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Q3177728 Português
Na oração "Se percebêssemos o valor das coisas que o dinheiro não compra, nos tornaríamos muito mais felizes", o termo em destaque é um verbo flexionado na 1ª pessoa do plural do
Alternativas
Q3177727 Português
A grafia da língua portuguesa não possui uma correspondência biunívoca entre letras e sons, o que quer dizer que, muitas vezes, o mesmo som pode ser representado na escrita por letras diferentes. Esta característica causa dúvidas sobre a ortografia oficial, que foi totalmente respeitada apenas na seguinte alternativa:
Alternativas
Q3177726 Português
Em uma oração, a harmonia sintática entre o verbo e seu sujeito é a concordância verbal. Em alguns casos, a norma padrão da língua portuguesa permite que esta concordância se faça tanto no singular quanto no plural, em outros, porém, apenas uma das formas é permitida. Desse modo, assinale abaixo a oração em que a forma verbal no singular é a única correta (a única em que a concordância no plural estaria errada).
Alternativas
Q3177724 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

QUATRO SÉCULOS DE MUDANÇAS


Por José Pio Martins

Nos últimos 323 anos, desde o início do século 18, o mundo passou pelas maiores transformações de todos os tempos. O século 18 foi o mais revolucionário, o 19 foi o mais inventivo, o 20 foi o mais violento, e o 21 deve ser o de maiores transformações. Anteriormente ao século 18, houve a Revolução Inglesa, com ápice em 1688, que impôs o fim da soberania dos reis e passou a perseguir a ordem liberal, a economia capitalista e o regime político fundado na democracia. No ano de 1776, consolidou-se a Revolução Americana, que libertou os Estados Unidos do jugo da Inglaterra e, em 1789, o mundo viu a Revolução Francesa completar três eventos históricos suficientes para considerar o século 18 como o mais revolucionário.
Na sequência, o mundo adentrou o século 19, consolidando a Revolução Industrial, que, entre 1815 e 1840, produziu transformações econômicas iniciadas com a máquina a vapor, a estrada de ferro, o trem de ferro e o navio a vapor. Entre 1750 e 1840 houve a consagração da Revolução Industrial, que foi ampliada pela segunda revolução tecnológica moderna, com a invenção do motor a combustão interna, os veículos automotores, a indústria do petróleo, a água tratada encanada, o telefone e, principalmente, a maior de todas as invenções: a eletricidade; e o século 19 mereceu o título de o mais inventivo.
Seguindo, entramos no século 20, que, embora tenha sido um tempo de inovações e tecnologias disruptivas, foi o século mais sanguinário. Milhões de vidas humanas foram exterminadas em guerras e revoluções políticas. O conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos na gestão de Jimmy Carter, entre 1977 e 1981, Zbigniew Brzezinski (1928-2017), publicou o relatório As Megamortes, no qual ele listou 243 conflitos militares no século 20, que resultaram em 187 milhões de mortes.
Esse número foi revisado para 237 milhões de mortes, pois inicialmente constavam 20 milhões de mortes no período de Mao Tsé-Tung de 1949 a 1976, dado este alterado para 70 milhões de mortes na China comunista de Mao. Apesar de violento, o século 20 foi inventivo com o rádio (1920), o avião a jato (1939), o computador (1945), o telefone celular (1973), a internet (1989) e outros tantos mais.
E chegamos ao século 21, atualmente em sua terceira década, e vemos a aceleração da quarta revolução tecnológica moderna em setores como biotecnologia, inteligência artificial, farmacologia, máquinas inteligentes, robôs cognitivos, metamateriais, cura de doenças etc. Ele caminha para ser o século de maiores transformações, inclusive na área demográfica, que pode levar a população mundial aos 9,4 bilhões de habitantes até 2050 e ver esse número cair para pouco mais da metade em 2100, ficando em torno de 4,7 bilhões. 0 assunto é complexo, mas o fato é que esses quatro últimos séculos dividiram-se em maravilhas cientificas criadoras de alegria e bem-estar, de um lado, e sofrimento e sangue, de outro lado. O mundo floresceu em riquezas sob a genialidade humana, mas também gerou enormes guetos de pobreza e morte sob a estupidez dessa mesma humanidade.

Revista Humanitas. Nº 177 − agosto de 2024 (adaptado)
No período "No ano de 1776, consolidou-se a Revolução Americana, que libertou os Estados Unidos do jugo da Inglaterra e, em 1789, o mundo viu a Revolução Francesa completar três eventos históricos suficientes para considerar o século 18 como o mais revolucionário", o trecho em destaque cita três eventos históricos e afirma que estes são suficientes para considerar o século 18 como o mais revolucionário de todos os tempos.
Sobre estes eventos, é correto afirmar que
Alternativas
Q3177723 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

QUATRO SÉCULOS DE MUDANÇAS


Por José Pio Martins

Nos últimos 323 anos, desde o início do século 18, o mundo passou pelas maiores transformações de todos os tempos. O século 18 foi o mais revolucionário, o 19 foi o mais inventivo, o 20 foi o mais violento, e o 21 deve ser o de maiores transformações. Anteriormente ao século 18, houve a Revolução Inglesa, com ápice em 1688, que impôs o fim da soberania dos reis e passou a perseguir a ordem liberal, a economia capitalista e o regime político fundado na democracia. No ano de 1776, consolidou-se a Revolução Americana, que libertou os Estados Unidos do jugo da Inglaterra e, em 1789, o mundo viu a Revolução Francesa completar três eventos históricos suficientes para considerar o século 18 como o mais revolucionário.
Na sequência, o mundo adentrou o século 19, consolidando a Revolução Industrial, que, entre 1815 e 1840, produziu transformações econômicas iniciadas com a máquina a vapor, a estrada de ferro, o trem de ferro e o navio a vapor. Entre 1750 e 1840 houve a consagração da Revolução Industrial, que foi ampliada pela segunda revolução tecnológica moderna, com a invenção do motor a combustão interna, os veículos automotores, a indústria do petróleo, a água tratada encanada, o telefone e, principalmente, a maior de todas as invenções: a eletricidade; e o século 19 mereceu o título de o mais inventivo.
Seguindo, entramos no século 20, que, embora tenha sido um tempo de inovações e tecnologias disruptivas, foi o século mais sanguinário. Milhões de vidas humanas foram exterminadas em guerras e revoluções políticas. O conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos na gestão de Jimmy Carter, entre 1977 e 1981, Zbigniew Brzezinski (1928-2017), publicou o relatório As Megamortes, no qual ele listou 243 conflitos militares no século 20, que resultaram em 187 milhões de mortes.
Esse número foi revisado para 237 milhões de mortes, pois inicialmente constavam 20 milhões de mortes no período de Mao Tsé-Tung de 1949 a 1976, dado este alterado para 70 milhões de mortes na China comunista de Mao. Apesar de violento, o século 20 foi inventivo com o rádio (1920), o avião a jato (1939), o computador (1945), o telefone celular (1973), a internet (1989) e outros tantos mais.
E chegamos ao século 21, atualmente em sua terceira década, e vemos a aceleração da quarta revolução tecnológica moderna em setores como biotecnologia, inteligência artificial, farmacologia, máquinas inteligentes, robôs cognitivos, metamateriais, cura de doenças etc. Ele caminha para ser o século de maiores transformações, inclusive na área demográfica, que pode levar a população mundial aos 9,4 bilhões de habitantes até 2050 e ver esse número cair para pouco mais da metade em 2100, ficando em torno de 4,7 bilhões. 0 assunto é complexo, mas o fato é que esses quatro últimos séculos dividiram-se em maravilhas cientificas criadoras de alegria e bem-estar, de um lado, e sofrimento e sangue, de outro lado. O mundo floresceu em riquezas sob a genialidade humana, mas também gerou enormes guetos de pobreza e morte sob a estupidez dessa mesma humanidade.

Revista Humanitas. Nº 177 − agosto de 2024 (adaptado)
Observe o período:
"O mundo floresceu em riquezas sob a genialidade humana, mas também gerou enormes guetos de pobreza e morte sob a estupidez dessa mesma humanidade."
Assinale a única alternativa que pode substituir este período no texto, por manter equivalência com ele e não alterar o sentido em que está empregado.
Alternativas
Q3177722 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

QUATRO SÉCULOS DE MUDANÇAS


Por José Pio Martins

Nos últimos 323 anos, desde o início do século 18, o mundo passou pelas maiores transformações de todos os tempos. O século 18 foi o mais revolucionário, o 19 foi o mais inventivo, o 20 foi o mais violento, e o 21 deve ser o de maiores transformações. Anteriormente ao século 18, houve a Revolução Inglesa, com ápice em 1688, que impôs o fim da soberania dos reis e passou a perseguir a ordem liberal, a economia capitalista e o regime político fundado na democracia. No ano de 1776, consolidou-se a Revolução Americana, que libertou os Estados Unidos do jugo da Inglaterra e, em 1789, o mundo viu a Revolução Francesa completar três eventos históricos suficientes para considerar o século 18 como o mais revolucionário.
Na sequência, o mundo adentrou o século 19, consolidando a Revolução Industrial, que, entre 1815 e 1840, produziu transformações econômicas iniciadas com a máquina a vapor, a estrada de ferro, o trem de ferro e o navio a vapor. Entre 1750 e 1840 houve a consagração da Revolução Industrial, que foi ampliada pela segunda revolução tecnológica moderna, com a invenção do motor a combustão interna, os veículos automotores, a indústria do petróleo, a água tratada encanada, o telefone e, principalmente, a maior de todas as invenções: a eletricidade; e o século 19 mereceu o título de o mais inventivo.
Seguindo, entramos no século 20, que, embora tenha sido um tempo de inovações e tecnologias disruptivas, foi o século mais sanguinário. Milhões de vidas humanas foram exterminadas em guerras e revoluções políticas. O conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos na gestão de Jimmy Carter, entre 1977 e 1981, Zbigniew Brzezinski (1928-2017), publicou o relatório As Megamortes, no qual ele listou 243 conflitos militares no século 20, que resultaram em 187 milhões de mortes.
Esse número foi revisado para 237 milhões de mortes, pois inicialmente constavam 20 milhões de mortes no período de Mao Tsé-Tung de 1949 a 1976, dado este alterado para 70 milhões de mortes na China comunista de Mao. Apesar de violento, o século 20 foi inventivo com o rádio (1920), o avião a jato (1939), o computador (1945), o telefone celular (1973), a internet (1989) e outros tantos mais.
E chegamos ao século 21, atualmente em sua terceira década, e vemos a aceleração da quarta revolução tecnológica moderna em setores como biotecnologia, inteligência artificial, farmacologia, máquinas inteligentes, robôs cognitivos, metamateriais, cura de doenças etc. Ele caminha para ser o século de maiores transformações, inclusive na área demográfica, que pode levar a população mundial aos 9,4 bilhões de habitantes até 2050 e ver esse número cair para pouco mais da metade em 2100, ficando em torno de 4,7 bilhões. 0 assunto é complexo, mas o fato é que esses quatro últimos séculos dividiram-se em maravilhas cientificas criadoras de alegria e bem-estar, de um lado, e sofrimento e sangue, de outro lado. O mundo floresceu em riquezas sob a genialidade humana, mas também gerou enormes guetos de pobreza e morte sob a estupidez dessa mesma humanidade.

Revista Humanitas. Nº 177 − agosto de 2024 (adaptado)
De acordo com o texto, dentre os últimos quatro séculos, o século XVIII foi o mais revolucionário. Um dos eventos históricos apresentados no texto para comprovar esta afirmação, que ocorre no século XVIII, é o(a)
Alternativas
Q3177721 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

QUATRO SÉCULOS DE MUDANÇAS


Por José Pio Martins

Nos últimos 323 anos, desde o início do século 18, o mundo passou pelas maiores transformações de todos os tempos. O século 18 foi o mais revolucionário, o 19 foi o mais inventivo, o 20 foi o mais violento, e o 21 deve ser o de maiores transformações. Anteriormente ao século 18, houve a Revolução Inglesa, com ápice em 1688, que impôs o fim da soberania dos reis e passou a perseguir a ordem liberal, a economia capitalista e o regime político fundado na democracia. No ano de 1776, consolidou-se a Revolução Americana, que libertou os Estados Unidos do jugo da Inglaterra e, em 1789, o mundo viu a Revolução Francesa completar três eventos históricos suficientes para considerar o século 18 como o mais revolucionário.
Na sequência, o mundo adentrou o século 19, consolidando a Revolução Industrial, que, entre 1815 e 1840, produziu transformações econômicas iniciadas com a máquina a vapor, a estrada de ferro, o trem de ferro e o navio a vapor. Entre 1750 e 1840 houve a consagração da Revolução Industrial, que foi ampliada pela segunda revolução tecnológica moderna, com a invenção do motor a combustão interna, os veículos automotores, a indústria do petróleo, a água tratada encanada, o telefone e, principalmente, a maior de todas as invenções: a eletricidade; e o século 19 mereceu o título de o mais inventivo.
Seguindo, entramos no século 20, que, embora tenha sido um tempo de inovações e tecnologias disruptivas, foi o século mais sanguinário. Milhões de vidas humanas foram exterminadas em guerras e revoluções políticas. O conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos na gestão de Jimmy Carter, entre 1977 e 1981, Zbigniew Brzezinski (1928-2017), publicou o relatório As Megamortes, no qual ele listou 243 conflitos militares no século 20, que resultaram em 187 milhões de mortes.
Esse número foi revisado para 237 milhões de mortes, pois inicialmente constavam 20 milhões de mortes no período de Mao Tsé-Tung de 1949 a 1976, dado este alterado para 70 milhões de mortes na China comunista de Mao. Apesar de violento, o século 20 foi inventivo com o rádio (1920), o avião a jato (1939), o computador (1945), o telefone celular (1973), a internet (1989) e outros tantos mais.
E chegamos ao século 21, atualmente em sua terceira década, e vemos a aceleração da quarta revolução tecnológica moderna em setores como biotecnologia, inteligência artificial, farmacologia, máquinas inteligentes, robôs cognitivos, metamateriais, cura de doenças etc. Ele caminha para ser o século de maiores transformações, inclusive na área demográfica, que pode levar a população mundial aos 9,4 bilhões de habitantes até 2050 e ver esse número cair para pouco mais da metade em 2100, ficando em torno de 4,7 bilhões. 0 assunto é complexo, mas o fato é que esses quatro últimos séculos dividiram-se em maravilhas cientificas criadoras de alegria e bem-estar, de um lado, e sofrimento e sangue, de outro lado. O mundo floresceu em riquezas sob a genialidade humana, mas também gerou enormes guetos de pobreza e morte sob a estupidez dessa mesma humanidade.

Revista Humanitas. Nº 177 − agosto de 2024 (adaptado)
A ideia central de um parágrafo é enunciada através do período denominado tópico frasal, que anuncia o tema sobre o qual o parágrafo tratará. No caso do texto, o segundo parágrafo trata de justificar porque o século XIX mereceu o título de século mais inventivo. Para tanto o autor usa uma estratégia de desenvolvimento do parágrafo por
Alternativas
Q3177720 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

QUATRO SÉCULOS DE MUDANÇAS


Por José Pio Martins

Nos últimos 323 anos, desde o início do século 18, o mundo passou pelas maiores transformações de todos os tempos. O século 18 foi o mais revolucionário, o 19 foi o mais inventivo, o 20 foi o mais violento, e o 21 deve ser o de maiores transformações. Anteriormente ao século 18, houve a Revolução Inglesa, com ápice em 1688, que impôs o fim da soberania dos reis e passou a perseguir a ordem liberal, a economia capitalista e o regime político fundado na democracia. No ano de 1776, consolidou-se a Revolução Americana, que libertou os Estados Unidos do jugo da Inglaterra e, em 1789, o mundo viu a Revolução Francesa completar três eventos históricos suficientes para considerar o século 18 como o mais revolucionário.
Na sequência, o mundo adentrou o século 19, consolidando a Revolução Industrial, que, entre 1815 e 1840, produziu transformações econômicas iniciadas com a máquina a vapor, a estrada de ferro, o trem de ferro e o navio a vapor. Entre 1750 e 1840 houve a consagração da Revolução Industrial, que foi ampliada pela segunda revolução tecnológica moderna, com a invenção do motor a combustão interna, os veículos automotores, a indústria do petróleo, a água tratada encanada, o telefone e, principalmente, a maior de todas as invenções: a eletricidade; e o século 19 mereceu o título de o mais inventivo.
Seguindo, entramos no século 20, que, embora tenha sido um tempo de inovações e tecnologias disruptivas, foi o século mais sanguinário. Milhões de vidas humanas foram exterminadas em guerras e revoluções políticas. O conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos na gestão de Jimmy Carter, entre 1977 e 1981, Zbigniew Brzezinski (1928-2017), publicou o relatório As Megamortes, no qual ele listou 243 conflitos militares no século 20, que resultaram em 187 milhões de mortes.
Esse número foi revisado para 237 milhões de mortes, pois inicialmente constavam 20 milhões de mortes no período de Mao Tsé-Tung de 1949 a 1976, dado este alterado para 70 milhões de mortes na China comunista de Mao. Apesar de violento, o século 20 foi inventivo com o rádio (1920), o avião a jato (1939), o computador (1945), o telefone celular (1973), a internet (1989) e outros tantos mais.
E chegamos ao século 21, atualmente em sua terceira década, e vemos a aceleração da quarta revolução tecnológica moderna em setores como biotecnologia, inteligência artificial, farmacologia, máquinas inteligentes, robôs cognitivos, metamateriais, cura de doenças etc. Ele caminha para ser o século de maiores transformações, inclusive na área demográfica, que pode levar a população mundial aos 9,4 bilhões de habitantes até 2050 e ver esse número cair para pouco mais da metade em 2100, ficando em torno de 4,7 bilhões. 0 assunto é complexo, mas o fato é que esses quatro últimos séculos dividiram-se em maravilhas cientificas criadoras de alegria e bem-estar, de um lado, e sofrimento e sangue, de outro lado. O mundo floresceu em riquezas sob a genialidade humana, mas também gerou enormes guetos de pobreza e morte sob a estupidez dessa mesma humanidade.

Revista Humanitas. Nº 177 − agosto de 2024 (adaptado)
Sobre o emprego dos tempos e modos verbais na oração "A Revolução Inglesa, que iniciara no século XVII, foi um dos eventos que tornaram o século XVIII o mais revolucionário de todos os tempos", é correto afirmar que
Alternativas
Q3177719 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

QUATRO SÉCULOS DE MUDANÇAS


Por José Pio Martins

Nos últimos 323 anos, desde o início do século 18, o mundo passou pelas maiores transformações de todos os tempos. O século 18 foi o mais revolucionário, o 19 foi o mais inventivo, o 20 foi o mais violento, e o 21 deve ser o de maiores transformações. Anteriormente ao século 18, houve a Revolução Inglesa, com ápice em 1688, que impôs o fim da soberania dos reis e passou a perseguir a ordem liberal, a economia capitalista e o regime político fundado na democracia. No ano de 1776, consolidou-se a Revolução Americana, que libertou os Estados Unidos do jugo da Inglaterra e, em 1789, o mundo viu a Revolução Francesa completar três eventos históricos suficientes para considerar o século 18 como o mais revolucionário.
Na sequência, o mundo adentrou o século 19, consolidando a Revolução Industrial, que, entre 1815 e 1840, produziu transformações econômicas iniciadas com a máquina a vapor, a estrada de ferro, o trem de ferro e o navio a vapor. Entre 1750 e 1840 houve a consagração da Revolução Industrial, que foi ampliada pela segunda revolução tecnológica moderna, com a invenção do motor a combustão interna, os veículos automotores, a indústria do petróleo, a água tratada encanada, o telefone e, principalmente, a maior de todas as invenções: a eletricidade; e o século 19 mereceu o título de o mais inventivo.
Seguindo, entramos no século 20, que, embora tenha sido um tempo de inovações e tecnologias disruptivas, foi o século mais sanguinário. Milhões de vidas humanas foram exterminadas em guerras e revoluções políticas. O conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos na gestão de Jimmy Carter, entre 1977 e 1981, Zbigniew Brzezinski (1928-2017), publicou o relatório As Megamortes, no qual ele listou 243 conflitos militares no século 20, que resultaram em 187 milhões de mortes.
Esse número foi revisado para 237 milhões de mortes, pois inicialmente constavam 20 milhões de mortes no período de Mao Tsé-Tung de 1949 a 1976, dado este alterado para 70 milhões de mortes na China comunista de Mao. Apesar de violento, o século 20 foi inventivo com o rádio (1920), o avião a jato (1939), o computador (1945), o telefone celular (1973), a internet (1989) e outros tantos mais.
E chegamos ao século 21, atualmente em sua terceira década, e vemos a aceleração da quarta revolução tecnológica moderna em setores como biotecnologia, inteligência artificial, farmacologia, máquinas inteligentes, robôs cognitivos, metamateriais, cura de doenças etc. Ele caminha para ser o século de maiores transformações, inclusive na área demográfica, que pode levar a população mundial aos 9,4 bilhões de habitantes até 2050 e ver esse número cair para pouco mais da metade em 2100, ficando em torno de 4,7 bilhões. 0 assunto é complexo, mas o fato é que esses quatro últimos séculos dividiram-se em maravilhas cientificas criadoras de alegria e bem-estar, de um lado, e sofrimento e sangue, de outro lado. O mundo floresceu em riquezas sob a genialidade humana, mas também gerou enormes guetos de pobreza e morte sob a estupidez dessa mesma humanidade.

Revista Humanitas. Nº 177 − agosto de 2024 (adaptado)
No trecho "Seguindo, entramos no século 20, que, embora tenha sido um tempo de inovações e tecnologias disruptivas, foi o século mais sanguinário", podemos inferir que a expressão em destaque, no contexto em que está empregada, significa
Alternativas
Q3151597 Português
Sons que confortam







MEDEIROS, M. Sons que confortam. In: Felicidade Crônica. Porto Alegre: L&PM, 2014.
O sujeito é um termo essencial da oração, podendo ser classificado conforme algumas especificidades. Assim sendo, selecione, dentre as alternativas a seguir, aquela em que, o sujeito da oração está classificado corretamente.
Alternativas
Q3151596 Português
Sons que confortam







MEDEIROS, M. Sons que confortam. In: Felicidade Crônica. Porto Alegre: L&PM, 2014.
A colocação pronominal é a posição ocupada pelos pronomes pessoais oblíquos átonos em relação ao verbo. A partir dessa definição, atente-se à posição do pronome destacado, no período entre aspas, a fim de assinalar a alternativa correta.
“[...] imaginei um sem-número de sons que nos confortam.” (linha 6)
Alternativas
Q3151595 Português
Sons que confortam







MEDEIROS, M. Sons que confortam. In: Felicidade Crônica. Porto Alegre: L&PM, 2014.
Da mesma forma que a concordância verbal em “Eram quatro da manhã quando seu pai sofreu um colapso cardíaco” (linha 1), faz-se também corretamente a concordância do verbo ser em.
Alternativas
Q3151594 Português
Sons que confortam







MEDEIROS, M. Sons que confortam. In: Felicidade Crônica. Porto Alegre: L&PM, 2014.
No período “A música que você mais gosta tocando no rádio do carro” (linha 24), ocorre uma infração às regras de regência verbal, a qual se corrige, conforme a norma-padrão, na alternativa
Alternativas
Q3151593 Português
Sons que confortam







MEDEIROS, M. Sons que confortam. In: Felicidade Crônica. Porto Alegre: L&PM, 2014.
Tendo por base a palavra negritada em “[...] a voz no alto-falante do aeroporto [...] (linha 11), grafa-se corretamente com hífen o vocábulo destacado na alternativa
Alternativas
Q3151592 Português
Sons que confortam







MEDEIROS, M. Sons que confortam. In: Felicidade Crônica. Porto Alegre: L&PM, 2014.
“Só estavam os três na casa: o pai, a mãe e ele, um garoto de 13 anos” (linhas 1 e 2). O trecho destacado anteriormente assume a função sintática de
Alternativas
Q3151591 Português
Sons que confortam







MEDEIROS, M. Sons que confortam. In: Felicidade Crônica. Porto Alegre: L&PM, 2014.
“Nunca na vida ouvira um som mais lindo” (linha 3). O verbo negritado, no trecho anterior, está corretamente transposto para a segunda pessoa do plural do pretérito imperfeito do indicativo em
Alternativas
Q3151590 Português
Sons que confortam







MEDEIROS, M. Sons que confortam. In: Felicidade Crônica. Porto Alegre: L&PM, 2014.
Selecione a alternativa, na qual o conectivo possui o mesmo valor semântico do termo destacado em “O telefone tocando exatamente no horário que se espera, conforme o combinado.” (linha 14).
Alternativas
Q3151589 Português
Sons que confortam







MEDEIROS, M. Sons que confortam. In: Felicidade Crônica. Porto Alegre: L&PM, 2014.
Partindo do conceito de regência verbal como sendo a relação que se estabelece entre os verbos e os termos que os complementam ou os circunstanciam, identifique a alternativa, a qual há informação correta sobre essa relação nos períodos que seguem.
Alternativas
Q3151588 Português
Sons que confortam







MEDEIROS, M. Sons que confortam. In: Felicidade Crônica. Porto Alegre: L&PM, 2014.
O uso de pronomes na referenciação faz parte do processo de organização coesiva de um texto.
“Inesquecível, para o menino, foi ouvir o som do carro do médico se aproximando, o homem que salvaria seu pai. Na mesma hora em que li esse relato, imaginei um sem-número de sons que nos confortam.” (linhas 5 e 6)
Em relação à passagem apresentada, é correto afirmar que o
Alternativas
Q3151587 Português
Sons que confortam







MEDEIROS, M. Sons que confortam. In: Felicidade Crônica. Porto Alegre: L&PM, 2014.
Na passagem “Deixando a categoria dos sons magnânimos para a dos sons cotidianos” (linha 11), o termo destacado significa que estes sons são
Alternativas
Respostas
341: D
342: A
343: C
344: B
345: A
346: A
347: B
348: D
349: A
350: B
351: D
352: A
353: D
354: A
355: B
356: D
357: B
358: C
359: A
360: E