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Sobre português para cespe / cebraspe
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O termo “subcontinente” (l.20) faz referência ao termo “América Latina” (l.18) e pode ser substituído, sem alteração de sentido do texto, por sub-região continental.
Não haveria alteração sintática do texto nem prejuízo à sua correção gramatical, caso o ponto-final imediatamente antes do conectivo “Mas”, no trecho “protegidos por lei. Mas esses dias” (l.13) fosse substituído por vírgula, da seguinte forma: protegidos por lei, mas esses dias.
Nas linhas de 11 a 13, o termo “os organismos de radiodifusão de serviço público na Europa” é o sujeito da oração construída em torno da locução verbal “foram operados” e o termo “como monopólios protegidos por lei” é um adjunto adverbial.
O sujeito das formas verbais “atuam” (l.5) e “satisfazendo” (l.6) remete-se aos “serviços públicos de radiodifusão” (l.1).
O emprego da preposição em “aos quais” (l.7) se deve à regência do verbo “responder” (l.8).
A forma verbal “satisfazendo” (l.6) poderia ser substituída pela expressão visto que satisfazem sem prejuízo sintático e semântico para o texto.
Os vocábulos “Político”, “hipótese” e “rápido” seguem a mesma regra de acentuação gráfica.
Enquanto, no primeiro parágrafo, tipicamente narrativo, o autor é impessoal e, por isso mesmo, isento, no segundo parágrafo ele afirma ter havido a interceptação de dados pelo governo norte-americano e serve-se da expressão “suposta espionagem” (l.16) para ironizar esse comportamento.
Na oração “No Brasil, o tema envolve não só leis” (l.21-22), a expressão “não só” permite inferir que, nos EUA, a interceptação de dados pelo governo é uma questão que se restringe ao aspecto legal.
As formas verbais “afirma” (l.19) e “mostra” (l.20) são núcleos de predicados de orações que mantêm relação de justaposição e contam com o mesmo sujeito: “Ronaldo Lemos” (l.16-17).
No segundo parágrafo, o emprego das aspas marca a mudança de discurso do autor do texto.
Na linha 8, mantêm-se as relações sintáticas e semânticas do texto ao se deslocar o termo “pelas leis brasileiras” para depois de “que” e antes de “é crime”, com as devidas adaptações de pontuação.
Na linha 1, o pronome “se” é elemento integrante da forma verbal pronominal “apressa” e indica reciprocidade.
Das ideias apresentadas no texto, depreende-se que, nas sociedades atuais, é tácito o rompimento da fronteira da privacidade, não mais havendo, portanto, o direito à impetração de ações na justiça sob a alegação de invasão de privacidade
O pronome “a” em “a esvaziou” (l.16) retoma a expressão “a palavra escândalo” (l.16) e exerce a função sintática de objeto.
Na linha 1, o emprego do sinal indicativo de crase em “à privacidade” deve-se à presença do substantivo “direito”, cujo complemento deve ser introduzido pela preposição a e, como o núcleo desse complemento é um substantivo feminino determinado pelo artigo feminino a, este deve receber o acento grave.
A substituição de “continuemos” (l.15) por continuamos não prejudicaria a coesão e a correção textual.
As relações semânticas textuais seriam mantidas caso, na linha 1, o vocábulo “já” fosse deslocado para imediatamente antes da expressão “faz tempo”.
O texto está dividido em três partes — apresentação de tese, apresentação de argumentos e conclusão —, demarcadas, respectivamente, assim: “O direito à privacidade já desapareceu faz tempo no mundo em que vivemos” (l.1-2), “Esse direito (...) são escassas” (l.2-15) e “Desse modo (...) entretenimento legítimo” (l.15-18).

Internet: < www.fvc.org.br > (com adaptações).
Em relação às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o próximo item.



