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Q3697728 Português
Sobre o tema Raciocínio Verbal, leia o trecho a seguir:
“Apesar de todos os sinais indicarem tempestade, muitos decidiram seguir viagem. Horas depois, o que era prudência virou arrependimento.”
Com base na interpretação do trecho acima, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3697727 Matemática
Um terreno retangular será cercado com 62 m de arame e terá área de 240 m². Determine quais são as dimensões do terreno. 
Alternativas
Q3697726 Português
Progresso para alcançar desenvolvimento sustentável está seriamente afetado

7 Novembro 2019

        Metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados de saúde; mulheres enfrentam discriminação e o número de pessoas com fome aumenta no mundo, diz secretário-geral da ONU, António Guterres, em artigo de opinião para o jornal Financial Times.

        Ao redor do mundo, cidadãos tomam as ruas para protestar contra o aumento do custo de vida e a real ou irreal percepção de injustiça. Eles sentem que a economia não funciona – e em alguns casos, têm razão. Um foco restrito no crescimento, independentemente dos custos verdadeiros e de suas consequências, está levando a uma catástrofe climática, a uma perda de confiança nas instituições e a uma falta de fé no futuro.

        Os 17 Objetivos foram acordados por todos os líderes mundiais, em 2015, para responder a desafios como pobreza, desigualdade, crise climática, degradação ambiental, paz e justiça no prazo de até 2030.

        E houve progressos, nesses quatro anos, desde a adoção dos Objetivos. A pobreza extrema e a mortalidade infantil estão diminuindo. O acesso à energia e ao trabalho decente cresce. Mas, grosso modo, nós estamos seriamente longe do alvo. A fome está aumentando, metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados básicos de saúde e as mulheres enfrentam discriminação e desvantagem em todas as partes.

        Uma razão para o progresso hesitante é a falta de financiamento. Os recursos públicos de governos simplesmente não são suficientes para financiar a erradicação da pobreza, melhorar a educação das meninas e mitigar o impacto da mudança climática.

        Precisamos de investimentos privados para preencher esta lacuna. Por isso, a ONU está cooperando com o setor financeiro. Este é um momento crítico para os negócios e para o setor de finanças e as relações deles com as políticas públicas.

        Em primeiro lugar, o comércio precisa de políticas de investimento a longo prazo, que sirvam à sociedade e não somente aos acionistas.

        Isto já começa a acontecer quando alguns dos maiores fundos de pensão cortam combustíveis fósseis de seus portfólios. E mais de 130 bancos com US$ 74 trilhões de ativos subscrevem-se aos Princípios para Bancos Responsáveis, que foram idealizados em colaboração com a ONU.

        Eles representam um compromisso, sem precedentes, com estratégias empresariais alinhadas aos objetivos globais, ao Acordo de Paris para prevenir aumento das temperaturas, e com práticas de bancos que criam uma prosperidade compartilhada. Eu apelo a todas as instituições que se somem a esta transformação.

        Em segundo lugar: estamos encontrando novas formas para o setor privado investir em crescimento e desenvolvimento sustentáveis. Em outubro, 30 líderes de empresas multinacionais lançaram os Investidores Globais para a Aliança de Desenvolvimento Sustentável, na ONU.

        Os maiores executivos da Bolsa de Valores de Johannesburgo e da Allianz estavam entre aqueles que se comprometeram, publicamente, a agirem como agentes de mudança em suas companhias e mais além. Eles já estão apoiando grandes investimentos de infraestrutura sustentável incluindo projetos de energia limpa e acessível na África, na Ásia e na América Latina, além do uso de instrumentos financeiros inovadores para mobilizar bilhões de dólares para segurança alimentar e energia renovável.

        Eu espero que todos os líderes de negócios possam seguir esse exemplo, investindo na economia do futuro. Uma economia verde, de matriz limpa, que forneça empregos decentes e que melhore a vida das pessoas no longo prazo.

        Em terceiro lugar: pedimos a todos os líderes de negócio que façam mais que investimentos verdes, que também pressionem para uma mudança de políticas.

        Em muitos casos, as empresas já mostram o caminho. A sustentabilidade faz sentido nos negócios, pois os consumidores mesmos estão pressionando. Um investidor descreveu o financiamento sustentável como uma “megatendência”.

        Alguns governos estão atrasados neste processo, relutantes em mudar sistemas anacrônicos regulatórios, tributários e de políticas. Relatórios trimestrais desencorajam investimentos de longo prazo. E os deveres fiduciários de investidores precisam ser atualizados para incluir maiores questões e considerações de sustentabilidade.

        Precisamos que líderes empresariais utilizem sua enorme influência para fazerem avançar o crescimento e as oportunidades inclusivas. Nenhum negócio pode ignorar este esforço, e não existe sequer nenhum objetivo global que não possa ser beneficiado pelo investimento do setor privado.

        É, ao mesmo tempo, uma questão de ética e de bom negócio investir no desenvolvimento sustentável e equitativo. Portanto, a liderança do mundo corporativo pode fazer toda a diferença para criar um futuro de paz, de estabilidade e prosperidade em um planeta sustentável.

António Guterres é secretário-geral das Nações Unidas.
https://news.un.org/pt/story/2019/11/1693781 
Aponte o item em que a regência verbal está corretamente analisada, de acordo com a norma padrão da língua portuguesa e o contexto do texto. 
Alternativas
Q3697725 Português
Progresso para alcançar desenvolvimento sustentável está seriamente afetado

7 Novembro 2019

        Metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados de saúde; mulheres enfrentam discriminação e o número de pessoas com fome aumenta no mundo, diz secretário-geral da ONU, António Guterres, em artigo de opinião para o jornal Financial Times.

        Ao redor do mundo, cidadãos tomam as ruas para protestar contra o aumento do custo de vida e a real ou irreal percepção de injustiça. Eles sentem que a economia não funciona – e em alguns casos, têm razão. Um foco restrito no crescimento, independentemente dos custos verdadeiros e de suas consequências, está levando a uma catástrofe climática, a uma perda de confiança nas instituições e a uma falta de fé no futuro.

        Os 17 Objetivos foram acordados por todos os líderes mundiais, em 2015, para responder a desafios como pobreza, desigualdade, crise climática, degradação ambiental, paz e justiça no prazo de até 2030.

        E houve progressos, nesses quatro anos, desde a adoção dos Objetivos. A pobreza extrema e a mortalidade infantil estão diminuindo. O acesso à energia e ao trabalho decente cresce. Mas, grosso modo, nós estamos seriamente longe do alvo. A fome está aumentando, metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados básicos de saúde e as mulheres enfrentam discriminação e desvantagem em todas as partes.

        Uma razão para o progresso hesitante é a falta de financiamento. Os recursos públicos de governos simplesmente não são suficientes para financiar a erradicação da pobreza, melhorar a educação das meninas e mitigar o impacto da mudança climática.

        Precisamos de investimentos privados para preencher esta lacuna. Por isso, a ONU está cooperando com o setor financeiro. Este é um momento crítico para os negócios e para o setor de finanças e as relações deles com as políticas públicas.

        Em primeiro lugar, o comércio precisa de políticas de investimento a longo prazo, que sirvam à sociedade e não somente aos acionistas.

        Isto já começa a acontecer quando alguns dos maiores fundos de pensão cortam combustíveis fósseis de seus portfólios. E mais de 130 bancos com US$ 74 trilhões de ativos subscrevem-se aos Princípios para Bancos Responsáveis, que foram idealizados em colaboração com a ONU.

        Eles representam um compromisso, sem precedentes, com estratégias empresariais alinhadas aos objetivos globais, ao Acordo de Paris para prevenir aumento das temperaturas, e com práticas de bancos que criam uma prosperidade compartilhada. Eu apelo a todas as instituições que se somem a esta transformação.

        Em segundo lugar: estamos encontrando novas formas para o setor privado investir em crescimento e desenvolvimento sustentáveis. Em outubro, 30 líderes de empresas multinacionais lançaram os Investidores Globais para a Aliança de Desenvolvimento Sustentável, na ONU.

        Os maiores executivos da Bolsa de Valores de Johannesburgo e da Allianz estavam entre aqueles que se comprometeram, publicamente, a agirem como agentes de mudança em suas companhias e mais além. Eles já estão apoiando grandes investimentos de infraestrutura sustentável incluindo projetos de energia limpa e acessível na África, na Ásia e na América Latina, além do uso de instrumentos financeiros inovadores para mobilizar bilhões de dólares para segurança alimentar e energia renovável.

        Eu espero que todos os líderes de negócios possam seguir esse exemplo, investindo na economia do futuro. Uma economia verde, de matriz limpa, que forneça empregos decentes e que melhore a vida das pessoas no longo prazo.

        Em terceiro lugar: pedimos a todos os líderes de negócio que façam mais que investimentos verdes, que também pressionem para uma mudança de políticas.

        Em muitos casos, as empresas já mostram o caminho. A sustentabilidade faz sentido nos negócios, pois os consumidores mesmos estão pressionando. Um investidor descreveu o financiamento sustentável como uma “megatendência”.

        Alguns governos estão atrasados neste processo, relutantes em mudar sistemas anacrônicos regulatórios, tributários e de políticas. Relatórios trimestrais desencorajam investimentos de longo prazo. E os deveres fiduciários de investidores precisam ser atualizados para incluir maiores questões e considerações de sustentabilidade.

        Precisamos que líderes empresariais utilizem sua enorme influência para fazerem avançar o crescimento e as oportunidades inclusivas. Nenhum negócio pode ignorar este esforço, e não existe sequer nenhum objetivo global que não possa ser beneficiado pelo investimento do setor privado.

        É, ao mesmo tempo, uma questão de ética e de bom negócio investir no desenvolvimento sustentável e equitativo. Portanto, a liderança do mundo corporativo pode fazer toda a diferença para criar um futuro de paz, de estabilidade e prosperidade em um planeta sustentável.

António Guterres é secretário-geral das Nações Unidas.
https://news.un.org/pt/story/2019/11/1693781 
“A fome está aumentando, metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados básicos de saúde e as mulheres enfrentam discriminação e desvantagem em todas as partes”. Sobre o processo de formação das palavras destacadas no trecho, é correto afirmar que  
Alternativas
Q3697724 Português
Progresso para alcançar desenvolvimento sustentável está seriamente afetado

7 Novembro 2019

        Metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados de saúde; mulheres enfrentam discriminação e o número de pessoas com fome aumenta no mundo, diz secretário-geral da ONU, António Guterres, em artigo de opinião para o jornal Financial Times.

        Ao redor do mundo, cidadãos tomam as ruas para protestar contra o aumento do custo de vida e a real ou irreal percepção de injustiça. Eles sentem que a economia não funciona – e em alguns casos, têm razão. Um foco restrito no crescimento, independentemente dos custos verdadeiros e de suas consequências, está levando a uma catástrofe climática, a uma perda de confiança nas instituições e a uma falta de fé no futuro.

        Os 17 Objetivos foram acordados por todos os líderes mundiais, em 2015, para responder a desafios como pobreza, desigualdade, crise climática, degradação ambiental, paz e justiça no prazo de até 2030.

        E houve progressos, nesses quatro anos, desde a adoção dos Objetivos. A pobreza extrema e a mortalidade infantil estão diminuindo. O acesso à energia e ao trabalho decente cresce. Mas, grosso modo, nós estamos seriamente longe do alvo. A fome está aumentando, metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados básicos de saúde e as mulheres enfrentam discriminação e desvantagem em todas as partes.

        Uma razão para o progresso hesitante é a falta de financiamento. Os recursos públicos de governos simplesmente não são suficientes para financiar a erradicação da pobreza, melhorar a educação das meninas e mitigar o impacto da mudança climática.

        Precisamos de investimentos privados para preencher esta lacuna. Por isso, a ONU está cooperando com o setor financeiro. Este é um momento crítico para os negócios e para o setor de finanças e as relações deles com as políticas públicas.

        Em primeiro lugar, o comércio precisa de políticas de investimento a longo prazo, que sirvam à sociedade e não somente aos acionistas.

        Isto já começa a acontecer quando alguns dos maiores fundos de pensão cortam combustíveis fósseis de seus portfólios. E mais de 130 bancos com US$ 74 trilhões de ativos subscrevem-se aos Princípios para Bancos Responsáveis, que foram idealizados em colaboração com a ONU.

        Eles representam um compromisso, sem precedentes, com estratégias empresariais alinhadas aos objetivos globais, ao Acordo de Paris para prevenir aumento das temperaturas, e com práticas de bancos que criam uma prosperidade compartilhada. Eu apelo a todas as instituições que se somem a esta transformação.

        Em segundo lugar: estamos encontrando novas formas para o setor privado investir em crescimento e desenvolvimento sustentáveis. Em outubro, 30 líderes de empresas multinacionais lançaram os Investidores Globais para a Aliança de Desenvolvimento Sustentável, na ONU.

        Os maiores executivos da Bolsa de Valores de Johannesburgo e da Allianz estavam entre aqueles que se comprometeram, publicamente, a agirem como agentes de mudança em suas companhias e mais além. Eles já estão apoiando grandes investimentos de infraestrutura sustentável incluindo projetos de energia limpa e acessível na África, na Ásia e na América Latina, além do uso de instrumentos financeiros inovadores para mobilizar bilhões de dólares para segurança alimentar e energia renovável.

        Eu espero que todos os líderes de negócios possam seguir esse exemplo, investindo na economia do futuro. Uma economia verde, de matriz limpa, que forneça empregos decentes e que melhore a vida das pessoas no longo prazo.

        Em terceiro lugar: pedimos a todos os líderes de negócio que façam mais que investimentos verdes, que também pressionem para uma mudança de políticas.

        Em muitos casos, as empresas já mostram o caminho. A sustentabilidade faz sentido nos negócios, pois os consumidores mesmos estão pressionando. Um investidor descreveu o financiamento sustentável como uma “megatendência”.

        Alguns governos estão atrasados neste processo, relutantes em mudar sistemas anacrônicos regulatórios, tributários e de políticas. Relatórios trimestrais desencorajam investimentos de longo prazo. E os deveres fiduciários de investidores precisam ser atualizados para incluir maiores questões e considerações de sustentabilidade.

        Precisamos que líderes empresariais utilizem sua enorme influência para fazerem avançar o crescimento e as oportunidades inclusivas. Nenhum negócio pode ignorar este esforço, e não existe sequer nenhum objetivo global que não possa ser beneficiado pelo investimento do setor privado.

        É, ao mesmo tempo, uma questão de ética e de bom negócio investir no desenvolvimento sustentável e equitativo. Portanto, a liderança do mundo corporativo pode fazer toda a diferença para criar um futuro de paz, de estabilidade e prosperidade em um planeta sustentável.

António Guterres é secretário-geral das Nações Unidas.
https://news.un.org/pt/story/2019/11/1693781 
Em “...pedimos a todos os líderes de negócio que façam mais que investimentos verdes, que também pressionem para uma mudança de políticas”, a oração em destaque exerce função sintática de 
Alternativas
Q3697723 Português
Progresso para alcançar desenvolvimento sustentável está seriamente afetado

7 Novembro 2019

        Metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados de saúde; mulheres enfrentam discriminação e o número de pessoas com fome aumenta no mundo, diz secretário-geral da ONU, António Guterres, em artigo de opinião para o jornal Financial Times.

        Ao redor do mundo, cidadãos tomam as ruas para protestar contra o aumento do custo de vida e a real ou irreal percepção de injustiça. Eles sentem que a economia não funciona – e em alguns casos, têm razão. Um foco restrito no crescimento, independentemente dos custos verdadeiros e de suas consequências, está levando a uma catástrofe climática, a uma perda de confiança nas instituições e a uma falta de fé no futuro.

        Os 17 Objetivos foram acordados por todos os líderes mundiais, em 2015, para responder a desafios como pobreza, desigualdade, crise climática, degradação ambiental, paz e justiça no prazo de até 2030.

        E houve progressos, nesses quatro anos, desde a adoção dos Objetivos. A pobreza extrema e a mortalidade infantil estão diminuindo. O acesso à energia e ao trabalho decente cresce. Mas, grosso modo, nós estamos seriamente longe do alvo. A fome está aumentando, metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados básicos de saúde e as mulheres enfrentam discriminação e desvantagem em todas as partes.

        Uma razão para o progresso hesitante é a falta de financiamento. Os recursos públicos de governos simplesmente não são suficientes para financiar a erradicação da pobreza, melhorar a educação das meninas e mitigar o impacto da mudança climática.

        Precisamos de investimentos privados para preencher esta lacuna. Por isso, a ONU está cooperando com o setor financeiro. Este é um momento crítico para os negócios e para o setor de finanças e as relações deles com as políticas públicas.

        Em primeiro lugar, o comércio precisa de políticas de investimento a longo prazo, que sirvam à sociedade e não somente aos acionistas.

        Isto já começa a acontecer quando alguns dos maiores fundos de pensão cortam combustíveis fósseis de seus portfólios. E mais de 130 bancos com US$ 74 trilhões de ativos subscrevem-se aos Princípios para Bancos Responsáveis, que foram idealizados em colaboração com a ONU.

        Eles representam um compromisso, sem precedentes, com estratégias empresariais alinhadas aos objetivos globais, ao Acordo de Paris para prevenir aumento das temperaturas, e com práticas de bancos que criam uma prosperidade compartilhada. Eu apelo a todas as instituições que se somem a esta transformação.

        Em segundo lugar: estamos encontrando novas formas para o setor privado investir em crescimento e desenvolvimento sustentáveis. Em outubro, 30 líderes de empresas multinacionais lançaram os Investidores Globais para a Aliança de Desenvolvimento Sustentável, na ONU.

        Os maiores executivos da Bolsa de Valores de Johannesburgo e da Allianz estavam entre aqueles que se comprometeram, publicamente, a agirem como agentes de mudança em suas companhias e mais além. Eles já estão apoiando grandes investimentos de infraestrutura sustentável incluindo projetos de energia limpa e acessível na África, na Ásia e na América Latina, além do uso de instrumentos financeiros inovadores para mobilizar bilhões de dólares para segurança alimentar e energia renovável.

        Eu espero que todos os líderes de negócios possam seguir esse exemplo, investindo na economia do futuro. Uma economia verde, de matriz limpa, que forneça empregos decentes e que melhore a vida das pessoas no longo prazo.

        Em terceiro lugar: pedimos a todos os líderes de negócio que façam mais que investimentos verdes, que também pressionem para uma mudança de políticas.

        Em muitos casos, as empresas já mostram o caminho. A sustentabilidade faz sentido nos negócios, pois os consumidores mesmos estão pressionando. Um investidor descreveu o financiamento sustentável como uma “megatendência”.

        Alguns governos estão atrasados neste processo, relutantes em mudar sistemas anacrônicos regulatórios, tributários e de políticas. Relatórios trimestrais desencorajam investimentos de longo prazo. E os deveres fiduciários de investidores precisam ser atualizados para incluir maiores questões e considerações de sustentabilidade.

        Precisamos que líderes empresariais utilizem sua enorme influência para fazerem avançar o crescimento e as oportunidades inclusivas. Nenhum negócio pode ignorar este esforço, e não existe sequer nenhum objetivo global que não possa ser beneficiado pelo investimento do setor privado.

        É, ao mesmo tempo, uma questão de ética e de bom negócio investir no desenvolvimento sustentável e equitativo. Portanto, a liderança do mundo corporativo pode fazer toda a diferença para criar um futuro de paz, de estabilidade e prosperidade em um planeta sustentável.

António Guterres é secretário-geral das Nações Unidas.
https://news.un.org/pt/story/2019/11/1693781 
Assinale a alternativa em que a frase, retirada do texto, apresenta a voz verbal corretamente classificada. 
Alternativas
Q3697722 Português
Progresso para alcançar desenvolvimento sustentável está seriamente afetado

7 Novembro 2019

        Metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados de saúde; mulheres enfrentam discriminação e o número de pessoas com fome aumenta no mundo, diz secretário-geral da ONU, António Guterres, em artigo de opinião para o jornal Financial Times.

        Ao redor do mundo, cidadãos tomam as ruas para protestar contra o aumento do custo de vida e a real ou irreal percepção de injustiça. Eles sentem que a economia não funciona – e em alguns casos, têm razão. Um foco restrito no crescimento, independentemente dos custos verdadeiros e de suas consequências, está levando a uma catástrofe climática, a uma perda de confiança nas instituições e a uma falta de fé no futuro.

        Os 17 Objetivos foram acordados por todos os líderes mundiais, em 2015, para responder a desafios como pobreza, desigualdade, crise climática, degradação ambiental, paz e justiça no prazo de até 2030.

        E houve progressos, nesses quatro anos, desde a adoção dos Objetivos. A pobreza extrema e a mortalidade infantil estão diminuindo. O acesso à energia e ao trabalho decente cresce. Mas, grosso modo, nós estamos seriamente longe do alvo. A fome está aumentando, metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados básicos de saúde e as mulheres enfrentam discriminação e desvantagem em todas as partes.

        Uma razão para o progresso hesitante é a falta de financiamento. Os recursos públicos de governos simplesmente não são suficientes para financiar a erradicação da pobreza, melhorar a educação das meninas e mitigar o impacto da mudança climática.

        Precisamos de investimentos privados para preencher esta lacuna. Por isso, a ONU está cooperando com o setor financeiro. Este é um momento crítico para os negócios e para o setor de finanças e as relações deles com as políticas públicas.

        Em primeiro lugar, o comércio precisa de políticas de investimento a longo prazo, que sirvam à sociedade e não somente aos acionistas.

        Isto já começa a acontecer quando alguns dos maiores fundos de pensão cortam combustíveis fósseis de seus portfólios. E mais de 130 bancos com US$ 74 trilhões de ativos subscrevem-se aos Princípios para Bancos Responsáveis, que foram idealizados em colaboração com a ONU.

        Eles representam um compromisso, sem precedentes, com estratégias empresariais alinhadas aos objetivos globais, ao Acordo de Paris para prevenir aumento das temperaturas, e com práticas de bancos que criam uma prosperidade compartilhada. Eu apelo a todas as instituições que se somem a esta transformação.

        Em segundo lugar: estamos encontrando novas formas para o setor privado investir em crescimento e desenvolvimento sustentáveis. Em outubro, 30 líderes de empresas multinacionais lançaram os Investidores Globais para a Aliança de Desenvolvimento Sustentável, na ONU.

        Os maiores executivos da Bolsa de Valores de Johannesburgo e da Allianz estavam entre aqueles que se comprometeram, publicamente, a agirem como agentes de mudança em suas companhias e mais além. Eles já estão apoiando grandes investimentos de infraestrutura sustentável incluindo projetos de energia limpa e acessível na África, na Ásia e na América Latina, além do uso de instrumentos financeiros inovadores para mobilizar bilhões de dólares para segurança alimentar e energia renovável.

        Eu espero que todos os líderes de negócios possam seguir esse exemplo, investindo na economia do futuro. Uma economia verde, de matriz limpa, que forneça empregos decentes e que melhore a vida das pessoas no longo prazo.

        Em terceiro lugar: pedimos a todos os líderes de negócio que façam mais que investimentos verdes, que também pressionem para uma mudança de políticas.

        Em muitos casos, as empresas já mostram o caminho. A sustentabilidade faz sentido nos negócios, pois os consumidores mesmos estão pressionando. Um investidor descreveu o financiamento sustentável como uma “megatendência”.

        Alguns governos estão atrasados neste processo, relutantes em mudar sistemas anacrônicos regulatórios, tributários e de políticas. Relatórios trimestrais desencorajam investimentos de longo prazo. E os deveres fiduciários de investidores precisam ser atualizados para incluir maiores questões e considerações de sustentabilidade.

        Precisamos que líderes empresariais utilizem sua enorme influência para fazerem avançar o crescimento e as oportunidades inclusivas. Nenhum negócio pode ignorar este esforço, e não existe sequer nenhum objetivo global que não possa ser beneficiado pelo investimento do setor privado.

        É, ao mesmo tempo, uma questão de ética e de bom negócio investir no desenvolvimento sustentável e equitativo. Portanto, a liderança do mundo corporativo pode fazer toda a diferença para criar um futuro de paz, de estabilidade e prosperidade em um planeta sustentável.

António Guterres é secretário-geral das Nações Unidas.
https://news.un.org/pt/story/2019/11/1693781 
Sobre a acentuação gráfica das palavras destacadas em “Alguns governos estão atrasados neste processo, relutantes em mudar sistemas anacrônicos regulatórios, tributários e de políticas”, é correto afirmar que
I. “Anacrônicos” e “políticas” são acentuadas pelo mesmo motivo.
II. “Tributários” é acentuada por ser oxítona terminada em O(s).
III. “Regulatórios” é acentuada por conter um hiato na última sílaba.
IV. Somente “anacrônicos” é uma palavra acentuada por ser proparoxítona.
V. “Tributários e “regulatórios” são paroxítonas acentuadas por terminarem em ditongo crescente.  
Alternativas
Q3697721 Português
Progresso para alcançar desenvolvimento sustentável está seriamente afetado

7 Novembro 2019

        Metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados de saúde; mulheres enfrentam discriminação e o número de pessoas com fome aumenta no mundo, diz secretário-geral da ONU, António Guterres, em artigo de opinião para o jornal Financial Times.

        Ao redor do mundo, cidadãos tomam as ruas para protestar contra o aumento do custo de vida e a real ou irreal percepção de injustiça. Eles sentem que a economia não funciona – e em alguns casos, têm razão. Um foco restrito no crescimento, independentemente dos custos verdadeiros e de suas consequências, está levando a uma catástrofe climática, a uma perda de confiança nas instituições e a uma falta de fé no futuro.

        Os 17 Objetivos foram acordados por todos os líderes mundiais, em 2015, para responder a desafios como pobreza, desigualdade, crise climática, degradação ambiental, paz e justiça no prazo de até 2030.

        E houve progressos, nesses quatro anos, desde a adoção dos Objetivos. A pobreza extrema e a mortalidade infantil estão diminuindo. O acesso à energia e ao trabalho decente cresce. Mas, grosso modo, nós estamos seriamente longe do alvo. A fome está aumentando, metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados básicos de saúde e as mulheres enfrentam discriminação e desvantagem em todas as partes.

        Uma razão para o progresso hesitante é a falta de financiamento. Os recursos públicos de governos simplesmente não são suficientes para financiar a erradicação da pobreza, melhorar a educação das meninas e mitigar o impacto da mudança climática.

        Precisamos de investimentos privados para preencher esta lacuna. Por isso, a ONU está cooperando com o setor financeiro. Este é um momento crítico para os negócios e para o setor de finanças e as relações deles com as políticas públicas.

        Em primeiro lugar, o comércio precisa de políticas de investimento a longo prazo, que sirvam à sociedade e não somente aos acionistas.

        Isto já começa a acontecer quando alguns dos maiores fundos de pensão cortam combustíveis fósseis de seus portfólios. E mais de 130 bancos com US$ 74 trilhões de ativos subscrevem-se aos Princípios para Bancos Responsáveis, que foram idealizados em colaboração com a ONU.

        Eles representam um compromisso, sem precedentes, com estratégias empresariais alinhadas aos objetivos globais, ao Acordo de Paris para prevenir aumento das temperaturas, e com práticas de bancos que criam uma prosperidade compartilhada. Eu apelo a todas as instituições que se somem a esta transformação.

        Em segundo lugar: estamos encontrando novas formas para o setor privado investir em crescimento e desenvolvimento sustentáveis. Em outubro, 30 líderes de empresas multinacionais lançaram os Investidores Globais para a Aliança de Desenvolvimento Sustentável, na ONU.

        Os maiores executivos da Bolsa de Valores de Johannesburgo e da Allianz estavam entre aqueles que se comprometeram, publicamente, a agirem como agentes de mudança em suas companhias e mais além. Eles já estão apoiando grandes investimentos de infraestrutura sustentável incluindo projetos de energia limpa e acessível na África, na Ásia e na América Latina, além do uso de instrumentos financeiros inovadores para mobilizar bilhões de dólares para segurança alimentar e energia renovável.

        Eu espero que todos os líderes de negócios possam seguir esse exemplo, investindo na economia do futuro. Uma economia verde, de matriz limpa, que forneça empregos decentes e que melhore a vida das pessoas no longo prazo.

        Em terceiro lugar: pedimos a todos os líderes de negócio que façam mais que investimentos verdes, que também pressionem para uma mudança de políticas.

        Em muitos casos, as empresas já mostram o caminho. A sustentabilidade faz sentido nos negócios, pois os consumidores mesmos estão pressionando. Um investidor descreveu o financiamento sustentável como uma “megatendência”.

        Alguns governos estão atrasados neste processo, relutantes em mudar sistemas anacrônicos regulatórios, tributários e de políticas. Relatórios trimestrais desencorajam investimentos de longo prazo. E os deveres fiduciários de investidores precisam ser atualizados para incluir maiores questões e considerações de sustentabilidade.

        Precisamos que líderes empresariais utilizem sua enorme influência para fazerem avançar o crescimento e as oportunidades inclusivas. Nenhum negócio pode ignorar este esforço, e não existe sequer nenhum objetivo global que não possa ser beneficiado pelo investimento do setor privado.

        É, ao mesmo tempo, uma questão de ética e de bom negócio investir no desenvolvimento sustentável e equitativo. Portanto, a liderança do mundo corporativo pode fazer toda a diferença para criar um futuro de paz, de estabilidade e prosperidade em um planeta sustentável.

António Guterres é secretário-geral das Nações Unidas.
https://news.un.org/pt/story/2019/11/1693781 
Em relação à função morfológica exercida pela partícula A (s) presente nas orações a seguir, pode-se atestar que
I. “Metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados de saúde; mulheres enfrentam discriminação ...”
II. “Ao redor do mundo, cidadãos tomam as ruas para protestar contra o aumento do custo de vida e a real ou irreal percepção de injustiça”.
Alternativas
Q3697720 Português
Progresso para alcançar desenvolvimento sustentável está seriamente afetado

7 Novembro 2019

        Metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados de saúde; mulheres enfrentam discriminação e o número de pessoas com fome aumenta no mundo, diz secretário-geral da ONU, António Guterres, em artigo de opinião para o jornal Financial Times.

        Ao redor do mundo, cidadãos tomam as ruas para protestar contra o aumento do custo de vida e a real ou irreal percepção de injustiça. Eles sentem que a economia não funciona – e em alguns casos, têm razão. Um foco restrito no crescimento, independentemente dos custos verdadeiros e de suas consequências, está levando a uma catástrofe climática, a uma perda de confiança nas instituições e a uma falta de fé no futuro.

        Os 17 Objetivos foram acordados por todos os líderes mundiais, em 2015, para responder a desafios como pobreza, desigualdade, crise climática, degradação ambiental, paz e justiça no prazo de até 2030.

        E houve progressos, nesses quatro anos, desde a adoção dos Objetivos. A pobreza extrema e a mortalidade infantil estão diminuindo. O acesso à energia e ao trabalho decente cresce. Mas, grosso modo, nós estamos seriamente longe do alvo. A fome está aumentando, metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados básicos de saúde e as mulheres enfrentam discriminação e desvantagem em todas as partes.

        Uma razão para o progresso hesitante é a falta de financiamento. Os recursos públicos de governos simplesmente não são suficientes para financiar a erradicação da pobreza, melhorar a educação das meninas e mitigar o impacto da mudança climática.

        Precisamos de investimentos privados para preencher esta lacuna. Por isso, a ONU está cooperando com o setor financeiro. Este é um momento crítico para os negócios e para o setor de finanças e as relações deles com as políticas públicas.

        Em primeiro lugar, o comércio precisa de políticas de investimento a longo prazo, que sirvam à sociedade e não somente aos acionistas.

        Isto já começa a acontecer quando alguns dos maiores fundos de pensão cortam combustíveis fósseis de seus portfólios. E mais de 130 bancos com US$ 74 trilhões de ativos subscrevem-se aos Princípios para Bancos Responsáveis, que foram idealizados em colaboração com a ONU.

        Eles representam um compromisso, sem precedentes, com estratégias empresariais alinhadas aos objetivos globais, ao Acordo de Paris para prevenir aumento das temperaturas, e com práticas de bancos que criam uma prosperidade compartilhada. Eu apelo a todas as instituições que se somem a esta transformação.

        Em segundo lugar: estamos encontrando novas formas para o setor privado investir em crescimento e desenvolvimento sustentáveis. Em outubro, 30 líderes de empresas multinacionais lançaram os Investidores Globais para a Aliança de Desenvolvimento Sustentável, na ONU.

        Os maiores executivos da Bolsa de Valores de Johannesburgo e da Allianz estavam entre aqueles que se comprometeram, publicamente, a agirem como agentes de mudança em suas companhias e mais além. Eles já estão apoiando grandes investimentos de infraestrutura sustentável incluindo projetos de energia limpa e acessível na África, na Ásia e na América Latina, além do uso de instrumentos financeiros inovadores para mobilizar bilhões de dólares para segurança alimentar e energia renovável.

        Eu espero que todos os líderes de negócios possam seguir esse exemplo, investindo na economia do futuro. Uma economia verde, de matriz limpa, que forneça empregos decentes e que melhore a vida das pessoas no longo prazo.

        Em terceiro lugar: pedimos a todos os líderes de negócio que façam mais que investimentos verdes, que também pressionem para uma mudança de políticas.

        Em muitos casos, as empresas já mostram o caminho. A sustentabilidade faz sentido nos negócios, pois os consumidores mesmos estão pressionando. Um investidor descreveu o financiamento sustentável como uma “megatendência”.

        Alguns governos estão atrasados neste processo, relutantes em mudar sistemas anacrônicos regulatórios, tributários e de políticas. Relatórios trimestrais desencorajam investimentos de longo prazo. E os deveres fiduciários de investidores precisam ser atualizados para incluir maiores questões e considerações de sustentabilidade.

        Precisamos que líderes empresariais utilizem sua enorme influência para fazerem avançar o crescimento e as oportunidades inclusivas. Nenhum negócio pode ignorar este esforço, e não existe sequer nenhum objetivo global que não possa ser beneficiado pelo investimento do setor privado.

        É, ao mesmo tempo, uma questão de ética e de bom negócio investir no desenvolvimento sustentável e equitativo. Portanto, a liderança do mundo corporativo pode fazer toda a diferença para criar um futuro de paz, de estabilidade e prosperidade em um planeta sustentável.

António Guterres é secretário-geral das Nações Unidas.
https://news.un.org/pt/story/2019/11/1693781 
Observe as orações a seguir e os elementos coesivos que as conectam, depois indique a alternativa que apresenta o sentido correto que os conectivos estão expressando.
I. “Precisamos de investimentos privados para preencher esta lacuna. Por isso, a ONU está cooperando com o setor financeiro”.
II. “O acesso à energia e ao trabalho decente cresce. Mas, grosso modo, nós estamos seriamente longe do alvo”.
III. “. A sustentabilidade faz sentido nos negócios, pois os consumidores mesmos estão pressionando”. 
Alternativas
Q3697719 Português
Progresso para alcançar desenvolvimento sustentável está seriamente afetado

7 Novembro 2019

        Metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados de saúde; mulheres enfrentam discriminação e o número de pessoas com fome aumenta no mundo, diz secretário-geral da ONU, António Guterres, em artigo de opinião para o jornal Financial Times.

        Ao redor do mundo, cidadãos tomam as ruas para protestar contra o aumento do custo de vida e a real ou irreal percepção de injustiça. Eles sentem que a economia não funciona – e em alguns casos, têm razão. Um foco restrito no crescimento, independentemente dos custos verdadeiros e de suas consequências, está levando a uma catástrofe climática, a uma perda de confiança nas instituições e a uma falta de fé no futuro.

        Os 17 Objetivos foram acordados por todos os líderes mundiais, em 2015, para responder a desafios como pobreza, desigualdade, crise climática, degradação ambiental, paz e justiça no prazo de até 2030.

        E houve progressos, nesses quatro anos, desde a adoção dos Objetivos. A pobreza extrema e a mortalidade infantil estão diminuindo. O acesso à energia e ao trabalho decente cresce. Mas, grosso modo, nós estamos seriamente longe do alvo. A fome está aumentando, metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados básicos de saúde e as mulheres enfrentam discriminação e desvantagem em todas as partes.

        Uma razão para o progresso hesitante é a falta de financiamento. Os recursos públicos de governos simplesmente não são suficientes para financiar a erradicação da pobreza, melhorar a educação das meninas e mitigar o impacto da mudança climática.

        Precisamos de investimentos privados para preencher esta lacuna. Por isso, a ONU está cooperando com o setor financeiro. Este é um momento crítico para os negócios e para o setor de finanças e as relações deles com as políticas públicas.

        Em primeiro lugar, o comércio precisa de políticas de investimento a longo prazo, que sirvam à sociedade e não somente aos acionistas.

        Isto já começa a acontecer quando alguns dos maiores fundos de pensão cortam combustíveis fósseis de seus portfólios. E mais de 130 bancos com US$ 74 trilhões de ativos subscrevem-se aos Princípios para Bancos Responsáveis, que foram idealizados em colaboração com a ONU.

        Eles representam um compromisso, sem precedentes, com estratégias empresariais alinhadas aos objetivos globais, ao Acordo de Paris para prevenir aumento das temperaturas, e com práticas de bancos que criam uma prosperidade compartilhada. Eu apelo a todas as instituições que se somem a esta transformação.

        Em segundo lugar: estamos encontrando novas formas para o setor privado investir em crescimento e desenvolvimento sustentáveis. Em outubro, 30 líderes de empresas multinacionais lançaram os Investidores Globais para a Aliança de Desenvolvimento Sustentável, na ONU.

        Os maiores executivos da Bolsa de Valores de Johannesburgo e da Allianz estavam entre aqueles que se comprometeram, publicamente, a agirem como agentes de mudança em suas companhias e mais além. Eles já estão apoiando grandes investimentos de infraestrutura sustentável incluindo projetos de energia limpa e acessível na África, na Ásia e na América Latina, além do uso de instrumentos financeiros inovadores para mobilizar bilhões de dólares para segurança alimentar e energia renovável.

        Eu espero que todos os líderes de negócios possam seguir esse exemplo, investindo na economia do futuro. Uma economia verde, de matriz limpa, que forneça empregos decentes e que melhore a vida das pessoas no longo prazo.

        Em terceiro lugar: pedimos a todos os líderes de negócio que façam mais que investimentos verdes, que também pressionem para uma mudança de políticas.

        Em muitos casos, as empresas já mostram o caminho. A sustentabilidade faz sentido nos negócios, pois os consumidores mesmos estão pressionando. Um investidor descreveu o financiamento sustentável como uma “megatendência”.

        Alguns governos estão atrasados neste processo, relutantes em mudar sistemas anacrônicos regulatórios, tributários e de políticas. Relatórios trimestrais desencorajam investimentos de longo prazo. E os deveres fiduciários de investidores precisam ser atualizados para incluir maiores questões e considerações de sustentabilidade.

        Precisamos que líderes empresariais utilizem sua enorme influência para fazerem avançar o crescimento e as oportunidades inclusivas. Nenhum negócio pode ignorar este esforço, e não existe sequer nenhum objetivo global que não possa ser beneficiado pelo investimento do setor privado.

        É, ao mesmo tempo, uma questão de ética e de bom negócio investir no desenvolvimento sustentável e equitativo. Portanto, a liderança do mundo corporativo pode fazer toda a diferença para criar um futuro de paz, de estabilidade e prosperidade em um planeta sustentável.

António Guterres é secretário-geral das Nações Unidas.
https://news.un.org/pt/story/2019/11/1693781 
Qual é a principal preocupação ou o tema central abordado por António Guterres no texto apresentado? 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Quadrix Órgão: CORE-SE Prova: Quadrix - 2025 - CORE-SE - Contador |
Q3690524 Direito Empresarial (Comercial)
Uma empresa S.A., com filial em Sergipe, prestava dois tipos de serviços: a intermediação habitual de pedidos junto a fabricantes, por conta e ordem dos representados, e a consultoria de marketing, sem intermediação de negócios mercantis. Durante fiscalização do CORE‑SE, a empresa foi notificada a indicar um responsável técnico (RT).
Com base nessa situação hipotética e conforme as Resoluções CONFERE nº 1.063/2015 e nº 1.130/2019, bem como a Lei nº 4.886/1965, assinale a opção correta.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Quadrix Órgão: CORE-SE Prova: Quadrix - 2025 - CORE-SE - Contador |
Q3690523 Direito Empresarial (Comercial)
Uma empresa Ltda., sediada em Aracaju/SE, atuava de forma contínua na intermediação de negócios mercantis por conta de terceiros, sem vínculo empregatício com os representados. Ao requerer registro junto ao CORE‑SE, buscava confirmar o fundamento legal que determina a obrigatoriedade de inscrição da empresa no conselho profissional.
Com base nessa situação hipotética e à luz da Lei nº 6.839/1980, que disciplina o registro de empresas nos conselhos de fiscalização do exercício profissional, e da Lei nº 4.886/1965, que regulamenta a representação comercial autônoma, assinale a opção correta.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Quadrix Órgão: CORE-SE Prova: Quadrix - 2025 - CORE-SE - Contador |
Q3690522 Contabilidade Geral
Uma empresa Ltda., contribuinte do ICMS, vendeu, em 18/12/X1, 150 unidades do produto Z a R$ 1.600 cada (R$ 240.000). Na NF, constaram desconto incondicional de 5% e ICMS de 18% destacado. Não houve frete ou IPI. Em 27/12/X1, houve devolução de 20% das unidades, com estorno proporcional da receita, do ICMS e do custo. O CMV unitário era R$ 980.
Com base nessa situação hipotética e à luz do CPC 47 – Receita de Contrato com Cliente (exclusão de tributos cobrados em nome de terceiros) e do CPC 16 (R1) – Estoques (estorno de custo nas devoluções), assinale a opção que apresenta o resultado bruto após as transações.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Quadrix Órgão: CORE-SE Prova: Quadrix - 2025 - CORE-SE - Contador |
Q3690521 Contabilidade Geral
Uma empresa apresentou, em 31/12/X1, um patrimônio líquido (PL) total de R$ 300.000. No exercício X2, ocorreram as seguintes movimentações no PL.
Imagem associada para resolução da questão
Com base nessa situação hipotética, assinale o montante do patrimônio líquido da empresa em 31/12/X2.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Quadrix Órgão: CORE-SE Prova: Quadrix - 2025 - CORE-SE - Contador |
Q3690520 Contabilidade Geral
Uma empresa, sociedade não financeira, elaborou a demonstração dos fluxos de caixa (DFC) do exercício X2 pelo método indireto, em conformidade com o CPC 03 (R2). Durante o exercício, a companhia contratou um arrendamento nos termos do CPC 06 (R2) – Arrendamentos, reconhecendo ativo de direito de uso e passivo de arrendamento, sem desembolso de caixa no momento da contratação.
Com base nessa situação hipotética e de acordo com o CPC 03 (R2) – Demonstração dos Fluxos de Caixa –, assinale a opção que apresenta a forma correta de evidenciação desse evento na DFC.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Quadrix Órgão: CORE-SE Prova: Quadrix - 2025 - CORE-SE - Contador |
Q3690519 Análise de Balanços
Uma empresa encerrou 31/12/X1 com os seguintes saldos (R$ mil), conforme CPC 26 (R1) – Apresentação.
• Ativo circulante: caixa 120; equivalentes de caixa 80; clientes 300; estoques 250; despesas antecipadas 20. • Passivo circulante: fornecedores 260; empréstimos (CP) 180; salários a pagar 40. • DRE (X1): receita líquida 2.000; despesa gerais e administrativas 120; lucro líquido 160.

Com base nessa situação hipotética, assinale a opção que apresenta corretamente o resultado do cálculo da liquidez corrente e da margem líquida. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Quadrix Órgão: CORE-SE Prova: Quadrix - 2025 - CORE-SE - Contador |
Q3690518 Contabilidade Pública
Ao encerrar o exercício de X1, a Contadoria‑Geral do Estado elaborou as demonstrações exigidas pela Lei nº 4.320/1964 e pelo MCASP (edição vigente): balanço orçamentário (BO), balanço financeiro (BF), balanço patrimonial (BP) e demonstração das variações patrimoniais (DVP), além dos relatórios fiscais da LRF (RREO e RGF).
Com base nessa situação hipotética, assinale a opção que apresenta corretamente a finalidade de cada demonstração contábil.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Quadrix Órgão: CORE-SE Prova: Quadrix - 2025 - CORE-SE - Contador |
Q3690517 Direito Financeiro
Por lei publicada em 20/11/X1, o Poder Executivo do estado de Sergipe foi autorizado a abrir crédito especial de R$ 12 milhões, em favor da unidade orçamentária SEFAZ/SE, para nova ação orçamentária. O crédito foi aberto por decreto e, até 31/12/X1, executaram‑se R$ 8 milhões, restando R$ 4 milhões.
Com base nessa situação hipotética e considerando a vigência e a reabertura desse crédito no exercício seguinte (X2), assinale a opção correta. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Quadrix Órgão: CORE-SE Prova: Quadrix - 2025 - CORE-SE - Contador |
Q3690516 Administração Financeira e Orçamentária
A Secretaria de Saúde do Estado de Sergipe contratou a aquisição de medicamentos (entrega única) durante o exercício X1. A execução orçamentária ocorreu da seguinte forma:
• 20/12/X1: empenho no valor de R$ 800.000; • 29/12/X1: liquidação da despesa (conferência e atesto, conforme o art. 63 da Lei nº 4.320/1964); • 31/12/X1: despesa ainda não paga; e • 15/01/X2: pagamento integral ao fornecedor.
Com base nessa situação hipotética e conforme a Lei nº 4.320/1964 e o MCASP (edição vigente), assinale a opção que apresenta a classificação correta da despesa em 31/12/X1 e a providência cabível.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Quadrix Órgão: CORE-SE Prova: Quadrix - 2025 - CORE-SE - Contador |
Q3690515 Direito Administrativo
O governo do estado de Sergipe avaliou alternativas para ampliar investimentos em saneamento e iluminação pública. No relatório preliminar, a equipe compara privatização (desestatização com alienação de controle societário) e parcerias público‑privadas (PPPs).
Com base nessa situação hipotética e à luz da legislação aplicável, assinale a opção correta.
Alternativas
Respostas
7241: A
7242: D
7243: E
7244: C
7245: B
7246: E
7247: C
7248: A
7249: D
7250: B
7251: C
7252: D
7253: C
7254: D
7255: D
7256: E
7257: B
7258: D
7259: B
7260: C