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Ano: 2011 Banca: COPEVE-UFAL Órgão: IF-AL Prova: COPEVE-UFAL - 2011 - IF-AL - Administrador |
Q656583 Português
Dados os períodos seguintes, I. As emoções negativas, embora desagradáveis, podem servir de alerta para o indivíduo de que há um problema que precisa ser resolvido ou prepará-lo para experiências futuras. II. A partir do século VXIII, começou a ganhar força a ideia que temos de evitar as sensações negativas. III. É consenso entre os pesquisadores de que grande parte da felicidade, assim como a personalidade, é determinada já no nascimento. IV. Ver um projeto que você dedicou mais de um ano dar certo traz uma satisfação indescritível.
quais deles não violam a regência verbal?
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Ano: 2011 Banca: COPEVE-UFAL Órgão: IF-AL Prova: COPEVE-UFAL - 2011 - IF-AL - Administrador |
Q656582 Português

Dados os períodos seguintes, 

I. Os governantes, espera-se, querem o melhor para seu país, assim como os pais querem o melhor para seus filhos.

II. Quero que meus filhos sejam felizes, mas também que encontrem um propósito e conquistem seus objetivos.

III. O dinheiro tem uma relação positiva com a felicidade, mas esta é pequena se comparada com fatores não monetários, como as relações sociais.

IV. Conquanto parte dos brasileiros cite a juventude como um fator importante para se sentir feliz, estudos mostram que nosso bem-estar aumenta com o passar dos anos.  

verifica-se que os termos em negrito expressam ideia de  

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Ano: 2011 Banca: COPEVE-UFAL Órgão: IF-AL Prova: COPEVE-UFAL - 2011 - IF-AL - Administrador |
Q656581 Português
Indique a opção cujo texto está com a redação mais adequada à norma-padrão da língua portuguesa, considerando pontuação, concordância e regência.
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Ano: 2011 Banca: COPEVE-UFAL Órgão: IF-AL Prova: COPEVE-UFAL - 2011 - IF-AL - Administrador |
Q656580 Português
Na perspectiva de um renomado filósofo francês, Gilbert de Simondon, o homem iniciou seu processo de humanização, ou seja, a diferenciação de seus comportamentos em relação aos dos demais animais, a partir do momento em que utilizou os recursos existentes na natureza em benefício próprio. Pedras, ossos, galhos e troncos de árvores foram transformados em ferramentas pelos nossos ancestrais. Com esses materiais, procuravam superar suas fragilidades físicas em relação às demais espécies. Contava o homem primitivo com duas grandes ferramentas, naturais e distintas das demais espécies: cérebro e a mão criadora. Frágil em relação aos demais animais, sem condições de se defender dos fenômenos da natureza – a chuva, o frio, a neve... – o homem precisava de equipamentos que ampliassem suas competências. Não podia garantir sua sobrevivência e sua superioridade apenas pela conjugação das possibilidades do seu raciocínio com sua habilidade manual. A utilização dos recursos naturais para atingir fins específicos ligados à sobrevivência da espécie foi a maneira que o homem encontrou para não desaparecer
(KENSKI, Vani Moreira. Tecnologias e ensino presencial e a distância. Campinas, SP: Papirus, 2003, p. 20). 
O excerto “O homem precisava de equipamentos que ampliassem suas competências” aceita a seguinte versão de reescrita sem danos à modalidade culta da língua em:
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Ano: 2011 Banca: COPEVE-UFAL Órgão: IF-AL Prova: COPEVE-UFAL - 2011 - IF-AL - Administrador |
Q656579 Português
Na perspectiva de um renomado filósofo francês, Gilbert de Simondon, o homem iniciou seu processo de humanização, ou seja, a diferenciação de seus comportamentos em relação aos dos demais animais, a partir do momento em que utilizou os recursos existentes na natureza em benefício próprio. Pedras, ossos, galhos e troncos de árvores foram transformados em ferramentas pelos nossos ancestrais. Com esses materiais, procuravam superar suas fragilidades físicas em relação às demais espécies. Contava o homem primitivo com duas grandes ferramentas, naturais e distintas das demais espécies: cérebro e a mão criadora. Frágil em relação aos demais animais, sem condições de se defender dos fenômenos da natureza – a chuva, o frio, a neve... – o homem precisava de equipamentos que ampliassem suas competências. Não podia garantir sua sobrevivência e sua superioridade apenas pela conjugação das possibilidades do seu raciocínio com sua habilidade manual. A utilização dos recursos naturais para atingir fins específicos ligados à sobrevivência da espécie foi a maneira que o homem encontrou para não desaparecer
(KENSKI, Vani Moreira. Tecnologias e ensino presencial e a distância. Campinas, SP: Papirus, 2003, p. 20). 
A autora do texto busca o parecer de Gilbert de Simondon para
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Ano: 2011 Banca: COPEVE-UFAL Órgão: IF-AL Prova: COPEVE-UFAL - 2011 - IF-AL - Administrador |
Q656578 Português
Na perspectiva de um renomado filósofo francês, Gilbert de Simondon, o homem iniciou seu processo de humanização, ou seja, a diferenciação de seus comportamentos em relação aos dos demais animais, a partir do momento em que utilizou os recursos existentes na natureza em benefício próprio. Pedras, ossos, galhos e troncos de árvores foram transformados em ferramentas pelos nossos ancestrais. Com esses materiais, procuravam superar suas fragilidades físicas em relação às demais espécies. Contava o homem primitivo com duas grandes ferramentas, naturais e distintas das demais espécies: cérebro e a mão criadora. Frágil em relação aos demais animais, sem condições de se defender dos fenômenos da natureza – a chuva, o frio, a neve... – o homem precisava de equipamentos que ampliassem suas competências. Não podia garantir sua sobrevivência e sua superioridade apenas pela conjugação das possibilidades do seu raciocínio com sua habilidade manual. A utilização dos recursos naturais para atingir fins específicos ligados à sobrevivência da espécie foi a maneira que o homem encontrou para não desaparecer
(KENSKI, Vani Moreira. Tecnologias e ensino presencial e a distância. Campinas, SP: Papirus, 2003, p. 20). 
Observe o excerto a seguir: “Frágil em relação aos demais animais, sem condições de se defender dos fenômenos da natureza – a chuva, o frio, a neve... – o homem precisava de equipamentos que ampliassem suas competências”. Isso quer dizer que:
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Ano: 2011 Banca: COPEVE-UFAL Órgão: IF-AL Prova: COPEVE-UFAL - 2011 - IF-AL - Administrador |
Q656577 Português
Na perspectiva de um renomado filósofo francês, Gilbert de Simondon, o homem iniciou seu processo de humanização, ou seja, a diferenciação de seus comportamentos em relação aos dos demais animais, a partir do momento em que utilizou os recursos existentes na natureza em benefício próprio. Pedras, ossos, galhos e troncos de árvores foram transformados em ferramentas pelos nossos ancestrais. Com esses materiais, procuravam superar suas fragilidades físicas em relação às demais espécies. Contava o homem primitivo com duas grandes ferramentas, naturais e distintas das demais espécies: cérebro e a mão criadora. Frágil em relação aos demais animais, sem condições de se defender dos fenômenos da natureza – a chuva, o frio, a neve... – o homem precisava de equipamentos que ampliassem suas competências. Não podia garantir sua sobrevivência e sua superioridade apenas pela conjugação das possibilidades do seu raciocínio com sua habilidade manual. A utilização dos recursos naturais para atingir fins específicos ligados à sobrevivência da espécie foi a maneira que o homem encontrou para não desaparecer
(KENSKI, Vani Moreira. Tecnologias e ensino presencial e a distância. Campinas, SP: Papirus, 2003, p. 20). 
Sobre o processo de humanização, compreende-se que:
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Ano: 2011 Banca: COPEVE-UFAL Órgão: IF-AL Prova: COPEVE-UFAL - 2011 - IF-AL - Administrador |
Q656576 Português
No período “Uma redação nota 10 é a que apresenta ideias que permitem ao leitor uma compreensão exata do que se pretendeu escrever.”, há três orações subordinadas, que são, respectivamente,
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Ano: 2011 Banca: COPEVE-UFAL Órgão: IF-AL Prova: COPEVE-UFAL - 2011 - IF-AL - Administrador |
Q656575 Português
As formas de convivência nos meios urbanos povoados por multidões davam nascimento a tipos de sociabilidade, isto é, a manifestações coletivas, bastante diferentes daquelas existentes nos pequenos vilarejos e nas cidades menores. As criações e o consumo de bens culturais deveriam atender as exigências novas dessas sociedades de massa.
O progresso da tecnologia também contribuiu decisivamente na alteração do modo de vida urbano. Na segunda metade do século XIX, apareceram as primeiras máquinas fotográficas, a comunicação por telégrafo, os tipos mais antigos do atual telefone. A criação de lojas de departamento, com produtos expostos de maneira a despertar desejos, estimulou a circulação de mercadorias das prateleiras para as mãos dos consumidores, desde, é claro, que tivessem dinheiro para comprar
(GEOGRAFIA, 32 ed. ago. 2010, p. 54). 
O trecho destacado no excerto “As formas de convivência nos meios urbanos povoados por multidões davam nascimento a tipos de sociabilidade” aceita também a seguinte versão sem provocar danos à modalidade culta da língua, nem subverter o sentido:
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Ano: 2011 Banca: COPEVE-UFAL Órgão: IF-AL Prova: COPEVE-UFAL - 2011 - IF-AL - Administrador |
Q656574 Português
As formas de convivência nos meios urbanos povoados por multidões davam nascimento a tipos de sociabilidade, isto é, a manifestações coletivas, bastante diferentes daquelas existentes nos pequenos vilarejos e nas cidades menores. As criações e o consumo de bens culturais deveriam atender as exigências novas dessas sociedades de massa.
O progresso da tecnologia também contribuiu decisivamente na alteração do modo de vida urbano. Na segunda metade do século XIX, apareceram as primeiras máquinas fotográficas, a comunicação por telégrafo, os tipos mais antigos do atual telefone. A criação de lojas de departamento, com produtos expostos de maneira a despertar desejos, estimulou a circulação de mercadorias das prateleiras para as mãos dos consumidores, desde, é claro, que tivessem dinheiro para comprar
(GEOGRAFIA, 32 ed. ago. 2010, p. 54). 
No texto, evidencia-se um sentido antitético ao definir que
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Q577225 Português

Dados os períodos abaixo em relação à flexão do infinitivo,

I. Alguns chefes pensam que têm o direito de manipularem a vida de seus empregados.

II. Os candidatos não tiveram tempo de terminar o questionário.

III. Deixe-me dizer que te amo.

IV. Joana afirmou existirem muitas informações conflitantes nos depoimentos dos acusados.

é correto afirmar que

Alternativas
Q577224 Português

Dados os períodos abaixo,

I. “Você fez o que te pedi?”

II. “Ninguém viu ele”.

III. “Maria, ponha isso lá fora junto com as outras”.

IV. “Calma, seu José!”

marque a opção que apresenta uma afirmação correta sobre o emprego dos pronomes.

Alternativas
Q577223 Português
Marque a opção que preenche adequadamente as lacunas do trecho a seguir: “_____ todo Manual de Estilo nos aconselha a eliminar adjetivos? E _____ achamos tão difícil obedecer? Um adjetivo é útil _____ é um atalho, uma simplificação de um processo, um recurso que economiza esforço mental. Esse é o _____ da estilística condenar o uso abusivo do adjetivo" (Trecho adaptado da Revista Língua Portuguesa, abr. 2009, p. 48).
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Q577222 Português
Marque a opção que apresenta o provérbio com a pontuação adequado, de acordo com a norma padrão da língua portuguesa.
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Q577221 Português

                                                      Um apólogo

      Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:

      – Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma coisa neste mundo?

      – Deixe-me, senhora.

      – Que a deixe? Que a deixe, por quê? Por que lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.

      – Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.

      – Mas você é orgulhosa.

      – Decerto que sou.

      – Mas por quê?

      – É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?

      – Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu, e muito eu?

      – Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...

      – Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás, obedecendo ao que eu faço e mando...

      – Também os batedores vão adiante do imperador.

      – Você é imperador?

      – Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...

      [...]

      – Ora agora, diga-me quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.

      Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:

      – Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.

      Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:– Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!

                                                                                                              (Machado de Assis)

Sobre a compreensão do texto,

I. Somente há trechos que revelam a linha e a agulha como objetos de costura.

II. Como a agulha e a linha são tratadas no seu sentido próprio, não se pode dizer que o texto tem um caráter metafórico.

III. De acordo com o texto, linha e agulha desempenham igualmente funções importantes.

IV. Agulha e linha guardam traços humanos ao mesmo tempo que apresentam a dimensão de objetos.

assinale a opção que apresenta uma análise correta das proposições acima.

Alternativas
Q577220 Português

                                                      Um apólogo

      Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:

      – Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma coisa neste mundo?

      – Deixe-me, senhora.

      – Que a deixe? Que a deixe, por quê? Por que lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.

      – Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.

      – Mas você é orgulhosa.

      – Decerto que sou.

      – Mas por quê?

      – É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?

      – Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu, e muito eu?

      – Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...

      – Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás, obedecendo ao que eu faço e mando...

      – Também os batedores vão adiante do imperador.

      – Você é imperador?

      – Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...

      [...]

      – Ora agora, diga-me quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.

      Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:

      – Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.

      Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:– Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!

                                                                                                              (Machado de Assis)

Assinale a alínea que apresenta pontuação correta.
Alternativas
Q577219 Português

                                                      Um apólogo

      Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:

      – Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma coisa neste mundo?

      – Deixe-me, senhora.

      – Que a deixe? Que a deixe, por quê? Por que lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.

      – Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.

      – Mas você é orgulhosa.

      – Decerto que sou.

      – Mas por quê?

      – É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?

      – Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu, e muito eu?

      – Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...

      – Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás, obedecendo ao que eu faço e mando...

      – Também os batedores vão adiante do imperador.

      – Você é imperador?

      – Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...

      [...]

      – Ora agora, diga-me quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.

      Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:

      – Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.

      Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:– Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!

                                                                                                              (Machado de Assis)

Dadas as afirmações seguintes sobre o texto,

I. É possível afirmar que a agulha e a linha são figuras que servem para tematizar a igualdade de oportunidades entre as pessoas em diferentes relações sociais (patrão/empregado, marido/mulher...).

II. O uso da metáfora no texto torna-o extremamente expressivo, porque associa traços dos objetos a comportamentos ou ações humanas.

III. A agulha, a linha e o professor de melancolia representam pessoas que recebem a devida recompensa após o exercício de seu trabalho.

IV. No texto, a linha é comparada aos batedores do imperador porque são as pessoas que se esforçam para preparar o caminho para os outros.

verifica-se que

Alternativas
Q577218 Português

Marque a opção que preenche corretamente as lacunas das seguintes frases.

I. Após comprovar embriaguez ao volante, o delegado decretou prisão em _________.

II. Logo em seguida, o advogado apresentou _________ de segurança.

III. Sem a menor _________, o acusado _________ todas as normas de respeito à autoridade judicial e comprometeu a _________ de conciliação.

Alternativas
Q577217 Português

Dadas as afirmativas seguintes sobre o texto abaixo,

“[...] Esse espaço ligado ao culto funerário, essa cidade-pirâmide, não é silenciosa. Ecoa o barulho incessante dos canteiros de obras, além das vozes dos trabalhadores e dos serviços de reparação. As idas e vindas dos sacerdotes, responsáveis pelo culto funerário, e seus empregados, artesãos, criados ou camponeses, fazem desse local dedicado aos mortos um universo bem vivo”

(Larousse das Civilizações Antigas, 2006).

I. O adjetivo “incessante” (2ª linha) pode ser substituído, sem prejuízo de sentido, pelo adjetivo “intenso”.

II. Uma das funções dos pronomes demonstrativos presentes no texto, assim como dos pronomes possessivos, é retomar expressões ou trecho anteriores para garantir a unidade e progressão do tema no texto.

III. A palavra “Ecoa” é um verbo na primeira pessoa do presente do indicativo.

IV. A palavra “pirâmide”, no texto, é um substantivo.

verifica-se que são verdadeiras

Alternativas
Q577216 Português

Identifique, entre as opções apresentadas, a função dos dois-pontos no texto abaixo.

“O arquiteto egípcio imagina um edifício em degraus que se ergue em direção ao céu, buscando simbolizar a divindade do rei e seu voo para um destino celestial: é para construir uma morada na eternidade que inventa a pirâmide”

(Trecho adaptado de Larousse das Civilizações Antigas, 2006).

Alternativas
Respostas
941: E
942: B
943: C
944: D
945: C
946: A
947: A
948: D
949: E
950: C
951: C
952: C
953: A
954: D
955: D
956: B
957: D
958: A
959: A
960: C