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Em relação às doenças reumatológicas, julgue o item a seguir.
O comprometimento das vias aéreas superiores é comum em pacientes portadores de granulomatose com poliangeíte.
Julgue o item subsequente, relativo a doenças endócrinas.
O câncer anaplásico da tireoide é considerado agressivo, responde precariamente ao tratamento e está associado a um prognóstico ruim.
Julgue o item subsequente, relativo a doenças endócrinas.
Os agonistas dos receptores GLP-1, usados no tratamento de diabetes e obesidade, provocam, por exemplo, saciedade, lentidão do esvaziamento gástrico e redução do glucagon.
Julgue o item subsequente, relativo a doenças endócrinas.
A resistência à insulina na obesidade é frequentemente associada à dislipidemia, que se caracteriza por elevados níveis de triglicerídeos circulantes e nível baixo da fração do colesterol de lipoproteína de baixa densidade.
Julgue o item subsequente, relativo a doenças endócrinas.
Embora não haja consenso em relação ao manejo do hipotireoidismo subclínico, recomenda-se a reposição do hormônio tireoidiano em pacientes grávidas e em indivíduos com níveis de TSH acima de 10 mUI/L.
Julgue o item subsequente, relativo a doenças endócrinas.
A tireoidite silenciosa diferencia-se da tireoidite subaguda por ter, além do bócio indolor, VHS elevado e pela ausência de anticorpos contra TPO.
Julgue o item subsecutivo, a respeito de doenças renais e urológicas.
É neutro, ou mesmo reduzido, o risco de formação de cálculos de oxalato de cálcio em homens que fazem uso de suplementos com vitamina C.
Julgue o item subsecutivo, a respeito de doenças renais e urológicas.
São fatores de risco independentemente associados à pielonefrite em mulheres jovens e saudáveis: relações sexuais frequentes; novo parceiro sexual; infecção do trato urinário (ITU) nos 12 meses precedentes ao diagnóstico de pielonefrite; história materna de ITU; diabetes; incontinência urinária.
Julgue o item subsecutivo, a respeito de doenças renais e urológicas.
A insuficiência renal aguda é frequentemente atribuída à necrose tubular aguda, sendo a confirmação pela biópsia de necrose tubular mais facilmente documentada nos casos de isquemia e sepse.
Julgue o item subsecutivo, a respeito de doenças renais e urológicas.
Na síndrome nefrótica, o edema secundário à retenção de sal e água não deve ser controlado com o uso de diuréticos, sob o risco de forte depleção do volume intravascular.
Um paciente obeso de 38 anos de idade, tabagista, queixou-se ao médico que o atendeu em consulta ambulatorial de sensação de queimação retroesternal, após as refeições ou quando deitado, que o acometia havia dois meses. Negou outros antecedentes patológicos, pessoais ou familiares. O exame físico não revelou anormalidades significativas.
Com base no caso hipotético precedente, julgue o item que se segue.
O paciente deve ser orientado a abandonar o hábito de fumar tabaco, para a redução da frequência e da gravidade dos sintomas.
Um paciente obeso de 38 anos de idade, tabagista, queixou-se ao médico que o atendeu em consulta ambulatorial de sensação de queimação retroesternal, após as refeições ou quando deitado, que o acometia havia dois meses. Negou outros antecedentes patológicos, pessoais ou familiares. O exame físico não revelou anormalidades significativas.
Com base no caso hipotético precedente, julgue o item que se segue.
O uso de um inibidor da bomba de prótons é recomendado como tratamento farmacológico inicial nesse caso.
Um paciente de 66 anos de idade, com antecedente de HAS havia 12 anos, compareceu ao ambulatório com queixa de
dispneia. Havia três anos, iniciou um quadro de dispneia progressiva, inicialmente aos esforços maiores que os habituais, que, na
semana anterior à consulta ambulatorial, evoluiu para dispneia aos pequenos esforços. Relatou uso regular de enalapril,
espironolactona e carvedilol nas doses máximas preconizadas. Ao exame físico, apresentava-se com extremidades quentes,
normocorado, com frequência cardíaca de 124 bpm, pressão arterial de 118 mmHg × 78 mmHg, turgência jugular a 45º, saturação de
O2 (em ar ambiente) de 92%, estertores crepitantes em bases pulmonares bilateralmente e ritmo cardíaco regular em três tempos
(terceira bulha) sem sopros. Adicionalmente, notou-se edema de tornozelos bilateralmente. Os exames laboratoriais de rotina não
revelaram anormalidades significativas. O ecocardiograma, realizado havia dois meses, revelou fração de ejeção de 36%.
Com base no caso hipotético precedente, julgue o item seguinte, conforme a Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda.
Deve-se solicitar, também, nesse caso, a dosagem da troponina ultrassensível.
Um paciente de 66 anos de idade, com antecedente de HAS havia 12 anos, compareceu ao ambulatório com queixa de
dispneia. Havia três anos, iniciou um quadro de dispneia progressiva, inicialmente aos esforços maiores que os habituais, que, na
semana anterior à consulta ambulatorial, evoluiu para dispneia aos pequenos esforços. Relatou uso regular de enalapril,
espironolactona e carvedilol nas doses máximas preconizadas. Ao exame físico, apresentava-se com extremidades quentes,
normocorado, com frequência cardíaca de 124 bpm, pressão arterial de 118 mmHg × 78 mmHg, turgência jugular a 45º, saturação de
O2 (em ar ambiente) de 92%, estertores crepitantes em bases pulmonares bilateralmente e ritmo cardíaco regular em três tempos
(terceira bulha) sem sopros. Adicionalmente, notou-se edema de tornozelos bilateralmente. Os exames laboratoriais de rotina não
revelaram anormalidades significativas. O ecocardiograma, realizado havia dois meses, revelou fração de ejeção de 36%.
Com base no caso hipotético precedente, julgue o item seguinte, conforme a Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda.
O modelo clínico-hemodinâmico de descompensação no caso apresentado é o mais frequentemente observado e o de melhor prognóstico.
Um paciente de 66 anos de idade, com antecedente de HAS havia 12 anos, compareceu ao ambulatório com queixa de
dispneia. Havia três anos, iniciou um quadro de dispneia progressiva, inicialmente aos esforços maiores que os habituais, que, na
semana anterior à consulta ambulatorial, evoluiu para dispneia aos pequenos esforços. Relatou uso regular de enalapril,
espironolactona e carvedilol nas doses máximas preconizadas. Ao exame físico, apresentava-se com extremidades quentes,
normocorado, com frequência cardíaca de 124 bpm, pressão arterial de 118 mmHg × 78 mmHg, turgência jugular a 45º, saturação de
O2 (em ar ambiente) de 92%, estertores crepitantes em bases pulmonares bilateralmente e ritmo cardíaco regular em três tempos
(terceira bulha) sem sopros. Adicionalmente, notou-se edema de tornozelos bilateralmente. Os exames laboratoriais de rotina não
revelaram anormalidades significativas. O ecocardiograma, realizado havia dois meses, revelou fração de ejeção de 36%.
Com base no caso hipotético precedente, julgue o item seguinte, conforme a Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda.
No caso em questão, indica-se a dobutamina por sua ação inotrópica positiva e pela redução da pós-carga.
Um paciente de 66 anos de idade, com antecedente de HAS havia 12 anos, compareceu ao ambulatório com queixa de
dispneia. Havia três anos, iniciou um quadro de dispneia progressiva, inicialmente aos esforços maiores que os habituais, que, na
semana anterior à consulta ambulatorial, evoluiu para dispneia aos pequenos esforços. Relatou uso regular de enalapril,
espironolactona e carvedilol nas doses máximas preconizadas. Ao exame físico, apresentava-se com extremidades quentes,
normocorado, com frequência cardíaca de 124 bpm, pressão arterial de 118 mmHg × 78 mmHg, turgência jugular a 45º, saturação de
O2 (em ar ambiente) de 92%, estertores crepitantes em bases pulmonares bilateralmente e ritmo cardíaco regular em três tempos
(terceira bulha) sem sopros. Adicionalmente, notou-se edema de tornozelos bilateralmente. Os exames laboratoriais de rotina não
revelaram anormalidades significativas. O ecocardiograma, realizado havia dois meses, revelou fração de ejeção de 36%.
Com base no caso hipotético precedente, julgue o item seguinte, conforme a Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda.
O paciente apresenta quatro critérios diagnósticos maiores de Framingham de insuficiência cardíaca.
Um paciente de 66 anos de idade, com antecedente de HAS havia 12 anos, compareceu ao ambulatório com queixa de
dispneia. Havia três anos, iniciou um quadro de dispneia progressiva, inicialmente aos esforços maiores que os habituais, que, na
semana anterior à consulta ambulatorial, evoluiu para dispneia aos pequenos esforços. Relatou uso regular de enalapril,
espironolactona e carvedilol nas doses máximas preconizadas. Ao exame físico, apresentava-se com extremidades quentes,
normocorado, com frequência cardíaca de 124 bpm, pressão arterial de 118 mmHg × 78 mmHg, turgência jugular a 45º, saturação de
O2 (em ar ambiente) de 92%, estertores crepitantes em bases pulmonares bilateralmente e ritmo cardíaco regular em três tempos
(terceira bulha) sem sopros. Adicionalmente, notou-se edema de tornozelos bilateralmente. Os exames laboratoriais de rotina não
revelaram anormalidades significativas. O ecocardiograma, realizado havia dois meses, revelou fração de ejeção de 36%.
Com base no caso hipotético precedente, julgue o item seguinte, conforme a Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda.
Nesse caso, é recomendável a substituição do enalapril por sacubitril/valsartana.
Em relação à ética médica e à bioética, julgue o próximo item.
Se houver registro legal, em prontuário, de diretivas antecipadas de vontade que ateste a recusa de paciente a reanimação cardiopulmonar em caso de patologia em estágio irreversível e incurável, o médico deverá considerar tais diretivas a despeito do desejo contrário de familiar no momento de uma eventual parada cardiorrespiratória.
Em relação à ética médica e à bioética, julgue o próximo item.
O médico pode eximir-se da responsabilidade sobre algum procedimento médico indicado por ele, desde que outro colega, também médico, tenha participado da execução desse procedimento.
Com base na legislação farmacêutica, julgue o item a seguir.
A legislação que regulamenta o comércio de medicamentos permite que a farmácia homeopática revenda medicamentos não homeopáticos quando estiverem apresentados em suas embalagens originais.