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Q3638356 Noções de Informática

Acerca do Google Meet, do sistema operacional iOS e dos conceitos de redes de computadores, julgue o item seguinte.


O endereço IP é utilizado para identificar dispositivos em uma rede, e o modelo IPv4 suporta cerca de 4 bilhões de endereços únicos.

Alternativas
Q3638355 Noções de Informática

Acerca do Google Meet, do sistema operacional iOS e dos conceitos de redes de computadores, julgue o item seguinte.


Dispositivos com iOS podem instalar atualizações do sistema operacional automaticamente mesmo com a bateria abaixo de 10%, desde que estejam conectados ao wi‑fi.

Alternativas
Q3638354 Noções de Informática

Acerca do Google Meet, do sistema operacional iOS e dos conceitos de redes de computadores, julgue o item seguinte.


O iOS é conhecido por sua integração com dispositivos da Apple, como iPads, Apple Watch e MacBooks, possibilitando continuidade de tarefas entre os aparelhos.

Alternativas
Q3638353 Noções de Informática

Acerca do Google Meet, do sistema operacional iOS e dos conceitos de redes de computadores, julgue o item seguinte.


O Google Meet exige que todos os participantes tenham contas do Google ativas para ingressar em reuniões, mesmo quando o acesso é liberado pelo anfitrião.

Alternativas
Q3638352 Noções de Informática

Acerca do Google Meet, do sistema operacional iOS e dos conceitos de redes de computadores, julgue o item seguinte.


O Google Meet permite a criação de reuniões com links únicos que podem ser reutilizados posteriormente para encontros recorrentes.

Alternativas
Q3638350 Estatística
Um bibliotecário notou que Gael, um aluno que se prepara para uma prova, passou 10 dias consecutivos estudando na biblioteca, anotando o número de horas de estudo de cada dia conforme a tabela seguinte. 

Com base nessa situação hipotética e nos dados apresentados, julgue o item a seguir.


A média aritmética do número de horas estudadas por Gael nesses dez dias é igual a 5,0.

Alternativas
Q3638349 Estatística
Um bibliotecário notou que Gael, um aluno que se prepara para uma prova, passou 10 dias consecutivos estudando na biblioteca, anotando o número de horas de estudo de cada dia conforme a tabela seguinte. 

Com base nessa situação hipotética e nos dados apresentados, julgue o item a seguir.


A mediana do número de horas estudadas por Gael nesses dez dias é igual a 6.

Alternativas
Q3638348 Raciocínio Lógico
Em um curso de gastronomia maranhense, 40 participantes foram entrevistados acerca de quais dos seguintes pratos típicos gostariam de aprender a preparar: arroz de cuxá, torta de camarão e peixada maranhense. O resultado foi:

• 18 gostariam de aprender arroz de cuxá;
• 20 gostariam de aprender torta de camarão;
• 22 gostariam de aprender peixada maranhense;
• 8 gostariam de aprender arroz de cuxá e torta de camarão;
• 10 gostariam de aprender torta de camarão e peixada maranhense;
• 7 gostariam de aprender arroz de cuxá e peixada maranhense; e
• 5 gostariam de aprender os três pratos.

Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir. 


1/5 dos participantes que desejam aprender exatamente dois pratos gostariam de aprender arroz de cuxá e peixada maranhense. 

Alternativas
Q3638347 Raciocínio Lógico
Em um curso de gastronomia maranhense, 40 participantes foram entrevistados acerca de quais dos seguintes pratos típicos gostariam de aprender a preparar: arroz de cuxá, torta de camarão e peixada maranhense. O resultado foi:

• 18 gostariam de aprender arroz de cuxá;
• 20 gostariam de aprender torta de camarão;
• 22 gostariam de aprender peixada maranhense;
• 8 gostariam de aprender arroz de cuxá e torta de camarão;
• 10 gostariam de aprender torta de camarão e peixada maranhense;
• 7 gostariam de aprender arroz de cuxá e peixada maranhense; e
• 5 gostariam de aprender os três pratos.

Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir. 


Sabendo‑se que um participante deseja aprender torta de camarão, a probabilidade de que ele também queira aprender peixada maranhense é igual a 50%.

Alternativas
Q3638346 Raciocínio Lógico
Em um curso de gastronomia maranhense, 40 participantes foram entrevistados acerca de quais dos seguintes pratos típicos gostariam de aprender a preparar: arroz de cuxá, torta de camarão e peixada maranhense. O resultado foi:

• 18 gostariam de aprender arroz de cuxá;
• 20 gostariam de aprender torta de camarão;
• 22 gostariam de aprender peixada maranhense;
• 8 gostariam de aprender arroz de cuxá e torta de camarão;
• 10 gostariam de aprender torta de camarão e peixada maranhense;
• 7 gostariam de aprender arroz de cuxá e peixada maranhense; e
• 5 gostariam de aprender os três pratos.

Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir. 


O número de participantes que desejam aprender exatamente um prato é 25.

Alternativas
Q3638345 Raciocínio Lógico
Em um curso de gastronomia maranhense, 40 participantes foram entrevistados acerca de quais dos seguintes pratos típicos gostariam de aprender a preparar: arroz de cuxá, torta de camarão e peixada maranhense. O resultado foi:

• 18 gostariam de aprender arroz de cuxá;
• 20 gostariam de aprender torta de camarão;
• 22 gostariam de aprender peixada maranhense;
• 8 gostariam de aprender arroz de cuxá e torta de camarão;
• 10 gostariam de aprender torta de camarão e peixada maranhense;
• 7 gostariam de aprender arroz de cuxá e peixada maranhense; e
• 5 gostariam de aprender os três pratos.

Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir. 


O número de participantes que não gostariam de aprender nenhum dos três pratos é igual a 2.

Alternativas
Q3638344 Raciocínio Lógico
Três amigas, Ana, Beatriz e Cecília, são fãs de Arnold Schwarzenegger. Cada uma delas tem como filme favorito, de forma distinta, um dos seguintes títulos: O Exterminador do Futuro 2, O Predador e O Último Grande Herói.

Considerem-se as proposições a seguir.

• O filme favorito de Ana é O Predador.
• O filme favorito de Beatriz não é O Predador.
• O filme favorito de Cecília não é O Último Grande Herói.



Com base nessa situação hipotética e admitindo-se que exatamente uma dessas três proposições é verdadeira, julgue o item a seguir.


O filme favorito de Cecília é O Exterminador do Futuro 2. 

Alternativas
Q3638342 Raciocínio Lógico
Três amigas, Ana, Beatriz e Cecília, são fãs de Arnold Schwarzenegger. Cada uma delas tem como filme favorito, de forma distinta, um dos seguintes títulos: O Exterminador do Futuro 2, O Predador e O Último Grande Herói.

Considerem-se as proposições a seguir.

• O filme favorito de Ana é O Predador.
• O filme favorito de Beatriz não é O Predador.
• O filme favorito de Cecília não é O Último Grande Herói.



Com base nessa situação hipotética e admitindo-se que exatamente uma dessas três proposições é verdadeira, julgue o item a seguir.
O filme favorito de Ana á O Predador.
Alternativas
Q3638341 Redação Oficial

Com base nas características formais e linguísticas das comunicações oficiais, julgue o item seguinte.  


Os documentos antigamente conhecidos como aviso e memorando foram substituídos pelo termo ofício.

Alternativas
Q3638340 Redação Oficial

Com base nas características formais e linguísticas das comunicações oficiais, julgue o item seguinte.  


Dado seu caráter inclusivo, as comunicações oficiais são contrárias ao emprego de termos técnicos.  

Alternativas
Q3638339 Redação Oficial

Com base nas características formais e linguísticas das comunicações oficiais, julgue o item seguinte.  


Em uma comunicação oficial, endereçamento e o pronome de tratamento usados para um ministro de Estado são diferentes daqueles usados para um deputado federal.

Alternativas
Q3638338 Redação Oficial

Com base nas características formais e linguísticas das comunicações oficiais, julgue o item seguinte.  


Quando o remetente escreve um documento oficial que segue o padrão ofício para um destinatário de hierarquia inferior a dele, esse documento deve empregar o fecho mais neutro Respeitosamente.  

Alternativas
Q3638335 Português
A arquitetura hostil, como se convencionou chamar, é um conjunto de dispositivos construtivos que têm como objetivo impedir a permanência de pessoas, especialmente daquelas em situação de rua, em bancos de praças, espaços residuais em fachadas e demais áreas livres do espaço público. Uma ideia ultrapassada, pautada na especulação imobiliária, onde se acredita que a remoção dessas pessoas valoriza o entorno e, consequentemente, aumenta o valor dos imóveis da região, a chamada gentrificação.

Se a base da arquitetura é o abrigo e o ofício do Arquiteto e Urbanista é justamente propor espaços de bem‑estar e acolhimento, impedir o uso de espaços públicos é, definitivamente, uma antiarquitetura. Essa prática está presente em diversas cidades mundo afora, com a instalação de cacos de vidro, pedras, barreiras, peças pontiagudas e outros elementos que hostilizam o usuário e reforçam a mensagem de que “esse lugar não é para você”. No Brasil, esse debate ganhou força apenas nos últimos anos.

Além de não resolver a complexa questão das pessoas em situação de rua, a arquitetura hostil influencia na relação do indivíduo com o espaço público e impede que seus equipamentos sejam plenamente utilizados, afinal, uma simples atividade como se sentar em um banco para descansar e desfrutar da sombra de uma árvore é prejudicada pela inserção desses elementos. Sem a liberdade de utilizar os espaços públicos, todos nós perdemos. Nossas cidades tornam‑se mais frias, agressivas e excludentes. Nossas praças e calçadas são apenas locais de passagem.

Carol Bernardo e Tamires de Alcântara. A quem pertencem nossas cidades?
Internet:<blog.archtrends.com>  (com adaptações). 

Considerando‑se os aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir. 


No trecho “é prejudicada pela inserção desses elementos” (primeiro período do terceiro parágrafo) a palavra “prejudicada” é um adjetivo que funciona como predicativo.

Alternativas
Q3638334 Português
A arquitetura hostil, como se convencionou chamar, é um conjunto de dispositivos construtivos que têm como objetivo impedir a permanência de pessoas, especialmente daquelas em situação de rua, em bancos de praças, espaços residuais em fachadas e demais áreas livres do espaço público. Uma ideia ultrapassada, pautada na especulação imobiliária, onde se acredita que a remoção dessas pessoas valoriza o entorno e, consequentemente, aumenta o valor dos imóveis da região, a chamada gentrificação.

Se a base da arquitetura é o abrigo e o ofício do Arquiteto e Urbanista é justamente propor espaços de bem‑estar e acolhimento, impedir o uso de espaços públicos é, definitivamente, uma antiarquitetura. Essa prática está presente em diversas cidades mundo afora, com a instalação de cacos de vidro, pedras, barreiras, peças pontiagudas e outros elementos que hostilizam o usuário e reforçam a mensagem de que “esse lugar não é para você”. No Brasil, esse debate ganhou força apenas nos últimos anos.

Além de não resolver a complexa questão das pessoas em situação de rua, a arquitetura hostil influencia na relação do indivíduo com o espaço público e impede que seus equipamentos sejam plenamente utilizados, afinal, uma simples atividade como se sentar em um banco para descansar e desfrutar da sombra de uma árvore é prejudicada pela inserção desses elementos. Sem a liberdade de utilizar os espaços públicos, todos nós perdemos. Nossas cidades tornam‑se mais frias, agressivas e excludentes. Nossas praças e calçadas são apenas locais de passagem.

Carol Bernardo e Tamires de Alcântara. A quem pertencem nossas cidades?
Internet:<blog.archtrends.com>  (com adaptações). 

Considerando‑se os aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir. 


O vocábulo “que” (segundo período do segundo parágrafo) é um pronome relativo que atua na coesão textual.

Alternativas
Q3638333 Português
A arquitetura hostil, como se convencionou chamar, é um conjunto de dispositivos construtivos que têm como objetivo impedir a permanência de pessoas, especialmente daquelas em situação de rua, em bancos de praças, espaços residuais em fachadas e demais áreas livres do espaço público. Uma ideia ultrapassada, pautada na especulação imobiliária, onde se acredita que a remoção dessas pessoas valoriza o entorno e, consequentemente, aumenta o valor dos imóveis da região, a chamada gentrificação.

Se a base da arquitetura é o abrigo e o ofício do Arquiteto e Urbanista é justamente propor espaços de bem‑estar e acolhimento, impedir o uso de espaços públicos é, definitivamente, uma antiarquitetura. Essa prática está presente em diversas cidades mundo afora, com a instalação de cacos de vidro, pedras, barreiras, peças pontiagudas e outros elementos que hostilizam o usuário e reforçam a mensagem de que “esse lugar não é para você”. No Brasil, esse debate ganhou força apenas nos últimos anos.

Além de não resolver a complexa questão das pessoas em situação de rua, a arquitetura hostil influencia na relação do indivíduo com o espaço público e impede que seus equipamentos sejam plenamente utilizados, afinal, uma simples atividade como se sentar em um banco para descansar e desfrutar da sombra de uma árvore é prejudicada pela inserção desses elementos. Sem a liberdade de utilizar os espaços públicos, todos nós perdemos. Nossas cidades tornam‑se mais frias, agressivas e excludentes. Nossas praças e calçadas são apenas locais de passagem.

Carol Bernardo e Tamires de Alcântara. A quem pertencem nossas cidades?
Internet:<blog.archtrends.com>  (com adaptações). 

Considerando‑se os aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir. 


Palavras como “ultrapassada” (segundo período do primeiro parágrafo) e “anti‑arquitetura” (primeiro período do segundo parágrafo) expressam o juízo de valor das autoras acerca da arquitetura hostil.

Alternativas
Respostas
12161: C
12162: E
12163: C
12164: E
12165: C
12166: C
12167: E
12168: C
12169: C
12170: C
12171: E
12172: C
12173: E
12174: C
12175: E
12176: C
12177: E
12178: E
12179: C
12180: C