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Agitação urbana
As cidades são como grandes máquinas em constante movimento, com suas ruas cheias de carros, seus prédios altos e seus habitantes sempre apressados. A agitação urbana é uma realidade que todos nós enfrentamos diariamente, seja nos engarrafamentos intermináveis, nas filas dos supermercados ou na correria do dia a dia.
Na metrópole, o tempo parece passar mais rápido, as horas voam e quase não temos tempo para contemplar a beleza das pequenas coisas. Estamos sempre correndo atrás de algo, seja do trabalho, dos estudos, dos compromissos sociais. A pressa é nossa companheira constante, e muitas vezes nos vemos perdidos em meio a tantas obrigações.
Mas, apesar de toda essa agitação, a cidade também nos oferece momentos de pausa e contemplação. Basta olhar ao redor para perceber a diversidade de vida que pulsa em suas ruas, os artistas de rua que encantam com sua arte, as pessoas que se cruzam e se conectam em meio ao caos.
A agitação urbana pode ser cansativa, estressante, mas também é ela que nos impulsiona a seguir em frente, a buscar novos desafios, a nos reinventar a cada dia. É na correria das ruas que encontramos nossa força interior, nossa capacidade de adaptação, nossa resiliência.
Assim, mesmo que a agitação urbana nos tire o fôlego às vezes, é importante lembrar que ela também é o que faz das cidades lugares tão vibrantes e cheio de vida. É ela que nos faz sentir vivos, parte de algo maior, parte da grande máquina que é a cidade. E, no final das contas, é justamente essa agitação que nos faz amar e odiar as cidades ao mesmo tempo.
GOUTHIER, Lucas Louis Neville. Agitação urbana.
Recanto das Letras. Disponível em <https://www.recantodasletras.com.br/cronicas/8018223>
Agitação urbana
As cidades são como grandes máquinas em constante movimento, com suas ruas cheias de carros, seus prédios altos e seus habitantes sempre apressados. A agitação urbana é uma realidade que todos nós enfrentamos diariamente, seja nos engarrafamentos intermináveis, nas filas dos supermercados ou na correria do dia a dia.
Na metrópole, o tempo parece passar mais rápido, as horas voam e quase não temos tempo para contemplar a beleza das pequenas coisas. Estamos sempre correndo atrás de algo, seja do trabalho, dos estudos, dos compromissos sociais. A pressa é nossa companheira constante, e muitas vezes nos vemos perdidos em meio a tantas obrigações.
Mas, apesar de toda essa agitação, a cidade também nos oferece momentos de pausa e contemplação. Basta olhar ao redor para perceber a diversidade de vida que pulsa em suas ruas, os artistas de rua que encantam com sua arte, as pessoas que se cruzam e se conectam em meio ao caos.
A agitação urbana pode ser cansativa, estressante, mas também é ela que nos impulsiona a seguir em frente, a buscar novos desafios, a nos reinventar a cada dia. É na correria das ruas que encontramos nossa força interior, nossa capacidade de adaptação, nossa resiliência.
Assim, mesmo que a agitação urbana nos tire o fôlego às vezes, é importante lembrar que ela também é o que faz das cidades lugares tão vibrantes e cheio de vida. É ela que nos faz sentir vivos, parte de algo maior, parte da grande máquina que é a cidade. E, no final das contas, é justamente essa agitação que nos faz amar e odiar as cidades ao mesmo tempo.
GOUTHIER, Lucas Louis Neville. Agitação urbana.
Recanto das Letras. Disponível em <https://www.recantodasletras.com.br/cronicas/8018223>
“(...) mesmo que a agitação urbana nos tire o fôlego às vezes, é importante lembrar que ela também é o que faz das cidades lugares tão vibrantes”
Assinale a alternativa em que a forma reescrita do trecho acima, com mudança na posição da expressão destacada, mantém o mesmo significado básico do período.
Agitação urbana
As cidades são como grandes máquinas em constante movimento, com suas ruas cheias de carros, seus prédios altos e seus habitantes sempre apressados. A agitação urbana é uma realidade que todos nós enfrentamos diariamente, seja nos engarrafamentos intermináveis, nas filas dos supermercados ou na correria do dia a dia.
Na metrópole, o tempo parece passar mais rápido, as horas voam e quase não temos tempo para contemplar a beleza das pequenas coisas. Estamos sempre correndo atrás de algo, seja do trabalho, dos estudos, dos compromissos sociais. A pressa é nossa companheira constante, e muitas vezes nos vemos perdidos em meio a tantas obrigações.
Mas, apesar de toda essa agitação, a cidade também nos oferece momentos de pausa e contemplação. Basta olhar ao redor para perceber a diversidade de vida que pulsa em suas ruas, os artistas de rua que encantam com sua arte, as pessoas que se cruzam e se conectam em meio ao caos.
A agitação urbana pode ser cansativa, estressante, mas também é ela que nos impulsiona a seguir em frente, a buscar novos desafios, a nos reinventar a cada dia. É na correria das ruas que encontramos nossa força interior, nossa capacidade de adaptação, nossa resiliência.
Assim, mesmo que a agitação urbana nos tire o fôlego às vezes, é importante lembrar que ela também é o que faz das cidades lugares tão vibrantes e cheio de vida. É ela que nos faz sentir vivos, parte de algo maior, parte da grande máquina que é a cidade. E, no final das contas, é justamente essa agitação que nos faz amar e odiar as cidades ao mesmo tempo.
GOUTHIER, Lucas Louis Neville. Agitação urbana.
Recanto das Letras. Disponível em <https://www.recantodasletras.com.br/cronicas/8018223>
“É na correria das ruas que encontramos nossa força interior, nossa capacidade de adaptação, nossa resiliência.”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
( ) A prova confessional é aquela em que o acusado admite voluntariamente a prática do crime, podendo, entretanto, ser retratada a qualquer tempo antes da sentença.
( ) A prova testemunhal é considerada prova direta, pois as testemunhas presenciam o fato criminoso e o reproduzem fielmente em juízo.
( ) A prova documental compreende todo registro escrito, sonoro, fotográfico ou digital que possa servir para demonstrar a veracidade de um fato.
( ) A prova pericial deve ser produzida sempre que o crime deixar vestígios, sendo, nesse caso, indispensável o exame de corpo de delito.
( ) As provas confessional, testemunhal, documental e pericial possuem o mesmo valor absoluto no processo penal, devendo prevalecer sempre a que for mais favorável ao acusado.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
( ) Princípio da Observação: Todo contato deixa uma marca, o que permite ao perito identificar e relacionar vestígios entre pessoas, objetos e ambientes.
( ) Princípio da Descrição: O perito deve registrar suas observações de forma clara, detalhada e fiel, para possibilitar a reconstituição do fato por outros profissionais.
( ) Princípio da Interpretação: Dois objetos de estudo podem apresentar características semelhantes, mas jamais serão absolutamente idênticos.
( ) Princípio da Documentação: O recipiente poderá ser aberto por qualquer agente judicial.
( ) Princípio da Análise: O perito deve estudar os vestígios de maneira técnica e imparcial, aplicando métodos científicos para chegar a conclusões fundamentadas.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Presença do grupo funcional éster;
A hidrólise ácida produz ácido etanoico e etanol. Com base nessas informações, qual é o composto encontrado?
A(g) + B(g) ⇌ C(g) ΔH<0
I. A adição de um catalisador aumenta a velocidade da reação direta e inversa, mas não altera a constante de equilíbrio.
II. A expansão (aumento de volume) desloca o equilíbrio químico para o lado com menor número de mols gasosos.
III. A redução da temperatura favorece a reação exotérmica, deslocando o equilíbrio no sentido de liberação de calor.
Quais estão corretas?
As semicélulas envolvidas são:
Zn2 + 2e− →Zn(s) E∘= −0,76V
Cu2 + 2e− → Cu (s) E∘= +0,34V
Considerando que a bateria opera como uma pilha galvânica espontânea, qual será a força eletromotriz (f.e.m.) da pilha e qual eletrodo funcionará como ânodo?

