Questões de Concurso
Sobre português para cespe / cebraspe
Foram encontradas 18.424 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Acerca dos aspectos linguísticos do texto acima e das ideias nele desenvolvidas, julgue o item a seguir.
O texto critica os resultados da pesquisa científica.
Acerca dos aspectos linguísticos do texto acima e das ideias nele
desenvolvidas, julgue o item a seguir.
Depreende-se do texto que a explicação sobre a presença de hidrogênio em regiões polares da lua ainda carece de comprovação científica definitiva.

Em relação ao texto acima, assinale a opção correta.

Assinale a opção que apresenta a associação correta entre a palavra indicada entre aspas e o seu sentido no texto acima.
Essas são apenas algumas das facilidades da informática. O principal, nesse processo, é saber com exatidão e transparência os projetos em andamento e as decisões tomadas pelos Poderes Executivo e Legislativo da cidade.
Idem, ibidem.
Assinale a opção que apresenta a ideia principal do texto acima.
Assinale a opção correta a respeito das estruturas linguísticas do texto.
Assinale a opção em que todas as palavras estão grafadas e acentuadas corretamente.
Texto para as questões de 26 a 28
Os saberes necessários à educação do futuro não têm nenhum programa educativo, escolar ou universitário. Aliás, não estão concentrados no primário, nem no secundário, nem no ensino universitário, mas abordam problemas específicos para cada um desses níveis. Eles dizem respeito aos buracos negros da educação, completamente ignorados, subestimados ou fragmentados nos programas educativos. Programas esses que, na minha opinião, devem ser colocados no centro das preocupações sobre a formação dos jovens, futuros cidadãos.
Um desses buracos negros é o que vou chamar de antropo-ético, porque os problemas da moral e da ética diferem a depender da cultura e da natureza humana. Existe um aspecto individual, outro social e outro genético, diria de espécie. Algo como uma trindade em que as terminações são ligadas: a antropo-ética. Cabe ao ser humano desenvolver, ao mesmo tempo, a ética e a autonomia pessoal (as nossas responsabilidades pessoais), além de desenvolver a participação social (as responsabilidades sociais), ou seja, a nossa participação no gênero humano, pois compartilhamos um destino comum
A antropo-ética tem um lado social que não tem sentido se não for na democracia, porque a democracia permite uma relação indivíduo-sociedade e nela o cidadão deve se sentir solidário e responsável. A democracia permite aos cidadãos exercerem suas responsabilidades mediante o voto. Somente assim é possível fazer com que o poder circule, de forma que aquele que foi uma vez controlado, terá a chance de controlar. Porque a democracia é, por princípio, um exercício de controle.
Edgar Morin. Os sete saberes necessários à educação do futuro. Internet: <www.microeducacao.pro.br> (com adaptações).
No trecho "A antropo-ética tem um lado social que não tem sentido se não for na democracia, porque a democracia permite uma relação indivíduo-sociedade", no início do terceiro parágrafo, a palavra grifada estabelece entre as orações uma relação de
Texto para as questões de 26 a 28
Os saberes necessários à educação do futuro não têm nenhum programa educativo, escolar ou universitário. Aliás, não estão concentrados no primário, nem no secundário, nem no ensino universitário, mas abordam problemas específicos para cada um desses níveis. Eles dizem respeito aos buracos negros da educação, completamente ignorados, subestimados ou fragmentados nos programas educativos. Programas esses que, na minha opinião, devem ser colocados no centro das preocupações sobre a formação dos jovens, futuros cidadãos.
Um desses buracos negros é o que vou chamar de antropo-ético, porque os problemas da moral e da ética diferem a depender da cultura e da natureza humana. Existe um aspecto individual, outro social e outro genético, diria de espécie. Algo como uma trindade em que as terminações são ligadas: a antropo-ética. Cabe ao ser humano desenvolver, ao mesmo tempo, a ética e a autonomia pessoal (as nossas responsabilidades pessoais), além de desenvolver a participação social (as responsabilidades sociais), ou seja, a nossa participação no gênero humano, pois compartilhamos um destino comum
A antropo-ética tem um lado social que não tem sentido se não for na democracia, porque a democracia permite uma relação indivíduo-sociedade e nela o cidadão deve se sentir solidário e responsável. A democracia permite aos cidadãos exercerem suas responsabilidades mediante o voto. Somente assim é possível fazer com que o poder circule, de forma que aquele que foi uma vez controlado, terá a chance de controlar. Porque a democracia é, por princípio, um exercício de controle.
Edgar Morin. Os sete saberes necessários à educação do futuro. Internet: <www.microeducacao.pro.br> (com adaptações).
Em relação à tipologia, é correto afirmar que o texto é essencialmente
Texto para as questões de 26 a 28
Os saberes necessários à educação do futuro não têm nenhum programa educativo, escolar ou universitário. Aliás, não estão concentrados no primário, nem no secundário, nem no ensino universitário, mas abordam problemas específicos para cada um desses níveis. Eles dizem respeito aos buracos negros da educação, completamente ignorados, subestimados ou fragmentados nos programas educativos. Programas esses que, na minha opinião, devem ser colocados no centro das preocupações sobre a formação dos jovens, futuros cidadãos.
Um desses buracos negros é o que vou chamar de antropo-ético, porque os problemas da moral e da ética diferem a depender da cultura e da natureza humana. Existe um aspecto individual, outro social e outro genético, diria de espécie. Algo como uma trindade em que as terminações são ligadas: a antropo-ética. Cabe ao ser humano desenvolver, ao mesmo tempo, a ética e a autonomia pessoal (as nossas responsabilidades pessoais), além de desenvolver a participação social (as responsabilidades sociais), ou seja, a nossa participação no gênero humano, pois compartilhamos um destino comum
A antropo-ética tem um lado social que não tem sentido se não for na democracia, porque a democracia permite uma relação indivíduo-sociedade e nela o cidadão deve se sentir solidário e responsável. A democracia permite aos cidadãos exercerem suas responsabilidades mediante o voto. Somente assim é possível fazer com que o poder circule, de forma que aquele que foi uma vez controlado, terá a chance de controlar. Porque a democracia é, por princípio, um exercício de controle.
Edgar Morin. Os sete saberes necessários à educação do futuro. Internet: <www.microeducacao.pro.br> (com adaptações).
De acordo com as idéias expressas no texto, assinale a opção correta.
Texto para as questões de 23 a 25
1 Diversos são os caminhos que levam à degradação de
um ecossistema. Pode-se chegar a ela por meio da ignorância,
desconhecendo-se que a menor de nossas ações pode ter
4 impacto sobre o ambiente. Ou pela arrogância, atribuindo-se
aos outros a obrigação de limpar os detritos, os descartáveis
que deixamos atrás de nós. Há também os vândalos, os que
7 apontam sua nova carabina para o primeiro vulto que surge na
mata e experimentam um estranho prazer em ver o bicho
tombar.
10 Na dilapidação do ambiente, o fator que sem dúvida
conta é a opção pelo desenvolvimento econômico. Para que
o problema possa ser discutido, é preciso tomá-lo por partes.
13 A primeira gira em torno da sobrevivência do indivíduo e de
sua família. Nesse caso, os motivos remontam à falta de
comida, de terra arável, de lenha. Para tais situações,
16 geralmente existem alternativas, desde que haja criatividade
e determinação. Não é esse o caso, porém, do segundo tipo de
desenvolvimento econômico, o que visa atender não mais às
19 necessidades imediatas da população, à sobrevivência nua e
crua, mas sim ao consumo supérfluo. Este sim revela um
apetite descomunal por madeiras de lei, minerais e recursos
22 de toda a espécie.
Kurt Kloetzel. O que é meio ambiente. São Paulo: Brasiliense, 1998, p. 65-6 (com adaptações).
Mantêm-se a correção gramatical e os sentidos originais do texto ao se
Texto para as questões de 23 a 25
1 Diversos são os caminhos que levam à degradação de
um ecossistema. Pode-se chegar a ela por meio da ignorância,
desconhecendo-se que a menor de nossas ações pode ter
4 impacto sobre o ambiente. Ou pela arrogância, atribuindo-se
aos outros a obrigação de limpar os detritos, os descartáveis
que deixamos atrás de nós. Há também os vândalos, os que
7 apontam sua nova carabina para o primeiro vulto que surge na
mata e experimentam um estranho prazer em ver o bicho
tombar.
10 Na dilapidação do ambiente, o fator que sem dúvida
conta é a opção pelo desenvolvimento econômico. Para que
o problema possa ser discutido, é preciso tomá-lo por partes.
13 A primeira gira em torno da sobrevivência do indivíduo e de
sua família. Nesse caso, os motivos remontam à falta de
comida, de terra arável, de lenha. Para tais situações,
16 geralmente existem alternativas, desde que haja criatividade
e determinação. Não é esse o caso, porém, do segundo tipo de
desenvolvimento econômico, o que visa atender não mais às
19 necessidades imediatas da população, à sobrevivência nua e
crua, mas sim ao consumo supérfluo. Este sim revela um
apetite descomunal por madeiras de lei, minerais e recursos
22 de toda a espécie.
Kurt Kloetzel. O que é meio ambiente. São Paulo: Brasiliense, 1998, p. 65-6 (com adaptações).
Segundo o texto,
Texto para as questões de 23 a 25
1 Diversos são os caminhos que levam à degradação de
um ecossistema. Pode-se chegar a ela por meio da ignorância,
desconhecendo-se que a menor de nossas ações pode ter
4 impacto sobre o ambiente. Ou pela arrogância, atribuindo-se
aos outros a obrigação de limpar os detritos, os descartáveis
que deixamos atrás de nós. Há também os vândalos, os que
7 apontam sua nova carabina para o primeiro vulto que surge na
mata e experimentam um estranho prazer em ver o bicho
tombar.
10 Na dilapidação do ambiente, o fator que sem dúvida
conta é a opção pelo desenvolvimento econômico. Para que
o problema possa ser discutido, é preciso tomá-lo por partes.
13 A primeira gira em torno da sobrevivência do indivíduo e de
sua família. Nesse caso, os motivos remontam à falta de
comida, de terra arável, de lenha. Para tais situações,
16 geralmente existem alternativas, desde que haja criatividade
e determinação. Não é esse o caso, porém, do segundo tipo de
desenvolvimento econômico, o que visa atender não mais às
19 necessidades imediatas da população, à sobrevivência nua e
crua, mas sim ao consumo supérfluo. Este sim revela um
apetite descomunal por madeiras de lei, minerais e recursos
22 de toda a espécie.
Kurt Kloetzel. O que é meio ambiente. São Paulo: Brasiliense, 1998, p. 65-6 (com adaptações).
Em relação à significação das palavras e expressões do texto, assinale a opção incorreta.
Texto para as questões 21 e 22
Cultura e diversidade
1 O desenvolvimento da humanidade está marcado por
conflitos entre modos diferentes de organizar a vida social, de
se apropriar dos recursos naturais e transformá-los, de
4 conceber a realidade e expressá-la. Por isso, ao se discutir
cultura, deve-se ter sempre em mente a humanidade em toda
a sua riqueza e diversidade. São complexas as realidades
7 dos agrupamentos humanos e as características que os unem
e diferenciam, e a cultura as expressa.
Assim, cultura diz respeito à humanidade como um
10 todo e ao mesmo tempo a cada um dos povos, nações, e
grupos humanos. Cada realidade cultural tem sua própria
lógica interna, a qual se deve conhecer para que façam sentido
13 as suas práticas, costumes, concepções e as transformações
pelas quais estas passam. Entendido assim, o estudo da
cultura contribui no combate a preconceitos, oferecendo uma
16 plataforma firme para o respeito e a dignidade nas relações
humanas.
José Luiz dos Santos. O que é cultura. São Paulo: Brasiliense, 2007, p. 7-8 (com adaptações).
Mantendo-se tanto a correção gramatical quanto os sentidos originais do texto,
Texto para as questões 21 e 22
Cultura e diversidade
1 O desenvolvimento da humanidade está marcado por
conflitos entre modos diferentes de organizar a vida social, de
se apropriar dos recursos naturais e transformá-los, de
4 conceber a realidade e expressá-la. Por isso, ao se discutir
cultura, deve-se ter sempre em mente a humanidade em toda
a sua riqueza e diversidade. São complexas as realidades
7 dos agrupamentos humanos e as características que os unem
e diferenciam, e a cultura as expressa.
Assim, cultura diz respeito à humanidade como um
10 todo e ao mesmo tempo a cada um dos povos, nações, e
grupos humanos. Cada realidade cultural tem sua própria
lógica interna, a qual se deve conhecer para que façam sentido
13 as suas práticas, costumes, concepções e as transformações
pelas quais estas passam. Entendido assim, o estudo da
cultura contribui no combate a preconceitos, oferecendo uma
16 plataforma firme para o respeito e a dignidade nas relações
humanas.
José Luiz dos Santos. O que é cultura. São Paulo: Brasiliense, 2007, p. 7-8 (com adaptações).
De acordo com o texto, a cultura
Texto para as questões de 8 a 10
1 A lenda urbana surge com a oportunidade do
inusitado, do espetacular, do fantasioso. É o momento em
que se pode romper com a realidade e crer que existe algo
4 além do que se conhece. Em primeiro lugar, a lenda urbana
apresenta personagens quase sempre construídos em busca
do indivíduo comum: desperta-se o interesse do ouvinte.
7 Também se espalha por meios muito próximos dos simples
mortais, seja oralmente, seja por e-mail, seja até em jornais
sensacionalistas. As lendas urbanas se inserem no fenômeno
10 chamado folkcomunicação, segundo o qual a expressão das
classes mais baixas ou marginalizadas encontra vazão na
produção de cultura popular e, muitas vezes, na cultura de
13 massa. Esse folclore — em seu sentido mais amplo — traz
à luz a compreensão de determinados povos sobre o meio
que os cerca, mas de maneira bastante particular.
16 As manifestações populares trazem tanto seus medos
cotidianos quanto as influências sofridas por aquela
população. As lendas urbanas são, assim, resultantes da
19 criação contemporânea, modernamente adaptadas ao
universo do século XXI e seus problemas. Hoje o homem
comum conhece a ciência (ou a pseudociência, como diz
22 Carl Sagan) e se utiliza dela em seu cotidiano. Também por
isso, as representações mais fantásticas ganham, muitas
vezes, aspectos científicos. Surgem assim narrativas
25 completas, em certa medida críveis, sobre o universo urbano
moderno.
Andréa Neiva e Luciano R. Segura. Sem mistério: discutindo língua portuguesa, ano 2, n.º 12, p. 26-32 (com adaptações).
Preservam-se a correção gramatical do texto e a coerência entre os argumentos ao se
