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Q3821458 Contabilidade Pública
O exemplo de transação que corresponde ação que na demonstração dos fluxos de caixa se insere no conjunto das atividades operacionais da empresa é o seguinte:
Alternativas
Q3821440 Português

Fadiga visual: a visão na era do excesso de telas


Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.


A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.


À medida que nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.


Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até cinquenta por cento dos usuários de computador desenvolvem a chamada fadiga ocular digital.


Essa condição, caracterizada por uma variedade de sintomas oculares e visuais, como secura, lacrimejamento, coceira, queimação, visão turva ou até dupla, não é apenas um incômodo.


Ela indica problemas crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.


A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência. Afinal, os confinamentos e as medidas de distanciamento social aumentaram o tempo de tela em uma escala sem precedentes.


Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais durante esse período está correlacionado a um crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios visuais e fadiga ocular digital.


O que acontece com nossos olhos quando olhamos para telas por longos períodos?


A resposta está na biologia complexa do nosso sistema visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar em objetos próximos por longos períodos.


Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.


Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de cabeça e no pescoço.


Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.


Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas telas não é a principal causa da vista cansada.


Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e interromper os padrões de sono, não há evidências conclusivas de que ela cause danos oculares permanentes.


Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho por um tempo prolongado com foco próximo e a redução das piscadas.


Como podemos proteger a visão neste mundo centrado nas telas?


A solução está em uma abordagem multifacetada, que combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no.adaptado.

"Piscar" menos e manter o foco próximo "desencadeia" uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.


Os verbos destacados, nesta frase, comportam-se, respectivamente, como verbos:

Alternativas
Q3821437 Medicina
Pré-escolar de 3 anos, do sexo feminino, apresenta atraso global no desenvolvimento neuropsicomotor, com início da marcha apenas aos 2 anos e fala restrita a poucas palavras. Demonstra comportamento apático, com pouco interesse pelo meio externo, déficit de atenção e lentificação das respostas cognitivas. Os cuidadores referem constipação crônica, com evacuações a cada cinco dias. Ao exame físico, apresenta estatura abaixo do percentil 3, xerose cutânea, face arredondada, macroglossia, abdome globoso e bradicardia, sem alterações neurológicas focais ou sinais infecciosos.
Considerando o diagnóstico mais provável, qual das alterações a seguir é esperada nesse contexto clínico?
Alternativas
Q3821436 Medicina
Menina de 13 anos, que teve menarca há seis meses, procura atendimento por apresentar sangramento menstrual intenso e prolongado desde o início dos ciclos menstruais. O pai dela tem diagnóstico de hemofilia, mas a menina nunca foi investigada. Refere também equimoses frequentes desde a infância. Relata ausência de atividade sexual.
Considerando a história clínica e familiar, qual é a hipótese diagnóstica mais provável e o principal achado laboratorial esperado, correta e respectivamente?
Alternativas
Q3821435 Medicina
 Criança do sexo feminino, de 2 anos e 10 meses, comparece à consulta de rotina em bom estado geral, com crescimento e desenvolvimento adequados. Ao exame físico, o pediatra identifica uma massa abdominal firme, lisa, não dolorosa à palpação e restrita ao flanco esquerdo. A criança encontra-se afebril, bem-disposta, com alimentação preservada, sem queixas urinárias, gastrointestinais ou sintomas sistêmicos. Exames neurológico, respiratório e cardiovascular sem alterações.
Diante do quadro apresentado, qual é o diagnóstico mais provável?
Alternativas
Q3821434 Medicina
Adolescente do sexo masculino, de 13 anos, apresenta dor em joelho esquerdo há algumas semanas, com piora após atividades esportivas, especialmente durante a aterrissagem em saltos. Ao exame físico, refere dor à flexo-extensão do joelho, com aumento de volume na tuberosidade anterior da tíbia, sem sinais inflamatórios sistêmicos ou derrame articular.
Com base no quadro clínico e no exame físico, qual é o exame de imagem mais indicado para confirmar a principal hipótese diagnóstica?
Alternativas
Q3821433 Medicina
Criança de 9 anos apresenta febre alta há oito dias, acompanhada de dor, edema, calor, rubor e limitação de movimentos em joelho direito. Após 48 horas, os mesmos sintomas acometeram o tornozelo esquerdo, com melhora progressiva da articulação inicial. Exame físico atual: regular estado geral, febril (38,7 °C); sinais flogísticos em tornozelo esquerdo; sopro holossistólico apical (3+/6+) com irradiação para axila. Exames laboratoriais: PCR, VHS e anti-DNase B elevados; hemograma: leucocitose com predomínio de neutrófilos.
Como prosseguir corretamente na investigação diagnóstica?
Alternativas
Q3821432 Medicina
Recém-nascido a termo, 38 semanas, parto vaginal, apresenta icterícia até as coxas com 36 horas de vida. Bom estado geral, aleitamento materno eficaz. Exames laboratoriais: bilirrubina total: 12,5 mg/dL; bilirrubina direta: 1,3 mg/dL; hemoglobina: 15g/dL; hematócrito: 46%; reticulócitos discretamente elevados. Coombs direto negativo, mãe O+, RN B+.
Qual a conduta correta ?
Alternativas
Q3821426 Medicina
Um bebê de 1 mês de vida está mamando no seio materno quando de repente apresenta sinais de engasgo com tosse e cianose perioral, mantendo-se consciente. A mãe chama por ajuda. Qual a conduta imediata está indicada? 
Alternativas
Q3821425 Medicina
 Durante consulta de rotina, o pediatra não consegue palpar o testículo direito na bolsa escrotal de um menino de 1 ano e 6 meses, e ainda observa hipotrofia da bolsa testicular correspondente. Considerando o diagnóstico de criptorquidia, assinale a alternativa correta em relação às informações que devem ser dadas à família.
Alternativas
Q3821424 Medicina
Paciente do sexo feminino, 8 anos de idade, é levada ao pediatra em consulta de puericultura para avaliação de crescimento. Sua altura está abaixo do percentil 3 para a idade, com velocidade de crescimento de 3 cm/ano. Ao exame físico, apresenta linfedema residual em dorso dos pés, pescoço curto e alado. Considerando o diagnóstico mais provável nesse caso, outras características comumente encontradas nesta patologia são:
Alternativas
Q3821422 Medicina
Uma criança do sexo feminino, 4 anos, é levada ao pronto atendimento com história de febre há 48 horas, de até 38,8 °C. Nas últimas 12 horas, os pais referem alteração do comportamento, incluindo episódios de confusão mental, irritabilidade e sonolência progressiva. Durante a avaliação na sala de emergência, a paciente apresentou pico febril e crise convulsiva focal, com necessidade de midazolam e fenitoína intravenosos para controle de crise. Após estabilização, foram solicitados exames complementares. Considerando o quadro clínico descrito, assinale a alternativa que apresenta as hipóteses diagnósticas mais prováveis.
Alternativas
Q3821419 Medicina
Uma criança de 8 anos, previamente saudável, é avaliada por quadro de febre baixa, náuseas, prostração, dor abdominal e icterícia. Há 2 dias, os pais notaram urina escura e fezes claras. A criança frequenta escola pública e, recentemente, colegas de classe apresentaram sintomas semelhantes. No exame, observa-se hepatomegalia dolorosa e icterícia. AST e ALT estão significativamente elevadas; bilirrubina total: 6,5 mg/dL (direta: 4,2 mg/dL). Aguarda resultado de sorologias.
De acordo com os dados apresentados, a conduta imediata adequada consiste em
Alternativas
Q3821417 Medicina
Menino de 14 anos apresenta febre alta há 7 dias, dor de garganta e surgimento de exantema maculopapular disseminado. Nega uso recente de antibióticos. Ao exame físico, observa-se exsudato amarelado em amídalas, linfadenopatia generalizada, esplenomegalia e hepatomegalia discretas. O exantema acomete tronco, face e membros, sem prurido.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, qual achado laboratorial é mais característico?
Alternativas
Q3821416 Medicina
Lactente de 6 meses, irmão de criança com alergia alimentar grave a castanhas, encontra-se em fase de introdução alimentar. Considerando o risco aumentado para alergia alimentar, qual a orientação adequada, conforme as diretrizes atuais?
Alternativas
Q3821415 Medicina
Lactente de 12 meses com quatro episódios de sibilância desde os 8 meses, um deles com necessidade de hospitalização. Todos os episódios ocorreram após quadros respiratórios virais. Entre crises, permanece com sintomas respiratórios leves. Ao exame: eutrófico, eupneico, ausculta com roncos de transmissão, lesões eczematosas em fossas cubitais e poplíteas.
Com base no GINA 2025 para menores de 5 anos, qual a conduta terapêutica correta?
Alternativas
Q3821414 Medicina
Menina de 1 ano e 8 meses, previamente saudável, apresenta febre há 3 dias, irritabilidade, recusa alimentar e vômitos isolados. Ao exame, encontra-se em mau estado geral, febril (38,8 ºC), taquicárdica, com dor à palpação do flanco esquerdo. Exames laboratoriais revelam leucocitose de 16.000/mm3 , neutrofilia, leucocitúria +++, hematúria microscópica e nitrito positivo. Urocultura por cateterismo foi coletada, e o antibiograma estará disponível em 72h.
Frente aos achados clínico-laboratoriais, qual o manejo terapêutico apropriado?
Alternativas
Q3821413 Medicina
Menino de 10 anos, portador de anemia falciforme, é admitido com febre, dor torácica e taquipneia. A gasometria arterial revela PaO2 de 55 mmHg, e a radiografia de tórax demonstra infiltrado pulmonar multilobar, confirmando o diagnóstico de síndrome torácica aguda (STA). Iniciado tratamento com oxigenoterapia, hidratação venosa, ceftriaxona e azitromicina. Após 24 horas, a saturação de oxigênio permanece abaixo de 90%, e a hemoglobina caiu para 6,5 g/dL.
Qual a conduta imediata indicada nesse momento?
Alternativas
Q3821412 Medicina
Um recém-nascido com suspeita de atresia de esôfago realiza radiografia de abdome que evidencia ar no estômago.
Das interpretações a seguir, a que está correta é:
Alternativas
Q3821411 Medicina
Durante as orientações de alta de uma recém-nascida a termo, que não apresentou intercorrências durante a internação na maternidade, a mãe questiona qual é a melhor posição para colocar o bebê para dormir.
A orientação deve ser a seguinte:
Alternativas
Respostas
12181: A
12182: D
12183: D
12184: C
12185: A
12186: B
12187: B
12188: B
12189: B
12190: A
12191: C
12192: C
12193: C
12194: D
12195: C
12196: B
12197: A
12198: B
12199: C
12200: A