Questões de Concurso
Sobre português para cespe / cebraspe
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Julgue o item seguinte, com base no texto precedente.
As entradas indicativas de datas, o foco narrativo na primeira pessoa do singular e a ausência de termos figurativos são evidências de que os fatos narrados resultam de memórias factuais, o que caracteriza o texto como não ficcional.
Julgue o item seguinte, com base no texto precedente.
A expressão “a mesma boca” (quarto período) desfaz a ambiguidade quanto ao referente do pronome átono em “Costumo ouvi-lo outras manhãs” (terceiro período) e da expressão “o mesmo” em “o mesmo que ouvi há um ano” (quarto período) — que pode ser interpretado como “o pregão” ou “um vendedor de vassouras e espanadores” (ambos no segundo período).
Em relação às ideias e a aspectos linguísticos e textuais do texto precedente, julgue o seguinte item.
No quinto e sexto períodos do segundo parágrafo, a repetição do trecho “Não uma linguagem como” é recurso usado para reforçar que a linguagem de um ente “enlaçado socialmente pela linguagem” (quarto período do segundo parágrafo) é diferente da linguagem do homem “que age movido por suas decisões voluntariosas com a finalidade de atender a essas necessidades”, mencionado no segundo período do primeiro parágrafo.
Em relação às ideias e a aspectos linguísticos e textuais do texto precedente, julgue o seguinte item.
No último período do texto, o autor enfatiza a capacidade que tem o ser humano de expressar o objeto de seu desejo e destaca como esse seu desejo o aprisiona.
Em relação às ideias e a aspectos linguísticos e textuais do texto precedente, julgue o seguinte item.
No texto, a linguagem é tratada como elemento com função mais abrangente que a de mera transmissão de ideias ou de expressão e comunicação de pensamentos, pois está envolvida na própria construção de desejos e pensamentos.
Em relação às ideias e a aspectos linguísticos e textuais do texto precedente, julgue o seguinte item.
Em suas ocorrências no sexto período do segundo parágrafo, o vocábulo “que” classifica-se como pronome relativo e funciona, assim como o vocábulo “a”, em “a antecedem”, como elemento de coesão referencial.
Em relação às ideias e a aspectos linguísticos e textuais do texto precedente, julgue o seguinte item.
Entende-se do texto que a imagem associada ao ser humano do século XIX é essencialmente diversa da imagem associada ao ser humano desde o final do século XX, período em que ele deixa de preocupar-se com o mundo material ao seu redor.
Em relação às ideias e a aspectos linguísticos e textuais do texto precedente, julgue o seguinte item.
No segundo parágrafo, está elíptico o sujeito das orações “Fala por significações desejantes” e “Trata-se de um ente constituído na e pela linguagem”, sendo o sujeito de referência de ambas o termo “Cada pessoa”, que introduz o parágrafo.
Em relação às ideias e a aspectos linguísticos e textuais do texto precedente, julgue o seguinte item.
No antepenúltimo período do segundo parágrafo, “humanos” e “pessoas simbólico-desejantes” exercem, nas orações em que se inserem, a mesma função sintática.
Julgue o item que se segue, relativo ao texto precedente.
No texto, a região do Mediterrâneo representa o mundo fechado, como identificável, no último período do texto, no uso conotativo das expressões “útero” e “casa materna e paterna”, embora essa visão seja minimizada pela ideia transmitida por “navegável e navegado”.
Julgue o item que se segue, relativo ao texto precedente.
Pela leitura do texto, é possível relacionar a construção da história da modernidade a uma perspectiva eurocêntrica, apesar de o Mediterrâneo fazer parte do passado e do presente de outras culturas, além da europeia.
Julgue o item que se segue, relativo ao texto precedente.
No primeiro período do texto, o trecho “Bem antes que (...) bem antes de tudo isso” indica quando a modernidade começou, assim como o faz o trecho “em outubro de 1492”.
Julgue o item que se segue, relativo ao texto precedente.
Segundo o autor do texto, o ensino da história da modernidade dirigido aos jovens fixou-se em um passado que se mantém como referência dos tempos modernos apesar das concepções relacionadas ao que foi chamado no texto de “espirro cartesiano”.
Julgue o item que se segue, relativo ao texto precedente.
Nos dois últimos períodos do texto, a substituição de “Precisa” por É preciso manteria inalterada a função sintática das orações “ler Mediterrâneo de Fernand Braudel” e “evocar o mar Mediterrâneo”.
Julgue o item que se segue, relativo ao texto precedente.
No texto são mencionadas quatro diferentes visões do movimento filosófico e artístico que, no Brasil, teve seu ápice em 1922.
Julgue o item que se segue, relativo ao texto precedente.
No quarto período, a referência às viagens e explorações realizadas antes da descoberta da América demonstra como era (e é) considerado grandioso o feito de Colombo nos livros escolares.
Texto CG2A1
O termo “soluções baseadas na natureza” foi cunhado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). A ideia é ele ser um conceito guarda-chuva: um único termo que consegue abranger uma grande gama de estratégias, técnicas, ações e atividades que envolvem a natureza para resolver problemas sociais, econômicos e ambientais do mundo atual.
Quando falamos especificamente de acesso à água, as florestas aparecem como uma das principais soluções baseadas na natureza para dar segurança aos nossos sistemas de abastecimento. Elas podem trazer benefícios para a sociedade ao mesmo tempo que se apresentam como investimentos economicamente viáveis, a ponto de uma série de pesquisas começar a abordar a vegetação nativa como uma forma de infraestrutura — a infraestrutura natural. Chamamos de “Infraestrutura natural” investimentos e intervenções em conservação, manejo e restauração da vegetação nativa e de florestas. Essas ações não substituem investimentos em infraestrutura convencional, mas se complementam, aumentando os benefícios e gerando maior resiliência onde são implantadas.
Atualmente, a maior parte dos investimentos em infraestruturas para o abastecimento de água das cidades é feita em infraestruturas convencionais, como reservatórios, represas e estações de tratamento. Essas obras podem ganhar muito se forem planejadas em sintonia com a infraestrutura natural. Em uma paisagem degradada, ou com solo que sofre processos severos de erosão, uma grande carga de sedimentos — terra e sujeira, por exemplo — acaba indo para os rios e reservatórios, o que aumenta os custos de dragagem e acarreta maior uso de produtos químicos no tratamento da água, além de diminuir a vida útil dos reservatórios. Com a restauração de florestas em paisagens degradadas e em áreas prioritárias para o abastecimento de água, como no entorno de reservatórios, as árvores evitam que grande parte dos sedimentos chegue aos cursos d’água, funcionando como barreiras naturais e gerando economia no uso de produtos químicos e nos custos de energia das estações de tratamento.
Isso sem contar os benefícios mais amplos, como recuperação do solo, captura de gases de efeito estufa, que ajuda a mitigar as mudanças climáticas, formação de corredores ecológicos para espécies ameaçadas e aumento da resiliência a impactos de eventos climáticos extremos, como secas ou inundações. Dessa forma, a infraestrutura natural é um investimento inteligente do ponto de vista socioeconômico, que traz retornos no longo prazo e produz bons resultados para toda a sociedade. As empresas de saneamento no país todo só têm a ganhar ao investir na restauração florestal.
V. Tornello; L. Caccia; M. Oliveira; Bruno Calixto. Florestas para água: uma solução baseada na natureza
para enfrentar crises hídricas. Internet:
Considerando a estruturação linguística do texto CG2A1, julgue o item subsecutivo.
No trecho “captura de gases de efeito estufa, que ajuda a mitigar as mudanças climáticas” (primeiro período do último parágrafo), a flexão da forma verbal “ajuda” na terceira pessoa do singular justifica-se por sua concordância com a expressão “efeito estufa”, à qual o vocábulo “que” se refere.
Texto CG2A1
O termo “soluções baseadas na natureza” foi cunhado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). A ideia é ele ser um conceito guarda-chuva: um único termo que consegue abranger uma grande gama de estratégias, técnicas, ações e atividades que envolvem a natureza para resolver problemas sociais, econômicos e ambientais do mundo atual.
Quando falamos especificamente de acesso à água, as florestas aparecem como uma das principais soluções baseadas na natureza para dar segurança aos nossos sistemas de abastecimento. Elas podem trazer benefícios para a sociedade ao mesmo tempo que se apresentam como investimentos economicamente viáveis, a ponto de uma série de pesquisas começar a abordar a vegetação nativa como uma forma de infraestrutura — a infraestrutura natural. Chamamos de “Infraestrutura natural” investimentos e intervenções em conservação, manejo e restauração da vegetação nativa e de florestas. Essas ações não substituem investimentos em infraestrutura convencional, mas se complementam, aumentando os benefícios e gerando maior resiliência onde são implantadas.
Atualmente, a maior parte dos investimentos em infraestruturas para o abastecimento de água das cidades é feita em infraestruturas convencionais, como reservatórios, represas e estações de tratamento. Essas obras podem ganhar muito se forem planejadas em sintonia com a infraestrutura natural. Em uma paisagem degradada, ou com solo que sofre processos severos de erosão, uma grande carga de sedimentos — terra e sujeira, por exemplo — acaba indo para os rios e reservatórios, o que aumenta os custos de dragagem e acarreta maior uso de produtos químicos no tratamento da água, além de diminuir a vida útil dos reservatórios. Com a restauração de florestas em paisagens degradadas e em áreas prioritárias para o abastecimento de água, como no entorno de reservatórios, as árvores evitam que grande parte dos sedimentos chegue aos cursos d’água, funcionando como barreiras naturais e gerando economia no uso de produtos químicos e nos custos de energia das estações de tratamento.
Isso sem contar os benefícios mais amplos, como recuperação do solo, captura de gases de efeito estufa, que ajuda a mitigar as mudanças climáticas, formação de corredores ecológicos para espécies ameaçadas e aumento da resiliência a impactos de eventos climáticos extremos, como secas ou inundações. Dessa forma, a infraestrutura natural é um investimento inteligente do ponto de vista socioeconômico, que traz retornos no longo prazo e produz bons resultados para toda a sociedade. As empresas de saneamento no país todo só têm a ganhar ao investir na restauração florestal.
V. Tornello; L. Caccia; M. Oliveira; Bruno Calixto. Florestas para água: uma solução baseada na natureza
para enfrentar crises hídricas. Internet:
Considerando a estruturação linguística do texto CG2A1, julgue o item subsecutivo.
Os sinais de travessão no terceiro período do penúltimo parágrafo poderiam ser substituídos, sem prejuízo da correção gramatical e da coerência do texto, por sinais de parênteses.
Texto CG2A1
O termo “soluções baseadas na natureza” foi cunhado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). A ideia é ele ser um conceito guarda-chuva: um único termo que consegue abranger uma grande gama de estratégias, técnicas, ações e atividades que envolvem a natureza para resolver problemas sociais, econômicos e ambientais do mundo atual.
Quando falamos especificamente de acesso à água, as florestas aparecem como uma das principais soluções baseadas na natureza para dar segurança aos nossos sistemas de abastecimento. Elas podem trazer benefícios para a sociedade ao mesmo tempo que se apresentam como investimentos economicamente viáveis, a ponto de uma série de pesquisas começar a abordar a vegetação nativa como uma forma de infraestrutura — a infraestrutura natural. Chamamos de “Infraestrutura natural” investimentos e intervenções em conservação, manejo e restauração da vegetação nativa e de florestas. Essas ações não substituem investimentos em infraestrutura convencional, mas se complementam, aumentando os benefícios e gerando maior resiliência onde são implantadas.
Atualmente, a maior parte dos investimentos em infraestruturas para o abastecimento de água das cidades é feita em infraestruturas convencionais, como reservatórios, represas e estações de tratamento. Essas obras podem ganhar muito se forem planejadas em sintonia com a infraestrutura natural. Em uma paisagem degradada, ou com solo que sofre processos severos de erosão, uma grande carga de sedimentos — terra e sujeira, por exemplo — acaba indo para os rios e reservatórios, o que aumenta os custos de dragagem e acarreta maior uso de produtos químicos no tratamento da água, além de diminuir a vida útil dos reservatórios. Com a restauração de florestas em paisagens degradadas e em áreas prioritárias para o abastecimento de água, como no entorno de reservatórios, as árvores evitam que grande parte dos sedimentos chegue aos cursos d’água, funcionando como barreiras naturais e gerando economia no uso de produtos químicos e nos custos de energia das estações de tratamento.
Isso sem contar os benefícios mais amplos, como recuperação do solo, captura de gases de efeito estufa, que ajuda a mitigar as mudanças climáticas, formação de corredores ecológicos para espécies ameaçadas e aumento da resiliência a impactos de eventos climáticos extremos, como secas ou inundações. Dessa forma, a infraestrutura natural é um investimento inteligente do ponto de vista socioeconômico, que traz retornos no longo prazo e produz bons resultados para toda a sociedade. As empresas de saneamento no país todo só têm a ganhar ao investir na restauração florestal.
V. Tornello; L. Caccia; M. Oliveira; Bruno Calixto. Florestas para água: uma solução baseada na natureza
para enfrentar crises hídricas. Internet:
Considerando a estruturação linguística do texto CG2A1, julgue o item subsecutivo.
No segmento “toda a sociedade” (penúltimo período do último parágrafo), a supressão do artigo definido mantém a correção gramatical e os sentidos originais do texto.
Texto CG2A1
O termo “soluções baseadas na natureza” foi cunhado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). A ideia é ele ser um conceito guarda-chuva: um único termo que consegue abranger uma grande gama de estratégias, técnicas, ações e atividades que envolvem a natureza para resolver problemas sociais, econômicos e ambientais do mundo atual.
Quando falamos especificamente de acesso à água, as florestas aparecem como uma das principais soluções baseadas na natureza para dar segurança aos nossos sistemas de abastecimento. Elas podem trazer benefícios para a sociedade ao mesmo tempo que se apresentam como investimentos economicamente viáveis, a ponto de uma série de pesquisas começar a abordar a vegetação nativa como uma forma de infraestrutura — a infraestrutura natural. Chamamos de “Infraestrutura natural” investimentos e intervenções em conservação, manejo e restauração da vegetação nativa e de florestas. Essas ações não substituem investimentos em infraestrutura convencional, mas se complementam, aumentando os benefícios e gerando maior resiliência onde são implantadas.
Atualmente, a maior parte dos investimentos em infraestruturas para o abastecimento de água das cidades é feita em infraestruturas convencionais, como reservatórios, represas e estações de tratamento. Essas obras podem ganhar muito se forem planejadas em sintonia com a infraestrutura natural. Em uma paisagem degradada, ou com solo que sofre processos severos de erosão, uma grande carga de sedimentos — terra e sujeira, por exemplo — acaba indo para os rios e reservatórios, o que aumenta os custos de dragagem e acarreta maior uso de produtos químicos no tratamento da água, além de diminuir a vida útil dos reservatórios. Com a restauração de florestas em paisagens degradadas e em áreas prioritárias para o abastecimento de água, como no entorno de reservatórios, as árvores evitam que grande parte dos sedimentos chegue aos cursos d’água, funcionando como barreiras naturais e gerando economia no uso de produtos químicos e nos custos de energia das estações de tratamento.
Isso sem contar os benefícios mais amplos, como recuperação do solo, captura de gases de efeito estufa, que ajuda a mitigar as mudanças climáticas, formação de corredores ecológicos para espécies ameaçadas e aumento da resiliência a impactos de eventos climáticos extremos, como secas ou inundações. Dessa forma, a infraestrutura natural é um investimento inteligente do ponto de vista socioeconômico, que traz retornos no longo prazo e produz bons resultados para toda a sociedade. As empresas de saneamento no país todo só têm a ganhar ao investir na restauração florestal.
V. Tornello; L. Caccia; M. Oliveira; Bruno Calixto. Florestas para água: uma solução baseada na natureza
para enfrentar crises hídricas. Internet:
Considerando a estruturação linguística do texto CG2A1, julgue o item subsecutivo.
No segmento “acesso à água” (primeiro período do segundo parágrafo), o emprego do sinal indicativo de crase é facultativo.