Foram encontradas 18.424 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Na linha 2, o pronome relativo “que" retoma o antecedente “os sujeitos"; por essa razão, a forma verbal “permitem" está no plural.
Na linha 1, a retirada do advérbio “particularmente" e das vírgulas que o demarcam preservaria a correção gramatical do texto, mas prejudicaria suas relações semânticas, pois permitiria a interpretação de que a língua não faz parte dos “sistemas simbólicos".
Na linha 9, mesmo que o verbo que antecede a locução adverbial “à tona" não exigisse objeto regido pela preposição a, como exige esse emprego do verbo “trazer", o sinal indicativo de crase seria obrigatório nesse contexto.
Na linha 5, o emprego de “pelo", regendo “estudo", indica que está subentendida, antes dessa contração, a forma verbal aprendem, como utilizado na linha 2.
O desenvolvimento da argumentação do texto permite que se empregue tanto “afetadas" (l.1) quanto a correspondente flexão de masculino, afetados, sem que seja prejudicada a correção gramatical.
No trecho “as preciosidades que se exibiam nos altares da igreja e nas prateleiras das lojas tinham nomes" (l.7-8), os objetos religiosos e as mercadorias estão reunidos sob a designação comum de “nomes", o que está de acordo com a associação feita pelos meninos entre as coisas espirituais e as coisas “feitas por gente" (l.10).
O emprego da linguagem figurada, como em “soprou-a no ouvido do irmão" (l.6), e a ausência do discurso direto confirmam o que está evidente no trecho “O menino mais novo interrogou-o com os olhos" (l.7), isto é, que em ambos os momentos a comunicação entre os dois personagens prescinde da linguagem verbal.
No trecho “Talvez aquilo tivesse sido feito por gente" (l.5-6), o verbo concorda com “gente", sujeito da oração na voz passiva.
No texto acima, pela linguagem literária, o autor aborda uma questão universal — a construção do conhecimento do mundo pelo homem por meio da nomeação dos objetos —, a partir da narrativa de uma experiência particular dos personagens — a primeira visita de dois meninos a uma pequena cidade.
I o aposto “para os indivíduos e a sociedade”, com as vírgulas que o demarcam, para logo depois de “O que” (L.1). II a expressão “Nessa acepção” (L.6-7), entre vírgulas, para logo depois de “verdade” (L.7), fazendo-se os devidos ajustes na maiusculização. III o advérbio “consensualmente” (L.10) para antes de“estabelecem” (L.10). IV o trecho “a nova concepção de verdade” (L.13-14), com o deslocamento da conjunção que a precede para depois dela, para logo antes de “A razão comunicativa” (L.13), com os devidos ajustes na maiusculização.
A quantidade de itens certos é igual a
I Na linha 2, o pronome “sua” está na terceira pessoa do singular para concordar com “ser humano”; e o pronome “seus” (L.9) está no plural para concordar com“filósofos” (L.8). II Na expressão verbal “levou a reconhecer” (L.4), o emprego da preposição justifica-se pelo verbo levar. III A forma verbal “têm” (L.7) é acentuada porque concorda com“Estas indagações” (L.6). IV A preposição a, que compõe o termo “ao campo ético-moral”(L.13), é exigida pelo substantivo “conduta” (L.12).
Estão certos apenas os itens





