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Q3820894 Marketing

Leia os textos a seguir e atenda ao solicitado.


Texto 1

O marketing 3.0 representou uma mudança significativa, em que o consumidor passou a se reconhecer como um ser humano completo, com mente, coração e espírito. Essa abordagem trouxe a necessidade das empresas criarem conexões emocionais com os consumidores que buscam mais que meramente um produto.


Texto 2

Essa conexão emocional ocorre quando os consumidores percebem que a marca compartilha dos mesmos valores e preocupações que eles. Assim, o processo de decisão de compra passa a considerar não apenas os atributos técnicos do produto, mas também os valores intangíveis associados à marca. 



 A respeito dos dois textos acima e do tema marketing, assinale a alternativa correta: 

Alternativas
Q3820893 Administração Pública

As ouvidorias públicas desempenham um papel fundamental na mediação entre o cidadão e os órgãos públicos, buscando melhorar a qualidade dos serviços prestados. A atuação das ouvidorias inclui a análise de manifestações e a proposição de melhorias, com base em relatórios de gestão que identificam falhas e sugerem ajustes.


Considerando as informações do texto acima, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.


I.As ouvidorias públicas têm, entre suas atribuições, o dever de acompanhar a prestação dos serviços públicos, visando garantir sua efetividade.


Porque


II.O relatório de gestão das ouvidorias deve indicar os motivos das manifestações, analisar pontos recorrentes e apontar as providências adotadas na busca pela melhoria contínua dos serviços.


A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:

Alternativas
Q3820882 Português

Fadiga visual: a visão na era do excesso de telas


Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.


A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.


À medida que nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.


Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até cinquenta por cento dos usuários de computador desenvolvem a chamada fadiga ocular digital.


Essa condição, caracterizada por uma variedade de sintomas oculares e visuais, como secura, lacrimejamento, coceira, queimação, visão turva ou até dupla, não é apenas um incômodo.


Ela indica problemas crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.


A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência. Afinal, os confinamentos e as medidas de distanciamento social aumentaram o tempo de tela em uma escala sem precedentes.


Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais durante esse período está correlacionado a um crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios visuais e fadiga ocular digital.


O que acontece com nossos olhos quando olhamos para telas por longos períodos?


A resposta está na biologia complexa do nosso sistema visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar em objetos próximos por longos períodos.


Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.


Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de cabeça e no pescoço.


Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.


Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas telas não é a principal causa da vista cansada.


Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e interromper os padrões de sono, não há evidências conclusivas de que ela cause danos oculares permanentes.


Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho por um tempo prolongado com foco próximo e a redução das piscadas.


Como podemos proteger a visão neste mundo centrado nas telas?


A solução está em uma abordagem multifacetada, que combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no.adaptado.

A solução "está" em uma abordagem multifacetada, que "combina" mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.


Conjugando os verbos destacados no futuro do pretérito do indicativo e no pretérito imperfeito do subjuntivo, respectivamente, tem-se: (considere as alterações se necessário) 

Alternativas
Q3820880 Português

Fadiga visual: a visão na era do excesso de telas


Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.


A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.


À medida que nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.


Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até cinquenta por cento dos usuários de computador desenvolvem a chamada fadiga ocular digital.


Essa condição, caracterizada por uma variedade de sintomas oculares e visuais, como secura, lacrimejamento, coceira, queimação, visão turva ou até dupla, não é apenas um incômodo.


Ela indica problemas crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.


A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência. Afinal, os confinamentos e as medidas de distanciamento social aumentaram o tempo de tela em uma escala sem precedentes.


Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais durante esse período está correlacionado a um crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios visuais e fadiga ocular digital.


O que acontece com nossos olhos quando olhamos para telas por longos períodos?


A resposta está na biologia complexa do nosso sistema visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar em objetos próximos por longos períodos.


Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.


Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de cabeça e no pescoço.


Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.


Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas telas não é a principal causa da vista cansada.


Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e interromper os padrões de sono, não há evidências conclusivas de que ela cause danos oculares permanentes.


Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho por um tempo prolongado com foco próximo e a redução das piscadas.


Como podemos proteger a visão neste mundo centrado nas telas?


A solução está em uma abordagem multifacetada, que combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no.adaptado.

"Piscar" menos e manter o foco próximo "desencadeia" uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.


Os verbos destacados, nesta frase, comportam-se, respectivamente, como verbos:

Alternativas
Q3820875 Português

Fadiga visual: a visão na era do excesso de telas


Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.


A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.


À medida que nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.


Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até cinquenta por cento dos usuários de computador desenvolvem a chamada fadiga ocular digital.


Essa condição, caracterizada por uma variedade de sintomas oculares e visuais, como secura, lacrimejamento, coceira, queimação, visão turva ou até dupla, não é apenas um incômodo.


Ela indica problemas crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.


A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência. Afinal, os confinamentos e as medidas de distanciamento social aumentaram o tempo de tela em uma escala sem precedentes.


Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais durante esse período está correlacionado a um crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios visuais e fadiga ocular digital.


O que acontece com nossos olhos quando olhamos para telas por longos períodos?


A resposta está na biologia complexa do nosso sistema visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar em objetos próximos por longos períodos.


Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.


Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de cabeça e no pescoço.


Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.


Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas telas não é a principal causa da vista cansada.


Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e interromper os padrões de sono, não há evidências conclusivas de que ela cause danos oculares permanentes.


Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho por um tempo prolongado com foco próximo e a redução das piscadas.


Como podemos proteger a visão neste mundo centrado nas telas?


A solução está em uma abordagem multifacetada, que combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no.adaptado.

A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-"se" um grande problema de saúde pública.


De acordo com as regras de colocação pronominal, é correto afirmar que, morfologicamente, o vocábulo destacado trata-se de:

Alternativas
Q3820787 Medicina
 Paciente do sexo masculino, 4 anos, com histórico de epilepsia em uso regular de ácido valproico há 8 meses, sem outras comorbidades, é levado ao pronto atendimento com queixa de dor abdominal epigástrica intensa há dois dias, associada a náuseas e vômitos. Ao exame físico, apresenta-se em regular estado geral, desidratado (2+/4+), com dor à palpação epigástrica, sem sinais de irritação peritoneal. Está afebril, anictérico, com padrão evacuatório preservado. Os exames laboratoriais revelam: TGO: 28 U/L (VR até 40); TGP: 30 U/L (VR até 41); amilase: 450 U/L (VR até 100); lipase: 650 U/L (VR até 60). Gama GT, bilirrubinas e transaminases normais. Considerando os achados clínicos e laboratoriais, qual é o diagnóstico mais provável?
Alternativas
Q3820785 Medicina
Durante consulta de rotina, o pediatra não consegue palpar o testículo direito na bolsa escrotal de um menino de 1 ano e 6 meses, e ainda observa hipotrofia da bolsa testicular correspondente. Considerando o diagnóstico de criptorquidia, assinale a alternativa correta em relação às informações que devem ser dadas à família.
Alternativas
Q3820784 Medicina
Paciente do sexo feminino, 8 anos de idade, é levada ao pediatra em consulta de puericultura para avaliação de crescimento. Sua altura está abaixo do percentil 3 para a idade, com velocidade de crescimento de 3 cm/ano. Ao exame físico, apresenta linfedema residual em dorso dos pés, pescoço curto e alado. Considerando o diagnóstico mais provável nesse caso, outras características comumente encontradas nesta patologia são:
Alternativas
Q3820783 Medicina
 Paciente do sexo masculino, 10 anos, é atendido na unidade básica de saúde com queixa de urina avermelhada há dois dias; nega febre, disúria ou queixas abdominais. Refere ter apresentado episódio de faringoamigdalite há aproximadamente 2 semanas, tratado ambulatorialmente. Ao exame físico, apresenta edema palpebral discreto (1+/4+) e pressão arterial de 130 x 85 mmHg, compatível com valores acima do percentil 95 para idade. Foram solicitados exames complementares, e o paciente permanece em acompanhamento na unidade.
Com base na hipótese diagnóstica mais provável, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3820782 Medicina
Uma criança do sexo feminino, 4 anos, é levada ao pronto atendimento com história de febre há 48 horas, de até 38,8 ºC. Nas últimas 12 horas, os pais referem alteração do comportamento, incluindo episódios de confusão mental, irritabilidade e sonolência progressiva. Durante a avaliação na sala de emergência, a paciente apresentou pico febril e crise convulsiva focal, com necessidade de midazolam e fenitoína intravenosos para controle de crise. Após estabilização, foram solicitados exames complementares. Considerando o quadro clínico descrito, assinale a alternativa que apresenta as hipóteses diagnósticas mais prováveis.
Alternativas
Q3820779 Medicina
Uma criança de 8 anos, previamente saudável, é avaliada por quadro de febre baixa, náuseas, prostração, dor abdominal e icterícia. Há 2 dias, os pais notaram urina escura e fezes claras. A criança frequenta escola pública, e, recentemente, colegas de classe apresentaram sintomas semelhantes. No exame, observam-se hepatomegalia dolorosa e icterícia. AST e ALT estão significativamente elevadas; bilirrubina total: 6,5 mg/dL (direta: 4,2 mg/dL). Aguarda resultado de sorologias.
De acordo com os dados apresentados, a conduta imediata adequada consiste em
Alternativas
Q3820777 Medicina
Menino de 14 anos apresenta febre alta há 7 dias, dor de garganta e surgimento de exantema maculopapular disseminado. Nega uso recente de antibióticos. Ao exame físico, observam-se exsudato amarelado em amídalas, linfadenopatia generalizada, esplenomegalia e hepatomegalia discretas. O exantema acomete tronco, face e membros, sem prurido.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, qual achado laboratorial é mais característico?
Alternativas
Q3820776 Medicina
Lactente de 6 meses, irmão de criança com alergia alimentar grave a castanhas, encontra-se em fase de introdução alimentar. Considerando o risco aumentado para alergia alimentar, qual a orientação adequada, conforme as diretrizes atuais?
Alternativas
Q3820775 Medicina
 Lactente de 12 meses com quatro episódios de sibilância desde os 8 meses, um deles com necessidade de hospitalização. Todos os episódios ocorreram após quadros respiratórios virais. Entre crises, permanece com sintomas respiratórios leves. Ao exame: eutrófico, eupneico, ausculta com roncos de transmissão, lesões eczematosas em fossas cubitais e poplíteas.
Com base no GINA 2025 para menores de 5 anos, qual a conduta terapêutica correta?
Alternativas
Q3820774 Medicina
Menina de 1 ano e 8 meses, previamente saudável, apresenta febre há 3 dias, irritabilidade, recusa alimentar e vômitos isolados. Ao exame, encontra-se em mau estado geral, febril (38,8 ºC), taquicárdica, com dor à palpação do flanco esquerdo. Exames laboratoriais revelam leucocitose de 16.000/mm3 , neutrofilia, leucocitúria +++, hematúria microscópica e nitrito positivo. Urocultura por cateterismo foi coletada, e o antibiograma estará disponível em 72h.
Frente aos achados clínico-laboratoriais, qual o manejo terapêutico apropriado?
Alternativas
Q3820773 Medicina
Menino de 10 anos, portador de anemia falciforme, é admitido com febre, dor torácica e taquipneia. A gasometria arterial revela PaO2 de 55 mmHg, e a radiografia de tórax demonstra infiltrado pulmonar multilobar, confirmando o diagnóstico de síndrome torácica aguda (STA). Iniciado tratamento com oxigenoterapia, hidratação venosa, ceftriaxona e azitromicina. Após 24 horas, a saturação de oxigênio permanece abaixo de 90%, e a hemoglobina caiu para 6,5 g/dL.
Qual a conduta imediata indicada nesse momento?
Alternativas
Q3820771 Medicina
Menina de 13 anos, que teve menarca há seis meses, procura atendimento por apresentar sangramento menstrual intenso e prolongado desde o início dos ciclos menstruais. O pai dela tem diagnóstico de hemofilia, mas a menina nunca foi investigada. Refere também equimoses frequentes desde a infância. Relata ausência de atividade sexual.
Considerando a história clínica e familiar, qual é a hipótese diagnóstica mais provável e o principal achado laboratorial esperado, correta e respectivamente? 
Alternativas
Q3820770 Medicina
Criança do sexo feminino, de 2 anos e 10 meses, comparece à consulta de rotina em bom estado geral, com crescimento e desenvolvimento adequados. Ao exame físico, o pediatra identifica uma massa abdominal firme, lisa, não dolorosa à palpação e restrita ao flanco esquerdo. A criança encontra-se afebril, bem-disposta, com alimentação preservada, sem queixas urinárias, gastrointestinais ou sintomas sistêmicos. Exames neurológico, respiratório e cardiovascular sem alterações.
Diante do quadro apresentado, qual é o diagnóstico mais provável?
Alternativas
Q3820769 Medicina
Adolescente do sexo masculino, de 13 anos, apresenta dor em joelho esquerdo há algumas semanas, com piora após atividades esportivas, especialmente durante a aterrissagem em saltos. Ao exame físico, refere dor à flexo-extensão do joelho, com aumento de volume na tuberosidade anterior da tíbia, sem sinais inflamatórios sistêmicos ou derrame articular.
Com base no quadro clínico e no exame físico, qual é o exame de imagem mais indicado para confirmar a principal hipótese diagnóstica?
Alternativas
Q3820768 Medicina
Criança de 9 anos apresenta febre alta há oito dias, acompanhada de dor, edema, calor, rubor e limitação de movimentos em joelho direito. Após 48 horas, os mesmos sintomas acometeram o tornozelo esquerdo, com melhora progressiva da articulação inicial. Exame físico atual: regular estado geral, febril (38,7 °C); sinais flogísticos em tornozelo esquerdo; sopro holossistólico apical (3+/6+) com irradiação para axila. Exames laboratoriais: PCR, VHS e anti-DNase B elevados; hemograma: leucocitose com predomínio de neutrófilos.
Como prosseguir corretamente na investigação diagnóstica?
Alternativas
Respostas
12361: D
12362: D
12363: D
12364: A
12365: A
12366: D
12367: A
12368: C
12369: D
12370: C
12371: C
12372: D
12373: C
12374: B
12375: A
12376: B
12377: C
12378: A
12379: B
12380: B