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Q3862303 Português

Amigos para o bem e para o mal


Vera Iaconelli – Psicanalista



    Costumamos dizer que é na hora do perrengue que se conhece um verdadeiro amigo. Ele seria a pessoa que não larga nossa mão quando estamos por baixo. Concordo, desde que se leve em conta o outro lado: amigo suporta, igualmente, estar com a gente quando brilhamos. A amizade só se revela no intercâmbio de posições e em diferentes contextos.  


    Partimos da constatação freudiana de que não há relação isenta de ambivalência e que o amor e o ódio andam de mãos dadas. É através do amor que superamos nossa tendência a controlar ou destruir o outro por medo de que ele nos controle ou destrua antes. A paranoia diante da alteridade está sempre pronta a ser engatilhada; o amor a desarma. 


    Ele permite que a inveja dê lugar à admiração, sabendo que a primeira está sempre à espreita. Somos crianças egocêntricas que só aprendemos a dividir os brinquedos com prazer sob a condição de um insight: ser o dono da bola não é tão legal quanto ter alguém com quem jogar.


    Inveja, ciúme, competição, raiva... as amizades vêm com a paleta completa de afetos humanos, acirrados pela proximidade, pelo convívio e pela longevidade das relações. O que as torna especiais é que nelas o cuidado, a empatia e a intimidade dão mais prazer do que nossa costumeira mesquinhez. Daí que ver o amigo brilhar, quando não consideramos nosso umbigo o centro do universo, pode ser fonte de um genuíno prazer.


    Da mesma forma, vê-lo sofrer é dilacerante (e perdê-lo, impensável). A condição para ser um amigo digno do título é que o sadismo diante do sofrimento alheio não roube a cena. Reitero que não existe aqui nenhuma expectativa de que sejamos seres superiores, livres das limitações humanas, mas que o amadurecimento nos permite reconhecê-las, evitar que transbordem em atos danosos e, acima de tudo, desfrutar do prazer de amar e ser amado pelo outro. 


    O mesmo critério deveria servir para familiares, conhecidos e colegas. Mas estes têm que galgar muitos degraus para receber o especialíssimo título de amigo. A amizade é contingente e implica trocas íntimas e duradouras nas quais podemos nos fiar, quase sempre. Amigos também comem bola, mas ganham no saldo final e por insistência. 


    Nossos amigos não precisam ser as melhores pessoas do mundo. Basta que sejam as melhores pessoas do nosso mundo. Isso permite que mesmo os bizarros, os malas sem alça e os perdidos de plantão tenham direito a relações significativas na vida. (Considerando que todos somos um pouco bizarros, malas e perdidos, é bom que haja quem nos aguente.) 


[...]


    No fim das contas, amigo mesmo é aquele que sobrevive ao nosso lado na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, sem sadismo nem inveja demais, e com disponibilidade amorosa ao longo da vida.  


Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/vera-iaconelli/2025/10/amigos-para-o-bem-e-para-o-mal.shtml). Acesso em: 22 nov. 2025. 

Em “Amigos para o bem e para o mal”, o termo em destaque 
Alternativas
Q3862302 Português

Amigos para o bem e para o mal


Vera Iaconelli – Psicanalista



    Costumamos dizer que é na hora do perrengue que se conhece um verdadeiro amigo. Ele seria a pessoa que não larga nossa mão quando estamos por baixo. Concordo, desde que se leve em conta o outro lado: amigo suporta, igualmente, estar com a gente quando brilhamos. A amizade só se revela no intercâmbio de posições e em diferentes contextos.  


    Partimos da constatação freudiana de que não há relação isenta de ambivalência e que o amor e o ódio andam de mãos dadas. É através do amor que superamos nossa tendência a controlar ou destruir o outro por medo de que ele nos controle ou destrua antes. A paranoia diante da alteridade está sempre pronta a ser engatilhada; o amor a desarma. 


    Ele permite que a inveja dê lugar à admiração, sabendo que a primeira está sempre à espreita. Somos crianças egocêntricas que só aprendemos a dividir os brinquedos com prazer sob a condição de um insight: ser o dono da bola não é tão legal quanto ter alguém com quem jogar.


    Inveja, ciúme, competição, raiva... as amizades vêm com a paleta completa de afetos humanos, acirrados pela proximidade, pelo convívio e pela longevidade das relações. O que as torna especiais é que nelas o cuidado, a empatia e a intimidade dão mais prazer do que nossa costumeira mesquinhez. Daí que ver o amigo brilhar, quando não consideramos nosso umbigo o centro do universo, pode ser fonte de um genuíno prazer.


    Da mesma forma, vê-lo sofrer é dilacerante (e perdê-lo, impensável). A condição para ser um amigo digno do título é que o sadismo diante do sofrimento alheio não roube a cena. Reitero que não existe aqui nenhuma expectativa de que sejamos seres superiores, livres das limitações humanas, mas que o amadurecimento nos permite reconhecê-las, evitar que transbordem em atos danosos e, acima de tudo, desfrutar do prazer de amar e ser amado pelo outro. 


    O mesmo critério deveria servir para familiares, conhecidos e colegas. Mas estes têm que galgar muitos degraus para receber o especialíssimo título de amigo. A amizade é contingente e implica trocas íntimas e duradouras nas quais podemos nos fiar, quase sempre. Amigos também comem bola, mas ganham no saldo final e por insistência. 


    Nossos amigos não precisam ser as melhores pessoas do mundo. Basta que sejam as melhores pessoas do nosso mundo. Isso permite que mesmo os bizarros, os malas sem alça e os perdidos de plantão tenham direito a relações significativas na vida. (Considerando que todos somos um pouco bizarros, malas e perdidos, é bom que haja quem nos aguente.) 


[...]


    No fim das contas, amigo mesmo é aquele que sobrevive ao nosso lado na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, sem sadismo nem inveja demais, e com disponibilidade amorosa ao longo da vida.  


Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/vera-iaconelli/2025/10/amigos-para-o-bem-e-para-o-mal.shtml). Acesso em: 22 nov. 2025. 

Assinale a alternativa em que o termo destacado, em um dos seguintes excertos retirados do texto, apresenta o mesmo sentido do termo destacado no seguinte exemplo: “Felicidade mesmo é poder estar perto de quem amamos”. 
Alternativas
Q3862301 Português

Amigos para o bem e para o mal


Vera Iaconelli – Psicanalista



    Costumamos dizer que é na hora do perrengue que se conhece um verdadeiro amigo. Ele seria a pessoa que não larga nossa mão quando estamos por baixo. Concordo, desde que se leve em conta o outro lado: amigo suporta, igualmente, estar com a gente quando brilhamos. A amizade só se revela no intercâmbio de posições e em diferentes contextos.  


    Partimos da constatação freudiana de que não há relação isenta de ambivalência e que o amor e o ódio andam de mãos dadas. É através do amor que superamos nossa tendência a controlar ou destruir o outro por medo de que ele nos controle ou destrua antes. A paranoia diante da alteridade está sempre pronta a ser engatilhada; o amor a desarma. 


    Ele permite que a inveja dê lugar à admiração, sabendo que a primeira está sempre à espreita. Somos crianças egocêntricas que só aprendemos a dividir os brinquedos com prazer sob a condição de um insight: ser o dono da bola não é tão legal quanto ter alguém com quem jogar.


    Inveja, ciúme, competição, raiva... as amizades vêm com a paleta completa de afetos humanos, acirrados pela proximidade, pelo convívio e pela longevidade das relações. O que as torna especiais é que nelas o cuidado, a empatia e a intimidade dão mais prazer do que nossa costumeira mesquinhez. Daí que ver o amigo brilhar, quando não consideramos nosso umbigo o centro do universo, pode ser fonte de um genuíno prazer.


    Da mesma forma, vê-lo sofrer é dilacerante (e perdê-lo, impensável). A condição para ser um amigo digno do título é que o sadismo diante do sofrimento alheio não roube a cena. Reitero que não existe aqui nenhuma expectativa de que sejamos seres superiores, livres das limitações humanas, mas que o amadurecimento nos permite reconhecê-las, evitar que transbordem em atos danosos e, acima de tudo, desfrutar do prazer de amar e ser amado pelo outro. 


    O mesmo critério deveria servir para familiares, conhecidos e colegas. Mas estes têm que galgar muitos degraus para receber o especialíssimo título de amigo. A amizade é contingente e implica trocas íntimas e duradouras nas quais podemos nos fiar, quase sempre. Amigos também comem bola, mas ganham no saldo final e por insistência. 


    Nossos amigos não precisam ser as melhores pessoas do mundo. Basta que sejam as melhores pessoas do nosso mundo. Isso permite que mesmo os bizarros, os malas sem alça e os perdidos de plantão tenham direito a relações significativas na vida. (Considerando que todos somos um pouco bizarros, malas e perdidos, é bom que haja quem nos aguente.) 


[...]


    No fim das contas, amigo mesmo é aquele que sobrevive ao nosso lado na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, sem sadismo nem inveja demais, e com disponibilidade amorosa ao longo da vida.  


Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/vera-iaconelli/2025/10/amigos-para-o-bem-e-para-o-mal.shtml). Acesso em: 22 nov. 2025. 

Nos excertos “Amigos também comem bola [...]” e “[...] os malas sem alça e os perdidos de plantão [...]”, a linguagem empregada  
Alternativas
Q3862300 Português

Amigos para o bem e para o mal


Vera Iaconelli – Psicanalista



    Costumamos dizer que é na hora do perrengue que se conhece um verdadeiro amigo. Ele seria a pessoa que não larga nossa mão quando estamos por baixo. Concordo, desde que se leve em conta o outro lado: amigo suporta, igualmente, estar com a gente quando brilhamos. A amizade só se revela no intercâmbio de posições e em diferentes contextos.  


    Partimos da constatação freudiana de que não há relação isenta de ambivalência e que o amor e o ódio andam de mãos dadas. É através do amor que superamos nossa tendência a controlar ou destruir o outro por medo de que ele nos controle ou destrua antes. A paranoia diante da alteridade está sempre pronta a ser engatilhada; o amor a desarma. 


    Ele permite que a inveja dê lugar à admiração, sabendo que a primeira está sempre à espreita. Somos crianças egocêntricas que só aprendemos a dividir os brinquedos com prazer sob a condição de um insight: ser o dono da bola não é tão legal quanto ter alguém com quem jogar.


    Inveja, ciúme, competição, raiva... as amizades vêm com a paleta completa de afetos humanos, acirrados pela proximidade, pelo convívio e pela longevidade das relações. O que as torna especiais é que nelas o cuidado, a empatia e a intimidade dão mais prazer do que nossa costumeira mesquinhez. Daí que ver o amigo brilhar, quando não consideramos nosso umbigo o centro do universo, pode ser fonte de um genuíno prazer.


    Da mesma forma, vê-lo sofrer é dilacerante (e perdê-lo, impensável). A condição para ser um amigo digno do título é que o sadismo diante do sofrimento alheio não roube a cena. Reitero que não existe aqui nenhuma expectativa de que sejamos seres superiores, livres das limitações humanas, mas que o amadurecimento nos permite reconhecê-las, evitar que transbordem em atos danosos e, acima de tudo, desfrutar do prazer de amar e ser amado pelo outro. 


    O mesmo critério deveria servir para familiares, conhecidos e colegas. Mas estes têm que galgar muitos degraus para receber o especialíssimo título de amigo. A amizade é contingente e implica trocas íntimas e duradouras nas quais podemos nos fiar, quase sempre. Amigos também comem bola, mas ganham no saldo final e por insistência. 


    Nossos amigos não precisam ser as melhores pessoas do mundo. Basta que sejam as melhores pessoas do nosso mundo. Isso permite que mesmo os bizarros, os malas sem alça e os perdidos de plantão tenham direito a relações significativas na vida. (Considerando que todos somos um pouco bizarros, malas e perdidos, é bom que haja quem nos aguente.) 


[...]


    No fim das contas, amigo mesmo é aquele que sobrevive ao nosso lado na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, sem sadismo nem inveja demais, e com disponibilidade amorosa ao longo da vida.  


Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/vera-iaconelli/2025/10/amigos-para-o-bem-e-para-o-mal.shtml). Acesso em: 22 nov. 2025. 

Em relação ao uso adequado da colocação pronominal, assinale a alternativa em que a reescrita proposta se mantém condizente com a norma-padrão. 
Alternativas
Q3856438 Odontologia
O Cirurgião - dentista V.R.F.C, 30 anos de profissão como especialista em cirurgia bucomaxilofacial, recebeu um paciente encaminhado por outro profissional e, ao analisar o caso, criticou publicamente em sua rede social pessoal a conduta do profissional anterior, afirmando que “o tratamento anterior foi completamente equivocado”.

Assim, segundo o Código de Ética Odontológica, essa postura tem como característica
Alternativas
Q3856437 Odontologia
Durante uma perícia odontolegal, o cirurgião-dentista S.C.R. foi questionado pela imprensa sobre detalhes clínicos de um paciente envolvido em um caso policial. Mesmo sem autorização, ele concedeu entrevista relatando o tratamento realizado por ele e as características odontológicas do indivíduo.

Conforme o Código de Ética Odontológica, essa atitude constitui
Alternativas
Q3856436 Odontologia
O cirurgiã-dentista AF.C. decidiu promover seu consultório odontológico em suas redes sociais. Em suas postagens, o mesmo incluiu “antes e depois” de pacientes e mencionou que era “a melhor especialista em Prótese dentária de sua cidade”. Após denúncia, o Conselho Regional de Odontologia instaurou processo ético.

De acordo com o Código de Ética Odontológica, a infração que este profissional cometeufoi
Alternativas
Q3856435 Medicina Legal
Em uma perícia odontolegal, o suspeito nega envolvimento em um atendimento ilegal, mas suas digitais foram encontradas em um espelho do consultório odontológico do profissional. Para confirmar a autoria, o perito compara pontos específicos de cristas papilares, como bifurcações e terminações.

Esses pontos são chamados de
Alternativas
Q3856434 Medicina Legal
Durante a investigação de um cadáver, sem documentação, encontrado próximo a uma lagoa da cidade de Springfield do Sul, o Instituto de Identificação é acionado para buscar correspondência no banco de dados nacional de impressões digitais.

Esse procedimento demonstra a aplicação da dactiloscopia na. Assinale a opção correta.
Alternativas
Q3856433 Medicina Legal
Em um caso de roubo de prontuários físicos, em um consultório odontológico no Noroeste do Vale do Café, o perito observa que as impressões coletadas possuem linhas papilares que partem de um lado, curvam-se e retornam ao mesmo lado, formando um desenho semicircular.

Esse padrão é classificado como
Alternativas
Q3856432 Medicina Legal
Em um consultório odontológico na parte Central de Santiago do Sudeste, durante uma perícia, após o mesmo ter sido invadido, o perito encontra marcas invisíveis a olho nu na maçaneta metálica da porta de entrada do consultório. Ele utiliza um pó revelador para tornar essas impressões visíveis. Assim, esses tipos de impressõessão conhecidas como
Alternativas
Q3856431 Medicina Legal
Após um deslizamento de terra, corpos foram recuperados em avançado estado de decomposição. Entre os métodos de identificação utilizados, o perito recorreu à análise das impressões digitais, considerando que as papilas dérmicas apresentam padrões únicos e imutáveis desde o nascimento até a morte.

O princípio da dactiloscopia é 
Alternativas
Q3856430 Medicina Legal
Em um caso de suspeita de maus-tratos infantis, o menor A.F.C.R., 5 anos de idade, apresenta uma marca de mordida em seu membro superior direito. O exame clínico foi realizado 24 horas após o incidente, e o perito nota que a área já apresenta coloração amarelada, indicando processo de cicatrização. Após a coleta de imagens e moldagem, o material é enviado ao laboratório, mas a documentação fotográfica não foi assinada pelo perito responsável nem acondicionada adequadamente.

Do ponto de vista legal e metodológico, a principal consequência dessa falha no procedimento de coleta e registroé
Alternativas
Q3856429 Medicina Legal
Durante a investigação de um crime de agressão doméstica, a vítima apresenta três marcas de mordida distribuídas pelo antebraço e pelo ombro esquerdo. O perito odontolegista, ao analisar as lesões, percebe pequenas variações no espaçamento intercanino e no formato das impressões incisivas entre as marcas.

Assim, considerando os princípios da análise comparativa, e o procedimento técnico mais adequado para determinar se as mordidas foram produzidas pelo mesmo agressor.

Assinale a opção correta.
Alternativas
Q3856428 Medicina Legal
Em um caso de agressão sexual, o odontolegista é acionado para coletar evidências de uma possível mordida humana na mama da vítima. Há possibilidade de presença de saliva do agressor.

Assim, considerando a necessidade de preservar tanto o material genético quanto as características morfológicas da lesão, o procedimento técnico mais adequado é
Alternativas
Q3856427 Medicina Legal
Em uma perícia de homicídio, uma maçã parcialmente mordida foi encontrada próxima à vítima. O alimento foi recolhido por policiais sem a presença imediata do perito. No laboratório, o odontolegista deve garantir a integridade do registro para posterior comparação com o suspeito.

Assim, considerando as metodologias adequadas de coleta e conservação, a conduta adequada é
Alternativas
Q3856426 Medicina Legal
Durante o exame de um corpo encontrado em um quarto de hotel, o perito odontolegista observa uma marca semicircular avermelhada na região mandibular esquerda, compatível com possível mordida humana. O local apresenta iluminação deficiente e temperatura elevada.

Sabendo que a documentação inicial é essencial para preservar a evidência, o primeiro passo técnico a ser realizado para assegurar a fidelidade da análise posterior,é 
Alternativas
Q3856425 Medicina Legal
Um corpo é encontrado boiando no rio da Cegonha Grande, após estar submerso por cerca de 12 dias. O estado de decomposição e a presença de fauna aquática impedem qualquer tentativa de reconhecimento facial. O odontolegista, ao examinar a arcada dentária, observa restaurações em resina, prótese fixa e presença de radiografias odontológicas prévias obtidas pela família. Diante desse cenário, analise os itens a seguir:

I. Comparação detalhada de radiografias odontológicas antemortem e post -mortem.
II. Análise das características e tipos de restaurações e próteses instaladas.
III. Reconhecimento visual feito por familiares no local do resgate.
IV. Identificação de padrão de mordida em alimentos encontrados.
V. Análise da arcada dentária por meio de tomografia e comparação digital.

São procedimentos e princípios científicos fundamentais para alcançar a identificação positiva do corpo, os que se figuram em
Alternativas
Q3856424 Medicina Legal
Durante a perícia em um corpo carbonizado dentro de um automóvel no subúrbio de Tatu do Sul, a equipe identifica uma arcada dentária preservada, com restaurações compatíveis com materiais modernos. Diante da impossibilidade de reconhecimento facial, o odontolegista é incumbido de elaborar um laudo técnico para comparação com registros odontológicos pré-existentes. Nesse caso, analise os itens a seguir:

I. O princípio da individualidade, pois cada pessoa possui características odontológicas únicas.
II. O princípio da imutabilidade relativa, já que os dentes mantêm suas características, mesmo após a morte.
III. O princípio da universalidade, que afirma que todos os seres humanos possuem a mesma disposição dentária.
IV. O princípio da mutabilidade rápida, em que os dentes se alteram facilmente após a morte.
V. O princípio da hereditariedade direta das arcadas dentárias.

São princípios fundamentais, que sustentam a utilização dos dentes como ferramentas de identificação humana, os que figuram em
Alternativas
Q3856423 Medicina Legal
Durante uma investigação policial, é encontrada uma mandíbula humana isolada, parcialmente enterrada em uma área de construção. O tecido mole já se encontra ausente, mas observa-se a presença de implantes metálicos e restaurações estéticas em resina composta. O odontolegista é designado para realizar a perícia de identificação. Com base nos princípios técnicos e científicos da odontologia legal, existem características odontológicas que podem contribuir, significativamente, para a identificação positiva desse indivíduo.
Analise os itens a seguir:

I. Tipo, posição e número de implantes presentes.
II. Padrão e material das restaurações dentárias.
III. Odor e coloração dos dentes.
IV. Estimativa da idade baseada na análise do desgaste dentário.
V. Características das gengivas e da mucosa oral.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Respostas
2181: D
2182: C
2183: D
2184: A
2185: B
2186: A
2187: B
2188: E
2189: C
2190: C
2191: D
2192: B
2193: C
2194: B
2195: B
2196: A
2197: B
2198: B
2199: C
2200: D