Questões de Concurso
Sobre português para cespe / cebraspe
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Em relação às informações e estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens a seguir.

Em relação às informações e estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens a seguir.

Em relação às informações e estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens a seguir.
As expressões nominais “os culpados" (l.4), “os jurados" (l.7), “principais suspeitos" (l.10-11) e o “o pai e a madrasta" (l.12) formam uma cadeia coesiva, referindo-se a “um dos mais famosos casais acusados de assassinato no país" (l.2-3).
Sem prejuízo das relações sintático-semânticas do texto, os dois últimos períodos do primeiro parágrafo do texto poderiam ser corretamente reescritos da seguinte forma: Penso que as pessoas não torceram apenas pela condenação dos principais suspeitos, tendo torcido também — e principalmente — para que a versão que inculpou o pai e a madrasta fosse verdadeira.
Infere-se do texto que, ao agregar o poema Cobra Norato às obras míticas do Modernismo brasileiro, Alfredo Bosi pretende demonstrar que as tendências literárias na França, como a voga africanizante, não influenciaram a ficção modernista brasileira.
Haveria prejuízo para a precisão narrativa se as locuções verbais “ter estrangulado” (l.6-7) e “ter entrado” (l.7) fossem substituídas, respectivamente, por ser estrangulada e entrar.
A ausência de vírgula na denominação “Antropofagia de Oswald e Tarsila” (l.2) indica que o autor do texto considera que, além de Raul Bopp, só Oswald e Tarsila seguiram, com rigor, os postulados do Manifesto Antropófago.
De acordo com o texto, Raul Bopp, um dos primeiros escritores a aderir ao Movimento Antropófago, já demonstrava, em sua obra Cobra Norato, alinhamento ao primitivismo literário, tendência que o aproximaria do movimento mais radicalmente nacionalista: o Movimento Verde-amarelo.
.A oração ‘Não é uma beleza?’ expressa uma pergunta retórica que corresponde à frase exclamativa É uma beleza!, sendo o advérbio de negação empregado como termo de realce na sentença interrogativa.
Sem que se contrariasse a informação original do texto, o pronome ‘toda’ na expressão ‘com a mata toda’ (l.6) poderia estar anteposto ao substantivo de duas formas: com toda a mata; com toda mata.
A referência do sujeito elíptico da oração ‘É a Via Láctea’ (l.4-5) é a expressão ‘a sombra dela’ (l.4), que funciona como sujeito da oração ‘Ficou lá a sombra dela’ (l.4).
Sem alteração de informação, o primeiro período do texto poderia ser reescrito da seguinte forma: Entre os índios Urubu-Kaapor, contou, em 1996, Darcy Ribeiro que a cobra-grande, porque engolia muita gente, morreu.
A liberdade do poeta no emprego dos sinais de pontuação é evidenciada, por exemplo, no trecho entre os versos 46 e 49, em que não é marcada a mudança de interlocutor no diálogo apresentado.
No diálogo expresso nos versos de 43 a 46, entre as marcas da linguagem coloquial, inclui-se a regência do verbo chamar como verbo não pronominal, o que resulta em acepção diferente da que seria coerente com os sentidos produzidos.
No verso “Vem buscar moça que ainda não conheceu homem” (v.38), o atributo do núcleo nominal “moça” é expresso por estrutura oracional que corresponde a uma perífrase.
Entre as expressões que compõem o campo semântico associado a floresta assombrada, imagem a que remete a leitura do fragmento apresentado, incluem-se: “espantalhos monstros” (v.2), “sombras estranhas” (v.3), “Árvores encapuzadas” (v.4), “fantasmas” (v.4), “visagens do lá se vai” (v.5), “Floresta ventríloqua” (v.9), “ruídos anônimos” (v.16).
Do trecho do texto II “Não podemos pensar como Descartes, pois nos arriscamos ao tédio alheio” (l.18-19) infere-se que Fernando Pessoa associa pensamento e linguagem.
