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A crase que inicia o período indica que o trecho realçado se trata de um:
Apresenta a mesma função sintática do termo realçado anteriormente o vocábulo destacado em:
“A vítima relatou, durante o registro do B.O., que um ladrão entrou em sua residência durante a madrugada e que teria roubado uma lavadora de alta pressão, uma tampa de tanque de combustível, 20 litros de gasolina e outros 20 litros de etanol.”
I. “Na mansidão do silêncio noturno, permeada pela penumbra que abraça os segredos da calada madrugada [...]”
II. “O registro do documento, contudo, foi feito em formato de poesia pelo escrivão.”
O termo realçado desempenha função morfológica de substantivo próprio e função sintática, conforme sua estrutura sintagmática interna, de:
“A vítima relatou, durante o registro do B.O., que um ladrão entrou em sua residência durante a madrugada.”
Acerca do emprego dos termos enumerados no período anterior, é correto afirmar que:
• “[...] o vilão de¹ nossa trama, qual sombra furtiva, penetrou na propriedade da respeitável vítima.”
• “Neste ato de² profanação, destemido e sorrateiro, desfez a barreira da intimidade alheia [...]”
“Na mansidão do silêncio noturno, permeada pela penumbra que abraça os segredos da calada madrugada, o vilão de nossa trama, qual sombra furtiva, penetrou na propriedade da respeitável vítima.”
A coesão proporcionada pelo elemento conector demarcado é do tipo:
• “Ele entendeu que¹ a primeira versão não seguiu os padrões de técnica da escrita policial.”
• “[...] Ao sabor do destino, este registro serve como crônica dos eventos que² se desenrolam na quietude da noite.”
“A pedido do delegado da equipe de plantão, o B.O. foi alterado três dias depois. Ele entendeu que a primeira versão não seguiu os padrões de técnica da escrita policial. O novo documento conta apenas com quatro linhas.”
Por meio do parágrafo transcrito a seguir, é verdadeiro afirma que se trata de um(a):
“Um caso curioso ocorreu na Delegacia Seccional de Presidente Prudente (SP), em uma tarde comum de 25 de fevereiro. Na ocasião, um dos policiais registrou um Boletim de Ocorrência (B.O.) relatando um furto. Em vez do tradicional texto descritivo dos fatos, o agente decidiu relatar tudo em formato de poesia. A informação foi revelada pelo colunista Josmar Jozino, do UOL, na quinta-feira (30/5).”