Questões de Concurso
Sobre português para cespe / cebraspe
Foram encontradas 18.424 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Predomina, no texto, a estrutura argumentativa, em que o autor pretende defender a ideia de que é possível tirar lições a partir de tragédias como a que aconteceu em Santa Catarina.
As palavras “calamidades” (l.1), “desastres” (l.4) e “inundações” (l.9) remetem, no texto, ao termo “enchentes”,
do conector “para” por a fim de, em “e guardar o que sobrasse para acudir às moléstias grandes” (l.14-15).
do conector “posto que” por embora, em “a casa em que morava (...), posto que menor, era propriedade dele” (l.3-5).
do conector “e” pela conjunção porque, em “mas a mulher gastava pouco, e a vida era barata” (l.2-3).
dos conectivos “ou (...) ou (...)” por tanto (...) quanto (...), em “Pádua, ou por ordem regulamentar, ou por especial designação, ficou substituindo o administrador” (l.21-23).
do conector “afinal” por portanto, em “Pádua hesitou muito; afinal, teve de ceder aos conselhos de minha mãe” (l.15-16).
Em “chegara o efetivo” (l.31) e “velasse pelas infelizes” (l.32), “efetivo” remete ao administrador da repartição e “infelizes”, à mulher e à filha de Pádua.
O verbo empregado em “chegara o efetivo” (l.31) pode ser substituído pela locução verbal tinha chegado, sem prejuízo para a interpretação do texto
Os pronomes empregados em “quando lhe saiu o prêmio” (l.7) e “atirou-se às despesas supérfluas” (l.26) devem ser interpretados como reflexivos.
O último período do texto poderia ter sido introduzido por um travessão, uma vez que corresponde a uma transcrição literal de fala, denominada discurso direto.
No trecho “foi para casa, onde viveu prostrado alguns dias” (l.35-36), o pronome relativo tem valor possessivo, indicando que a casa a que o autor se refere pertence a Pádua.
A expressão nominal “D. Fortunata” é empregada, no texto, sem artigo. Por essa razão, caso a palavra sublinhada em “deu joias à mulher” (l.26) fosse substituída por “D. Fortunata”, o acento grave sobre o a que sucede “joias” não deveria ser empregado.
No trecho “a mulher é que lhe disse” (l.13), a expressão “é que” confere ênfase ao elemento que exerce a função de sujeito da oração.
Em “mandar vir da Europa alguns pássaros” (l.9-10), a forma verbal “vir” poderia concordar com a expressão nominal “alguns pássaros”, que é o sujeito desse verbo.
A vírgula empregada imediatamente antes da expressão “dez contos de réis” (l.6) pode ser substituída por dois-pontos ou por travessão, sem prejuízo para a coerência e a correção do texto.
A substituição da preposição “em” por de na expressão “era empregado em repartição” (l.1) implica que a repartição onde Pádua trabalhava era necessariamente o órgão empregador
A palavra “repartição” (l.1) diz respeito a uma área administrativa específica do “Ministério da Guerra” (l.2). Com esse mesmo sentido, o autor poderia ter empregado a palavra cessão.
A forma verbal “Escutai” (l.18) está flexionada no modo subjuntivo e indica a incerteza do falante a respeito do que está dizendo.
A expressão “salvar a vida ao Pádua” (l.18) pode ser adequadamente interpretada como salvar a vida do Pádua, literalmente