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Considerando os aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o próximo item.
Em “rogou-lhe que dormisse outra vez” (quarto período do
quarto parágrafo), “-lhe” poderia ser substituído por
o menino sem prejuízo da coerência e da correção
gramatical do texto.
Julgue o item que se segue, a respeito das ideias e estruturas linguísticas do texto CB1A1-I.
Os sentidos do texto e a sua correção gramatical seriam
preservados caso o primeiro período do terceiro parágrafo
fosse reescrito da seguinte forma: Confinado em seu quarto,
correu para a janela depois do beijo de boa noite de sua mãe
e ali, vigia do réveillon, ficou.
Julgue o item que se segue, a respeito das ideias e estruturas linguísticas do texto CB1A1-I.
O emprego do sinal indicativo de crase em “à hora da
passagem do ano” (primeiro período do primeiro parágrafo)
é facultativo, ou seja, a sua retirada não prejudicaria a
correção gramatical nem o sentido original do texto.
Julgue o item que se segue, a respeito das ideias e estruturas linguísticas do texto CB1A1-I.
O pronome “ele” (segundo período do primeiro parágrafo)
faz referência a “ano”, no mesmo período.
Julgue o item que se segue, a respeito das ideias e estruturas linguísticas do texto CB1A1-I.
O último período do texto faz referência ao terceiro período
do segundo parágrafo.
Julgue o item que se segue, a respeito das ideias e estruturas linguísticas do texto CB1A1-I.
Entende-se do texto que “o menino” queria ver a passagem
do ano, mas acabou dormindo e só acordou com os estrondos
dos fogos.
No que se refere a aspectos linguísticos do texto CG1A1-I, julgue o próximo item.
Conforme a norma gramatical, é facultativo o uso do sinal
indicativo de crase na expressão “têm a ver” (segundo
período do quinto parágrafo).
No que se refere a aspectos linguísticos do texto CG1A1-I, julgue o próximo item.
A substituição da palavra “agora” (primeiro período do sexto
parágrafo) por entretanto preservaria os sentidos do texto,
dadas as ideias apresentadas no parágrafo e a relação
semântica deste com o parágrafo anterior.
No que se refere a aspectos linguísticos do texto CG1A1-I, julgue o próximo item.
No trecho “que podemos sintetizar em duas ideias centrais”
(terceiro parágrafo), o vocábulo “que” pode ser substituído,
com correção gramatical, por os quais.
No que se refere a aspectos linguísticos do texto CG1A1-I, julgue o próximo item.
No terceiro período do quinto parágrafo, o segmento “e
imune aos fatos”, inserido entre parênteses, reitera o
significado do termo anterior “imutável”.
Infere-se da leitura do último parágrafo que, em relação à pergunta que inicia o texto, os porta-vozes do mercado financeiro responderiam que responsabilidade fiscal não combina com responsabilidade social.
É correto afirmar que, segundo a perspectiva argumentativa adotada no texto, a “segunda ideia central”, mencionada no quinto parágrafo, é uma consequência da “primeira ideia central”, mencionada no quarto parágrafo.
De acordo com os sentidos suscitados pelo texto, os “economistas ‘ortodoxos’” e os “economistas porta-vozes do mercado financeiro” possuem perspectivas semelhantes a respeito da economia brasileira.
O autor analisa a relação entre responsabilidade social e responsabilidade fiscal, aderindo ao ponto de vista dos economistas ortodoxos.
Texto CG1A1-I
O Estado moderno exerce um papel importante na moldagem da distribuição de renda e do bem-estar entre seus cidadãos, moderando as desigualdades geradas pela economia de mercado. Ele busca esses objetivos por intermédio de várias políticas públicas, como o estabelecimento do arcabouço legal do ambiente de negócios, a regulação da concorrência econômica, a provisão de bens e serviços públicos, a promoção de transferências monetárias às famílias de baixa renda e a arrecadação dos tributos necessários a seu financiamento.
Entre as principais funções do Estado, sob a ótica das finanças públicas, está a função redistributiva. Essa função está basicamente associada a ajustamentos no perfil da distribuição de renda, uma vez que as alocações de mercado podem levar a uma situação de desigualdade não apoiada pelos anseios gerais da população. Nesse caso, o equilíbrio de mercado pode passar a gerar conflitos e a interferir no funcionamento da própria sociedade.
Um importante instrumento à disposição do Estado para exercer sua função distributiva é, naturalmente, o sistema tributário. Por meio dele, o governo pode ajustar a renda dos cidadãos, taxando mais algumas rendas e menos outras, de forma a atingir uma distribuição final mais equitativa. Um sistema tributário progressivo e aquele no qual os impostos aumentam mais que proporcionalmente com o aumento da renda dos contribuintes. O sistema regressivo ocorre quando o pagamento dos impostos aumenta menos que proporcionalmente com a renda dos contribuintes e proporcional (ou neutro) quando os impostos aumentam proporcionalmente com a renda.
O sistema de impostos progressivo tende a reduzir a desigualdade de renda entre os cidadãos. No contexto do sistema tributário de qualquer país, o tributo que melhor possibilita a aplicação do princípio da progressividade é o imposto de renda da pessoa física (IRPF). O IRPF brasileiro apresenta elevada progressividade em termos de desvio da proporcionalidade e moderada capacidade redistributiva, em função da baixa representatividade da arrecadação frente à renda bruta total do país. A progressividade do tributo brasileiro advém essencialmente da estrutura de alíquotas, sendo que a estrutura das deduções do rendimento bruto é proporcional e, portanto, neutra em termos de progressividade.
Internet: <https://www.scielo.br/> (com adaptações)
Em relação a aspectos linguísticos do texto CG1A1-I, julgue o próximo item.
No texto, predomina a tipologia descritiva, o que se confirma pela exposição de dados empíricos.
Texto CG1A1-I
O Estado moderno exerce um papel importante na moldagem da distribuição de renda e do bem-estar entre seus cidadãos, moderando as desigualdades geradas pela economia de mercado. Ele busca esses objetivos por intermédio de várias políticas públicas, como o estabelecimento do arcabouço legal do ambiente de negócios, a regulação da concorrência econômica, a provisão de bens e serviços públicos, a promoção de transferências monetárias às famílias de baixa renda e a arrecadação dos tributos necessários a seu financiamento.
Entre as principais funções do Estado, sob a ótica das finanças públicas, está a função redistributiva. Essa função está basicamente associada a ajustamentos no perfil da distribuição de renda, uma vez que as alocações de mercado podem levar a uma situação de desigualdade não apoiada pelos anseios gerais da população. Nesse caso, o equilíbrio de mercado pode passar a gerar conflitos e a interferir no funcionamento da própria sociedade.
Um importante instrumento à disposição do Estado para exercer sua função distributiva é, naturalmente, o sistema tributário. Por meio dele, o governo pode ajustar a renda dos cidadãos, taxando mais algumas rendas e menos outras, de forma a atingir uma distribuição final mais equitativa. Um sistema tributário progressivo e aquele no qual os impostos aumentam mais que proporcionalmente com o aumento da renda dos contribuintes. O sistema regressivo ocorre quando o pagamento dos impostos aumenta menos que proporcionalmente com a renda dos contribuintes e proporcional (ou neutro) quando os impostos aumentam proporcionalmente com a renda.
O sistema de impostos progressivo tende a reduzir a desigualdade de renda entre os cidadãos. No contexto do sistema tributário de qualquer país, o tributo que melhor possibilita a aplicação do princípio da progressividade é o imposto de renda da pessoa física (IRPF). O IRPF brasileiro apresenta elevada progressividade em termos de desvio da proporcionalidade e moderada capacidade redistributiva, em função da baixa representatividade da arrecadação frente à renda bruta total do país. A progressividade do tributo brasileiro advém essencialmente da estrutura de alíquotas, sendo que a estrutura das deduções do rendimento bruto é proporcional e, portanto, neutra em termos de progressividade.
Internet: <https://www.scielo.br/> (com adaptações)
Considerando os sentidos do texto CG1A1-I, julgue o item a seguir.
Segundo argumento do autor do texto, é papel do Estado reiterar as alocações de renda do mercado.
A utilização, como estratégia de ensino da leitura, de diferentes gêneros textuais em diferentes suportes, em versão digital ou impressa, possibilita aos educandos o conhecimento das diferentes formas de organização textual, da relação do texto com o contexto de sua produção e do objetivo comunicativo dos escritores.
A partir da leitura do texto 8A4-II, julgue o item seguinte, relacionados a estratégias didáticas para o ensino de leitura.
Deve-se evitar a fruição de textos literários em sala de aula,
uma vez que esse tipo de texto, por distanciar-se do
cotidiano, induz o estudante a repensar sua realidade e a
incorporar ideias indesejáveis à sua rotina.
A partir da leitura do texto 8A4-II, julgue o item seguinte, relacionados a estratégias didáticas para o ensino de leitura.
O amplo acesso a múltiplas formas de transmissão de
informação possibilitado pelas plataformas digitais torna
irrelevante a utilização de diversos gêneros textuais em sala
de aula como estratégia didática para o ensino da leitura.
A partir da leitura do texto 8A4-II, julgue o item seguinte, relacionados a estratégias didáticas para o ensino de leitura.
Entre as estratégias didáticas para o ensino de leitura
destaca-se a implantação de práticas educacionais que
ampliem o acesso ao patrimônio cultural e literário, por
intermédio de ações didáticas prazerosas e contextualizadas
com o perfil do leitor.