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Vale tudo pela sua atenção nas redes sociais?



PACHECO, D. Jornal da USP. Disponível em: https://jornal.usp.
br/atualidades/vale-tudo-pela-sua-atencao-nas-redes-sociais/.
Acesso em: 10 jun. 2020. Adaptado.
Texto I
O modelo de desenvolvimento urbano atual tem promovido a mercantilização da cidade que privilegia os grupos financeiros e de investidores em detrimento dos interesses e das necessidades da maioria da população urbana. Os efeitos do padrão de urbanização, tais como a privatização dos espaços públicos e dos serviços básicos, a segregação urbana, a precarização dos bairros da população pobre, o aumento dos assentamentos informais, a utilização de investimentos públicos para promover projetos de infraestrutura que atendem aos interesses econômicos dos negócios imobiliários, apontam que novos caminhos de vida e desenvolvimento nas cidades precisam ser adotados na nova agenda urbana. Por essa razão, a nova agenda urbana deve abraçar uma mudança no padrão predominante, a fim de aumentar a equidade, a inclusão social, a participação política e dar uma vida digna para a população urbana.
SAULE JR., N. O direito à cidade como centro da nova agenda urbana. In: IPEA. Boletim Regional, Urbano e Ambiental. Brasília, DF: Ipea, n. 15, jul.-dez. 2016, p. 73. Adaptado.
Texto II
No contexto específico das áreas centrais das cidades, ao renovar o conjunto da vizinhança e concretizar uma demanda que anteriormente estava reprimida, os novos usos e/ou os novos moradores substituem os moradores anteriores. Para esses antigos moradores valerá mais a pena vender seus imóveis e realizar o lucro com a valorização do bairro, e morar em outra vizinhança que lhes atendam as preferências por amenidades urbanas. Parte do lucro da venda do imóvel valorizado é utilizado na compra de imóvel de menor valor, parte utilizada em outras compras, ou poupança. Ambos os movimentos são mais valorizados pelo antigo morador do que permanecer no centro e usufruir das amenidades urbanas do centro renovado. No caso de moradores de aluguel, a situação é mais precária, pois não conseguirão arcar com os custos dos aluguéis mais altos e não se beneficiarão em nada com a valorização do imóvel.
NADALIN, V. Revitalização das áreas centrais nas cidades brasileiras por meio da mobilização de investimentos privados. Brasília, DF: Ipea, mar. 2023 (Textos para Discussão, n. 2862). Adaptado.
Considerando-se os efeitos do padrão de urbanização, na comparação entre os Textos I e II, conclui-se que




















FERNANDES JR., O. Cada vez mais distantes. Desafios do desenvolvimento, Brasília, DF, ano 2, n.16, nov. 2005. Disponível em: https:// repositorio.ipea.gov.br/bitstream/11058/12501/1/Desafios_Desenvolvimento_v.2_n.16_2005_cada_vez_mais_distante.pdf. Acesso em: 19 dez. 2023. Adaptado.
De modo a buscar a concisão do texto acima, sem perda ou alteração nos sentidos originalmente construídos, é possível reescrevê-lo como em:

I - Argumento de autoridade
II - Argumento por evidência
III - Argumento por constatação
P - “Os números que comprovam essa realidade são dramáticos e poderiam ter origem numa organização não governamental contrária à globalização”
Q - “Os beneficiados que estão entre os 20% mais ricos da população mundial respondiam por 86% do consumo total, enquanto restava aos 20% mais pobres mirrado 1,3%”
R - “há 250 anos a diferença de renda entre um habitante do país mais rico e outro do mais pobre era, talvez, de cinco para um”
S - “as disparidades entre os países eram pequenas no começo do século XIX, mas pioraram no século XX, e a distância continua a aumentar”
As associações corretas são:
O emprego do acento indicativo de crase está plenamente adequado às regras da norma-padrão da língua portuguesa em:



CERQUEIRA, D.; BUENO, S. (coord). Atlas da violência 2023. Brasília, DF: Ipea; FBSP, p.9. DOI: https://dx.doi.org/10.38116/ riatlasdaviolencia2023. Adaptado.
A análise do gráfico acima permite a constatação de que a