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Q3519962 Português

Momentos fora de série


Há algo inegavelmente mágico em mergulhar nas profundezas do universo da adolescência. É uma espécie de caldeirão efervescente onde se misturam hormônios, sonhos, e aquela sensação inebriante de que tudo é possível - e ao mesmo tempo, absolutamente terrível. E é nesse turbilhão de emoções que a diretora Olivia Wilde (Não se Preocupe, Querida; Wake Up) decide nos lançar em seu filme Fora de Série (2019) - disponível no Prime. Uma obra que não é apenas comédia, mas sim um espelho perspicaz da juventude contemporânea. 


A trama nos guia através da vida de duas melhores amigas, Molly (Beanie Feldstein) e Amy (Kaitlyn Dever), que estão prestes a se formar no Ensino Médio e determinadas a provar que não são apenas nerds - e, então, decidem extravasar em uma noite de festa antes da formatura. Elas subitamente se dão conta de que passaram os últimos anos tão focadas nos estudos, que perderam todas as experiências típicas da adolescência, e assim, embarcam numa jornada hilariante e tocante, repleta de reviravoltas e autoconhecimento.


Olivia Wilde captura com maestria a essência da juventude, com todas as suas contradições e complexidades, sem jamais perder de vista o humor e as emoções que tornam essa fase da vida tão única e inesquecível. Os típicos estereótipos desse gênero de filme são questionados e quebrados - uma refrescante surpresa. 


Os ritos de passagem do amadurecimento são explorados sem subestimar a inteligência do público nem cair nos clichês habituais. Sexo e drogas estão presentes, mas não de forma glamorizada; ao contrário, são tratados com naturalidade, e é essa abordagem autêntica e despretensiosa que torna a obra cativante. Os adultos também têm o seu espaço na película, mas não como meros antagonistas unidimensionais - eles são retratados de maneira realista, com todas as suas falhas e inseguranças, mas também com amor e compreensão. É um lembrete para os adolescentes que criticam os mais velhos, como se não fossem envelhecer também. Todos nós enfrentamos desafios similares nessa fase da vida.


Cada personagem é como um fragmento de uma memória, uma lembrança dos momentos "que contando ninguém acredita" pelos quais todos já passamos ao deixar os livros de lado e sair para nos divertir. E se você não se identificar com pelo menos um desses personagens, então talvez não tenha realmente aproveitado sua adolescência.


O longa-metragem nos convida a relembrar nossos próprios dias de escola, repletos de sonhos e desafios e - é claro muita diversão. Então, se você está pronto para uma dose de nostalgia e diversão sagaz, não deixe de assistir Fora de Série. E, lembre-se, que nunca é tarde para vivenciarmos momentos fora de série.



Laira Vieira (Revista Isto É. 05/04/2024)

Há ocorrência de concordância ideológica - silepse - em:
Alternativas
Q3468816 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Comparando as mutações genéticas dessas populações, os pesquisadores concluíram que a especialização em humanos ocorreu por volta de cinco mil anos atrás. Nessa época, terminava o "período úmido africano": por conta de mudanças cíclicas na órbita da Terra, o norte da África tem períodos alternados de umidade (caracterizado por alguma presença de lagos e florestas) e completamente desérticos. Estamos na fase mais seca, e conhecemos a região hoje como deserto do Saara.


Com a mudança de clima, as populações de mosquitos que viviam ali não encontravam mais animais para se alimentar e água para botar ovos. Daí se aproximaram das civilizações humanas, como as que viviam no rio Nilo. Não à toa, o nome Aedes aegypti faz referência ao Egito.


Por meio de registros históricos, sabemos que o espalhamento do mosquito pelo mundo só ocorreu no século 17 − em especial, com o tráfico de escravizados partindo da África para as Américas. O A. aegypti picava a tripulação e colocava os ovos nos barris de água dos navios.


A América do Sul e a Central proporcionaram o ambiente perfeito para o mosquito. A temperatura ideal para o desenvolvimento do Aedes aegypti é de 22ºC a 32ºC (4). Some isso à abundância de chuvas, e dá para dizer que os bichinhos encontraram um continente para chamar de seu.


(Super Interessante, março 2024)
"Com a mudança do clima, as populações de mosquitos que viviam ali não encontravam mais animais para se alimentar e água para botar ovos.". Complete os parênteses com V (Verdadeiro) e F (Falso) e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) "que" é sujeito da oração adjetiva.
( ) "ali" remete ao norte da África.
( ) "se" é conjunção condicional.
( ) "para" apresenta ideia de concessão.
Alternativas
Q3468815 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Comparando as mutações genéticas dessas populações, os pesquisadores concluíram que a especialização em humanos ocorreu por volta de cinco mil anos atrás. Nessa época, terminava o "período úmido africano": por conta de mudanças cíclicas na órbita da Terra, o norte da África tem períodos alternados de umidade (caracterizado por alguma presença de lagos e florestas) e completamente desérticos. Estamos na fase mais seca, e conhecemos a região hoje como deserto do Saara.


Com a mudança de clima, as populações de mosquitos que viviam ali não encontravam mais animais para se alimentar e água para botar ovos. Daí se aproximaram das civilizações humanas, como as que viviam no rio Nilo. Não à toa, o nome Aedes aegypti faz referência ao Egito.


Por meio de registros históricos, sabemos que o espalhamento do mosquito pelo mundo só ocorreu no século 17 − em especial, com o tráfico de escravizados partindo da África para as Américas. O A. aegypti picava a tripulação e colocava os ovos nos barris de água dos navios.


A América do Sul e a Central proporcionaram o ambiente perfeito para o mosquito. A temperatura ideal para o desenvolvimento do Aedes aegypti é de 22ºC a 32ºC (4). Some isso à abundância de chuvas, e dá para dizer que os bichinhos encontraram um continente para chamar de seu.


(Super Interessante, março 2024)
 A. aegypti picava a tripulação e colocava os ovos nos barris de água dos navios.". A substituição dos termos "a tripulação" e "os ovos" por pronomes oblíquos está correta em:
Alternativas
Q3468809 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Mosquito de estimação


Apenas as fêmeas do Aedes aegypti picam humanos. Elas usam as proteínas presentes no nosso sangue para amadurecer os ovos dentro do organismo. Quatro dias depois da picada, os ovos estão prontos para sair. E a água parada é o "ninho" que a mãe precisa encontrar para botá-los. O macho é o vegano da relação: se contenta apenas com frutas.


Só que nem todas as fêmeas preferem humanos, especificamente. Populações de A. aegypti que vivem nas savanas africanas, por exemplo, se alimentam de outros animais e não mostram interesse especial em nós. Já os mosquitos que vivem nos ambientes urbanos ao redor do mundo se especializaram em seguir nosso cheiro.


Podemos dizer que os humanos "domesticaram" populações de mosquito involuntariamente quando começaram a se organizar de forma mais complexa e (principalmente) armazenar grandes quantidades de água. As primeiras civilizações forneciam um estoque quase inesgotável de sangue e "ninhos" para as fêmeas − e isso fez com que elas se especializassem em nós.


Estudos de 2020 e 2023 sugerem uma hipótese de como isso aconteceu. Sabemos que o Aedes aegypti é originário da África, então os pesquisadores coletaram populações especialistas (que preferem humanos) e generalistas (que picam qualquer animal) por todo o continente. As especialistas se concentram no norte da África, mostrando que a aproximação com humanos provavelmente rolou por ali.


(Super Interessante, março 2024)
A classe da palavra está incorreta em: "Podemos dizer que os humanos "domesticaram" populações de mosquitos (...)".
Alternativas
Q3468767 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Comparando as mutações genéticas dessas populações, os pesquisadores concluíram que a especialização em humanos ocorreu por volta de cinco mil anos atrás. Nessa época, terminava o "período úmido africano": por conta de mudanças cíclicas na órbita da Terra, o norte da África tem períodos alternados de umidade (caracterizado por alguma presença de lagos e florestas) e completamente desérticos. Estamos na fase mais seca, e conhecemos a região hoje como deserto do Saara.


Com a mudança de clima, as populações de mosquitos que viviam ali não encontravam mais animais para se alimentar e água para botar ovos. Daí se aproximaram das civilizações humanas, como as que viviam no rio Nilo. Não à toa, o nome Aedes aegypti faz referência ao Egito.


Por meio de registros históricos, sabemos que o espalhamento do mosquito pelo mundo só ocorreu no século 17 − em especial, com o tráfico de escravizados partindo da África para as Américas. O A. aegypti picava a tripulação e colocava os ovos nos barris de água dos navios.


A América do Sul e a Central proporcionaram o ambiente perfeito para o mosquito. A temperatura ideal para o desenvolvimento do Aedes aegypti é de 22ºC a 32ºC (4). Some isso à abundância de chuvas, e dá para dizer que os bichinhos encontraram um continente para chamar de seu.


(Super Interessante, março 2024)
Marque a alternativa em que "muito" ou "bastante" está mal empregado.
Alternativas
Q3468753 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão;


Mosquito de estimação


Apenas as fêmeas do Aedes aegypti picam humanos. Elas usam as proteínas presentes no nosso sangue para amadurecer os ovos dentro do organismo. Quatro dias depois da picada, os ovos estão prontos para sair. E a água parada é o "ninho" que a mãe precisa encontrar para botá-los. O macho é o vegano da relação: se contenta apenas com frutas.


Só que nem todas as fêmeas preferem humanos, especificamente. Populações de A. aegypti que vivem nas savanas africanas, por exemplo, se alimentam de outros animais e não mostram interesse especial em nós. Já os mosquitos que vivem nos ambientes urbanos ao redor do mundo se especializaram em seguir nosso cheiro.


Podemos dizer que os humanos "domesticaram" populações de mosquito involuntariamente quando começaram a se organizar de forma mais complexa e (principalmente) armazenar grandes quantidades de água. As primeiras civilizações forneciam um estoque quase inesgotável de sangue e "ninhos" para as fêmeas − e isso fez com que elas se especializassem em nós.


Estudos de 2020 e 2023 sugerem uma hipótese de como isso aconteceu. Sabemos que o Aedes aegypti é originário da África, então os pesquisadores coletaram populações especialistas (que preferem humanos) e generalistas (que picam qualquer animal) por todo o continente. As especialistas se concentram no norte da África, mostrando que a aproximação com humanos provavelmente rolou por ali.


(Super Interessante, março 2024)
É correto afirmar sobre o texto:
Alternativas
Q3468751 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão;


Mosquito de estimação


Apenas as fêmeas do Aedes aegypti picam humanos. Elas usam as proteínas presentes no nosso sangue para amadurecer os ovos dentro do organismo. Quatro dias depois da picada, os ovos estão prontos para sair. E a água parada é o "ninho" que a mãe precisa encontrar para botá-los. O macho é o vegano da relação: se contenta apenas com frutas.


Só que nem todas as fêmeas preferem humanos, especificamente. Populações de A. aegypti que vivem nas savanas africanas, por exemplo, se alimentam de outros animais e não mostram interesse especial em nós. Já os mosquitos que vivem nos ambientes urbanos ao redor do mundo se especializaram em seguir nosso cheiro.


Podemos dizer que os humanos "domesticaram" populações de mosquito involuntariamente quando começaram a se organizar de forma mais complexa e (principalmente) armazenar grandes quantidades de água. As primeiras civilizações forneciam um estoque quase inesgotável de sangue e "ninhos" para as fêmeas − e isso fez com que elas se especializassem em nós.


Estudos de 2020 e 2023 sugerem uma hipótese de como isso aconteceu. Sabemos que o Aedes aegypti é originário da África, então os pesquisadores coletaram populações especialistas (que preferem humanos) e generalistas (que picam qualquer animal) por todo o continente. As especialistas se concentram no norte da África, mostrando que a aproximação com humanos provavelmente rolou por ali.


(Super Interessante, março 2024)
O antônimo da palavra "vegano" em "O macho é vegano (...)" é: 
Alternativas
Q3468632 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Comparando as mutações genéticas dessas populações, os pesquisadores concluíram que a especialização em humanos ocorreu por volta de cinco mil anos atrás. Nessa época, terminava o "período úmido africano": por conta de mudanças cíclicas na órbita da Terra, o norte da África tem períodos alternados de umidade (caracterizado por alguma presença de lagos e florestas) e completamente desérticos. Estamos na fase mais seca, e conhecemos a região hoje como deserto do Saara.


Com a mudança de clima, as populações de mosquitos que viviam ali não encontravam mais animais para se alimentar e água para botar ovos. Daí se aproximaram das civilizações humanas, como as que viviam no rio Nilo. Não à toa, o nome Aedes aegypti faz referência ao Egito.


Por meio de registros históricos, sabemos que o espalhamento do mosquito pelo mundo só ocorreu no século 17 − em especial, com o tráfico de escravizados partindo da África para as Américas. O A. aegypti picava a tripulação e colocava os ovos nos barris de água dos navios.


A América do Sul e a Central proporcionaram o ambiente perfeito para o mosquito. A temperatura ideal para o desenvolvimento do Aedes aegypti é de 22ºC a 32ºC (4). Some isso à abundância de chuvas, e dá para dizer que os bichinhos encontraram um continente para chamar de seu.


(Super Interessante, março 2024)
A figura de linguagem presente no excerto "O A. aegypti picava a tripulação e colocava os ovos nos barris de água dos navios." é: 
Alternativas
Q3465596 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Comparando as mutações genéticas dessas populações, os pesquisadores concluíram que a especialização em humanos ocorreu por volta de cinco mil anos atrás. Nessa época, terminava o "período úmido africano": por conta de mudanças cíclicas na órbita da Terra, o norte da África tem períodos alternados de umidade (caracterizado por alguma presença de lagos e florestas) e completamente desérticos. Estamos na fase mais seca, e conhecemos a região hoje como deserto do Saara.

Com a mudança de clima, as populações de mosquitos que viviam ali não encontravam mais animais para se alimentar e água para botar ovos. Daí se aproximaram das civilizações humanas, como as que viviam no rio Nilo. Não à toa, o nome Aedes aegypti faz referência ao Egito.

Por meio de registros históricos, sabemos que o espalhamento do mosquito pelo mundo só ocorreu no século 17 − em especial, com o tráfico de escravizados partindo da África para as Américas. O A. aegypti picava a tripulação e colocava os ovos nos barris de água dos navios.

A América do Sul e a Central proporcionaram o ambiente perfeito para o mosquito. A temperatura ideal para o desenvolvimento do Aedes aegypti é de 22ºC a 32ºC (4). Some isso à abundância de chuvas, e dá para dizer que os bichinhos encontraram um continente para chamar de seu.


(Super Interessante, março 2024)
Os coletivos de mosquito e pessoas desclassificadas moralmente são, respectivamente: 
Alternativas
Q3465595 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Comparando as mutações genéticas dessas populações, os pesquisadores concluíram que a especialização em humanos ocorreu por volta de cinco mil anos atrás. Nessa época, terminava o "período úmido africano": por conta de mudanças cíclicas na órbita da Terra, o norte da África tem períodos alternados de umidade (caracterizado por alguma presença de lagos e florestas) e completamente desérticos. Estamos na fase mais seca, e conhecemos a região hoje como deserto do Saara.

Com a mudança de clima, as populações de mosquitos que viviam ali não encontravam mais animais para se alimentar e água para botar ovos. Daí se aproximaram das civilizações humanas, como as que viviam no rio Nilo. Não à toa, o nome Aedes aegypti faz referência ao Egito.

Por meio de registros históricos, sabemos que o espalhamento do mosquito pelo mundo só ocorreu no século 17 − em especial, com o tráfico de escravizados partindo da África para as Américas. O A. aegypti picava a tripulação e colocava os ovos nos barris de água dos navios.

A América do Sul e a Central proporcionaram o ambiente perfeito para o mosquito. A temperatura ideal para o desenvolvimento do Aedes aegypti é de 22ºC a 32ºC (4). Some isso à abundância de chuvas, e dá para dizer que os bichinhos encontraram um continente para chamar de seu.


(Super Interessante, março 2024)
Houve erro no adjetivo pátrio em: 
Alternativas
Q3465589 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Comparando as mutações genéticas dessas populações, os pesquisadores concluíram que a especialização em humanos ocorreu por volta de cinco mil anos atrás. Nessa época, terminava o "período úmido africano": por conta de mudanças cíclicas na órbita da Terra, o norte da África tem períodos alternados de umidade (caracterizado por alguma presença de lagos e florestas) e completamente desérticos. Estamos na fase mais seca, e conhecemos a região hoje como deserto do Saara.

Com a mudança de clima, as populações de mosquitos que viviam ali não encontravam mais animais para se alimentar e água para botar ovos. Daí se aproximaram das civilizações humanas, como as que viviam no rio Nilo. Não à toa, o nome Aedes aegypti faz referência ao Egito.

Por meio de registros históricos, sabemos que o espalhamento do mosquito pelo mundo só ocorreu no século 17 − em especial, com o tráfico de escravizados partindo da África para as Américas. O A. aegypti picava a tripulação e colocava os ovos nos barris de água dos navios.

A América do Sul e a Central proporcionaram o ambiente perfeito para o mosquito. A temperatura ideal para o desenvolvimento do Aedes aegypti é de 22ºC a 32ºC (4). Some isso à abundância de chuvas, e dá para dizer que os bichinhos encontraram um continente para chamar de seu.


(Super Interessante, março 2024)
Segundo o texto, entre as causas da expansão da dengue no mundo consta: 
Alternativas
Q3465588 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Comparando as mutações genéticas dessas populações, os pesquisadores concluíram que a especialização em humanos ocorreu por volta de cinco mil anos atrás. Nessa época, terminava o "período úmido africano": por conta de mudanças cíclicas na órbita da Terra, o norte da África tem períodos alternados de umidade (caracterizado por alguma presença de lagos e florestas) e completamente desérticos. Estamos na fase mais seca, e conhecemos a região hoje como deserto do Saara.

Com a mudança de clima, as populações de mosquitos que viviam ali não encontravam mais animais para se alimentar e água para botar ovos. Daí se aproximaram das civilizações humanas, como as que viviam no rio Nilo. Não à toa, o nome Aedes aegypti faz referência ao Egito.

Por meio de registros históricos, sabemos que o espalhamento do mosquito pelo mundo só ocorreu no século 17 − em especial, com o tráfico de escravizados partindo da África para as Américas. O A. aegypti picava a tripulação e colocava os ovos nos barris de água dos navios.

A América do Sul e a Central proporcionaram o ambiente perfeito para o mosquito. A temperatura ideal para o desenvolvimento do Aedes aegypti é de 22ºC a 32ºC (4). Some isso à abundância de chuvas, e dá para dizer que os bichinhos encontraram um continente para chamar de seu.


(Super Interessante, março 2024)
"O A. aegypti picava a tripulação e colocava os ovos nos barris de água dos navios.". A substituição dos termos "a tripulação" e "os ovos" por pronomes oblíquos está correta em:
Alternativas
Q3465587 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Comparando as mutações genéticas dessas populações, os pesquisadores concluíram que a especialização em humanos ocorreu por volta de cinco mil anos atrás. Nessa época, terminava o "período úmido africano": por conta de mudanças cíclicas na órbita da Terra, o norte da África tem períodos alternados de umidade (caracterizado por alguma presença de lagos e florestas) e completamente desérticos. Estamos na fase mais seca, e conhecemos a região hoje como deserto do Saara.

Com a mudança de clima, as populações de mosquitos que viviam ali não encontravam mais animais para se alimentar e água para botar ovos. Daí se aproximaram das civilizações humanas, como as que viviam no rio Nilo. Não à toa, o nome Aedes aegypti faz referência ao Egito.

Por meio de registros históricos, sabemos que o espalhamento do mosquito pelo mundo só ocorreu no século 17 − em especial, com o tráfico de escravizados partindo da África para as Américas. O A. aegypti picava a tripulação e colocava os ovos nos barris de água dos navios.

A América do Sul e a Central proporcionaram o ambiente perfeito para o mosquito. A temperatura ideal para o desenvolvimento do Aedes aegypti é de 22ºC a 32ºC (4). Some isso à abundância de chuvas, e dá para dizer que os bichinhos encontraram um continente para chamar de seu.


(Super Interessante, março 2024)
Quanto à predicação, os verbos de: "O A. aegypti picava a tripulação e colocava os ovos nos barris de água dos navios." são:
Alternativas
Q3465585 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Mosquito de estimação


Apenas as fêmeas do Aedes aegypti picam humanos. Elas usam as proteínas presentes no nosso sangue para amadurecer os ovos dentro do organismo. Quatro dias depois da picada, os ovos estão prontos para sair. E a água parada é o "ninho" que a mãe precisa encontrar para botá-los. O macho é o vegano da relação: se contenta apenas com frutas.

Só que nem todas as fêmeas preferem humanos, especificamente. Populações de A. aegypti que vivem nas savanas africanas, por exemplo, se alimentam de outros animais e não mostram interesse especial em nós. Já os mosquitos que vivem nos ambientes urbanos ao redor do mundo se especializaram em seguir nosso cheiro.

Podemos dizer que os humanos "domesticaram" populações de mosquito involuntariamente quando começaram a se organizar de forma mais complexa e (principalmente) armazenar grandes quantidades de água. As primeiras civilizações forneciam um estoque quase inesgotável de sangue e "ninhos" para as fêmeas − e isso fez com que elas se especializassem em nós.

Estudos de 2020 e 2023 sugerem uma hipótese de como isso aconteceu. Sabemos que o Aedes aegypti é originário da África, então os pesquisadores coletaram populações especialistas (que preferem humanos) e generalistas (que picam qualquer animal) por todo o continente. As especialistas se concentram no norte da África, mostrando que a aproximação com humanos provavelmente rolou por ali.


(Super Interessante, março 2024
Há falha na separação silábica em:
Alternativas
Q3465579 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Mosquito de estimação


Apenas as fêmeas do Aedes aegypti picam humanos. Elas usam as proteínas presentes no nosso sangue para amadurecer os ovos dentro do organismo. Quatro dias depois da picada, os ovos estão prontos para sair. E a água parada é o "ninho" que a mãe precisa encontrar para botá-los. O macho é o vegano da relação: se contenta apenas com frutas.

Só que nem todas as fêmeas preferem humanos, especificamente. Populações de A. aegypti que vivem nas savanas africanas, por exemplo, se alimentam de outros animais e não mostram interesse especial em nós. Já os mosquitos que vivem nos ambientes urbanos ao redor do mundo se especializaram em seguir nosso cheiro.

Podemos dizer que os humanos "domesticaram" populações de mosquito involuntariamente quando começaram a se organizar de forma mais complexa e (principalmente) armazenar grandes quantidades de água. As primeiras civilizações forneciam um estoque quase inesgotável de sangue e "ninhos" para as fêmeas − e isso fez com que elas se especializassem em nós.

Estudos de 2020 e 2023 sugerem uma hipótese de como isso aconteceu. Sabemos que o Aedes aegypti é originário da África, então os pesquisadores coletaram populações especialistas (que preferem humanos) e generalistas (que picam qualquer animal) por todo o continente. As especialistas se concentram no norte da África, mostrando que a aproximação com humanos provavelmente rolou por ali.


(Super Interessante, março 2024
Qual o valor semântico do termo "Apenas" em: "Apenas as fêmeas do Aedes aegypti picam humanos."?
Alternativas
Q3465546 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Comparando as mutações genéticas dessas populações, os pesquisadores concluíram que a especialização em humanos ocorreu por volta de cinco mil anos atrás. Nessa época, terminava o "período úmido africano": por conta de mudanças cíclicas na órbita da Terra, o norte da África tem períodos alternados de umidade (caracterizado por alguma presença de lagos e florestas) e completamente desérticos. Estamos na fase mais seca, e conhecemos a região hoje como deserto do Saara.

Com a mudança de clima, as populações de mosquitos que viviam ali não encontravam mais animais para se alimentar e água para botar ovos. Daí se aproximaram das civilizações humanas, como as que viviam no rio Nilo. Não à toa, o nome Aedes aegypti faz referência ao Egito.

Por meio de registros históricos, sabemos que o espalhamento do mosquito pelo mundo só ocorreu no século 17 − em especial, com o tráfico de escravizados partindo da África para as Américas. O A. aegypti picava a tripulação e colocava os ovos nos barris de água dos navios.

A América do Sul e a Central proporcionaram o ambiente perfeito para o mosquito. A temperatura ideal para o desenvolvimento do Aedes aegypti é de 22ºC a 32ºC (4). Some isso à abundância de chuvas, e dá para dizer que os bichinhos encontraram um continente para chamar de seu.


(Super Interessante, março 2024)
 A grafia do vocábulo da mesma família falhou em:
Alternativas
Q3465542 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Comparando as mutações genéticas dessas populações, os pesquisadores concluíram que a especialização em humanos ocorreu por volta de cinco mil anos atrás. Nessa época, terminava o "período úmido africano": por conta de mudanças cíclicas na órbita da Terra, o norte da África tem períodos alternados de umidade (caracterizado por alguma presença de lagos e florestas) e completamente desérticos. Estamos na fase mais seca, e conhecemos a região hoje como deserto do Saara.

Com a mudança de clima, as populações de mosquitos que viviam ali não encontravam mais animais para se alimentar e água para botar ovos. Daí se aproximaram das civilizações humanas, como as que viviam no rio Nilo. Não à toa, o nome Aedes aegypti faz referência ao Egito.

Por meio de registros históricos, sabemos que o espalhamento do mosquito pelo mundo só ocorreu no século 17 − em especial, com o tráfico de escravizados partindo da África para as Américas. O A. aegypti picava a tripulação e colocava os ovos nos barris de água dos navios.

A América do Sul e a Central proporcionaram o ambiente perfeito para o mosquito. A temperatura ideal para o desenvolvimento do Aedes aegypti é de 22ºC a 32ºC (4). Some isso à abundância de chuvas, e dá para dizer que os bichinhos encontraram um continente para chamar de seu.


(Super Interessante, março 2024)
 O termo "ao Egito" em: "Não à toa, o nome Aedes aegypti faz referência ao Egito.". Classifica-se como: 
Alternativas
Q3465536 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Mosquito de estimação


Apenas as fêmeas do Aedes aegypti picam humanos. Elas usam as proteínas presentes no nosso sangue para amadurecer os ovos dentro do organismo. Quatro dias depois da picada, os ovos estão prontos para sair. E a água parada é o "ninho" que a mãe precisa encontrar para botá-los. O macho é o vegano da relação: se contenta apenas com frutas.

Só que nem todas as fêmeas preferem humanos, especificamente. Populações de A. aegypti que vivem nas savanas africanas, por exemplo, se alimentam de outros animais e não mostram interesse especial em nós. Já os mosquitos que vivem nos ambientes urbanos ao redor do mundo se especializaram em seguir nosso cheiro.

Podemos dizer que os humanos "domesticaram" populações de mosquito involuntariamente quando começaram a se organizar de forma mais complexa e (principalmente) armazenar grandes quantidades de água. As primeiras civilizações forneciam um estoque quase inesgotável de sangue e "ninhos" para as fêmeas − e isso fez com que elas se especializassem em nós.

Estudos de 2020 e 2023 sugerem uma hipótese de como isso aconteceu. Sabemos que o Aedes aegypti é originário da África, então os pesquisadores coletaram populações especialistas (que preferem humanos) e generalistas (que picam qualquer animal) por todo o continente. As especialistas se concentram no norte da África, mostrando que a aproximação com humanos provavelmente rolou por ali.


(Super Interessante, março 2024)
A alternativa em que há monossílabo tônico é: 
Alternativas
Q3465531 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Mosquito de estimação


Apenas as fêmeas do Aedes aegypti picam humanos. Elas usam as proteínas presentes no nosso sangue para amadurecer os ovos dentro do organismo. Quatro dias depois da picada, os ovos estão prontos para sair. E a água parada é o "ninho" que a mãe precisa encontrar para botá-los. O macho é o vegano da relação: se contenta apenas com frutas.

Só que nem todas as fêmeas preferem humanos, especificamente. Populações de A. aegypti que vivem nas savanas africanas, por exemplo, se alimentam de outros animais e não mostram interesse especial em nós. Já os mosquitos que vivem nos ambientes urbanos ao redor do mundo se especializaram em seguir nosso cheiro.

Podemos dizer que os humanos "domesticaram" populações de mosquito involuntariamente quando começaram a se organizar de forma mais complexa e (principalmente) armazenar grandes quantidades de água. As primeiras civilizações forneciam um estoque quase inesgotável de sangue e "ninhos" para as fêmeas − e isso fez com que elas se especializassem em nós.

Estudos de 2020 e 2023 sugerem uma hipótese de como isso aconteceu. Sabemos que o Aedes aegypti é originário da África, então os pesquisadores coletaram populações especialistas (que preferem humanos) e generalistas (que picam qualquer animal) por todo o continente. As especialistas se concentram no norte da África, mostrando que a aproximação com humanos provavelmente rolou por ali.


(Super Interessante, março 2024)
Em: "Podemos dizer que os humanos "domesticaram" populações de mosquitos (...)", as aspas na forma verbal indicam: 
Alternativas
Q3465530 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Mosquito de estimação


Apenas as fêmeas do Aedes aegypti picam humanos. Elas usam as proteínas presentes no nosso sangue para amadurecer os ovos dentro do organismo. Quatro dias depois da picada, os ovos estão prontos para sair. E a água parada é o "ninho" que a mãe precisa encontrar para botá-los. O macho é o vegano da relação: se contenta apenas com frutas.

Só que nem todas as fêmeas preferem humanos, especificamente. Populações de A. aegypti que vivem nas savanas africanas, por exemplo, se alimentam de outros animais e não mostram interesse especial em nós. Já os mosquitos que vivem nos ambientes urbanos ao redor do mundo se especializaram em seguir nosso cheiro.

Podemos dizer que os humanos "domesticaram" populações de mosquito involuntariamente quando começaram a se organizar de forma mais complexa e (principalmente) armazenar grandes quantidades de água. As primeiras civilizações forneciam um estoque quase inesgotável de sangue e "ninhos" para as fêmeas − e isso fez com que elas se especializassem em nós.

Estudos de 2020 e 2023 sugerem uma hipótese de como isso aconteceu. Sabemos que o Aedes aegypti é originário da África, então os pesquisadores coletaram populações especialistas (que preferem humanos) e generalistas (que picam qualquer animal) por todo o continente. As especialistas se concentram no norte da África, mostrando que a aproximação com humanos provavelmente rolou por ali.


(Super Interessante, março 2024)
Em: "Apenas as fêmeas do Aedes aegypti picam humanos.", a forma verbal apassivada é:
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