Foram encontradas 18.404 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Julgue o item que se seguem, com base na estruturação linguística do texto CG1A1 e no vocabulário nele empregado.
A oração que constitui o primeiro período do texto é construída na voz passiva.
Julgue o item que se seguem, com base na estruturação linguística do texto CG1A1 e no vocabulário nele empregado.
A correção gramatical e a coerência do texto seriam mantidas caso se substituísse o trecho inicial “Entre as décadas de 1890 e 1930” (primeiro período do primeiro parágrafo) por Da década de 1890 à de 1930.
Julgue o item que se seguem, com base na estruturação linguística do texto CG1A1 e no vocabulário nele empregado.
A correção gramatical e a coerência do texto seriam mantidas caso o trecho “passaram a ser consideradas” (terceiro período do segundo parágrafo) fosse substituído por foram consideradas.
Julgue o item seguinte, relativo às ideias do texto CG1A1.
Depreende-se da leitura do texto que, antes do processo de canalização de água nas grandes cidades, o banheiro não fazia parte das dependências internas das residências.
Julgue o item seguinte, relativo às ideias do texto CG1A1.
Infere-se do texto que a captação e o descarte da água nas grandes cidades, nas décadas iniciais do século XX, deslocaram-se da alçada governamental para a alçada individual de seus moradores.
Julgue o item seguinte, relativo às ideias do texto CG1A1.
Entende-se da leitura do texto que, no século XIX, a Inglaterra se destacou na ‘domesticação da circulação dos fluidos’.
Julgue o item seguinte, relativo às ideias do texto CG1A1.
De acordo com as informações do texto, para que as atividades de captação de água, lavagem de roupa, banhos e despejo de água servida pudessem ser realizadas no ambiente doméstico, o aparelhamento técnico respectivo precisou ser reformulado.
Texto CB3A1
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Cristovam Buarque. Universidade e democracia. In: Revista USP,
São Paulo, n.º 78, p. 68-77, jun.-ago./2008 (com adaptações).
A respeito de aspectos linguísticos do texto CB3A1, julgue o item seguinte.
O pronome “ela” empregado no último período do terceiro parágrafo e no quarto parágrafo tem o mesmo referente nas duas ocorrências.
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no
papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em
que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos
serviam para formar adultos interessados em aprofundar o
conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
A ampliação da educação também fez aumentar o número
dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não
queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias
não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber
livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as
novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição
sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo.
Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da
vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e
mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e
tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre
em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou
naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris,
Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se
ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova
realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é
maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é
inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa
inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela
foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Em relação ao texto CB3A1 e às ideias nele apresentadas, julgue os itens a seguir.
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no
papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em
que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos
serviam para formar adultos interessados em aprofundar o
conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
A ampliação da educação também fez aumentar o número
dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não
queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias
não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber
livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as
novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição
sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo.
Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da
vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e
mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e
tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre
em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou
naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris,
Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se
ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova
realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é
maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é
inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa
inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela
foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Em relação ao texto CB3A1 e às ideias nele apresentadas, julgue os itens a seguir.
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no
papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em
que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos
serviam para formar adultos interessados em aprofundar o
conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
A ampliação da educação também fez aumentar o número
dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não
queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias
não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber
livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as
novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição
sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo.
Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da
vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e
mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e
tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre
em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou
naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris,
Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se
ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova
realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é
maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é
inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa
inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela
foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Em relação ao texto CB3A1 e às ideias nele apresentadas, julgue os itens a seguir.
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no
papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em
que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos
serviam para formar adultos interessados em aprofundar o
conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
A ampliação da educação também fez aumentar o número
dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não
queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias
não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber
livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as
novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição
sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo.
Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da
vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e
mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e
tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre
em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou
naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris,
Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se
ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova
realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é
maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é
inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa
inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela
foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Em relação ao texto CB3A1 e às ideias nele apresentadas, julgue os itens a seguir.