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1 Só algumas crianças (as que não vasculham os sítios da
Internet) acreditam que os países ricos, que nos enviam suas
ONGs e seus técnicos, estão preocupados com o nosso bem
4 estar. Estão preocupados, sim, em preservar áreas virgens
para seu benefício futuro. Contam com elas, se lhes for
cortado o suprimento de óleo e gás do Oriente Médio. Hoje,
7 lhes interessa proclamar que as grandes árvores amazônicas
são os alvéolos pulmonares do planeta. Amanhã, quando lhes
convier, seus cientistas concluirão que o caule e as folhas da
10 cana-de-açúcar são muito mais eficientes para a
transformação do carbono em oxigênio e energia. Enquanto
isso, sem que ajamos em defesa de nosso território, eles vão
13 comprando, a preço de qualquer coisa, vastas áreas da Hiléia.
Por tudo isso, convém-nos, sem manifestações histéricas de
xenofobia, exercer autoridade soberana sobre nosso espaço
16 geográfico.
Idem, ibidem (com adaptações).
Com referência ao texto acima, assinale a opção incorreta.
Cientistas brasileiros e indianos contestaram a tese de que as florestas tropicais seriam o “pulmão do mundo”, exibindo pesquisas nas quais se mostra que um hectare de gramínea absorve mais carbono do que vários hectares das grandes latifoliáceas, e que cabe aos plânctons da superfície marinha a liberação de quase todo o oxigênio que o mundo consome. O efeito estufa nada tem a ver com a cobertura vegetal do solo. É claro que o solo deve estar coberto, mas são as queimadas e o uso de combustíveis fósseis que estão mudando o clima do mundo. Devemos nos preocupar muito mais com os oceanos do que com as florestas.
Idem, ibidem.
Quanto às idéias do texto acima, assinale a opção correta.
1 O escritor Mário Palmério morreu fascinado pela
Amazônia. Durante muitos anos viveu sobre os rios Negro e
Solimões, atraído pela vida dos caboclos, e realizou pesquisas
4 sobre a flora e a fauna da região. Dizia que, na confluência do
espírito europeu com o espírito dos índios da floresta, ocorria
o que ocorre no encontro das águas do Negro com as do
7 Solimões: os dois cursos seguem paralelos e vão, pouco a
pouco, se juntando, para a espetacular explosão da pororoca
quando chegam ao Atlântico. Escritores do talento de
10 Palmério fazem da mente seu caleidoscópio: as idéias se
refletem umas sobre as outras, desenhando, nas figuras
geométricas, hipóteses surpreendentes. Mário disse que
13 um dia o Brasil seria como o Amazonas em sua foz: de uma
só cor. “Nesse dia” — disse, com a profecia no sorriso —
“o Brasil fecundará o mundo como o Amazonas fecunda o
16 Atlântico: com os estrondos do choque”.
Mauro Santayana. In: Jornal do Brasil, 26/11/2006, p. A2 (com adaptações).
Em relação ao texto acima, julgue os itens seguintes.
I O texto é uma narrativa em primeira pessoa, na qual o autor interfere subjetivamente.
II É possível inferir da expressão "viveu sobre os rios" (L.2) que o escritor vivia em um barco.
III Na expressão "com as do Solimões" (L.6-7), utiliza-se o recurso coesivo denominado elipse, ficando subtendida a palavra águas.
IV O termo "como", tanto na linha 13 quanto na linha 15, tem a função de estabelecer, nos períodos, relação de comparação.
A quantidade de itens certos é igual a
I Depreende-se do texto que os parlamentares procuram pertencer a partidos aliados aos governadores eleitos em seus estados. II O termo “se”, em “se mobilizam” (l. 2), tem a função de indeterminar o sujeito. III Na linha 3, a presença de preposição em “a seus eleitores” justifica-se pela regência de “pediram”. IV No segmento “os elegeram” (l.9), o termo “os” retoma o antecedente “parlamentares” (l.8). V Após a palavra “cidadãos” (l.9), não há vírgula porque a oração subseqüente tem natureza restritiva.
A quantidade de itens certos é igual a

Com base no texto acima, julgue os próximos itens.
I O nível de formalidade, a objetividade e a clareza do texto permitem afirmar que este está adequado às exigências da correspondência oficial. II Na linha 3, a presença de preposição em “a números” justifica-se pela regência de “financiamento”. III Em lugar do trecho “vulnerável a crises” (l.5), estaria gramaticalmente correta a redação: vulnerável às crises. IV A expressão “essa tendência” (l.10) retoma a idéia antecedente de índice de risco no menor patamar.
A quantidade de itens certos é igual a
I A forma verbal “Compreendia” (l.5) está sendo empregada com o mesmo sentido de Possuía. II O sinal indicativo de crase em “à região” (l.7) justifica-se pela regência de “chegada” (l.6) e pela presença de artigo definido feminino singular antes de “região”. III A substituição de “foram denunciados” (l.14-15) por denunciaram-se mantém a correção gramatical do período. IV A forma verbal “têm” (l.20) está no plural para concordar com “pessoas” (l.19). V A substituição de “que” (l.29) por os quais mantém a correção gramatical do período.
A quantidade de itens certos é igual a
I Em “não se pode dizer” (l.5-6), o pronome “se” indica voz verbal reflexiva. II A forma verbal “causaram” (l.11) está no plural para concordar com “400 milhões de litros de lama” (l.7-8). III A substituição do sinal de travessão após “imediatos” (l.14) por sinal de dois-pontos mantém a correção gramatical do período. IV O termo “reincidência” (l.19) está sendo empregado com o sentido de negligência. V O emprego do sinal indicativo de crase em “à mineradora” (l.20) justifica-se pela regência de “custar” (l.19) e pela presença do artigo definido feminino singular antes de “mineradora” .
A quantidade de itens certos é igual a



