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Q1100602 Português
Em relação ao que remete ao conceito ou que caracteriza texto, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta. ( ) Linguagem em uso, cumprindo uma função identificável em um dado jogo de atuação sociocomunicativa. ( ) Materializa-se em algum gênero textual. ( ) Uma unidade da manifestação do significado, do pensamento, da emoção e do sentido. ( ) Unidade concreta, tomada pelos usuários da língua em uma situação de interação comunicativa específica, com sentido e preenchendo uma função comunicativa. ( ) Sequência de palavras e frases escritas que, formando parágrafos, podem ou não apresentar sentido.
Alternativas
Q1100601 Português
Com base no texto a seguir, responda às questões 27, 28, 29 e 30.

O lobo e a cabra

Um lobo viu uma cabra pastando em cima de um rochedo escarpado e, como não tinha condições de subir até lá, resolveu convencer a cabra a vir mais para baixo.
– Minha senhora, que perigo! – disse ele numa voz amistosa. – Não seja imprudente, desça daí! Aqui embaixo está cheio de comida, uma comida muito mais gostosa.
Mas a cabra conhecia os truques do esperto lobo.
– Para o senhor, tanto faz se a relva que eu como é boa ou ruim! O que o senhor quer é me comer!
Moral: Cuidado quando um inimigo dá um conselho amigo.

Disponível em: <https://www.refletirpararefletir.com.br/>. Acesso em: 20 jul. 2018.
Assinale a alternativa em que o(s) elemento(s) coesivo(s) destacado(s) corresponde(m) ao que se afirma entre parênteses.
Alternativas
Q1100600 Português
Com base no texto a seguir, responda às questões 27, 28, 29 e 30.

O lobo e a cabra

Um lobo viu uma cabra pastando em cima de um rochedo escarpado e, como não tinha condições de subir até lá, resolveu convencer a cabra a vir mais para baixo.
– Minha senhora, que perigo! – disse ele numa voz amistosa. – Não seja imprudente, desça daí! Aqui embaixo está cheio de comida, uma comida muito mais gostosa.
Mas a cabra conhecia os truques do esperto lobo.
– Para o senhor, tanto faz se a relva que eu como é boa ou ruim! O que o senhor quer é me comer!
Moral: Cuidado quando um inimigo dá um conselho amigo.

Disponível em: <https://www.refletirpararefletir.com.br/>. Acesso em: 20 jul. 2018.
Referente a algumas características da tipologia desse texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1100599 Português
Com base no texto a seguir, responda às questões 27, 28, 29 e 30.

O lobo e a cabra

Um lobo viu uma cabra pastando em cima de um rochedo escarpado e, como não tinha condições de subir até lá, resolveu convencer a cabra a vir mais para baixo.
– Minha senhora, que perigo! – disse ele numa voz amistosa. – Não seja imprudente, desça daí! Aqui embaixo está cheio de comida, uma comida muito mais gostosa.
Mas a cabra conhecia os truques do esperto lobo.
– Para o senhor, tanto faz se a relva que eu como é boa ou ruim! O que o senhor quer é me comer!
Moral: Cuidado quando um inimigo dá um conselho amigo.

Disponível em: <https://www.refletirpararefletir.com.br/>. Acesso em: 20 jul. 2018.
Assinale a alternativa que NÃO corresponde ao texto “O lobo e a cabra”.
Alternativas
Q1100598 Português
Com base no texto a seguir, responda às questões 27, 28, 29 e 30.

O lobo e a cabra

Um lobo viu uma cabra pastando em cima de um rochedo escarpado e, como não tinha condições de subir até lá, resolveu convencer a cabra a vir mais para baixo.
– Minha senhora, que perigo! – disse ele numa voz amistosa. – Não seja imprudente, desça daí! Aqui embaixo está cheio de comida, uma comida muito mais gostosa.
Mas a cabra conhecia os truques do esperto lobo.
– Para o senhor, tanto faz se a relva que eu como é boa ou ruim! O que o senhor quer é me comer!
Moral: Cuidado quando um inimigo dá um conselho amigo.

Disponível em: <https://www.refletirpararefletir.com.br/>. Acesso em: 20 jul. 2018.
Assinale a alternativa que corresponde ao gênero textual do texto apresentado.
Alternativas
Q1100597 Português
Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s). O ensino de Língua Portuguesa que se pauta no ensino de definições e regras de gramática normativa considera: I. a variedade padrão, que, embora seja uma entre as muitas variedades linguísticas, é a privilegiada no ensino e atua como norma. II. que o trabalho com a variação linguística não consiste em privilegiar uma variante em detrimento de outra, mas em superar os estigmas que se criam. III. o ensino prescritivo, preocupado em marcar o “certo” e o “errado”, sem valorizar os aspectos textuais e discursivos.
Alternativas
Q1100596 Português
Variações linguísticas são as diferentes manifestações da língua decorrentes de fatores de natureza social, histórica, regional ou situacional. Em relação a esse assunto, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta. ( ) Variação diacrônica (do grego dia + kronos = ao longo de, através de + tempo): as diversas manifestações de uma língua através dos tempos. ( ) Variação diatópica: modos de falar que correspondem a códigos de comportamento de determinados grupos sociais. ( ) Variação diafásica: variação relacionada a diferente situação de comunicação. Em função do contexto, um falante varia o seu registo de língua, adaptando-o às circunstâncias. ( ) Variação diastrática: variação relacionada a fatores geográficos (pronúncia diferente, acepções de um termo diferentes de região para região, expressões ou construções frásicas próprias de uma região).
Alternativas
Q1100595 Português
Assinale a alternativa em que há intertextualidade implícita.
Alternativas
Q1100594 Português
A respeito dos princípios e recursos dialógicos da linguagem, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1100593 Português
Com base nos fragmentos de textos a seguir, responda às questões 21 e 22.

Depois que a Argentina foi massacrada pela Croácia na sua última aparição na Copa do Mundo 2018, os brasileiros não perderam tempo e comemoram nas redes sociais. Alguns torcedores que estavam na Rússia aproveitaram o sucesso da série “La Casa de Papel” e fizeram uma paródia especial de “Bella Ciao”, uma das canções mais famosas da série.

Letra original – Bella Ciao

Una mattina mi son’ svegliato
O bella ciao, bella ciao, bella ciao, ciao, ciao
Una mattina mi son’ svegliato
E ho trovato l’invasor

O partigiano, portami via
O bella ciao, bella ciao, bella ciao, ciao, ciao
O partigiano, portami via
Ché mi sento di morir

Letra alterada – Messi tchau

O Di María, o Macherano
O Messi tchau, Messi tchau,
Messi tchau, tchau, tchau, tchau
E o argentino está chorando
Porque essa Copa eu vou ganhar

Disponível em: <https://www.metrojornal.com.br/entretenimento/2018/06/22/la-copa-de-papel-brasileiros-celebram-derrota-da-argentina-com> . Acesso em: 20 jul. 2018.

Popularmente, o que se sabe sobre paródia é que ela consiste na recriação de uma obra já existente, a partir de um ponto de vista cômico. Além da comédia, a paródia também pode transmitir um teor crítico, irônico ou satírico, por meio de alterações no texto.

Adaptado de: <https://www.significados.com.br/parodia/>. Acesso em: 20 jul. 2018.

    Sant’Anna (1985) apresenta a paródia a partir, dentre outras, da noção de desvio. Ele propõe - partindo da comparação entre paráfrase, estilização e paródia – considerar-se que os jogos estabelecidos nas relações intra e extratextuais são desvios maiores ou menores em relação ao original. Assim, a paráfrase surge como um desvio mínimo, a estilização como um desvio tolerável, e a paródia como um desvio total. Segundo ele, a paródia deforma o texto original subvertendo sua estrutura e sentido [...]
    Segundo Fávero (2003), falar em paródia é falar em Bakhtin, uma vez que está inserida em sua concepção de carnavalização, da qual provêm os gêneros cômico-sério-críticos. Em seu sentido etimológico, paródia significa canto paralelo (para = ao lado de; ode = canto), incorporando a ideia de uma canção proferida ao lado de outra, como uma espécie de contracanto. Entretanto, pode ser tomada também no sentido de imitação caricata, burlesca.

Disponível em: <http://www.ple.uem.br/3celli_anais/trabalhos/estudos_linguisticos/pfd_linguisticos/060.pdf> . Acesso em: 18 jul. 2018.
A paródia geralmente utiliza como recurso a
Alternativas
Q1100592 Português
Com base nos fragmentos de textos a seguir, responda às questões 21 e 22.

Depois que a Argentina foi massacrada pela Croácia na sua última aparição na Copa do Mundo 2018, os brasileiros não perderam tempo e comemoram nas redes sociais. Alguns torcedores que estavam na Rússia aproveitaram o sucesso da série “La Casa de Papel” e fizeram uma paródia especial de “Bella Ciao”, uma das canções mais famosas da série.

Letra original – Bella Ciao

Una mattina mi son’ svegliato
O bella ciao, bella ciao, bella ciao, ciao, ciao
Una mattina mi son’ svegliato
E ho trovato l’invasor

O partigiano, portami via
O bella ciao, bella ciao, bella ciao, ciao, ciao
O partigiano, portami via
Ché mi sento di morir

Letra alterada – Messi tchau

O Di María, o Macherano
O Messi tchau, Messi tchau,
Messi tchau, tchau, tchau, tchau
E o argentino está chorando
Porque essa Copa eu vou ganhar

Disponível em: <https://www.metrojornal.com.br/entretenimento/2018/06/22/la-copa-de-papel-brasileiros-celebram-derrota-da-argentina-com> . Acesso em: 20 jul. 2018.

Popularmente, o que se sabe sobre paródia é que ela consiste na recriação de uma obra já existente, a partir de um ponto de vista cômico. Além da comédia, a paródia também pode transmitir um teor crítico, irônico ou satírico, por meio de alterações no texto.

Adaptado de: <https://www.significados.com.br/parodia/>. Acesso em: 20 jul. 2018.

    Sant’Anna (1985) apresenta a paródia a partir, dentre outras, da noção de desvio. Ele propõe - partindo da comparação entre paráfrase, estilização e paródia – considerar-se que os jogos estabelecidos nas relações intra e extratextuais são desvios maiores ou menores em relação ao original. Assim, a paráfrase surge como um desvio mínimo, a estilização como um desvio tolerável, e a paródia como um desvio total. Segundo ele, a paródia deforma o texto original subvertendo sua estrutura e sentido [...]
    Segundo Fávero (2003), falar em paródia é falar em Bakhtin, uma vez que está inserida em sua concepção de carnavalização, da qual provêm os gêneros cômico-sério-críticos. Em seu sentido etimológico, paródia significa canto paralelo (para = ao lado de; ode = canto), incorporando a ideia de uma canção proferida ao lado de outra, como uma espécie de contracanto. Entretanto, pode ser tomada também no sentido de imitação caricata, burlesca.

Disponível em: <http://www.ple.uem.br/3celli_anais/trabalhos/estudos_linguisticos/pfd_linguisticos/060.pdf> . Acesso em: 18 jul. 2018.
Considerando os textos apresentados e pressupostos teóricos a respeito da linguagem, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1100571 Português
Formação do educador

Rubem Alves

    Sonho com uma escola em que se cultivem pelo menos três coisas.
    Primeiro, a sabedoria de viver juntos: o olhar manso, a paciência de ouvir, o prazer em cooperar. A sabedoria de viver juntos é a base de tudo o mais.
  Segundo, a arte de pensar, porque é a partir dela que se constroem todos os saberes. Pensar é saber o que fazer com as informações. Informação sem pensamento é coisa morta. A arte de pensar tem a ver com um permanente espantar-se diante do assombro do mundo, fazer perguntas diante do desconhecido, não ter medo de errar, porque os saberes se encontram sempre depois de muitos erros.
    Terceiro, o prazer de ler. Jamais o hábito da leitura, porque o hábito pertence ao mundo dos deveres, dos automatismos: cortar as unhas, escovar os dentes, rezar de noite. Não hábito, mas leitura amorosa. Na leitura amorosa entramos em mundos desconhecidos e isso nos faz mais ricos interiormente. Quem aprendeu a amar os livros tem a chave do conhecimento.
    Mas essa escola não se constrói por meio de leis e parafernália tecnológica. De que vale uma cozinha dotada das panelas mais modernas se o cozinheiro não sabe cozinhar? É o cozinheiro que faz a comida boa mesmo em panela velha. O cozinheiro está para a comida boa da mesma forma como o educador está para o prazer de pensar e aprender. Sem o educador, o sonho da escola não se realiza.
    A questão crucial da educação, portanto, é a formação do educador. “Como educar os educadores?”
    Imagine que você quer ensinar a voar. Na imaginação tudo é possível. Os mestres do voo são os pássaros. Aí você aprisiona um pássaro numa gaiola e pede que ele o ensine a voar. Pássaros engaiolados não podem ensinar o voo. Por mais que eles expliquem a teoria do voo, só ensinarão gaiolas. […]
    Desejamos quebrar as gaiolas para que os aprendizes aprendam a arte do voo. Mas, para que isso aconteça, é preciso que as escolas que preparam educadores sejam a própria experiência do voo.

Adaptado de: <http://www.revistaeducacao.com.br/formacao-do-e-ducador-coluna-rubem-alves/> . Acesso em: 27 jul. 2018. 
Assinale a alternativa em que o trecho em destaque seja uma oração adjetiva, ou seja, tenha função de especificar ou explicar um sintagma/termo anterior da oração.
Alternativas
Q1100570 Português
Formação do educador

Rubem Alves

    Sonho com uma escola em que se cultivem pelo menos três coisas.
    Primeiro, a sabedoria de viver juntos: o olhar manso, a paciência de ouvir, o prazer em cooperar. A sabedoria de viver juntos é a base de tudo o mais.
  Segundo, a arte de pensar, porque é a partir dela que se constroem todos os saberes. Pensar é saber o que fazer com as informações. Informação sem pensamento é coisa morta. A arte de pensar tem a ver com um permanente espantar-se diante do assombro do mundo, fazer perguntas diante do desconhecido, não ter medo de errar, porque os saberes se encontram sempre depois de muitos erros.
    Terceiro, o prazer de ler. Jamais o hábito da leitura, porque o hábito pertence ao mundo dos deveres, dos automatismos: cortar as unhas, escovar os dentes, rezar de noite. Não hábito, mas leitura amorosa. Na leitura amorosa entramos em mundos desconhecidos e isso nos faz mais ricos interiormente. Quem aprendeu a amar os livros tem a chave do conhecimento.
    Mas essa escola não se constrói por meio de leis e parafernália tecnológica. De que vale uma cozinha dotada das panelas mais modernas se o cozinheiro não sabe cozinhar? É o cozinheiro que faz a comida boa mesmo em panela velha. O cozinheiro está para a comida boa da mesma forma como o educador está para o prazer de pensar e aprender. Sem o educador, o sonho da escola não se realiza.
    A questão crucial da educação, portanto, é a formação do educador. “Como educar os educadores?”
    Imagine que você quer ensinar a voar. Na imaginação tudo é possível. Os mestres do voo são os pássaros. Aí você aprisiona um pássaro numa gaiola e pede que ele o ensine a voar. Pássaros engaiolados não podem ensinar o voo. Por mais que eles expliquem a teoria do voo, só ensinarão gaiolas. […]
    Desejamos quebrar as gaiolas para que os aprendizes aprendam a arte do voo. Mas, para que isso aconteça, é preciso que as escolas que preparam educadores sejam a própria experiência do voo.

Adaptado de: <http://www.revistaeducacao.com.br/formacao-do-e-ducador-coluna-rubem-alves/> . Acesso em: 27 jul. 2018. 
Assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem presente no trecho “Quem aprendeu a amar os livros tem a chave do conhecimento.”.
Alternativas
Q1100569 Português
Formação do educador

Rubem Alves

    Sonho com uma escola em que se cultivem pelo menos três coisas.
    Primeiro, a sabedoria de viver juntos: o olhar manso, a paciência de ouvir, o prazer em cooperar. A sabedoria de viver juntos é a base de tudo o mais.
  Segundo, a arte de pensar, porque é a partir dela que se constroem todos os saberes. Pensar é saber o que fazer com as informações. Informação sem pensamento é coisa morta. A arte de pensar tem a ver com um permanente espantar-se diante do assombro do mundo, fazer perguntas diante do desconhecido, não ter medo de errar, porque os saberes se encontram sempre depois de muitos erros.
    Terceiro, o prazer de ler. Jamais o hábito da leitura, porque o hábito pertence ao mundo dos deveres, dos automatismos: cortar as unhas, escovar os dentes, rezar de noite. Não hábito, mas leitura amorosa. Na leitura amorosa entramos em mundos desconhecidos e isso nos faz mais ricos interiormente. Quem aprendeu a amar os livros tem a chave do conhecimento.
    Mas essa escola não se constrói por meio de leis e parafernália tecnológica. De que vale uma cozinha dotada das panelas mais modernas se o cozinheiro não sabe cozinhar? É o cozinheiro que faz a comida boa mesmo em panela velha. O cozinheiro está para a comida boa da mesma forma como o educador está para o prazer de pensar e aprender. Sem o educador, o sonho da escola não se realiza.
    A questão crucial da educação, portanto, é a formação do educador. “Como educar os educadores?”
    Imagine que você quer ensinar a voar. Na imaginação tudo é possível. Os mestres do voo são os pássaros. Aí você aprisiona um pássaro numa gaiola e pede que ele o ensine a voar. Pássaros engaiolados não podem ensinar o voo. Por mais que eles expliquem a teoria do voo, só ensinarão gaiolas. […]
    Desejamos quebrar as gaiolas para que os aprendizes aprendam a arte do voo. Mas, para que isso aconteça, é preciso que as escolas que preparam educadores sejam a própria experiência do voo.

Adaptado de: <http://www.revistaeducacao.com.br/formacao-do-e-ducador-coluna-rubem-alves/> . Acesso em: 27 jul. 2018. 
Assinale a alternativa que apresenta o gênero a que pertence o texto de apoio.
Alternativas
Q1100568 Português
Formação do educador

Rubem Alves

    Sonho com uma escola em que se cultivem pelo menos três coisas.
    Primeiro, a sabedoria de viver juntos: o olhar manso, a paciência de ouvir, o prazer em cooperar. A sabedoria de viver juntos é a base de tudo o mais.
  Segundo, a arte de pensar, porque é a partir dela que se constroem todos os saberes. Pensar é saber o que fazer com as informações. Informação sem pensamento é coisa morta. A arte de pensar tem a ver com um permanente espantar-se diante do assombro do mundo, fazer perguntas diante do desconhecido, não ter medo de errar, porque os saberes se encontram sempre depois de muitos erros.
    Terceiro, o prazer de ler. Jamais o hábito da leitura, porque o hábito pertence ao mundo dos deveres, dos automatismos: cortar as unhas, escovar os dentes, rezar de noite. Não hábito, mas leitura amorosa. Na leitura amorosa entramos em mundos desconhecidos e isso nos faz mais ricos interiormente. Quem aprendeu a amar os livros tem a chave do conhecimento.
    Mas essa escola não se constrói por meio de leis e parafernália tecnológica. De que vale uma cozinha dotada das panelas mais modernas se o cozinheiro não sabe cozinhar? É o cozinheiro que faz a comida boa mesmo em panela velha. O cozinheiro está para a comida boa da mesma forma como o educador está para o prazer de pensar e aprender. Sem o educador, o sonho da escola não se realiza.
    A questão crucial da educação, portanto, é a formação do educador. “Como educar os educadores?”
    Imagine que você quer ensinar a voar. Na imaginação tudo é possível. Os mestres do voo são os pássaros. Aí você aprisiona um pássaro numa gaiola e pede que ele o ensine a voar. Pássaros engaiolados não podem ensinar o voo. Por mais que eles expliquem a teoria do voo, só ensinarão gaiolas. […]
    Desejamos quebrar as gaiolas para que os aprendizes aprendam a arte do voo. Mas, para que isso aconteça, é preciso que as escolas que preparam educadores sejam a própria experiência do voo.

Adaptado de: <http://www.revistaeducacao.com.br/formacao-do-e-ducador-coluna-rubem-alves/> . Acesso em: 27 jul. 2018. 
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Em “Jamais o hábito da leitura, porque o hábito pertence ao mundo dos deveres, dos automatismos: cortar as unhas, escovar os dentes, rezar de noite.”, os dois-pontos têm função de anunciar um aposto. ( ) Em “Não hábito, mas leitura amorosa.”, o uso da vírgula é facultativo. ( ) Em “[…] entramos em mundos desconhecidos e isso nos faz mais ricos interiormente.”, poderia ser utilizada uma vírgula antes do “e”, a qual é facultativa.
Alternativas
Q1100567 Português
Formação do educador

Rubem Alves

    Sonho com uma escola em que se cultivem pelo menos três coisas.
    Primeiro, a sabedoria de viver juntos: o olhar manso, a paciência de ouvir, o prazer em cooperar. A sabedoria de viver juntos é a base de tudo o mais.
  Segundo, a arte de pensar, porque é a partir dela que se constroem todos os saberes. Pensar é saber o que fazer com as informações. Informação sem pensamento é coisa morta. A arte de pensar tem a ver com um permanente espantar-se diante do assombro do mundo, fazer perguntas diante do desconhecido, não ter medo de errar, porque os saberes se encontram sempre depois de muitos erros.
    Terceiro, o prazer de ler. Jamais o hábito da leitura, porque o hábito pertence ao mundo dos deveres, dos automatismos: cortar as unhas, escovar os dentes, rezar de noite. Não hábito, mas leitura amorosa. Na leitura amorosa entramos em mundos desconhecidos e isso nos faz mais ricos interiormente. Quem aprendeu a amar os livros tem a chave do conhecimento.
    Mas essa escola não se constrói por meio de leis e parafernália tecnológica. De que vale uma cozinha dotada das panelas mais modernas se o cozinheiro não sabe cozinhar? É o cozinheiro que faz a comida boa mesmo em panela velha. O cozinheiro está para a comida boa da mesma forma como o educador está para o prazer de pensar e aprender. Sem o educador, o sonho da escola não se realiza.
    A questão crucial da educação, portanto, é a formação do educador. “Como educar os educadores?”
    Imagine que você quer ensinar a voar. Na imaginação tudo é possível. Os mestres do voo são os pássaros. Aí você aprisiona um pássaro numa gaiola e pede que ele o ensine a voar. Pássaros engaiolados não podem ensinar o voo. Por mais que eles expliquem a teoria do voo, só ensinarão gaiolas. […]
    Desejamos quebrar as gaiolas para que os aprendizes aprendam a arte do voo. Mas, para que isso aconteça, é preciso que as escolas que preparam educadores sejam a própria experiência do voo.

Adaptado de: <http://www.revistaeducacao.com.br/formacao-do-e-ducador-coluna-rubem-alves/> . Acesso em: 27 jul. 2018. 
Assinale a alternativa em que os pares de palavras sejam acentuados de acordo com a mesma regra.
Alternativas
Q1100526 Português
Dicas para melhorar a postura corporal em sala de aula

A rotina de quem ensina exige cuidados com a coluna e com a musculatura corporal. Veja como implementar estes cuidados no seu dia a dia

Camila Camilo

   Na sala de aula você circula pela sala, fica em pé, procura chamar a atenção da turma para o que está falando e permanece sentado por poucos minutos, certo? Os intervalos entre as aulas e os momentos para descanso também costumam ser raros. Essa rotina pede que o professor tenha alguns cuidados com sua postura, o que evita problemas de saúde. Queixas como torcicolos, dores na coluna e tensões no músculo trapézio superior (aquele logo abaixo do pescoço, que fica enrijecido quando estamos tensos) costumam atrapalhar o dia a dia dos professores.
    Veja algumas dicas para evitar problemas de saúde relacionados à coluna e à musculatura corporal. A consultoria é de Gabriel Lahóz Moya, fisioterapeuta da Sanitas Corpus e mestre pela Faculdade de Medicina da USP.
     1. Reveze momentos em pé, sentado e em movimento. Não fique muito tempo na mesma posição. Durante as aulas, procure alternar seus movimentos: ande pela sala, fique um tempo em pé e alguns minutos sentado.
      2. Faça pausas para descansar. Você passa muitas horas em pé. Por isso, durante o recreio ou nos intervalos entre as aulas, procure descansar. Na falta de um ambiente como uma sala de vivência ou outro espaço semelhante na própria escola, sente-se por alguns minutos em uma poltrona ou uma cadeira mais confortável.
        3. Use tênis ou sapatos confortáveis. Para você, um tênis ou um sapato com salto baixo e sem bico fino são as melhores opções. Esses calçados posicionam melhor os dedos e o pé. Palmilhas de silicone e meias de média compressão também são alternativas que facilitam a sustentação do corpo e evitam dores.
        4. Se sentir dores, procure ajuda médica. A dor é um sinal de lesão ou de princípio de lesão, que indica sobrecarga. Quando sentir alguma parte do corpo dolorida, como os ombros, o pescoço ou a coluna, pare e busque outras formas de fazer a atividade que estava fazendo quando a dor apareceu. Se mantiver o mesmo padrão de movimento, a tendência é piorar. E, fique atento: se as dores são frequentes, é preciso procurar um especialista, como um médico ortopedista. Este profissional poderá encaminhá-lo a um fisioterapeuta ou recomendar o tratamento mais adequado para o seu caso.
        5. Fique em pé da maneira correta. Em geral, o professor passa boa parte do tempo em pé enquanto dá aulas. Faça isso sem deixar os pés muito próximos, o que dificulta o equilíbrio e a manutenção da postura, pois o corpo precisa se esforçar um pouco mais para ficar parado. Os joelhos também não podem estar totalmente estendidos nem flexionados, mas sim em um intermédio entre as duas posições.
       6. Cuidado ao escrever na lousa. Quando você levanta o braço para escrever na lousa, se move ligeiramente para frente e o corpo se ajusta para restituir o equilíbrio. Nesta hora, procure alinhar joelhos, tronco e os ombros e manter a estabilidade do corpo. [...].

Adaptado de:<https://novaescola.org.br/conteudo/1772/oito-dicas>. Acesso em: 27 jul. 2018. 
Assinale a alternativa em que os segmentos em destaque representem um mesmo fonema.
Alternativas
Q1100525 Português
Dicas para melhorar a postura corporal em sala de aula

A rotina de quem ensina exige cuidados com a coluna e com a musculatura corporal. Veja como implementar estes cuidados no seu dia a dia

Camila Camilo

   Na sala de aula você circula pela sala, fica em pé, procura chamar a atenção da turma para o que está falando e permanece sentado por poucos minutos, certo? Os intervalos entre as aulas e os momentos para descanso também costumam ser raros. Essa rotina pede que o professor tenha alguns cuidados com sua postura, o que evita problemas de saúde. Queixas como torcicolos, dores na coluna e tensões no músculo trapézio superior (aquele logo abaixo do pescoço, que fica enrijecido quando estamos tensos) costumam atrapalhar o dia a dia dos professores.
    Veja algumas dicas para evitar problemas de saúde relacionados à coluna e à musculatura corporal. A consultoria é de Gabriel Lahóz Moya, fisioterapeuta da Sanitas Corpus e mestre pela Faculdade de Medicina da USP.
     1. Reveze momentos em pé, sentado e em movimento. Não fique muito tempo na mesma posição. Durante as aulas, procure alternar seus movimentos: ande pela sala, fique um tempo em pé e alguns minutos sentado.
      2. Faça pausas para descansar. Você passa muitas horas em pé. Por isso, durante o recreio ou nos intervalos entre as aulas, procure descansar. Na falta de um ambiente como uma sala de vivência ou outro espaço semelhante na própria escola, sente-se por alguns minutos em uma poltrona ou uma cadeira mais confortável.
        3. Use tênis ou sapatos confortáveis. Para você, um tênis ou um sapato com salto baixo e sem bico fino são as melhores opções. Esses calçados posicionam melhor os dedos e o pé. Palmilhas de silicone e meias de média compressão também são alternativas que facilitam a sustentação do corpo e evitam dores.
        4. Se sentir dores, procure ajuda médica. A dor é um sinal de lesão ou de princípio de lesão, que indica sobrecarga. Quando sentir alguma parte do corpo dolorida, como os ombros, o pescoço ou a coluna, pare e busque outras formas de fazer a atividade que estava fazendo quando a dor apareceu. Se mantiver o mesmo padrão de movimento, a tendência é piorar. E, fique atento: se as dores são frequentes, é preciso procurar um especialista, como um médico ortopedista. Este profissional poderá encaminhá-lo a um fisioterapeuta ou recomendar o tratamento mais adequado para o seu caso.
        5. Fique em pé da maneira correta. Em geral, o professor passa boa parte do tempo em pé enquanto dá aulas. Faça isso sem deixar os pés muito próximos, o que dificulta o equilíbrio e a manutenção da postura, pois o corpo precisa se esforçar um pouco mais para ficar parado. Os joelhos também não podem estar totalmente estendidos nem flexionados, mas sim em um intermédio entre as duas posições.
       6. Cuidado ao escrever na lousa. Quando você levanta o braço para escrever na lousa, se move ligeiramente para frente e o corpo se ajusta para restituir o equilíbrio. Nesta hora, procure alinhar joelhos, tronco e os ombros e manter a estabilidade do corpo. [...].

Adaptado de:<https://novaescola.org.br/conteudo/1772/oito-dicas>. Acesso em: 27 jul. 2018. 
Quanto às ideias e aos objetivos do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1100524 Português
Dicas para melhorar a postura corporal em sala de aula

A rotina de quem ensina exige cuidados com a coluna e com a musculatura corporal. Veja como implementar estes cuidados no seu dia a dia

Camila Camilo

   Na sala de aula você circula pela sala, fica em pé, procura chamar a atenção da turma para o que está falando e permanece sentado por poucos minutos, certo? Os intervalos entre as aulas e os momentos para descanso também costumam ser raros. Essa rotina pede que o professor tenha alguns cuidados com sua postura, o que evita problemas de saúde. Queixas como torcicolos, dores na coluna e tensões no músculo trapézio superior (aquele logo abaixo do pescoço, que fica enrijecido quando estamos tensos) costumam atrapalhar o dia a dia dos professores.
    Veja algumas dicas para evitar problemas de saúde relacionados à coluna e à musculatura corporal. A consultoria é de Gabriel Lahóz Moya, fisioterapeuta da Sanitas Corpus e mestre pela Faculdade de Medicina da USP.
     1. Reveze momentos em pé, sentado e em movimento. Não fique muito tempo na mesma posição. Durante as aulas, procure alternar seus movimentos: ande pela sala, fique um tempo em pé e alguns minutos sentado.
      2. Faça pausas para descansar. Você passa muitas horas em pé. Por isso, durante o recreio ou nos intervalos entre as aulas, procure descansar. Na falta de um ambiente como uma sala de vivência ou outro espaço semelhante na própria escola, sente-se por alguns minutos em uma poltrona ou uma cadeira mais confortável.
        3. Use tênis ou sapatos confortáveis. Para você, um tênis ou um sapato com salto baixo e sem bico fino são as melhores opções. Esses calçados posicionam melhor os dedos e o pé. Palmilhas de silicone e meias de média compressão também são alternativas que facilitam a sustentação do corpo e evitam dores.
        4. Se sentir dores, procure ajuda médica. A dor é um sinal de lesão ou de princípio de lesão, que indica sobrecarga. Quando sentir alguma parte do corpo dolorida, como os ombros, o pescoço ou a coluna, pare e busque outras formas de fazer a atividade que estava fazendo quando a dor apareceu. Se mantiver o mesmo padrão de movimento, a tendência é piorar. E, fique atento: se as dores são frequentes, é preciso procurar um especialista, como um médico ortopedista. Este profissional poderá encaminhá-lo a um fisioterapeuta ou recomendar o tratamento mais adequado para o seu caso.
        5. Fique em pé da maneira correta. Em geral, o professor passa boa parte do tempo em pé enquanto dá aulas. Faça isso sem deixar os pés muito próximos, o que dificulta o equilíbrio e a manutenção da postura, pois o corpo precisa se esforçar um pouco mais para ficar parado. Os joelhos também não podem estar totalmente estendidos nem flexionados, mas sim em um intermédio entre as duas posições.
       6. Cuidado ao escrever na lousa. Quando você levanta o braço para escrever na lousa, se move ligeiramente para frente e o corpo se ajusta para restituir o equilíbrio. Nesta hora, procure alinhar joelhos, tronco e os ombros e manter a estabilidade do corpo. [...].

Adaptado de:<https://novaescola.org.br/conteudo/1772/oito-dicas>. Acesso em: 27 jul. 2018. 
Assinale a alternativa que justifica corretamente o uso dos sinais indicativos de crase em “Veja algumas dicas para evitar problemas de saúde relacionados à coluna e à musculatura corporal.”.
Alternativas
Q1100523 Português
Dicas para melhorar a postura corporal em sala de aula

A rotina de quem ensina exige cuidados com a coluna e com a musculatura corporal. Veja como implementar estes cuidados no seu dia a dia

Camila Camilo

   Na sala de aula você circula pela sala, fica em pé, procura chamar a atenção da turma para o que está falando e permanece sentado por poucos minutos, certo? Os intervalos entre as aulas e os momentos para descanso também costumam ser raros. Essa rotina pede que o professor tenha alguns cuidados com sua postura, o que evita problemas de saúde. Queixas como torcicolos, dores na coluna e tensões no músculo trapézio superior (aquele logo abaixo do pescoço, que fica enrijecido quando estamos tensos) costumam atrapalhar o dia a dia dos professores.
    Veja algumas dicas para evitar problemas de saúde relacionados à coluna e à musculatura corporal. A consultoria é de Gabriel Lahóz Moya, fisioterapeuta da Sanitas Corpus e mestre pela Faculdade de Medicina da USP.
     1. Reveze momentos em pé, sentado e em movimento. Não fique muito tempo na mesma posição. Durante as aulas, procure alternar seus movimentos: ande pela sala, fique um tempo em pé e alguns minutos sentado.
      2. Faça pausas para descansar. Você passa muitas horas em pé. Por isso, durante o recreio ou nos intervalos entre as aulas, procure descansar. Na falta de um ambiente como uma sala de vivência ou outro espaço semelhante na própria escola, sente-se por alguns minutos em uma poltrona ou uma cadeira mais confortável.
        3. Use tênis ou sapatos confortáveis. Para você, um tênis ou um sapato com salto baixo e sem bico fino são as melhores opções. Esses calçados posicionam melhor os dedos e o pé. Palmilhas de silicone e meias de média compressão também são alternativas que facilitam a sustentação do corpo e evitam dores.
        4. Se sentir dores, procure ajuda médica. A dor é um sinal de lesão ou de princípio de lesão, que indica sobrecarga. Quando sentir alguma parte do corpo dolorida, como os ombros, o pescoço ou a coluna, pare e busque outras formas de fazer a atividade que estava fazendo quando a dor apareceu. Se mantiver o mesmo padrão de movimento, a tendência é piorar. E, fique atento: se as dores são frequentes, é preciso procurar um especialista, como um médico ortopedista. Este profissional poderá encaminhá-lo a um fisioterapeuta ou recomendar o tratamento mais adequado para o seu caso.
        5. Fique em pé da maneira correta. Em geral, o professor passa boa parte do tempo em pé enquanto dá aulas. Faça isso sem deixar os pés muito próximos, o que dificulta o equilíbrio e a manutenção da postura, pois o corpo precisa se esforçar um pouco mais para ficar parado. Os joelhos também não podem estar totalmente estendidos nem flexionados, mas sim em um intermédio entre as duas posições.
       6. Cuidado ao escrever na lousa. Quando você levanta o braço para escrever na lousa, se move ligeiramente para frente e o corpo se ajusta para restituir o equilíbrio. Nesta hora, procure alinhar joelhos, tronco e os ombros e manter a estabilidade do corpo. [...].

Adaptado de:<https://novaescola.org.br/conteudo/1772/oito-dicas>. Acesso em: 27 jul. 2018. 
Considerando o contexto, assinale a alternativa em que a locução verbal em destaque expresse o sentido de frequência.
Alternativas
Respostas
81: C
82: A
83: C
84: A
85: B
86: D
87: C
88: E
89: E
90: D
91: A
92: C
93: A
94: B
95: B
96: E
97: B
98: D
99: C
100: E