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Q1717375 Português
Estação Carandiru, o filme

     A história começa quando o médico Drauzio Varella resolve fazer um trabalho de prevenção à AIDS no maior presídio da América Latina: a Casa de Detenção de São Paulo. Ali, toma contato com o que, aqui fora, temos até medo de imaginar: violência, superlotação, instalações precárias, falta de assistência médica e jurídica, falta de tudo. O Carandiru, com seus mais de sete mil detentos, merece sua fama de “inferno na terra”. Porém, nosso personagem logo percebe que, mesmo vivendo numa situação limite, os internos não representam figuras demoníacas. Ao contrário, ele testemunha solidariedade, organização e, acima de tudo, uma grande disposição de viver. Não é pouco, e é o suficiente para que ele, fascinado, resolva iniciar um trabalho voluntário. O oncologista famoso, habituado à mais sofisticada tecnologia médica, vai praticar medicina como os antigos: com estetoscópio, olhar sensível e muita conversa. 
    Seu trabalho dá resultado e o Médico logo ganha o respeito da coletividade. Com o respeito, vêm os segredos. As consultas vão além das doenças e desdobram-se em narrativas cheias de vitalidade. Em nosso filme, os encontros na enfermaria são uma janela para o mundo da malandragem.
    Conhecemos o destino do estuprador Gilson, julgado e condenado pela Lei do Crime; a necessária ginga do bígamo Majestade entre mulheres e assaltos; o velho Chico, Mestre Zen cultivado na masmorra e prestes a ganhar a liberdade; o Diretor Pires, funcionário obrigado a pisar em ovos para administrar a cadeia; a conversão do matador Peixeira; ascensão e queda do surfista Ezequiel; o filósofo existencialista Sem Chance e seu romance com a divina Lady Di. A narrativa do filme arma-se como em um quebra-cabeça: uma história se encaixa na outra para formar um painel dessa trágica realidade brasileira.

    Com o Médico, o espectador deste filme dirigido por Luis Padilha acompanha os movimentos dessa gente. Acompanha também quando um movimento maior vem e a destrói. Como naquele 2 de outubro de 1992, um dos dias mais negros da história do Carandiru e, quem sabe, do Brasil, quando a Polícia Militar do Estado de São Paulo, a pretexto de manter a lei e a ordem, fuzilou 111 pessoas. Foi o ponto final de algumas de nossas histórias. Mas não de todas. Para o bem e para o mal, os malandros do Brasil teimam em sobreviver.

(Fonte: http://www.webcine.com.br/filmessi/estacara.htm)
Observe o período extraído do texto. O Carandiru merece fama de “inferno na terra”. Porém, nosso personagem logo percebe que, mesmo vivendo numa situação limite, os internos não representam figuras demoníacas. Qual das alternativas abaixo mantém a relação de sentido estabelecida pelo termo sublinhado, sem alterar o sentido da frase?
Alternativas
Q195350 Português
Os japoneses que moram aqui no Brasil comemoram o Dia dos Imigrantes em 18 de junho, pois foi nessa data que, em 1908, chegaram ao porto de Santos, em São Paulo, os primeiros imigrantes japoneses. A vinda dessas pessoas ao Brasil só foi possível porque nosso país e o Japão fizeram um acordo diplomático. Atualmente, ocorre o contrário: muitos brasileiros descendentes de japoneses vão morar no Japão, onde são chamados de decasséguis.

Atentando para esse contexto, assinale a única alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q195347 Português
“A água potável é um recurso finito, que se reparte desigualmente pela superfície terrestre. Se, pelo ângulo de seu ciclo natural, a água é um recurso renovável, suas reservas não são ilimitadas... E parte significativa da humanidade já sofre, diretamente, do fenômeno da carência de água.”

(Mundo – Geografia e Política internacional. Agosto de 1988)

De acordo com esse texto, é INCORRETO dizer que:
Alternativas
Q195344 Português
Leia atentamente o texto abaixo:

O clima tropical explica por que o Rio de Janeiro tem sido o foco principal das epidemias brasileiras. Mas está longe de ser a única justificativa. Falta entender por que outras cidades de mesmo clima têm índices menos alarmantes de dengue. É que o Aedes aegypti faz mais vítimas nas regiões mais densamente povoadas. E nesse quesito, o Rio de Janeiro só perde para o Distrito Federal. No Rio, nada menos que 314,4 habitantes (dados de 1999) se apertam em cada quilômetro quadrado.

Por isso, não basta torcer para que as altas temperaturas digam "até breve". Em grandes concentrações urbanas, os problemas que favorecem a dengue são os de sempre, não só os do verão. São as deficiências na rede de água encanada e na coleta de lixo. Quanto mais comuns são os cortes no abastecimento de água, mais a população é obrigada a ter reservas em latas e baldes. É justamente aí que o mosquito se reproduz. Se o entulho não é recolhido, o Aedes aegypti põe ovos na água que se acumula em objetos de plástico ou vidro deixados ao deus- dará.

Está redondamente enganado quem pensa que a dengue é problema apenas das favelas. Ao contrário das doenças que proliferam nas periferias onde o esgoto corre a céu aberto, o mosquito da dengue odeia água suja. Ele prefere pôr seus ovos na água parada dos pratos de plantas do quintal, em objetos jogados no terreno baldio ao lado da sua casa ou que foram largados nas ruas e calçadas. Uma boa maneira de combater a dengue é respeitar o meio ambiente, dar a destinação correta ao lixo e não deixar o jardim só aos cuidados da chuva
.”

(TODOS CONTRA A DENGUE.)
(Disponível em: http://www.educacional.com.br/reportagens/dengue/rio.asp . Acesso em: 03/03/2008.)

Sobre o tema, assinale a única alternativa INCORRETA:
Alternativas
Respostas
153: B
154: E
155: C
156: A