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Com relação às ideias e estruturas linguísticas do texto, julgue o item a seguir.

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Com relação às ideias e estruturas linguísticas do texto, julgue o item a seguir.

Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do poema acima, assinale a opção correta.
A letra inicial maiúscula e as aspas na palavra “Resistência” (L.22) são recursos estilísticos empregados para destacar a atitude insurgente dos estudantes, comparada, no texto, à dos franceses na Segunda Guerra.
No segundo e no quarto parágrafos do texto, emprega-se o presente do indicativo com a mesma finalidade: a de realçar fatos ocorridos no passado.
O trecho “a pequena causa, ou o motivo irrelevante, pode produzir um grande efeito” (L.3-4) poderia ser reescrito, sem prejuízo para a correção gramatical ou para os sentidos do texto, da seguinte forma: a causa pouco significativa, ou o pequeno motivo, pode provocar um resultado de extensa repercussão.
O cronista ironiza tanto a causa dos estudantes quanto a decisão das autoridades, como comprovam os trechos “O paletó e a gravata eram agora ‘O inimigo’” (L.14) e “O rádio e a TV pediam paletós e gravatas, assim como quem pede remédios salvadores” (L.16).

Com relação ao fragmento de texto acima, assinale a opção correta.
Da combinação inusitada do verbo morrer, flexionado no pretérito perfeito do indicativo, com a expressão adverbial “desde pequena” (L.8) infere-se uma compreensão da morte diferente da que estaria implícita caso tivesse sido empregada a locução verbal Venho morrendo.
No período “Mas é assim mesmo que se vive: perdida no tempo e no espaço.” (L.1-2), o particípio do verbo perder, empregado em estrutura de indeterminação do sujeito da oração, poderia, conforme regra de concordância nominal, estar na forma masculina, regra da qual, no entanto, a obra literária prescinde, dada a liberdade que preside a criação artística.
Na frase “Dou, sim senhora, eu mesmo fumo cachimbo.” (L.4-5), a escolha vocabular e o emprego do advérbio de afirmação seguido, sem pausa, do vocativo “senhora” caracterizam a fala formal de um juiz, a qual contrasta com o conteúdo intimista e o coloquialismo, predominantes no texto.
A inadequação no emprego do pronome de tratamento em “Emeretíssimo, dá licença de eu fumar?” (L.4) é sanada pela escritora no período “Obrigada, Vossa Eminência.” (L.5), o que evidencia o deliberado desrespeito a padrões normativos da língua portuguesa.


