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Q3985414 Português
Texto 2

O carioquês e os paulistas


       Quem quer ser imediatamente identificado no Rio como paulistano fala em semáforo. Ou farol, como vulgarmente se diz em São Paulo. Lá, a designação que prevalece é sinal luminoso.

              E as diferenças estão longe de ficar nisso.

            Aqui, um simples encanador é convocado quando se trata de reparar vazamento ou infiltração; já no Rio, o profissional chamado é nada menos que um grandiloquente bombeiro. Os zeladores de edifício, como cá os denominamos, lá são os porteiros. No Rio não há manobristas de automóvel, pois no balneário os que exercem essas funções às portas dos restaurantes, teatros, hotéis e afins são chamados de manobreiros. Pivete é a tradução carioca dos nossos trombadinhas. Já os nossos guardadores lá são carinhosamente alcunhados de flanelinhas. E, com relação ao próprio estacionamento na rua junto à calçada, como se diz aqui, ou ao passeio, como se prefere no Rio, a manobra é feita da mesma maneira, mas lá se estaciona junto ao composto meio-fio, ao passo que aqui alinhamos o veículo a uma prosaica guia.


          E em caso de trombada, com danos à lataria? Em São Paulo, o jeito é procurar um funileiro, ao passo que no balneário o procurado deve ser um lanterneiro, ainda que um e outro nada tenham a ver com a fabricação de funis ou de lanternas.

        A paulistana carta de motorista no balneário vira carteira. Já a carteira de cigarros, lá vendida, aqui é um simples maço.

        Também é inútil procurar no Rio presunto para o lanche – ou para a merenda, como lá se chama. Deve-se pedir fiambre. Presunto fica restrito no balneário aos que partem desta para melhor, abandonados na rua indevidamente.


BRANCO, Frederico. Carioquês e paulistas. Jornal da Tarde, Rio de Janeiro, p.4, 8 jan.1992. Adaptado. 
No processo de variação, alguns pares de palavras são diferenciados principalmente por um processo morfológico de troca de sufixo.
Em que caso isso ocorre? 
Alternativas
Q3985413 Português
Texto 2

O carioquês e os paulistas


       Quem quer ser imediatamente identificado no Rio como paulistano fala em semáforo. Ou farol, como vulgarmente se diz em São Paulo. Lá, a designação que prevalece é sinal luminoso.

              E as diferenças estão longe de ficar nisso.

            Aqui, um simples encanador é convocado quando se trata de reparar vazamento ou infiltração; já no Rio, o profissional chamado é nada menos que um grandiloquente bombeiro. Os zeladores de edifício, como cá os denominamos, lá são os porteiros. No Rio não há manobristas de automóvel, pois no balneário os que exercem essas funções às portas dos restaurantes, teatros, hotéis e afins são chamados de manobreiros. Pivete é a tradução carioca dos nossos trombadinhas. Já os nossos guardadores lá são carinhosamente alcunhados de flanelinhas. E, com relação ao próprio estacionamento na rua junto à calçada, como se diz aqui, ou ao passeio, como se prefere no Rio, a manobra é feita da mesma maneira, mas lá se estaciona junto ao composto meio-fio, ao passo que aqui alinhamos o veículo a uma prosaica guia.


          E em caso de trombada, com danos à lataria? Em São Paulo, o jeito é procurar um funileiro, ao passo que no balneário o procurado deve ser um lanterneiro, ainda que um e outro nada tenham a ver com a fabricação de funis ou de lanternas.

        A paulistana carta de motorista no balneário vira carteira. Já a carteira de cigarros, lá vendida, aqui é um simples maço.

        Também é inútil procurar no Rio presunto para o lanche – ou para a merenda, como lá se chama. Deve-se pedir fiambre. Presunto fica restrito no balneário aos que partem desta para melhor, abandonados na rua indevidamente.


BRANCO, Frederico. Carioquês e paulistas. Jornal da Tarde, Rio de Janeiro, p.4, 8 jan.1992. Adaptado. 
O Texto 2 registra o fenômeno da variação linguística no português brasileiro. Essa variação se realiza no nível lexical e pelo fator regional porque 
Alternativas
Q3985412 Português
Texto 2

O carioquês e os paulistas


       Quem quer ser imediatamente identificado no Rio como paulistano fala em semáforo. Ou farol, como vulgarmente se diz em São Paulo. Lá, a designação que prevalece é sinal luminoso.

              E as diferenças estão longe de ficar nisso.

            Aqui, um simples encanador é convocado quando se trata de reparar vazamento ou infiltração; já no Rio, o profissional chamado é nada menos que um grandiloquente bombeiro. Os zeladores de edifício, como cá os denominamos, lá são os porteiros. No Rio não há manobristas de automóvel, pois no balneário os que exercem essas funções às portas dos restaurantes, teatros, hotéis e afins são chamados de manobreiros. Pivete é a tradução carioca dos nossos trombadinhas. Já os nossos guardadores lá são carinhosamente alcunhados de flanelinhas. E, com relação ao próprio estacionamento na rua junto à calçada, como se diz aqui, ou ao passeio, como se prefere no Rio, a manobra é feita da mesma maneira, mas lá se estaciona junto ao composto meio-fio, ao passo que aqui alinhamos o veículo a uma prosaica guia.


          E em caso de trombada, com danos à lataria? Em São Paulo, o jeito é procurar um funileiro, ao passo que no balneário o procurado deve ser um lanterneiro, ainda que um e outro nada tenham a ver com a fabricação de funis ou de lanternas.

        A paulistana carta de motorista no balneário vira carteira. Já a carteira de cigarros, lá vendida, aqui é um simples maço.

        Também é inútil procurar no Rio presunto para o lanche – ou para a merenda, como lá se chama. Deve-se pedir fiambre. Presunto fica restrito no balneário aos que partem desta para melhor, abandonados na rua indevidamente.


BRANCO, Frederico. Carioquês e paulistas. Jornal da Tarde, Rio de Janeiro, p.4, 8 jan.1992. Adaptado. 

O Texto 2 é uma crônica porque


Alternativas
Q3985411 Português
Você já parou para pensar no poder da língua portuguesa para a nossa comunicação? Nosso idioma é muito mais do que um conjunto de regras; ele carrega nossa história, nossas culturas e nossas formas de pensar o mundo. Nesta prova, você será convidado a ler textos que falam sobre variados aspectos do português e a refletir sobre como nossa língua se transforma, se adapta e nos conecta.


Texto 1


As palavras mais bonitas do português, segundo o criador do dicionário Aurélio

Em uma antiga entrevista, Aurélio Buarque de Holanda selecionou suas três favoritas dentre milhares de verbetes.


        “É um voo, uma coisa alada, de uma poesia imensa”. É assim que o lexicógrafo Aurélio Buarque de Holanda (1910-1989) descreveu a palavra “libélula”. Para o criador do dicionário que leva o seu nome, essa é uma das palavras mais bonitas da língua portuguesa.


        Holanda disse isso em uma entrevista de 1976, um ano após o lançamento do dicionário. O papo foi conduzido pelo jornalista Araken Távora para a TV Educação e, recentemente, foi resgatado em um post viral no Facebook. “A libélula é uma coisa tão grácil, tão cheia de poesia [...]”, comentou.


        Entre as suas favoritas, Aurélio também lembrou de “murucututu”, nome de uma espécie de coruja. “Cinco sílabas seguidas, todas terminadas em ‘u’. Me parece uma coisa maravilhosa”. Em seguida citou “alvorada” e a definiu como “uma clarinada de palavra”.


        Holanda, claro, destacou que a beleza das palavras é algo relativo. Mesmo aquelas consideradas sujas, como as que compõem o vocabulário escatológico, podem conter beleza. “Tudo é criação, tudo é uma prova da atividade humana. É uma prova desse trabalho da cabeça, daquilo que se diz da gíria com tanta graça: da cuca”, completa.


        Alagoano, Aurélio se formou em Direito, mas acabou sendo professor de Português e de Literatura. De 1961 até a sua morte, fez parte da Academia Brasileira de Letras.


        O dicionário que acabou sendo batizado com o seu nome foi lançado como Novo Dicionário da Língua Portuguesa. É um dos maiores fenômenos editoriais do Brasil, com 15 milhões de unidades vendidas. Em 2021, o escritor Cezar Motta publicou um livro sobre os (conturbados) bastidores da produção da obra.


       E, caso você esteja se perguntando graças ao sobrenome: sim, Aurélio e Chico Buarque de Holanda são parentes. Ele era primo de segundo grau do cantor.


RECH, Ramana. Disponível em: https://super.abril.com.br/cultura/as-palavras-mais-bonitas-do-portugues-segundo-o-criador do-dicionario-aurelio/. Acesso em: 15 set. 2025. Adaptado.


Glossário:
escatológico: relativo aos excrementos. 
Considerando o conteúdo temático e o veículo de publicação do Texto 1, qual é o seu contexto de circulação predominante?
Alternativas
Q3985410 Português
Você já parou para pensar no poder da língua portuguesa para a nossa comunicação? Nosso idioma é muito mais do que um conjunto de regras; ele carrega nossa história, nossas culturas e nossas formas de pensar o mundo. Nesta prova, você será convidado a ler textos que falam sobre variados aspectos do português e a refletir sobre como nossa língua se transforma, se adapta e nos conecta.


Texto 1


As palavras mais bonitas do português, segundo o criador do dicionário Aurélio

Em uma antiga entrevista, Aurélio Buarque de Holanda selecionou suas três favoritas dentre milhares de verbetes.


        “É um voo, uma coisa alada, de uma poesia imensa”. É assim que o lexicógrafo Aurélio Buarque de Holanda (1910-1989) descreveu a palavra “libélula”. Para o criador do dicionário que leva o seu nome, essa é uma das palavras mais bonitas da língua portuguesa.


        Holanda disse isso em uma entrevista de 1976, um ano após o lançamento do dicionário. O papo foi conduzido pelo jornalista Araken Távora para a TV Educação e, recentemente, foi resgatado em um post viral no Facebook. “A libélula é uma coisa tão grácil, tão cheia de poesia [...]”, comentou.


        Entre as suas favoritas, Aurélio também lembrou de “murucututu”, nome de uma espécie de coruja. “Cinco sílabas seguidas, todas terminadas em ‘u’. Me parece uma coisa maravilhosa”. Em seguida citou “alvorada” e a definiu como “uma clarinada de palavra”.


        Holanda, claro, destacou que a beleza das palavras é algo relativo. Mesmo aquelas consideradas sujas, como as que compõem o vocabulário escatológico, podem conter beleza. “Tudo é criação, tudo é uma prova da atividade humana. É uma prova desse trabalho da cabeça, daquilo que se diz da gíria com tanta graça: da cuca”, completa.


        Alagoano, Aurélio se formou em Direito, mas acabou sendo professor de Português e de Literatura. De 1961 até a sua morte, fez parte da Academia Brasileira de Letras.


        O dicionário que acabou sendo batizado com o seu nome foi lançado como Novo Dicionário da Língua Portuguesa. É um dos maiores fenômenos editoriais do Brasil, com 15 milhões de unidades vendidas. Em 2021, o escritor Cezar Motta publicou um livro sobre os (conturbados) bastidores da produção da obra.


       E, caso você esteja se perguntando graças ao sobrenome: sim, Aurélio e Chico Buarque de Holanda são parentes. Ele era primo de segundo grau do cantor.


RECH, Ramana. Disponível em: https://super.abril.com.br/cultura/as-palavras-mais-bonitas-do-portugues-segundo-o-criador do-dicionario-aurelio/. Acesso em: 15 set. 2025. Adaptado.


Glossário:
escatológico: relativo aos excrementos. 

A seguir, são transcritos alguns enunciados do Texto 1. Assinale aquele que expressa, de maneira inequívoca, uma opinião.



Alternativas
Q3985409 Português
Você já parou para pensar no poder da língua portuguesa para a nossa comunicação? Nosso idioma é muito mais do que um conjunto de regras; ele carrega nossa história, nossas culturas e nossas formas de pensar o mundo. Nesta prova, você será convidado a ler textos que falam sobre variados aspectos do português e a refletir sobre como nossa língua se transforma, se adapta e nos conecta.


Texto 1


As palavras mais bonitas do português, segundo o criador do dicionário Aurélio

Em uma antiga entrevista, Aurélio Buarque de Holanda selecionou suas três favoritas dentre milhares de verbetes.


        “É um voo, uma coisa alada, de uma poesia imensa”. É assim que o lexicógrafo Aurélio Buarque de Holanda (1910-1989) descreveu a palavra “libélula”. Para o criador do dicionário que leva o seu nome, essa é uma das palavras mais bonitas da língua portuguesa.


        Holanda disse isso em uma entrevista de 1976, um ano após o lançamento do dicionário. O papo foi conduzido pelo jornalista Araken Távora para a TV Educação e, recentemente, foi resgatado em um post viral no Facebook. “A libélula é uma coisa tão grácil, tão cheia de poesia [...]”, comentou.


        Entre as suas favoritas, Aurélio também lembrou de “murucututu”, nome de uma espécie de coruja. “Cinco sílabas seguidas, todas terminadas em ‘u’. Me parece uma coisa maravilhosa”. Em seguida citou “alvorada” e a definiu como “uma clarinada de palavra”.


        Holanda, claro, destacou que a beleza das palavras é algo relativo. Mesmo aquelas consideradas sujas, como as que compõem o vocabulário escatológico, podem conter beleza. “Tudo é criação, tudo é uma prova da atividade humana. É uma prova desse trabalho da cabeça, daquilo que se diz da gíria com tanta graça: da cuca”, completa.


        Alagoano, Aurélio se formou em Direito, mas acabou sendo professor de Português e de Literatura. De 1961 até a sua morte, fez parte da Academia Brasileira de Letras.


        O dicionário que acabou sendo batizado com o seu nome foi lançado como Novo Dicionário da Língua Portuguesa. É um dos maiores fenômenos editoriais do Brasil, com 15 milhões de unidades vendidas. Em 2021, o escritor Cezar Motta publicou um livro sobre os (conturbados) bastidores da produção da obra.


       E, caso você esteja se perguntando graças ao sobrenome: sim, Aurélio e Chico Buarque de Holanda são parentes. Ele era primo de segundo grau do cantor.


RECH, Ramana. Disponível em: https://super.abril.com.br/cultura/as-palavras-mais-bonitas-do-portugues-segundo-o-criador do-dicionario-aurelio/. Acesso em: 15 set. 2025. Adaptado.


Glossário:
escatológico: relativo aos excrementos. 
No quadro a seguir, qual alternativa registra CORRETAMENTE as finalidades principal e secundária do Texto 1?
Alternativas
Q3985408 Português
Você já parou para pensar no poder da língua portuguesa para a nossa comunicação? Nosso idioma é muito mais do que um conjunto de regras; ele carrega nossa história, nossas culturas e nossas formas de pensar o mundo. Nesta prova, você será convidado a ler textos que falam sobre variados aspectos do português e a refletir sobre como nossa língua se transforma, se adapta e nos conecta.


Texto 1


As palavras mais bonitas do português, segundo o criador do dicionário Aurélio

Em uma antiga entrevista, Aurélio Buarque de Holanda selecionou suas três favoritas dentre milhares de verbetes.


        “É um voo, uma coisa alada, de uma poesia imensa”. É assim que o lexicógrafo Aurélio Buarque de Holanda (1910-1989) descreveu a palavra “libélula”. Para o criador do dicionário que leva o seu nome, essa é uma das palavras mais bonitas da língua portuguesa.


        Holanda disse isso em uma entrevista de 1976, um ano após o lançamento do dicionário. O papo foi conduzido pelo jornalista Araken Távora para a TV Educação e, recentemente, foi resgatado em um post viral no Facebook. “A libélula é uma coisa tão grácil, tão cheia de poesia [...]”, comentou.


        Entre as suas favoritas, Aurélio também lembrou de “murucututu”, nome de uma espécie de coruja. “Cinco sílabas seguidas, todas terminadas em ‘u’. Me parece uma coisa maravilhosa”. Em seguida citou “alvorada” e a definiu como “uma clarinada de palavra”.


        Holanda, claro, destacou que a beleza das palavras é algo relativo. Mesmo aquelas consideradas sujas, como as que compõem o vocabulário escatológico, podem conter beleza. “Tudo é criação, tudo é uma prova da atividade humana. É uma prova desse trabalho da cabeça, daquilo que se diz da gíria com tanta graça: da cuca”, completa.


        Alagoano, Aurélio se formou em Direito, mas acabou sendo professor de Português e de Literatura. De 1961 até a sua morte, fez parte da Academia Brasileira de Letras.


        O dicionário que acabou sendo batizado com o seu nome foi lançado como Novo Dicionário da Língua Portuguesa. É um dos maiores fenômenos editoriais do Brasil, com 15 milhões de unidades vendidas. Em 2021, o escritor Cezar Motta publicou um livro sobre os (conturbados) bastidores da produção da obra.


       E, caso você esteja se perguntando graças ao sobrenome: sim, Aurélio e Chico Buarque de Holanda são parentes. Ele era primo de segundo grau do cantor.


RECH, Ramana. Disponível em: https://super.abril.com.br/cultura/as-palavras-mais-bonitas-do-portugues-segundo-o-criador do-dicionario-aurelio/. Acesso em: 15 set. 2025. Adaptado.


Glossário:
escatológico: relativo aos excrementos. 
A partir da leitura do Texto 1, assinale a alternativa CORRETA sobre as ideias que o compõem.
Alternativas
Q3985367 Matemática

Uma praça circular será construída em um bairro, e seu projeto prevê um canteiro de flores em toda a área interna da praça. O raio da praça será de 7 metros. Sabendo que a prefeitura deseja cobrir todo o espaço interno com grama antes de plantar as flores, qual será aproximadamente a medida da área, em metros quadrados, que deverá ser coberta com a grama?

(Considere π = 3,14)

Alternativas
Q3985366 Matemática
Um grupo de quatro amigos foi a uma pizzaria e gastou R$ 240,00. Eles decidiram dividir a conta igualmente. Porém, um deles percebeu que esqueceu a carteira, e a conta foi paga dividindo a conta igualmente pelos outros três. Quanto cada um desses três amigos precisou pagar a mais, além de sua parte inicial, caso a conta tivesse sido dividida igualmente entre os quatro amigos? 
Alternativas
Q3985365 Matemática
Em uma escola, foi realizado um sorteio para a distribuição de prêmios. A diretora da escola colocou em uma caixa 25 fichas, sendo que 10 delas são azuis, 8 são vermelhas e 7 são verdes. Cada aluno terá direito a retirar uma ficha da caixa, sem poder ver a cor. Para um aluno que irá retirar uma única ficha da caixa, qual é a probabilidade de que a ficha retirada seja vermelha? 
Alternativas
Q3985364 Matemática
Uma cozinheira precisa preparar 6 litros de suco de laranja para um evento. Para isso, ela tem disponível um medidor de cozinha que expressa à capacidade em mililitros (ml) e jarras que comportam exatamente 1,5 litros cada uma. Considerando que ela deve usar o medidor de mililitros para a medição exata do suco de laranja, quantas vezes, no mínimo, ela precisará encher o medidor de 500 ml para obter a quantidade total de 6 litros de suco? 
Alternativas
Q3985363 Matemática
Cinco estudantes do 6º ano do Ensino Fundamental, Ana, Bruno, Carlos, Daniela e Eduardo se candidataram para representar a Escola Aprender numa olimpíada de conhecimentos. Só há vagas para, no máximo, três candidatos. Assim, a direção da escola resolveu aplicar um teste de Matemática para selecionar quem seriam os representantes da escola. Na olimpíada, os resultados deste teste estão apresentados no gráfico a seguir:
Q_ 16.png (351×211)

A equipe de seleção definiu que apenas os estudantes que ficaram acima da média das notas no teste de Matemática seriam os representantes da Escola na olimpíada. Quem são os representantes? 
Alternativas
Q3985362 Matemática
Os Poliedros ou Sólidos de Platão, apresentados na imagem abaixo, recebem esse nome por terem sido objeto de estudo do matemático e filósofo grego Platão. Eles possuem como característica comum o fato de serem todos sólidos regulares, ou seja, possuem todas as faces formadas por polígonos congruentes. 
Q_ 15.png (725×236)

Qual dos Poliedros de Platão possui o número de faces e de vértices coincidentes?  
Alternativas
Q3985361 Matemática
Um engenheiro agrônomo está supervisionando a instalação de um novo sistema de irrigação em uma fazenda. O projeto inicial, desenhado em um croqui, prevê que a tubulação principal deve ter um comprimento total de 4,2 km. No entanto, para facilitar a compra do material, o engenheiro precisa converter essa medida para metros e, em seguida, determinar a quantidade exata de canos de 6 metros de comprimento necessários para a instalação. Considerando que não haverá sobras de material e que o encaixe entre os canos não influencia no comprimento final, a quantidade total de canos de 6 metros que o engenheiro deverá comprar é de
Alternativas
Q3985360 Matemática
Um matemático está criando um calendário especial para um projeto de pesquisa. Ele decide que a data de cada evento será representada por um número de 1 a 31. Para garantir a exclusividade e a segurança dos eventos, ele estabelece a seguinte regra de codificação: A data de um evento só pode ser codificada, se for um número que, ao ser dividido por 3, 5, 7 e 11, o resto da divisão seja sempre diferente de zero. Com base nessas regras, qual é a quantidade de datas, de 1 a 31, que o matemático pode escolher para marcar seus eventos? 
Alternativas
Q3985359 Matemática
Em uma pesquisa escolar, foi registrado que o número de livros lidos pelos alunos em um ano foi 36.482. Um professor pediu aos seus estudantes que analisassem esse número, pensando no valor posicional de cada algarismo. Um dos alunos fez cinco afirmações para o professor que são apresentadas nas alternativas abaixo. Qual delas está CORRETA? 
Alternativas
Q3985358 Matemática
Uma família de quatro pessoas tem como meta economizar para comprar uma geladeira nova que custa R$ 2.400,00. Só um casal trabalha e recebe salário mensal nessa família. O salário mensal combinado do casal é de R$ 6.500,00. Eles já têm uma poupança de R$ 400,00. No último mês, as despesas fixas e variáveis da família totalizaram R$ 6.250,00. O saldo restante do salário é o valor que a família pode adicionar à poupança. Assumindo que essa rotina financeira se mantenha e que não haja imprevistos, em quantos meses a família conseguirá comprar a geladeira? 
Alternativas
Q3985357 Português
Com base no objetivo de sua produção e nos elementos que os constituem, identifique a qual gênero textual os Textos 4 e 5 pertencem. 
Alternativas
Q3985356 Português
Assinale a alternativa cuja relação de sentido indicada entre colchetes está CORRETA acerca do trecho transcrito dos Textos 4 e 5. 
Alternativas
Q3985355 Português

Texto 3


Txt._8.png (802×244)


Disponível em: https://artedafisicapibid.blogspot.com/. Acesso em: 14 set. 2025. 

Observando os elementos não verbais da tirinha (Texto 3), é CORRETO afirmar que a expressão “temperatura indefinida” se relaciona com 


Alternativas
Respostas
2001: C
2002: E
2003: E
2004: D
2005: A
2006: E
2007: C
2008: X
2009: B
2010: D
2011: D
2012: E
2013: A
2014: A
2015: B
2016: C
2017: C
2018: B
2019: D
2020: E