Questões de Concurso Sobre português para ibfc

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Q2697085 Português

Leia o trecho do poema a seguir para responder as questões de 1 a 4


O açúcar


O branco açúcar que adoçará meu café

nesta manhã de Ipanema

não foi produzido por mim

nem surgiu dentro do açucareiro por milagre.[..


Este açúcar era cana

e veio dos canaviais extensos

que não nascem por acaso

no regaço do vale.


Em lugares distantes, onde não há hospital

nem escola,

homens que não sabem ler e morrem de fome

aos 27 anos

plantaram e colheram a cana

que viraria açúcar.


Em usinas escuras,

homens de vida amarga

e dura

produziram este açúcar

branco e puro

com que adoço meu café esta manhã em Ipanema.


Ferreira Gullar

De acordo com o texto, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2696952 Português

Leia com atenção o fragmento adaptado do livro “O homem e seus símbolos” de Carl Gustav Jung para responder às questões 7, 8, 9 e 10 a seguir.


O homem utiliza a palavra escrita ou falada para expressar o que deseja transmitir. Sua linguagem é cheia de símbolos, mas ele também, muitas vezes, faz uso de sinais ou imagens não estritamente descritivos. Alguns são simples abreviações ou uma série de iniciais como ONU, UNICEF ou UNESCO; outros são marcas comerciais conhecidas, nomes de remédios patenteados, divisas e insígnias. Apesar de não terem nenhum sentido intrínseco, alcançaram, pelo seu uso generalizado ou por intenção deliberada, significação reconhecida. Não são símbolos: são sinais e servem, apenas, para indicar os objetos a que estão ligados.


O que chamamos símbolo é um termo, um nome ou mesmo uma imagem que nos pode ser familiar na vida diária, embora possua conotações especiais além do seu signifcado evidente e convencional. Implica alguma coisa vaga, desconhecida ou oculta para nós. (...) Existem (...) objetos tais como a roda e a cruz, conhecidos no mundo inteiro, mas que possuem, sob certas condições, um signifcado simbólico.


O que simbolizam exatamente ainda é motivo de controversas suposições.


Assim, uma palavra ou uma imagem é simbólica quando implica alguma coisa além do seu signifcado manifesto e imediato. Esta palavra ou esta imagem têm um aspecto “inconsciente” mais amplo, que nunca é precisamente defnido ou de todo explicado. E nem podemos ter esperanças de defni-la ou explicá-la. Quando a mente explora um símbolo, é conduzida a ideias que estão fora do alcance da nossa razão. A imagem de uma roda pode levar nossos pensamentos ao conceito de um sol “divino’’ mas, neste ponto, nossa razão vai confessar a sua incompetência: o homem é incapaz de descrever um ser “divino”. Quando, com toda a nossa limitação intelectual, chamamos alguma coisa de “divina”, estamos dando-lhe apenas um nome, que poderá estar baseado em uma crença, mas nunca em uma evidência concreta.


Por existirem inúmeras coisas fora do alcance da compreensão humana é que frequentemente utilizamos termos simbólicos como representação de conceitos que não podemos defnir ou compreender integralmente. Esta é uma das razões por que todas as religiões empregam uma linguagem simbólica e se exprimem através de imagens. Mas este uso consciente que fazemos de símbolos é apenas um aspecto de um fato psicológico de grande importância: o homem também produz símbolos, inconsciente e espontaneamente, na forma de sonhos.

De acordo com a leitura atenta do texto acima e com a Gramática Normativa da Língua Portuguesa, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.


I. O trecho a seguir “mas ele também (...) faz uso de sinais ou imagens” é classificado como Oração Coordenada Sindética Adversativa.

II. O trecho a seguir “Apesar de não terem nenhum sentido intrínseco” é classificado como Oração Subordinada Adverbial Concessiva.

III. O trecho a seguir “Por existirem inúmeras coisas fora do alcance da compreensão humana” é classificado como Oração Subordinada Adverbial Consecutiva.

IV. No trecho “como representação de conceitos que não podemos definir”, a expressão destacada é uma Oração Subordinada Adjetiva Explicativa.

Alternativas
Q2696942 Português

Leia com atenção o fragmento adaptado do livro “O homem e seus símbolos” de Carl Gustav Jung para responder às questões 7, 8, 9 e 10 a seguir.


O homem utiliza a palavra escrita ou falada para expressar o que deseja transmitir. Sua linguagem é cheia de símbolos, mas ele também, muitas vezes, faz uso de sinais ou imagens não estritamente descritivos. Alguns são simples abreviações ou uma série de iniciais como ONU, UNICEF ou UNESCO; outros são marcas comerciais conhecidas, nomes de remédios patenteados, divisas e insígnias. Apesar de não terem nenhum sentido intrínseco, alcançaram, pelo seu uso generalizado ou por intenção deliberada, significação reconhecida. Não são símbolos: são sinais e servem, apenas, para indicar os objetos a que estão ligados.


O que chamamos símbolo é um termo, um nome ou mesmo uma imagem que nos pode ser familiar na vida diária, embora possua conotações especiais além do seu signifcado evidente e convencional. Implica alguma coisa vaga, desconhecida ou oculta para nós. (...) Existem (...) objetos tais como a roda e a cruz, conhecidos no mundo inteiro, mas que possuem, sob certas condições, um signifcado simbólico.


O que simbolizam exatamente ainda é motivo de controversas suposições.


Assim, uma palavra ou uma imagem é simbólica quando implica alguma coisa além do seu signifcado manifesto e imediato. Esta palavra ou esta imagem têm um aspecto “inconsciente” mais amplo, que nunca é precisamente defnido ou de todo explicado. E nem podemos ter esperanças de defni-la ou explicá-la. Quando a mente explora um símbolo, é conduzida a ideias que estão fora do alcance da nossa razão. A imagem de uma roda pode levar nossos pensamentos ao conceito de um sol “divino’’ mas, neste ponto, nossa razão vai confessar a sua incompetência: o homem é incapaz de descrever um ser “divino”. Quando, com toda a nossa limitação intelectual, chamamos alguma coisa de “divina”, estamos dando-lhe apenas um nome, que poderá estar baseado em uma crença, mas nunca em uma evidência concreta.


Por existirem inúmeras coisas fora do alcance da compreensão humana é que frequentemente utilizamos termos simbólicos como representação de conceitos que não podemos defnir ou compreender integralmente. Esta é uma das razões por que todas as religiões empregam uma linguagem simbólica e se exprimem através de imagens. Mas este uso consciente que fazemos de símbolos é apenas um aspecto de um fato psicológico de grande importância: o homem também produz símbolos, inconsciente e espontaneamente, na forma de sonhos.

A partir da leitura do texto, assinale a alternativa correta. partir da leitura do texto, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2696931 Português

Leia atentamente a notícia a seguir para responder às questões 3, 4, 5 e 6.


Depressão deve ser prevenida a partir da infância, dizem especialistas (ALISSON, Elton - Revista Exame).

(texto adaptado)


Considerada o mal do século pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a depressão já desponta como a terceira maior doença entre adolescentes e é a segunda principal causa de morte de jovens entre 15 e 25 anos no mundo.

A fim de prevenir o desenvolvimento desse transtorno mental nessa fase da vida é preciso dotar as crianças de habilidades socioemocionais para que sejam capazes, desde cedo, de lidar melhor com emoções e situações de estresse que possam desencadear a doença no futuro. (...)

“Se desde crianças as pessoas forem capazes de processar, entender e compreender melhor emoções, como tristeza, raiva e medo, elas terão muito mais clareza e condições para lidar com elas e, provavelmente, serão menos afetadas pelo estresse e outros sentimentos”, disse Adriana Fóz, pesquisadora da Universidade Federal de São Paulo. (...)

Em adolescentes, os sintomas de depressão mais comuns são alteração de humor, caracterizada por predomínio de tristeza, melancolia e irritabilidade, juntamente com a perda de entusiasmo por atividades que despertavam interesse e prazer, além de mudanças nos padrões de sono e de apetite, maior sensação de cansaço e a persistência de pensamentos negativos sobre si e em relação ao futuro. (...)

O desconhecimento sobre saúde mental, a fantasia de que adolescência e juventude são períodos excelentes da vida e, portanto, não é possível estar deprimido nelas, além da opinião deturpada de que a depressão é sinônimo de fraqueza, dificultam o diagnóstico e, consequentemente, o tratamento da doença, apontaram os participantes.(...)

Alguns fatores de risco para o desenvolvimento de depressão e outros transtornos mentais em adolescentes são a exposição ao bullying – atos reiterados de intimidação e violência física ou psicológica –, a exposição a maus-tratos e situações de violência na comunidade, além do uso de drogas.

Um dos fatores mais importantes, contudo, é a sensação de rejeição ou exclusão social, ressaltaram os pesquisadores. (...)

A partir da leitura atenta da notícia, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2696928 Português

Leia atentamente a notícia a seguir para responder às questões 3, 4, 5 e 6.


Depressão deve ser prevenida a partir da infância, dizem especialistas (ALISSON, Elton - Revista Exame).

(texto adaptado)


Considerada o mal do século pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a depressão já desponta como a terceira maior doença entre adolescentes e é a segunda principal causa de morte de jovens entre 15 e 25 anos no mundo.

A fim de prevenir o desenvolvimento desse transtorno mental nessa fase da vida é preciso dotar as crianças de habilidades socioemocionais para que sejam capazes, desde cedo, de lidar melhor com emoções e situações de estresse que possam desencadear a doença no futuro. (...)

“Se desde crianças as pessoas forem capazes de processar, entender e compreender melhor emoções, como tristeza, raiva e medo, elas terão muito mais clareza e condições para lidar com elas e, provavelmente, serão menos afetadas pelo estresse e outros sentimentos”, disse Adriana Fóz, pesquisadora da Universidade Federal de São Paulo. (...)

Em adolescentes, os sintomas de depressão mais comuns são alteração de humor, caracterizada por predomínio de tristeza, melancolia e irritabilidade, juntamente com a perda de entusiasmo por atividades que despertavam interesse e prazer, além de mudanças nos padrões de sono e de apetite, maior sensação de cansaço e a persistência de pensamentos negativos sobre si e em relação ao futuro. (...)

O desconhecimento sobre saúde mental, a fantasia de que adolescência e juventude são períodos excelentes da vida e, portanto, não é possível estar deprimido nelas, além da opinião deturpada de que a depressão é sinônimo de fraqueza, dificultam o diagnóstico e, consequentemente, o tratamento da doença, apontaram os participantes.(...)

Alguns fatores de risco para o desenvolvimento de depressão e outros transtornos mentais em adolescentes são a exposição ao bullying – atos reiterados de intimidação e violência física ou psicológica –, a exposição a maus-tratos e situações de violência na comunidade, além do uso de drogas.

Um dos fatores mais importantes, contudo, é a sensação de rejeição ou exclusão social, ressaltaram os pesquisadores. (...)

Preserve o sentido original do trecho extraído, respeite a Gramática Normativa da Língua Portuguesa e assinale a alternativa que preencha corretamente as lacunas.

“Alguns fatores _______________ outros transtornos mentais em adolescentes são a exposição ______________, a exposição ______________ na comunidade, além do uso de drogas”.

Alternativas
Q2696926 Português

Leia com atenção a tira de “Garfield”, criada pelo cartunista Jim Davis, para responder às questões 1 e 2 a seguir.


De acordo com a leitura atenta da tira e com a Gramática Normativa da Língua Portuguesa, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.


I. No primeiro quadrinho, a palavra “Garfield” é classificada sintaticamente como um Vocativo, pois refere-se diretamente ao interlocutor, chamando-o para o diálogo.

II. No primeiro quadrinho, a grafa da palavra “porque” está em desacordo com a Gramática Normativa da Língua Portuguesa, já que no contexto em que está inserida ela tem o mesmo valor semântico da expressão “por qual razão”.

III. O verbo “seríamos”, no último quadrinho, indica uma possibilidade, uma incerteza, o que explica sua conjugação no Modo Subjuntivo.

IV. A expressão “alvos fáceis” é um Objeto Direto, já que complementa o sentido do verbo “ser” sem o auxílio de nenhuma preposição.

Alternativas
Q2691865 Português

Os sinais de pontuação garantem boa parte da coesão e coerência dos enunciados. Eles são também uma das qualidades da comunicação escrita. Assinale a alternativa incorreta quanto ao uso da vírgula.

Alternativas
Q2691864 Português

Leia a charge a seguir para responder as questões 11 a 13.


O enunciado a seguir foi extraído do último quadrinho: “Os malditos sabem que nós ainda não sabemos”. Quanto à classificação gramatical do trecho em destaque, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2691863 Português

Leia a charge a seguir para responder as questões 11 a 13.


Quanto à classificação gramatical das expressões extraídas do texto: “use”, “compre”, “beba”, “prove”, “coma”, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2691862 Português

Leia a charge a seguir para responder as questões 11 a 13.


De acordo com a charge, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.


I. O humor da charge resulta da conclusão que a personagem chega sobre as empresas que anunciam produtos na TV.

II. O pensamento da personagem, no último quadrinho, é irrelevante para a mensagem da charge.

III. O uso de aspas sobre algumas palavras, no primeiro quadrinho, foi utilizado para destacar a fala de alguém, ou seja, é exemplo de discurso indireto.

IV. A expressão “Os malditos”, presente no último quadrinho, funciona como sujeito composto porque representa muitas pessoas e está no plural.

Alternativas
Q2691853 Português

De acordo com o estudo sobre Acentuação, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).


( ) A palavra odisseia não é mais acentuada, uma vez que ditongos abertos ei, em paroxítonos, se enquadram na nova regra.

( ) freqüência continua com acento trema e circunflexo, pois é uma paroxítona terminada em ditongo decrescente.

( ) As palavras tambem e alguem deixaram de ser acentuadas, uma vez que são oxítonas com terminação "em".

( ) Não há mais acento diferencial nos pares : para/pára, pelo/pêlo; entretanto, ele permanece nos pares: por/pôr e pode/pôde.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

Alternativas
Q2691848 Português

Leia os textos abaixo para responder as questões 1 a 4.


Texto 1



“Os Retirantes”. Cândido Portinari (1944)


Texto 2


Último Pau de Arara


A vida aqui só é ruim

Quando não chove no chão

Mas se chover dá de tudo

Fartura tem de montão

Tomara que chova logo

Tomara, meu Deus, tomara

Só deixo o meu Cariri

No último pau de arara [...]


Enquanto a minha vaquinha

Tiver o couro e o osso

E puder com o chocalho

Pendurado no pescoço

Vou ficando por aqui

Que Deus do céu me ajude

Quem sai da terra natal

Em outro canto não para

Só deixo o meu Cariri

No último pau de arara


Composição: Venâncio/Corumbá/J.Guimarães

No estudo gramatical, verifica-se que há os termos essenciais, integrantes e os acessórios da oração. Quanto à classificação das expressões destacadas, assinale a alternativa incorreta.

Alternativas
Q2691846 Português

Leia os textos abaixo para responder as questões 1 a 4.


Texto 1



“Os Retirantes”. Cândido Portinari (1944)


Texto 2


Último Pau de Arara


A vida aqui só é ruim

Quando não chove no chão

Mas se chover dá de tudo

Fartura tem de montão

Tomara que chova logo

Tomara, meu Deus, tomara

Só deixo o meu Cariri

No último pau de arara [...]


Enquanto a minha vaquinha

Tiver o couro e o osso

E puder com o chocalho

Pendurado no pescoço

Vou ficando por aqui

Que Deus do céu me ajude

Quem sai da terra natal

Em outro canto não para

Só deixo o meu Cariri

No último pau de arara


Composição: Venâncio/Corumbá/J.Guimarães

O período é um enunciado com sentido completo construído por uma ou mais orações. Estas estabelecem entre si relações de coordenação ou subordinação. Analise os trechos extraídos do texto 2 e assinale a alternativa correta quanto à classificação das orações.

Alternativas
Q2691844 Português

Leia os textos abaixo para responder as questões 1 a 4.


Texto 1



“Os Retirantes”. Cândido Portinari (1944)


Texto 2


Último Pau de Arara


A vida aqui só é ruim

Quando não chove no chão

Mas se chover dá de tudo

Fartura tem de montão

Tomara que chova logo

Tomara, meu Deus, tomara

Só deixo o meu Cariri

No último pau de arara [...]


Enquanto a minha vaquinha

Tiver o couro e o osso

E puder com o chocalho

Pendurado no pescoço

Vou ficando por aqui

Que Deus do céu me ajude

Quem sai da terra natal

Em outro canto não para

Só deixo o meu Cariri

No último pau de arara


Composição: Venâncio/Corumbá/J.Guimarães

As conjunções são conectores usados para construir a coerência e manter a coesão nas produções textuais. Nesse sentido, analise os termos destacados no texto 2 e assinale a alternativa correta quanto aos sentidos expressos respectivamente.

Alternativas
Q2691789 Português

Leia os textos abaixo para responder as questões 1 a 4.


Texto 1



“Os Retirantes”. Cândido Portinari (1944)


Texto 2


Último Pau de Arara


A vida aqui só é ruim

Quando não chove no chão

Mas se chover dá de tudo

Fartura tem de montão

Tomara que chova logo

Tomara, meu Deus, tomara

Só deixo o meu Cariri

No último pau de arara [...]


Enquanto a minha vaquinha

Tiver o couro e o osso

E puder com o chocalho

Pendurado no pescoço

Vou ficando por aqui

Que Deus do céu me ajude

Quem sai da terra natal

Em outro canto não para

Só deixo o meu Cariri

No último pau de arara


Composição: Venâncio/Corumbá/J.Guimarães

De acordo com os textos, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2691532 Português

Leia a entrevista do autor da expressão “imigrantes digitais” para responder às questões 7, 8, 9 e 10.


(Texto Adaptado)

PATRICIA GOMES


Folha - Como o senhor define nativos e imigrantes digitais? Marc Prensky - Nativos digitais são aqueles que cresceram cercados por tecnologias digitais. Para eles, a tecnologia analógica do século 20 – como câmeras de vídeo, telefones com fio, informação não conectada (livros, por exemplo), internet discada – é velha. Os nativos digitais cresceram com a tecnologia digital e usaram isso brincando, por isso não têm medo dela, a veem como uma aliada. Já os imigrantes digitais são os que chegaram à tecnologia digital mais tarde na vida e, por isso, precisaram se adaptar.

Um imigrante digital consegue ensinar um nativo digital?

Depende do que você entende por "ensinar". Se você quer saber se os mais velhos podem orientar os mais novos, fazendo as perguntas certas, a resposta é "sim". Se você quer saber se os jovens vão ouvir os mais velhos falar sobre coisas que não acham importantes, a resposta é "não". A educação precisa ser menos sobre o sentido de contar, e mais sobre partilhar, aprender junto.

A tecnologia mudou as relações na sala de aula?

Em cada lugar há um efeito diferente. Em alguns casos, reforçou as relações, conectou professores e alunos isolados. Em outros, trouxe medo, desconfiança, desrespeito mútuo. Por exemplo, um professor pode pensar que os alunos têm a concentração de um inseto. Os alunos podem pensar que os professores são analfabetos digitais. É quase impossível o aprendizado ocorrer em circunstâncias assim. O que a gente precisa é de respeito mútuo entre professores e estudantes.

O papel dos professores mudou em comparação com o das décadas de 80 e 90?

Sim. O papel do professor está mudando gradualmente. Está deixando de ser apenas o de transmissor de conteúdo, disciplinador e juiz da sala de aula para se tornar o de treinador, guia, parceiro. A maioria dos professores está em algum lugar no meio; poucos são parceiros de verdade.

E continua mudando?

Sim. E precisa continuar mudando se os professores quiserem ajudar os alunos do século 21 a aprender. Alguns acham que a pedagogia vai mudar automaticamente, assim que os "nativos digitais" se tornarem professores. Eu discordo. Há pressões forçando os professores novos a adotar métodos antigos. Nós precisamos fazer um grande esforço de mudança. Primeiro, mudar a forma como nós ensinamos – nossas pedagogias. Depois, mudar a tecnologia que nos dá suporte. Finalmente, mudar o que nós ensinamos – nosso currículo – para estarmos em acordo com o contexto e as necessidades do século 21.

Leia o parágrafo abaixo extraído do texto.

“ ___________cresceram com a tecnologia digital e usaram isso brincando, por isso___________ , a veem como uma aliada. Já os imigrantes digitais são os que chegaram ___________mais tarde na vida e, por isso, precisaram se adaptar.”

Assinale a alternativa que preencha respectivamente as lacunas, preservando o seu sentido original e respeitando a Gramática Normativa da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q2691530 Português

Leia a entrevista do autor da expressão “imigrantes digitais” para responder às questões 7, 8, 9 e 10.


(Texto Adaptado)

PATRICIA GOMES


Folha - Como o senhor define nativos e imigrantes digitais? Marc Prensky - Nativos digitais são aqueles que cresceram cercados por tecnologias digitais. Para eles, a tecnologia analógica do século 20 – como câmeras de vídeo, telefones com fio, informação não conectada (livros, por exemplo), internet discada – é velha. Os nativos digitais cresceram com a tecnologia digital e usaram isso brincando, por isso não têm medo dela, a veem como uma aliada. Já os imigrantes digitais são os que chegaram à tecnologia digital mais tarde na vida e, por isso, precisaram se adaptar.

Um imigrante digital consegue ensinar um nativo digital?

Depende do que você entende por "ensinar". Se você quer saber se os mais velhos podem orientar os mais novos, fazendo as perguntas certas, a resposta é "sim". Se você quer saber se os jovens vão ouvir os mais velhos falar sobre coisas que não acham importantes, a resposta é "não". A educação precisa ser menos sobre o sentido de contar, e mais sobre partilhar, aprender junto.

A tecnologia mudou as relações na sala de aula?

Em cada lugar há um efeito diferente. Em alguns casos, reforçou as relações, conectou professores e alunos isolados. Em outros, trouxe medo, desconfiança, desrespeito mútuo. Por exemplo, um professor pode pensar que os alunos têm a concentração de um inseto. Os alunos podem pensar que os professores são analfabetos digitais. É quase impossível o aprendizado ocorrer em circunstâncias assim. O que a gente precisa é de respeito mútuo entre professores e estudantes.

O papel dos professores mudou em comparação com o das décadas de 80 e 90?

Sim. O papel do professor está mudando gradualmente. Está deixando de ser apenas o de transmissor de conteúdo, disciplinador e juiz da sala de aula para se tornar o de treinador, guia, parceiro. A maioria dos professores está em algum lugar no meio; poucos são parceiros de verdade.

E continua mudando?

Sim. E precisa continuar mudando se os professores quiserem ajudar os alunos do século 21 a aprender. Alguns acham que a pedagogia vai mudar automaticamente, assim que os "nativos digitais" se tornarem professores. Eu discordo. Há pressões forçando os professores novos a adotar métodos antigos. Nós precisamos fazer um grande esforço de mudança. Primeiro, mudar a forma como nós ensinamos – nossas pedagogias. Depois, mudar a tecnologia que nos dá suporte. Finalmente, mudar o que nós ensinamos – nosso currículo – para estarmos em acordo com o contexto e as necessidades do século 21.

A partir da leitura atenta da entrevista e da Gramática Normativa da Língua Portuguesa, analise as afirmativas abaixo.


I. A informação contida entre travessões na primeira resposta, “– como câmeras de vídeo, telefones com fio, informação não conectada (livros, por exemplo), internet discada –”, tem função de Aposto no texto.

II. O entrevistado foi incoerente ao responder à pergunta “Um imigrante digital consegue ensinar um nativo digital?”, já que respondeu “sim” e “não”.

III. Para o entrevistado, a tecnologia digital não resolveu um problema fundamental para que existam condições de ensino e aprendizagem: o respeito nas relações pedagógicas.

IV. Segundo o entrevistado, não basta que os jovens nascidos na era digital tornem-se professores para que a educação se transforme, é necessário que esses jovens incluam os “imigrantes digitais” nesse processo, respeitando as tradições e, a partir, disso construam um novo ambiente escolar.

Alternativas
Q2691528 Português

Leia a entrevista do autor da expressão “imigrantes digitais” para responder às questões 7, 8, 9 e 10.


(Texto Adaptado)

PATRICIA GOMES


Folha - Como o senhor define nativos e imigrantes digitais? Marc Prensky - Nativos digitais são aqueles que cresceram cercados por tecnologias digitais. Para eles, a tecnologia analógica do século 20 – como câmeras de vídeo, telefones com fio, informação não conectada (livros, por exemplo), internet discada – é velha. Os nativos digitais cresceram com a tecnologia digital e usaram isso brincando, por isso não têm medo dela, a veem como uma aliada. Já os imigrantes digitais são os que chegaram à tecnologia digital mais tarde na vida e, por isso, precisaram se adaptar.

Um imigrante digital consegue ensinar um nativo digital?

Depende do que você entende por "ensinar". Se você quer saber se os mais velhos podem orientar os mais novos, fazendo as perguntas certas, a resposta é "sim". Se você quer saber se os jovens vão ouvir os mais velhos falar sobre coisas que não acham importantes, a resposta é "não". A educação precisa ser menos sobre o sentido de contar, e mais sobre partilhar, aprender junto.

A tecnologia mudou as relações na sala de aula?

Em cada lugar há um efeito diferente. Em alguns casos, reforçou as relações, conectou professores e alunos isolados. Em outros, trouxe medo, desconfiança, desrespeito mútuo. Por exemplo, um professor pode pensar que os alunos têm a concentração de um inseto. Os alunos podem pensar que os professores são analfabetos digitais. É quase impossível o aprendizado ocorrer em circunstâncias assim. O que a gente precisa é de respeito mútuo entre professores e estudantes.

O papel dos professores mudou em comparação com o das décadas de 80 e 90?

Sim. O papel do professor está mudando gradualmente. Está deixando de ser apenas o de transmissor de conteúdo, disciplinador e juiz da sala de aula para se tornar o de treinador, guia, parceiro. A maioria dos professores está em algum lugar no meio; poucos são parceiros de verdade.

E continua mudando?

Sim. E precisa continuar mudando se os professores quiserem ajudar os alunos do século 21 a aprender. Alguns acham que a pedagogia vai mudar automaticamente, assim que os "nativos digitais" se tornarem professores. Eu discordo. Há pressões forçando os professores novos a adotar métodos antigos. Nós precisamos fazer um grande esforço de mudança. Primeiro, mudar a forma como nós ensinamos – nossas pedagogias. Depois, mudar a tecnologia que nos dá suporte. Finalmente, mudar o que nós ensinamos – nosso currículo – para estarmos em acordo com o contexto e as necessidades do século 21.

De acordo com a leitura atenta da entrevista,assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2691526 Português

Leia com atenção, abaixo a letra da canção Olhos nos olhos de Chico Buarque abaixo para responder às questões 3, 4, 5 e 6.


Olhos nos olhos


Quando você me deixou, meu bem

Me disse “pra” ser feliz e passar bem

Quis morrer de ciúme, quase enlouqueci

Mas depois, como era de costume, obedeci

Quando você me quiser rever

Já vai me encontrar refeita, pode crer

Olhos nos olhos, quero ver o que você faz

Ao sentir que sem você eu passo bem demais

E que venho até remoçando

Me pego cantando

Sem mais nem porquê

E tantas águas rolaram

Quantos homens me amaram

Bem mais e melhor que você

Quando talvez precisar de mim

“Cê” sabe a casa é sempre sua, venha sim

Olhos nos olhos, quero ver o que você diz

Quero ver como suporta me ver tão feliz

A partir da leitura atenta da letra da canção e de acordo com a Gramática Normativa da Língua Portuguesa, assinale a alternativa incorreta.

Alternativas
Q2050390 Português
Dentro de um enunciado ou texto, as palavras devem concordar entre si. Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal e nominal.
Alternativas
Respostas
1461: C
1462: A
1463: D
1464: B
1465: B
1466: A
1467: B
1468: A
1469: B
1470: D
1471: B
1472: C
1473: A
1474: D
1475: B
1476: B
1477: B
1478: B
1479: D
1480: C