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Sobre português para iades
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Texto 3 para responder à questão.

Disponível em: <https://www.insper.edu.br/>.
Acesso em: 31 maio 2021, com adaptações.
Texto 3 para responder à questão.

Disponível em: <https://www.insper.edu.br/>.
Acesso em: 31 maio 2021, com adaptações.





CUNHA, Euclides da. Os Sertões. São Paulo: Três, 1984 (Escola do Futuro da
Universidade de São Paulo, Biblioteca Virtual do Estudante Brasileiro). Disponível
em: <http://www.dominiopublico.gov.br/>. Acesso em: 29 jul. 2020, com adaptações.
No trecho “como quem vinga uma montanha altı́ssima” (linhas 10 e 11), o verbo vingar tem sentido distinto do verbo punir, como se a montanha representasse, metaforicamente, Canudos.

CUNHA, Euclides da. Os Sertões. São Paulo: Três, 1984 (Escola do Futuro da
Universidade de São Paulo, Biblioteca Virtual do Estudante Brasileiro). Disponível
em: <http://www.dominiopublico.gov.br/>. Acesso em: 29 jul. 2020, com adaptações.
O termo “Forremo-nos” (linha 7) poderia ser substituído por dediquemo-nos, sem prejuízo de seu conteúdo semântico, visto que o autor passará a descrever os últimos momentos de Canudos.

CUNHA, Euclides da. Os Sertões. São Paulo: Três, 1984 (Escola do Futuro da
Universidade de São Paulo, Biblioteca Virtual do Estudante Brasileiro). Disponível
em: <http://www.dominiopublico.gov.br/>. Acesso em: 29 jul. 2020, com adaptações.
O termo “Expugnado” (linha 2) tem o mesmo sentido de expulso, indicando que os guerreiros de Canudos foram expulsos gradualmente do território que ocupavam.

CUNHA, Euclides da. Os Sertões. São Paulo: Três, 1984 (Escola do Futuro da
Universidade de São Paulo, Biblioteca Virtual do Estudante Brasileiro). Disponível
em: <http://www.dominiopublico.gov.br/>. Acesso em: 29 jul. 2020, com adaptações.
No trecho “resistiu até ao esgotamento completo” (linha 2), se a preposição “a” for omitida, reescrevendo-se até o esgotamento, não haveria alteração no sentido da frase.

JUNIOR, Peregrino. Fisionomia geográfica e social da Amazônia. In:
MENESES, Djacir (org.). O Brasil no pensamento brasileiro. Brasília:
Senado Federal, 1998, p. 540-541.
Disponível em: <https://www2.senado.leg.br/>.
Acesso em: 8 ago. 2020, com adaptações.
Segundo o texto, a imaginação do homem amazônico é uma predisposição imposta pela geografia, que lhe comprime entre as “infinitas melancolias” (linha 17) do rio e da floresta.

JUNIOR, Peregrino. Fisionomia geográfica e social da Amazônia. In:
MENESES, Djacir (org.). O Brasil no pensamento brasileiro. Brasília:
Senado Federal, 1998, p. 540-541.
Disponível em: <https://www2.senado.leg.br/>.
Acesso em: 8 ago. 2020, com adaptações.
A frase de Nuno Vieira (linhas de 9 a 13) contém crítica aos literatos que acreditam fazer ciência amazônica, quando, na verdade, têm contato superficial com a realidade da região.

JUNIOR, Peregrino. Fisionomia geográfica e social da Amazônia. In:
MENESES, Djacir (org.). O Brasil no pensamento brasileiro. Brasília:
Senado Federal, 1998, p. 540-541.
Disponível em: <https://www2.senado.leg.br/>.
Acesso em: 8 ago. 2020, com adaptações.
O texto sugere que a “copiosa e variada literatura” (linha 2) “sobre a Terra Verde” (linha 3) resulta da cooperação acadêmica entre os escritores locais, “donos legítimos do assunto” (linha 4), e os cientistas não amazônicos.

