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Ao mencionar Diógenes e a cigarra, no último período do texto, o narrador estabelece uma analogia entre a Câmara Municipal carente de recursos e os referidos personagens.
Na linha 13, a substituição do vocábulo “senão” por se não, embora gramaticalmente correta, prejudicaria o sentido do texto.
A forma verbal “representaram” (L.17) está no plural para concordar com o sujeito composto da oração, cujos núcleos são “fim” (L.15) , “século” (L.15) e “ressurgimento” (L.16).
O pronome “o” (L.24) retoma, por coesão, a expressão “o poder do rei” (L.23).
No trecho “Exceção a essa regra” (L.22), é opcional o emprego do sinal indicativo de crase no “a”.
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Justifica-se o emprego da vírgula logo após “mas” (L.18) para enfatizar o sentido de contraste introduzido por essa conjunção, razão por que a supressão desse sinal de pontuação não acarretaria prejuízo gramatical ao texto.
Com os devidos ajustes de maiúsculas e minúsculas, o ponto após “passados” (L.27) pode ser substituído por dois-pontos sem que haja prejuízo para a correção gramatical e o sentido original do texto.
Sem que haja prejuízo para o sentido original do texto, “Isso” (L.24) pode ser corretamente substituído por o que, desde que se substitua o ponto que antecede esse pronome por ponto e vírgula.
A vírgula após “Ora” (L.3) pode ser suprimida sem prejuízo para a correção gramatical e para o sentido original do texto.
Na linha 2, pode-se substituir “diante das” por perante as, sem prejuízo para a correção gramatical ou para o sentido original do texto
Na linha 33, caso se insira, antes de “caracterizado”, o segmento que é, será necessário, para a manutenção da correção gramatical e do sentido do período, o emprego de vírgula após “mundo”.
Contudo, estudar os impérios, antigos ou recentes, proporciona-nos o acesso às raízes do mundo contemporâneo e leva-nos à aprofundar a compreensão dos modos conforme aos quais organiza-se o poder político.
O estudo dos impérios, porém, sejam eles antigos, sejam recentes, permite chegarmos às raízes do mundo atual e tornarmos mais profunda nossa compreensão das formas de organização do poder político.
Entretanto, com o estudo dos impérios — de épocas antigas ou modernas —, podemos adentrar as raízes do mundo contemporâneo e compreender, com profundidade, como se organiza o poder político.
Porém, estudando-se os impérios, antigos ou recentes, permite-se que seja acessado as raízes do mundo contemporâneo, e aprofundado, pela nossa compreensão, os modos como está organizado o poder político.


