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Depreende-se da argumentação do autor que a preguiça humana é essencialmente responsável por processos mentais elaborados e, por isso, constitui a principal característica do trabalhador moderno.
Sem prejuízo para a correção gramatical e o sentido original do texto, poderia ser inserida a expressão do modo ou a expressão da maneira imediatamente após a forma verbal “resistem” (l.23).
No trecho “a obrigação de sonhar” (l.16), a correção gramatical seria mantida se a preposição “de” fosse substituída por em.
O emprego do sinal indicativo de crase em “à capacidade” (l.3-4) e “à possibilidade” (l.4) justifica-se pela regência da forma verbal “relaciona-se” (l.2) e pela presença de artigo definido feminino.
Seriam mantidos o sentido do texto e a correção gramatical caso o termo “contudo” (l.9) fosse substituído por todavia.
Conclui-se do texto que o faturamento e o nível de emprego das empresas brasileiras não refletem a desindustrialização sistemática que ocorre no país desde 2009.
Nos trechos ‘pois, na verdade, é importadora’ (l.22) e ‘e, com certeza, no setor de bens de capital’ (l.24), as vírgulas foram empregadas para isolar apostos explicativos
No trecho “à medida que as fabricantes, a partir dos anos 90 do século passado, tornavam-se principalmente montadoras de itens importados” (l.19-21), a expressão “à medida que” introduz uma oração que exprime ideia de conformidade.
O emprego do acento gráfico nos vocábulos “índice” e “período” justifica-se com base na mesma regra de acentuação gráfica
No trecho ‘que podemos chamar de silenciosa’ (l.15-16), o termo ‘de silenciosa’ denota uma qualidade atribuída ao complemento direto da forma verbal ‘chamar’, função exercida pelo pronome ‘que’
“Os maiores desafios (...) meta ideal, de 1” (l.18-21) — Os maiores desafios do país relaciona-se a educação, que é o terceiro componente do IDHM, que, no período de vinte anos, cresceu de 0,279 para 0,637, mas é o mais distante da meta ideal, que é 1.
“O relatório (...) existir” (l.37-39) — O relatório identificou haverem reduções nas disparidades sociais entre Norte e Sul do Brasil, confirmando, no entanto a existência das mesmas.
“O ministro da Educação (...) nas escolas" (l.25-29) — O ministro da Educação admitiu a existência de um enorme desafio, porém deixou claro que, pelo fato de a educação ter partido de um patamar mais baixo, podem ser percebidos avanços na área originados pelo aumento do fluxo de alunos matriculados nas escolas.
A coerência e a correção gramatical do texto seriam mantidas caso o vocábulo “longevidade” (l.15) fosse substituído por expectativa de vida.
O pronome “isso” (l.12) retoma apenas a ideia expressa em “quanto mais próximo de 1, maior é o desenvolvimento” (l.11-12).
Os argumentos utilizados para sustentar as ideias defendidas no texto consistem na apresentação de dados, seguidos de exemplos, e de narrativas a eles relacionadas
A principal ideia defendida no texto é a de que o Brasil, apesar de ter apresentado avanços nos índices de desenvolvimento humano, ainda está aquém do esperado em relação à educação.
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De acordo com dados do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013, houve decréscimo significativo no número de municípios incluídos na classificação “muito baixa”
Sem prejuízo da correção gramatical e do sentido original do texto, o segundo período do terceiro parágrafo poderia ser reescrito da seguinte forma: Empresas terão a faculdade, por prerrogativa legal, de devolver o percentual da receita em espécie ou de uso dos recursos devolvidos para abater débitos referentes à tributos com o governo.
As expressões “em novembro de 2011” (l.1-2), “Até outubro de 2011” (l.10) e “Até 2014” (l.24-25), empregadas como elementos coesivos no texto, referem-se a períodos de adoção, pelo governo, de medidas relativas à alteração da estrutura de cobrança de tributos