido
dar uma solução satisfatória ao impasse.
Então Salomão, em sua sabedoria, chama um
guarda, manda-o cortar a criança ao meio e dar metade
para cada uma das reclamantes. Diante da catástrofe
iminente, a verdadeira mãe suplica: "Não! Se for assim, ó
meu Senhor, dê a criança inteira e viva à outra!", enquanto
a falsa mãe faz aquela cara de "tudo bem, corta aí". Pronto.
Salomão manda entregar o bebê à mãe em pânico, e a
história se encerra com essa salomônica demonstração
de conhecimento da natureza humana.
Mas isso aconteceu antigamente. Se fosse hoje,
com certeza as duas mulheres optariam pela primeira
alternativa (porque ambas teriam feito um curso de Tomada
de Decisões). Aí é que entram os processos decisórios
dos salomões corporativos. Um gerente salomão
perguntaria à mãe putativa A: "Se eu lhe der esse menino,
ó mulher, o que dele esperas no futuro?" E ela diria:
"Quero que ele cresça com liberdade, que aprenda a cantar
com os pássaros e que possa viver 100 anos de felicidade".
E a mesma pergunta seria feita à mãe putativa B, que de
pronto responderia: "Que o menino cresça forte e obediente
e que possa um dia, por Vossa glória e pela glória
de Vosso reino, morrer no campo de batalha". Então, sem
piscar, o gerente salomão ordenaria que o bebê fosse
entregue à mãe putativa B.
Por quê? Porque na salomônica lógica das
empresas, a decisão dificilmente favorece o funcionário
que tem o argumento mais racional, mais sensato, mais
justo ou mais humano. A balança sempre pende para os
putativos que trazem mais benefício para o sistema.

GEHRINGER, Max. Revista Você S/A, jan. 2002.

Indique a opção na qual as frases "Se fosse hoje, com certeza as duas mulheres optariam pela primeira alternativa..." (l. 39-41) e "Aí é que entram os processos decisórios dos salomões corporativos." (l. 42-43) aparecem reescritas em um único período, sem alteração do sentido original.
Alternativas
Q1824 Português

O QUE É... DECISÃO


No mundo corporativo, há algo vagamente conhecido
como "processo decisório", que são aqueles insondáveis
critérios adotados pela alta direção da empresa
para chegar a decisões que o funcionário não consegue
entender. Tudo começa com a própria origem da palavra
"decisão", que se formou a partir do verbo latino caedere
(cortar). Dependendo do prefixo que se utiliza, a palavra
assume um significado diferente: "incisão" é cortar para
dentro, "rescisão" é cortar de novo, "concisão" é o que já
foi cortado, e assim por diante. E dis caedere, de onde
veio "decisão", significa "cortar fora". Decidir é, portanto,
extirpar de uma situação tudo o que está atrapalhando e
ficar só com o que interessa.
E, por falar em cortar, todo mundo já deve ter
ouvido a célebre história do não menos célebre rei
Salomão, mas permitam-me recontá-la, transportando
os acontecimentos para uma empresa moderna. Então,
está um dia o rei Salomão em seu palácio, quando duas
mulheres são introduzidas na sala do trono. Aos berros
e puxões de cabelo, as duas disputam a maternidade
de uma criança recém-nascida. Ambas possuem
argumentos sólidos: testemunhos da gravidez recente,
depoimentos das parteiras, certidões de nascimento.
Mas, obviamente, uma das duas está mentindo: havia
perdido o seu bebê e, para compensar a dor, surrupiara
o filho da outra. Como os testes de DNA só seriam
inventados dali a milênios, nenhuma das autoridades
imperiais consultadas pelas litigantes havia conseguido
dar uma solução satisfatória ao impasse.
Então Salomão, em sua sabedoria, chama um
guarda, manda-o cortar a criança ao meio e dar metade
para cada uma das reclamantes. Diante da catástrofe
iminente, a verdadeira mãe suplica: "Não! Se for assim, ó
meu Senhor, dê a criança inteira e viva à outra!", enquanto
a falsa mãe faz aquela cara de "tudo bem, corta aí". Pronto.
Salomão manda entregar o bebê à mãe em pânico, e a
história se encerra com essa salomônica demonstração
de conhecimento da natureza humana.
Mas isso aconteceu antigamente. Se fosse hoje,
com certeza as duas mulheres optariam pela primeira
alternativa (porque ambas teriam feito um curso de Tomada
de Decisões). Aí é que entram os processos decisórios
dos salomões corporativos. Um gerente salomão
perguntaria à mãe putativa A: "Se eu lhe der esse menino,
ó mulher, o que dele esperas no futuro?" E ela diria:
"Quero que ele cresça com liberdade, que aprenda a cantar
com os pássaros e que possa viver 100 anos de felicidade".
E a mesma pergunta seria feita à mãe putativa B, que de
pronto responderia: "Que o menino cresça forte e obediente
e que possa um dia, por Vossa glória e pela glória
de Vosso reino, morrer no campo de batalha". Então, sem
piscar, o gerente salomão ordenaria que o bebê fosse
entregue à mãe putativa B.
Por quê? Porque na salomônica lógica das
empresas, a decisão dificilmente favorece o funcionário
que tem o argumento mais racional, mais sensato, mais
justo ou mais humano. A balança sempre pende para os
putativos que trazem mais benefício para o sistema.

GEHRINGER, Max. Revista Você S/A, jan. 2002.

Nas opções abaixo, as palavras ou expressões destacadas representam sínteses de trechos do texto, EXCETO em uma. Assinale-a.
Alternativas
Q1823 Português

O QUE É... DECISÃO


No mundo corporativo, há algo vagamente conhecido
como "processo decisório", que são aqueles insondáveis
critérios adotados pela alta direção da empresa
para chegar a decisões que o funcionário não consegue
entender. Tudo começa com a própria origem da palavra
"decisão", que se formou a partir do verbo latino caedere
(cortar). Dependendo do prefixo que se utiliza, a palavra
assume um significado diferente: "incisão" é cortar para
dentro, "rescisão" é cortar de novo, "concisão" é o que já
foi cortado, e assim por diante. E dis caedere, de onde
veio "decisão", significa "cortar fora". Decidir é, portanto,
extirpar de uma situação tudo o que está atrapalhando e
ficar só com o que interessa.
E, por falar em cortar, todo mundo já deve ter
ouvido a célebre história do não menos célebre rei
Salomão, mas permitam-me recontá-la, transportando
os acontecimentos para uma empresa moderna. Então,
está um dia o rei Salomão em seu palácio, quando duas
mulheres são introduzidas na sala do trono. Aos berros
e puxões de cabelo, as duas disputam a maternidade
de uma criança recém-nascida. Ambas possuem
argumentos sólidos: testemunhos da gravidez recente,
depoimentos das parteiras, certidões de nascimento.
Mas, obviamente, uma das duas está mentindo: havia
perdido o seu bebê e, para compensar a dor, surrupiara
o filho da outra. Como os testes de DNA só seriam
inventados dali a milênios, nenhuma das autoridades
imperiais consultadas pelas litigantes havia conseguido
dar uma solução satisfatória ao impasse.
Então Salomão, em sua sabedoria, chama um
guarda, manda-o cortar a criança ao meio e dar metade
para cada uma das reclamantes. Diante da catástrofe
iminente, a verdadeira mãe suplica: "Não! Se for assim, ó
meu Senhor, dê a criança inteira e viva à outra!", enquanto
a falsa mãe faz aquela cara de "tudo bem, corta aí". Pronto.
Salomão manda entregar o bebê à mãe em pânico, e a
história se encerra com essa salomônica demonstração
de conhecimento da natureza humana.
Mas isso aconteceu antigamente. Se fosse hoje,
com certeza as duas mulheres optariam pela primeira
alternativa (porque ambas teriam feito um curso de Tomada
de Decisões). Aí é que entram os processos decisórios
dos salomões corporativos. Um gerente salomão
perguntaria à mãe putativa A: "Se eu lhe der esse menino,
ó mulher, o que dele esperas no futuro?" E ela diria:
"Quero que ele cresça com liberdade, que aprenda a cantar
com os pássaros e que possa viver 100 anos de felicidade".
E a mesma pergunta seria feita à mãe putativa B, que de
pronto responderia: "Que o menino cresça forte e obediente
e que possa um dia, por Vossa glória e pela glória
de Vosso reino, morrer no campo de batalha". Então, sem
piscar, o gerente salomão ordenaria que o bebê fosse
entregue à mãe putativa B.
Por quê? Porque na salomônica lógica das
empresas, a decisão dificilmente favorece o funcionário
que tem o argumento mais racional, mais sensato, mais
justo ou mais humano. A balança sempre pende para os
putativos que trazem mais benefício para o sistema.

GEHRINGER, Max. Revista Você S/A, jan. 2002.

As palavras "salomônica" em "salomônica demonstração" (l. 37) e "salomão", em "Um gerente salomão" (l. 43), respectivamente, significam:
Alternativas
Q1822 Português

O QUE É... DECISÃO


No mundo corporativo, há algo vagamente conhecido
como "processo decisório", que são aqueles insondáveis
critérios adotados pela alta direção da empresa
para chegar a decisões que o funcionário não consegue
entender. Tudo começa com a própria origem da palavra
"decisão", que se formou a partir do verbo latino caedere
(cortar). Dependendo do prefixo que se utiliza, a palavra
assume um significado diferente: "incisão" é cortar para
dentro, "rescisão" é cortar de novo, "concisão" é o que já
foi cortado, e assim por diante. E dis caedere, de onde
veio "decisão", significa "cortar fora". Decidir é, portanto,
extirpar de uma situação tudo o que está atrapalhando e
ficar só com o que interessa.
E, por falar em cortar, todo mundo já deve ter
ouvido a célebre história do não menos célebre rei
Salomão, mas permitam-me recontá-la, transportando
os acontecimentos para uma empresa moderna. Então,
está um dia o rei Salomão em seu palácio, quando duas
mulheres são introduzidas na sala do trono. Aos berros
e puxões de cabelo, as duas disputam a maternidade
de uma criança recém-nascida. Ambas possuem
argumentos sólidos: testemunhos da gravidez recente,
depoimentos das parteiras, certidões de nascimento.
Mas, obviamente, uma das duas está mentindo: havia
perdido o seu bebê e, para compensar a dor, surrupiara
o filho da outra. Como os testes de DNA só seriam
inventados dali a milênios, nenhuma das autoridades
imperiais consultadas pelas litigantes havia conseguido
dar uma solução satisfatória ao impasse.
Então Salomão, em sua sabedoria, chama um
guarda, manda-o cortar a criança ao meio e dar metade
para cada uma das reclamantes. Diante da catástrofe
iminente, a verdadeira mãe suplica: "Não! Se for assim, ó
meu Senhor, dê a criança inteira e viva à outra!", enquanto
a falsa mãe faz aquela cara de "tudo bem, corta aí". Pronto.
Salomão manda entregar o bebê à mãe em pânico, e a
história se encerra com essa salomônica demonstração
de conhecimento da natureza humana.
Mas isso aconteceu antigamente. Se fosse hoje,
com certeza as duas mulheres optariam pela primeira
alternativa (porque ambas teriam feito um curso de Tomada
de Decisões). Aí é que entram os processos decisórios
dos salomões corporativos. Um gerente salomão
perguntaria à mãe putativa A: "Se eu lhe der esse menino,
ó mulher, o que dele esperas no futuro?" E ela diria:
"Quero que ele cresça com liberdade, que aprenda a cantar
com os pássaros e que possa viver 100 anos de felicidade".
E a mesma pergunta seria feita à mãe putativa B, que de
pronto responderia: "Que o menino cresça forte e obediente
e que possa um dia, por Vossa glória e pela glória
de Vosso reino, morrer no campo de batalha". Então, sem
piscar, o gerente salomão ordenaria que o bebê fosse
entregue à mãe putativa B.
Por quê? Porque na salomônica lógica das
empresas, a decisão dificilmente favorece o funcionário
que tem o argumento mais racional, mais sensato, mais
justo ou mais humano. A balança sempre pende para os
putativos que trazem mais benefício para o sistema.

GEHRINGER, Max. Revista Você S/A, jan. 2002.

O autor define "processos decisórios" como "aqueles insondáveis critérios adotados pela alta direção da empresa para chegar a decisões que o funcionário não consegue entender." (l. 2-5). Assinale a opção que apresenta a justificativa para tal definição.
Alternativas
Q1821 Português

O QUE É... DECISÃO


No mundo corporativo, há algo vagamente conhecido
como "processo decisório", que são aqueles insondáveis
critérios adotados pela alta direção da empresa
para chegar a decisões que o funcionário não consegue
entender. Tudo começa com a própria origem da palavra
"decisão", que se formou a partir do verbo latino caedere
(cortar). Dependendo do prefixo que se utiliza, a palavra
assume um significado diferente: "incisão" é cortar para
dentro, "rescisão" é cortar de novo, "concisão" é o que já
foi cortado, e assim por diante. E dis caedere, de onde
veio "decisão", significa "cortar fora". Decidir é, portanto,
extirpar de uma situação tudo o que está atrapalhando e
ficar só com o que interessa.
E, por falar em cortar, todo mundo já deve ter
ouvido a célebre história do não menos célebre rei
Salomão, mas permitam-me recontá-la, transportando
os acontecimentos para uma empresa moderna. Então,
está um dia o rei Salomão em seu palácio, quando duas
mulheres são introduzidas na sala do trono. Aos berros
e puxões de cabelo, as duas disputam a maternidade
de uma criança recém-nascida. Ambas possuem
argumentos sólidos: testemunhos da gravidez recente,
depoimentos das parteiras, certidões de nascimento.
Mas, obviamente, uma das duas está mentindo: havia
perdido o seu bebê e, para compensar a dor, surrupiara
o filho da outra. Como os testes de DNA só seriam
inventados dali a milênios, nenhuma das autoridades
imperiais consultadas pelas litigantes havia conseguido
dar uma solução satisfatória ao impasse.
Então Salomão, em sua sabedoria, chama um
guarda, manda-o cortar a criança ao meio e dar metade
para cada uma das reclamantes. Diante da catástrofe
iminente, a verdadeira mãe suplica: "Não! Se for assim, ó
meu Senhor, dê a criança inteira e viva à outra!", enquanto
a falsa mãe faz aquela cara de "tudo bem, corta aí". Pronto.
Salomão manda entregar o bebê à mãe em pânico, e a
história se encerra com essa salomônica demonstração
de conhecimento da natureza humana.
Mas isso aconteceu antigamente. Se fosse hoje,
com certeza as duas mulheres optariam pela primeira
alternativa (porque ambas teriam feito um curso de Tomada
de Decisões). Aí é que entram os processos decisórios
dos salomões corporativos. Um gerente salomão
perguntaria à mãe putativa A: "Se eu lhe der esse menino,
ó mulher, o que dele esperas no futuro?" E ela diria:
"Quero que ele cresça com liberdade, que aprenda a cantar
com os pássaros e que possa viver 100 anos de felicidade".
E a mesma pergunta seria feita à mãe putativa B, que de
pronto responderia: "Que o menino cresça forte e obediente
e que possa um dia, por Vossa glória e pela glória
de Vosso reino, morrer no campo de batalha". Então, sem
piscar, o gerente salomão ordenaria que o bebê fosse
entregue à mãe putativa B.
Por quê? Porque na salomônica lógica das
empresas, a decisão dificilmente favorece o funcionário
que tem o argumento mais racional, mais sensato, mais
justo ou mais humano. A balança sempre pende para os
putativos que trazem mais benefício para o sistema.

GEHRINGER, Max. Revista Você S/A, jan. 2002.

De acordo com a origem da palavra "decisão" oferecida pelo texto, a paráfrase adequada para "processo decisório" é processo de:
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESGRANRIO Órgão: Petrobras Provas: CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Analista de Sistemas Pleno - Engenharia de Software | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Analista de Sistemas Pleno - Infra-estrutura | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Analista de Sistemas Pleno - Processos | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Advogado | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Contador Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Analista de Transporte Marítimo Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Dentista | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Analista de Comércio e Suprimento Pleno – Gás e Energia | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Engenheiro Civil | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Inspeção | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Eletricidade | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Mecânica | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Bibliotecário Documentalista | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Telecomunicações Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Segurança Pleno | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Telecomunicações Pleno | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Médico | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Médico nutrologista | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Processamento Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Químico de Petróleo Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Administrador | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Eletrônica | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Júnior - Mecânica | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Arquiteto |
Q1770 Português
Indique a opção em que a palavra destacada tem a mesma classe do vocábulo a em sua ocorrência na frase "...maior número de seres vivos a descobrir." (l. 3).
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESGRANRIO Órgão: Petrobras Provas: CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Analista de Sistemas Pleno - Engenharia de Software | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Analista de Sistemas Pleno - Infra-estrutura | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Analista de Sistemas Pleno - Processos | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Advogado | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Contador Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Analista de Transporte Marítimo Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Dentista | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Analista de Comércio e Suprimento Pleno – Gás e Energia | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Engenheiro Civil | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Inspeção | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Eletricidade | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Mecânica | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Bibliotecário Documentalista | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Telecomunicações Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Segurança Pleno | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Telecomunicações Pleno | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Médico | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Médico nutrologista | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Processamento Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Químico de Petróleo Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Administrador | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Eletrônica | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Júnior - Mecânica | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Arquiteto |
Q1769 Português
Indique a opção em que o emprego da(s) vírgula(s) obedece à norma culta.
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESGRANRIO Órgão: Petrobras Provas: CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Analista de Sistemas Pleno - Engenharia de Software | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Analista de Sistemas Pleno - Infra-estrutura | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Analista de Sistemas Pleno - Processos | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Advogado | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Contador Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Analista de Transporte Marítimo Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Dentista | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Analista de Comércio e Suprimento Pleno – Gás e Energia | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Engenheiro Civil | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Inspeção | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Eletricidade | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Mecânica | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Bibliotecário Documentalista | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Telecomunicações Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Segurança Pleno | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Telecomunicações Pleno | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Médico | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Médico nutrologista | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Processamento Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Químico de Petróleo Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Administrador | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Eletrônica | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Júnior - Mecânica | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Arquiteto |
Q1768 Português

Observe os verbos em destaque abaixo.

"A baleia-bicuda-de-True chega a ter seis metros de comprimento e não se imaginava que pudesse chegar ao litoral brasileiro." (l. 34-36)

Indique a opção em que as duas formas do mesmo verbo têm o mesmo sentido.

Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESGRANRIO Órgão: Petrobras Provas: CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Analista de Sistemas Pleno - Engenharia de Software | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Analista de Sistemas Pleno - Infra-estrutura | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Analista de Sistemas Pleno - Processos | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Advogado | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Contador Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Analista de Transporte Marítimo Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Dentista | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Analista de Comércio e Suprimento Pleno – Gás e Energia | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Engenheiro Civil | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Inspeção | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Eletricidade | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Mecânica | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Bibliotecário Documentalista | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Telecomunicações Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Segurança Pleno | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Telecomunicações Pleno | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Médico | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Médico nutrologista | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Processamento Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Químico de Petróleo Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Administrador | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Eletrônica | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Júnior - Mecânica | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Arquiteto |
Q1766 Português
O verbo na terceira pessoa do plural do presente do indicativo NÃO está grafado corretamente em:
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESGRANRIO Órgão: Petrobras Provas: CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Analista de Sistemas Pleno - Engenharia de Software | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Analista de Sistemas Pleno - Infra-estrutura | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Analista de Sistemas Pleno - Processos | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Advogado | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Contador Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Analista de Transporte Marítimo Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Dentista | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Analista de Comércio e Suprimento Pleno – Gás e Energia | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Engenheiro Civil | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Inspeção | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Eletricidade | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Mecânica | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Bibliotecário Documentalista | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Telecomunicações Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Segurança Pleno | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Telecomunicações Pleno | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Médico | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Médico nutrologista | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Processamento Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Químico de Petróleo Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Administrador | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Eletrônica | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Júnior - Mecânica | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Arquiteto |
Q1765 Português

"Os mares parecem guardar a resposta sobre a origem da vida..." (l. 3-4)

Indique a opção que NÃO reescreve adequadamente a sentença acima, de acordo com a norma culta.

Alternativas
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Q1764 Português
Os animais abaixo foram descobertos recentemente, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESGRANRIO Órgão: Petrobras Provas: CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Analista de Sistemas Pleno - Engenharia de Software | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Analista de Sistemas Pleno - Infra-estrutura | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Analista de Sistemas Pleno - Processos | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Advogado | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Contador Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Analista de Transporte Marítimo Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Dentista | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Analista de Comércio e Suprimento Pleno – Gás e Energia | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Engenheiro Civil | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Inspeção | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Eletricidade | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Mecânica | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Bibliotecário Documentalista | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Telecomunicações Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Segurança Pleno | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Telecomunicações Pleno | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Médico | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Médico nutrologista | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Processamento Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Químico de Petróleo Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Administrador | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Eletrônica | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Júnior - Mecânica | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Arquiteto |
Q1763 Português
A expressão "a nossa última fronteira," na afirmação do pesquisador ("Essa descoberta mostra que os oceanos são nossa última fronteira." l. 28-29), diz respeito ao fato de:
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESGRANRIO Órgão: Petrobras Provas: CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Analista de Sistemas Pleno - Engenharia de Software | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Advogado | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Contador Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Analista de Transporte Marítimo Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Dentista | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Analista de Comércio e Suprimento Pleno – Gás e Energia | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Engenheiro Civil | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Inspeção | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Eletricidade | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Mecânica | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Bibliotecário Documentalista | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Telecomunicações Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Segurança Pleno | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Telecomunicações Pleno | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Médico | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Médico nutrologista | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Processamento Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Químico de Petróleo Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Administrador | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Eletrônica | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Júnior - Mecânica | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Arquiteto |
Q1762 Português

Avalie se as afirmações abaixo são verdadeiras(V) ou falsas (F) em relação à interpretação do trecho "A fronteira da biodiversidade é azul." (l. 1)

( ) Só há biodiversidade nos mares.
( ) A fronteira é azul porque diz respeito ao mar e ao céu.
( ) A expectativa é de que haja muita vida desconhecida os oceanos.

A seqüência correta é:

Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESGRANRIO Órgão: Petrobras Provas: CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Analista de Sistemas Pleno - Engenharia de Software | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Analista de Sistemas Pleno - Infra-estrutura | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Analista de Sistemas Pleno - Processos | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Advogado | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Contador Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Analista de Transporte Marítimo Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Dentista | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Analista de Comércio e Suprimento Pleno – Gás e Energia | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Engenheiro Civil | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Inspeção | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Eletricidade | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Mecânica | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Bibliotecário Documentalista | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Telecomunicações Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Segurança Pleno | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Telecomunicações Pleno | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Médico | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Médico nutrologista | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Processamento Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Químico de Petróleo Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Administrador | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Eletrônica | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Júnior - Mecânica | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Arquiteto |
Q1761 Português
Indique a única opção que NÃO apresenta uma idéia contida no texto.
Alternativas
Q408647 Português
Na passagem “A juventude de hoje vive um processo inusitado na história: tem saudades daquilo...” (l. 1-2), os dois pontos podem ser substituídos, sem alterar o sentido, por:
Alternativas
Q408646 Português
Assinale a opção em que a substituição do verbo haver pela forma verbal apresentada a seguir está em DESACORDO com a norma culta da língua.
Alternativas
Respostas
3161: D
3162: E
3163: B
3164: A
3165: E
3166: C
3167: A
3168: A
3169: B
3170: D
3171: C
3172: B
3173: A
3174: C
3175: D
3176: B
3177: E
3178: E
3179: B
3180: E