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A substituição da forma verbal “tornava" (L.21) por tornasse preservaria as regras gramaticais bem como a coesão e a coerência do texto.
A substituição da locução “a fim de" (L.16) por para manteria a correção gramatical e o sentido original do texto.
A expressão “essa minha angústia" (l.12-13) constitui o complemento da forma verbal “durou" (l.12).
Do ponto de vista argumentativo, o uso reiterado do verbo auxiliar dever, como em “deve preparar”
e “deverá ter”
, indica grande probabilidade de os objetivos associados a essas formas verbais se tornarem realidade. Infere-se da argumentação do texto que é possível observar “mudança de mentalidade”
quando se identifica a aceitação da diversidade Dada a organização dos argumentos, subentende-se o termo fato antes de “identificador”
. Justifica-se a flexão de singular em “é”
tanto pelo fato de o sujeito da oração ser oracional quanto pelo fato de o trecho “o primeiro identificador”
estar no singular. Como o pronome relativo “que”, nas linhas 12 e 13, em ambas as ocorrências, refere-se a “pessoas”
, sua substituição por as quais, nos dois casos, preservaria a coerência entre os argumentos e a correção gramatical do texto. Seriam mantidas as relações sintático-semânticas estabelecidas no texto, e tornadas mais claras, se, em vez da preposição “para" (L.6), fosse utilizada a preposição por, tal como nos demais complementos do nome “luta"(L.5).
É coerente com o desenvolvimento dos argumentos no texto interpretar “realidade”
como sinônimo textual de “mercado de trabalho”
. Seriam mantidas a coerência e a correção gramatical do texto se a conjunção porque fosse inserida imediatamente antes de “é um meio”
, tornando mais explícita a relação de causa e efeito entre as duas orações do período. Com o emprego de “os contextos”
, no plural, generaliza-se o significado desse termo, que, em seguida, é especificado por meio do trecho “histórico, político, econômico, cultural e social”
; estariam preservadas a coerência e a correção gramatical do texto caso se empregasse o referido termo no singular — o contexto. Na linha 8, a preposição “para”, que antecede “a paz”, é subtendida antes da expressão “a segurança”
Na linha 7, é obrigatória a flexão de plural em “englobam” porque o sujeito da oração, o pronome relativo “que”, refere-se a “fontes”.
No desenvolvimento do texto, o pronome “Ela”
remete a “Sua cultura”
, que, por sua vez, refere-se à cultura da paz. Depreende-se do trecho entre as linhas 15 e 18, em que se reproduz o pensamento de Strauss-Khan, que a elevação dos ‘indicadores sociais’ e a diminuição das ‘taxas de insegurança econômica’ diminuiriam os níveis de desigualdade em um país.
O trecho “Não se trata apenas de uma mudança de retórica”
poderia ser reescrito, sem prejuízo da coerência do texto e da correção gramatical, da seguinte forma: Não se tratam apenas de mudanças retóricas. A partir da expressão “especialmente entre países”
infere-se que a “desigualdade”
existe em diferentes níveis. No texto, o valor semântico do sintagma “uma vez corrigidas”
corresponde ao de ao corrigi-las. 