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1 O índice de desenvolvimento humano (IDH) foi criado
para medir o nível de desenvolvimento humano dos países a
partir de indicadores de educação (alfabetização e taxa de
4 matrícula), longevidade (expectativa de vida ao nascer) e renda
(PIB per capita), mas também é utilizado para aferir o nível de
desenvolvimento humano de municípios. Embora meçam os
7 mesmos fenômenos, os indicadores levados em conta no IDH
municipal (IDHM) são mais adequados para avaliar as
condições de núcleos sociais menores.
10 No tocante à educação, o cálculo do IDHM considera
dois indicadores, com pesos diferentes: a taxa de alfabetização
(A) de pessoas acima de 15 anos de idade, com peso 2, e a taxa
13 bruta de freqüência à escola (F), com peso 1. O primeiro
indicador resulta da seguinte divisão: o número de pessoas do
município com mais de 15 anos de idade capazes de ler e
16 escrever um bilhete simples (ou seja, adultos alfabetizados)
dividido pelo número de pessoas com mais de 15 anos de idade
residentes no município. O segundo indicador resulta de uma
19 conta simples: o número de indivíduos do município que estão
freqüentando a escola, independentemente da idade, dividido
pela população da localidade na faixa etária de 7 a 22 anos
22 de idade.
Com relação à longevidade, o IDHM leva em conta o
número médio de anos que uma pessoa nascida naquela
25 localidade, no ano de referência, deve viver, ou seja, a
expectativa de vida (E) no município referente a esse ano.
Para a avaliação da renda, o critério usado é a renda
28 municipal per capita (R), ou seja, a renda média de cada
residente no município. Para se chegar a esse valor, soma-se a
renda de todos os residentes e divide-se o resultado pelo
31 número de pessoas que moram no município.
Escolhidos os indicadores, são calculados os
subíndices específicos de cada um dos três parâmetros
34 analisados: IDHM-E, para a educação, IDHM-L, para a
longevidade, e IDHM-R, para a renda. O IDHM de cada
município é a média aritmética desses três subíndices.
37 Assim, o IDHM-E de um município é dado pela
fórmula
expectativa de vida ao nascer no município (E) e usa-se a
40 fórmula
IDHM-R, determina-se a renda municipal per capita (R) e, em
seguida, aplica-se a fórmula:
43 equações foram ajustadas de forma que os três subíndices,
IDHM-E, IDHM-L e IDHM-R, estejam entre 0 e 1.
Novo atlas do desenvolvimento humano no Brasil. In: IPEA. Internet:
<http://www.undp.org.br>. Acesso em jul./2003 (com adaptações).
De acordo com as informações do texto ao lado - Entenda o cálculo do IDH municipal (IDHM) - e considerando o tema por ele focalizado, julgue os itens que se seguem.
1 O índice de desenvolvimento humano (IDH) foi criado
para medir o nível de desenvolvimento humano dos países a
partir de indicadores de educação (alfabetização e taxa de
4 matrícula), longevidade (expectativa de vida ao nascer) e renda
(PIB per capita), mas também é utilizado para aferir o nível de
desenvolvimento humano de municípios. Embora meçam os
7 mesmos fenômenos, os indicadores levados em conta no IDH
municipal (IDHM) são mais adequados para avaliar as
condições de núcleos sociais menores.
10 No tocante à educação, o cálculo do IDHM considera
dois indicadores, com pesos diferentes: a taxa de alfabetização
(A) de pessoas acima de 15 anos de idade, com peso 2, e a taxa
13 bruta de freqüência à escola (F), com peso 1. O primeiro
indicador resulta da seguinte divisão: o número de pessoas do
município com mais de 15 anos de idade capazes de ler e
16 escrever um bilhete simples (ou seja, adultos alfabetizados)
dividido pelo número de pessoas com mais de 15 anos de idade
residentes no município. O segundo indicador resulta de uma
19 conta simples: o número de indivíduos do município que estão
freqüentando a escola, independentemente da idade, dividido
pela população da localidade na faixa etária de 7 a 22 anos
22 de idade.
Com relação à longevidade, o IDHM leva em conta o
número médio de anos que uma pessoa nascida naquela
25 localidade, no ano de referência, deve viver, ou seja, a
expectativa de vida (E) no município referente a esse ano.
Para a avaliação da renda, o critério usado é a renda
28 municipal per capita (R), ou seja, a renda média de cada
residente no município. Para se chegar a esse valor, soma-se a
renda de todos os residentes e divide-se o resultado pelo
31 número de pessoas que moram no município.
Escolhidos os indicadores, são calculados os
subíndices específicos de cada um dos três parâmetros
34 analisados: IDHM-E, para a educação, IDHM-L, para a
longevidade, e IDHM-R, para a renda. O IDHM de cada
município é a média aritmética desses três subíndices.
37 Assim, o IDHM-E de um município é dado pela
fórmula
expectativa de vida ao nascer no município (E) e usa-se a
40 fórmula
IDHM-R, determina-se a renda municipal per capita (R) e, em
seguida, aplica-se a fórmula:
43 equações foram ajustadas de forma que os três subíndices,
IDHM-E, IDHM-L e IDHM-R, estejam entre 0 e 1.
Novo atlas do desenvolvimento humano no Brasil. In: IPEA. Internet:
<http://www.undp.org.br>. Acesso em jul./2003 (com adaptações).
De acordo com as informações do texto ao lado - Entenda o cálculo do IDH municipal (IDHM) - e considerando o tema por ele focalizado, julgue os itens que se seguem.
1 O índice de desenvolvimento humano (IDH) foi criado
para medir o nível de desenvolvimento humano dos países a
partir de indicadores de educação (alfabetização e taxa de
4 matrícula), longevidade (expectativa de vida ao nascer) e renda
(PIB per capita), mas também é utilizado para aferir o nível de
desenvolvimento humano de municípios. Embora meçam os
7 mesmos fenômenos, os indicadores levados em conta no IDH
municipal (IDHM) são mais adequados para avaliar as
condições de núcleos sociais menores.
10 No tocante à educação, o cálculo do IDHM considera
dois indicadores, com pesos diferentes: a taxa de alfabetização
(A) de pessoas acima de 15 anos de idade, com peso 2, e a taxa
13 bruta de freqüência à escola (F), com peso 1. O primeiro
indicador resulta da seguinte divisão: o número de pessoas do
município com mais de 15 anos de idade capazes de ler e
16 escrever um bilhete simples (ou seja, adultos alfabetizados)
dividido pelo número de pessoas com mais de 15 anos de idade
residentes no município. O segundo indicador resulta de uma
19 conta simples: o número de indivíduos do município que estão
freqüentando a escola, independentemente da idade, dividido
pela população da localidade na faixa etária de 7 a 22 anos
22 de idade.
Com relação à longevidade, o IDHM leva em conta o
número médio de anos que uma pessoa nascida naquela
25 localidade, no ano de referência, deve viver, ou seja, a
expectativa de vida (E) no município referente a esse ano.
Para a avaliação da renda, o critério usado é a renda
28 municipal per capita (R), ou seja, a renda média de cada
residente no município. Para se chegar a esse valor, soma-se a
renda de todos os residentes e divide-se o resultado pelo
31 número de pessoas que moram no município.
Escolhidos os indicadores, são calculados os
subíndices específicos de cada um dos três parâmetros
34 analisados: IDHM-E, para a educação, IDHM-L, para a
longevidade, e IDHM-R, para a renda. O IDHM de cada
município é a média aritmética desses três subíndices.
37 Assim, o IDHM-E de um município é dado pela
fórmula
expectativa de vida ao nascer no município (E) e usa-se a
40 fórmula
IDHM-R, determina-se a renda municipal per capita (R) e, em
seguida, aplica-se a fórmula:
43 equações foram ajustadas de forma que os três subíndices,
IDHM-E, IDHM-L e IDHM-R, estejam entre 0 e 1.
Novo atlas do desenvolvimento humano no Brasil. In: IPEA. Internet:
<http://www.undp.org.br>. Acesso em jul./2003 (com adaptações).
De acordo com as informações do texto ao lado - Entenda o cálculo do IDH municipal (IDHM) - e considerando o tema por ele focalizado, julgue os itens que se seguem.
1 O índice de desenvolvimento humano (IDH) foi criado
para medir o nível de desenvolvimento humano dos países a
partir de indicadores de educação (alfabetização e taxa de
4 matrícula), longevidade (expectativa de vida ao nascer) e renda
(PIB per capita), mas também é utilizado para aferir o nível de
desenvolvimento humano de municípios. Embora meçam os
7 mesmos fenômenos, os indicadores levados em conta no IDH
municipal (IDHM) são mais adequados para avaliar as
condições de núcleos sociais menores.
10 No tocante à educação, o cálculo do IDHM considera
dois indicadores, com pesos diferentes: a taxa de alfabetização
(A) de pessoas acima de 15 anos de idade, com peso 2, e a taxa
13 bruta de freqüência à escola (F), com peso 1. O primeiro
indicador resulta da seguinte divisão: o número de pessoas do
município com mais de 15 anos de idade capazes de ler e
16 escrever um bilhete simples (ou seja, adultos alfabetizados)
dividido pelo número de pessoas com mais de 15 anos de idade
residentes no município. O segundo indicador resulta de uma
19 conta simples: o número de indivíduos do município que estão
freqüentando a escola, independentemente da idade, dividido
pela população da localidade na faixa etária de 7 a 22 anos
22 de idade.
Com relação à longevidade, o IDHM leva em conta o
número médio de anos que uma pessoa nascida naquela
25 localidade, no ano de referência, deve viver, ou seja, a
expectativa de vida (E) no município referente a esse ano.
Para a avaliação da renda, o critério usado é a renda
28 municipal per capita (R), ou seja, a renda média de cada
residente no município. Para se chegar a esse valor, soma-se a
renda de todos os residentes e divide-se o resultado pelo
31 número de pessoas que moram no município.
Escolhidos os indicadores, são calculados os
subíndices específicos de cada um dos três parâmetros
34 analisados: IDHM-E, para a educação, IDHM-L, para a
longevidade, e IDHM-R, para a renda. O IDHM de cada
município é a média aritmética desses três subíndices.
37 Assim, o IDHM-E de um município é dado pela
fórmula
expectativa de vida ao nascer no município (E) e usa-se a
40 fórmula
IDHM-R, determina-se a renda municipal per capita (R) e, em
seguida, aplica-se a fórmula:
43 equações foram ajustadas de forma que os três subíndices,
IDHM-E, IDHM-L e IDHM-R, estejam entre 0 e 1.
Novo atlas do desenvolvimento humano no Brasil. In: IPEA. Internet:
<http://www.undp.org.br>. Acesso em jul./2003 (com adaptações).
De acordo com as informações do texto ao lado - Entenda o cálculo do IDH municipal (IDHM) - e considerando o tema por ele focalizado, julgue os itens que se seguem.
1 O índice de desenvolvimento humano (IDH) foi criado
para medir o nível de desenvolvimento humano dos países a
partir de indicadores de educação (alfabetização e taxa de
4 matrícula), longevidade (expectativa de vida ao nascer) e renda
(PIB per capita), mas também é utilizado para aferir o nível de
desenvolvimento humano de municípios. Embora meçam os
7 mesmos fenômenos, os indicadores levados em conta no IDH
municipal (IDHM) são mais adequados para avaliar as
condições de núcleos sociais menores.
10 No tocante à educação, o cálculo do IDHM considera
dois indicadores, com pesos diferentes: a taxa de alfabetização
(A) de pessoas acima de 15 anos de idade, com peso 2, e a taxa
13 bruta de freqüência à escola (F), com peso 1. O primeiro
indicador resulta da seguinte divisão: o número de pessoas do
município com mais de 15 anos de idade capazes de ler e
16 escrever um bilhete simples (ou seja, adultos alfabetizados)
dividido pelo número de pessoas com mais de 15 anos de idade
residentes no município. O segundo indicador resulta de uma
19 conta simples: o número de indivíduos do município que estão
freqüentando a escola, independentemente da idade, dividido
pela população da localidade na faixa etária de 7 a 22 anos
22 de idade.
Com relação à longevidade, o IDHM leva em conta o
número médio de anos que uma pessoa nascida naquela
25 localidade, no ano de referência, deve viver, ou seja, a
expectativa de vida (E) no município referente a esse ano.
Para a avaliação da renda, o critério usado é a renda
28 municipal per capita (R), ou seja, a renda média de cada
residente no município. Para se chegar a esse valor, soma-se a
renda de todos os residentes e divide-se o resultado pelo
31 número de pessoas que moram no município.
Escolhidos os indicadores, são calculados os
subíndices específicos de cada um dos três parâmetros
34 analisados: IDHM-E, para a educação, IDHM-L, para a
longevidade, e IDHM-R, para a renda. O IDHM de cada
município é a média aritmética desses três subíndices.
37 Assim, o IDHM-E de um município é dado pela
fórmula
expectativa de vida ao nascer no município (E) e usa-se a
40 fórmula
IDHM-R, determina-se a renda municipal per capita (R) e, em
seguida, aplica-se a fórmula:
43 equações foram ajustadas de forma que os três subíndices,
IDHM-E, IDHM-L e IDHM-R, estejam entre 0 e 1.
Novo atlas do desenvolvimento humano no Brasil. In: IPEA. Internet:
<http://www.undp.org.br>. Acesso em jul./2003 (com adaptações).
De acordo com as informações do texto ao lado - Entenda o cálculo do IDH municipal (IDHM) - e considerando o tema por ele focalizado, julgue os itens que se seguem.

1 O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB)
chega a Pernambuco disposto a fomentar ainda mais a
rica produção cultural do estado. Música, teatro,
4 literatura, cinema e artes plásticas se unem para formar
um pólo criativo que alia tradição e modernidade em um
precioso equilíbrio. Além de receber o talento local de
7 braços abertos, na antiga estação ferroviária central do
Recife, o CCBB pretende, enfim, transformar em
realidade o tão sonhado caminho de mão dupla entre o
10 Nordeste e as demais regiões brasileiras. Erguida desde
sempre, essa ponte imaginária insiste até hoje em
bloquear o tráfego em um dos sentidos.
Rodrigo Alves. Veredas — Revista de Cultura do Banco
do Brasil, n.º 90, jun./2003, p. 21 (com adaptações).
No que se refere ao texto acima, julgue os itens a seguir.

1 O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB)
chega a Pernambuco disposto a fomentar ainda mais a
rica produção cultural do estado. Música, teatro,
4 literatura, cinema e artes plásticas se unem para formar
um pólo criativo que alia tradição e modernidade em um
precioso equilíbrio. Além de receber o talento local de
7 braços abertos, na antiga estação ferroviária central do
Recife, o CCBB pretende, enfim, transformar em
realidade o tão sonhado caminho de mão dupla entre o
10 Nordeste e as demais regiões brasileiras. Erguida desde
sempre, essa ponte imaginária insiste até hoje em
bloquear o tráfego em um dos sentidos.
Rodrigo Alves. Veredas — Revista de Cultura do Banco
do Brasil, n.º 90, jun./2003, p. 21 (com adaptações).
No que se refere ao texto acima, julgue os itens a seguir.

1 O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB)
chega a Pernambuco disposto a fomentar ainda mais a
rica produção cultural do estado. Música, teatro,
4 literatura, cinema e artes plásticas se unem para formar
um pólo criativo que alia tradição e modernidade em um
precioso equilíbrio. Além de receber o talento local de
7 braços abertos, na antiga estação ferroviária central do
Recife, o CCBB pretende, enfim, transformar em
realidade o tão sonhado caminho de mão dupla entre o
10 Nordeste e as demais regiões brasileiras. Erguida desde
sempre, essa ponte imaginária insiste até hoje em
bloquear o tráfego em um dos sentidos.
Rodrigo Alves. Veredas — Revista de Cultura do Banco
do Brasil, n.º 90, jun./2003, p. 21 (com adaptações).
No que se refere ao texto acima, julgue os itens a seguir.

1 Inaugurado em 21/4/2001, o Centro Cultural Banco
do Brasil de São Paulo (CCBB/SP) comemora o sucesso de
ter atingido seu objetivo: injetar uma vitalidade ainda maior
4 na cena paulistana. Por meio de uma programação de
qualidade e de seus programas educativos, o CCBB/SP
contribui para mudar a relação do paulistano com o centro
7 da cidade. O CCBB/SP, localizado no coração histórico da
cidade, em uma via hoje de pedestres, ocupa um edifício que
foi comprado em 1923 pelo BB.
10 A construção foi inteiramente reformada para abrigar
o CCBB/SP. Os elementos originais foram restaurados,
mantendo assim as linhas que o tornam um dos mais
13 significativos exemplos da arquitetura do início do século
passado. A construção foi tombada pelo Departamento do
Patrimônio Histórico. Com 4.183 metros quadrados, o
16 CCBB/SP possui salas de exposições, cinema, teatro,
auditório, salas de vídeo, restaurante, bomboneria e café.
A escolha do prédio, no centro histórico de
19 São Paulo, reflete a preocupação do BB em revitalizar a
região, que abriga um inestimável patrimônio arquitetônico.
Hoje, mais de um milhão de pessoas circulam diariamente
22 pela área, e o CCBB/SP funciona como um ponto de
convergência não apenas para a observação, mas também
para a popularização e a disseminação das artes e para o
25 debate sobre as principais questões culturais no mundo
contemporâneo. Como fomentador da arte, o BB apresenta
uma programação original, em áreas como música, artes
28 plásticas, cinema, literatura, dança, teatro e programas
educativos.
Internet: <http://www.bb.com.br/appbb/portal/bb/ctr/sp/historico.jsp>.
Acesso em 29/9/2003 (com adaptações).
Em relação ao texto acima e ao tema por ele tratado, julgue os
itens a seguir.

1 Inaugurado em 21/4/2001, o Centro Cultural Banco
do Brasil de São Paulo (CCBB/SP) comemora o sucesso de
ter atingido seu objetivo: injetar uma vitalidade ainda maior
4 na cena paulistana. Por meio de uma programação de
qualidade e de seus programas educativos, o CCBB/SP
contribui para mudar a relação do paulistano com o centro
7 da cidade. O CCBB/SP, localizado no coração histórico da
cidade, em uma via hoje de pedestres, ocupa um edifício que
foi comprado em 1923 pelo BB.
10 A construção foi inteiramente reformada para abrigar
o CCBB/SP. Os elementos originais foram restaurados,
mantendo assim as linhas que o tornam um dos mais
13 significativos exemplos da arquitetura do início do século
passado. A construção foi tombada pelo Departamento do
Patrimônio Histórico. Com 4.183 metros quadrados, o
16 CCBB/SP possui salas de exposições, cinema, teatro,
auditório, salas de vídeo, restaurante, bomboneria e café.
A escolha do prédio, no centro histórico de
19 São Paulo, reflete a preocupação do BB em revitalizar a
região, que abriga um inestimável patrimônio arquitetônico.
Hoje, mais de um milhão de pessoas circulam diariamente
22 pela área, e o CCBB/SP funciona como um ponto de
convergência não apenas para a observação, mas também
para a popularização e a disseminação das artes e para o
25 debate sobre as principais questões culturais no mundo
contemporâneo. Como fomentador da arte, o BB apresenta
uma programação original, em áreas como música, artes
28 plásticas, cinema, literatura, dança, teatro e programas
educativos.
Internet: <http://www.bb.com.br/appbb/portal/bb/ctr/sp/historico.jsp>.
Acesso em 29/9/2003 (com adaptações).
Em relação ao texto acima e ao tema por ele tratado, julgue os
itens a seguir.

1 Inaugurado em 21/4/2001, o Centro Cultural Banco
do Brasil de São Paulo (CCBB/SP) comemora o sucesso de
ter atingido seu objetivo: injetar uma vitalidade ainda maior
4 na cena paulistana. Por meio de uma programação de
qualidade e de seus programas educativos, o CCBB/SP
contribui para mudar a relação do paulistano com o centro
7 da cidade. O CCBB/SP, localizado no coração histórico da
cidade, em uma via hoje de pedestres, ocupa um edifício que
foi comprado em 1923 pelo BB.
10 A construção foi inteiramente reformada para abrigar
o CCBB/SP. Os elementos originais foram restaurados,
mantendo assim as linhas que o tornam um dos mais
13 significativos exemplos da arquitetura do início do século
passado. A construção foi tombada pelo Departamento do
Patrimônio Histórico. Com 4.183 metros quadrados, o
16 CCBB/SP possui salas de exposições, cinema, teatro,
auditório, salas de vídeo, restaurante, bomboneria e café.
A escolha do prédio, no centro histórico de
19 São Paulo, reflete a preocupação do BB em revitalizar a
região, que abriga um inestimável patrimônio arquitetônico.
Hoje, mais de um milhão de pessoas circulam diariamente
22 pela área, e o CCBB/SP funciona como um ponto de
convergência não apenas para a observação, mas também
para a popularização e a disseminação das artes e para o
25 debate sobre as principais questões culturais no mundo
contemporâneo. Como fomentador da arte, o BB apresenta
uma programação original, em áreas como música, artes
28 plásticas, cinema, literatura, dança, teatro e programas
educativos.
Internet: <http://www.bb.com.br/appbb/portal/bb/ctr/sp/historico.jsp>.
Acesso em 29/9/2003 (com adaptações).
Em relação ao texto acima e ao tema por ele tratado, julgue os
itens a seguir.

1 Inaugurado em 21/4/2001, o Centro Cultural Banco
do Brasil de São Paulo (CCBB/SP) comemora o sucesso de
ter atingido seu objetivo: injetar uma vitalidade ainda maior
4 na cena paulistana. Por meio de uma programação de
qualidade e de seus programas educativos, o CCBB/SP
contribui para mudar a relação do paulistano com o centro
7 da cidade. O CCBB/SP, localizado no coração histórico da
cidade, em uma via hoje de pedestres, ocupa um edifício que
foi comprado em 1923 pelo BB.
10 A construção foi inteiramente reformada para abrigar
o CCBB/SP. Os elementos originais foram restaurados,
mantendo assim as linhas que o tornam um dos mais
13 significativos exemplos da arquitetura do início do século
passado. A construção foi tombada pelo Departamento do
Patrimônio Histórico. Com 4.183 metros quadrados, o
16 CCBB/SP possui salas de exposições, cinema, teatro,
auditório, salas de vídeo, restaurante, bomboneria e café.
A escolha do prédio, no centro histórico de
19 São Paulo, reflete a preocupação do BB em revitalizar a
região, que abriga um inestimável patrimônio arquitetônico.
Hoje, mais de um milhão de pessoas circulam diariamente
22 pela área, e o CCBB/SP funciona como um ponto de
convergência não apenas para a observação, mas também
para a popularização e a disseminação das artes e para o
25 debate sobre as principais questões culturais no mundo
contemporâneo. Como fomentador da arte, o BB apresenta
uma programação original, em áreas como música, artes
28 plásticas, cinema, literatura, dança, teatro e programas
educativos.
Internet: <http://www.bb.com.br/appbb/portal/bb/ctr/sp/historico.jsp>.
Acesso em 29/9/2003 (com adaptações).
Em relação ao texto acima e ao tema por ele tratado, julgue os
itens a seguir.

1 Inaugurado em 21/4/2001, o Centro Cultural Banco
do Brasil de São Paulo (CCBB/SP) comemora o sucesso de
ter atingido seu objetivo: injetar uma vitalidade ainda maior
4 na cena paulistana. Por meio de uma programação de
qualidade e de seus programas educativos, o CCBB/SP
contribui para mudar a relação do paulistano com o centro
7 da cidade. O CCBB/SP, localizado no coração histórico da
cidade, em uma via hoje de pedestres, ocupa um edifício que
foi comprado em 1923 pelo BB.
10 A construção foi inteiramente reformada para abrigar
o CCBB/SP. Os elementos originais foram restaurados,
mantendo assim as linhas que o tornam um dos mais
13 significativos exemplos da arquitetura do início do século
passado. A construção foi tombada pelo Departamento do
Patrimônio Histórico. Com 4.183 metros quadrados, o
16 CCBB/SP possui salas de exposições, cinema, teatro,
auditório, salas de vídeo, restaurante, bomboneria e café.
A escolha do prédio, no centro histórico de
19 São Paulo, reflete a preocupação do BB em revitalizar a
região, que abriga um inestimável patrimônio arquitetônico.
Hoje, mais de um milhão de pessoas circulam diariamente
22 pela área, e o CCBB/SP funciona como um ponto de
convergência não apenas para a observação, mas também
para a popularização e a disseminação das artes e para o
25 debate sobre as principais questões culturais no mundo
contemporâneo. Como fomentador da arte, o BB apresenta
uma programação original, em áreas como música, artes
28 plásticas, cinema, literatura, dança, teatro e programas
educativos.
Internet: <http://www.bb.com.br/appbb/portal/bb/ctr/sp/historico.jsp>.
Acesso em 29/9/2003 (com adaptações).
Em relação ao texto acima e ao tema por ele tratado, julgue os
itens a seguir.